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domingo, 16 de março de 2014

NISSAN DIVULGA SUA PARTICIPAÇÃO NAS PISTAS DE COMPETIÇÃO EM TODO O MUNDO, ENFATIZANDO A TRADICIONAL PROVA 24 HORAS DE LE MANS, ONDE CORRERÁ COM UM CARRO ELÉTRICO

A Nissan Motor e sua divisão de esportes motorizados Nismo (Nissan Motorsports International Co.) divulgaram seus programas para as pistas em todo o mundo, em 2014. 


Entre os destaques estão:
A participação do Nissan Zeod RC, veículo elétrico mais rápido do mundo, na tradicional prova de 24 horas de Le Mans, na França; 

Disputa da classe GT500 do novo campeonato GT SUPER, com o Nissan GT-R Nismo;


Apoio global aperfeiçoado a clientes;
Expansão do programa "Atleta Nismo".

Le Mans 24 Horas / Nissan Zeod RC
O carro de corrida movido a motor elétrico mais rápido do mundo, o Nissan Zeod RC, participará da edição 2014 das 24 horas de Le Mans na categoria "Garagem 56". 


Será o primeiro carro do mundo a completar uma volta inteira no famoso e tradicional circuito francês de Le Mans com propulsão a energia elétrica. 

A cada turno da prova, o Zeod RC irá completar uma volta apenas movido pelo motor elétrico, passando depois para o novíssimo motor 1,5 litro turbo de três cilindros que pesa somente 40 quilos, mas produz incríveis 400 cavalos de potência. 

Atualmente o revolucionário bólido está em desenvolvimento em diversas bases da Nissan pelo mundo. 

Lucas Ordóñez foi nomeado como primeiro piloto da equipe na prova fracesa e seus companheiros serão definidos mais adiante. Ordóñez é oriundo do programa GT Academy, parceria da Nissan com a fabricante de vídeo games e eletrônicos Sony. 

A participação do Zeod RC em Le Mans é uma etapa do objetivo da Nissan de entrar na disputa da categoria LMP1, em 2015.

Super GT - Classe GT500
Com o alinhamento dos regulamentos técnicos (menos motores) com os da categoria alemã de touring DTM, a Nissan participará dessa categoria com chassi e motor recém-desenvolvidos pela Nismo. 


O veículo-base utilizará o design característico do Nissan GT-R. A Nissan visa a desenvolver o veículo para chegar a um modelo com altos níveis de confiabilidade e rapidez nas pistas.

As principais áreas de desenvolvimento serão o chassi (padronização da área frontal do carro com o GT-R NISMO, refrigeração e aquecimento e eficiência de frenagem) e detalhes específicos, como um pedal com posição ajustável para o piloto.

Outra diferença do DTM são as várias marcas de pneus utilizadas na SUPER GT. Dessa forma os testes com o carro têm a cooperação mútua no desenvolvimento de pneus com cada fabricante.

Na aerodinâmica, o GT-R Nismo GT500 2014 apresenta muitas melhorias para trabalhar com eficiência dentro do novo regulamento.     

Os paralamas traseiros e áreas de dutos laterais inferiores foram projetados de forma única, algo que ainda não foi adotado por carros que disputam a DTM.

Como as novas regras exigem um deslocamento menor do motor (que será turbo, com 2 litros e 4 cilindros e com injeção direta) e níveis máximos de saída (100 kg/h) com base na taxa de fluxo de combustível ao invés do ar, a quantidade de energia que pode ser gerada com um nível de combustível limitado é fundamental. 


Um dos principais objetivos no desenvolvimento do motor foi incorporar um alto rendimento, confiabilidade e grande eficiência de combustível, o que levou a Nissan a utilizar sua tecnologia de injeção direta de turbo. Dessa forma, o novo motor NR20A tem se mostrado bem competitivo.

As equipes na Super GT serão mais uma vez a Nismo, equipe Impul, Kondo Racing e Mola. Assim quatro GT-R Nismo GT500s estarão nas pistas nas quais serão disputadas as provas da classe GT500.

Programas de clientes
A Nissan e a Nismo vão continuar apoiando as equipes de seus clientes nesta temporada fornecendo carros e motores, além de manter o suporte técnico. 


Um dos aperfeiçoamentos nesse programa vitorioso foi a melhora da confiabilidade e velocidade de trabalho nos pits, além da segurança e do aumento da vida útil do motor do carro, o que reduzirá os custos das equipes que participam da Super GT na categoria GT 300, Blancpain Endurance, Super Taikyu e 24 horas de Nurburgring. 

A Nismo também continuará a fornecer motores VK45DE e suporte técnico para equipes que participam da classe LMP2 em Le Mans e no Campeonato Mundial de Endurance (WEC), da FIA.

Atleta Nismo
Com o compromisso de fomentar e promover jovens pilotos, a Nissan e a Nismo continuarão com o programa global "Nismo Global Driver Exchange", iniciado no ano passado. 


O objetivo da iniciativa é dar pilotos e atletas Nismo de todo o mundo a chance de ganhar experiência internacional para aprimorar as habilidades e manter as portas abertas para suas futuras carreiras. 

Este ano, o programa dá um passo grande com trocas de categorias para dois pilotos Nismo. 

O primeiro vencedor do "Nissan GT Academy", Lucas Ordóñez, disputará a categoria GT300 do Super GT, enquanto Katsumasa Chiyo disputará a temporada inteira da Blancpain. 

Além disso, os atletas Nismo selecionados participarão do novo Tudor United SportsCar, nos Estados Unidos.

sábado, 15 de março de 2014

AS BOLSAS LOUIS VUITTON SÃO FAMOSAS NO MUNDO TODO PELA QUALIDADE E ALTO PREÇO. A GRIFFE CRIOU UM CONJUNTO EXCLUSIVO DE BAGAGEM ESPECIALMENTE PARA O REVOLUCIONÁRIO CARRO BMW I8.



Um carro excepcional merece bagagem sob medida. O famoso estilista da Louis Vuitton, Nicolas Ghesquière, ex-designer da Balenciaga, criou um conjunto de bolsas especial para o excepcional BMW i8.
A coleção inclui duas bolsas, uma mala de viagem e um porta-ternos, adaptados perfeitamente para entrar na revolucionário esportivo alemão.

"BMW e Louis Vuitton compartilham um profundo apreço pela tradição e compromisso com o desenvolvimento contínuo", disse Adrian van Hooydonk, vice-presidente da BMW Design Group.

"O uso de fibra de carbono no esportivo BMW i8 é a indicação de uma filosofia inteligente e Louis Vuitton mostrou que acredita na construção leve inovadora, estética e design leves para criar esta coleção exclusiva de bagagem perfeitamente adaptada ao novo BMW i8", concluiu.

A BMW ESTÁ VEICULANDO NA TV ABERTA O SEU MODELO MAIS VENDIDO NO MUNDO, O SÉRIE 3, POR R$ 109.500,00 À VISTA OU FINANCIADO SEM JUROS. A PROPAGANDA FAZ PARTE DA PRIMEIRA CAMPANHA DA MARCA ALEMÃ EM CANAIS ABERTOS BRASILEIROS DESDE QUE OPERA NO BRASIL. O VALOR ANUNCIADO VALE ATÉ O DIA 22 DESTE MÊS DE MARÇO.

A maquete mostra um complexo automotivo de meio milhão de m2 de área construída, que custará R$ 600 milhões de onde sairão 32 mil carros por ano.
A construção da fábrica da marca no Brasil, cuja pedra fundamental foi colocada no dia 27 de Dezembro de 2013, em Araquari (SC), e a decisão de incrementar as vendas e tornar a montadora alemã mais conhecida no País, levaram a BMW a veicular uma campanha publicitária na TV aberta, com o objetivo de divulgar amplamente o Série 3, o modelo da marca mais vendido no mundo, que no final deste ano passará a ser produzido no nosso País.

A campanha publicitária exclusiva para o mercado nacional, é a primeira desde que a empresa atua no mercado nacional. 

A peça veiculada na Rede Globo de Televisão nacional e regionalmente, entrou no ar no dia 10 e irá até o dia 22 de março, nos intervalos comerciais de alguns dos principais telejornais da emissora.

Além da TV aberta, o plano de mídia também contempla TV a cabo e veiculações de peças publicitárias em alguns dos principais meios de comunicação do país, entre revistas relevantes de negócios como os títulos Veja e Época, jornal Valor Econômico e diversos portais na internet (sites especializados e de notícias). 

Nesta oportunidade, a BMW investirá inclusive em emissoras de rádio como Eldorado, Band News e CBN.


“A campanha publicitária da BMW Série 3 reforça ainda mais o compromisso da companhia com o País, em um momento de expansão dos negócios e construção de nossa fábrica em Santa Catarina. Nossa intenção, além de reforçar os atributos e diferenciais do produto, é demonstrar por meio desta ação inédita da marca na TV aberta, que o desejo de conquistar um veículo BMW é tangível e está mais próximo do que as pessoas imaginam”, comenta Herlander Zola, diretor de Marketing da BMW do Brasil.

A campanha foi desenvolvida em parceria com a agência DPZ. O filme utilizado na iniciativa foi elaborado pela BMW globalmente e adaptado ao mercado brasileiro pela agência.

Série 3 em três versões
No Brasil, a BMW Série 3 está disponível nas versões 316i (136 hp), a recém-lançada 320i Active|Flex (184 hp), a 328i (245 hp) e a superesportiva 335i M Sport (306 hp).

O BMW 316i é o carro de entrada da linha de sedãs, que na campanha será anunciado ao preço de R$ 109.950,00 (pagamento à vista) ou com taxa 0% ao mês para financiamento pelo braço financeiro do grupo, a BMW Serviços Financeiros. 

Com design esportivo e interior requintado, o modelo traz motor TwinPower Turbo de 136 hp, câmbio de oito marchas e tecnologias de ponta, como o Driving Experience Control com ECO Pro.

Outro destaque da Série 3 é o BMW 320i ActiveFlex, primeiro automóvel premium turbo flex do mundo, desenvolvido exclusivamente para o consumidor brasileiro. 

Ainda importado da Alemanha, o modelo será produzido em breve na fábrica do BMW Group em Araquari (SC). 

Seu motor 2.0 combina as tecnologias BMW TwinPower Turbo e BMW ActiveFlex, com turbo compressor e injeção direta de combustível, projetado para o uso flexível de combustíveis etanol e gasolina. 

Com quatro cilindros, o propulsor desenvolve potência de 184 hp e torque de 270 Nm, mantendo a alta performance, a perfeição no funcionamento e a eficiência no consumo, características tradicionais da marca. A transmissão é automática de oito velocidades, com tração traseira.

RENAULT RECEBE MAIS DOIS PRÊMIOS PELO FLUENCE GT E O CLIO, COMO "MELHOR COMPRA DO ANO" E "CARRO MAIS ECONÔMICO DO BRASIL DE 2014"


Dois modelos da Renault, o sedã Fluence GT e o compacto Clio, foram eleitos “Melhor Compra do Ano” e “Carro Mais Econômico do Brasil em 2014”, ambos concedidos pela revista Motor Show.

O Clio, motor a gasolina, foi campeão nos testes de baixo consumo com uma média de autonomia de 14,58 km/l. Também vale destacar que no circuito urbano, as duas versões do modelo- etanol e gasolina – foram superiores a todos os demais concorrentes, com 8,90 km/l e com 13,80 km, respectivamente.

Segundo a publicação, o desempenho do Clio mereceu elogios de todos os motoristas, que “reconheceram a eficiência de seu motor 1.0 16V, com consumo baixíssimo”. 


Outro aspecto apontado no teste – durante o qual foram rodados 13.995 km e registrada a passagem por 72 pedágios – foi o alcance do modelo à gasolina, que conseguiu rodar 690 quilômetros na cidade, a maior marca entre os veículos testados.

Vale lembrar que o Inmetro – responsável pelo “Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular” (PBEV), elaborado em parceria do Conpet - programa do Governo Federal, vinculado ao Ministério de Minas e Energia e executado com apoio técnico e administrativo da Petrobras - já havia certificado o Clio com a nota “A” na categoria Subcompacto, tanto na versão de entrada, Authentique, como na equipada com ar-condicionado e direção hidráulica, Expression e classificando o carro com motor a combustão com menor consumo do País.

Para completar a lista de atributos do produto, o preço de aquisição do Clio também chamou a atenção da comissão julgadora do Prêmio. Com um valor mais atraente que o dos demais concorrentes, a versão 1.0 do modelo foi considerada a melhor compra do grupo testado.

Já o Fluence, na sua versão GT, foi considerado a “Melhor Compra do Ano” na categoria Sedan Médio, graças a itens como o motor - turbo, com 180 cavalos - e equipamentos de série, ao lado da sua baixa depreciação e valor do seguro, além, claro, de sua dirigibilidade.


“A premiação do Fluence GT é motivo de grande alegria, pois esse modelo traz em sua concepção um caráter esportivo e dinâmico, que agrada os fãs do automóvel, as pessoas apaixonadas por carros esportes. O desenvolvimento de veículos com essa característica é uma vocação que está no DNA da Renault”, afirma Bruno Hohmann, diretor de Marketing da Renault do Brasil.

VOCÊ SABIA QUE A RENAULT JÁ FABRICOU TRÊS MILHÕES DE MOTORES NO BRASIL, EM 15 ANOS DE PRODUÇÃO DA FÁBRICA DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS? NA VERDADE, O MERCADO BRASILEIRO É UM PARAÍSO PARA AS MONTADORAS E SERÁ MAIS INTERESSANTE AINDA CADA VEZ QUE ELAS APERFEIÇOAREM SEUS CARROS.


A Renault já ultrapassou a marca histórica de três milhões de motores fabricados no País.

A marca foi registrada com a produção de mais uma unidade do motor 1.6 8V, que equipa o Novo Logan e também a linha Sandero.


Instalada no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR), a fábrica de motores da Renault foi inaugurada em 1999 e sua capacidade instalada atual é de 400 mil unidades por ano.


Ao todo, cerca de 40% da sua produção é exportada para países como Argentina e Colômbia.

“A conquista dessa marca representa a dedicação diária de cada profissional de nossa fábrica em produzir motores de alta tecnologia e qualidade para todos os nossos clientes”, destaca Cleverson Rabito, gerente-geral da Fábrica de Motores.

A Renault produz em seu complexo industrial os propulsores 1.0, 1.2 e 1.6 de 8V e 16V nas versões a gasolina e bicombustível, que equipam modelos como o Novo Logan, Duster, Sandero, Clio, Kangoo e Fluence, além dos Nissan Livina e March.

Os motores Renault ganharam destaque no mercado brasileiro pela robustez e economia.


Com eles, seis modelos da marca - Logan, Sandero, Duster e Kangoo, Clio e Fluence - ganharam nota máxima (“A”) no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), elaborado pelo Inmetro, por apresentarem o menor nível de consumo de combustível nos seus segmentos.

A eficiência alcançada por estes motores está diretamente ligada ao trabalho desenvolvido pelo Renault Tecnologia Américas (RTA), criado em 2007, que conta com cerca de 600 engenheiros no Brasil.


Os motores produzidos no País carregam também todo o know how adquirido pela Renault em seus mais de 100 anos de história no setor automotivo e automobilístico mundial.

Em especial, na Fórmula 1, onde a Renault comemorou, em 2013, o 12º título mundial vencido por uma escuderia equipada com seus motores e ainda o tetracampeonato com a RedBull Racing-Renault.



sexta-feira, 14 de março de 2014

FÁBRICA DA GM, EM SANTA CATARINA, TORNA-SE A PRIMEIRA DO SETOR AUTOMOTIVO NA AMÉRICA LATINA A RECEBER A CERTIFICAÇÃO LEED QUE RECONHECE AS INDÚSTRIAS QUE INVESTEM EM SUSTENTABILIDADE E INOVAÇÕES INDUSTRIAIS, COMO USO DE ENERGIA FOTOVOLTAICA E SISTEMA DE JARDINS FILTRANTES PARA TRATAMENTO DE ESGOTO.


Joinville – A fábrica de motores e cabeçotes da General Motors do Brasil, em Joinville (SC), inaugurada em fevereiro de 2013, acaba de conquistar a certificação LEED - Leadership in Energy and Environmental Design – na categoria Gold, a mais importante certificação internacional do U.S. Green Building Council, resultado dos investimentos em sustentabilidade e inovações industriais lá implementadas.

A fábrica de Joinville é a primeira a receber esta certificação no setor automotivo da América do Sul e a segunda fábrica da GM no mundo – a primeira, em 2006, foi a unidade de Lansing Delta Township, localizada em Michigan, nos Estados Unidos. 


Dentre as inovações existentes e avaliadas estão a energia fotovoltaica, o uso racional da água e da energia elétrica, tratamento de esgotos por meio de jardins filtrantes e tratamento de água por osmose reversa. Outras quatro unidades comerciais da GM também já receberam a certificação.


"A performance ambiental da fábrica de Joinville estava em nosso foco desde o início do projeto", destaca Santiago Chamorro, presidente da General Motors do Brasil. 

"Esta operação incorpora a perspectiva da GM de integrar a sustentabilidade em cada decisão que tomamos - desde construir fábricas eficientes até desenhar veículos eficientes. Este reconhecimento é muito importante para nós pois o LEED é um sistema de certificação que avalia e classifica as melhores práticas e iniciativas da construção civil em termos de sustentabilidade nas fases de concepção, construção e na operação propriamente dita da fábrica".

Assim como as demais unidades da empresa no Brasil, a unidade foi construída dentro dos mais avançados conceitos de sustentabilidade, em linha com a política mundial de preservação ao meio ambiente adotada pela GM. 


Todas estas inovações foram acompanhadas de perto pelo Comitê de Sustentabilidade criado pela empresa em abril de 2011.


A unidade passou por vários processos ambientais para chegar neste nível. Um sistema de energia solar foi instalado para iluminar a fábrica e escritórios, evitando emissões de 10,5 toneladas de CO2 - o equivalente a energia consumida por 220 casas no Brasil anualmente. 

A energia solar também é utilizada para aquecer 15 mil litros de água por dia, reduzindo os custos de gás natural e evitando 17,6 toneladas de emissões de CO2 por ano. Este é o primeiro sistema de energia solar na indústria automotiva brasileira.

A fábrica também utiliza osmose reversa para filtrar a água reciclada permitindo sua reutilização seja nos vasos sanitários seja para uso industrial, tal como a torre de resfriamento. 


A fábrica de Joinville economiza o equivalente a nove piscinas olímpicas - 22,9 milhões de litros por ano. É a primeira aplicação deste tipo em uma instalação automotiva.

Para ganhar esta certificação, a GM Joinville também lançou mão de projetos para captar luz natural e de jardins filtrantes para tratamento de esgoto.

"A atividade ambiental de Joinville está alinhada com tudo o que representamos como empresa", disse Mike Robinson, vice-presidente de Sustentabilidade e Assuntos Regulatórios Globais da GM. "Desde o uso de energia solar até a conservação da água é assim que nós queremos que todas as nossas fábricas operem".

As operações da GM do Brasil compartilham um compromisso global da companhia em relação a sustentabilidade. 


De 2005 a 2013, as unidades no país reduziram o consumo de água per capita em 73% e o uso de energia por veículo produzido em 60%. De 2005 a 2013, o volume de resíduos não-recicláveis foi reduzido em 76%.

A fábrica de Joinville já reutiliza, recicla e coprocessa os resíduos do processo de manufatura e está na fase final do processo de certificação do programa Zero Aterro ("landfill-free") pela corporação. 


Quando certificada, a fábrica vai se juntar a outras mais de 100 unidades da GM em todo o mundo que conquistaram esta designação. 

Com mais fábricas "zero aterro" que qualquer outro fabricante de veículos, a GM está firme em seu compromisso de alcançar a marca de 125 unidades "zero aterro" até 2020.


Processo avançado
A certificação LEED obtida pela unidade da GM em Joinville atende aos mais novos requisitos de sustentabilidade da construção civil atual – a versão do LEED 3.0-2009 -, que considera não só o consumo de energia dos sistemas e equipamentos de "facilities'' mas também o consumo de energia dos equipamentos do processo produtivo na redução de pelo menos 10% do total de energia consumida. 


Em Joinville, a redução do consumo de energia comparado aos sistemas e equipamentos da Norma Norte Americana (ASHRAE) chegou a 13,8%.

A concepção de uma fábrica sustentável e inovadora em Joinville nasceu em meados de 2010, juntamente com as primeiras atividades de planejamento de projeto e construção da nova unidade. 


Para atender a demanda de um projeto sustentável e inovador, foi criado um time multidisciplinar formado por engenheiros dos departamentos de "facilities" (construções e instalações), meio ambiente e sustentabilidade, engenharia de manufatura e da área de Powertrain (conjuntos de motores e transmissões), com o objetivo de criar e desenvolver as iniciativas de sustentabilidade com total integração à concepção de uma fábrica de produção motores. 

Isso demandou um esforço adicional de planejamento, execução dos projetos e implementação das diversas iniciativas de sustentabilidade e inovação na construção da nova fábrica. 

Em todas as estas etapas do projeto, desde o início, houve o trabalho de avaliação do U. S. Green Building Council para a obtenção da certificação do LEED.


Sustentabilidade
Com investimentos de R$ 350 milhões, a fábrica da GM em Joinville produz os novos motores SPE/4 1.0L e 1.4L que equipam os modelos Chevrolet Onix e Prisma. 


A unidade foi inaugurada oficialmente no dia 27 de fevereiro de 2013 e, portanto, completou um ano recentemente. Além dos motores, ela produz também cabeçotes de alumínio. 

Sua capacidade instalada de produção é de 120 mil unidades de motores e 200 mil de cabeçotes por ano, destinados às fábricas da GM de Gravataí (RS) e Rosario (Argentina).

A fábrica da GM foi a primeira a implantar um conjunto de sistemas pioneiros na área de eficiência energética e proteção ao meio ambiente, com destaque para a energia fotovoltaica - gerada a partir da luz do sol -, além da reciclagem de água industrial por meio de osmose reversa e tratamento inédito de efluentes e esgotos por meio de jardins filtrantes.

As iniciativas, que fizeram dela uma fábrica sustentável, incluem processos que a tornam uma das primeiras do Brasil a ter 100% dos resíduos industriais reciclados ("landfill free"). Pelo programa "Zero Aterro" todos os resíduos do processo produtivo são reutilizados, reciclados ou coprocessados. 


A construção da nova fábrica de Joinville revela a importância estratégica que a região e o País possuem para o crescimento da GM no mundo.

Marcos Munhoz, vice-presidente da GM do Brasil, destaca a importância da unidade, necessária para atender a forte demanda do mercado brasileiro nos últimos anos e também às exportações. 


Segundo ele, "a unidade de Joinville incorpora os mais avançados processos de tecnologia automotiva e de sustentabilidade. Temos muito orgulho em implementar um conjunto de tecnologias inovadoras, que fazem parte de uma fábrica totalmente sustentável, comprovando na prática que a GM tem um compromisso muito forte com o meio ambiente pois isso faz parte do DNA da companhia".

A nova unidade da GM ocupa uma área total de 500 mil metros quadrados sendo aproximadamente 30 mil metros quadrados utilizados nas instalações da fábrica propriamente dita e também suas facilidades auxiliares, incluindo pátios e áreas de estacionamento. 


Parte da área (200 mil metros quadrados) foi reservada para a preservação ambiental. A fábrica da GM em Santa Catarina beneficia o meio ambiente com 13,8% de redução total de energia em comparação à ASHRAE (American Society of Heating, Refrigerating and Air-Conditioning Engineers) - norma norte-americana que é referência mundial para sistemas de energia.

A GM deixará de emitir anualmente 119 toneladas de CO2, obterá uma redução de (57,2%) no consumo de água para metais de fluxo e descarga e reutilizará 26.000 m3 por ano de água, volume equivalente ao abastecimento de 95 casas.

Dentre os inúmeros programas ambientais previstos para a unidade de Joinville destacam-se a Gestão ambiental ISO 14.001, gerenciamento químico, gerenciamento de resíduos, gerenciamento de efluentes líquidos, monitoramento de recursos hídricos e monitoramento dos níveis de ruído.


Eficiente e produtiva
Os motores produzidos na fábrica da GM em Joinville são os novos SPE/4 (Smart Performance Economy / 4 cylinders) de 1.0 e 1.4 litro, que equipam os automóveis Chevrolet Onix (hatchback) e Prisma (sedã) – os dois modelos resultantes do Projeto Onix – o primeiro lançado em outubro de 2012 e o segundo em 27 de fevereiro de 2013, no mesmo dia da inauguração oficial da fábrica – com capacidade instalada de 120 mil motores por ano e 200 mil cabeçotes por ano, dos quais 100% dos motores se destinam à unidade de Gravataí (RS). 


Já dos cabeçotes, 60% (120.000) se destinam aos próprios motores ali montados, enquanto 40% (80.000) vão para a fábrica da GM em Rosario, na Argentina.

O processo de manufatura de montagem dos motores tem uma linha paletizada automática, controle à prova de erros e 100% de controle eletrônico de torques. 


Já a usinagem dos cabeçotes conta com centros de usinagem CNC e flexibilidade para reconfiguração rápida de produtos. 

O controle de qualidade conta com processo amparado pelo laboratório metrológico CMM e 100% de rastreabilidade de produção. 

O teste a frio dos motores não utiliza combustíveis e tem zero de emissões de gases e seus parâmetros são controlados por computadores.

Ainda na área da qualidade, para manter as rígidas tolerâncias nos processos de usinagem e montagem dos novos motores, todo o galpão industrial tem temperatura e umidade controlados.


Alinhado com o conceito de se buscar a máxima eficiência energética no uso de equipamentos, o sistema de ar-condicionado tipo VRV (volume de refrigerante variável) proporciona uma redução substancial no consumo de energia por meio do monitoramento interno dos níveis de CO2 para controlar o volume de ar externo de renovação em função da ocupação.

O sistema de compressores de ar com variador de velocidade e secador por adsorção - seca o ar por reação físico-química - é 8% mais econômico comparado à ASHRAE, norma norte-americana que regula o assunto.

O ambiente interior conta com luz natural e dimerização (controle automático do nível de luz artificial), monitoramento da qualidade de ar, além de controle de temperatura do ar.


E ainda, o sistema de iluminação interna é de alta eficiência e toda a iluminação externa é feita por sistemas de LED.

Energia fotovoltaica, sistema 
inédito na indústria automobilística
João Sidney Fernandes, diretor de "Facilities" da GM América do Sul, destaca a energia fotovoltaica como um "exemplo de eficiência energética". 

O inédito sistema implantado na unidade da GM em Joinville, conta com a instalação de 1.280 módulos fotovoltaicos que ocupam uma área de 2.115 metros quadrados, e gera energia para toda a unidade industrial. 

A energia gerada por este sistema equivale ao consumo de 220 casas, e evitará a geração de 10,5 toneladas de CO2 por ano.

Aquecimento solar
O sistema de aquecimento solar na unidade de Joinville tem capacidade para fornecer 15.000 litros de água quente por dia, o equivalente ao consumo de 750 pessoas. 


A economia prevista por ano pode chegar a 8.800 m3 de gás natural – ou ainda, ou 7.190 Kg de GLP ou 96.100 kWh -, evitando a geração de 17,6 toneladas de CO2 por ano. Esta iniciativa supre as necessidades dos vestiários e cozinha.

Este sistema de aquecimento solar tem como principais vantagens os seguintes aspectos:
O uso de combustíveis não renováveis é reduzido


O sol fornece um combustível de custo zero
O aquecimento solar é sustentável e renovável


Libera o uso da energia elétrica para outras utilizações mais nobres como iluminação e movimentação nos processos de produção
A geração de CO2 durante a operação é nula ou mínima


Pode ser usada tanto para indústria, comércio e em residências


Pode ser instalado em áreas onde não exista energia elétrica

Uso racional da água, jardins filtrantes e osmose reversa

Todas as instalações dos sanitários da unidade da GM em Joinville são dotadas de torneiras e descargas de baixo fluxo e com sensor ou temporizador. 


Outra iniciativa de uso racional de água e também de energia é o sistema conhecido como "Wetland" (Jardins Filtrantes), considerado altamente sustentável no tratamento de esgotos, já que não utiliza produtos químicos. 

Na verdade, ele usa e a vegetação é adaptada ao local e integrada à paisagem para o tratamento dos efluentes. 

Tem baixo consumo de energia, remove 90% dos poluentes, tem uma reduzida geração de resíduos sólidos.

Os jardins filtrantes ocupam uma área de 650 m2 do total dos 3.500 m2 ocupados pelo sistema de tratamento de efluentes e gera uma expressiva economia de energia elétrica, - superior a 60% se comparado a uma instalação convencional de 124 MWh/ano – deixando de gerar 3,6 toneladas de CO2 por ano, além de o custo de implementação ser bem menor que uma convencional do mesmo porte.

Osmose reversa
Também no uso racional da água, a tecnologia de tratamento de água por Osmose Reversa produz uma água de excelente qualidade, muitas vezes superior à da água de origem, que permite aplicação industrial irrestrita, com baixa salinidade e condutividade e isenta de micro-organismos.

Ele permite o reuso de até 22.900 m3 por ano de água, evitando o consumo de água potável suficiente para abastecer o equivalente ao consumo de 70 casas populares. 


Portanto, será possível fornecer 100% do consumo de água não potável da fábrica de motores através do sistema. 

A água tratada com elevado teor de pureza será utilizada para fins não potáveis, como processo industrial, sanitários, irrigação, jardinagem e lavagem de pisos.

Outras preocupações ambientais na fase de construção

A GM adotou na implantação da fábrica em Joinville um conjunto amplo de iniciativas pioneiras.

Exemplos de algumas ações:
Controle de poeira durante toda a fase da obra com umectação das vias internas com água de reuso e lava-rodas de veículos


Sistema de lava-rodas para veículos leves e pesados


Acondicionamento de resíduos e produtos químicos e proteção contra vazamentos de químicos e áreas de contenção


Sistema eficiente de drenagem do terreno com lagoa de sedimentação para águas pluviais


Manutenção e proteção das áreas de preservação permanente


Proteção temporária de taludes, retaludamento definitivo e plantio de 720 árvores nativas


Programa de monitoramento dos recursos hídricos superficiais


Vagas especiais para incentivo ao uso da carona solidári
a, veículos flex fuel e elétrico

Bicicletário
Uso de materiais locais extraídos e manufaturados em um raio de 800 quilômetros da edificação e de madeira certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council). 


O FSC é hoje o selo verde mais reconhecido em todo o mundo, com presença em mais de 75 países e todos os continentes. 

A certificação é uma garantia de origem que a madeira não foi extraída de uma floresta nativa, ou seja, garantindo que o produto atendeu a todos os critérios de sustentabilidade deste protocolo.

Tintas, revestimentos, colas, selantes e sistemas de pisos (vinílicos) com baixíssimos índices de COV - Compostos Orgânicos Voláteis

Madeira composta para portas e divisórias de banheiros livre de ureia formaldeído


Uso de materiais manufaturados com conteúdo reciclável na sua composição


Reciclagem de materiais e compostagem de resíduos do restaurante


Uso eficiente da água: torneiras e descargas de baixo fluxo e com sensor ou temporizador, reuso de água de chuva


Acondicionamento de resíduos químicos e recicláveis em áreas adequadas com cobertura, contenção e acesso restrito


Proteção de dutos de ventilação e ar condicionado ao longo da construção, evitando a sua contaminação


Plano integrado de paisagismo e controle de pragas com objetivo de garantir a manutenção sustentável das áreas verdes


Auditoria e verificação em campo de todos os sistemas e equipamentos ligados ao consumo de energia com objetivo de garantir a performance de projeto

O SALÃO DO AUTOMÓVEL DE GENEBRA QUE TERMINA NO PRÓXIMO DOMINGO (16/3) ANUNCIA A RECUPERAÇÃO DO SETOR AUTOMOTIVO NA EUROPA COM A APRESENTAÇÃO DE DUAS DEZENAS DE CARROS-CONCEITO, LIDERADOS POR SUV'S E CROSSOVER'S. FERNANDO CALMON CONTA TUDO SOBRE O FAMOSO SALÃO SUÍÇO.

Alta Roda 

Nº 775 — 14/3/14

Fernando Calmon

TRADIÇÕES ABALADAS


Otimismo discreto, após cinco anos de queda contínua nas vendas do mercado europeu, marca o Salão do Automóvel de Genebra. 


Os fabricantes apostaram nessa recuperação, que demorou a cruzar o Atlântico, pois os EUA já vinham em ritmo de forte reação ao desastre financeiro de 2008. Prova disso foi a apresentação de mais de 20 carros-conceito.

Até o próximo dia 16, será possível ver que a conectividade nos automóveis, além de irreversível, caminha a um ritmo mais rápido que o esperado. 


A rivalidade entre gigantes nos telefones inteligentes e tabletes passa agora para o interior dos veículos. 

Apple, Google e Microsoft se convenceram de que as telas nos painéis e consoles são a melhor extensão para aplicativos dos quais as pessoas não querem se separar em horas no trânsito ou viagens. Para o Car Play a Apple já fechou 15 parcerias, mas o Google está na cola.

SUVs e crossovers compactos puxam a lista de novidades entre os conceituais da mostra suíça. 


Destaque para o Volkswagen T-ROC. Apesar de ter apenas duas portas e teto removível, pouco críveis de se tornarem reais, indica o novo estilo diferenciado da marca no Tiguan, Taigun (a ser fabricado no Brasil) e no próximo derivado do Polo. 

Hyundai Intrado, ainda mais audacioso, também fornece pistas sobre o inédito SUV compacto brasileiro e o sucessor do ix35.

Ainda nesse segmento o Citroën C4 Cactus, na versão definitiva, chega ao mercado europeu no segundo semestre e ficou bem próximo ao conceito apresentado em outros salões. 


Sua arquitetura igual à do Peugeot 2008, que terá produção brasileira no final do ano, abre a mesma possibilidade aqui.

Subcompactos econômicos formam outro segmento em alta. Novo Renault Twingo, de motor traseiro e soluções práticas, chamou atenção pelo perfil semelhante ao do Fiat 500. 


Não terá vida fácil para enfrentar seu futuro sócio de projeto, o smart, além do renovado trio dos irmanados Toyota Aygo, Peugeot 108 e Citroën C1.

Muitos olhos sobre o Jeep Renegade, embora partilhe o que não se vê com o Punto e o monovolume 500 L, além da produção na Itália. 


Conforme essa coluna antecipou, será o primeiro produto da nova fábrica do grupo ítalo-americano em Goiana (PE), mas haverá ainda uma derivação Fiat com toque brasileiro.

Terceira geração do Audi TT apresenta mudanças sutis. 


O conceitual TTS, porém, inquieta quem pensava que os 360 cv dos Mercedes Classe A AMG, sacados de apenas 2 litros de cilindrada, era o máximo em termos de potência específica. 

Não é: fora algum recuo na versão final, a Audi, candidamente, anunciou 420 cv para os mesmos 2 litros!

BMW lançou seu primeiro produto de tração dianteira, Série 2 Active Tourer, monovolume que parece hatch de teto alto. 


Mas perseguiu a distribuição de 50% do peso em cada eixo, ideal para a dirigibilidade e tradição em todos os seus carros de tração traseira. 

Como isso é muito difícil quando o trem de força está sobre as rodas dianteiras, teve de se contentar com 50,5% na frente e 49,5% atrás...

A Ferrari, que já adotara pela primeira vez tração nas quatro rodas no modelo FF, agora se rende ao turbocompressor e à redução de cilindrada, no California T. Diminuiu consumo e emissões com o V-8 de 3,9 litros/560 cv.


Lançamentos de supercarros, em Genebra, continuam, apesar de a Suíça ser o único país onde se proíbem corridas por lei desde o mega-acidente das 24 Horas de Le Mans, na França, em 1955. 


Novo Lamborghini Huracán, de 610 cv, abusa um pouco menos dos vincos. E o Koenigsegg One:1 rompeu todos os parâmetros: 1.341 cv, além da incrível e inédita relação de 1 kg para 1 cv.

RODA VIVA


DESDE que o sedã compacto anabolizado Peugeot 301 surgiu no Salão de Paris de 2012, especula-se que poderia ser fabricado nas instalações de Porto Real (RJ). 


Fontes da coluna lembram, porém, que sua produção é cara e não daria para enfrentar o preço de concorrentes do naipe de Logan, Cobalt e Grand Siena.

SEGUNDO estudos da consultoria Ernest&Young, nada menos que 104 milhões de veículos previstos para começar a circular no ano de 2025 terão a bordo recursos de conectividade em diferentes níveis de sofisticação. 


Isso representaria 88% dos veículos a serem vendidos naquele ano, nos mercados de todo o mundo. Esperamos que, no Brasil, bem antes.

DESENVOLTURA do motor de 3 cilindros/1 litro/82 cv, boa posição ao guiar, recursos úteis (entre eles destravamento elétrico da tampa do porta-malas, que inclui prática divisória) e acabamento superior à média entre modelos pequenos demonstram que o VW up! será ator de peso. Seu preço condiz com o oferecido alto nível de segurança e robustez construtiva.


RELATÓRIO divulgado nos EUA aponta que os custos totais ao longo da vida útil dos carros puramente elétricos são mais altos que os modelos convencionais ou híbridos de desempenho e tamanho similares. 


Cálculos apontaram que, nos parâmetros de uso lá, os elétricos deixam uma conta final maior de US$ 16.000 a US$ 19.000 (R$ 37.000 a R$ 44.000).

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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

A NISSAN LANÇA A 2ª GERAÇÃO DO MODELO SENTRA SAÍDO DE UM PROJETO NOVO. É UM SEDAN COM MOTOR 2.0 DE 140 CV LIGADO A UMA TRANSMISSÃO XTRONIC CVT CONTINUAMENTE VARIÁVEL, MAIS LEVE QUE GARANTE ECONOMIA NO CONSUMO - A VERSÃO DE CÂMBIO MANUAL TEM SEIS MARCHAS. A SUSPENSÃO ESTÁ MAIS RESISTENTE QUE O MODELO ANTERIOR E O CARRO VEM COM EQUIPAMENTOS DE CONFORTO, SEGURANÇA E TECNOLOGIA SÓ ENCONTRADOS EM CARROS DE PREÇOS MAIS ELEVADO. O MODELO DE ENTRA CUSTA POUCO MAIS DE R$ 62 MIL E A MAIS CARA MENOS DE R$ 74 MIL.


Com preços entre R$ 62.190 e R$ 73.490, 
o novo Nissan Sentra mostra a cada mês, de acordo com a montadora, que chegou para ser um dos principais produtos entre os sedãs médios no Brasil: soma 4.724 unidades vendidas no País entre setembro de 2013 e fevereiro de 2014, contra as 2.695 da geração anterior, comercializadas entre setembro de 2007 e fevereiro de 2008 

Em fevereiro, o modelo obteve 16,1% de participação em Curitiba onde também foi o segundo mais vendido no segmento; 14,6% em São Luís e João Pessoa; 12,8% em Recife; 12,5% em Salvador e 12,4% no Rio de Janeiro. 


A versão SL, a topo de linha, equipada com câmbio continuamente variável CVT, teto solar, banco de couro, navegador GPS, entre outros itens, é a mais vendida do mix, com 55% do total do modelo.

Geração global
Esta sétima geração do Nissan Sentra mostra linhas dinâmicas e harmoniosas e oferece conforto e equipamentos e tecnologias encontrados somente em veículos de segmentos superiores. 


Tudo com a qualidade, durabilidade e confiança da tecnologia japonesa da Nissan. O Novo Sentra é um carro global da marca vendido em mais de 120 países.

Versão de entrada
As profundas mudanças em relação à geração anterior do Sentra começam por fora. 


A  versão de entrada tem as maçanetas cromadas, faróis de neblina no parachoque e retrovisores externos com luzes indicadoras integradas na cor do veículo e rebatíveis (com acionamento elétrico por botão na SL). 


Visto de frente ou de traseira, o sedã médio da Nissan exibe a quem olha para ele um diferencial no segmento: faróis e lanternas de LED. 

Essa solução moderna, além de ressaltar a elegância do design, oferece maior visibilidade, longa durabilidade, menor consumo de energia e mais confiabilidade. 


Outro diferencial do Novo Sentra são as rodas de alumínio como item de série desde a versão de entrada (aro 16 com pneus 205/55 R16 para 2.0 S e 2.0 SV e aro 17 com pneus 205/50 R17 para a topo de linha 2.0 SL).

O novo Nissan Sentra é um carro completo desde a versão de entrada. O modelo traz de série a partir da 2.0 S os comandos do sistema de áudio no volante; faróis de neblina; alarme perimétrico.


Tem ainda sistema de áudio com Bluetooth, airbags dianteiros, freios ABS de quatro canais e quatro sensores com controle eletrônico de distribuição de força (EBD), com discos ventilados dianteiros e discos sólidos traseiros


Para segurança das crianças, o carro vem com fixadores traseiros para cadeiras de bebês ISOFIX e limpador de pára-brisa com controle intermitente variável. 


Versão SL


A SV vem com tudo isso mais Piloto Automático com controle de ajuste no volante, luz de leitura para motorista e passageiro dianteiro e Rádio CD Player com MP3 com display 4,3" colorido, função RDS, entrada auxiliar para MP3 Player/IPod®, conector USB no console central e seis alto-falantes.


A topo de linha 2.0 SL traz ainda acendimento automático dos faróis (sensor crepuscular), airbags laterais e de cortina (seis no total) e sensor de estacionamento que atua em conjunto com a câmera de ré, com alerta sonoro, facilitando as manobras e evitando colisões e 
atropelamentos.


Motor 2.0 flexfuel
Como exclusividade para o consumidor brasileiro, o Novo Sentra traz o motor MR20DE (variação do MR18DE utilizado na família Tiida e Livina), de 2 litros, quatro cilindros e 16 válvulas, com melhorias.
Segundo a Nissan esse é o único 2.0 flexfuel para o modelo em todo o mundo. 

Além de ser admirada pelos proprietários do Sentra, essa cilindrada atende à demanda do mercado de sedãs médios no Brasil e oferece maior confiabilidade e baixo custo de manutenção.


Desenvolvendo 140 cavalos de potência a 5.100 rpm e entregando torque de 20 kgfm a 4.800 rpm, o motor do Novo Sentra está mais econômico. 

Ele recebeu alterações na calibração do sistema de injeção para aprimorar os desempenhos dinâmico e de consumo. 

Este motor ainda conta com o sistema de partida a frio Flex Start® Bosch, que dispensa o motorista de lembrar de abastecer o recipiente com gasolina e está presente em todas as versões.


Transmissão mais leve
O câmbio XTRONIC CVT® utilizado no Novo Sentra é de última geração e carrega duas décadas de liderança da Nissan em inovação em transmissões continuamente variáveis. 

As mudanças levaram o câmbio a um outro patamar de eficiência em consumo e de funcionamento suave. Com cerca de 60% dos componentes novos, o novo CVT está 13% mais leve e produzindo 30% menos atritos em comparação à geração anterior. 

Essa redução vem também da diminuição do diâmetro das polias, da adoção de uma bomba de óleo mais compacta, que necessita de baixa viscosidade para lubrificação, e da redução das perdas de lubrificante e de pressão. 

Além disso, conta com um novo controle lógico do sistema e o acoplamento antecipado do conversor de torque. A relação está mais ampla (7.3:1) que os CVTs e transmissões automáticas convencionais.

O motor do Novo Sentra é acionado e desligado no botão Star/Stop.
Com novos motor e câmbio, a linha do Novo Sentra recebeu nota "A" na categoria dentro do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), do INMETRO, tanto nas versões equipadas com o câmbio manual de seis velocidades (2.0 S) como nas com câmbio XTRONIC CVT® (2.0 SV e 2.0 SL). 

O Sentra com transmissão manual recebeu ainda o selo "Conpet" de Eficiência Energética Veicular, concedido pela Petrobras aos veículos mais eficientes que participam voluntariamente do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV).

Conjunto ótico emoldurado pela luz de Led.

Suspensão reforçada
Outra exclusividade do Novo Sentra vendido no mercado brasileiro é a suspensão, adaptada para atender aos padrões de conforto dos exigentes consumidores de sedãs médios. 

A engenharia da Nissan adicionou um reforço na barra estabilizadora da suspensão traseira e melhorou o embuchamento de rolamentos e dos amortecedores para aperfeiçoar a dirigibilidade e reduzir muito o efeito de ressonância/trepidação no interior.

Teto-solar valoriza o Novo Sentra.

Nova plataforma (B17) 
Para construir uma carroceria mais segura e leve, que colabora para a redução do consumo de combustível, a Nissan aplicou na estrutura do corpo o Aço Avançado de Alta Resistência (Advanced High Tensile Strength Steel - AHTSS), que com alta capacidade de moldagem.

Na fente, o conforto para o motorista e o carona é confortável e espaçoso.

O Novo Sentra tem três anos de garantia de fábrica sem limite de quilometragem, e dos dois anos de uso do programa de assistência 24 horas Nissan Way, o Novo Sentra faz parte do programa "Compromisso Nissan". Com ele, a marca se compromete a oferecer preços tabelados de manutenção.

O "Compromisso Nissan Novo Sentra" engloba ainda revisão com preço fechado para os pacotes das manutenções periódicas (a cada 10 mil quilômetros), que incluem peças, lubrificantes, fluido e mão de obra nos preços finais – na primeira revisão a Nissan absorve o valor da hora-homem. 


Confira os valores das revisões, que deverão ser realizadas a cada 10 mil km ou 12 meses (o que ocorrer primeiro):

10 mil km - R$ 189,00

20 mil km - R$ 589,00

30 mil km - R$ 399,00

40 mil km - R$ 699,00

50 mil km - R$ 399,00

60 mil km - R$ 589,00


Outra ação está nos valores atraentes para peças com maior demanda, como as de desgaste e de reposição em consertos de colisões, como parachoques, faróis, lanternas, etc. 

A cesta básica do Novo Sentra é uma das mais competitivas do segmento. Esses valores serão os mesmos em qualquer um dos 166 concessionários Nissan espalhados por todo o Brasil.


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