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segunda-feira, 21 de abril de 2014

TEAM RINALDI DESTACA-SE NO RALLY TRANSBAHIA. GUILHERME CASCAES CONSEGUE O VICE-CAMPEONATO.

Guilherme Cascaes e Emerson Loth, o Bombadinho, pilotos de enduro de regularidade do Team Rinaldi (Foto: Haroldo Nogueira)

Bento Gonçalves (RS) – O Team Rinaldi foi destaque no Rally Transbahia, válido pelo Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade para motocicletas. Guilherme Cascaes garantiu vice-campeonato da Master e Emerson Loth “Bombadinho”, o quarto lugar.

A prova teve cerca de 750 km percorridos em três dias entre Juazeiro e Lauro de Freitas (BA), palco da chegada neste domingo.

Bicampeão do Transbahia, Cascaes duelou com Jomar Grecco até a última etapa. “Gostei bastante do desempenho, a briga ficou apertada até o final. A vitória foi definida em detalhes”, explicou o catarinense.

O trajeto passou por grande diversidade de terrenos e paisagens, como plantações de cana, sisal e de eucalipto e solos de cascalho, pedras e barro.

Bombadinho, que representa o Paraná, venceu o terceiro dia do Transbahia e garantiu o pódio.

“Tive problemas na primeira etapa, quando a moto apagou e não pude completar. Tudo isso faz parte, e o mais importante é terminar a prova inteiro e somando pontos importantes no Brasileiro”, concluiu.

A dupla utilizou pneus Rinaldi SR 39 para a traseira e HE 40 para a dianteira da moto.

As próximas etapas do Brasileiro de Regularidade serão realizadas no início de junho, no Espírito Santo.

Guilherme Cascaes



DUQUE DE CAXIAS, NA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO, FOI ESCOLHIDA PELA ROLLS-ROYCE PARA ALI INSTALAR UMA FÁBRICA DE MONTAGEM E TESTE DE MOTORES MARÍTIMOS E OUTROS EQUIPAMENTOS PARA A INDÚSTRIA DO PETRÓLEO


A britânica Rolls-Royce inicia, no próximo mês, a construção de uma fábrica em Duque de Caxias (RJ). Com investimentos de R$ 80 milhões, a unidade vai montar e testar propulsores e outros equipamentos marítimos que serão usados em plataformas de produção de petróleo, navios de perfuração e outras embarcações.

A primeira encomenda partiu do contrato de US$ 100 milhões com a Sete Brasil para a entrega de equipamentos que serão instalados em sete sondas de perfuração. 


Essas sondas fazem parte do pacote de 28 unidades encomendadas pela Petrobras à Sete Brasil.

Francisco Itzaina, presidente da Rolls Royce, afirmou que os equipamentos encomendados pela Sete Brasil começam a ser entregues em julho do próximo ano. 


O complexo industrial ficará na área do Arco Metropolitano.
A fábrica ficará em um terreno de 27 mil metros quadrados e, por isso, terá espaço para maior capacidade instalada conforme necessário.

A empresa anunciou aportes de R$ 100 milhões na construção da fábrica, mas o valor foi corrigido devido a mudanças de cotação em libras. Houve também redução de custos devido ao local escolhido.

É o segundo investimento na divisão marítima anunciado pela Rolls-Royce neste ano. Em março, foi inaugurado um Centro de Treinamento Marítimo, em Niterói, com aportes de R$ 8,4 milhões. 


O centro, que conta com simuladores, é voltado para a qualificação de engenheiros e técnicos para o trabalho a bordo de embarcações e plataformas em campos marítimos de petróleo e gás. A expectativa da Rolls-Royce é que sejam treinados 700 profissionais por ano.

"Existe potencial para triplicar e até mesmo quadruplicar o número de profissionais por ano", afirmou Itzaina. 


O presidente também comentou a política de conteúdo local brasileira. Segundo o executivo, a empresa está comprometida com as leis brasileiras, mas o país está muito atrás em questões de produtividade.

Ele afirmou que se as empresas trabalharem com foco em inovação e com comprometimento em desenvolver a indústria nacional os objetivos serão atingidos. 


O presidente destacou que, assim como toda a indústria, ele se preocupa com o custo Brasil. "Se conseguirmos aumentar a produtividade, esse custo vai cair."

PRESIDENTE DA RENAULT ANUNCIA MAIS INVESTIMENTOS NO BRASIL DE R$ 500 MILHÕES, ATÉ 2019. A VERBA DESTINA-SE À PRODUÇÃO DE DOIS NOVOS MODELOS, NA FÁBRICA DO PARANÁ, GERANDO UM SIGNIFICATIVO AUMENTO DE POSTOS DE TRABALHO NO ESTADO.

Beto Richa, governador do Estado do Paraná, e Carlos Ghosn, presidente Mundial da Renault, selando o acordo.

O chairman e presidente Mundial do Grupo Renault, Carlos Ghosn, anunciou um novo ciclo de investimentos da Renault no Brasil no valor de R$ 500 milhões, para o período 2014-2019. 

Os recursos serão aplicados no desenvolvimento e produção de dois novos veículos no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais. 


Na ocasião, Carlos Ghosn comunicou ao governo do Estado do Paraná, que os investimentos de R$ 1,5 bilhão anunciados para o ciclo 2010-2015 já foram concluídos, ou seja, antecipados em quase dois anos.

“Desde 2011 o Brasil é segundo maior mercado da marca depois da França e está entre as prioridades estratégicas de crescimento mundial do Grupo”, destacou Carlos Ghosn. 

A Renault do Brasil concluiu com sucesso o seu plano de investimentos anterior e dá sequencia ao objetivo de ampliar a sua participação no mercado brasileiro. 

No acumulado de janeiro a março deste ano a Renault registrou 6,7% de participação de mercado, consolidando-se como a quinta marca do mercado. A meta é alcançar 8% de participação até 2016.

Graças ao plano de investimentos anterior, a Renault reforçou sua estratégia de crescimento no País, baseada em três pilares: aumento da capacidade produtiva (em 2013 sua capacidade instalada de produção saltou de 280.000 para 380.000 unidades por ano); renovação da gama de produtos (foram lançados dois modelos completamente novos só em 2013 - o Master e o Logan); e ampliação da rede de concessionárias (nos últimos três anos foram inauguradas 100 novas concessionárias, totalizando 275 revendas).

Olivier Murguet, presidente da Renault do Brasil; Beto Richa, governador do Estado do Paraná; Carlos Ghosn, presidente Mundial da Renault e Denis Barbier, vice-presidente da Renault para Região das Américas, estiveram presentes ao evento.


Centro de distribuição
A Renault também anunciou a implementação de um novo Centro Nacional de Distribuição de Peças no município de Quatro Barras, investimento que também se insere no programa Paraná Competitivo.

O novo Centro de Distribuição será instalado em um condomínio industrial e é uma peça importante na estratégia de crescimento da marca nos próximos anos. 

As novas instalações contarão com 66 mil metros quadrados de área construída e o início das operações está previsto para o segundo semestre de 2015. 

O novo armazém deve gerar cerca de 250 empregos e representa investimentos da Renault da ordem de R$ 240 milhões, compreendidas as operações dos próximos 10 anos. Na sua operação o novo centro deverá movimentar cerca de 200 carretas por mês.

O novo centro, além de atender toda a rede de concessionárias Renault espalhada pelo País (atualmente composta por 275 pontos de vendas, mas que deve continuar se expandindo), realizará também as exportações de peças e componentes para o México, Argentina, Chile, América Central, Colômbia, Venezuela, Uruguai, Paraguai, Peru, África do Sul e França. Ao todo, a Renault opera hoje com aproximadamente 20 mil itens estocados.

domingo, 20 de abril de 2014

O BLOG TEM O PRAZER DE OFERECER A SEUS LEITORES A SUA OPINIÃO SOBRE A CHEVROLET S10. A NOVA GERAÇÃO, NASCIDA EM 2012, DE QUE JÁ FORAM VENDIDAS 150 MIL, MELHOROU MUITO EM TODOS OS ASPETOS. A PICAPE É CONFORTÁVEL E ESPAÇOSA, TEM FORÇA, É VALENTE, VELOZ, SEGURA E ECONÔMICA.

Chevrolet S10, bruta sem perder a delicadeza


Avaliar a qualidade, o desempenho e as características de um carro e oferecer essas informações aos leitores é uma das grandes satisfações do Blog. 

Ao longo destes pouco mais de dois anos de dedicação ao setor automotivo é muito grato registrar que elas foram úteis e algumas vezes influenciaram na escolha de veículos.


O carro testado desta vez foi a picape Chevrolet S10, LTZ, Diesel, 2014, cabine dupla, 4x2 e 4x4m com motor 2.8 l, de 200 cv, sem dúvida alguma, um veículo de trabalho interessante para quem precisa carregar mercadorias, pois suporta peso até 1,5 tonelada, e/ou para quem deseje um carro misto para circular na cidade, com espaço para cinco pessoas. A S10 é uma picape confortável e de bom desempenho também no uso urbano.


A avaliação da picape coincidiu com a divulgação pela GM de uma notícia que me chamou a atenção, a venda, em apenas 27 meses, de 150 mil S10, um número muito significativo que revela sua preferência pelo consumidor brasileiro


Esse resultado mantem a GM na liderança absoluta do segmento de picapes médias no País. No ano passado, a Chevrolet vendeu 54.255 novas S10, conquistando 30% do segmento das picapes médias no Brasil, um dado que revela o reconhecimento do público pelo produto.


É público e notório o conforto dos carros da GM, que continua sendo um dos pontos fortes da montadora, fato que se revela na S10. Mesmo sendo um veículo misto, com um baita feixe de molas na suspensão para suportar a carga na caçamba e aguentar a buraqueira a caminho das fazendas... e das ruas da cidade.


Por ser um carro alto, oferece uma visão privilegiada ao piloto, uma preferência, principalmente, das motoristas. Nas ruas, enfrenta os quebra-molas sem tocar a lombada.

Adorei, durante a semana do teste, sempre que saía da garagem do prédio poder ver o tráfego da rua por cima do teto dos carros estacionados junto ao portão, não precisando avançar com a frente do carro na pista para sair. 


Sem falar nos belos retrovisores interno e externo que proporcionam uma visão perfeita.


A viagem de fim de semana que fiz com a S10, do Rio de Janeiro a Angra dos Reis, provou que a picape é um excelente carro de estrada. 


Equipada com controle de tração (TCS), estabilidade (ESP), é um carro super seguro, e à noite oferece uma dirigibilidade perfeita e igualmente segura graças ao potente par de faróis halógenos.


Espaço e conforto no habitáculo é o que não falta na S 10, LTZ, na frente...


... e no banco traseiro, ambos têm uma excelente ergonomia que se estende ao manejo dos comandos. 

O banco do motorista tem regulagem de altura e ajuste elétrico em seis posições e o controle do som, Bluetooth, e de velocidade cruzeiro são no volante.


Força e tração há de sobra nesta nova S10 LTZ com motor a Diesel, de transmissão 4x2 e 4x4
- acionado num botão seletor eletrônico dispensando a antiga alavanca.

O carro sai de série com o sistema de estabilidade, tanto mecânico (deslizamento limitado no diferencial – Limited Slip – que distribui a potência ideal às rodas nos terrenos de pouca aderência), quanto eletrônico (ESC).

Esta versão oferece a opção de transmissão automática, também de seis velocidades, com Active Select, que tomo a liberdade de sugerir.


A Chevrolet S10 Cabine Dupla Turbo Diesel 2.8 L, LTZ, com 200 cv e 51,0 kgfm de torque, o maior da categoria.



No volante estão os controles de Bluetooth, piloto automático e do som. 


O sistema MyLink de rádio permite que você ouça as músicas de seu telefone até assista imagens. O Chevrolet MyLink, é um sistema de entretenimento com GPS integrado e leitor de DVD.

A LTZ sai de série com ar-condicionado, que gela de verdade, regulado por controle eletrônico, com display digital, com retrovisores elétricos com luzes de direção integradas e rodas de 17’’, de alumínio,


A S10 vem equipada com o sistema Ecodrive em todas suas versões com motor a diesel que ajuda o motorista a controlar seu gasto com combustível gerando dois gráficos de consumo no painel de instrumentos: um para mostrar o consumo dos últimos 50 Km e outro que compara o consumo atual com os padrões estabelecidos pela Chevrolet para mostrar a porcentagem de economia total do carro. Isso permite controlar o consumo e buscar o melhor desempenho.


O teste realizado mostrou um carro seguro com excelente estabilidade graças ao controle de tração (TCS), que evita que as rodas girem em falso e os freios ABS (obrigatórios hoje em todos os veículos vendidos não Brasil) nas quatro rodas, e do Programa Eletrônico de Estabilidade (ESP).


Os passageiros estão protegidos na cabine pelos air bags frontais (outro item também obrigatório em todos os carros comercializados no País).


O brake light traseiro instalado no alto da carroceria e as lanternas com luzes de neblina – presentes também na dianteira – são outros itens de segurança.

Ficha técnica

Motor: A diesel, dianteiro, longitudinal, 2.776 cm³, turbo, com intercooler, com quatro cilindros em linha e 16 válvulas. Injeção direta eletrônica.
Transmissão: Câmbio manual de seis marchas à frente e uma atrás. Possui controle de tração. Tração integral com seletor eletrônico rotatório.
Potência máxima: 200 cv a 3.600 rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 10,3 segundos.
Velocidade máxima: 180 km/h.
Torque máximo: 51 kgfm à 2 mil rpm.
Diâmetro e curso: 94,0 mm X 100,0 mm. Taxa de compressão: 16,5:1
Suspensão: Dianteira independente, com braços articulados, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e pressurizados e barra estabilizadora. Traseira com feixe de molas semielípticas de dois estágios e amortecedores hidráulicos e pressurizados. Controle de estabilidade.
Ângulo de ataque: 30,7º.
Ângulo de saída: 16,1º.
Pneus: 255/65 R17.
Freios: Dianteiros por discos ventilados e traseiros a tambor. ABS com EBD de série.
Carroceria: Picape montada sobre longarinas com quatro portas e cinco lugares. Com 5,34 metros de comprimento, 1,88 m de largura, 1,82 m de altura e 3,09 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais de série.
Altura mínima do solo: 22 cm.
Peso: 2.061 kg.
Capacidade da caçamba: 1.061 litros
Tanque de combustível: 76 litros.

Itens de série: Airbag duplo, ABS com EBD, faróis de neblina, controles de estabilidade e tração, seletor eletrônico de tração, sistema de deslizamento limitado do diferencial, trio elétrico, interior revestido em couro, bancos do motorista elétrico, lanternas traseiras de led, rodas de liga leve de 17 polegadas, ar-condicionado automático, direção hidráulica, computador de bordo, cruise control e sistema My Link com CD, DVD e GPS integrado.

sábado, 19 de abril de 2014

AINDA EXISTEM ALGUMAS KOMBIS ÚLTIMA SÉRIE QUE ENCERROU A VENDA DO MODELO NAS CONCESSIONÁRIAS VOLKSWAGEN. CUSTAM ENTRE R$ 47.500 E R$ 50.900.


A Volkswagen informou que restam unidades disponíveis do modelo básico (standard), à venda nas concessionárias por preços entre R$ 47.500,00 e R$ 50.900,00.

Da Kombi da edição de despedida, a “Last Edition”, foram produzidas 1.200 unidades, nas cores branca e azul, que saiem com placa em bronze e a numeração da edição. Custa por R$ 85.000,00.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

GM VENDE 150 MIL S10 DA NOVA GERAÇÃO, EM APENAS 27 MESES, E AINDA LIDERA O SEGMENTO DE PICAPES MÉDIAS NO BRASIL HÁ 18 ANOS CONSECUTIVOS


São José dos Campos, SP – A General Motors do Brasil produziu a unidade de número 150 mil da picape média Chevrolet S10, na fábrica de São José dos Campos (SP), na mesma linha de montagem onde também é feito o Trailblazer.

A nova geração da S10 começou a ser produzida em janeiro de 2012, tendo sido lançada em fevereiro daquele ano. 


A S10 lidera o segmento de picapes médias há 18 anos consecutivos – desde 1995, quando foi lançada no mercado brasileiro – e lidera o ranking com folga também em 2014.


S10, case de sucesso
“A picape S10, de fato, é um case de amplo sucesso no mercado brasileiro. Tecnologia, incluindo design arrojado e motor com excelente performance, além de outras inovações, oferecem inúmeros benefícios para os clientes cativos da S10, e continuam atraindo novos consumidores”, destaca Marcos Munhoz, vice-presidente da General Motors do Brasil.

No Brasil, a S10 é produzida nas configurações simples e dupla, e com motorizações a diesel 2.8 litros CTDI – transmissões manual e automática e trações 4x2 e 4x4 -, e 2.4 litros flex fuel (gasolina e etanol), com transmissão manual e tração 4x2.


Além do Brasil, a S10 também é produzida pela GM na fábrica da Tailândia – cabines simples e estendida.

No ano passado, a Chevrolet vendeu no mercado interno 54.255 unidades da nova S10, com participação de 30% no segmento das picapes médias no Brasil, com 11.633 unidades a mais do que a segunda colocada no ranking, a Hilux (Toyota), que teve 42.622 unidades vendidas e 23,53% de participação.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

MAIS UMA MULHER ENTRA NA COMPETITIVA MOTOVELOCIDADE. A PILOTO CONFESSOU QUE "FOI A MELHOR COISA QUE EU PODERIA TER FEITO PARA MIM!". VOCÊ MULHER ENCARARIA PILOTAR UMA MOTO EM UM CIRCUITO?


A estreia da piloto Suzane Carvalho na motovelocidade se deu como ela previra: terminou 1ª etapa da Copa Honda CBR 500R do SuperBike Series, sem nenhum imprevisto, na 23ª colocação, após largar em 21° entre os 25 pilotos da categoria.

"Estou muito muito feliz mesmo! Deu tudo certo. A categoria é excelente, a moto, super fácil de guiar, o clima entre os pilotos da categoria super bom. Sem dúvida foi a melhor coisa que eu poderia ter feito para mim. A vida tem que ser vivida; ter motivação e satisfação é tudo. Todo o resto melhora. Eu estava sentindo falta de maiores emoções. Estava com saudades desse clima de competição, da luz vermelha na hora da largada e até do Parque Fechado. Como é bom chegar no Parque Fechado!"


O SuperBike Series Brasil é o maior campeonato de motovelocidade da América Latina, e hoje largaram 234 pilotos divididos em sete categorias, que vão desde a Honda Júnior Cup, com adolescente entre 10 e 16 anos, até pilotos experientes, com mais de 30 anos na Motovelocidade.


Suzane é uma das cinco mulheres que estão no SuperBike Series. As outras são Sabrina Paiuta, Giovana Erbolato, Maria Fernanda e Samara Andrade.

"Foi uma excelente opção estrear mesmo sem estar preparada, pois agora que vou preparar a moto e treinar, já passou a ansiedade da estreia. Ainda tive sorte porque a equipe que eu havia acordado furou e acabei caindo em
uma das melhores e mais experientes equipes, a RF Racing, que foi a campeã
do último campeonato de 500 cc da Honda que teve, em 2002. Meu companheiro de equipe, Ademilson Peixer é super experiente e fez a pole nesta etapa. Tenho muito o que aprender com ele."

A segunda, de oito etapas do campeonato da SuperBike Series Brasil será no dia 4 de maio, em Interlagos, São Paulo.


Sobre a Copa Honda CBR 500R
A Copa Honda CBR 500R, novidade na temporada, chama a atenção dos pilotos pelo baixo custo e potência do equipamento. 


 A categoria substitui as Copas CB 300R e CBR 600F, realizadas até o ano passado. Além do preço acessível, a classe monomarca da Honda possui preparação limitada (motos
stock).

A MODA AUTOMOTIVA AGORA SÃO OS MOTORES DE TRÊS CILINDROS, MAIS ECONÔMICOS, MENOS POLUENTES E MAIS BARATOS. O DA FORD COM SEUS 85 CV, GARANTE A DURAÇÃO DA CORREIA DENTADA APENAS AOS 240 MIL KM, JÁ EM PRODUÇÃO EM CAMAÇARI. A TOYOTA ANUNCIOU TAMBÉM MOTORES MAIS ECONÔMICOS E PASMEM ESSA REDUÇÃO CONTAGIOU A JAPONESA D ART A RESSUSCITAR O PROJETO DO CARRO-BOLHA ITALIANO ISETTA, DOS IDOS DE 1950, MAS, MOVIDO A ELETRICIDADE E AUTONOMIA DE 300 KM.

Alta Roda 

Nº 780  — 15/4/14
Fernando Calmon


QUE VENÇA O MELHOR

Nada de modismo ou coincidência, mas motores de três cilindros chegaram para ficar também no Brasil. 

Essa tendência se observava em outros mercados pela necessidade universal de ganhos em eficiência energética. 

Diminuição de consumo é o único modo de reduzir emissões de gás carbônico (CO2), um dos responsáveis pelo efeito estufa e aquecimento global. Filtros ou catalisadores são inúteis.

Unidades motrizes de três cilindros estão longe de constituir novidade. Aqui mesmo o DKW-Vemag, motor de dois tempos, surgiu em 1956. 

Também foram usadas, em carros pequenos, unidades de quatro tempos, ciclos Otto e Diesel, na Europa e Ásia. No entanto, nível de vibração e sonoridade levou a queixas e certo ostracismo.

Tudo mudou graças aos avanços da engenharia de motores. Marcas premium como a BMW já oferecem motores de três cilindros de até 1.500 cm³. 

Entre modelos fabricados no Brasil, Hyundai saiu na frente com HB20 (motor ainda importado), seguido pelo VW up! e, a partir de julho, os novos Ford Ka hatch e sedã. 

Outros estão na fila: PSA Peugeot-Citroën, Chevrolet, Renault, além dos chineses que entrarão em produção Chery QQ e JAC J3. Fiat deve entrar na onda.

Infelizmente, a legislação brasileira estimula motores de 1.000 cm³ (1 litro). Podem não significar a melhor escolha em razão do porte ou utilização do veículo. 

Entre 1 e 1,6 litro há ampla gama de aplicações. Correto seria estabelecer meta incentivada de redução de consumo, independentemente de cilindrada, e que vença o melhor.

A Ford deu um salto com o tricilíndrico flex de 1 litro e duplo comando de válvulas variável (admissão e escape), que já começou a produzir, em Camaçari (BA). 

Potência (85 cv a 6.500 rpm) e torque (10,7 kgf∙m a 4.500 rpm) com etanol são os maiores entre motores aspirados equivalentes. 

Prevê também o menor consumo absoluto, após crivo do Inmetro. No exterior, versões só a gasolina/injeção direta entregam 65 cv e 80 cv, enquanto o EcoBoost (turbocompressor) oferece 100 cv e 125 cv para Fiesta e Focus. 

O mais potente está nos planos da fábrica baiana, no horizonte de um a dois anos. Esse novo propulsor apresenta algumas curiosidades como bloco em ferro fundido, apesar da virada mundial em direção ao alumínio, leve e também mais caro. Os do up! e do HB20, em alumínio, têm massa em torno de 15 kg menor. 

A marca americana alega ser um motor bastante compacto. Provavelmente, a razão real se deve à robustez necessária em outra versão, de nada menos de 140 cv, para o Mondeo (Fusion), conforme se especula na Europa.

Para baixar custo de manutenção a correia dentada (lubrificada) dura 240.000 km, dobro do up!, por exemplo. 

Eliminou partida auxiliar a gasolina em dias frios. Mas, tuchos de válvulas são sólidos (mecânicos) e exigem regulagens periódicas, ao contrário de tuchos hidráulicos. 

Estes dispensam qualquer intervenção e garantem revisões mais rápidas e (teoricamente) baratas.

Resta ver a aplicação no novo Ka, maior que o anterior. Seu torque máximo surge em rotações elevadas e costuma prejudicar elasticidade e prazer ao dirigir. 

A fábrica, entretanto, afirma que trabalhou na curva de torque a fim de compensar qualquer sensação de respostas fracas ao acelerador.

RODA VIVA

TOYOTA anunciou, no Japão, nova gama de motores a gasolina, de 1 litro e 1,3 litro, com notáveis avanços em economia de combustível. 

Serão 14 aplicações em modelos compactos e médio-compactos nos próximos dois anos, cobrindo 30% de toda sua gama. 

Motores trabalham no ciclo Atkinson e a economia de combustível vai de 15% a inacreditáveis 30%.


VISANDO ao transporte urbano para duas pessoas, uma pequena empresa japonesa, D Art, resolveu ressuscitar a ideia do carro-bolha italiano Isetta, dos anos 1950. 

Porta única frontal abre para cima (no original para o lado) e teria sido aprovado no teste de impacto no Japão. 


Propulsão é elétrica e motor de combustão auxiliar ajuda a dobrar a autonomia até 300 km.

SAVEIRO Cross ganhou bastante em agilidade graças ao motor de 1,6 litro MSI, em alumínio, da família EA 211, inteiramente novo. 

Tem 16 válvulas e duplo comando variável (só admissão), 120 cv e 16,8 kgf∙m (etanol). Impressiona pelas respostas em baixas rotações, em especial com combustível vegetal, que confere mais 9% de potência e 6% de torque.

LIMPEZA do sistema de alimentação, descontaminação interna do motor, higienização dos dutos do ar-condicionado e kit de lubrificação são operações criativas usadas por oficinas para aumentar o preço das revisões, em especial as de preço fixo sugerido pela fábrica. Trata-se de despesas, quase sempre, dispensáveis e exigem autorização prévia.

MUITO didática a orientação técnica do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) sobre riscos de uso de películas escurecidas nos vidros dianteiros e para-brisa.

Carros atuais já estão no limite máximo de transparência permitida em lei, à exceção dos vidros traseiros. No link tinyurl.com/m58kaxr está tudo explicado.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

CAMINHÕES VM JÁ PODEM SAIR DE FABRICA EQUIPADOS COM CAIXA DE CÂMBIO I-SHIFYT

A Volvo já está comercializando a linha de caminhões VM com a caixa de câmbio eletrônica I-Shift. A transmissão da Volvo é reconhecida internacionalmente por proporcionar uma série de benefícios ao transportador, como menor consumo de combustível, mais conforto e segurança e menor custo operacional para o caminhão. 

“Agora, todas estas vantagens estão também nos VMs equipados com a caixa de câmbio eletrônica”, diz Bernardo Fedalto, diretor de caminhões do Grupo Volvo para o Brasil.

A caixa de câmbio que está sendo introduzida nos caminhões VM é a mesma que equipa o FH, o caminhão extra-pesado da Volvo, um dos líderes de vendas no Brasil em seu segmento. 

A I-Shift está presente em mais de 90% dos caminhões FH que saem da linha de produção. “É uma transmissão que experimentou um sucesso espetacular em poucos anos”, destaca Álvaro Menoncin, gerente de Engenharia de Vendas da Volvo.

“Decidimos equipar a linha VM com a caixa I-Shift porque os benefícios para a operação de transporte são enormes. O transportador, que já tinha aprovado a linha VM, agora tem ainda mais razões para escolher o caminhão”, observa Francisco Mendonça, gerente de caminhões VM do Grupo Volvo América Latina.

Todas as aplicações
“A I-Shift do VM é de última geração, aplicável para praticamente todas as operações, seja em veículos de distribuição urbana, rodoviários ou fora de estrada”, ressalta Marco Mildenberg, engenheiro de planejamento de produto da Volvo. 

Com uma carcaça em alumínio que proporciona baixo peso e alta robustez, a caixa tem um gerenciamento de trocas de marchas controlado por um software específico para a linha VM.

A transmissão I-Shift está disponível para os seguintes modelos: VM 330cv 4x2 cavalo mecânico; VM 270cv 4x2, 6x2 e 8x2 rígidos; VM 330cv 4x2, 6x2 e 8x2 rígidos; VM 270cv 6x4 e 8x4 rígidos; e VM 330cv 6x4 e 8x4 rígidos.

QUEM TEM MODELOS 208 E 308 DA PEUGEOT JÁ PODE ADQUIRIR NAS CONCESSIONÁRIAS DA MONTADORA CINCO TIPOS DE KITS DE ACESSÓRIOS, E GANHARÁ DE PRESENTE UM GPS.


A PEUGEOT do Brasil apresenta uma ação especial de Pós-Venda, que disponibiliza cinco kits pré-definidos de acessórios – três para o 208 e dois para o 308. 
Ao adquirir um dos kits, o consumidor leva gratuitamente um GPS Garmin NÜVI 30. 

Conheça os acessórios que compõem cada kit e os preços sugeridos (sem mão-de-obra de instalação inclusa):

Peugeot 208


KIT 1: soleira em alumínio, jogo de tapetes (carpete), alarme, ponteira do escapamento cromada, sensor de estacionamento traseiro e frisos.

Valor: R$ 1.262,00


KIT 2: porta bicicleta em alumínio, antena esportiva, jogo de barras de teto, jogo de tapetes (borracha), ponteira do escapamento cromada e frisos.

Valor: R$ 1.498,00

KIT 3: CD player MP3, antena de teto traseira cromada, alto-falante traseiro, jogo de tapetes (carpete), sensor de estacionamento traseiro e chicote de ligação auto rádio.

Valor: R$ 1.183,80

Peugeot 308
KIT 4: porta bicicleta em alumínio, bandeja de mala, antena esportiva, soleira em inox, jogo de barras de teto e jogo de tapetes (carpete).

Valor: R$ 1.634,00

KIT 5: aerofólio, soleira em inox, jogo de tapetes (carpete) e alarme.

Valor: R$ 1.587,00

Campanha Felipão e Felipinho 
que recomenda e ressalta a importância do uso de acessórios originais vale até 31 de Maio de 2014.

CARO LEITOR, SE VOCÊ É DONO DE UM RENAULT DUSTER, SAIBA QUE A FÁBRICA JÁ PRODUZIU 1.000.000 DE CARROS IGUAL AO SEU NAS CINCO FÁBRICAS QUE TEM NO MUNDO. MAS 0 MILIONÉSIMO SAIU DA LINHA DE MONTAGEM DE CURITIBA E FOI COMPRADO POR UM BRASILEIRO. UM MODELO FOI PREPARADO E CORREU NO ÚLTIMO RALLY DAKAR.


Peça-chave do crescimento internacional do Grupo Renault, o Duster é hoje o veículo mais vendido pela Renault em todo o mundo.

“O Duster é um grande sucesso mundial” explica Arnaud Deboeuf, diretor do segmento de veículos de entrada do Grupo Renault.

“Sob a marca Renault, ele responde perfeitamente às expectativas de nossos clientes internacionais e contribui para o desenvolvimento da Renault nos mercados emergentes. Sob a marca Dacia, na Europa ou na Bacia do Mediterrâneo, o Duster conquistou novos clientes para a marca graças ao seu design e sua grande capacidade de superação, com um preço bastante acessível. O Duster é uma peça-chave na conquista de mercado.”


Sucesso comercial
Um milhão de Duster foram comercializados em todo o mundo em quatro anos de grande sucesso.

Hoje o Duster é vendido em mais de 100 países, tanto sob a marca Renault como Dacia.

Sob a marca Renault, o Duster é um veículo mundial de conquista de mercado, e foi desenvolvido para responder às expectativas dos clientes da Renault em todo o mundo: adaptação para frio extremo na Rússia, motor bicombustível no Brasil, direção à direita e design interno específico para a Índia…

O Duster também é um grande sucesso sob a marca Dacia. Inúmeros clientes foram conquistados por sua relação de habitabilidade, preço e capacidade de superação – qualidade que é bastante apreciada por todos os compradores do modelo.


Comercialização do Duster
PaísMarcaVolume
(acumulado desde o lançamento)
RússiaRenault151.633
FrançaDacia145.612
BrasilRenault117.303
ÍndiaRenault85.974
AlemanhaDacia70.159

Cinco unidades de produção no mundo

O milionésimo Duster foi produzido na fábrica Renault de Curitiba, no Brasil. Hoje o Duster é montado em cinco fábricas: Pitesti (Romênia), Curitiba (Brasil), Envigado (Colômbia), Moscou (Rússia) e Chennai (Índia).


O Duster é produzido na fábrica de Pitesti (Romênia) desde 2010 sob a marca Dacia, para comercialização na Europa, Turquia e Magrebe, onde também é fabricado sob a marca Renault desde junho de 2010 para comercialização no Oriente Médio, Egito e outras partes da África, além de países do Golfo a partir de 2011.

Em Curitiba (Brasil), o Duster é fabricado sob a marca Renault desde outubro de 2011 para comercialização no Brasil e Argentina.


A fábrica de Envigado (Colômbia) monta o Duster desde fevereiro de 2012 para comercialização na Colômbia, México, Equador, Chile, Peru e América Central.

A produção do Duster na fábrica de Moscou (Rússia) começou em dezembro de 2011 para comercialização na Rússia sob a marca Renault.

O Duster participou do último Rally Dakar.
Chennai foi a última fábrica a iniciar sua produção, em maio de 2012, para comercialização na Índia, África do Sul e Indonésia sob a marca Renault, além do Reino Unido, Chipre, Malta e Irlanda sob a marca Dacia.

Em 2013, as vendas do Duster continuaram a crescer, chegando a mais de 376.000 unidades.


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