Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

MERCEDES-BENZ INVESTE FORTE PARA LIDERAR O MERCADO DOS MODELOS PREMIUM NO BRASIL COM A 5ª VERSÃO DO CLASSE C, CUJOS PREÇOS COMEÇAM EM R$ 138.900 E CHEGAM A R$ 189.900. VEJA AINDA OS PREÇOS DOS CLASSE A , B E CLA. OUTRA NOVIDADE É A VERSÃO PICAPE DO RENAULT DUSTER QUE SERÁ VENDIDA POR AQUI COM A MARCA ORIGINAL, A ROMEMA DACIA. A MAIS PODEROSA AINDA FIAT, AGORA DONA ABSOLUTA DA CHRYSLER, DEIXOU SEU ENDEREÇO DE 115 ANOS E MUDOU-SE PRA NOVO SÍTIO, ENQUANTO A HYUNDAI TOMA UMA MULTA DE QUASE US$ 20 MILHÕES NOS EUA E A GM SUSPENDEU A PRODUÇÃO DOS CADILLAC'S.


Coluna nº 3314 - 14 de Agosto de 2014
_____________________________________

Mercedes C, para liderar.

A Mercedes inicia vender a 5ª versão do seu Classe C. É o recordista da marca, vendendo 2,2 milhões de unidades. No Brasil, puxa vendas e, com ele, ora importado, e os futuramente montados em Iracemápolis, SP, 2016, quer liderar o mercado Premium, onde atuam Audi, BMW e Ford Fusion. 


O novo C tem inspiração no Classe S, nova referência mundial em conteúdo tecnológico, e integra o desafio mundial da gestão Dieter Rischter, CEO mundial da Mercedes. Ano passado, retomou a liderança no poderoso mercado dos EUA.

É projeto com princípio, meio e fim, instigando atrevimento para renovar os produtos e lançar novos, como a linha CLA e seu desdobramento GLA, utilitário esportivo a ser também nacionalizado, e ampliar a rede de revendedores.

Como é
A Coluna já descreveu o C. Desta vez, não há Pé de Boi, explicou o diretor da Mercedes automóveis, Dimitris Psillakis. A referência é de VW sedã 1200, entre 1965 e 1967, marcado por acabamento de franciscano residente em Esparta. 

E para quem sabe, sinaliza as versões desequipadas, como a Classe C modelo 180, 6ª geração e em últimas unidades não terão vez.

Versões assemelhadas em conteúdo, bem fornido, bem cuidado, bancos modernos, painel e console com uso de alumínio ou madeira, implementado nas quatro versões para atender o leque de exigências dos compradores. Revestimento em couro ártico, sintético, exceto nas versões 250, com o natural.

Construtivamente, o automóvel cresceu: 9 cm, 8 cm em entre eixos, 4 cm em largura – quase um Classe E das gerações passadas -, e incluiu dieta de materiais com intenso uso de alumínio – 50% da carroceria. 

Suspensões, para lamas frontais, capo, teto, portas. Por isto, apesar de maior, baixou 60 kg em peso. 

Em aerodinâmica reduziu o quociente de resistência ao ar, CX de 0,24. Na prática, poderosos em torque e a caixa automática com sete velocidades, motores rodam em baixas rotações, com baixo consumo de gasálcool.

Internamente, diversidade de composições de cores e materiais, o controle da caixa de marchas é por alavanquinha na coluna de direção. 

Na posição D, as marchas se sucedem automática e maciamente, ou trocadas pelo motorista através de borboletas sob o volante. 

Há, ainda, escolha do tipo de regulagem para condução, desde a maneira econômica à esportiva+. 

A opção, por botão no console, lembrando os utilizados para Alfa Romeo, muda a programação eletrônica de motor – pareceu-me maior emissão sonora -, transmissão, amortecedores e freios.

Nestes, há 11 programas eletrônicos, ABS, EBD, ESP … e novidade como frear a roda traseira interna dentro das curvas para melhorar a estabilidade. 

Padrão como equipamento, junto com a tela de 7”- os 250 tem-na em 8,4”-, e o Touchpad, trapizonga eletrônica no console, próxima à rodinha, fácil de operar como um smartphone, recebendo letras e números, pareando telefone, selecionando agenda.

Faróis em Leds adaptáveis às condições do tempo, de direção, iluminação ambiente e condições em cinco funções: luz de curva dinâmica, de esquina, de estrada, farol alto adaptativo e luz de neblina ampliada.

No motor, a injeção direta nos cilindros usa aspersão em até cinco jatos de combustível e até quatro descargas nas velas em cada ciclo, para reduzir emissões poluentes. 

Para isto e para economia, todas as versões contam com o sistema Stop/Start. O carro desliga sozinho quando parado e pega para sair.

O freio de estacionamento, o de mão, é elétrico.

Presidente da Mercedes no Brasil, Phillip Schirmer está particularmente feliz: esteve no Brasil, em 1992, e comandou a operação de criar mercado aos importados. 

Na Alemanha participou dos atos de coragem para modificar os produtos, tirando sua caretice, dando atrevimento para conquistar clientes jovens. 

Agora, no Brasil, enfrenta novo desafio: brindar a Mercedes na liderança, incluindo fazer nova fábrica e mudar a óptica aplicada à marca, baixando custos de revisões, fazendo contratos para extensão de garantia.

Quanto custam
Modelo: 
C 180 Avantgarde 
Potência: 
156 cv
Preço: R$ 138.900 

Modelo: C 180 Exclusive
Potência: 156 cv
Preço: R$ 138.900

Modelo: C 200 Avantgarde
Potência: 184 cv
Preço: 154.900

Modelo: C 250 Sport.
Potência: 211 cv
Preço: R$ 189.900

Reposicionamento

Como fica o novo Classe C relativamente aos outros produtos? 

Assim:
Modelo: Classe A Style 200 Turbo
Preço: R$ 110.900
 
Modelo: Classe A Urban 200 Turbo
R$ 120.900

Modelo: Classe A 250 Turbo Sport
R$ 164.900

Modelo: Classe B Turbo Sport
R$ 128.900

Modelo: CLA 200 Urban
R$ 127.900

Modelo: CLA 200 Vision
R$ 149.900

Mercedes C, 7a. geração, quer manter liderança


Picape Dacia Duster. Espera-se versão Renault revista e melhorada.


Em setembro, picape Duster
Demorou, e o desenvolvimento foi majoritariamente romeno, desprezando a expertise brasileira, maior mercado e experiência mundial com picapes derivados de automóveis. 

Mas em setembro, no Salão de Paris, a variante esportivo cargueira aparecerá. Virá com a marca de origem, Dacia, assumida pela Renault e mercado ascendente iniciado com o Logan, de quem deriva.

Usa a base do utilitário esportivo Duster, e as fotos apresentadas pelo bom sítio argentino Autoblog mostram o picape sem disfarces e em placa de testes. Tudo indica é a forma final.

Por análise superficial é miscela internacional. Linhas frontais lembram os Fiat Tempra, a caçamba sugere geração anterior do picape Chevrolet Montana, o VW Saveiro, e certa influência do duro estilo soviético. 

Espera-se, para o mercado brasileiro, onde está em desenvolvimento final para ser mostrada no Salão do Automóvel, receba acertos para diferenciá-la do exemplar da foto.

A traseira elevada indica a pretensão de ser a de maior capacidade cúbica do setor. E a capacidade de carga será, possivelmente, superior aos concorrentes do setor: líder Fiat Strada, moldador do mercado; VW Saveiro com novo motor 1.6 16V, Chevrolet Montana. Peugeot Hoggar caiu do telhado.

Será construído pela Renault no Brasil, e terá versões 4x2, 4x4, e possíveis cabines estendida e dupla, motores 1,6 e 2,0. Opção diesel pode ser pensada.

Como registro, a Renault desenvolve outro projeto de picape, maior, para concorrer no segmento onde ninguém bate a GM e seu S10.

Pebble Beach, a praia dos antigos famosos
Domingo, o evento mais famoso do mundo para a atividade antigomobilística, o Pebble Beach Concours d’Élegance. Prainha do mesmo nome, entre Carmel e Monterey, Califórnia. 

Reúne o topo em veículos e história em quatro e duas rodas, e ampliou o negócio, fazendo exposição, lançamento de carros novos, elegante feira de peças e automobilia, livros. 

É o pico da semana em torno do automóvel antigo, com leilões, passeios, corridas, exposições de marcas variadas, muitas atividades no tema. 

Nesta edição, lançamento de livro sobre carroziere Jacques Saoutchik, de biografia rica – fuga da Rússia, prisão, sucesso na construção de carrocerias especiais, passagem por duas guerras mundiais, a crise de ’29… 1.100 páginas, três volumes, US$ 500 edição normal, US$ 1.100, capa em couro.

E atrações como o tcheco Tatra - trazido do país de origem, um par de Hispano-Suiza construídos para o banqueiro Anthony Gustav de Rothschild por curiosa empresa, a Fernandez Darrin, montada em farra pelo banqueiro Gino Fernandes e o designer construtor estadunidense Howard Darrin. 

De encontro fortuito em exposição de automóveis antigos, no Parc des Princes, em Paris, 1932 - à época os europeus já cultivavam o colecionismo de automóveis -, associaram-se e criaram a Fernandez & Darrin Coachwork, às margens do rio Sena. O par de mesmo dono e da mesma origem é um destes encontros de difícil repetição.

Outra presença é o curioso Ferrari 225 Export Vignale Spyder, encomenda do argentino Angel Maioccchi ao construtor italiano. 

Vignale esculpiu os para-lamas dianteiros e criou as extremidades indutoras do Período Ponton, marcado pelos extremos bem definidos, na década de ’50. Na Argentina foi batizada Niña Bonita.

O automóvel foi-se na razia de exportações que empobreceram culturalmente a América do Sul, na década de ’80.

Ferrari 225 Vignale


Roda-a-Roda

Fim – A Fiat, após 115 anos, deixou o domicílio legal em Turim, Itália. Fundida com a Chrysler na Fiat Chrysler Automobile, alojada sob a holandesa Fiat Chrysler Automobile NV – equivalente à LLC dos EUA, aproximadamente, a Limitada do Código Comercial brasileiro. Empresa familiar controladora dos negócios.

Global - Terá registro holandês, operação em Londres, Inglaterra, e ações na Bolsa de Nova Iorque, EUA. É a internacionalização empurrada pela globalização.

Punição – Direção de Segurança de Tráfego nos EUA, a NHTSA multou a Hyundai Motor Co. em US$ 17,35 milhões por não dar-lhe ciência imediata de problema de corrosão nos modelos Genesis, de 2009 a 2012.

Menos – GM dos EUA suspendeu a produção dos Cadillac ATS e CTS por três semanas. Excesso de estoque ante queda de vendas em 21%. 

É o menor dos problemas da empresa, às voltas com o maior recall do mundo e a comprovação de fraude em depoimentos de executivos quanto à economia na chave de ignição causando incontados acidentes e mortes.

De novo - Fraude permite anular todos os acordos, incrementar as ações propostas, motivar quem não se habilitou a ir a justiça. 

Custos imprevisíveis para indenizações, capazes de abalar a empresa. Em 2008, chegante ao poder, Barack Obama salvou-a. Agora, mal nas pesquisas, difícil haver bis.

Para baixo – A falta de direção na economia da Venezuela fez despencar os níveis de emprego e produção no setor. 

O ex-terceiro maior produtor da América do Sul, mês passado, montou apenas 876 veículos – o Brasil, mesmo mês, o pior dos recentes julhos, fez 252,6 mil. Na prática, menos de uma hora da produção brasileira.

– Problemas da Venezuela vêm da estrutura, do feliz fazer componentes superficiais, como o Brasil fez ao fim dos anos´40. 

Momento atual, economia desgovernada, o governo retém dólares e não permite importações. 

Conta simples, sem peças não há carros, nem empregos. Hoje, na Venezuela dólar câmbio negro vale 10 x o oficial.

Para cima – Audi Brasil ignora retração, mantém números superiores às prometidas 1.000 unidades mês. 

Jörg Hofmann, presidente, atribui vendas à variedade e novidades em produto, ampliação da rede de revendedores, investimento em publicidade e marketing.

Hermanos – Alfistas que vão à Argentina, em outubro, para assistir à Autoclasica, devem aproveitar o período e se abastecer nas Lencerias – lojas com complementos de arrumação masculina. 
Em especial, lenços. 

A Centro Modena, importador da marca, aproveitou a presença de um Alfa Romeo 4C como Safety Car, no autódromo de Rio Hondo, fez pré-lançamento, e anunciou importar sete unidades no primeiro trimestre de 2015.

Paixão – Quatro estão vendidas a colecionadores de Alfa, na Argentina. Aqui, sem perspectivas, pois a adaptação ao uso de álcool e às estradas e ruas brasileiras têm custos inviabilizadores. 

Los Hermanos pagarão US$ 280 mil no 4C. A Alfa se estrutura para voltar ao mercado vizinho. Já tem cinco revendedores cobrindo o país. Aqui?…

Flex – BMW dá passo interessante e amplia oferta de motores flex nos alemães vendidos no Brasil: 328i, X1 sDrive20i e 125i M Sport. Começa com a linha 2015 onde o 328i custa R$ 134.950.

À frente - Cria novo parâmetro no setor ao apresentar o primeiro motor turbo a utilizar a capacidade flex. 

Ultrapassa VW, Peugeot e Renault com produtos com tal adjutório, porém, sem desenvolver tecnologia ao uso do álcool. 

No caso, esforço entre as BMW do Brasil, Alemanha e a Bosch. Potência e torque idênticos em ambos os combustíveis.

Ka+, o Plus – Modificando a política de mostrar partes do novo, de novo, Ka, Ford exibiu, junto da versão hatch, o sedã. 
É marcado com o símbolo da adição, o “+”. 

A empresa lê em inglês, e o baiano de Camaçari é chamado Plus. Inclui-se na previsão de preços e postura de marketing: bem equipado, porém, preço elevado para dar lucro e ficar longe da disputa pela base do mercado.

Preços – Proposta da Ford parece enquadrar-se na política atual dos fabricantes – margem de lucro em lugar de número de vendas. 

Custam:
Produto: 
Ka SE (hatch) 
Motor: 1.0 l
Preço: R$ 
35.390 

Produto: Ka SE ( # )
Motor: 1.5 l
Preço: R$ 40.390

Produto: Ka SE Plus (sedã)
Motor: 1.0 l
R$ 37.890

Produto: Ka SE Plus ( # )
Moto: 1.5 l
R$ 42.890

Produti: Ka Plus SE Plus (sedã)
Motor: 1.0 l
R$ 39.990

Produto: Ka Plus SE Plus (sedã)
Motor: 1.5 l
R$44.990

Produto: Ka SEL (hatch)
Motor: 1.0 l
R$ 39.990

Produto: Ka SEL ( # )
Motor: 1.5
R$ 44.990

Produto: Ka Plus SEL (sedã)
Motor: 1.0 l
R$ 42.490

Produto: Ka Plus SEL ( # )
Motor: 1.5 l
R$ 47.490

Takaro – Preços elevados no produto em si e nas diferenças de cilindrada – e de duas para quatro portas, idênticos R$ 5.000. 
No mercado outras marcas tem menor distância. 

Deve ser parte da política de sobrevivência num mercado de comportamento imprevisível. Cria margem maior para pedidos de descontos pelos compradores.

Largada – Dia 29, Chery apresentará sua fábrica, em Jacareí - 70 km ao Norte de São Paulo. Primeira chinesa no País, quer produzir 150 mil unidades anuais dos modelos Celler e QQ.

Na veia – Phillip Schiemer, presidente da Mercedes, mandou montar estande, preparou caminhão da marca à função, fez palestra sobre gestão e liderança na Agenda Confenar, encontro nacional das revendas Ambev e seus transportadores. 

Entidades acreditam em expansão de negócios e o executivo foi promover marca e produtos.

Maisnaus – BMW inicia montar com as facilidades industriais e tributárias da Zona Franca de Manaus, novo modelo R 1200 GS Adventure, no segmento Big Trail. Começa com versão superior, a Trophy.

Ensaio – Abriu pré-inscrição, tipo sondagem do mercado, a R$ 69.900 e R$ 78.900. Dois cilindros opostos, 1.170 cm3, 125 cv. 

Versão superior, cinco tipos de ajustes eletrônicos envolvendo motor, pressão dos amortecedores, controle de tração e freios. Mais? www.edicaolimitadags.com.br

Lucro – Yamaha Motor Co, matriz japonesa da marca, informa lucro de US$ 480 milhões, no primeiro semestre, graças a aumento de vendas em 7,6% em todos os segmentos abordados pela empresa, puxados por motocicletas e motores para barcos. 

No Japão a empresa também atua nos segmentos de maquinário industrial e robótica.

Moto – Grupo Segurador BB e Mapfre, com o Cesvi Brasil, tabularam 360 acidentes com motos no país. 

Concluíram, 73% das mortes foram causadas pelos próprios motociclistas, 11% colisão com automóveis; 7% com caminhões. 6% com animais na via. Buracos e sinalização, 1%. Não informou se o levantamento foi feito com apuração ou apenas visualização dos laudos.

Missão
– Com foco na preocupante situação de ser o Brasil o quarto país em mortes no trânsito, ceifando enorme quantidade de jovens entre 20 e 29 anos, a Michelin de pneus implanta o projeto Best Driver. 

Programa educacional, com apoio de 15 universidades onde, a partir de dados de comportamento de jovens, monitores e simuladores, testarão a performance dos estudantes.

Gente – Alessandra Souza, desafio. 

OOOO Era de marketing e vendas automóveis na Mercedes, agora supervisora para relacionamento com a Imprensa do setor. 

OOOO Paulo Gaba Jr., missão. 

OOOO Novo presidente da Federação Nacional das Locadoras de Veículos – evolução da ABLA. 

OOOO Buscará sedimentar a entidade, cobrar colaboração institucional dos associados em seus estados. OOOO
_____________________________________

FORD CAMINHÕES PRORROGA PRÉ-VENDA DA NOVA SÉRIE F NA INTERNET POR MAIS SEIS DIAS: ATÉ DIA 20/8 PARA QUE CLIENTES POSSAM PROGRAMAR SUAS COMPRAS ANTES DA CHEGADA DOS MODELOS AO MERCADO. AS RESERVAS PODEM SER FEITAS EM QUALQUER CONCESSIONÁRIA, COM PAGAMENTO DE APENAS 10% DE SINAL. DURANTE A PROMOÇÃO A F-350 CUSTAR$ 97.790,00 E A F-4000, R$ 112.790,00


A Ford Caminhões prorrogou o programa de pré-venda da Nova Série F, que será apresentada na próxima semana em Atibaia, São Paulo. 

Essa iniciativa exclusiva para a internet, através do site www.fordcaminhoes.com.br/serief, foi estendida até o próximo dia 20 de agosto e o objetivo é permitir que os clientes possam programar suas compras antes da chegada dos modelos no mercado.

“Esse programa de pré-venda é uma ação pioneira no segmento de caminhões e obteve grande sucesso. Em três meses já concretizamos a venda de mais de 700 unidades, entre os modelos F-350 e F-4000. Este número é bastante representativo no mercado de caminhões, além do fato de que tivemos mais de 150 mil acessos no nosso site do produto”, diz Antonio Baltar, gerente Nacional de Marketing e Vendas de Caminhões da Ford.

A pré-venda faz parte do programa do relançamento da Série F, uma das mais tradicionais do Brasil, com mais de 170 mil unidades vendidas dos modelos F-4000 e F-350. 

Entre outras características únicas, eles se destacam pelo conforto da cabine e baixo nível de ruído interno, o que facilita sua operação tanto nos centros urbanos quanto nas aplicações rurais.

Os dois modelos vêm equipados com motor Cummins de 150 cv, nova transmissão, freio ABS com EBD e ar-condicionado de série. 

Na pré-venda, os modelos contam com uma oferta exclusiva de preço de R$ 97.790,00 para F-350 e R$ 112.790,00 para F-4000 e também com as duas primeiras revisões grátis. Ambos têm dois anos de garantia e já serão comercializados como modelo 2015. 

A reserva pode ser feita em todos nossos 140 distribuidores Ford Caminhões, presentes em todos os estados do Brasil, com um pagamento no valor de 10% do veículo.

VOLVO COMEÇA A VENDER OS MODELOS 2015: X60, V60 E XC60 EQUIPADOS COM O SISTEMA SENSUS CONNET DE SÉRIE. OS PREÇOS VARIAM DE R$ 157.950, DO S60 T5 DRIVE-ER-DESIGN, A R$ 250.990, DO XC60 T6 R-DESIGN, TOP DE LINHA.


A Volvo Cars do Brasil inicia as vendas da linha 2015 dos modelos S60, V60 e XC60. Como principal novidade, toda a gama passa a trazer, de série, o inovador sistema Sensus Connect, nova interface tecnológica que reúne entretenimento, informações e um conjunto de serviços integrado a todas as funções do carro, que podem ser acessadas a distância.

O sistema permite, dentre as várias funções disponíveis, o uso de aplicativos conectados à rede e a reprodução de músicas via web. 


Em alguns modelos, com o Sensus Navigation, ele também trará serviços de navegação, com atualização de dados de trânsito, dentre outras novidades.

“O Sensus Connect é muito mais que um sistema multimídia. Ele reúne todos os sistemas de conectividade, entretenimento e serviços em uma única interface, totalmente integrada ao carro”, explica André Bassetto, gerente de produto da Volvo Cars do Brasil.



Paddle Shift
A linha 2015 também é marcada pela estreia do sistema de paddle shift, borboletas atrás do volante, para troca de marchas no modo manual, nos S60, V60 e XC60 T5 equipados com o moderno motor 2.0 Drive-E, de 245 cv. 


Com a novidade, o consumidor tem mais uma opção de explorar a dinâmica da transmissão automática Geartronic de oito velocidades. Outra novidade é a introdução da cor Power Blue como opção para o XC60.


Sensus Connect
A grande novidade da gama 60 2015 é o Sensus Connect. Diferentemente do Sensus Connected Touch, um acessório que era disponibilizado nos modelos da Volvo Cars, o Sensus Connect é um equipamento de série em toda a linha. E, agora, traz mais conectividade, entretenimento e serviços.

Na conectividade, o sistema permite a integração de diversos equipamentos, via Bluetooth.

No entretenimento, destaque para os aplicativos TuneIn®,Stitcher® e Rdio®. O TuneIn® permite sintonizar, via internet, mais de 50 mil estações de rádio de todo o mundo. 


O usuário pode buscar emissoras segundo diversos filtros, como, por exemplo, estilo musical, localização ou idioma da estação.

O Stitcher® permite a conexão com mais de 15 mil programas, podcasts e rádios online, enquanto o Rdio® é um serviço de música via streaming, que tem mais de 12 milhões de faixas disponíveis. 


É possível criar playlists ou ouvir álbuns completos, permitindo personalizar a trilha sonora de acordo com o momento.

Volvo On Call
Nos serviços, na gama 60 2015, o Volvo On Call ganhou mais duas novas funcionalidades: por meio do celular, é possível ligar e desligar o veículo a distância e também acionar o sistema de climatização a uma graduação pré-ajustada. 


“O sistema é útil em situações em que o carro fica parado em um estacionamento ensolarado, ou mesmo em dias mais frios, garantindo o máximo de conforto para os ocupantes,” explica Bassetto.

Sensus Navigation
As versões T6 do S60, V60 e XC60 e a versão T5 R-Design do XC60 trazem também o Sensus Navigation – um novo sistema de GPS, com mapas tridimensionais e atualização da situação do trânsito, via TMC (traffic message channel). 


Além disso, o Sensus Connect também oferece serviços como pontos de interesse para localização rápida, recebimento de destinos enviados via celular diretamente para o sistema de navegação, informações e fotos sobre pontos turisticos da rota e clima no local.

Versões
A linha 60 é composta dos modelos S60 (sedã), V60 (sportswagon) e XC60 (utilitário esportivo). 


Em todos os modelos da linha 60, são oferecidas duas motorizações: a T5 Drive-E (2.0, com 245 cv), com transmissão automática Geartronic de oito velocidades, e T6 (3.0, com 304 cv), com transmissão automática Geartronic de seis velocidades. Todos os modelos trazem paddle shift de série.

Preços
S60 T5 Drive-E R-Design – R$ 157.950

S60 T6 R-Design – R$ 206.950

V60 T5 Drive-E R-Design – R$ 162.950

V60 T6 R-Design – R$ 210.950

XC60 T5 Drive-E Dynamic – R$ 162.950

XC60 T5 Drive-E R-Design – R$ 193.950

XC60 T6 Top – R$ 225.950

XC60 T6 R-Design – R$ 250.990

FENABRAVE PROMOVE PESQUISA QUE MOSTROU A AUDI COMO "A MARCA MAIS DESEJADA" DOS CONCESSIONÁRIOS, NA CATEGORIA "AUTOMÓVEIS E COMERCIAIS LEVES". A MARCA DE CARROS PREMIUM ALEMÃ TEM 32 REPRESENTAÇÕES NO PAÍS, NÚMERO QUE DEVERÁ CHEGAR A 60, EM 2017, PARA ATENDER À DEMANDA QUE CRESCERÁ COM O INÍCIO DA OPERAÇÃO DA FÁBRICA, EM CONSTRUÇÃO EM CURITIBA, QUE COMEÇARÁ A PRODUZIR NO SEGUNDO SEMESTRE DE 2015.

Audi Suv Q3
A Audi foi eleita “A Marca mais desejada” no segmento Automóveis e Comerciais Leves em pesquisa da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), realizada com os concessionários do país. 

A pesquisa, feita entre maio e julho deste ano, teve a participação mínima de 25% das revendas de cada rede.

Audi Q3
“Essa é uma premiação que nos deixa muito felizes, pois mostra que a Audi é a marca ideal para quem vende automóvel. É o reconhecimento que temos uma rede que comercializa produtos que geram fidelidade e rentabilidade. Além de sermos sonho de consumo para o cliente, somos um desejo para quem vende”, disse Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil. 



O executivo lembrou que em 2014 a Audi tem registrado um patamar de vendas acima das mil unidades mensais.


O prêmio, realizado pelo sexto ano consecutivo, foi entregue ontem, 13 de agosto, pela Fenabrave durante a cerimônia de abertura do 24º Congresso & ExpoFenabrave, realizado na Expo Unimed Curitiba. 

A escolha de “A Marca mais desejada” faz parte da 19ª Pesquisa Fenabrave de Relacionamento de Mercado e contou com cinco categorias (“Automóveis e Comerciais Leves”, “Motocicletas”, “Caminhões e Ônibus”, “Tratores e Máquinas Agrícolas”, e “Implementos Rodoviários”).

“A premiação da ‘A Marca Mais Desejada’ é um reconhecimento importante, pois é validado por todas as redes de concessionárias, de todas as marcas e segmentos do país e, com isso, podemos destacar as que mais se diferenciam no mercado, assim como avaliar o desempenho das montadoras e suas redes de distribuição”, comentou Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave.



Segundo Hofmann, após a sexta edição, a escolha de “A Marca mais desejada” já se tornou um prêmio importante para as concessionárias de todo o Brasil e serve como referência e indicador de desempenho. Ganhar esse prêmio agora foi ótimo e motiva toda nossa rede a vencer futuras edições”, afirmou o presidente.

Audi A3 Sedan, modelo que será produzido na fábrica de Curitiba a partir do segundo semestre de 2015


Investimentos e resultados
A Audi tem hoje 32 concessionárias em todo o país e o objetivo é chegar a 60 unidades em 2017. 


O crescimento da rede até este volume será o suporte fundamental para a ampliação das vendas no Brasil, que deve se intensificar ainda mais após o segundo semestre de 2015. 



É nesta data que começará a produção da nova fábrica de Curitiba, que terá investimentos de R$ 500 milhões para produzir o A3 Sedan e o SUV Q3. 

“Nosso crescimento no país está sendo realizado de maneira sólida e sustentável e isso tem sido considerado por quem pretende ter uma revenda Audi”, avaliou Hofmann.



quarta-feira, 13 de agosto de 2014

CAMPO DE PROVAS DE CRUZ ALTA, DA GM, REALIZA 16 MIL TESTES POR ANO, É UMA DAS MAIS COMPLETAS DO MUNDO PARA O DESENVOLVIMENTO DE VEÍCULOS.


GM realiza cerca de 16 mil testes por ano no complexo que, desde a inauguração, em 1974, recebeu mais de US$ 120 milhões em investimentos

Local possui uma área de preservação ambiental, mais de 500 mil árvores de reflorestamento e plantações de noz macadâmia e de milho

Com acesso restrito a visitas, o Campo de Provas da General Motors em Indaiatuba (SP) é um local que desperta a curiosidade das pessoas, pois é lá que a empresa desenvolve os veículos Chevrolet no Brasil, incluindo os futuros projetos.


Para que não sejam revelados antes da data de lançamento ao mercado, os protótipos circulam mesmo internamente camuflados.

Por ano, o Campo de Provas da Cruz Alta (CPCA) realiza cerca de 16 mil testes, entre os laboratoriais e os de rodagem. Suas instalações são uma das mais completas do mundo.


Entre as principais estruturas, destacam-se o laboratório de eletroeletrônica, o de segurança veicular e o de emissões. 

Há também o laboratório de desenvolvimento de sistemas de refrigeração e o de vibrações e ruídos.

Muitas das atividades desenvolvidas pelos engenheiros da GM no CPCA são bastante específicas. 

Há, por exemplo, um comitê responsável por “afinar” o som dos motores Chevrolet ao gosto dos consumidores da marca.

40 anos de evolução
O campo de provas conta ainda com 16 tipos de pistas de testes, uma para cada finalidade, como a Pista de Tortura, usada para medir a integridade estrutural do veículo. 


Nesse percurso, o motorista não consegue transitar acima de 20 km/h, pois o pavimento é cheio de “tartarugas” quadradas e irregulares, além de valetas dispostas em ângulos diferentes.

Nestas quatro décadas de existência do CPCA, mais de US$ 120 milhões foram investidos na modernização e na ampliação do centro, que, no início, tinha apenas a estrada de terra da propriedade e uma garagem, que servia de escritório aos técnicos.

Naquela época, as tecnologias disponíveis também era outras. Os crash tests, por exemplo, precisavam de dois veículos, sendo um apenas para “puxar” o carro que bateria contra a barreira fixa.

Hoje, é possível realizar os mais variados experimentos virtualmente (por meio de supercomputadores) e certifica-los fisicamente depois, com teste realizados em condições absolutamente controladas.


Uma das últimas grandes obras do CPCA foi a construção do “Black Lake”. Esse nome deve-se ao fato de ele parecer um grande lago negro de asfaltado – são 120 mil m² de área, essencial à validação de sistemas eletrônicos de estabilidade, por exemplo.

Localizado a 110 quilômetros de São Paulo, o complexo é o maior do gênero em todo o hemisfério Sul.


Sustentabilidade
Desde a compra do terreno em 1972, a GM procura preservar as características do local ocupada hoje pelo Campo de Provas de Cruz Alta, no interior do Estado de São Paulo.


Estão lá, intactos, os velhos casarões da antiga fazenda habitados durante décadas pela família Waldemarin, ex-proprietária das terras. 

Pistas, laboratórios, escritórios e oficinas foram erguidos de maneira a não romper o equilíbrio natural, preservando a fauna e a flora locais. 

Para evitar acidentes com os animais nativos, foram construídas cercas ao longo das pistas.

A água potável é proveniente de poços artesianos que garantem a autonomia do CPCA. 

Já uma estação de tratamento de afluentes permite que o esgoto seja 100% tratado.

A preocupação da GM com a sustentabilidade pode ser comprovada ainda pela imensa área verde: são mais de 500 mil árvores fruto de reflorestamento e mais uma reserva de mata atlântica intocada.

No local, também há atividades agrícolas, como a produção da noz macadâmia e do milho, em substituição ao café que era plantado no local no passado.

Estrutura do CPCA
Principais laboratórios


Nome
Laboratório de Análise de Emissões
Inauguração1979
AtividadesO primeiro laboratório implantado no CPCA começou apenas com uma célula de análise. Hoje são cinco e mais uma série de equipamentos capazes de realizar os mais variados tipos de testes referentes à área, incluindo o de carros a diesel com tração 4x4. Uma das principais atividades deste centro é estudar soluções para a redução das emissões de gases. Para se ter uma ideia dessa evolução, um carro nacional atual polui cerca de 30 vezes menos que um do final dos anos 80.


NomeLaboratório de Segurança Veicular
Inauguração1997
AtividadesUm dos mais modernos do mundo, o laboratório de Segurança Veicular do CPCA é o único na América do Sul com recursos para testar e validar veículos conforme padrões Europeus, Japoneses e Americanos de proteção ao pedestre em caso de atropelamento. Alguns dos equipamentos utilizados foram criados no próprio campo de provas por projetistas brasileiros. Mas o primeiro crash test realizado no campo de provas ocorreu em 1975, com uma Caravan, em um evento à imprensa, que marcou a inauguração da área para impacto de veículos contra barreira fixa.




NomeLaboratório de Ruídos e Vibrações
Inauguração1997
AtividadesComo o próprio nome diz, identifica ruídos ou vibrações que possam gerar desconforto aos passageiros do veículo. Caso o componente não se enquadre nos rigorosos níveis de qualidade da GM, ele é retrabalhado física ou quimicamente. Esse desenvolvimento ocorre tanta antes de o modelo ser lançado no mercado quanto depois, seguindo a política de melhoria contínua praticada pela empresa. A câmara semi-anecóica, por exemplo, onde são feitas as medições acústicas, tem paredes de 1 metro de espessura e piso construído sobre amortecedores para que que não haja interferência do meio externo.




NomeLaboratório de Testes Estruturais
Inauguração2000
AtividadesTesta a durabilidade da carroceria além dos componentes do veículo que são submetidos às repetições, como o sistema das travas das portas e os elevadores dos vidros. Essa tarefa fica a cargo de robôs que chegam a executar a mesma operação mais de 100 mil vezes interruptamente. Para verificar se o carro funciona nas mais adversas condições climáticas, há uma câmara cuja variação de temperatura vai de -40ºC à +85ºC. O laboratório confere também itens de segurança passiva, por meio de testes estáticos que analisam a fixação dos bancos e dos cintos de segurança. Destaca-se também o simulador multiaxial: quatro pilares hidráulicos presos ao sistema de suspensão reproduzem os movimentos torcionais que ve&ia cute;culo sofreria se tivesse transitando por pisos irregulares.


NomeLaboratório de Desenvolvimento de Ar Condicionado, Ventilação e Arrefecimento
Inauguração2000
AtividadesUm superventilador capaz de gerar ventos de até 120 km/h é uma das ferramentas do laboratório para o desenvolvimento do sistema de refrigeração do carro, que precisa ser eficiente tanto em situação de pouca captação de ar, como em um congestionamento, quanto quando há excesso, como em estradas de alta velocidade. No caso de veículos pré-série, se os testes apontam falhas dinâmicas, o designer é obrigado a mudar o projeto, aumentando o tamanho da grade frontal ou redirecionando as aletas, por exemplo. Já a validação do ar-condicionado ocorre em uma câmara climática. Como alguns modelos da Chevrolet são exportados para países de clima muito quente, o aparelho tem de funcionar adequadamente até uma temperatura externa de 55ºC. Os n&i acute;veis de qualidade e durabilidade exigidos pela GM a seus produtos são, em muitos casos, superiores até aos de marcas consideradas premium.
NomeLaboratório de Eletroeletrônica
Inauguração2009
AtividadesOs carros estão ficando cada vez mais sofisticados e inteligentes graças, principalmente, ao avanço dos sistemas eletrônicos. Todos eles precisam funcionar perfeitamente em diversas condições de uso e por toda a vida útil prevista do veículo. No Laboratório de Eletroeletrônica, componentes recebem até descargas que simulam raios. É nesse local que ocorre ainda o desenvolvimento e a validação do sistema de som. Desde a escolha do posicionamento dos alto-falantes até um teste comparativo para saber qual antena melhor se adapta ao conjunto. Antes da inauguração deste centro, quase tudo isso era feito no exterior, o que demandava maior tempo e custo.


NomeLaboratório de Dinamica Veicular
Inauguração2013
AtividadesSofisticados equipamentos de medições permitem analisar, com extrema precisão, o comportamento dos sistemas de suspensão, pneus e rodas de um automóvel. Esses dados servem de base para que os engenheiros ajustem os parâmetros otimizando a melhor relação conforto e segurança, de acordo com a aplicação do modelo e a preferência do consumidor da marca Chevrolet.


Principais pistas de teste


NomeDurabilidade Acelerada
Extensão4.000 m
AtividadesÉ uma estrada de terra usada basicamente para testar carrocerias, componentes estruturais, transmissão e mecanismos de embreagem. Foi a primeira pista do Campo de Prova da Cruz Alta.



NomeReta em Nível
Extensão5.200 m
AtividadesNela, são avaliados sistemas de freios, arrefecimento do motor, consumo de combustível, ruídos e vibrações e o desempenho do veículo. A pista é composta por duas retas paralelas e perfeitamente niveladas de 2.400 metros de extensão por 7 metros de largura, unidas por duas curvas com inclinações que variam de 10% (faixa interna) a 30% (externa).


NomePoeira
Extensão2.900 m
AtividadesÉ uma pista projetada para a formação de densas nuvens de pó. No circuito, de 2.900 metros, o veículo testado anda atrás de outro que levanta poeira. Assim, é possível avaliar a vedação da carroceria, bem como a eficiência do filtro de ar e de outros componentes.
NomeDurabilidade D1
Extensão4.600 m
AtividadesÉ a pista em que os testes reproduzem o uso normal de um veículo em condições severas. Para isso, possui uma variedade de tipos de pavimento, como asfalto liso, irregular, rugoso, com buracos e com paralelepípedos. Há um trecho conhecido como “serrinha”, com aclives e declives acentuados, construído para testes de suspensão, direção e pneus. Nesta pista também são testados motor, eixo traseiro, embreagem, freio e parte da carroceria. É muito utilizada para avaliações subjetivas, entre elas a do comportamento da suspensão. Boa parte das apresentações de veículos Chevrolet à imprensa especializada são feitas nesta pista.


NomeDurabilidade D2
Extensão2.400 m
AtividadesExtremamente severa, tem bueiros, asfalto irregular, “costelas de vaca”, calombos e concreto com textura semelhante a “couro de jacaré”, os quais proporcionam resultados de deterioração estrutural do veículo e de seus componentes em pouco tempo.

CAMPO DE PROVAS DA CRUZ ALTA - PIONEIRO NO PAÍS - COMPLETA 40 ANOS. LOCALIZADO EM INDAIATUBA, TEM UMA ÁREA EQUIVALENTE A 160 MIL CAMPOS DE FUTEBOL, É O MAIOR DO HEMISFÉRIO SUL E TEM PISTAS DE TESTE E LABORATÓRIOS DE ÚLTIMA GERAÇÃO. E EXPORTA SERVIÇOS DE ENGENHARIA PARA DIVERSOS PAÍSES DO MUNDO.


São Caetano do Sul – O Campo de Provas da Cruz Alta (CPCA) completa 40 anos em 2014 como o maior do hemisfério Sul e um dos mais modernos do mundo em sua categoria.

Localizado na cidade de Indaiatuba (SP), em uma área equivalente a 160 mil campos de futebol, o complexo da General Motors conta com sete laboratórios tecnológicos e 16 tipos de pistas de teste.

O propósito de toda essa estrutura é desenvolver e validar um veículo para que ele resista às mais variadas condições de pavimento, clima e tráfego que irá enfrentar ao longo de sua vida útil.

Além de auxiliar no desenvolvimento de projetos futuros, o campo de provas também é de extrema importância no aprimoramento constante de modelos em linha à disposição no mercado.

Isso ajuda a entender o porquê, no Brasil, os carros da Chevrolet são reconhecidos pelo elevado nível de robustez, conforto e segurança veicular.

Ao todo, mais de 600 profissionais - entre mecânicos, engenheiros e motoristas de teste, revezam-se dia e noite em testes laboratoriais e de pistas.

“Em seis meses conseguimos simular o desgaste que um automóvel sofreria se rodasse por dez anos em condições normais de trânsito”, compara Luciano A. Santos, diretor do CPCA.


Uma das etapas é passar pelas pistas de durabilidade, que reproduzem o uso do veículo em condições severas. Para isso, possuem uma variedade de tipos de pavimento, como asfalto irregular, buracos, valetas e até paralelepípedos, possibilitando a análise dos resultados de deterioração estrutural do veículo e de seus componentes em tempo reduzido, para antecipar possíveis correções.

Um dos circuitos que mais despertam curiosidade é a Pista Circular. Com 4,3 quilômetros de extensão e uma inclinação que chega a 56 graus, ele simula uma reta infinita. A 160 km/h, o carro contorna sem que o motorista precise girar o volante. Entre os testes feitos ali, estão os de arrefecimento do motor, consumo de combustível e velocidade máxima.

Mas antes de um carro novo chegar aos testes de rodagem, cada um dos seus componentes e sistemas precisa ser minuciosamente validado.

Um dos laboratórios pelo qual o item passa é o de Testes Estruturais. Lá, há robôs que executam movimentos repetitivos para certificar, por exemplo, que o fecho do cinto de segurança e a trava da porta são capazes de funcionar por milhares de vezes, interruptamente.

“Para cada tipo de componente há um nível padrão de exigência de durabilidade. O sistema de capô de um carro Chevrolet tem de funcionar ao menos 30 mil vezes”, cita Marcelo Silva, gerente do laboratório.

Só depois que a peça é completamente aprovada pode começar a ser produzida em série. E caso haja qualquer mudança no material ou no desenho do item, por mais sutil que seja, o processo precisa ser repetido para garantir que não haverá risco de falha.

Crash test


Por fim, um protótipo ainda precisa passar por testes de impacto. A GM certifica seus produtos para que ofereçam proteção aos ocupantes em colisões dianteira, lateral, traseira e capotamento, além de proteção a pedestres.


O Laboratório de Segurança Veicular tem capacidade de executar testes atendendo todos os padrões internacionais de segurança.


Os ensaios de impacto são tripulados por bonecos especiais, conhecido como dummys. Pela complexidade tecnológica, alguns deles chegam a custar mais de US$ 500 mil (cerca de R$ 1,2 milhão) e possuem sensores capazes de mensurar com precisão a gravidade das lesões.

Um automóvel moderno tem, em média, 4.000 peças e tudo precisa ser testado. Por isso que o ‘período de gestação’ de um carro, desde o desenho até o lançamento no mercado, dura de dois a três anos”

Até mesmo uma simples reestilização na grade ou no para-choque do veículo exige uma nova rodada de experimentos, pois é preciso verificar se a mudança não influenciará negativamente a captação ou o direcionamento do fluxo de ar que vai para o motor, o que resultaria em perda de desempenho e até maior nível de ruído.

O segundo maior campos de provas da GM no mundo - atrás apenas do de Milford, nos Estados Unidos -, o CPCA também presta serviços de testes a filiais internacionais e outras marcas da companhia, como a Cadillac.

O centro ainda desenvolveu as versões tailandesa e australiana da Trailblazer e da S10, além dos modelos Spin e Cobalt que são produzidos na Indonésia e no Uzbequistão para o mercado russo.

CAMPO DE TESTES DA GM: "COMPUTADORES NÃO SUBSTITUEM TESTES DE CAMPO", GARANTE LUCIANO A. SANTOS, DIRETOR DO CPCA, ISSO APESAR DO AVANÇO DA INFORMÁTICA NO DESENVOLVIMENTO DE UM NOVO CARRO. ELE GARANTE QUE EXPERIMENTOS PRÁTICOS AINDA SÃO INDISPENSÁVEIS.



Um dos principais centros de tecnologia da GM no mundo, o Campo de Provas da Cruz Alta (CPCA) acaba de completar 40 anos e atualmente reparte com supercomputadores a tarefa de desenvolver e validar carros Chevrolet com elevado grau de confiabilidade e segurança. 


Para Luciano A. Santos, diretor do CPCA, apesar do avanço da informática, experimentos práticos ainda são indispensáveis neste processo. 

Confira os principais trechos da entrevista:



Inaugurado em 1974, o Campo de Provas da Cruz Alta passou por diversos processos de expansão e modernização. 
Se houvesse um ranking, em qual lugar ele estaria no mundo?
- O CPCA é o maior do gênero no hemisfério Sul e o segundo mais completo dentro da GM no mundo, atrás apenas do campo de provas de Milford, em Michigan, nos Estados Unidos.

É possível desenvolver um carro de padrão global com os laboratórios e as pistas de teste que a GM possui em Indaiatuba?
- O CPCA tem praticamente todas as facilidades necessárias para o desenvolvimento de um produto mundial, com exceção de alguns laboratórios que, devido a seu elevado custo, são estrategicamente únicos e de uso compartilhado entre todas as filiais da GM. Entre eles, o túnel de vento e o laboratório de interferência eletromagnética para veículos em escala real. 




O nível de exigência dos testes para carros nacionais é inferior ao para países desenvolvidos?
- A GM desenvolve seus produtos com base em procedimentos globais de qualidade. Mas, como cada país tem legislação e condições de tráfego bastante específicas, os testes precisam logicamente contemplar isso. No Brasil, por exemplo, os veículos precisam ter um sistema de suspensão adequado para aguentar muitos buracos, valetas, lombadas. 




Existe alguma pista ou laboratório exclusivo do campo de provas brasileiro?
- Temos algumas pistas peculiares, como as de durabilidade, copiadas dos perfis das ruas e estradas brasileiras. Mas como o CPCA executa serviços de engenharia para produtos que serão comercializados globalmente também, é preciso ter os mais variados tipos de circuitos. Outro importante diferencial da Cruz Alta são as atividades agrícolas, cuja renda ajuda na manutenção das instalações e no custeio de projetos ambientais do próprio campo de provas.


Em um momento em que quase a totalidade das avaliações de um veículo podem ser simuladas em computadores, qual a necessidade de um campo de provas?
- As simulações aceleraram e aperfeiçoaram o desenvolvimento de um automóvel, e com economia de recursos. No entanto, existem ainda muitos processos aonde a integração entre o homem e o automóvel são necessárias para calibrações e refinos.




Quais tipos de avaliações não têm tanta eficácia ainda se realizadas apenas virtualmente? 
- Principalmente as avaliações de componentes passíveis de tunning, como amortecedores, molas e coxins.  


Em quanto um campo de provas como o da Cruz Alta pode acelerar o processo de gestação de um novo veículo?
- O campo de provas por si só não acelera o desenvolvimento do veículo. Mas conseguimos em seis meses de testes alcançar um grau de desgaste do automóvel que um consumidor normal levaria aproximadamente 10 anos.




Em sua opinião, porque a grande maioria das montadoras instaladas no país nunca investiram em um centro tecnológico como o CPCA?
- O Campo de Provas da Cruz Alta é o mais completo dentro dos poucos que existem no Brasil. Podemos afirmar que a General Motors como corporação sempre foi líder em testes veiculares, apoia o desenvolvimento regional e acredita na capacidade dos engenheiros brasileiros. Os outros fabricantes devem ter suas razões e considerações para não investirem em um centro local, mas nós não as conhecemos.




Até produtos desenvolvidos em outras unidades da GM, como o Cruze, passam pelo CPCA em sua fase de pré-lançamento? 
- Todos os produtos globais acabam de certa forma passando pelo campo de prova da Cruz Alta. Isso também depende de questões estratégicas, entre elas a distribuição da carga de trabalho entre os centros tecnológicos da empresa pelo mundo.


O que é feito com o veículo depois que ele completa seu ciclo de testes no CPCA?
Mantemos aproximadamente 200 veículos de teste, incluindo protótipos e modelos da concorrência, para comparações. Todos, porém, não voltam às ruas. São desmontados para análise minuciosa e seguem depois para desmanche.  



terça-feira, 12 de agosto de 2014

VOLVO REVELA A PRIMEIRA IMAGEM EXTERNA DO NOVO XC90. O CARRO SERÁ APRESENTADO EM ESTOCOLMO NO FIM DE AGOSTO. ESTE MODELO É O PRIMEIRO A USAR A PLATAFORMA SCALABRE PRODUCT ARCHITECTURE (SPA)


Estocolmo, 12 de agosto de 2014 – A Volvo Cars revela hoje a primeira imagem externa do Novo Volvo XC90 – a ser apresentado daqui a duas semanas em Estocolmo. 

Ele será o primeiro carro da gama produzido na plataforma Scalabre Product Architecture (SPA), uma tecnologia de chassi modular desenvolvida pela marca.


A imagem revela parte da dianteira do Novo , que será reconhecido por seus faróis com luzes diurnas em formato de T, apelidadas de “Martelo de Thor” pelo time de design, pela similaridade com a arma do famoso deus nórdico do trovão.

“Qualquer um que olhar no retrovisor saberá imediatamente que se trata de um Novo XC90 atrás dele. 
O XC90 é um carro que marcará presença nas ruas", explica Thomas Ingenlath, vice-presidente sênior de Design da Volvo Cars. “”


A plataforma SPA vem sendo desenvolvida durante os últimos quatro anos como parte do plano de US$ 11 bilhões para a transformação da marca. 

Esse plano começa com o Novo XC90 e terá continuidade, no futuro, com os novos produtos da gama.

São dois os principais benefícios da plataforma SPA: primeiro, a flexibilidade, que permitiu aos engenheiros e designers da Volvo a liberdade de agregar uma enorme variedade de novos e atraentes componentes de design; depois, a dirigibilidade ampliada, com a introdução de tecnologias inéditas de segurança e conexão com o automóvel, além do maior espaço interno.


“A plataforma SPA e o XC90 são evidências claras de nossa estratégia Volvo-by-Volvo. O XC90 é uma combinação única de luxo, espaço, versatilidade, eficiência e segurança que elevarão a categoria de SUV a uma nova dimensão, da mesma forma que o XC90 original fez em 2002”, explica Peter Mertens, vice-presidente sênior de Pesquisa e Desenvolvimento da Volvo Cars.

Além disso, a plataforma SPA vai mudar a forma da Volvo produzir seus carros no futuro, permitindo a construção de uma gama extensa de modelos, motorizações, sistemas elétricos e tecnologias – com todo tipo de complexidade – para ser montados em uma mesma arquitetura, com significativa economia de escala.


"A plataforma SPA nos permite um reinício tecnológico. Cerca de 90% dos componentes do Novo XC90, e dos próximos modelos, são novos e únicos. Nós estamos elevando os níveis para o topo da gama premium, nos quesitos de qualidade e tecnologia”, explica Mertens.

Mais liberdade para os designers
Com a plataforma SPA, as limitações anteriores de design como distância entre eixos, de balanço frontal e traseiro, peso total e peso no eixo dianteiro foram eliminadas.

"Isso criou uma enorme liberdade para nós projetarmos carros com design elegante, proporções dinâmicas e assinaturas de estilo. Nossos três carros-conceito recentemente apresentados demonstraram essa capacidade. Mesmo o XC90 sendo um carro completamente diferente, você vai reconhecer suas linhas instantaneamente, quando ele for revelado em duas semanas”, explica Thomas Ingenlath.


Prazer ao dirigir e flexibilidade
A nova tecnologia de chassis SPA reduziu o peso e melhorou sua distribuição, aumentando o prazer ao dirigir, sem comprometer o conforto ao rodar. A plataforma SPA permitiu uma flexibilidade maior dentro do carro. 

O Novo XC90 traz um inovador design de bancos, que aumenta o espaço interno para os passageiros na segunda e na terceira fileira, ajudando a tornar o XC90 um genuíno sete lugares.

A capacidade de deslizamento de todos os bancos da segunda fileira pode ser usada para criar mais espaço para as pernas da terceira fileira, ou mesmo aumentar a capacidade de carga. 

Os bancos da terceira fileira oferecem o máximo conforto para passageiros de até 1,70 m.


“A plataforma SPA nos permitiu criar o primeiro SUV descompromissado. Você tem a agilidade de um carro pequeno e baixo, com a sensação de comando sobre o carro e um espaço generoso, além da adrenalina entregue pelas motorizações, que oferecem uma combinação imbatível de potência e baixas emissões. Além disso, é claro, carrega o emblema da Volvo, que significa segurança de ponta como item de série”, 
explica Mertens.

Combinação imbatível de potência e economia
O Novo Volvo XC90 oferecerá uma gama completa de motores Drive-E, todas proporcionando imbatível combinação de desempenho e economia de combustível. 

A família modular de dois litros e quatro cilindros, a diesel e a gasolina, terá vários níveis de sobrealimentação para cobrir toda a gama, desde alta potência e alto torque, até versões com elevada eficiência de consumo.

O topo da gama, o XC90 “Twin Engine”, combina um motor dois litros, de quatro cilindros em linha, com supercharger e turbo, a gasolina, com um motor elétrico que oferece insuperável combinação de potência e baixas emissões – cerca de 400 cv com emissões de CO2 em torno de 60g/km (usando o ciclo NEDC).

A plataforma SPA é apta a integrar sistemas de eletrificação em todos os níveis, sem que, para isso, se ocupem espaços internos ou de carga.


Segurança ampliada
A plataforma SPA ajuda a Volvo Cars a manter a reputação global de segurança, sem comprometer o design, o tamanho ou o peso. 

Parte disso se deve ao extenso uso de aço boro de alta resistência, que permite fazer um carro compacto e seguro ao mesmo tempo.

Ela também inclui uma inovadora estrutura elétrica, que eleva o nível de inteligência do carro de forma significativa. 

Isso é desenhado para simplificar a integração de novas tecnologias em áreas que se atualizam rapidamente, como em microprocessadores, sensores e câmeras. 

É algo que facilita a incorporação de novas soluções de segurança antiacidente – além de auxiliar a integração de sistemas multimídia e opções de conectividade.

“Nós criamos uma coluna cervical que tem o controle sobre todas as conexões do veículo. Isso é único na indústria”, explica Mertens.


Benefícios industriais
Além dos benefícios para o produto, a arquitetura modular também traz ganhos industriais. 

A plataforma SPA permite que a Volvo desenvolva uma gama de produtos com os mesmos tipos de módulos e interfaces, além dos mesmos sistemas modulares e componentes, em um sistema de produção flexível. 

Isso significa que todos os modelos da Volvo da gama 60 para cima poderão utilizar a mesma linha de produção, sem aumentar a complexidade do sistema.

TMD/COBREQ FECHOU JULHO COM LANÇAMENTOS DE PASTILHAS DE FREIO PARA 31 VEÍCULOS


Em julho, a TMD Friction do Brasil colocou no mercado nacional de reposição suas pastilhas Cobreq – dianteiras e traseiras - para 31 veículos de quatro montadoras e com diversos anos de fabricação: BMW, Land Rover, Hyundai e Kia, inclusive a pastilha dianteira do Kia New Picanto 1.0, até então inédita na reposição do País.

Nos modelos BMW, a referência lançada é a N-1493 - pastilha dianteira aplicável para os Z3 2.0, Z3 2.8 e Z3 3.0, assim como para os 10 modelos Land Rover Discovery III TD V6 2.7, Discovery III TD V8 4.4, Discovery IV TD V6 2.7, Range Rover, 4.2, Range Rover 4.4, Range Rover III 4.2, Range Rover III 4.4, Range Rover III Sport 2.7, Range Rover III Sport 4.2 e Range Rover III Sport 4.4.

Ainda para a Land Rover, o mercado também dispõe de pastilhas traseiras dos modelos Discovery III TD V6 2.7, Discovery III V8 4.4, Discovery IV TD V6 2.7, Range Rover 4.2, Range Rover 4.4, Range Rover III 4.2, Range Rover III 4.4, Range Rover III Sport 2.7, Range Rover III Sport 4.2 e Range Rover III Sport 4.4.

Na Hyundai são três modelos, com a aplicação de pastilhas Cobreq traseiras (referência N-1704) no Santa Fé 2.4 16V 4x4, Santa Fé 2.7 16V 4x4 e Santa Fé 3.5 16V 4x4. 

E dois lançamentos para cinco modelos da KIA: pastilha dianteira N-1711 do New Picanto 1.0 e traseira N-1704 do Mohave 3.8 V6 24V 4x4, Mohave 4.6 32V 4x4, Mohave EX 3.0 V6 24V e Sorento.

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.