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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

MERCEDES-BENZ LANÇA O AMG GT E ABRE DISPUTA COM O PORSCHE 911S. O CARRO SERÁ APRESENTADO NO SALÃO DE PARIS. FERRARI ESTÁ EM CRISE E PODE SER VENDIDA, O PROBLEMA É O COMPRADOR PODER SER UM ESTRANGEIRO, O QUE CAUSARIA UMA COMOÇÃO GERAL NA ITÁLIA. A FITA JÁ DECIDIU POR UM SEGUNDO PRODUTO EM SUA FÁBRICA PERNAMBUCANA, DEPOIS DO JEEP RENEGADE


Coluna nº 3714 - 12 de Setembro de 2014
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Anti Porsche, AMG GT 

lança modelo, marca e fábrica

Na mesma Afallterbach, cidadezinha a meia hora de Sttutgart, Alemanha, onde surgiu como oficina há 47 anos, e no novo prédio abrindo a série de 20 galpões, a AMG, assimilada e divisão da Mercedes-Benz, lançou-se o AMG GT. 

Automóvel de rendimento esportivo, foca no mítico Porsche 911 S, para ocupar lugar de destaque no mercado dos carros de atitude. É um superesportivo.

Produto inteiramente novo, sucede o SLS e suas portas abrindo para cima, exibindo credenciais como o chassi e carroceria em alumínio - nesta se excetua a tampa traseira, em aço, material para dar rigidez e estrutura anti-torcional.

Não é apenas mais um. Alarga a trilha aberta com o SLS para declarar ser agora fabricante, evolução do trabalho de desenvolver Mercedes-Benz, e após ter vendido 32 mil veículos, em 2013. 

A aparência, o novo motor, a disposição esportiva, a capacidade de ser aplicado como carro de corridas, servirão como imagem aos automóveis Mercedes. 

Tobias Moers, condutor da AMG,foi sintético: o GT será o embaixador da marca.

Muda tudo
Chassi, interior cuidado demonstrando evolução visual, casamento com a carroceria curvácea, dimensões e conceitos do mítico SL 300 Asa de Gaivota, incluindo o longo capô, o motor recuado, entre eixos, e a exclusividade mecânica da marca ao juntar caixa de marchas e diferencial numa só peça, o transeixo, na traseira, tudo se integra em nome de criar bandeira tecnológica. Tudo feito na AMG.

As linhas se marcam pelas superfícies lisas, pela aparência musculosa oferecida pela frente baixa, os largos para lamas, as grandes tomadas de ar frontais para arrefecer líquidos como a água de refrigeração e o óleo do motor, e a baixa altura permitida pelo novo motor V8, a 90 graus, 4,0 litros, feito sem carter de lubrificante, usando depósito externo. Isto permitiu ser rebaixado 5,5 mm.

Formas tem indubitável caráter esportivo e a distribuição de volumes criou traseira mesclando linhas do referencial Asa de Gaivota, e as do seu mirado concorrente 911S Porsche. 

Famosa estilista de moda Coco Chanel dizia, elegância era se produzir simplesmente e depois tirar 50% do conjunto. Parece, os designers, time próprio e novo arrebanhado pela AMG, sabiam disto. 

O GT dispensa riscos, rasgos, reentrâncias, dobras. As formas são limpas, lisas, sem adereços ou frescuras. 

Transforma os naturalmente comparados Ferraris e Lamborghinis em coisas barrocas perto de sua limpeza. Um belo design.

Interior segue a filosofia. Não é espartano com o Ford GT, de fugaz porém marcante passagem. 

É cuidado, harmonioso, rico em materiais e cuidada combinação, incluindo as linhas de harmonização do painel e a centralização dos comandos no largo, alto e estrutural console sobre o tubo de torque, ligando o motor à transmissão. 

Mudanças de marcha por alavanca no console ou pelas borboletas sob o volante.

Futuro
Dieter Zettsche, CEO da Mercedes automóveis, responsável pela renovação de modelos em nome da reconquista da liderança do mercado Premium, em conversa com os jornalistas brasileiros, e com saudação em português, concordou com a postura não exposta nas apresentações, quanto ao nascimento de outra marca para a Mercedes e, também, que a iniciativa não se resumirá ao novo GT, desdobrando-se em outros produtos. Passo corajoso.

Não se falou de capacidade industrial produtiva. Construir em alumínio, buscando compatibilizar baixo peso com resistência estrutural exige muitas intervenções e muitos elementos, processo muito distante do fazer uma plataforma convencional com meia dúzia de solenes porradas por prensas e linhas de solda. É um limitador quantitativo.

Oficialmente, não se falou em preço. Crê-se, seja anunciado no Salão de Paris, neste mês, mas as especulações projetam-no superior aos US$ 90 mil do visado Porsche 911S. 

Projeções entre material, mão-de-obra, o delta valorativo de ser um Mercedes, e o objetivo de concorrer com o 911S o detenha entre US$ 100 mil e US$ 120 mil. 

No Brasil, sem prazo para chegar, o modelo anterior SLS, de aquecimento industrial para chegar aos atuais produto e postura da AMG, foi vendido inicialmente a R$ 700 mil. 

Chegará à Europa, em dezembro, aos EUA em março, pós-Salão de Detroit e na China, maior mercado do mundo, em abril.

Informação atribuída a fontes da Mercedes diziam ser maior: em 115 mil e 130 mil Euros.

Mercedes não quer pagar pela nova imagem. Quer, com o GT, a divisão AMG sustentável e lucrativa.

Resumo
Motor V8, novo, 32 válvulas, injeção direta, dois turbos no vale do V, 462 cv na versão de entrada e 510 na S, torque de 650 Nm entre 1.750 e 4.500 rpm, pressão dos turbos entre 1,2 e 2,0 bar. 

Versão S acelera de 0 a 100 km/h em 3.8s e final de 310 km/h. Transmissão com sete marchas no eixo traseiro, controle eletrônico na versão S. 1540 kg e consumo com motor 462 cv, ciclo europeu, quase 11 km/litro, baixas emissões. E um som grave e viril.


AMG GT. Novo carro, nova marca.


Ferrari: crise com Fiat. E venda?
Ao fim do Grand Prix da Fórmula 1 em Monza, Itália, domingo passado, após outra dupla vitória da até agora imbatida Mercedes, Sérgio Marchionne, CEO – o executivo nº 1 da Fiat Chrysler, perguntado sobre mais uma derrota da Ferrari, e em sua terra, cobrou publicamente ações de Luca de Montezemolo, presidente da companhia. 

E, instigado, sobre a possibilidade do executivo, de carreira brilhante, deixar a empresa, disse que ninguém é insubstituível.

Definição, parecendo recado, foi vista pelo sistema bancário italiano como a abertura da possibilidade de venda da Ferrari, pertencente à Fiat, e hoje avaliada em US$ 5 bilhões, em especial pelo fato das derrotas da empresa diminuírem o valor de suas cotas. 

Tal montante, pela parte pertencente à Fiat, é ansiado como reforço de caixa ante muitas contas geradas pela compra da Chrysler e os planos de renovação dos produtos da marca.

Na crise que quase degolou a empresa há alguns anos, a família Agnelli, controladora, desfez-se de muito patrimônio extra automóvel para salvar a Fiat. 

E, para blindar a Ferrari, ícone nacional e símbolo da italianidade, sobre a possibilidade de perda ou venda, excetuou-a, sem incluir no pacote que reuniu todas as suas marcas sob o controle da Fiat Auto SpA.

Agora situação parece diferente. Montezemolo, 67, é executivo vitorioso, ex-presidente da Cofindustria, a confederação das indústrias italianas, dono de negócios de charme, como os óculos WEB, dos relógios Girard-Perregaux, recém criou companhia de estradas de ferro para concorrer com a rede estatal. 

Na Fiat, então braço direito do capo di tutti capi, o mandão maior Gianni Agnelli, fez boa gestão, e na Ferrari transformou-a em marca de griffe, aumentando produção, preços, lucros, gerando o valor muito superior aos bens físicos.

Há dias foi convidado a dirigir a fusão das companhias aéreas Alitalia e Etihad.

Montezemolo tomou estrada da dignidade e demitiu-se. Mas a saída não parece problema. Este será vender a Ferrari a cliente não italiano. Causará trauma na Itália

Picape, o segundo 
produto Jeep, em Recife
Após o Jeep Renegade – vendas pós-Carnaval, pois nem Jeep consegue superar os obstáculos da mídia e atenções durante a festa – a fábrica de Goiana, PE, terá segundo produto: um picape.

Coisa arrumada, diferenciada, situando-se em porte e preço acima de Strada e Saveiro, e abaixo de Nissan Frontier, Mitsubishi, VW Amarok, Ranger, Toyota Hilux e Chevrolet S10. 

Terá dimensões assemelhadas a estes picapes, então ditos médios, quando surgiram há 20 anos.

Nas diferenças, além do porte está plataforma monobloco – demais aplicam chassis em longarinas e travessas -, e suspensão independente nas quatro rodas.

Motorização flex e diesel. Motores 2.0, 160 cv, e 2.4, 170 cv, ciclo Otto, Flex, e diesel 2.0 170 cv, importados, de produção Fiat. 

Transmissão em estudo de viabilidade: mecânica de seis velocidades e versões de topo com caixa de dupla embreagem, oito ou nove velocidades – como em versão do Jeep Renegade.

Ao lançamento, os dois extremos, com motor flex tração simples, dianteira, e o diesel 2.0, tração nas quatro rodas e reduzida.

Piloto de avaliação de uma das mulas – veículo disfarçado para não conseguir ser definido - foi sintético: rodar muito mais para automóvel que para picape. Coerente. 

Todos os picapes feitos no Brasil utilizam-se do secular eixo traseiro rígido, desconfortável no andar por transmitir as irregularidades sentidas por uma roda à outra, além da vibração e da pouca aderência em frenagens de emergência. 

Têm andar encabritado e sensações de caminhão pequeno. A suspensão independente nas quatro rodas muito amplia o conforto no rodar.

Ciclo
Repete a história. A marca Jeep, mais emblemática variante de automóvel, ao lançar seu picape, na virada dos anos ’40, optou por tê-lo menor ante os então concorrentes. 

Renova o enfoque e a perceptível diferença para seduzir clientela: conforto de rolagem, melhor dirigibilidade e segurança em estabilidade e frenagem, permitidos pela suspensão independente em todas as rodas.

Negócio

Fiat, agora uma das marcas da FCA – Fiat Chrysler Automobiles -, implanta grande área industrial no Nordeste. 

Não é tão somente mais um endereço, enclave para produzir mais Fiats. Pode ser, venha a faze-los. Mas base do negócio é relançar marcas Alfa Romeo, Dodge, e Jeep no Brasil.

Novas linhas, novos produtos, novas redes de revendedores. Empreendimento impactante, para 250 mil unidades anuais, fornecedores instalados na planta industrial, grande passo para sedimentar a ousadia da matriz Fiat que, em menos de uma década se transformou: de empresa quase falida, a preocupante concorrente no mercado, líder no Brasil, quinto mercado mundial.



Roda-a-Roda

Mudou – Após seu Fit 2015 receber pontuação marginal em teste de impacto do Insurance Institute for Highway Safety, IIHS, de seguradoras – Honda mudou suporte do para choques frontal. Trocará em 12.000 unidades vendidas.

Aqui – Honda Brasil interpreta a ação como correção e não a aplicará aqui. Diz: “A informação divulgada pela Honda americana sobre o novo Fit nos EUA não se referiu a um recall por falha de produto. 

Em alguns mercados existem ações chamadas de PUD - Product Update - onde é possível chamar clientes para efetuar atualizações de produto. 

A alteração em pauta significa uma mudança do produto a fim de se obter melhores classificações no índice ISSH. 

Dessa forma, não existe relação com a especificação do FIT produzido no Brasil.” 

Bom começo – Série First Edition, inicial de 1.927 unidades – número registra o ano de criação da companhia - do novo utilitário esportivo Volvo XC90, lançado pela Internet, vendeu em 47 horas.

Conceito - Marca tão forte, clientela nem quis saber se o novo motor, de projeto chinês, substituindo os antigos Ford EcoBoost, é bom ou não.

Atualidades – Volvo de automóveis, investe seriamente em segurança e resistência, há anos foi comprada pela Ford e, pré crise econômica dos EUA, vendida aos chineses da Geely.

Audi + - Apesar de economia instável no mundo, Audi consegue superar performance do mercado. E agora quer vender 1,7M de unidades em 2014. Previsão anterior era 1,5M.

O Gato – Jaguar fez enorme festa, criou música, envolveu personalidades inglesas, lembrou ações do agente 007, incluindo trazer o carro de helicóptero sobre o rio Tâmisa até uma lancha de alta velocidade que o levou até o final.

Razão – Com o modelo XE, sedã médio, quer triplicar as vendas. O espaço estava vazio desde a saída de produção do modelo X Type, um Mazda de motor transversal e tração dianteira, repelido pelos compradores.

Armas
– Intenso uso de alumínio na plataforma modular e na carroceria, motor V6, 3.0, turbo com 340 cv, tração traseira, transmissão de oito marchas, aceleração de 0 a 100 km/h em 5,1s, grande espaço interno, o XE foca competir com BMW Serie 3 e Mercedes Classe C. 

Lançamento em setembro no Salão de Paris. No Brasil, Salão do Automóvel, outubro.

2008
– Vazaram na Internet fotos do 2008, mini utilitário esportivo a ser lançado pela Peugeot. 

Thomas Merchant, diretor da marca na matriz, confirma lançamento para o Salão do Automóvel, outubro.


Peugeot 2008, feito no Brasil, lançamento ao Salão.


Foco – Peugeot, disse o executivo, aplicará enorme plano de reestruturação no Mercosul para implementar negócios, melhorar as más vendas do bom 208, no Brasil. 

Investirá para promover imagem da marca no Brasil, Uruguai e Chile. Plano de reestruturação é nome elegante de corte de pessoal.

Mercado – Vendas de 19.132 veículos em agosto significou à Renault crescer 0,4% relativamente aos números de agosto 2013, no período mercado encolheu 17%. Novo Sandero e Logan lideram a marca.

Acerto – Decisão da Renault em fazer localmente veículos da romena linha Dacia – Logan, Sandero e Duster -, sugeria condenar o mercado a produtos de segundo nível. Entretanto salvou a operação, fê-la rentável e a mais vendida após as quatro grandes.

Finalmente - Quase um ano após, executivo da Fiat recordou o Leão de Ouro, recebido no último festival do filme publicitário em Cannes, França. 

Primeiro da América do Sul, disputando contra empresas grandes e de enormes orçamentos – IBM, Google, etc.

Festa - O prêmio à companhia não tem sido capitalizado como conquista diferenciativa. Foi lembrado por Lélio Ramos, diretor Comercial. Durante a apresentação do Uno Novo De Novo, mantinha a estatueta em mãos.

Vem aí – Sobre a nota da Coluna passada quanto ao início da produção local do Golf, Volkswagen esclarece: começará em 2015. 


Golfs mexicanos, com algumas simplificações relativamente aos modelos alemães atualmente à venda, iniciam ser importados até início da comercialização dos nacionais.

Charme – Nova atividade da Mercedes, alugar carros e utilitários esportivos com e sem blindagem mais Sprinter, tem promoção para os finais de semana: locação de sexta-feira ao meio-dia, até segunda, mesmo horário, pagará apenas duas diárias. 

Mais? Gestor de Negócio-Locação de Veículos Eduardo Mamede 11-99882-5727 / Nextel:ID.94*131796.

Tecnologia – O sistema de partida Start-Stop, desenvolvido pela Bosch e equipando o Novo Uno exige motor de arranque mais forte, cremalheira reforçada no motor e bateria para suportar seguidamente as demandas. 


Fiat estreia as novas Heliar EFB, com placas positivas revestidas por malha, capacidade de 60 AH e partida de 500 A.

DNA – Pedro, 16, o mais novo dos Piquet, é campeão de Fórmula 3 Sul-Americana, mesmo faltando duas provas para terminar o campeonato. 
Venceu 13 das 18 provas e é o único piloto a marcar pontos em todas. 

Pedro Piquet, 16, campeão antecipado, Fórmula 3 Sul-Americana

Desinteresse – Cadillac sedan de 1951, serie 62, ex do ex-presidente argentino Juan Domingo Péron, e pertencente a outro argentino famoso, o penta campeão de automobilismo Juan Manuel Fangio, leiloado pela Silverstone Auctions. Autorização por herdeiros, atingiu US$ 203.504 – uns R$ 450 mil.

Não combina – Fangio implantou em Balcarce, sua terra natal, o melhor museu de automóveis na Argentina doando, obtendo, reunindo excelente acervo. 


Passou e os herdeiros vendem o que podem. Há meses, trocaram por moedas um Torino Gran Routier, o modelo sedã, também do ex-campeão. Ninguém na Argentina, governo ou colecionadores se mexeu.


Cadillac de Perón e Evita, ex-Fangio, vendido em leilão inglês.


Gente - Sydney Latini, economista, passou.


OOOO O Dr Latini, como reverenciado, foi o secretário-geral do GEIA. 

OOOO No grupo encarregado de implantar a indústria automobilística, assunto novo, conseguiu gerir desenho de reconhecida eficiência. 

OOOO Deixou um livro, o melhor do tema, sobre a implantação desta indústria, e amigos agradecidos pelo convívio rico. OOOO

Um novo Uno para liderar

Quatro anos após lançá-lo, Fiat apresentou nova edição do Novo Uno. Assume o nome e o antigo será mantido em produção, como veículo de menor preço. 


Ampla reformulação em todos os grupos, de mecânica, estilo e conteúdo, contém diferenciais como o sistema Dualogic de automatização do câmbio através de botões, como o fazem Ferrari e o Alfa Romeo 4C e, para os conscientes da ecologia, o sistema Start-Stop, desligando o motor ao parar em sinais, cruzamentos. 

Reduz consumo e emissões, em circuito de para e anda, em até 20% do volume. Opcional sistema fixo ao painel, o Easy For You recebe o smart phone, utiliza sua tela, faz e recebe ligações por Bluetooth, vira GPS.

A colocação de atrativos diferenciados e as numerosas mudanças, atingindo até a plataforma, tem a pretensão de ampliar suas vendas em 30%. 


Hoje, quarto lugar na lista dos mais vendidos no mercado, tal percentual somado às vendas atuais o levariam a 13.000 vendidos mensalmente. 

Tal número embolará a disputa pelo primeiro lugar nas vendas domésticas, lideradas por outro Fiat, o Pálio, disputando com o VW Gol a posição de mais vendido. 

Outro da marca, o picape Strada, comanda as vendas dos picapes pequenos e é tremendo adjutório na soma que leva a Fiat à liderança do mercado, como o faz há 13 anos.


Novo Fiat Uno, para embolar a liderança do mercado.

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

MECÂNICA ONLINE® 
Nº 78 — 11 / 09 / 2014
Tarcísio Dias

Como funciona o Novo Uno “liga-desliga”
Tecnologia vem de série na nova versão Evolution do Novo Uno 2015 com transmissão manual

Já imaginou parar o veículo e o motor morrer? Essa pode ser a primeira impressão de quem dirige um veículo com o sistema Start&Stop (S&S), tecnologia que vem de série na nova versão Evolution do Novo Uno 2015. 

Enquanto outros fabricantes investiram na produção de motores menores, com três cilindros, a Fiat inova com o primeiro modelo fabricado no Brasil com a tecnologia e ainda por cima funcionando tanto com gasolina quanto com etanol.

Este recurso “verde” de última geração desliga e religa o motor automaticamente. Uma redução de até 20% no consumo de combustível pode ser verificada com o sistema ligado, principalmente nas paradas constantes, comuns no trânsito das grandes cidades. 

Ele também ajuda a reduzir significativamente a emissão de gases, contribuindo com o meio ambiente. 

E ainda melhora o conforto acústico do carro, já que não há o ruído característico do motor na marcha lenta.

O funcionamento é intuitivo e simples, com controle totalmente eletrônico e inteligente. Em trânsito pesado basta parar o carro em ponto morto que o motor desliga automaticamente. 

Para sair, é só pisar na embreagem para o propulsor religar imediatamente.

No painel do carro, após o desligamento do motor em uma parada, um símbolo mostra quando o sistema está ativo e funcionando. 

Em caso de paradas mais longas, que excedam 165 segundos, o motor entra em funcionamento sem a intervenção do motorista, garantindo a proteção da carga da bateria. 

O sistema S&S também pode religar automaticamente o motor caso o vácuo do servo-freio baixe ou ainda se o carro atingir velocidade superior a 3 km/h (por exemplo, em uma situação de aclive e declive).

Por trás desta simplicidade de operação existe muito trabalho de engenharia, que também acrescentou novas tecnologias para chegar ao resultado. 

Todo o sistema de partida do carro foi reformulado, desde o motor de arranque — desenvolvido especialmente para funcionar com mais frequência —, até o gerenciamento eletrônico do novo equipamento.

A bateria de 60 Ah, que traz Mix Acid Element (misturador do eletrólito), além de células de energia com tecnologia Heavy Duty, garante partidas e recargas mais rápidas. 

Existe também o Sensor Inteligente de Bateria (IBS), que monitora não só a carga elétrica do acumulador como todo o consumo de eletricidade do carro enquanto o motor está desligado pelo S&S. 

Este sensor IBS trabalha diretamente ligado ao sistema de gerenciamento eletrônico do carro, garantindo que o S&S só atue quando a bateria estiver acima dos 75% de carga.

Ainda para garantir recargas mais rápidas da bateria, o alternador é especial, de 120 Ah. E mais, um estabilizador de tensão mantém constante a corrente elétrica para todo o veículo, mesmo durante as repartidas.

Com o ar condicionado funcionando, o sistema religa o motor automaticamente após 60 segundos para manter a climatização interna. 

Durante a parada, o ventilador interno do ar condicionado permanece em funcionamento, porém o compressor se desliga, uma vez que ele depende do funcionamento do motor. 

Caso o motorista queira manter o ar da cabine mais frio, o sistema Start&Stop pode ser desligado a qualquer momento através de um botão no painel frontal.

Para o funcionamento do S&S, o gerenciamento eletrônico checa diversos parâmetros, como porta e capô fechados, cinto do motorista afivelado, se o motor já terminou seu ciclo de aquecimento e a velocidade superou 7 Km/h por mais de 2 segundos, câmbio em ponto morto, além do pedal de freio acionado e o carro parado. 

Só depois desta checagem eletrônica é que o Start&Stop começa a atuar. Tudo isso, porém, é feito em milésimos de segundo.

Todo este gerenciamento é muito eficiente por meio de uma arquitetura eletrônica aperfeiçoada e o novo sistema CANbus, que passou de 11 bits para 29 bits. 

Isto torna toda a parte eletro/eletrônica do modelo mais rápida, suportando os novos recursos, inclusive os de conforto e segurança.

Durante o lançamento do Novo Uno 2015, em Buenos Aires, tivemos a oportunidade de testar em trânsito pesado o comportamento do sistema, que muito agradou. 

Principalmente quando colocamos o pé na embreagem para colocar a primeira marcha, o ligar foi rápido e sem maiores vibrações do veículo, o que poderia vir a incomodar.

- - - B O X - - -

Condições AUTO STOP

· Temperatura do líquido de arrefecimento do motor acima de 40°C.

· Cinto de segurança do motorista afivelado.

· Porta do condutor e capô fechados.

· Ter atingido anteriormente velocidade superior a 7 quilômetros por hora por 2 segundos.

· Carga da bateria maior que 75%.

· Última marcha engatada não ser a ré.

· Freio de estacionamento não estar acionado.

Condições AUTO START

· Ao se acionar a embreagem.

· Mesmo em ponto-morto, se a velocidade for superior a três quilômetros por hora.

· Baixo vácuo de freio.

· Ligar o ar condicionado manualmente.

· Tempo de motor desligado maior do que 60 segundos com o ar condicionado ligado.

· Após 165 segundos do auto stop, caso o ar condicionado esteja desligado.

· Quando há alta demanda elétrica dos equipamentos do carro, como faróis, limpadores e desembaçadores, por exemplo.
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânica com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

Coluna Mecânica Online® - Menção honrosa (segundo colocado) na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo 2013, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.

PEUGEOT APRESENTA NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE PARIS O MODELO 208 HYBRID AIR 2L


A Peugeot apresenta no Salão do Automóvel de Paris o tecnológico 208 HYbrid Air 2L. 

Ele é a síntese de uma série de tecnologias que respondem ao projeto governamental de fazer um carro que consuma apenas 50 km/l. 

Este projeto comporta um critério imponderável; as tecnologias empregadas devem ser industrializadas a um custo acessível até 2020.

O objetivo desse modelo é, portanto, muito ambicioso. Trata-se de cortar pela metade o consumo já bastante moderado de um 208. 


Para tanto, é preciso trabalhar em diferentes frentes. Com efeito, a redução de um pequeno grama de CO2 é um verdadeiro desafio. No ciclo NEDC, a redução de um grama corresponde a:

- uma diminuição de peso de 10 kg;

- ou uma redução do consumo elétrico de 50 W;

- ou uma redução da resistência à rodagem de 6 N;

- ou uma melhoria do SCx de 0,03 m².

Por outro lado, um aumento de 1% do rendimento do motor permite reduzir as emissões de CO2 na mesma proporção.

O 208 HYbrid Air 2L é baseado num modelo de série, o 208 1.2L PureTech 82 BVM5, que apresenta os seguintes valores:

- consumo: 22,2 km/l;

- emissões de CO2: 104 g/km;

- massa: 960 kg

- SCx: 0,65 m2

Para reduzir o consumo e atingir 50 km/l, os engenheiros do grupo e os parceiros do projeto utilizaram tecnologias até então restritas à competição ou aos veículos de luxo. 


Após uma rigorosa seleção, foram escolhidas apenas as tecnologias que pudessem ser industrializadas numa fábrica já existente e numa cadência industrial elevada. 

Além disso, trata-se de reduzir o consumo sem alterar as qualidades do carro – um estilo forte associado a desempenhos de alto nível.

Uma massa de apenas 860 kg
O Peugeot 208 de série utiliza maciçamente o aço, matéria que compõe tanto a estrutura quanto os revestimentos. 


Com uma densidade de 7,850 kg/m3, a utilização de materiais alternativos, como os compósitos ou o alumínio, apresenta um verdadeiro potencial. 

De fato, a densidade de um compósito de carbono é de cerca de 1,200 kg/m3 e a do alumínio, de aproximadamente 2,700 kg/m3. 

No entanto, a substituição de uma peça de aço por outra idêntica de alumínio nem sempre é possível. Há que se levar em conta as propriedades mecânicas e o custo dos materiais.

Essa concepção que utiliza diversos materiais representa um desafio. Para tanto, é preciso realizar montagens mistas utilizando aço / alumínio / materiais compósitos e desenvolver novas tecnologias de montagem. É um dos principais eixos do projeto.

A estrutura de aço acolhe um novo assoalho de material compósito que contribui para absorver a energia em caso de choque. Este conjunto é submetido a uma cataforese durante o processo de fabricação, e o assoalho em material compósito é constituído por três elementos montados por colagem utilizando a tecnologia termoplástica.

A rigidez dos materiais compósitos também é explorada para simplificar a concepção de algumas peças. 


A tampa do porta-malas é dotada de uma arquitetura semi-estrutural, que associa um exterior e um forro com espessura de 1,5 mm, assegurando sua resistência à torção e dispensando assim o acréscimo de reforço nas áreas planas devido à otimização da direção das fibras de carbono em função das forças que atuam sobre elas. 

A rigidez e a densidade reduzida permitem eliminar um dos dois amortecedores da tampa traseira, proporcionando uma redução suplementar do peso. 

Finalmente, na moldagem, é feita uma abertura no forro para acolher o chicote elétrico, reduzindo assim o número de grampos.

As laterais e os painéis da carroceria, as portas e o teto também utilizam materiais compósitos de carbono, assim como as molas helicoidais de suspensão. 


Nestas, a utilização do material compósito tem um impacto positivo sobre o comportamento dinâmico, devido à redução de peso.

O sub-chassis do motor e as longarinas são feitos em alumínio, um metal que tem propriedades de proteção cinética. 


 Com efeito, ao contato com o oxigênio, o alumínio é naturalmente recoberto por uma fina camada de alumina, que o protege em profundidade da corrosão. 

Além disso, o alumínio pode ser reciclado sem que se alterem suas propriedades mecânicas.

No entanto, os esforços para reduzir o peso não se concentram apenas na utilização de novos materiais, mas também na remodelação das peças existentes. 


Assim, graças à adaptação das espessuras da linha de escapamento em inox, foi possível reduzir em 20% o peso desta peça.

Baseado num 208 de série particularmente leve, o 208 HYbrid Air 2L consegue uma diminuição de massa importante. 


Os materiais, a remodelação das peças, assim como os novos processos possibilitaram uma redução de 100 kg.

Um grupo motopropulsor que conjuga eficiência e prazer de condução

O 208 1.2L PureTech 82 possui de série um motor a gasolina associado a um câmbio mecânico de 5 marchas. 


Este conjunto foi substituído por um propulsor híbrido a gasolina e ar comprimido. A tecnologia HYbrid Air combina duas energias para atingir o melhor rendimento de acordo com as diferentes situações, ajudando e até mesmo substituindo o motor a gasolina, para permitir a máxima eficiência durante as fases de transição, tais como acelerações e arrancadas.

Essa tecnologia é composta:

- por um reservatório de energia que contém ar comprimido, situado sob o assoalho do porta-malas;

- por um reservatório de baixa pressão situado na altura da travessa da suspensão traseira e servindo de espaço de expansão;

- por um grupo hidráulico composto por um motor e uma bomba, instalado sob o capô na transmissão.

Esta última é composta por um trem epicicloidal automatizado para gerenciar a repartição entre as duas energias. 


Ela substitui o câmbio mecânico e oferece, além disso, prestações de automatização da troca de marchas.

Os dois reservatórios, situados na parte traseira, são constituídos por um núcleo de alumínio que garante a estanqueidade, recoberto por um material compósito, que lhes dá robustez.

Dependendo da situação encontrada, o sistema de monitoramento seleciona, de forma totalmente transparente para o condutor, o modo que lhe permite alcançar o melhor rendimento.

No modo “Air” (ZEV), apenas a energia contida no ar comprimido impulsiona o veículo. 


Sem qualquer consumo de gasolina ou emissão de CO2, este modo de funcionamento manifesta toda sua essência no trânsito urbano.

Em modo “Gasolina”, apenas o motor a gasolina movimenta o veículo. Este modo é particularmente adaptado para estradas, com velocidade estabilizada. 


O modo “Combinado” se destina especialmente às fases transitórias na cidade e na estrada (arrancadas, acelerações). 

Ele combina as duas energias em proporções ajustadas para atingir um consumo otimizado.

O reservatório de energia pode ser carregado nas fases de desaceleração (quando o condutor freia ou retira o pé do acelerador) ou por meio da energia desenvolvida pelo motor de 3 cilindros a gasolina a fim de comprimir o ar. 


Em ambos os casos, a capacidade energética máxima do acumulador sob pressão é atingida rapidamente, em apenas dez segundos.

O motor de três cilindros a gasolina 1.2L PureTech 82 de última geração foi otimizado, especialmente no que diz respeito às perdas por atrito. 


Elas representam cerca de 20% da potência consumida por um motor. Para reduzi-las, ambos os comandos de válvulas e os pistões são recobertos por um revestimento Diamond Like Carbon.

Associado a novas buchas em polímero, o motor contém um óleo de baixíssima viscosidade, de modo a atingir mais rapidamente o ponto de funcionamento ideal do motor. Graças a essas evoluções, o rendimento do motor tem uma melhora de 4%.

Um estilo naturalmente eficiente
A fluidez está incorporada ao estilo da Marca. O 208 HYbrid Air 2L oferece uma série de melhorias para reduzir o arrasto. 


Assim, a altura é rebaixada e um módulo de entrada de ar automatizado gerencia o fluxo de ar que penetra sob o capô, deixando entrar apenas o necessário.

O fluxo também foi melhorado mediante a colocação de um arremate na junção entre as colunas A e o para-brisa. 


A parte traseira comporta um spoiler integrado à tampa do porta-malas e um extrator de ar sob a carroceria. 

O extrator permite que o ar seja extraído livremente sob o veículo, sem nenhum entrave graças à carenagem sob o piso da carroceria.

Nas laterais da carroceria, os retrovisores de capa rígida são substituídos por uma câmera sobre um suporte perfilado, que alia a beleza à eficiência. 


As rodas, dotadas de um diâmetro importante, são equipadas com calotas aerodinâmicas.

Os pneus, com sua arquitetura inovadora, reforçam esse desempenho. A escolha dos materiais e a concepção da banda de rodagem permitem a combinação de uma pequena largura com um grande diâmetro. Tudo isso ajuda a melhorar a aerodinâmica e a resistência ao rolamento dos pneus.

Essa arquitetura apresenta outras vantagens: melhor absorção das irregularidades do piso, melhor resistência à aquaplanagem e conforto acústico superior. 


 O SCx resultante constitui um verdadeiro avanço, com melhora de mais de 20%, sem comprometer a habitabilidade e o porta-malas.

FORD PROMOVE O MAIOR TREINAMENTO DA SUA HISTÓRIA COM O LANÇAMENTO DO NOVO KA REUNINDO EM SÃO PAULO MAIS DE 4.000 FUNCIONÁRIOS DAS ÁREAS DE VENDAS E PÓS VENDAS, CONSULTORES TÉCNICOS E VENDEDORES QUE TESTAM TODOS OS MODELOS DA MONTADORA E RECEBEM EM PALESTRAS INFORMAÇÕES PRECISAS SOBRE O QUE CADA MODELO OFERECE E O QUE REPRESENTA NO MERCADO.


“Esta é a primeira vez que uma montadora reúne no mesmo evento todos os profissionais de atendimento de vendas e pós-vendas da sua rede, incluindo vendedores, consultores técnicos, profissionais de entrega técnica, gerentes de venda e pós-venda e coordenadores de satisfação do cliente.”

O comentário é do gerente de Desenvolvimento da Rede de Distribuição da Ford, Ivan Nakano, ao comentar que a Ford está promovendo o maior treinamento já feito para a sua rede de distribuidores, com a participação de mais de 4.000 profissionais das áreas de atendimento de vendas, pós-vendas e satisfação do cliente. 

Nakano explicou que com o objetivo de mostrar o novo posicionamento da marca surgido com o lançamento do Novo Ka, a Ford passou a ter uma linha totalmente formada por produtos globais.

A montadora oferece uma nova experiência diferenciada de vendas e serviços ao seu cliente com o portal de treinamento destinado aos profissionais da sua rede de distribuidores com um sistema de graduação.

O programa, chamado Imersão Ford, está acontecendo em São Paulo e inclui test-drive de todos os modelos da nova geração – Novo Ka, Novo Ka+, New Fiesta Hatch e Sedan, Focus Hatch e Sedan, Fusion Flex e EcoBoost, EcoSport, Edge e Ranger – para mostrar os seus recursos inéditos de assistência e tecnologia. 

Cada turma permanece durante três dias no local, participando das palestras e workshops.

“A tecnologia dos carros mudou e o perfil dos consumidores também. O cliente hoje é muito mais bem informado, pesquisa e compara os detalhes dos veículos antes de ir ao distribuidor. Por isso, os profissionais de atendimento também precisam estar mais preparados e atualizados”, completa Nakano.





Novas tecnologias
O Novo Ka e o Novo Ka+, por exemplo, são os primeiros carros do segmento de entrada a oferecer controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e sistema de conectividade SYNC com comandos de voz e assistência de emergência. 

O Focus é o primeiro carro médio a contar com estacionamento automático e o Fusion, entre outros avanços, traz alerta de manutenção na faixa e sistema de alerta de pontos cegos e tráfego cruzado.

Pistas especiais foram montadas no local do treinamento para que os participantes possam experimentar o funcionamento desses equipamentos em situações reais de uso.

“Mais do que explicar para que servem todas essas tecnologias, o nosso profissional de atendimento deve ter a postura de criar uma experiência diferenciada do consumidor com a marca. Por isso, essa vivência é importante”, destaca o executivo.


Treinamento on-line
A Ford foi a primeira montadora a criar um portal de treinamento para os profissionais da sua rede de distribuidores com sistema de graduação, a Unidade de Treinamento Ford, ou Ford U. 

Criado em 2006, o portal conta atualmente com 52 cursos, que são renovados constantemente e estão disponíveis on-line, 24 horas. 

Conforme completam as etapas, os vendedores progridem nas categorias graduados, pleno e sênior.


RENAULT ESTREIA NO BRASIL NOS MODELOS NOVO SANDERO E NOVO LOGAN O CÂMBIO AUTOMATIZADO EASY'R - DA ALEMÃ ZF - DESENVOLVIDO PELA MONTADORA FRANCESA. VENDIDA COMO OPCIONAL NAS VERSÕES EXPRESSION E DYNAMIQUE, POR R$ 2.400,00, A NOVA TRANSMISSÃO ESTABELECEU OS SEGUINTES NOVOS PREÇOS DOS MODELOS: SANDERO EXPRESSION 1.6 8V, R$ 43.000,00 E DYNAMIQUE, R$ 47.180,E LOGAN EXPRESSION 1.6 8V, R$ 45.490 E O DYNAMIQUE, R$ 50.180,00.


Para quem pretende dirigir nas cidades com mais conforto, a Renault acaba de lançar os modelos Sandero e Logan com o câmbio automatizado
 Easy’R, de cinco marchas, e a promessa de 20% menos no consumo de combustível, em relação à transmissão automática.


A Easy'R aparece ainda como opcional nas versões com motor 1.6 8v (Expression e Dynamique), por R$ 2.400.


Para facilitar as manobras de estacionamento, o Easy’R traz a função Creeping, que faz com que o veículo se mova lentamente bastando tirar o pé do freio com o veículo engatado em primeira marcha ou marcha a ré. O Creeping auxilia também nas arrancadas em rampas de até 4 graus de inclinação.


O câmbio automatizado, diferentemente dos automáticos convencionais, possui embreagem e um câmbio mecânico semelhante ao da versão manual. Um sistema eletrônico controla a embreagem e faz as trocas automaticamente.


No Easy’R, a troca de marchas é realizada de maneira eletroeletrônica. O motorista também pode escolher trocar as marchas de forma manual sequencial, com toques na alavanca de marcha.


Há também a possibilidade de dirigir de forma mais econômica ou esportiva automaticamente, pois o sistema se adapta ao modo de dirigir do motorista. 


Em caso de acelerações bruscas (o chamado “kick down”), o câmbio Easy’R fará as trocas tornando a condução esportiva ou possibilitando uma ultrapassagem mais segura.


Com o câmbio Easy’R, o Sandero Expression 1.6 8V tem preço sugerido de R$ 43.000 e o Sandero Dynamique, R$ 47.180. O Logan Expression 1.6 8V sai por R$ 45.490 e o Logan Dynamique por R$ 50.180.


O câmbio Easy’R utiliza o sistema eletroeletrônico da alemã ZF e foi desenvolvido ao longo de três anos, com mais de um milhão de quilômetros rodados em bancos de ensaios e em testes dinâmicos nos novos Sandero e Logan em três continentes. Na Renault, essa tecnologia faz a sua estreia mundial no Brasil.


Sandero e Logan têm garantia de fábrica de 3 anos ou 100 mil quilômetros rodados, prevalecendo o que ocorrer primeiro. O plano de manutenção dos modelos prevê revisões periódicas a serem feitas em intervalos de 10.000 quilômetros ou a cada ano de uso.


Dividindo-se o custo total do programa de manutenção pelo número de dias dos três anos de garantia, o resultado é um custo de manutenção em torno de R$ 1 por dia (para as versões sem ar-condicionado) – um dos mais baixos das categorias.



quarta-feira, 10 de setembro de 2014

RENAULT CONVOCA DONOS DO MASTER MINIBUS PARA RECALL DO SUPORTE DE FIXAÇÃO DOS BANCOS DOS PASSAGEIROS.


A Renault do Brasil convoca os proprietários do modelo Novo Master Minibus de 16 lugares, para um recall que visa substituir o “Suporte de fixação dos bancos dos passageiros”. 

A convocação envolve 2.224 veículos no país, fabricados entre novembro de 2012 e julho de 2014 (chassis de EJ207979 a FJ473544).

Em função de vibrações e condições de uso severas, foi constatada a possibilidade de fissuras no suporte de fixação dos bancos, que pode acarretar em sua quebra, e em casos extremos, causar danos físicos aos ocupantes do veículo.

A substituição da peça tem duração prevista de 5 horas, sem custo para o cliente e deve ser agendado em uma concessionária Renault pelo site www.renault.com.br ou pelo SAC Renault no telefone 0800 055 5615.

O NOVO CHEVROLET CORVETTE ESTARÁ EXPOSTO NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO, QUE ACONTECERÁ DE 30/10 A 9/11, NO ANHEMBI. O CARRO COM MOTOR 6.2 E 466 CV FAZ DE 0 A 100 KM/H EM 3,8 SEGUNDOS.


São Caetano do Sul, 09 de setembro de 2014 – Icônico e cultuado superesportivo norte-americano, o Corvette será destaque no estande da Chevrolet no 28° Salão Internacional do Automóvel de São Paulo e certamente uma das atrações do salão, que será realizado de 30 de outubro a 9 de novembro no Pavilhão de Exposições do Anhembi.


Duas unidades do Corvette estão sendo importadas exclusivamente para exibição no estande da marca, que prepara ainda muitas outras surpresas aos visitantes do principal evento do setor automotivo do ano na América do Sul.


Uma das versões do Corvette será o Stingray de sétima geração, equipado com motor 6.2 V8 de 466 cv e transmissão automática sequencial de oito marchas.


O modelo é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em cerca de 3,8 s – marca que o credencia como um dos carros de série mais rápidos já exibidos na mostra paulistana em todos os tempos.

“Será a primeira vez que o novo Corvette fará uma exibição oficial no país. Embora não tenhamos planos de vender o modelo no país, o C7 é o grande ícone da marca Chevrolet e desperta enorme interesse do público em todo o mundo. Além disso, ele incorpora uma série de novas tecnologias que apontam para o futuro da indústria automotiva”, justifica Santiago Chamorro, presidente da General Motors do Brasil.

PRÊMIO TOP DE SUSTENTABILIDADE ADVB 2014 FOI CONQUISTADO PELA GENERAL MOTORS DO BRASIL

Da esquerda para direita: Pedro Luiz Dias, diretor de Comunicação e presidente do IGM; Adriana Colin, mestre de cerimônia; Lívio Giosa, vice-presidente da ADVB; e Luiz Roberto Gonçalves, gerente de Relações Públicas e Governamentais da GMB.

São Caetano do Sul - A General Motors do Brasil recebeu, na manhã desta terça-feira, em São Paulo, o Prêmio TOP de Sustentabilidade ADVB 2014 com o projeto “1º Prêmio de Sustentabilidade para Concessionárias Chevrolet”.

O prêmio TOP de Sustentabilidade, organizado pela ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil), tem como objetivo reconhecer organizações que promovem ações ambientais e sustentáveis para o seu público interno e para as comunidades com as quais se relacionam.

Representaram a GM na cerimônia Pedro Luiz Dias, diretor de Comunicação e presidente do IGM (Instituto General Motors), e Luiz Roberto Gonçalves, gerente de Relações Públicas e Governamentais.

“A GM sempre teve critérios ambientais que fazem parte dos conceitos corporativos e dão direcionamento à empresa. Temos certeza de que nossas ações contribuem e inspiram outras empresas a seguir caminhos sustentáveis”, afirma Pedro Luiz Dias, diretor de Comunicação e presidente do IGM.

Case
Idealizado pela General Motors do Brasil, o “1º Prêmio de Sustentabilidade para Concessionárias Chevrolet” é uma iniciativa pioneira no setor.

O concurso reconheceu as melhores práticas sustentáveis --aquelas que trazem desenvolvimento econômico, preservam os recursos ambientais e geram meios para que se promova um melhor equilíbrio no desenvolvimento social.

Ao todo, três concessionárias Chevrolet foram premiadas, uma de cada divisão do país: a Absoluta, de Santos (SP), o Grupo Sponchiado Jardine, de Porto Alegre (RS), e a Topvel, de Barreiras (BA).

A General Motors instalou-se no Brasil há quase nove décadas. Com expertise no desenvolvimento de automóveis de passeio e de transporte de carga, a companhia orienta-se pelo conceito de desenvolvimento sustentável – o tripé nas dimensões econômica, social e ambiental.

Prêmio ADVB
O TOP Socioambiental originou-se a partir da fusão de duas premiações que acompanham a história das ações ambientais e sociais no Brasil: o TOP Social e o TOP Ambiental.

E agora dá mais um passo rumo à inovação com a mudança de conceito para o TOP de Sustentabilidade.

O TOP Ambiental nasceu como TOP de Ecologia, este último idealizado na esteira da Eco-92, no Rio de Janeiro, um evento que assinalou a crescente preocupação mundial com a ecologia.

Sua primeira edição, em 1993, premiou empresas estatais e privadas que conciliaram sua atuação com a preservação do meio ambiente. Algumas edições depois, o prêmio passou a chamar-se TOP Ambiental.

O TOP Social foi criado em 1999, dois anos depois da fundação do Instituto ADVB® de Responsabilidade Social – IRES, com o objetivo valorizar organizações que atuam nessa área, compatibilizando a procura do lucro com programas e ações sociais relevantes.

CURSO DE RESTAURAÇÃO DE CARROS ANTIGOS, EM SÃO PAULO

1° Curso de Restauração de Veículos Antigos do Brasil na FEITINTAS

terça-feira, 9 de setembro de 2014

PILOTOS ACELERAM A CAMINHO DE ARUJÁ DISPUTANDO A QUINTA ETAPA DA COPA EFX DE ENDURO FIM

Bento Gonçalves (RS) – Os pilotos da Copa EFX de Enduro FIM estão a caminho de Arujá, no interior paulista, para a disputa da quinta e penúltima etapa neste domingo. 

Os primeiros campeões da temporada 2014 podem ser conhecidos de forma antecipada, já que três competidores do Team Rinaldi têm chances de título: o português Luís Oliveira, líder da categoria Elite, o mineiro Júlio Ferreira, que está invicto na E2, e o paulista Bruno Martins, destaque da E3.

Oliveira está animado com a possibilidade de faturar o seu primeiro título em solo brasileiro. “Vou procurar fazer o melhor e garantir a vitória, tenho trabalhado muito em busca do título, que seria o primeiro da minha carreira aqui no Brasil. Espero que a corrida seja dura e exija muita habilidade dos pilotos”, comentou o português, que integra o Zanol Team ao lado de Ferreira e Martins. 


A equipe é comandada pelo multicampeão Felipe Zanol, consultor técnico da Rinaldi. “Torço para que os três pilotos sigam com ótimos resultados e confirmem os títulos o quanto antes”, acrescentou Zanol.

O Team Rinaldi também acelera com a Gas Gas Racing Team na categoria Elite, dos irmãos mineiros Rigor Rico e Ripi Galileu – sexto e sétimo colocados da tabela, respectivamente. 


Tainá Aguiar, vice-líder, representa a fábrica gaúcha de pneus na classe Feminina. A equipe utiliza pneus dos modelos SR 39, HE 40 e RW 33 nos desafios.

“A prova de domingo promete um Extreme Teste bem radical e especiais técnicas. No ano passado, deixei a vitória escapar entre os dedos em Arujá após um erro, mas agora estou melhor preparada e com excelentes expectativas. Espero comemorar a minha primeira vitória na temporada”, concluiu a paulista Tainá.

BMW DO BRASIL CONVOCA PROPRIETÁRIOS DE MODELOS SÉRIE 3 PARA TROCA DA BOLSA DO AIR BAG. O RECALL ATINGE TODOS OS CARROS FABRICADOS DE SETEMBRO DE 1999 E JANEIRO DE 2006. VEJA SE O NÚMERO DO CHASSI DE SEU CARRO CONSTA DA LISTA QUE PUBLICAMOS.


São Paulo, 9 de agosto 2014 – A BMW do Brasil, reforçando o compromisso em zelar pela segurança de seus clientes, convoca para campanha de recall os proprietários de 3.843 unidades da Série 3, fabricados entre setembro de 1999 e janeiro de 2006, a comparecerem a uma concessionária autorizada para substituição gratuita da bolsa de airbag.

Tal medida se dá pela possibilidade de haver infiltração de água na caixa do gerador de gás do airbag dianteiro do acompanhante dos veículos afetados. Nessa hipótese, o airbag dos veículos pode não abrir, ou abrir involuntariamente mesmo sem uma colisão, causando acidentes e danos físicos e materiais ao passageiro, condutor e terceiros.

Os serviços poderão ser realizados gratuitamente pela rede de concessionárias e o atendimento terá início imediato. O tempo gasto na realização deste serviço é de aproximadamente 30 minutos.

Os chassis não sequenciais envolvidos são:

MODELO
DE
ATÉ
320I
CF31594
CF32067

CG50044
CG54278

FT76122
FT77736

KK47878
KK80577
323CI
JH66983
JH68098
323I
FM82477
FM86081
325CI
JW20336
JW22125
325I
FV85046
FV87493

FX01595
FX01663

JS50505
JS50982

JV00439
JV00445

KL37678
KL49918
328I
EH74743
EH75998

JL95001
JL95602
330CI
EH30480
EH36596

EW00294
EW01843

PJ60267
PJ62513

PK44137
PK46567
330I
FZ00546
FZ11753

JT01477
JT47995

KM65618
KM68140

KN50086
KN52537

PD81142
PD82062

PE00010
PE02163
M3
JP75142
JP90860


Para mais informações, por favor ligue no Serviço de Atendimento ao Cliente BMW (0800 707 3578), de 2ª a 6ª feira, das 8 às 19 horas, ou acesse nosso website (www.bmw.com.br).

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