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sábado, 26 de julho de 2014

CARO LEITOR, DESEJA ADQUIRIR UM CARRO ANTIGO? A MAXICAR FAZ DIVERSAS OFERTAS QUE LHE PASSAMOS CASO SE INTERESSE SER UM ANTIGOMOBILISTA

Mercedes 500 SL 1993

Potência, sofisticação e esportividade
Camaro Type LT 1974

A esportividade de um Z28 original de fábrica
Landau 1979

O top de linha nacional em excepcional estado
MGB GT 1974

Com Certificado de Origem e Placas pretas
Cadillac Deville 1968

Espetacular Conversível recém importado
Dodge Magnum 1979

Alia esportividade e sofisticação
Mustang 1967

Conversível com belo padrão de cores
Oldsmobile Delta 1975

Único dono nos EUA. Jamais restaurado
BMW 325i Cabrio 1993

Como não reparar neste belo conversível?
MP Lafer 1976

Um dos melhores exemplares a venda
Impala 1967

Conversível com padrão monocromático azul
SP2 1972

Maravilhoso exemplar do ano de lançamento
Maverick, 1974

Tudo de melhor nesse exemplar personalizado
Mercedes  280SE 1981

Com todos os opcionais, inclusive freios ABS
Galaxie 500 1972

Configurado como Highway Patrol
  
Puma GTE 1975

'Tubarão' de excepcional padrão
Impala 1962

Hidramático, com placas pretas do ano
Ford F100 1967

V8 100% original de Fábrica. Incrível!
Lincoln Continent. 1963

O charme inconfundível das portas suicidas
DKW Belcar 1964

1001 íntegro e original. Ótimo padrão
Opala SS 1980

Do ano do adeus à versão esportiva do Opala
Opala Diplomata 1992

Muito novo. Pronto para viajar
Reo Militar 1951

Poderoso caminhão com tração integral
Jaguar XJ6 1974

Um britânico que esbanja charme e sofisticação
Voyage 1983

23 anos com o mesmo dono. R$ 9.500,00
Puma GTi 1980

Modelo Exportação. Carroceria nº 000
Variant 1977

Veículo de procedência, do ano de despedida
Gurgel Tocantins 1991

Para exposições ou aventuras. Você escolhe!
Passat Pointer 1987

Um dos mais desejados modelos da linha
Brasilia LS 1979

Único proprietário. 92 mil quilômetros rodados


               
                  

TOYOTA ELÉTRICO i-ROAD SERÁ INTEGRADO AO SISTEMA DE TRANSPORTES DA CIDADE FRANCESA DE GRENOBLE,



Veículo elétrico ultra-compacto já é utilizado nas ruas de Toyota City, no Japão e está em testes na capital Tóquio

A Toyota vai disponibilizar 70 modelos i-Road e COMS, veículos elétricos ultra-compactos da marca, para o serviço de transporte público da cidade de Grenoble, na França. 

Por um período de três anos, as unidades poderão ser alugadas nas mais de 30 estações de recarga, localizadas próximas às áreas de parada do sistema de transporte público da cidade. Os carros devem iniciar a operação no mês de outubro deste ano.

A iniciativa é uma parceria entre a Toyota, a administração da cidade francesa, a EDF, quem desenvolveu e gerencia os terminais de recarga, e Citélib, responsável pelo sistema de empréstimos da frota local ao transporte público.



Para aumentar a interatividade, o Citélib contará com um sistema de navegação multimodal com a tecnologia Ha:mo, da Toyota. 

Para o usuário, o maior benefício está na possibilidade de planejar a rota antes de sair de casa. 

Por meio de um aplicativo, o passageiro visualiza o local e a quantidade de i-Roads disponíveis, efetua a reserva e paga pelo aluguel. O aplicativo também mostra o status do tráfego e as condições do transporte público.

O projeto também sustenta uma interconectividade com outras meios de transportes (bondes, ônibus e trens) e incentiva um novo tipo de mobilidade com o uso dos veículos compactos.

A medida deve diminuir o tempo total de deslocamento e contribuir com a redução dos congestionamentos, influenciando, diretamente, na qualidade do ar no centro da cidade.

Grenoble



A cidade situada próximo aos Alpes franceses tem direcionado esforços para entrar na rota da inovação tecnológica no que se refere a mobilidade urbana.

Sob a chancela de Smart City (Cidade Inteligente, em português), Grenoble foi a segunda cidade francesa a reintroduzir os bondes elétricos em seus sistema, em 1987. 

Segundo dados oficiais, só no ano passado 78 milhões de pessoas utilizaram os transportes públicos da cidade.

Outros modelos mais sustentáveis têm adquirido cada vez mais espaço nas ruas de Grenoble. Exemplo disso são as cerca de cinco mil bicicletas que podem circular nos mais de 320 quilômetros de ciclovia da cidade.

Saiba mais sobre a Toyota nos sites: www.toyota.co.jp e www.toyota.com.br ouwww.facebook.com.br/toyotadobrasil.


VOLVO BUS LATINO AMERICANO LANÇA GUIA DE MOBILIDADE URBANA QUE DISCUTE A QUALIDADE DO TRANSPORTES


A Volvo Bus Latin America está lançando o guia Mobilidade Inteligente. O volume reúne informações sobre o tema com o objetivo de contribuir com a melhoria do transporte urbano de passageiros e apresenta o BRT (Bus Rapid Transit) como um modal eficiente e viável economicamente.

O guia é uma das ações do Programa Mobilidade Volvo (PMV), projeto iniciado pela empresa este ano para estimular o debate sobre os desafios atuais do transporte urbano em cidades de médio e grande porte. 


É uma ação da empresa para identificar oportunidades de qualificar a mobilidade de acordo com as necessidades de cada cidade.

“A ideia do guia foi criar um material de referência, de leitura mais fácil que os manuais sobre transporte público. Acreditamos que será útil para autoridades, gestores de transporte, empresas operadoras e profissionais interessados em mobilidade para avaliarem quais as melhores alternativas para um transporte público de qualidade em suas cidades”, afirma Luís Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin America.


O conteúdo mostra alguns dos desafios urbanos atuais, e passa pelos conceitos e características dos sistemas de transporte de média e alta capacidade, como metrô e VLT. 

O material traz um panorama dos sistemas de BRT no mundo e destaca alguns que são referência mundial, apresentando seus benefícios sob a ótica dos passageiros, das cidades, da sociedade e dos operadores.

Sugere ainda alguns passos para uma melhor qualificação do transporte público a partir da situação atual.

“O modelo ideal de mobilidade é aquele que responde mais rapidamente às necessidades dos passageiros, consumindo a menor quantidade de recursos, tanto em sua construção quanto em sua operação”, destaca Ayrton Amaral, especialista em mobilidade da Volvo Bus Latin America.

O guia aborda algumas vantagens dos sistemas baseados em ônibus, como a flexibilidade e a facilidade e rapidez em sua implantação. 


Um BRT pode utilizar, com alguns ajustes, as vias existentes, oferece flexibilidade de rotas e chega mais perto da casa das pessoas.

“É mais natural melhorar o transporte público com sistemas de ônibus de qualidade, como o BRT, do que com sistemas baseados em trilhos. Quando bem planejado, contribui para melhorar o trânsito, reduz o custo por passageiro transportado e torna-se a base para o crescimento sustentável das cidades”, reforça Amaral.




BRT alia eficiência e 
baixo custo operacional
O guia Mobilidade Inteligente da Volvo apresenta o BRT (Bus Rapid Transit) como uma solução para construção de sistemas de transporte público eficientes. 

Criado em Curitiba, na década de 70, o modal está presente em 39 países e 168 cidades. 

O modelo se consolidou por possuir alta capacidade de transporte e baixo custo operacional.

“Os gestores públicos têm a responsabilidade de implementar sistemas de transporte que atendam as necessidades da população sem exaurir os cofres públicos. O BRT é uma alternativa para esse desafio”, diz Ayrton Amaral, especialista em mobilidade urbana da Volvo Bus Latin America.

O sistema oferece alta capacidade de transporte, velocidades médias maiores e viagens rápidas. 

Além disso, é uma solução com menor prazo de implementação e requer menos investimentos que outros modelos de transporte.


De acordo com a média de investimentos na construção de projetos no mundo, incluindo o Brasil, com U$ 1 bilhão é possível construir 200 km de BRT, 50 km de VLT (veículo leve sobre trilhos) e 10 km de metrô. 

O tempo de implantação também é uma vantagem importante para o BRT. Em dois anos pode-se construir uma linha desse sistema, enquanto para construir a mesma linha de metrô seriam necessários 10 anos, e de VLT, cinco anos.

Outro benefício é o custo de operação por passageiro transportado. Em média, um passageiro em sistemas de metrô custa de 10 a 20 vezes mais quando comparado a um de BRT com a mesma demanda. 

Quando um sistema de transporte com ônibus convencionais é transformado em um BRT, as tarifas mantêm-se acessíveis, sem necessitar de subsídios governamentais, como ocorre nos sistemas baseados em trilhos.

Um ônibus biarticulado, por exemplo, transporta três vezes mais passageiros que um ônibus convencional e 50% que um articulado. 


Ao colocar um biarticulado no lugar de um convencional, há uma redução na contratação de (motoristas e cobradores) - custo que representa entre 40% e 50% da operação, e de custos variáveis como consumo de combustível e manutenção.

“Embora o biarticulado exija maior investimento inicial, consuma mais combustível e tenha mais pneus que um ônibus convencional, a redução da frota na proporção de três para um, reduz o custo da operação e aumenta a produtividade do sistema”, explica Amaral.

Para que seja reconhecido como eficiente pela população, um BRT precisa ser bem projetado. 

É necessário ter vias segregadas para ônibus, espaço para ultrapassagem, ônibus de alta capacidade de transporte, pagamento antecipado da passagem, embarque em nível, terminais de integração, portas amplas para facilitar o acesso, motoristas bem preparados e informações aos passageiros, além de limpeza, conforto e segurança em todas as paradas e terminais.


Experiência Volvo
A Volvo é pioneira no desenvolvimento de veículos para os sistemas de BRT e líder neste mercado. 

A empresa participou da implementação dos principais BRTs da América Latina. Na década de 80, forneceu os primeiros articulados para o sistema de transporte de Curitiba. 

No início dos anos 90 a empresa desenvolveu, no Brasil, o modelo biarticulado para atender o aumento da demanda do sistema de transporte da cidade.

Hoje, os veículos articulados e biarticulados da marca estão presentes no Transmilênio, em Bogotá, na Colômbia, considerado o BRT com maior capacidade de passageiros do mundo. 

Também no Metrobus de Goiânia, na RIT de Curitiba, no Transantiago de Santiago do Chile, no TransCarioca do Rio de Janeiro, no Move de Belo Horizonte, no BRT de Recife, além da Guatemala, El Salvador, Quito e Guaiaquil no Equador, Cáli, Bucaramanga e Pereira na Colômbia, entre outras.

Programa Mobilidade Volvo promove discussão sobre qualidade no transporte
A Volvo Bus Latin America iniciou, este ano, um trabalho para identificar e discutir as necessidades de transporte das cidades. 

Chamado de Programa Mobilidade Volvo (PMV), o projeto tem como proposta reunir as pessoas envolvidas no tema para debater soluções que contribuam com o desenvolvimento do transporte público.

“A mobilidade urbana é um dos principais desafios das cidades e requer soluções a curto e médio prazo. Nós, como uma empresa do setor, assumimos o compromisso de colaborar com a melhoria da qualidade de vida no transporte, não apenas fornecendo ônibus, mas compartilhando o conhecimento e a experiência que acumulamos ao longo dos últimos 30 anos com a implementação dos principais BRTs da América Latina”, afirma Luis Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin America.

O PMV tem como ações a realização de workshops para engajar os concessionários da marca na discussão do assunto, e seminários com gestores públicos, operadores de transporte, especialistas em mobilidade e a comunidade acadêmica para debater propostas que ofereçam mais qualidade e eficiência ao transporte público. 

Outra ação é a publicação do guia Mobilidade Inteligente, que reúne informações sobre as características queprecisam ser levadas em consideração para que a população reconheça o transporte urbano como eficiente.

Nos seminários são avaliados o padrão de mobilidade da cidade, os desafios existentes, os projetos em execução e os planejados, e as necessidades ambientais. 

A partir dessa avaliação são discutidas e apresentadas soluções integradas de mobilidade que sejam econômica e ambientalmente sustentáveis.

“Para que um modelo de transporte tenha qualidade e seja sustentável, não basta colocar mais ônibus nas ruas, ou trocar ônibus movidos a diesel por outros movidos a combustíveis alternativos. Para ter qualidade, um transporte público precisa ser planejado para que ofereça viagens rápidas, facilidade de acesso, integração, pontualidade e confiabilidade”, argumenta Ayrton Amaral, especialista em mobilidade urbana da Volvo Bus Latin America.

Para receber os seminários do PMV, os gestores públicos e operadores de transporte podem entrar em contato diretamente com a Volvo, pelo blog Mobilidade Volvo www.mobilidadevolvo.com.br

O programa prioriza cidades de acordo com uma matriz que avalia critérios estruturais econômicos e ambientais relativos à mobilidade urbana.

MERCEDES-BENZ CHALLENGE DISPUTA TERCEIRA DA TEMPORADA NESTE FIM DE SEMANA




O Mercedes-Benz Challenge desembarca no Paraná para a disputa da terceira corrida do campeonato, em Curitiba, no próximo domingo (27/7), a partir das 11h 20m.

Na categoria CLA AMG Cup, a prova marca a disputa pela liderança isolada do campeonato, que hoje é divida por Fernando Fortes – vencedor da etapa de Goiânia – e a dupla Arnaldo Diniz Filho/Edson Coelho, que venceu em Interlagos. 

Os dois carros aparecem com 33 pontos, seguidos de perto pela dupla Fernando Amorim/Renan Guerra, com 32.

Já na categoria C 250 Cup, o piloto Luiz Sena Jr. apresenta uma vantagem e está na ponta da tabela com 35 pontos. 

Logo em seguida estão Peter Michael Gottschalk, Cesare Marrucci, Rafael Zappelini e Leo De Nigris e, todos com 23 pontos.

As atividades de pista terão início em Curitiba no sábado com os primeiros treinos livres e também a classificação para as categorias CLA AMG Cup e C 250 Cup. 

As provas do Mercedes-Benz Challenge são transmitidas pela Rede TV e pelo BandSports. 

A etapa de Curitiba será mostrada ao vivo pelo canal BandSports e em VT pela Rede TV, a partir das 14h30. 

Mercedes-Benz Challenge
O Mercedes-Benz Challenge começou em 2014, dando continuidade ao Mercedes-Benz Grand Challenge, disputado no Brasil desde 2011. 

O campeonato tem oito etapas, com a participação simultânea dos automóveis C 250 Turbo e o CLA 45 AMG Racing Series, com pontuação em separado para as categorias C 250 Cup e a estreante CLA AMG Cup.

O Brasil foi o País escolhido para palco de estreia mundial do CLA 45 AMG Racing Series, versão de corrida do mais novo esportivo da marca, o CLA 45 AMG.

GOVERNO FEDERAL CONSTRÓI E RECUPERA RODOVIAS EM MINAS GERAIS, GOIÁS, MATO GROSSO, DISTRITO FEDERAL QUE CUSTARÃO R$ 12,2 BILHÕES EM PROJETOS DE LOGÍSTICA QUE COMPREENDEM CERCA DE 6.000 KM DE ESTRADAS. EM 2015, ESSE VALOR SUBIRÁ PARA MAIS DE R$ 17 BILHÕES.

O BNDES está investindo, este ano, R$ 12,2 bilhões para projetos de logística. Pelo menos R$ 1,9 bilhão deve ser destinado aos cinco trechos de estradas federais que integram o Programa de Investimento em Logística (PIL) já licitados: na BR-050, entre Minas Gerais e Goiás, com 436,6 km de extensão, na BR-163, no Mato Grosso do Sul, com 846 km, também na BR-163, no Mato Grosso, nas BR-060, BR-153 e BR 262, entre o Distrito Federal e Minas Gerais passando por Goiás, com 1.200 km, e ainda as BR-040, 936,8 km de Brasília até Juiz de Fora, em Minas Gerais. 

A previsão de desembolsos inclui a BR-153, entre Tocantins-Goiás, que já está na fila dos leilões.

O BNDES tem respondido por 70% dos recursos previstos para as obras rodoviárias. A carteira do banco envolve 38 projetos em rodovias. São quase 6 mil km de estradas. 


O aporte total do banco para os projetos de rodovia pode chegar a R$ 14,8 bilhões e o investimento previsto das empresas privadas chega a R$ 27,4 bilhões.

O presidente do banco, Luciano Coutinho, já havia anunciado no ano passado que nos próximos cinco anos seriam investidos R$ 70 bilhões para a melhoria e modernização das rodovias federais. 


A participação do BNDES no financiamento à infraestrutura passou de 18,4% em 2003 para 35,4% em 2012, com pico de 43,7% em 2009, ano da crise econômica mundial. 

De 2003 a 2013, os desembolsos do Departamento de Transporte e Logística do BNDES cresceram à média de 36% ao ano.

"A tendência é que os investimentos do departamento continuem crescendo nos próximos anos, mantendo a trajetória registrada na última década. A ênfase é o financiamento de projetos privados", diz Edson Dalto, engenheiro do Departamento de Transportes e Logística do BNDES.

Este ano, o banco deve desembolsar R$ 12,2 bilhões em projetos de logística.

Desse montante, R$ 3,8 bilhões serão para rodovias, R$ 2,4 bilhões irão para portos, R$ 2,6 bilhões para aeroportos e R$ 1,7 bilhão para ferrovias. 


No ano que vem deverão ser mais R$ 17,1 bilhões. Para as cinco rodovias já licitadas a previsão de desembolso para os próximos cinco anos chega a R$ 26 bilhões. 

No ano passado o desembolso geral foi de R$ 9,5 bilhões. Desse total, as rodovias ficaram com algo em torno de R$ 2,2 bilhões. Para as ferrovias estão reservados investimentos em 29 projetos. 

O banco deve entrar com R$ 14,2 bilhões e os investimentos previstos chegam a R$ 30,3 bilhões. 

Em portos são 40 os projetos com R$ 7,8 bilhões do BNDES e investimentos previstos de R$ 15,5 bilhões. 

Outros R$ 6,5 bilhões do banco se destinam a 11 projetos em aeroportos e transportes aéreos (financiamento empresas aéreas), que têm investimento previsto de R$ 11,2 bilhões.

Nas rodovias, a participação média do BNDES é de 55%. Nas estradas incluídas no PIL pode chegar a 70%. 


O restante é coberto pelos recursos das empresas e por outra modalidade de captação das empresas com a emissão de debêntures. 

O BNDES tem três modalidades de apoio aos projetos de modernização das estradas: o financiamento direto, no suporte à emissão de debêntures pelas concessionárias para a captação de recursos e eventualmente na aquisição de ações das empresas concessionárias. 

Agora, busca atrair a participação de bancos privados para que eles sejam repassadores de recursos da instituição. 

Há possibilidade de parceria em financiamentos indiretos, em que o BNDES reparte os recursos para outras instituições, e de cofinanciamento, em que parte do dinheiro sai também das outras parceiras.

O BNDES tem apoiado ainda projetos de construção, ampliação e recuperação de rodovias estaduais. O desembolso do banco chegou a R$ 1,64 bilhão no ano passado para obras de unidades da federação. 


Elas representam 65% do total desembolsado pela instituição. São Paulo captou 94% dos recursos e o Paraná os outros 6%. 

Para as concessões de rodovias federais foram liberados outros R$ 778 milhões, que atingem 31% do volume de recursos.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

OS SERGIPANOS PODERÃO COMPRAR CARROS AUDI, EM ARACAJU, ONDE SERÁ INAUGURADA A PRIMEIRA CONCESSIONÁRIA DA MARCA. A AUDI CENTER, COM SEU SALÃO DE SHOWROOM DE 1.000 M2, INICIA AS OPERAÇÕES NO PRÓXIMO DIA 29 DE JULHO.


São Paulo, 25 de julho de 2014 – A partir do início de agosto, Aracaju ganhará a primeira Audi Center do estado de Sergipe. 



A concessionária, dedicada à marca será inaugurada na avenida Chanceler Osvaldo Aranha, nº 100. 


Além de todo o portfólio de modelos Audi, os consumidores da região contarão com serviços de pós-venda para revisão e manutenção dos veículos.

O investimento está sendo feito pelo Grupo Gama – um dos principais grupos de concessionárias de automóveis do Nordeste brasileiro – e a expectativa é que, com a inauguração da loja, a Audi atenda à uma demanda latente por veículos premium já existente na região.


A Audi será a primeira marca a inaugurar uma concessionária própria dedicada a modelos premium na cidade. 


“Temos metas ambiciosas de vendas no Brasil”, afirma Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi Brasil 

“Ser a primeira marca a chegar em uma cidade importante da região Nordeste, como Aracaju, reforça nossa estratégia de fortalecer nossa presença em todo o País”, finaliza.

A Audi Center Aracaju ocupa um terreno de 1.000 m² , com showroom e oficina, oferecendo aos clientes um ambiente confortável e moderno. 


Os consumidores da cidade também encontram na loja modelos em exposição e para test-drive, assim como consultores qualificados e treinados pela matriz da companhia na Alemanha.

“Assim, garantimos que eles estão completamente habilitados para encontrar o melhor modelo e negócio para cada perfil de cliente”, conta SÍlvio Fonseca, gerente-geral da Audi Center Aracaju. 


O executivo reforça que o serviço de pós-venda será o principal diferencial da concessionária: “Com a inauguração da Audi Center, o cliente passa a contar com um serviço premium de padrão internacional ao lado de sua casa”, detalha.

O evento de inauguração da Audi Center Aracaju será realizado no dia 29 de julho, a partir das 20h. 

Na ocasião, para recepcionar convidados e Imprensa, estarão presentes: Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi Brasil e Sérgio Gama, diretor do Grupo Gama.


quinta-feira, 24 de julho de 2014

SALVO EM CURTOS E RAROS PERÍODOS, O BRASIL NÃO CONSEGUIU FIRMAR UMA MARCA DOMÉSTICA, NACIONAL, DE AUTOMÓVEIS. A ÚLTIMA EXPERIÊNCIA FOI A CEARENSE TROLLER, EM 1995, QUE ACABOU, NAS MÃOS DA FORD, EM 2007. MAIS CARO DO QUE OS CONCORRENTES, O TROLLER TEM UMA CLIENTELA CATIVA E AGORA REFORMULADO SE ISOLA COMO UM VERDADEIRO FORA DE ESTRADA. CUSTA R$ 110 MIL. O LEITOR IMAGINA A VW SER DONA DA FIAT? QUEM SABE...


Alta Roda 
Nº 794  — 24/7/14
Fernando Calmon

TROLLER FOI MAIS LONGE

Sempre se costuma perguntar a razão de o Brasil não ter nenhuma marca de automóvel, utilitário ou comercial leve de origem genuinamente nacional. 

Afinal, como quarto maior mercado interno no mundo (e caminhando para terceiro, deve passar o Japão, mas pode voltar à quarta posição se a Índia deslanchar) as condições estariam dadas. Tentativas foram feitas, mas mesmo que vingassem seria bastante difícil sobreviver.

Indústria automobilística é bem mais complexa do que parece. Está muita sujeita a altos e baixos da economia e a regulamentações severas de segurança e emissões, além dos riscos industriais da produção seriada, entre eles o dos recalls.

Por isso, várias marcas sucumbiram ou foram anexadas. Até hoje, o cenário mundial não aparenta estar consolidado (ver abaixo em Roda Viva).

Nesse cenário. a marca nacional que chegou mais longe foi justamente a que é sediada mais distante dos grandes centros consumidores, a Troller. 

Fundada em 1995, em Horizonte, a 40 km de Fortaleza (CE), pelo engenheiro cearense Rogério Farias, se especializou em utilitários parrudos para o fora-de-estrada. Produziram-se em torno de 10.000 unidades, em 19 anos. 

Desde 2007, a marca se desnacionalizou – pertence à Ford –, porém sobrevive. O interesse se deu pelos incentivos fiscais criados para apoiar a descentralização da indústria em direção ao Nordeste e Centro-Oeste.

Incentivos, aliás, há em todos os países. Só recentemente veio à tona o volume fabuloso de recursos que estados menos desenvolvidos nos EUA concederam às marcas japonesas, “convencidas” a se instalar no país depois de enfrentarem cotas de importação. 

O fato é que, por décadas seguidas, os estímulos retornam em valores muito superiores aos doados. 

No ano que vem se encerram as vantagens recebidas pela Ford (inclusive na baiana Camaçari), enquanto a Troller inicia agora outra fase com o novo T4, lançado semana passada.

Investiram-se R$ 215 milhões para aumentar a produção de 1.200 unidades/ano para 3.000/ano em apenas um turno com 400 empregos diretos. 

O processo produtivo em compósito de fibra de vidro para a carroceria é mais moderno e inclui seis robôs. 

O T4 foi totalmente reformulado, inclusive no estilo, que pode ser discutível, mas sem abrir mão de forma e função, hoje tão maltratadas em pseudo aventureiros que contaminam as ruas e estradas por puro modismo.

O novo Troller tem entre-eixos aumentado (agora 2,58 m), o que melhorou espaço para as pernas atrás, embora o acesso continue difícil como se espera de um veículo alto e de duas portas. 

O ângulo de saída passou para 51°, ou 14° a mais do que o modelo anterior. Agora, conta com motor Diesel 5-cilindros de 200 cv/48 kgf.m e câmbio manual de seis marchas, formando um conjunto mais silencioso e de alto desempenho com tração 4x4 temporária, reduzida e diferencial traseiro autobloqueante.

Preço é puxado – R$ 110.990; anterior R$ 97.000 –, porém seu público-alvo já tem dois outros veículos na garagem e concorrente direto, o americano Jeep Wrangler, não sai por menos de R$ 155.000 (gasolina). 

O preço inclui ar-condicionado digital bizona, computador de bordo, sistema de som (CD Player MP3), dois tetos solares fixos, rodas de aro 17 pol, proteções de partes inferiores e freios ABS específico para fora de estrada, entre outros recursos. Há mais de 130 itens de acessórios homologados.

Regulamentação do Contran dispensa instalação de airbags, mas uma futura versão de visual “civil” vai dispor das bolsas de ar, desativáveis por chave em caso de uso severo em baixas velocidades.

RODA VIVA

RUMORES sobre possível aquisição do grupo Fiat Chrysler pelo Grupo VW repercutiram no mundo, apesar dos esperados desmentidos. 

Conversas sempre há, no caso, alimentadas pelo “desânimo” de famílias europeias com o negócio de automóveis, que já atingiu a Peugeot Citroën e alegadamente também a Fiat. No entanto, pode haver mais contras do que prós, segundo a maioria dos analistas.

CURIOSAMENTE, um dos obstáculos estaria no Brasil, pois enfrentaria óbices regulatórios de defesa da livre concorrência, situação inexistente nos tempos da Autolatina (Ford e VW fundiram suas filiais aqui, em 1987). 

Há quem desconfie que apenas a Alfa Romeo seria vendida à VW, pois a terceira tentativa de relançar a antiga marca de prestígio italiana não se mostraria viável e até atrapalharia o grupo ítalo-americano.

JAPÃO decidiu encerrar os incentivos específicos para seus microcarros urbanos – chamados lá de kei jidosha ou carros básicos, que usam motores de apenas 660 cm³, a maioria com turbo – por motivos fiscais e de distorções de mercado. 

Espera-se, em razão de preço, que se vendam menos veículos no País. Dessa forma, o Brasil chegaria à terceira posição no ranking mundial mais cedo.

PESQUISA feita nos EUA aponta que o advento da internet e as facilidades de pesquisas de modelos e preços levaram os compradores a visitar menos concessionárias antes de fechar o negócio. Antes, até seis lojas eram percorridas e agora, no máximo, duas.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

AUDI VENCEU HOJE, NA ALEMANHA, O PRÊMIO "CONNECTIVITY AWARDS 2014" ATRIBUÍDO PELAS REVISTAS "AUTO MOTOR UND" E "CHIP" DEPOIS DE CONSULTAR NUMA PESQUISA 42.500 LEITORES QUE ESCOLHERAM A MONTADORA POR CONSIDERAR QUE OS SERVIÇOS DE CONETIVIDADE DOS CARROS DA MARCA TEREM O MELHOR SERVIÇO DE CONECTIVIDADE. ELEGERAM O NOVO TT O MELHOR CONECTADO. A AUDI LEVOU CINCO PRIMEIROS LUGARES EM CINCO CATEGORIAS.


Ingolstadt/Stuttgart, 24 de julho de 2014 - Cinco primeiros lugares foram os resultados obtidos pela Audi em uma pesquisa pioneira levada a efeito pelas revistas alemãs Auto Motor und Sport e CHIP, em que 42.500 leitores escolheram os melhores itens relacionados à conectividade. 

A cerimônia de premiação acontecerá em Stuttgart, na Alemanha, no dia 17 de setembro.


Fabricantes de automóveis e smartphones, provedoras de serviços de telefonia celular e empresas de software competiram pela primeira colocação num total de dez categorias no prêmio "Connectivity Awards 2014”, patrocinado pelas revistas Auto Motor und Sport e CHIP. 


A Audi ficou em primeiro lugar nas categorias Navegação, Integração com Telefone, Sistema de Som, Entretenimento/Multimídia e Carros Conectados.

"Os prêmios mostram que estamos no caminho certo", afirmou o prof. dr. Ulrich Hackenberg, membro do Conselho da AUDI AG, para Desenvolvimento Técnico, ao cons
iderar a conectividade uma megatendência que irá nos manter bastante ocupados no futuro. 


"Usamos o sistema Audi connect para conectar de forma contínua nossos automóveis com seu ambiente - com o motorista, a Internet, infraestrutura e outros veículos", explicou.



EQUIPE BMW MOTORRAD ALEX BARROS RACING PARTICIPARÁ NO AUTÓDROMO DE BRASÍLIA DO GP 1000, NO PRÓXIMO DOMINGO (27/6). ALEXANDRE BARROS ALINHARÁ NO GRID. CORRIDA SERÁ TRANSMITIDA AO VIVO.


Com novidades, a equipe BMW Motorrad Alex Barros Racing desembarca no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília, para a disputa da terceira etapa do Moto 1000 GP. 


Com a saída repentina do argentino Luciano Ribodino, a equipe definiu que o próprio Alexandre Barros vai alinhar no grid da GP 1000. 

Já na GP Light, Lucas Teodoro segue como representante da equipe. Ele quer manter o bom ritmo da etapa de São Paulo, na qual liderou duas sessões de treinos e largou em segundo, para buscar novos pontos na tabela. 

Nesta etapa, os canais BandSports e Esporte Interativo, além do portal Terra (www.terra.com.br), transmitirão ao vivo a corrida da GP 1000 no domingo (27). 

A GP Light terá um VT compacto dentro da programação das emissoras e do portal. Já o site da categoria (www.moto1000gp.com.br) exibirá todas as disputas em tempo real.

Na GP Light, Lucas Teodoro continua sendo o representante da equipe paulista. E, depois da etapa de Interlagos (SP), na qual o piloto, natural de Ribeirão Preto, teve um bom rendimento durante todo o fim de semana, tendo liderado, inclusive, duas sessões de treinos livres e, por pouco, não anotou a pole position, cravando o segundo tempo da classificação, quer repetir o feito e estar competitivo desde os treinos. 

O paulista Lucas Teodoro ocupa o 16º lugar na classificação, com 6 pontos, pois não largou para a segunda etapa, devido a um toque e uma queda na segunda, das três largadas, da prova paulistana (vale lembrar que a 1ª e a 2ª largadas não foram válidas) e com muitas dores, o piloto optou por não alinhar no grid e não participar da segunda etapa, perdendo a chance de pontuar.

Programação
Sexta-feira, 25
GP 1000
1º treino livre: das 14h10 às 14h35
2º treino livre: das 16h30 às 16h55

GP Light
1º treino livre: das 14h45 às 15h10
2º treino livre: das 17h05 às 17h30

Sábado, 26
GP 1000
3º treino livre: das 10h10 às 10h35
4º treino livre: das 13h20 às 13h45

GP Light
3º treino livre: das 10h45 às 11h10
4º treino livre: das 13h55 às 14h20

Classificação 
GP 1000
Q1: 15h20 - 15h40
Q2 (8 primeiros do Q1): 16h45 - 16h55

GP Light
Q1: das 15h45 às 16h05
Q2: das 17h às 1710

Domingo, 27:
GP 1000
Warm-up: 8h50
Largada: 13h10 (14 voltas) - transmissão ao vivo no BandSports

GP Light
Warm-up: 8h30
Largada: 11h20 (11 voltas)

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