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domingo, 1 de junho de 2014

BMW/MINI E O TOURING SUPERLEGGERA CRIARAM PARA O CONCORSO D'ELEGANZA VILLA D'ESTE 2014 UM ELEGANTE MINI CONCEITO ROADSTER.




Munique/Cernobbio - O BMW Group celebra a união entre o contemporâneo e o atemporal no Concorso d' Eleganza Villa d'Este 2014, com um modelo-conceito muito especial: o MINI SuperleggeraTM Vision. 



Esta interpretação exclusiva de um conversível de dois lugares foi criada pela MINI e pela Touring Superleggera, a casa de construção de carrocerias e design tradicional sediada em Milão. 

O MINI SuperleggeraTM Vision é, por um lado, um roadster clássico e ágil de dois assentos, expressando o estilo mais minimalista e emocional do automobilismo, e por outro lado, o seu sistema de transmissão elétrica dá ao carro uma dinâmica de condução distintamente moderna. 



Em colaboração com a MINI, a Touring SuperleggeraTM projetou e construiu um modelo único e elaborado artesanalmente, que combina a tradição da construção de carrocerias clássicas com autêntico estilo britânico da MINI, para criar um apelo estético atemporal.

Assunto MINI SuperleggeraTM Vision – beleza atemporal que combina tradição e modernidade.


Desenho britânico
O moderno desenho britânico encontra o toque italiano: o design icônico da MINI encontra uma beleza atlética e elegante, interpretada em estilo contemporâneo.

A construção de carroceria italiana clássica em folha de metal moldada manualmente dá ao MINI SuperleggeraTM Vision um apelo emocional único.

Tanto no interior quanto no exterior, a forma é reduzida ao máximo para alcançar um foco claro sobre a experiência de condução distinta.

O interior reflete a construção tradicional da carroceria em termos de materiais e estilo, combinado com os ícones do design interno da MINI.



Materiais de alta qualidade, tais como couro, alumínio e cromo preto, destacam a beleza do interior.

Adrian van Hooydonk, Vice-Presidente Sênior do BMW Group Design, comentou sobre o conceito: “A Touring Superleggera e a MINI têm muito em comum, ambas as empresas atribuem grande importância a sua história e isso é algo que define a forma com que se posicionam até hoje. Além disso, enfatizam o design icônico e as soluções distintas. Estes elementos são unidos no MINI SuperleggeraTM Vision para criar um automóvel elegante que interpreta um roadster britânico com a influência do estilo e a habilidade artesanal italiana”.


Design externo 
com sotaque italiano
"O MINI SuperleggeraTM Vision perpetua elegantemente o que o MINI clássico começou há 55 anos: a redução ao essencial. Seu design minimalista e energético encarna a essência dinâmica de um automóvel. Ao mesmo tempo, ele cria uma beleza emocional única combinando o passado e o futuro da indústria automotiva, ou seja, o artesanato tradicional da carrocerias e o estilo do design moderno. Foi um prazer para mim projetar um conceito como este" afirmou Anders Warming, diretor da MINI Design.


Beleza atemporal combinando tradição e modernidade

As proporções perfeitamente equilibradas indicam, à primeira vista, o que o motor elétrico do MINI SuperleggeraTM Vision tem a oferecer em termos de experiência de condução: o capô alongado, longa distância entre eixos e ressaltos curtos, transmitem o puro prazer de dirigir. 

Como em todos os MINI, as localização das rodas os extremos da carroceria, prometem um alto nível de agilidade. 

A célula do passageiro é ligeiramente recuada, ressaltando ainda mais a impressão dinâmica do carro. No geral, o MINI SuperleggeraTM Vision tem um aspecto esportivo, elegante e dinâmico.

A dianteira do MINI SuperleggeraTM Vision apresenta os ícones tradicionais do design da MINI: dois faróis circulares e uma grade hexagonal definem a parte frontal inconfundível, proporcionando uma interpretação contemporânea das características que tornaram-se firmemente estabelecidas ao longo das décadas. 

Há também elementos de carros esportivos clássicos marcantes, tal como a largura e os arcos da roda com curvas distintas, que fornecem à dianteira uma presença dinâmica. 

As listras de capô do MINI clássico são realizadas em relevo tridimensional e passam por acessórios de alumínio polido de alta qualidade. O capô embutido remete aos roadsters britânicos clássicos de tempos atrás.

Enquanto isso, o visual do reforço horizontal da grade do radiador adiciona um toque esportivo clássico. 

O fato de ser fechada é uma indicação discreta do motor elétrico do carro. As entradas de ar são circulares, dando à parte dianteira um toque distinto. 


Um divisor frontal plano feito de fibra de carbono fecha a frente do veículo, ressaltando assim a declaração esportiva do carro até o último detalhe.

Construção clássica do design da carroceria em uma interpretação inovadora.

O elemento surpreendente da visão lateral é o design característico do “Touring”. Ele incorpora tanto a sofisticação da construção do design da carroceria quanto aspectos estéticos mais clássicos. 

Envolvido por superfícies livres de emendas, ele desenha um vibrante e preciso movimento das rodas dianteiras ao longo da parte traseira. Isto reflete a notável habilidade artesanal com que ele foi construído e a duradoura experiência do Touring Superleggera™ no que diz respeito à construção da carroceria. Desde a sua fundação, a empresa sempre defendeu carrocerias bem feitas e leves de carros sport. 

Até os dias de hoje, o Touring Superleggera™ é construído com chapas de alumínio modeladas à mão fazendo uso das mais resistentes estruturas de chassi. 

O estilo de construção proporciona ao MINI Superleggera Vision uma forma estética que seria virtualmente impossível de se obter por meio de uma fabricação realizada por uma máquina.

“Tanto o MINI quanto o Touring se valem das suas proporções como um fator importante para o aspecto estético e compartilham os mesmos valores de essencialidade e inovação” diz Louis de Fabribeckers, diretor de Design do Touring Superleggera. 



“Neste modelo, todo o equipamento ou decoração desnecessária foi descartado, uma vez que o seu desempenho é aumentado por meio da leveza e eficiência da carroceria e do seu interior. O toque Italiano se revela através das suas proporções e da típica linha mediana", acrescentou o executivo.

Existem algumas poucas brechas na carroceria, uma vez que ela é construída com grandes chapas de metal. 

O acabamento da pintura externa desenvolvido especialmente, com um efeito líquido, representa um estilo tanto moderno como clássico. 

Ele sublinha o refinado toque Italiano do MINI Superleggera™ Vision. Os aros elaborados e os elegantes espelhos externos com um visual simplificado completados por uma base de espelho em alumínio polido adicionam uma acentuação exclusiva na lateral. 

Lembrando a parte dianteira, as discretas soleiras evidenciam o caráter esportivo do MINI SuperleggeraTM Vision.

O destaque da parte traseira são as luzes fora do comum: elaboradas na forma da bandeira britânica dividida em dois, elas combinam funcionalidade e simbolismo de uma maneira nunca visto antes. 

Nesse sentido elas expressam as raízes britânicas do MINI Superleggera™ Vision e ao mesmo tempo enfatizam a moderna tecnologia de LED como já foi vista no Novo MINI. 

Uma barra cromada demarca as luzes traseiras no centro da parte traseira, fazendo dessa área um ícone clássico de joalheria britânica.

Lembrando o exterior – o design interior.
O design interior e exterior do MINI SuperleggeraTM Vision se fundem como só uma coisa. Somente uma linha do ressalto em alumínio polido separa visualmente o exterior do interior. 

A borda cria uma aparência esportiva envolvente que perpetua de maneira consistente a clara elegância e as superfícies generosas do seu aspecto externo.

Quanto ao seu estilo, aparência e toque dos seus materiais, o design interior celebra a tradição e essência da construção clássica do design da carroceria. 

Ele reflete a forma com que o veículo foi criado: as principais características são as chapas de alumínio não tratadas e os elementos estruturais em forma de tubo - e eles são bastante visíveis no interior por meio de uma notável interpretação. Isso é mais impactante ainda no painel. 

Este foi criado a partir de uma única chapa de alumínio e foi deixado da maneira que a carroceria iria aparentar se não tivesse recebido uma pintura de acabamento. 

As grandes áreas não pintadas na superfície e o claramente visível design artesanal do painel se combinam e refletem a extrema habilidade artística dos construtores da carroceria. 

As portas e o volante Sporty de três raios também revelam o tradicional método de construção. 

Os elementos estruturais nas portas tomam a forma da Bandeira Britânica, discretamente indicando as origens Britânicas do MINI SuperleggeraTM Vision.

A parte central do painel de instrumentos exibe o estilo do design do MINI e foi estendido para o MINI SuperleggeraTM Vision incluindo assim um equipamento de controle sensível ao toque e dois instrumentos circulares com bordas de metal na lateral. 

Além do relógio analógico na extremidade direita, o segundo instrumento ativa a câmera que é integrada entre o banco do motorista e do passageiro. Ela tem como função capturar momentos inesquecíveis que podem vir a acontecer durante a condução.

Estilo clássico e moderno em equilíbrio – cor e design do material.Os clássicos materiais alumínio e couro em um estado não tratado define a estética do MINI SuperleggeraTM Vision no que diz respeito ao seu interior.

Os elementos estruturais nas portas e console central possuem acabamento preto cromado de alta qualidade, que só é interrompido pelas superfícies de alumínio e o acabamento rústico e fosco da pintura nos espaços para os pés. 

A mistura contrastante proposital de superfícies estruturais e materiais de alta qualidade proporcionam um charme fora do comum ao MINI SuperleggeraTM Vision. 

Os assentos anatômicos esportivos são remanescentes das conquistas do MINI Motor Racing e são cobertos por couro preto de alta qualidade. 

Fiel ao lema “Esconder & Revelar” do MINI, as acentuações em ‘Misty Magenta’ proporcionam um elegante toque italiano ao estilo do MINI em pontos ocultos como as duas saídas de ar quente abaixo do painel de instrumentos e dentro da abertura das portas em seus elementos estruturais.

“Estamos encantados pela MINI querer estimular uma iniciativa independente e, especialmente, explorar o desenho italiano pela primeira vez”, disse Piero Mancardi, CEO da Touring Superleggera. 

E prosseguiu: “Este projeto também demonstra a atenção da MINI em preservar e nutrir as habilidades artesanais incorporadas na construção moderna de carrocerias”.

O MINI Superleggera™ Vision resume o potencial da “Carrozzeria” na indústria automotiva atual, mesclando a criatividade e a flexibilidade com rigor e respeito aos altos padrões. O resultado é um carro de beleza clássica que também é de última geração.

NISSAN COLOCA SIMULADOR DE DIREÇÃO PARA POPULAÇÃO TREINAR EM SITUAÇÕES DE CONDUÇÃO DIFÍCEIS. MOTORISTAS DE RESENDE TESTARAM SUAS HABILIDADES NESTE SÁBADO.

Resende – Com o objetivo de alertar a população para a necessidade de se reduzir o número de acidentes envolvendo automóveis, a Nissan do Brasil leva a Resende, no estado do Rio de Janeiro, um simulador de direção veicular. 

O equipamento está sendo usado em uma campanha interna de conscientização por um trânsito seguro nas unidades da empresa por todo o Brasil, mas a Nissan decidiu estender neste sábado, dia 31 de maio, a ação para a população da cidade da região sul fluminense, onde está instalado o seu Complexo Industrial, inaugurado em abril.

O equipamento
simula várias situações reais de trânsito no dia-a-dia, como, por exemplo, dirigir durante a noite, fazer baliza para estacionar, conduzir em dias chuvosos e com neblina, entre outros. 

A iniciativa, coordenada pelo Instituto Nissan, braço de responsabilidade social da Nissan, é fruto de uma parceria com a Superintendência de Transporte e Trânsito da Prefeitura Municipal de Resende. 

Levar o equipamento ao público é uma ação inspirada na campanha PARADA (Pacto Nacional pela Redução de Acidentes) do Ministério das Cidades e do Denatran, e do movimento internacional chamado Maio Amarelo, que promove diversas ações durante o mês.

sábado, 31 de maio de 2014

A CRIATIVIDADE PUBLICITÁRIA DOS PRODUTOS FIAT É CONHECIDA E NOTÓRIA E O MARKETING DA MONTADORA MAIS UMA VEZ AGE E CRIA A “FESTA NA RUA”, EM QUE A ESTRELA É O NOVO UNO RUA, SÉRIE ESPECIAL DO MODELO LANÇADA PARA COMEMORAR A LIDERANÇA EM VENDAS HÁ 12 ANOS PELA FIAT BRASIL. MAIS COMPLETO. CUSTA R$ 33.590,00.


Para festejar e marcar a liderança em vendas no Brasil, há 12 anos, a Fiat lançou o Novo Uno Rua,  uma versão especial de apenas 2.000 exemplares, 1.0, quatro portas, mais completo, por R$ 33.590,00.


O Novo Uno Rua é fruto da campanha “Festa na Rua”, da Fiat - Denominada RUA -,
baseado no Novo Uno Vivace 1.0 4 portas que oferece itens exclusivos e chega ao mercado muito competitivo. 


Externamente o Novo Uno Rua traz vários itens e detalhes que o deixam bastante exclusivo. Confira:
• Adesivo Rua nas portas dianteiras;
• Adesivo da bandeira do Brasil nas colunas traseiras;
• Anéis estéticos na grade dianteira nas cores da bandeira do Brasil;
• Lanternas traseiras fumê;
• Spoiler na tampa traseira na cor do veículo;
• Faróis com máscara negra;
• Maçanetas e retrovisores na cor do veículo;
• Rodas de liga leve 14" com pintura exclusiva;
• E para finalizar, sigla UNO na tampa traseira nas cores da nossa bandeira.


Internamente, a Série Especial Novo Uno Rua também está recheada de novos conteúdos:
- Volante em couro com regulagem de altura; 
- Comando interno da abertura do porta-malas e tampa do tanque combustível; 
- Cintos de segurança dianteiros retráteis de três pontos com regulagem de altura e cintos de segurança laterais traseiros retráteis de três pontos; 
- Apoia-pé para o motorista; alças de segurança traseiras; 
- Espelho no para-sol do lado motorista; 
console central com porta-objetos e porta-copos; 
- Porta-óculos e console porta-objetos no teto. 


Ele ainda traz detalhes internos na cor azul nos comandos do ar-condicionado; cintos de segurança dianteiros e traseiros também na cor azul, além de tecido exclusivo com bordado RUA nos bancos dianteiros.

Mas as novidades da nova Série Especial Rua não param por aí. Além de todos os itens mencionados acima, ela chega com vários equipamentos de série que a tornam muito completa:
• Ar-condicionado;
• Desembaçador do vidro traseiro;
• Direção hidráulica;
• Faróis de neblina;
• Limpador e lavador do vidro traseiro;
• Limpador traseiro com acionamento automático à ré;
• Predisposição para rádio;
• Travas elétricas;
• Vidros elétricos dianteiros;
• Conta giros.


Para finalizar, ele está disponível no mercado somente em duas cores, marcando mais a sua exclusividade: Branco Kalahari e Amarelo Interlagos. Esta Série Especial ainda pode ser equipada com dois tipos de rádio: USB/MP3 ou Connect.

Muito completo, o Novo Uno Rua chega ao mercado oferecendo ao consumidor um excelente custo-benefício, por R$ 33.590.

Assista o vídeo e conheça o Novo Uno Rua:

GRUPO CAOA CONTRATA FLÁVIO PADOVAN DIRETOR-GERAL DA SUBARU NO BRASIL. O OBJETIVO DO NOVO EXECUTIVO É AUMENTAR AS VENDAS DA MARCA JAPONESA NO MERCADO NACIONAL. A SUBARU É CONHECIDA NO MUNDO COMO UMA DAS MELHORES E MAIS CONFIÁVEIS DO MUNDO FABRICANTE DE CARROS.


Sem grandes resultados no Brasil, a japonesa Subaru que produz carros considerados dos melhores e mais confiáveis do mundo, terá a partir de segunda-feira, dia 2 de junho de 2014 um novo diretor-geral de peso, Cláudio Padovan, um dos executivos com maior experiência no setor automotivo.

"É com grande satisfação que eu me junto ao Grupo CAOA para cuidar da marca Subaru. Estou muito confiante nesse novo desafio que acabo de assumir. A Subaru é uma marca internacionalmente reconhecida e desenvolve produtos altamente desejados e de altíssimas tecnologia e qualidade", adiantou Padovan ao manifestar suas expectativas diante do seu novo desafio à frente da marca. 



A contratação de Flávio Padovan é considerada estratégica para levar a Subaro, hoje, nas mãos do grupo CAOA que representa no Brasil também a Hyundai, a ter uma participação significativa no mercado automotivo nacional.

Flávio Padovan já ocupou importantes posições de liderança na Ford e na Volkswagen, onde foi vice-presidente de Vendas e Marketing. 


Nos últimos três anos, Padovan foi presidente da Jaguar Land Rover para toda a América Latina e Caribe. Entre 2012 e 2013, foi escolhido para o cargo de presidente da ABEIFA (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores).


Antônio Maciel Neto, presidente do Grupo CAOA, Padovan ressalta que Padovan "é um dos melhores executivos da indústria automobilística brasileira".


"Com sua experiência extraordinária e características pessoais que viabilizam um excelente relacionamento com os distribuidores e clientes em geral, Padovan vai colocar a Subaru em posição de destaque no mercado nacional. Os veículos Subaru são reconhecidos no mundo todo pela qualidade, durabilidade e segurança, além do alto grau de fidelidade dos clientes”, revelou Maciel Neto.
O fundador e presidente do Conselho de Administração do Grupo CAOA Carlos Alberto de Oliveira Andrade, disse que “estamos reunindo em nosso grupo os melhores profissionais do setor automotivo, liderados por Antônio Maciel Neto. A contratação do Padovan reforça essa estratégia. Estamos muito animados com a perspectiva de crescimento da marca Subaru no Brasil”.


O Grupo CAOA é importador e distribuidor exclusivo da Subaru no Brasil, desde 1999. Atualmente, são comercializados os modelos Impreza sedan 2.0i-S, Impreza XV 2.0i-S, Forester 2.0 S, Forester 2.0 XT, Outback 3.6, WRX 2.5 SD, STI hatch e sedan e Legacy 2.5 GT, todos equipados com o sistema de tração integral simétrica Symmetrical AWD (SA.



quinta-feira, 29 de maio de 2014

ISENÇÃO DE IPI PARA CARROS ELÉTRICOS E HÍBRIDOS E REDUÇÃO DE 50% DO IPVA NA CIDADE DE SÃO PAULO PODEM ACONTECER PARA ESTIMULAR A COMPRA DESSES VEÍCULOS. QUEM CONTA É NOSSO COLUNISTA FERNANDO CALMON.

Alta Roda 

Nº 786 —  29/5/14
Fernando Calmon


ESPERAR, CANSOU

Parece próximo de ser anunciada a estratégia governamental para estimular o uso de veículos híbridos e elétricos. 

Tudo indica que o imposto federal IPI poderá zerar e na cidade de São Paulo haveria um desconto de 50% na alíquota do IPVA, ou seja, o município abriria mão dos 50% que lhe cabem nesse tributo estadual. 

Sem dúvida é condição necessária, mas não suficiente, para impulsionar essas tecnologias no Brasil.

No caso específico dos carros híbridos que utilizam dois motores (a combustão e elétrico) o caminho é bem menos difícil. 

Seu preço menor, a inexistência do problema de baixa autonomia e de ansiedade por não encontrar um local de abastecimento abrem possibilidade de aceitação maior que os elétricos puros. 

No nosso caso ainda é possível ter o motor a combustão flexível em combustível (etanol e/ou gasolina), o que reduziria bastante as emissões de CO2. 

A produção mundial de híbridos, atualmente mais de 30 vezes superior frente aos elétricos, também indica que essa solução intermediária vai prosperar.

Uma das possibilidades estudadas na capital paulista é o subsídio direto aos compradores, a exemplo do que ocorre no exterior. 

Trata-se de iniciativa complicada por aumentar os gastos públicos e deixar margem aos críticos fáceis de plantão ao transporte individual nos grandes centros. 

Mais palatável seria, por exemplo, liberar as vagas de estacionamento rotativo e dispensá-los do rodízio, uma má ideia imposta aos paulistanos pelo alcance limitado e que aumentou a poluição ao agregar carros mais antigos e poluentes como alternativa legítima.

Quanto aos elétricos há ainda sérias dúvidas sobre o que deve ocorrer. Em artigo recente à parte da Alta Roda, esse colunista chamou a atenção sobre um possível impasse a prejudicar seu avanço. 

Parte dos interessados acredita que as baterias terão resolvidos os empecilhos de autonomia, tempo de recarga, peso/volume e reciclagem. 

Outros apostam que as pilhas a hidrogênio e uma futura rede mundial de abastecimento seriam mais viáveis.

O maior fabricante de automóveis do mundo, a Toyota, acaba de anunciar oficialmente que abriu mão de 20 anos de pesquisas sobre baterias. 

Sua aposta agora é nas pilhas a hidrogênio, capazes de gerar eletricidade a bordo. Admitiu que baterias têm mesmo alcance limitado e as pilhas, mais baratas e eficientes from well to wheel (ciclo energético fechado). 

Começará a produzir veículos desse tipo já em 2015, porém reconhece a necessidade de um grande esforço conjunto das próprias fábricas, das distribuidoras de combustíveis e dos governos para montar a rede de abastecimento.

Para dar exemplo, a japonesa desenvolveu uma estação móvel de hidrogênio ao custo de US$ 2 milhões/R$ 4,4 milhões, cerca de metade de um posto fixo desse gás. 

Calcula que precisará de 68 instalações para cada 10.000 carros com pilhas a hidrogênio para evitar a ansiedade.

Interessante é que pouco antes de anunciada essa decisão, uma empresa japonesa especializada em baterias disse que planeja fabricar uma unidade de duplo carbono capaz de recarregar 20 vezes mais rápido que uma convencional de íons de lítio. 

Essas promessas já foram feitas anteriormente e a espera acabou por cansar.

RODA VIVA

INFORMAÇÕES não oficiais indicam início de produção nacional do Versa (o sedã do March) em outubro próximo e vendas no mês seguinte. 

Por outro lado, fornecedores não estariam mais entregando peças para fabricação do Livina. Tanto pode significar estoques altos demais, como sinalização para importar o Note do México, seu substituto no futuro.

PEUGEOT lançou crossover francês 3008 2015 com retoques na dianteira para se integrar à nova identificação da marca e mais equipamentos. 

Além de navegador GPS, o sistema de projeção de informações no para-brisa agora é colorido. Decidiu oferecer versão única– Griffe – por R$ 99.990 e se manter simbolicamente abaixo da linha de R$ 100.000.

ANTECIPAR 2015 é recurso de marketing cada vez mais evidente, em mercado de vendas cadentes. Citroën anunciou mudança de ano-modelo da linha C3, praticamente sem alterações visuais. 

Readequou o nome de algumas versões, adicionou equipamentos sem repasse ao preço e acrescentou câmbio automático à versão intermediária Tendance.

PALIO Fire, apesar de bem aceito, tem preço de entrada artificialmente baixo. Na versão duas-portas parte de R$ 24.730, mas equipamentos importantes como cintos de três pontos retráteis nas extremidades do banco traseiros, dois encostos de cabeça e desembaçador/limpador do vidro traseiro são opcionais. Essa estratégia mina os esforços de melhorar a segurança.

ADIADA pela quinta vez a aplicação compulsória de rastreadores em todos os veículos. 

Denatran postergou para julho de 2016 o uso desse equipamento que, quando muito, deveria ser opcional. 

Além não ter comprovado em testes seu bom funcionamento, tornou-se um assunto que beira o surrealismo. Quem ainda acredita que essa inutilidade um dia chegará de fato?
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

A CARPE DIEM LANÇA NOVA COLEÇÃO DE GIFTS E ACESSÓRIOS INSPIRADOS NO FIAT 500. SÃO MAIS DE 55 PRODUTOS QUE TÊM ALGUMA REFERÊNCIA COM O SIMPÁTICO E HISTÓRICO CINQUECENTO QUE PODEM SER COMPRADOS NA LOJA VIRTUAL FIAT FASHION.


Depois do grande sucesso do ano passado, a linha completa de gifts e acessórios Fiat 500 by Carpe Diem chega cheia de novidades. 


A nova coleção continua sua aposta no vintage e traz mais de 55 produtos inspirados em um ícone da Fiat, o 500. 

A nova estampa preta e branca cria um efeito lousa nas peças e utiliza ícones, imagens e palavras de positividade, em um traço que simula o efeito do risco de giz.


A Carpe Diem, empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de itens para decoração e presentes, criou este ano mais de 10 novidades para a coleção, como chinelo estampado, luminária, sketch book e bolsa pra ginástica. 

Além disso, foram desenvolvidos itens de papelaria e acessórios, como mochila, caneca, cadernos, bloco de anotações, caixa de presente, entre outras opções.

Os produtos Fiat 500 by Carpe Diem já estão disponíveis na loja virtual Fiat Fashion (www.fiatfashion.com.br) e em lojas especializadas de todo o País.



quarta-feira, 28 de maio de 2014

MERCEDES-BENZ É, NOVAMENTE, A GRANDE VENCEDORA DO PRÊMIO CONSUMIDOR MODERNO 2014


Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil.


Graças à qualidade da gestão do relacionamento com os consumidores, a Mercedes-Benz do Brasil conquistou novamente o mais importante reconhecimento do setor, o Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente.

Em evento realizado ontem, em São Paulo, ela foi anunciada como a “Empresa do Ano”, tendo sido eleita também a melhor Central de Relacionamento nas categorias de “Automóveis de luxo” e de “Caminhões”.

“Essa nova e brilhante conquista nos deixa muito satisfeitos e orgulhosos, mostrando que seguimos no caminho certo”, diz Ari de Carvalho, diretor de Pós-Venda da Mercedes-Benz do Brasil. 

“Afinal, desde que passamos a participar dessa premiação sempre fomos vencedores. São 13 anos consecutivos em automóveis de luxo e 5 anos em caminhões, desde que esta categoria foi criada”, acrescentou.

Em 2014, a Mercedes-Benz, mais uma vez, alcançou também o maior destaque dessa premiação nacional: o título de “Empresa do Ano”. 

Esta conquista, obtida após o levantamento feito com companhias de mais de 60 categorias, atesta o compromisso da Mercedes-Benz com a excelência de seus serviços ao cliente. 

"A vitória nesta categoria é ainda mais significativa não só porque ela se baseia em critérios do regulamento do prêmio, mas porque contou com a participação de clientes reais, o que confirma o reconhecimento do consumidor à qualidade da nossa Central de Relacionamento com o Cliente", afirma Ari.

"Isso nos motiva a prestar um atendimento cada vez mais eficiente, ágil e com a qualidade que é um atributo da nossa marca”, confessou.

O prëmio é fruto de diversas ações realizadas pela Mercedes-Benz do Brasil. Tendo foco em maior agilidade e eficiência, Philipp Schiemer, presidente da Empresa vem liderando grandes avanços na Companhia, como o investimento de R$ 1 bilhão em veículos comerciais para 2014 e 2015, o investimento de R$ 500 milhões na construção da fábrica de automóveis em Iracemápolis, o incremento na nacionalização do caminhão Actros e a introdução do conceito Econfort para o Atego, Axor e Actros, que resulta num patamar ainda mais elevado de economia, conforto, força e desempenho para o transporte de carga.

Em uma demonstração prática do quanto o cliente está efetivamente no centro do seu negócio, a Mercedes-Benz, com participação direta de Schiemer, promoveu uma ação inédita a fim de estreitar e ampliar o contato do cliente com as áreas internas da Empresa. 

O programa “A Voz do Cliente”, organizado pela Central de Relacionamento com o Cliente, colocou os principais executivos da Companhia em contato direto com o consumidor por meio dos diversos canais de comunicação.

Reconhecimento à qualidade
 das estratégias de relacionamento
Considerada a principal iniciativa de reconhecimento da qualidade no atendimento ao cliente no Brasil, o Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente tem o objetivo de identificar e difundir as melhores práticas do setor, bem como, reconhecer aquelas empresas que privilegiam a excelência, não só conquistando novos clientes, mas, principalmente, mantendo alto índice de satisfação e fidelidade.

Organizado pelo Grupo Padrão, que edita a revista Consumidor Moderno, o levantamento tem coordenação técnica e auditoria de qualidade da GfK. 

Neste ano, o processo de seleção consistiu em cinco etapas, começando pela inscrição (fase 1) e preenchimento de um questionário abrangente (fase 2) para análise de quesitos como adequação da missão corporativa à estratégia de relacionamento, relevância do cliente na organização, estratégias de retenção, fator humano e política de RH.

Cerca de 200 empresas distribuídas entre 60 segmentos, em média, foram consideradas qualificadas para esta nova etapa. Iniciou-se, então, o recurso do “cliente misterioso” (mystery shopper), no qual um grande número de pessoas entra em contato com as empresas verificando requisitos de qualidade no atendimento via telefone, e-mail, site e redes sociais. 

Neste ano, o “cliente misterioso” buscou chats e novos canais digitais – SMS, Skype, WhatsApp e outras formas de relacionamento.

A fase 4 foi a da escolha das empresas vencedoras. Os resultados das avaliações do “mystery shopper” nos diferentes canais foram tabulados e somados ao desempenho das empresas na fase 2.

Na última etapa, a fase 5, ocorreu a escolha das 10 melhores entre as melhores, contando em 2014, de forma inédita, com a participação de clientes reais. 

Pela primeira vez nos 15 anos do Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente, o resultado final contemplou a opinião dos consumidores para que fossem escolhidas as melhores empresas do ano.

A nota média obtida a partir das manifestações dos consumidores foi somada às notas das demais fases. 

As cinco primeiras concorreram ao Prêmio Consumidor Moderno – Voto Popular. A mais bem colocada entre todas as dez foi a grande vencedora da 15ª edição.

MOTORES COMO OS DE CARROS DE RUA VOAM PELOS AUTÓDROMOS DO MUNDO COMPETINDO NOS GRANDES PRÊMIOS DE FÓRMULA 1 À FORÇA DE CENTENAS DE CAVALOS, O QUE DIFERENCIA ESSES MOTORES DOS DOS CARROS DE RUA. NOSSO COLUNISTA ROBERTO NASSER EXPLICA ISSO COM PROPRIEDADE. EM TIRADENTES DE 25 A 29 DE JUNHO MILHARES DE PESSOAS PARTICIPARÃO DA 22ª BIKEFEST.


Coluna nº 2.214 de 28 de Maio de 2014
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Turbo Górdio dá vitórias à Mercedes

Tetra campeão seguido, incontestado talento sobre seu Red Bull Renault, o alemão Sebastian Wettel, está mal de pontos na atual temporada de Fórmula 1: é o sexto. Um ex-bom de serviço.

Nada pessoal contra a baixa performance de Sebs, como o chamam na Europa, ou Tião, aqui referido, mas, para lembrar, razões extra paróquia, nas regras da Fórmula 1 mudadas, novamente, nesta temporada.

Agora os motores deslocam 1.600 cm3 – os mesmos 1,6 litro do seu Polo, Gol, Ford Fiesta, Renault Sandero, alguns Fiat, todos quatro cilindros em linha, na faixa de 110 cv. 


Na F1, 1.600 cm3 em 6 cilindros em V, produzem estimados 600 cv. Outro aspecto, do calor de seu turbo exige-se tecnologia para gerar energia suplementar – o sistema ERS. 

Na prática pouco notada, os Fórmula 1 tentam se mostrar socialmente úteis no desenvolver tecnologia, economia e tração híbrida.

Nesta temporada, os motores Mercedes F1 W05 projetados e construídos pela Mercedes-AMG High Performance Engines, em Brixworth, Inglaterra, cravaram 240 pontos, Renault, 99; Ferrari, 78.

E porque os malditos alemães?
Terá sido a frase mais pronunciada desde que se conseguiu entender o arranjo diferenciativo do motor Mercedes, para superar seus inimigos formais, Renault e Ferrari. 

Na Fórmula 1, a disparada de custos resume a três os fornecedores de motores. E todos, e tendência a chegar à sua garagem – se é que já não o fez –, usam turbo. 

Apelido de turbocompressor, mecanismo para comprimir ar e enfiá-lo cilindros a dentro, aumentando a massa a ser comprimida pelos pistões e, consequentemente, a energia a ser gerada, os românticos cavalos de força.

O turbo é tocado por força perdida, os gases do escapamento, soprando dentro de um caracol duplo, separado por estanque divisão central, e trepanador eixo horizontal. 

De um lado, o rotor acionado pela saída dos gases do escapamento, fazendo girar o eixo – a limitadas 125 mil rotações por minuto. Do outro, oposto à parede divisória, segundo rotor sopra o ar frio motor a dentro.

Regra democrática a todos os motores, mas o resultado diferente pode ocorrer na razão direta da temperatura do ar aspirado. 

O problema de tal adjutório é seu arranjo: um lado a 800 graus transmite calor para outro, geminado e menos quente, meio ambiente para lembrar Governador Valadares, MG, Cachoeiro do Itapemirim, ES, Parnaíba, PI...

Ao gosto da física, quanto mais frio, mais denso. E quanto maior a densidade, maior a pressão dentro do cilindro na hora da explosão e a geração de energia.

Nó Górdio
O que fizeram os projetistas da Mercedes-AMG? Seguiram Alexandre, o Grande. Desafiado a desatar o Nó Górdio, nome de um Rei da Frígia, em vez de analisar o nó e o método para desatá-lo, passou-lhe o fio da espada. Deveria ser chamado Alexandre, o Prático.

No caso, a Mercedes passou o computador, tecnológica espada, pelo turbo compressor, o Nó da FIA. 

Corte firme, separou o caracol mecânico: a parte quente faz seu dever de casa, sensível ao impulso dado pelos gases expelidos, recebendo-os, gerando movimento de rotação. 

Mas, encompridou o eixo, passando sobre o V do motor, acionando, na outra extremidade, a parte fria do caracol mecânico, sem influência térmica da gêmea agora isolada. 

Entre os dois, radiador ar/ar – por ele passa o ar aspirado do meio ambiente, resfriado pelo fluxo de ar colhido com o deslocamento do carro. 

O corte do tecnológico Nó Górdio, simples e genial, permitiu avançar motor e câmbio, melhorando o centro de gravidade, o fazer curvas e o frear.

Corridas são corridas e se resolvem na bandeirada. Mas o desenho atual permite projetar, Renault e Ferrari, exceto por alguma solução técnica paralela, em condições normais de temperatura, pressão, ou briga de egos na Mercedes, não superarão a alemã em 2014.

Segredo Mercedes: o radiador à frente do turbo em duas partes. 


Mais do – bom – mesmo
Peugeot exibe atualização do bom, muito bom, 3008, mix de utilitário esportivo e do indefinível cross over. 

Surgido em 2009, sucesso mundial ao portar o motor 1.6 turbo, parceria com a BMW, hoje presente em Peugeots 308 e 408.

Conteve-se mudando o elemento central da grade, com barras horizontas cromadas, e revisão no grupo óptico, faróis com luz diurna por leds, projeção dos faroletes. Lanternas traseiras atualizadas em desenho e leds.


Misto de adequação estética e exigência das condições brasileiras de rolagem, rodas em liga leve, 17”de altura. 


Identificação segue o sedã 408, com a logo do leão estilizado e, abaixo, plaqueta com o nome Peugeot. 

Os olhos do leãozinho são amendoados, talvez reverência à nova sócia, a chinesa DongFeng.

A Peugeot não mexeu na regulagem do turbo, soprando 1 bar de pressão. Para o perfil do automóvel, usuários e demanda, adequado. 165 cv de potência, 24,5 quilos de torque a 1.400 rpm dão capacidade bem sincronizada com o 3008 – de O a 100 km/h em 9,5s e final pouco superior a 200 km/h.

Restante charmoso, internamente confortável, ampla área envidraçada, teto panorâmico, estrutural em 1,6 m2 de vidro.

Confortos charmosos como ar condicionado duas zonas, o compartimento de carga com dois andares, Head Up Display – carro francês, nome inglês -, a projeção da velocidade no para brisas. 

Seis velocidades à frente em câmbio automático e concessões a quem insiste em dirigir carro automático apenas com o pé direito – usam-se os dois, sendo o esquerdo para frear. 

No conviver com o equívoco, a transmissão tem mecanismo que bloqueia o freio por segundos para arrancar em inclinação.

Importado apenas na versão completa, a R$ 99.900 – pouco acima do Kia Sportage, menos que seu equivalente, o Hyundai I35.

É um mais do mesmo, incluindo o charme do projeto, a elegância dos arranjos, e a alegria interna e sem preço, quando você pede motor e ele responde, melhor e mais rápido que os outros da turma do mesmo preço.


Peugeot 3008. Só melhora



Roda-a-Roda

Recuperação – Presidente Barack Obama reuniu líderes empresariais e pediu investimentos, anunciando incentivos para atrair empresas estrangeiras. 

Detida a queda econômica, ensaiando recuperação, aumento de consumo, acena com baixo custo de energia, gás natural, qualificação de mão de obra.

Mulheres – Levantamento exibe ter crescido 50%, de cinco anos para cá, o número de mulheres trabalhando nas linhas de montagem Renault. Na Nissan, aliada, o número triplicou em um ano. 1/5 da força de trabalho é feminina.

Le Mans – Mais charmosa das provas de resistência, as 24 Heures de Le Mans, 2015, terá cheiro de competição, após as seguidas vitórias Audi – a
té por falta de interesse de outras marcas. 

Nesta edição Porsche – do mesmo grupo VW onde está a Audi -, Nissan, com GT-R, e Toyota. O hibridismo será perceptível.

Promessa – Governador Agnelo Queiroz, do DF, foi a Indianápolis, EUA, ver 500 Milhas e tentar trazer edição a Brasília, em 2015. Capital perdeu o Moto GP para Goiânia por não adaptar seu autódromo a tempo.


E, - Circuito brasiliense, aos 40 anos exige revisão séria em conceitos, realidade e velocidade de carros e motos atuais, instalações. 


Obra prometida mas não efetivada. Política e eleições são o maior aditivo às praças esportivas.

Duas Rodas – Atrações BMW: S 1000 R, quatro cilindros em linha, 1.000 cm3 e 160 cv, e a R Nine T, evolução do modelo ícone de dois cilindros opostos, 1.170 cm3 e 110 cv. Nine indica décadas da marca. 


Tecnologia mecânica, cuidados com segurança e eletrônica, e aura BMW. R$ 67.900 e R$ 61.500.

Maior
– Na histórica Tiradentes, MG, entre 25 e 29 de junho, a 22ª BikeFest. Coisa profissional para receber mais de 15 mil pessoas e seis mil motocicletas. É o maior evento da cidade, cuja capacidade de recepção é menor.


Retífica RN – Coluna passada, no texto sobre o Alfazoni, o Alfa que a Alfa não conhece, derrapada histórica: seu idealizador, Abelardo Aguiar, não venceu as 12 Horas de Brasília, edição 1962, mas os Antonio Carlos Aguiar e Avallone.


Livro – Paulo Peralta, jornalista coletador de dados e histórias de corridas, lançará próxima cria: “24 Horas de Interlagos, a história”. 


Relato sobre a prova de vestibular para os veículos de construção nacional. Quinta-feira, 5, Livraria da Vila, Shopping Pátio Higienópolis. Quem de rodas não deve perder.


Gente – Jutta Dierks, engenheira, larga experiência na VW, aposentadoria. 

OOOO Passa a Vice Presidência de Vendas e Marketing da VW Brasil a Ralph Berckhan, administrador, vivência mundial em controle, marketing de marcas VW – Sköda, Seat, Audi. 

OOOO Fala espanhol, e geriu no México - antes de superar o Brasil em articulação comercial. 

OOOO Momento ruim: coragem de lançar o up! fez tirar de linha o Gol G4, com queda de vendas. 

OOOO O up! resgatará mercado. 

OOOO Carlos Budahazi, engenheirol, administrador, desafio. 

OOOO Diretor de Pós Vendas e Operações de Rede na International caminhões. 

OOOO A International rateou na hora de investir, perdeu a oportunidade, viu no mercado crescer a concorrência, até com neófitos chineses. 

OOOO Lucas Litvay, jornalista especializado, merecida promoção. OOOO Editor Executivo da revista Car and Driver Brasil. 

OOOO José Palácio, paulistano, 71, passou. 

OOOO Ex-supervisor de Qualidade na Volkswagen, aposentado assumiu Setor de Certificação de Serviços Automotivos do Instituto de Qualidade Automotiva. 

OOOO Meio século de contribuição à atividade. 

OOOO Gustavo Fosco, antigomobilista, designer, ex equipe de Patrick Le Quément, na Renault França, e atual líder de comunicação da marca na Argentina, passou. 

OOOO Queda de avião no Rio da Prata, ajustando lançamento de produto. 

OOOO Fernando Sánchez Gentile, relações com a imprensa, também. OOOO 


E o Alfa mais antigo do Brasil funciona!

Imagina um automóvel com 90 anos de produção ser quase O Km, sem nunca ter sido licenciado ou rodado em uma estrada? 

Pois é, existe, conheço há quase metade deste tempo, e tomei honrado susto quando o colocaram a funcionar após umas oito décadas de imobilidade.

É um Alfa Romeo RL feito sob encomenda, entre os anos 1925 e 1926. Projeto com brilho de Giuseppe Merosi, seis cilindros em linha, sete mancais, 3.200 cm3, potência pouco acima de 6O hp, 4 velocidades.


História de romântico antigomobilismo, Lupércio Camargo, Barão do Café em Campinas, cujas extensões de terra hoje são municípios, mandou o filho Eliseu estudar na Europa. 


Na volta, trouxe o presente ao pai: o Alfa RL – o chassi gerou esportivo vencedor na Targa Florio, e da vitória a Alfa incorporou o trevo de quatro folhas como sub logo. 

Elegante carroceria Turismo, pela casa Castagna. Carro de porte, à altura do baronato.

O pai, rico porém controlado, não aceitou o presente, guardando o Alfa. Após o passamento do pai, Eliseu pouco andou dentro da fazenda.


Quando Eliseu se foi, em 1968 doaram-no ao Museu Paulista de Antiguidades Mecânicas, em Caçapava. 

Era quase O km, completo, perfeito, e Roberto Lee, mola do Museu aplicou-lhe insólitos pneus de trator para compor e expor. Nunca funcionou. 

A mão do destino conduziu Lee a outro plano, e o Museu, antes bem mantido, virou alvo de saques em veículos, em partes – do Alfa levaram faróis, capota ... Antes do sumiço total foi transferido à Prefeitura de Caçapava.


Marcelo Bellato encarregado, e dedicados colaboradores, um deles Gilson Oliveira Silva, cuidam dos carros, imóveis desde 1975, colocam-nos a funcionar. 


Em março, visitando o espaço, deram-me emocionado susto: com meia volta o motor pegou com imediata e equilibrada marcha lenta. 


Gilson explicou ter apenas desmontado o cabeçote e válvulas, colocado óleo fino nos cilindros. Lubrificante novo, e o Alfa voltou à vida. Um privilégio. Nem o bom Lee o ouviu.
Alfa Romeo RL Turismo Castagna, o mais antigo no País, pré-saque.





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