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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

AUDI TESTA NA FAMOSA PISTA DE HOCKENHEIM SEU CARRO CONCEITO RS7 AUTOPILOTADO EQUIPADO COM UM PROPULSOR DE 560 HP QUE ATINGE A VELOCIDADE MÁXIMA DE 305 KM/H, QUE ANDARÁ À VELOCIDADE DE CORRIDA SEM NENHUM HUMANO NO COMANDO. A EXPERIÊNCIA SERÁ NESTE FIM DE SEMANA, DURANTE A ETAPA FINAL DO DTM.


São Paulo, 16 de outubro de 2014 - O carro conceito autopilotado Audi RS 7 vai demonstrar seu potencial dinâmico e capacidade de condução na pista de Hockenheim, andando em velocidade de corrida sem nenhum piloto no comando. 


A demonstração ocorrerá neste final de semana, durante a etapa final do Campeonato Alemão de Carros de Turismo (DTM).

"Estamos adiantando uma das mais importantes tendências do mundo automotivo através de nossas soluções para a condução autônoma", declarou o prof. dr. Ulrich Hackenberg, membro do Conselho Diretor da AUDI AG para o Desenvolvimento Técnico. 

"O fascínio deste desenvolvimento será posto à mostra na corrida da DTM, em Hockenheim. Um tempo de volta de pouco mais de dois minutos e aceleração lateral de até 1,1 g são números que falam por eles mesmos", revelou.

Há muito tempo a Audi vem sendo uma das empresas com maior destaque na área de vanguarda da condução autônoma. 





O trabalho de desenvolvimento da marca tem levado a várias conquistas espetaculares. 

Em 2010, por exemplo, um Audi TTS sem piloto percorreu o legendário circuito de montanha de Pikes Peak no estado do Colorado, nos Estados Unidos. 

A Audi tem mostrado inúmeras vezes o potencial desta tecnologia, com demonstrações levadas ao limite. 

Com 560 hp e velocidade máxima de 305 km/h, o carro conceito autopilotado Audi RS RS 7 é um exemplo da filosofia da marca "Vorsprung durch Technik" (avanço pela tecnologia).



O Audi RS 7 conceito autopilotado na pista de corridas
O carro conceito autopilotado Audi RS 7 é uma plataforma tecnológica com a qual a Audi está explorando as possibilidades da autocondução em sua forma mais dinâmica. 

Na sexta-feira, 17 de outubro, e no domingo, dia 19, antes da largada da última corrida da DTM, o carro conceito fará uma volta completa sem piloto no circuito de Hockenheim. 

O grande cupê de cinco portas é, em grande parte, idêntico ao modelo de produção. Mas sua direção eletromecânica, freios, válvula do acelerador e a transmissão tiptronic de oito marchas que distribui a força do motor através do sistema mecânico quattro de tração integral são controlados automaticamente.

Há dois pontos básicos durante a autopilotagem no limite físico do carro: a alta precisão da orientação do veículo na pista e o controle absoluto do carro no limite de sua capacidade.

A plataforma tecnológica utiliza sinais de GPS altamente precisos para orientar o carro na pista. 

Com precisão de centímetros, esses dados do GPS diferencial são transmitidos ao veículo via WLAN (Wireless Local Area Network – rede local sem fios) segundo o padrão automotivo e, por segurança, repetidos por um sistema de rádio de alta frequência. 

Paralelamente, imagens de câmeras tridimensionais são comparadas em tempo real com informações gráficas armazenadas a bordo. 

O sistema procura em cada uma das incontáveis imagens individuais várias centenas de itens conhecidos, como as formas de construções fora da pista, que utiliza como informações adicionais sobre o posicionamento do carro.

O controle do veículo no limite de condução é mais um destaque impressionante do carro conceito autopilotado Audi RS 7. 





Uma abrangente rede de dados a bordo do carro, conectada a seus sistemas altamente precisos controla todos os atores relevantes para a condução da plataforma tecnológica no seu limite físico. 

Os engenheiros da Audi investigaram intensivamente a condução autônoma nos limites da dirigibilidade, submetendo a plataforma tecnológica a vários milhares de quilômetros de testes numa ampla variedade de percursos.

Para demonstrar sua capacidade, o conceito autopilotado Audi RS 7 fará uma volta completa em Hockenheimring, com aceleração total nas retas, frenagem no limite antes das curvas, entrada nas curvas com precisão e perfeita dosagem da aceleração na saída delas. 

Durante as frenagens, ocorrem acelerações de mais de 1,3 g e a aceleração lateral nas curvas pode atingir 1,1 g. 

Testes na pista de Hockenheim permitem esperar uma velocidade máxima de 240 km/h e um tempo para a volta de 2 minutos e 10 segundos.

A pista de corridas é a forma de testes mais exigente para chegar a possível produção, no que diz respeito à autopilotagem. 

Os sistemas do futuro também precisam trabalhar de forma extremamente precisa, sem nenhum erro em situações críticas. 

Sendo assim, eles precisam ser capazes de compreender corretamente cada situação momentânea, mesmo andando no limite físico do carro. 

Este tipo de teste permite aos engenheiros da Audi obter uma variedade de conhecimentos úteis para o desenvolvimento de modelos de produção, tais como o desenvolvimento de funções automáticas para resolver possíveis situações críticas na pilotagem.

A demonstração do RS 7 conceitual autopilotado poderá ser acompanhada pela internet no link www.audimedia.tv/e

A transmissão começará às 7h45, no dia 19 de outubro.

Material para a imprensa encontra-se no arquivo digital em

www.audi-mediaservices.de/presskit/en/piloted_driving_2014.



Autopilotagem - destaques
A Audi vem trabalhando intensivamente no tema "condução autônoma" há muitos anos. Os esforços no desenvolvimento desta tecnologia levaram a alguns feitos extraordinários, demonstrados em vias públicas, pistas de corridas e até mesmo num lago salgado.

2009: Bonneville Salt Flats
No outono de 2009, a Audi levou ao lago salgado de Bonneville, no estado americano de Utah, um Audi TTS sem piloto. 

Executando uma série de curvas com alta precisão, o cupê branco gravou os quatro anéis da marca no piso salgado. 

Ele também estabeleceu um novo recorde de velocidade para carros autopilotados, atingindo quase 210 km/h.

Para homenagear a ex-piloto de rali da Audi Michèle Mouton, o carro foi apelidado de "Shelley". 

A tecnologia digital do carro foi desenvolvida em conjunto pela Audi, Volkswagen e o Centro de Pesquisas Automotivas da Universidade de Stanford na Califórnia.

2010: Pikes Peak
No ano seguinte, o carro autopilotado Shelley conquistou o legendário circuito de subida de montanha de Pikes Peak, no estado do Colorado, também nos Estados Unidos. 

Ele cumpriu o percurso de 20 quilômetros com 156 curvas em aproximadamente 27 minutos, atingindo velocidade máxima de 72 km/h. 

A navegação já foi feita através de GPS diferencial, com precisão de apenas alguns centímetros.

2012: Thunderhill Race Track
Em 2012, a Audi fez sua primeira experiência com o Audi TTS numa pista de corridas, a Thunderhill Race Track, ao norte de Sacramento, na Califórnia. 

O tempo de volta na pista de aproximadamente cinco quilômetros ficou abaixo de dois minutos e 30 segundos. 

Os testes focaram na forma como um carro autopilotado se comporta sob alta solicitação e condições extremas.

2013: Las Vegas
As autoridades do estado americano de Nevada permitiram à Audi tornar-se a primeira fabricante de veículos a receber permissão para operar carros com condução autônoma no tráfego em vias públicas. 

Em janeiro de 2013 e 2014, a marca apresentou novos sistemas para condução sem motorista em engarrafamentos de trânsito e estacionamento autônomo no International Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas. Jornalistas internacionais andaram no carro nas duas ocasiões.

2014: Flórida e Califórnia
A Audi está expandindo rapidamente sua capacidade de testes para condução autônoma nos EUA. 

Neste verão, a marca mais uma vez foi a primeira fabricante no mundo a realizar um teste público na Lee Roy Selmon Expressway, nos arredores da cidade de Tampa, na Flórida. 

Neste outono, a empresa recebeu a primeira licença para testes sob a nova regulamentação da Califórnia, onde agora os testes em autoestradas são permitidos.


Autopilotagem - futura tecnologia de produção
As tecnologias de produção para pilotagem autônoma atualmente em desenvolvimento na Audi serão adotadas nos automóveis da marca antes do final desta década. 

Os novos sistemas passarão então a assumir o controle do carro em certas situações, como nos engarrafamentos, tornando a condução mais confortável e segura.

Condução autônoma nos engarrafamentos
No futuro, o "traffic jam pilot" (piloto para engarrafamentos) irá aliviar os condutores de carros da Audi, assumindo o controle da direção em velocidades até 60 km/h, além de frear e acelerar automaticamente. 

Para conseguir isso, o novo sistema controla a situação do carro, assim como monitora todo o ambiente ao seu redor. 

Se o usuário aciona o sistema, o carro assume totalmente o controle de manobras laterais e longitudinais caso detecte um engarrafamento de trânsito em velocidades entre 0 e 60 km/h.

Quando o sistema atinge seus limites, como quando o engarrafamento se dissolve ou o carro atinge uma bifurcação na estrada, por exemplo, ele avisa o motorista para que assuma o volante novamente.

Um componente-chave para o sistema de sensores é o sistema de radar. Assim como no atual sistema de piloto automático adaptativo, ele monitora um campo de 35 graus à frente do carro com alcance de até 250 metros. 

Uma câmera de vídeo com lente grande angular detecta as marcas limitadoras das faixas na pista, assim como pedestres e objetos, como outros veículos e guard-rails. 

Um conjunto de até doze sensores ultrassônicos é usado para monitorar o espaço ao redor do carro.

Um novo recurso entre os sensores é o escâner a laser, que levanta dados com precisão até 80 metros de distância. 

O diodo de laser emite cerca de 100 mil pulsos infravermelhos por segundo, invisíveis ao olho humano. 

O escâner laser cobre um campo de 145 graus em seis níveis. O controlador central cria um perfil digital a partir dos reflexos que mostram tanto outros veículos como guardrails.

O escâner a laser traz vantagens importantes. Graças ao seu grande ângulo de cobertura, ele detecta carros entrando na pista com bastante antecedência, além de continuar funcionando totalmente no escuro. 

Ele pode detectar todo tipo de objetos, inclusive aqueles com padrões homogêneos, como cercas, ou sem estrutura visível, como muros brancos.

Condução autônoma 
em 
manobras de estacionamento
Estacionar em espaços apertados é desagradável. Espaços exíguos ou garagens pequenas dificultam ao motorista até mesmo entrar e sair do carro. 

Com o sistema "parking pilot" da Audi, os motoristas podem desembarcar e controlar o carro remotamente usando a chave eletrônica ou um smartfone. 

O "parking pilot" utiliza os mesmos sistemas de sensores do trafffic jam pilot, além de quatro câmeras 360º para gerar informações adicionais importantes sobre os arredores do carro.

O parking pilot dispõe de função para estacionamento autopilotado quando os sensores de ambiente detectam um espaço compatível com o tamanho do carro ou uma garagem. 

Se o motorista desembarcar, precisará apenas pressionar um botão na chave ou um comando correspondente em seu smartfone para iniciar o processo de estacionamento.

O sistema verifica se a chave está próxima ao carro. Se os sensores a bordo detectarem obstáculos durante a operação de estacionamento, o carro para automaticamente. 

Quando o carro chega à posição de estacionamento correta, o sistema desliga o motor e trava as portas. 

O motorista recebe então uma mensagem de confirmação. Apertar um botão também é tudo o que é preciso para retirar o carro da garagem ou vaga de estacionamento.

Unidade central de 
assistência ao motorista (zFAS)
Em geral, os atuais sistemas de assistência são gerenciados por unidades de controle separadas. 

De forma diferente, a Audi está adotando uma nova abordagem, com uma arquitetura de controle central. 

No futuro, toda a informação de sensores disponível fluirá para uma unidade central de controle (zFAS). 

Isto permite criar um modelo completo do ambiente ao redor do veículo, para ser usado por todos os sistemas de assistência. 

Os futuros sistemas para condução autônoma também aproveitarão essa informação digital redundante.

A placa de controle central do sistema de assistência ao condutor utiliza processadores múltiplos de vanguarda. 

No conjunto, eles têm capacidade computacional equivalente a toda a arquitetura eletrônica do atual Audi A4. 

A nova placa tem aproximadamente a mesma área de um tablet, mas sua necessidade de espaço continua sendo reduzida. 

Seu conceito modular assegura alta capacidade de expansão e viabilidade para o futuro. 

A Audi irá introduzir o módulo central de assistência ao condutor em modelos de produção para condução autônoma até o final desta década.

Relaxantes e sob controle - os atuais sistemas de assistência ao motorista
A Audi já oferece numerosos sistemas de assistência ao motorista que tornam a condução mais relaxante e sob controle. 

Nenhuma necessidade deixa de ser considerada e a capacidade desses sistemas é exibida nas últimas séries dos modelos Audi A6 e Audi A7 Sportback.

Piloto automático 
adaptativo com função stop & go
Entre todos os sistemas de assistência opcionais oferecidos pela Audi, o controle de cruzeiro adaptativo (piloto automático) com função stop & go incluindo o Audi pre sense front é o mais complexo. 

Ele controla a velocidade e a distância a ser mantida do veículo à frente, acelerando e freando em velocidades entre 0 e 250 km/h, freando automaticamente dentro de certos limites. 

O motorista pode usar o Audi drive select para trocar entre quatro regulagens para especificar o quanto o sistema deve se comportar quanto ao conforto e a esportividade.

A função ACC stop & go utiliza dados de dois sensores por radar, uma câmera de vídeo, sensores ultrassônicos e sistemas adicionais. 

Além disso, ela usa dados previsíveis sobre o caminho do sistema de navegação que calculam confiavelmente a linha de direção na estrada, mesmo nas curvas. 

No tráfego urbano, o ACC stop & go reduz automaticamente a velocidade do carro até parar.

Audi side assist
O Audi side assist, incluindo o Audi pre sense rear, é ativado a 30 km/h. Dois sensores de radar na traseira do carro monitoram o que acontece atrás dele. 

Se o sistema detectar que outro veículo entrou na zona crítica vindo por trás, um indicador luminoso com LEDs amarelos é acionado no retrovisor externo. 

Se apesar disso o motorista ativar a seta para trocar de faixa, o indicador ficará mais brilhante e começará a piscar mais rapidamente, um sinal mais difícil de ignorar.

Audi active lane assist
O sistema Audi active lane assist emprega uma câmera de vídeo para detectar a marcação das faixas em velocidades acima de 65 km/h. 

Se o carro se aproximar de uma linha demarcatória sem que o pisca tenha sido acionado, o sistema ajuda o motorista a voltar à faixa intervindo suavemente na direção eletromecânica. 

O motorista pode usar o MMI para especificar com que rapidez o Audi active lane deve intervir e se o volante deve ou não vibrar. 

Se o motorista selecionar o modo de intervenção antecipada, o sistema também ajuda a manter o carro no centro da linha.

Nos novos modelos Audi A6 e A7 Sportback, o Audi active lane assist trabalha juntamente com o Audi side assist. 

Se os dois forem ativados, o aviso antes de uma mudança de faixas crítica é acompanhado por uma intervenção objetiva na direção.

Mostrador de limite de 
velocidade baseado em câmera
O mostrador de limite de velocidade baseado em câmera reconhece as placas de sinalização às margens da vias, sinais suplementares e sinais indicando o final das zonas de limitação. 

Ele mostra o limite através de grafismos no display do sistema de informações no painel ou projetados no display head-up opcional. 

O software compara imagens da câmera de vídeo com dados do mapa do sistema opcional MMI navigation plus.

Assistente de visão noturna
Outro item de alta tecnologia é o assistente de visão noturna. Sua câmera térmica utiliza tecnologia infravermelha para "enxergar" até 300 metros à frente. 

Os dados são convertidos em imagens preto e branco, que são exibidas na grande tela do sistema de informações do painel. 

Pessoas e animais aparecem de forma brilhante na tela, graças ao calor que emitem, enquanto o ambiente ao redor fica mais escuro. 

O software pode detectar pessoas ou animais de grande porte, destacando-os no display em amarelo.

Caso o computador antecipe uma situação perigosa, o sistema de freios é automaticamente pré-carregado. 

Um sinal sonoro soará e um aviso em vermelho também aparecerá na tela ou no display head-up. 

Se o carro estiver equipado com o assistente de farol alto ou faróis Matrix LED, fora das cidades as pessoas serão iluminadas com três curtos lampejos luminosos.

Park assist com display 360°
A Audi oferece também várias opções para facilitar o estacionamento. O sistema park assist com display 360° utiliza sensores ultrassônicos para localizar e medir vagas de estacionamento ao longo da via com o veículo andando em baixa velocidade. 

Se uma vaga suficientemente grande for encontrada, o sistema estaciona o carro paralelamente de forma automática ao toque de um botão. O motorista tem apenas que controlar o freio e o acelerador.

O sistema park assist pode estacionar o carro tanto em vagas paralelas como perpendiculares. 

Além disso, um mostrador 360º avisa sobre obstáculos nos lados do carro. Câmeras dianteiras e de ré também são disponíveis.

Audi pre sense
O sistema de segurança Audi pre sense é oferecido em várias versões. Na versão standard - Audi pre sense basic - o sistema intervém imediatamente quando detecta uma situação de condução instável através dos sensores ESC. 

Os cintos de segurança dianteiros são tensionados eletricamente e o teto solar e as janelas laterais são fechados, deixando apenas uma pequena fresta. 

As luzes de alerta do veículo são acionadas para avisar aos demais motoristas. A versão Audi pre sense front é oferecida em combinação com o ACC stop & go. 

Este sistema é voltado a evitar colisões traseiras ou, no mínimo, minimizar as consequências desse tipo de acidente. 

O sistema integrado Audi braking guard é ativado em situações de perigo para alertar o motorista, primeiramente com sinais acústico e visual. 

Ao mesmo tempo, o sistema de freios é pré-carregado e os amortecedores do sistema opcional de suspensão pneumática adaptativa são endurecidos.

Se mesmo assim o motorista não reagir, o sistema irá frear levemente o carro - um solavanco que serve como um segundo aviso e os cintos serão pré-tensionados levemente. 

Se o motorista então pressionar o pedal do freio, o assistente hidráulico irá aumentar a força de frenagem de forma apropriada para a situação. 

Caso o motorista ignore o solavanco, a frenagem parcial autônoma começará, desde que o veículo à frente esteja em movimento. A desaceleração acontecerá à razão de 3,5 m/s². 

As janelas e teto solar serão fechados, os cintos de segurança pré-tensionados e as luzes de alerta ativadas.

Caso o carro esteja equipado com a versão completa do Audi pre sense - Audi pre sense plus -, um terceiro e quarto estágios poderão ser iniciados em caso de emergência. 

O sistema irá então aumentar a desaceleração para 6 m/s² e tencionar completamente os cintos de segurança. 

A última fase da frenagem - aplicação total autônoma dos freios - acontece aproximadamente meio segundo antes que ocorra uma colisão inevitável. 

Assim, as consequências de tal colisão podem ser reduzidas em grande parte.

Em velocidades abaixo de 30 km/h, o carro freia autonomamente com força total em caso de emergência, independentemente do carro da frente estar parado ou em movimento. 

Abaixo de 20 km/h, frequentemente a frenagem total irá evitar o acidente ou reduzirá em grande parte a velocidade de impacto.

Imediatamente após a colisão, o assistente de frenagem secundário ajudará o motorista a iniciar a frenagem automaticamente. 

Isto reduz o risco de deslizamento e colisões secundárias durante um acidente.

Outra sub-função de assistência, o Audi pre sense rear, é conjugada ao Audi side assist. Se o sistema detecta uma colisão traseira iminente, utiliza as luzes de freio adaptativas para alertar o trafego à retaguarda.

PEUGEOT APRESENTARÁ NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO SUA NOVIDADE E MAIS IMPORTANTE LANÇAMENTO DESDE 0 208, O CROSSOVER 2008 QUE SERÁ VENDIDO NO PAÍS NO 1º TRIMESTRE DE 2015.


Dando continuidade à sua estratégia comercial no País, que contempla a “subida de gama” de seus produtos, a Peugeot do Brasil apresentará no Salão do Automóvel de São Paulo, em sua 28ª edição, seu mais importante lançamento desde o 208: o crossover 2008.

O novo modelo da marca será produzido em Porto Real (RJ) e lançado no mercado brasileiro no primeiro semestre de 2015, reforçando a importância estratégica do Brasil na operação da Peugeot na América do Sul.

Em um mercado dinâmico e em constante evolução, a PEUGEOT apresentará em avant-première ao consumidor brasileiro um dos veículos mais modernos do segmento de utilitários compactos. 


O crossover 2008 será a estrela da marca no Salão do Automóvel de São Paulo, que acontece. no Anhembi, de 30 de outubro a 9 de novembro.

Representando a mais nova oferta da categoria no mercado nacional, o 2008 inova ao associar como nenhum outro a condução de um hatch e a robustez de um SUV com um espaço que privilegia o requinte, o bem estar e o conforto.


Aliando os atributos de diferentes modelos, o veículo revela um estilo forte e equilibrado, confirmando uma experiência de condução única, graças ao posto de condução estruturado ao redor de um volante de dimensões reduzidas, com o painel de instrumentos elevado e a central multimídia com tela sensível ao toque; a uma dirigibilidade que é sinônimo de prazer e esportividade; e à liberdade de trilhar novos caminhos em função da altura livre do solo e dos pneus de uso misto.

Assim, o 2008 nasce leve, espaçoso e aerodinâmico. Um veículo de última geração que reforça os novos códigos de estilo da Marca – um conjunto ótico com luzes compostas por pontos em LED, grade “flutuante” da entrada de ar, lateral esculpida, afirmada por um elegante vinco em sua linha de cintura, e nova traseira com lanternas em forma de bumerangue. Um design extremamente moderno para se perpetuar no tempo.

2008 será produzido e comercializado no Brasil em 2015
Desde o seu lançamento na Europa, em abril de 2013, o modelo superou as expectativas da Peugeot com 200 mil unidades produzidas na planta de Mulhouse, na França. 


Símbolo da estratégia internacional da Marca, o 2008 foi o primeiro veículo a ter equipes de diferentes partes do mundo envolvidas na concepção do projeto – França, Brasil e China –, onde também é fabricado, na planta de Wuhan, e na qual já registrou mais de 20 mil encomendas.

O novo crossover será fabricado também no Centro de Produção de Porto Real (CPPR), na região Sul Fluminense, e chegará ao mercado brasileiro no primeiro semestre de 2015.

A FÁBRICA DE MOTORES DA GENERAL MOTORS DE JOINVILLE É A 11ª DO GRUPO A CONQUISTAR O STATUS DE ZERO RESÍDUO PARA ATERRO. O COMPLEXO RECEBEU ESTE ANO A CERTIFICAÇÃO "LEADERSHIP IN ENERGY AND ENVIRONMENTAL DESIGN COLD", O PRIMEIRO A SER CONCEDIDO NA AMÉRICA DO SUL. OS RESTOS ORGÂNICOS DO REFEITÓRIO SÃO USADOS COMO FERTILIZANTES PARA ÁRVORES E FLORES E A MADEIRA DE EMBALAGENS É REUTILIZADA COMO PEDESTAIS.




A fábrica de motores da General Motors em Joinville (SC) atingiu o status zero resíduo para aterro. 



Com isso, a companhia possui agora 122 unidades no mundo que reciclam, reusam e convertem em energia todos os seus resíduos das operações diárias.

“O movimento zero resíduo para aterro é parte na nossa cultura de melhoria contínua, que foi adotada pelos times globalmente”, disse Jim DeLuca, vice-presidente Executivo de Manufatura Global da GM. 

“Isso não só torna as nossas operações mais eficientes e ajuda a preservar recursos vitais, como também nos permite reinvestir o dinheiro que ganhamos com a reciclagem no desenvolvimento de futuros veículos para os nossos clientes” concluiu.



Compostagem
Durante o processo rumo ao zero resíduo para aterro, a fábrica de Joinville desenvolveu maneiras criativas de reutilizar e reciclar os seus resíduos. 

Ela usa, por exemplo, os restos orgânicos do refeitório como fertilizante para suas árvores e flores, enquanto a madeira de embalagens é transformada em pedestais.



Coleta seletiva
Engajar empregados para realizar a correta coleta seletiva foi fundamental para o processo. 

O time continua dedicado à melhoria contínua, focando na redução da quantidade de resíduo produzido e achando novas formas de reuso para materiais que hoje são reciclados.

Outras características ambientais da fábrica são as placas fotovoltaicas de energia solar com geração de 350 kilowatt para abastecimento de toda a iluminação dos escritórios, e um processo de osmose reversa recicla também a água tratada das descargas dos vasos sanitários. 

Com esse processo, a unidade economiza anualmente o equivalente a nove piscinas olímpicas – cerca de 23 milhões de litros.

Em 2014, a fábrica de Joinville ganhou a certificação “Leadership in Energy and Environmental Design Gold” do U.S. Green Building Council (Conselho da Construção Verde dos EUA), sendo o primeiro complexo industrial do segmento automotivo na América do Sul a receber esse reconhecimento. 

Esse é o resultado de investimentos em sustentabilidade desde o início das obras, há três anos.

A comunidade também foi envolvida em diversas atividades de conscientização socioambiental. Recentemente, 110 estudantes aprenderam sobre reciclagem e plantio de árvores.

Além da fábrica de Joinville, mais dez outras operações da GM alcançaram o status de zero resíduo para aterro:

CAMI (Canadá)

Colmotores (Colômbia)

Zaragoza (Espanha)

Zaragoza Stamping (Spain)

Grand Rapids (EUA)

Burton (EUA)

GM Heritage Center (EUA)

Shanghai (China)

Luton (Inglaterra)

Fontana (EUA)


Por essas 11 fábricas não enviarem seus resíduos para aterro, a GM evitou a emissão de mais de 600 mil toneladas métricas de CO2. 

Essa quantidade é equivalente ao benefício do plantio de 15 milhões de mudas de árvores, por um período de dez anos.

“Nosso objetivo maior é não gerar nenhum tipo de resíduo. Até lá, nós estamos fazendo tudo o que podemos para garantir que os resíduos não vão para a terra. Criando projetos especiais de reciclagem que proporcionam reuso de embalagens para os nossos fornecedores, nós aplicamos as lições aprendidas em todas as nossas operações para que gerem impactos mais amplos e positivos”, 
disse John Bradburn, gerente Global de Redução de Resíduos.

Todas essas unidades tratam seu lixo como recursos extraordinários e empregam diversos métodos para dar-lhes um segundo ou terceiro ciclo de uso.

A GM estabeleceu uma meta para alcançar 125 localidades com zero resíduo para aterro globalmente até 2020.

A empresa também alcançou a meta de 10% de redução geral de resíduos sete anos antes do planejado.

A GM foi nomeada como “Michigan Green Leader” e “Green Corporate Citizen” pelo seu programa zero resíduo para aterro.

Recebeu o “Top Project of the Year Award” organizado pelo “Environmental Leader” por realizar um movimento global pelo zero resíduo.

Para mais informações sobre o compromisso ambiental da GM, acesse o relatório de sustentabilidade e o blog ambiental.

FORD TRAZ NOVIDADES NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO, COM DESTAQUE PARA O MUSTANG, NOVO KA, FUSION 2015 E CARROS-SHOW. O ESTANDE DE 2.750 M2 DA MARCA TERÁ EXPOSTOS 29 CARROS E SERÁ UM DOS MAIS SIGNIFICATIVOS DA HISTÓRIA DA FORD.


A Ford vai mostrar no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo o novo Mustang, o Novo Ka, o Novo Ka+, o Fusion 2015, um conceito do Edge e carros-show do EcoSport.


No total serão 29 carros, além de atividades interativas de tecnologia, presentes no estande da marca no evento que abre para o público no próximo dia 30 de outubro, no Parque do Anhembi, na capital paulista.


Esta edição será uma das maiores da história da Ford no Salão de São Paulo. “Convidamos o público para ver de perto a nossa linha, hoje 100% formada por veículos globais. 

Estamos trazendo também o grande lançamento mundial da Ford, o Mustang 2015, apresentado na versão top de linha V8, nas carrocerias cupê e conversível”, diz Adriana Carradori, gerente de Comunicação de Marketing.


O estande de 2.750 metros quadrados será marcado ainda por vários recursos tecnológicos.  

Um deles dará a oportunidade de dirigir um Novo Ka de forma interativa e conhecer os seus equipamentos de segurança. 

Haverá também uma estação de conectividade que permitirá conhecer o SYNC AppLink, recurso que permite acessar aplicativos do celular por meio de comandos de voz.


Na exposição de veículos, 
as atrações no estande da Ford são:

Mustang: dois modelos com motor 5.0 V8, nas versões fastback e conversível. Comemorando os 50 anos do esportivo, será exposto também um modelo vintage, Mustang 1968.

Carro-conceito: sucesso nos salões internacionais de Detroit e Genebra, o Edge Concept será mostrado em São Paulo, com a tendência futura do crossover. 

O EcoSport, utilitário esportivo líder de mercado, está presente também com carros-show que reforçam o seu posicionamento.
A recém-lançada linha Novo Ka será vista completa na exposição. Apresentada inicialmente nas versões 1.0 hatch e 1.5 sedã, ganha novas opções oferecendo o modelo Novo Ka 1.5 e o Novo Ka+ 1.0.


O Salão de São Paulo marca o lançamento do Fusion 2015 no Brasil, ainda mais sofisticado para o mercado de carros premium. 

Entre outros recursos de tecnologia, o sedã de luxo líder do segmento incorpora um novo conjunto de cintos de segurança traseiros infláveis, item de segurança inédito.

Completando a linha global Ford, também serão expostos os modelos New Fiesta Hatch e Sedan, Focus Hatch e Sedan, Edge e a picape Ranger.

VOLKSWAGEN PREMIA MELHORES AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE DAS CONCESSIONÁRIAS DA MARCA. PARTICIPARAM MAIS DE 1.500 FUNCIONÁRIOS DE CONCESSIONÁRIAS DA REDE DE TODO O BRASIL.


O diretor de Assuntos Jurídicos da Volkswagen do Brasil e responsável pelo tema Sustentabilidade na empresa, Eduardo de Azevedo Barros, fala ao público no evento de premiação do primeiro "Programa de Reconhecimento em Sustentabilidade das Concessionárias Volkswagen"

A Volkswagen do Brasil está promovendo o primeiro “Programa de Reconhecimento em Sustentabilidade das Concessionárias Volkswagen”, que reconhece projetos realizados por concessionárias da marca que mais contribuem com o desenvolvimento social, ambiental ou econômico. 

Os três projetos vencedores foram “Programa Belcar Sustentável”, da concessionária Belcar Veículos Ltda., de Goiânia (GO); “Redução de Embalagem de Óleo”, da concessionária Servopa S.A. Comércio e Indústria, de Curitiba (PR), e “Plano de Gerenciamento de Resíduos (PGRS)”, da concessionária Toriba Veículos Ltda., de São Paulo (SP). A Rede Volkswagen conta com mais de 600 concessionárias em todo o País.

Os três projetos vencedores foram premiados durante a programação do “7º Pós-Vendas Experience”, um evento da Volkswagen do Brasil que envolveu, até terça-feira (14/10) um público total de 1.500 profissionais de concessionárias da Rede Volkswagen de todo o País, incluindo titulares, diretores, gerentes de peças e de serviços, além de executivos e equipes da área de Pós-Vendas da Volkswagen do Brasil. 

Nesse evento, a empresa comunica suas mensagens estratégicas aos parceiros de negócios.

Os vencedores do “Programa de Reconhecimento em Sustentabilidade das Concessionárias Volkswagen” foram selecionados por profissionais de diversas áreas da empresa (Assuntos Corporativos e Relações com a Imprensa, Assuntos Governamentais, Assuntos Jurídicos, Autovisão, Desenvolvimento da Rede, GRC (Governança, Risco e Compliance), Finanças, Fundação Volkswagen, Planejamento de Fábrica e Planejamento da Rede), além da Assobrav (Associação Brasileira de Distribuidores Volkswagen).

“Lançamos o programa para engajar a Rede de Concessionárias Volkswagen na prática da sustentabilidade. Nossa meta é difundir as ações já realizadas pelas concessionárias e incentivar as demais a aplicarem a sustentabilidade em seu dia a dia. Esse também é nosso papel”, afirmou o gerente executivo de Operações Serviços Pós-Vendas da Volkswagen do Brasil, Ricardo Casagrande. 

O programa pretende levar à Rede Volkswagen o compromisso que a empresa tem com a sustentabilidade.

“A sustentabilidade está no DNA da Volkswagen do Brasil, tanto que um dos objetivos de seu Mapa Estratégico é ‘Fortalecer Sustentabilidade como Princípio de Gestão’. Dessa forma, a marca investe em produtos e processos produtivos cada vez mais eficientes e sustentáveis, além de desenvolver e apoiar iniciativas em benefício de seus colaboradores e da comunidade de maneira geral. Por meio do novo "Programa de Reconhecimento em Sustentabilidade das Concessionárias Volkswagen", a empresa também incentiva sua Rede a pensar e agir de forma sustentável”, afirmou o diretor de Assuntos Jurídicos da Volkswagen do Brasil e responsável pelo tema Sustentabilidade na empresa, dr. Eduardo de Azevedo Barros.

Projetos premiados

“Programa Belcar Sustentável”


O “Programa Belcar Sustentável” é realizado pela Belcar Veículos Ltda., de Goiânia (GO). Por meio do projeto, a concessionária realiza e divulga suas práticas de sustentabilidade. 

Em treinamentos ministrados por um engenheiro ambiental contratado, os colaboradores da empresa são orientados a manusear corretamente os resíduos gerados na concessionária. 

O programa, no entanto, tem diversos públicos-alvo: os próprios funcionários, a empresa e a sociedade.

Entre as ações realizadas estão aquisição de local (galpão) específico para armazenamento temporário e segregação correta dos resíduos perigosos e dos contaminados, até sua destinação, seja ela a venda ou incineração, dependendo do tipo de resíduo. 

Foram instaladas lixeiras padronizadas pela empresa para recolhimento de materiais recicláveis: papel, plástico, vidro, metal e orgânico.
O óleo usado também é depositado em carrinhos de coleta e transferido para um tanque onde fica armazenado até ser recolhido por uma empresa credenciada. 

As baterias, pneus inservíveis, lâmpadas, EPIs contaminados, papéis contaminados, embalagens vazias contaminadas de lubrificantes e fluido hidráulicos; filtro de ar, de combustível, de óleo e de plano aspirante; vidros e aparas de madeiras contaminadas são recolhidos e destinados adequadamente. 

As sucatas de peças de manutenção são armazenadas na área de resíduos coberta e destinadas para reciclagem. 

A empresa conta também com um sistema de recarga do lençol freático, por meio de mecanismos de engenharia que garantem maior índice de infiltração no solo, retardando o volume de escoamento superficial que poderia alagar vias públicas.

As oficinas e postos de lavagem possuem estrutura adequada para destinar toda água proveniente da lavagem dos pisos e veículos para caixas separadoras de água e óleo, garantindo assim, o lançamento de água tratada para a rede coletora. 

A limpeza destas caixas é feita por uma empresa especializada. A concessionária utiliza produtos biodegradáveis na limpeza do espaço e dos veículos, entre outras iniciativas.

“Redução de Embalagem de Óleo”


O projeto “Redução de Embalagem de Óleo” é promovido pela concessionária Servopa S.A. Comércio e Indústria, de Curitiba (PR). 

A concessionária implantou um sistema de distribuição de óleo lubrificante por via aérea, que permitiu controlar a utilização deste insumo com mais precisão e reduzir significativamente o uso de embalagens plásticas.

Foi instalado na concessionária um reservatório de 10.000 litros para armazenar o óleo lubrificante e um ponto de acesso em cada box dos mecânicos. 

Quando o veículo entra para receber o serviço, o sistema libera automaticamente a quantidade exata de óleo a ser utilizada. 

Basta o mecânico digitar o número da ordem de serviço no dispositivo instalado em seu box e a quantidade é liberada, de acordo com o veículo em trabalho, eliminando as sobras e os recipientes plásticos. 

Todo óleo retirado do veículo é armazenado em outro recipiente e coletado por uma empresa credenciada para destinar adequadamente o resíduo.

“Plano de Gerenciamento de Resíduos (PGRS)”


O projeto premiado “Plano de Gerenciamento de Resíduos (PGRS)” é da Toriba Veículos Ltda., de São Paulo (SP). 

A concessionária contratou uma empresa especializada em gestão ambiental para desenvolver o seu Plano de Gerenciamento de Resíduos (PGRS), que teve a primeira versão em 2009, com objetivo de estabelecer formas adequadas de segregação, acondicionamento, disposição, coleta, transporte, tratamento e destino final, visando a minimização da geração de resíduos no âmbito dos 3Rs: Redução, Reutilização e Reciclagem.

Dessa forma, foram contratadas empresas para coleta, transporte e destinação final. Para a destinação dos resíduos “classe I”, por exemplo, foram adquiridos equipamentos específicos, tais como tambores, big bags, bombonas identificadas por tipo de resíduo, como papel, papelão, estopa, plásticos, EPIs contaminados com derivados de petróleo, graxa, solvente, fluido de arrefecimento. 

Também foram estabelecidos os procedimentos para armazenagem e destinação de lâmpadas queimadas, pneus, baterias, resíduos de metal (sucata), embalagens de óleo lubrificante e óleo lubrificante usado. 

Águas residuais provenientes de lavagem de veículos são destinadas a uma caixa separadora. Um sistema de coleta de águas pluviais direciona água para um sistema de reúso. Essa água é tratada e reutilizada na lavagem de veículos.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

A AUTOCLASICA, EXPOSIÇÃO DE ANTIGOMOBILISMO DA ARGENTINA ACONTECEU COM A PARTICIPAÇÃO DE 600 CARROS E 300 MOTOS, FOI MARCADA PELA COMEMORAÇÃO DE 50 ANOS DO MUSTANG E A PRESENÇA DE 50 MIL VISITANTES. ATÉ 2016, OS CARROS QUE CIRCULAM NA ÁREA DO MERCOSUL TERÃO UNIFICADA SUA PLACA DE IDENTIFICAÇÃO COM QUATRO LETRAS E TRÊS NÚMEROS



Coluna nº 4214 - 15 de Outubro de 2014 
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Autoclásica, uma aula de antigomobilismo


Clube de Automóviles Clásicos de República Argentina organizou com brilho a 14ª. edição da Autoclásica, maior exposição de veículos antigos da América do Sul. 

Festa imponente, sempre em ascensão, neste ano criou novidades, como páreo entre cavalo puro sangue inglês e alsaciano Bugatti de 1926, e volta de 15 Bacquets – carroceria esportiva lembrando ou copiando os carros de corrida dos anos ’20 e ’30 – pelo circuito hípico. 

E prêmio ao casal vestido mais adequadamente à década de seu veículo exposto, uso dos veículos no circuito do Hipódromo de San Isidro, a 50 minutos de Buenos Aires, onde é realizada.

600 automóveis e 300 motocicletas, segmento em expansão. E abriu o leque expositivo com lanchas antigas – uma delas, com motor Maserati, foi premiada.

Nesta edição, maior ênfase foi comemorar 100 anos da italiana Maserati, com sóbria reunião destes esportivos, com os 250F e 4CLT utilizados por José Froilán Gonzales e Juan Manuel Fangio, nomes estelares nas corridas dos anos ’50. 

Também, marcando os 50 anos do Mustang, meia centena destes. Adicionalmente, resgate aos carros de competição dos anos ’70, com especial atenção a seus construtores e mecânicos, visivelmente envolvidos ao ver seus produtos resgatados e funcionando no hipódromo buenairense. 

Nos festejos, aniversários dos clubes de Mercedes, de MG, e do Fusca, comemorados na Autoclásica. É festa de clubes, componente de seu sucesso. 

Tempo generoso, frio na sombra, quente ao sol. A chuva da metade da semana secou o piso turfoso da rica e variada feira de peças – Autojumble, apropriado aos similares norte-americanos e europeus -, da exposição dos veículos de produção argentina – IAME Justicialista e Rastrojero, motos Puma, Auto Union, incluindo cupê Fissore, aqui desconhecido, Borgward Isabella, Eniak Antique... 

Os argentinos, finalmente, deram atenção aos automóveis de produção local. Neste ponto o Brasil foi pioneiro.

Espetáculo visualmente rico e, em alguns casos, também com generosidade auditiva, com as velhas máquinas a vapor tocando apitos, motores de competição despertando provectos cavalos de força.

Bilheteria indicando 50 mil visitantes – destes, com certeza, uns 2.000 brasileiros e, no grupo, alguns levando nossos antigos rodando até lá.

Como todo evento sério, prêmios contidos em critérios universais, sem concessões à originalidade, libertariamente aqui permitidas.

Eleito Best of the Show, raro Voisin V28 Chancellierie Berline de Voyage, motor 6 cilindros, 3,5 litros, de 1936. 

Automóvel francês, de indústria aeronáutica, insólito ao gosto de época, porém incontroversamente criativo – e raro. 

Fato curioso, disputava com um Maserati A6 GTS carroceria Fantuzzi o prêmio maior, e pouco antes do julgamento final, a família do designer Gustavo Fusco, desaparecido bestamente neste ano, elegeu o Voisin como o melhor ante os conceitos de Fusco. 

Ocorreu um aecismo e a escolha virou a premiação para o Voisin, francês como a formação e o emprego do designer – a Renault Argentina. Premiação de duplo espectro: ao automóvel e ao reconhecido Fusco.

Sem trocadilho, Superior entre as motos – segmento em expansão, incluindo área na feira de peças – foi inglesa Brough Superior SS 100, de 1928, 1.000 cm3, motor JAP curso longo, dois cilindros em V, caixa Sturmey Archer, considerada o Rolls Royce das motocicletas. Era a moto do Lawrence of Arabia.

Uma premiação especial, pelos jornalistas credenciados, é o Germán Sopeña, profissional da imprensa especializada e recém desaparecido. Identifica o mais expressivo esportivo. 

No caso, um De Tomaso Pantera 1980, temperamental como seu criador, o ítalo-argentino Alejandro De Tomaso, teve um chilique, não rodou até a rampa de premiação.

Autoclásica é evento reconhecido pelo governo federal e cumpre agenda social: parte da renda formada pelos 80 pesos como entrada (câmbio paralelo uns R$ 16) e estacionamento, 50 pesos (uns R$ 10) é revertida a equipar hospital infantil e a fundação de cursos profissionalizantes da área do automóvel antigo.

Voisin V 28. Best of Show. Conhecia ?


Brough Superior, melhor dentre motos




De Tomaso. Não pegou, mas levou (foto autoblog.com.ar)



Novas placas no Mercosul
Acordo entre Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela aprovou modelo e operação para placa de licenciamento único no âmbito do Mercosul. 

Brasil, mais adiantado no tema, pois dimensões das placas nacionais são idênticas às de outro bloco econômico, a União Europeia. 

No visual, fundo branco, letras pretas, combinação de quatro letras e três algarismos.

Em Argentina e Venezuela vige em 2015 – ambos estão no limite das combinações alfa numéricas para licenciar a frota. 

Aqui, talvez em 2016, aplicável a todos os novos veículos. Falta regulamentação pelo Denatran. Legalmente serão aplicadas aos veículos licenciados a partir de sua vigência. 

Entretanto, como os caminhões pesados têm ampla vida útil, a questão principal é de caráter documental. 

A nova placa dispensará processos de pré-inspeção, hoje exigidos para comprovar que caminhões e ônibus nacionais atendem às exigências dos países vizinhos. 

Novas placas dispensarão tal documento, com passagem mais rápida pela fiscalização alfandegária. 

Automóveis antigos, informa a Fundação Memória dos Transportes, mantenedora do Museu Nacional do Automóvel, em Brasília, estarão protegidos pela regulamentação nacional. 

Manterão a placa preta, e símbolos alfa numéricos diferenciados em cinza prata refletivo.

Nova placa, 4 letras, 3 números, em 2016.



Roda-a-Roda

Negócio – Oportunidade a pequenos fornecedores brasileiros: vender para a AutoVAZ, empresa russa controlada por Renault-Nissan, mais conhecida como fabricante dos Lada. Bo Andersson, nº1 da companhia quer abrir oportunidades a auto partistas fora da Rússia.

Competição – Em entrevista à alemã Automobilwhoche promete três produtos novos em 2015. Conhece pouco do mercado brasileiro e na região foca apenas em Peru e Nicarágua.

Blindagem – No grande programa de salvação, reformulação interna, compra da Chrysler, visto entre o brilhante ou a loucura, a família Agnelli, controladora da Fiat, baixou regra para votação nas assembleias de acionistas: cota de fidelidade a detentores de ações por três anos, a dois votos por ação. Houve um giro grande.

Resultado – A famiglia, por sua holding Exor, ampliou o poder de voto a 46,6%, tornando difícil a tomada de controle por qualquer movimento hostil. 

Vamos combinar, empresa familiar é empresa comandada pela família e o recente exemplo dos contemporâneos Peugeot, forçados a se unir ao governo francês para ter maioria em sua empresa mostrou o acerto da regra. 

Crescendo – Na lista das 100 Melhores Marcas Globais, Kia continua crescendo e cravou a 74ª posição. 

Foi 89ª, em 2012, e 85ª, em 2013. Um dos fatores de valorização da marca e crescimento de vendas é atribuído à contratação do designer – e hoje presidente - Peter Schreyer, em 2007.

Brazuka – Motores produzidos por acordo entre a chinesa JAC divisão de caminhões e a holding norte americana Navistar, é projeto de engenheiros da MWM Brasil. Eram montados e serão produzidos à base de 200 mil/ ano.

Quais – Início com engenhos de 2,8; 3,2; e 4,8 litros, potência entre 88 KW (110 cv), 118 kW (147 cv) e 140 kW (175 cv). Motor maior, 7,2 litros em 2016.

Peculiaridade
– Analistas do setor interpretam sinais do mercado: compradores urbanos querem veículos pequenos – não exatamente baratos – mas com diferenças visuais, de conteúdo, conforto e elegância. PSA, Peugeot Citroën, interpretou na linha DS, agora transformada em marca.

Ajuste – Visão da Renault foi criar novo pacote de decoração e conteúdo, o Initiale Paris. 

Aplicou-o ao Clio – o atual, francês, duas edições mais novas relativamente à sul americana – custando quase 20% mais.

Caminho – Aqui sabíamos disto. Basta ver os 1.0 topo de linha – e de preço.

Ditadura PP – Parece, ares da democracia automobilista arejam a Ditadura PP – a dos carros pretos ou pratas. 

Informa portal WebMotors, pelos anúncios de carros usados com valor entre R$ 20 mil e 40 mil, os pratas caíram 10,66%, enquanto azuis e brancos baixaram menos, uns 8%.

Clima – Revenda Hyundai Rodobens comemorou vender mil HB 20 em 10 meses de operação.


Fez festa em São José do Rio Preto, SP, origem do poderoso grupo – banco, financeira, consórcio, corretora de seguros, leasing, locação, 4.000 colaboradores e faturamento anual de R$ 4 bilhões.

Ponte – Ducati, a Volkswagen em motos, novo plano de financiamento: 30% de entrada, 23 meses para pagar e, na 24ª prestação, de 50% do valor inicial. 

Nessa ocasião, possibilidade de recompra garantida pela revenda, servindo de entrada para exemplar dois anos mais novo.

Mercado - É fórmula de baixar o valor das prestações – afinal, financia apenas 20% da moto; fomentar vendas, fidelizar clientes. Com tantos fabricantes, moto grande se tornou segmento e deixou de ser nicho.

Comemoração – Bardhal, de aditivos e lubrificantes, inicia festejar seus 60 anos no Brasil e o faz pelo facebook Bardahl/Br. Exibirá peças publicitárias marcantes da história e da evolução da marca.

Mais – Sede da empresa, beiradas de S. Paulo, em Cajamar, mantém centro de memória com detalhes de sua história. Agendar visitas,
011.4698.8611.

Imprensa – Auto Agora, programa especializado no setor automotivo, expandiu-se. 

Além do Blog Autoagora.Blogspot.com, vai ao ar pela rádio Transamérica Light de Curitiba, 95,1 Mhz. À frente, o jornalista Edison Ragassi.

Antigomobilismo – Eugênio Leite, jeitoso, interessado, sempre disponível às causas institucionais, tratado como o Príncipe dos Advogados do Litoral Norte paulista, aposentou. 

Dedicar-se-á, tempo quase integral, a seu rico acervo de veículos antigos, integrando o Museu do Automóvel, em Ubatuba.



VW Group deve ser 
líder mundial antes de 2018

O projeto mundial da empresa focava número emblemático, 10 milhões de unidades, entendido bastante para assinalar superioridade sobre os principais concorrentes, a GM e, acima, a Toyota.

Entretanto, o projeto, inicialmente visto apenas uma bandeira de marketing, mostrou-se factível, verdadeiro, e tem-se sido favorável. 

O conglomerado de 12 marcas, de motocicletas a caminhões pesados, vistos os números conseguidos até setembro, decorridos ¾ do ano, acredita atingir os 10 milhões de unidades ainda neste 2014. 

No cenário de hoje, a VW ultrapassou a GM, exibindo crescimento de quase 6% sobre período idêntico ao do ano passado, enquanto a GM expandiu-se em torno de 2%, e Toyota à volta de 2,5%.

Numericamente projeções indicam produção de 10.350.000 Toyotas; de estimados 10.165.000 VWs; e calculados 9.844.000 GMs. 

A VW abriu espaço sobre a GM às voltas com seus problemas de recall, e esta distância parece difícil de ser reduzida. 

Será a primeira vez que uma montadora – no caso duas – venderão mais de 10 milhões de unidades num ano.

A pretensão da empresa pode se viabilizar antes do ano 2018. A distância percentual a separá-la da Toyota é de 1,65 ponto e, em tradição recente a marca alemã tem crescimento superior à japonesa – neste ano a diferença deve ser em torno de 3 a 3,5%. 

Em prática otimista significa disputa renhida em 2015, com possibilidades de atingir a liderança três anos antes.

A VW tem-se preparado com incremento técnico em seus produtos, e ações de sedimentação nos mercados com vendas desfavoráveis, como o continente americano. 

Ao norte, a empresa quer implementar sua presença industrial e ao sul do continente, afina a linha de produtos, motores e transmissões no Brasil e Argentina e focará nos demais mercados para ampliar sua presença. 

Será a primeira vez que empresa nascida no pós Guerra lidera ante as tradicionais.


VW pode ser líder antes do prazo
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O BRASIL TERÁ O PRIMEIRO CAMINHÃO DA MONTADORA CHINESA FANTON PRODUZIDO NO PAÍS. DEVERÁ SAIR NO COMEÇO DE 2016 DA FÁBRICA AINDA EM CONSTRUÇÃO EM GUAÍBA. TERÁ MAIS DE 65% DE SUAS PEÇAS NACIONAIS ATENDENDO ÀS EXIGÊNCIAS DO PROGRAMA INOVAR-AUTO. O PESADO DE 10 TONELADAS FOI APRESENTADO HOJE ÀS AUTORIDADES ESTADUAIS GAÚCHAS, EM CANOAS.


Durante evento realizado nesta quarta-feira (15), a montadora chinesa Fanton apresentou aos representantes do governo do Estado do Rio Grande do Sul o protótipo nacional do caminhão de 10 toneladas, o primeiro modelo que será produzido em sua planta industrial de Guaíba, Rio Grande do Sul.

Caminhão terá conteúdo nacional superior a 65% e já nascerá atendendo a todos os requisitos do programa federal Inovar Auto e do BNDES Finame.

A Foton Caminhões dá mais um importante passo na construção de sua unidade industrial no Brasil. Em Canoas, a empresa apresentou ao governo do Estado do Rio Grande do Sul o protótipo nacional do caminhão de 10 toneladas, que será o primeiro modelo a ser produzido na fábrica sediada no município gaúcho de Guaíba a partir de 2016. 


O encontro ocorreu nas instalações da Transportes Gabardo, do empresário Sérgio Gabardo, que assumiu as atividades de recebimento e desembarque dos caminhões Foton no Porto de Rio Grande (RS), bem como a preparação dos veículos para envio da rede de concessionárias e o transporte até o destino dos veículos em todos os municípios que estão localizadas as revendas Foton.

A Foton aproveitou a ocasião para apresentar aos representantes do poder público quem serão os fornecedores de peças e componentes do veículo.


“Em função das parcerias que fechamos com 20 dos principais fornecedores instalados no Brasil, nosso caminhão de 10 toneladas sairá da linha de produção com mais de 65% de seu conteúdo nacionalizado, e assim atenderemos aos requisitos do programa Inovar Auto, do governo federal, além do FINAME”, afirmou Luiz Carlos Mendonça de Barros, presidente do conselho da Foton Caminhões.

As empresas fornecedoras apresentadas pela Foton e já confirmadas são: 

Continental (tacógrafo); 
Vidroforte (vidros da cabine); 
Cummins (motor e pós tratamento); 
ZF e Sachs (transmissão e embreagem); 
Dana, Knorr e Frum (componentes para eixos); Monroe e Rassini (itens da suspensão); 
Maxion (chassis e rodas); 
Pirelli (pneus); 
Voss e Brunning (itens de frenagem); 
Bepo e Indebras (sistema de combustível); Heliar (bateria); 
Schwaben (engenharia); 
Mobil (fluidos em geral, como óleo do motor, freio, etc.). 

Itens como chicotes, suportes, parafusos e outras peças estão em negociações com empresas do Rio Grande do Sul.

Representantes do Banrisul, banco que participará no financiamento da fábrica de Guaíba, também prestigiaram o evento.

A Foton também apresentou ao governo gaúcho seus modelos de 15, 17 e 24 toneladas de PBT (Peso Bruto Total), que entrarão neste segundo semestre em processo de homologação para obter a permissão de produção no Brasil. 

“Esses três modelos são os produtos iniciais para a nossa entrada no mercado de pesados e demonstram que o programa estabelecido com a Foton Beiqi tem continuidade para um portfólio maior de produtos”, comentou Mendonça de Barros.

Segundo Bernardo Hamacek, CEO da Foton Caminhões, a montadora terá modelos que atenderão os segmentos de transporte de 3,5 até 24 toneladas.




“Isto nos tornará um importante player entre os concorrentes tradicionais e nos permitirá ampliar ainda mais a oferta de produtos com nível elevado de qualidade a preços muito competitivos seguindo a nossa filosofia de oferecer ao consumidor brasileiro novas opções de melhor custo-benefício”, aposta Hamacek.

Para dar suporte ao seu plano de negócios no Brasil, a Foton continua desenvolvendo seu programa de nomeação de concessionários. 

“Até o final de 2014, a rede terá 30 casas cobrindo vários estados do território nacional, e 50 até a metade do próximo ano, anunciou Hamacek.

As obras para a construção da fábrica tiveram início em abril deste ano e a previsão é que o primeiro caminhão brasileiro da marca deixe a linha de montagem em Guaíba no início de 2016. 

Até lá, a empresa continuará importando da matriz chinesa, em Beijing, os modelos de 3,5 até 24 toneladas de PBT (Peso Bruto Total) que desde junho estão sendo desembarcados em Rio Grande, RS. 

Até o fim deste ano, 100 contêineres com peças, acessórios e cerca de 1000 caminhões devem ser entregues, todos por Rio Grande.

Foton - Caminhões



Antonio Dadalti, Eustaquio Sirolli, Leandro Gedanken, Luiz Carlos Mendonça de Barros, Bernardo Hamacek, Márcio Vita, Luiz Paraguassu, Ricardo Mendonça de Barros e Marcos Leandro, executivos da Foton Caminhões.

A Foton Caminhões é responsável pela importação e distribuição dos caminhões da marca Foton no País. 

Responde também pelo fornecimento das autopeças e por todos os serviços de pós-venda, incluindo revisões e manutenções. 

Na China, a Foton Motor Group, fundada em 1996, no distrito de Changping, Pequim, conta com mais de 100 mil funcionários e possui joint ventures firmadas com companhias importantes, como a Cummins e a Daimler, sendo apontada como a maior e uma das mais valiosas companhias chinesas. 

Para mais informações sobre a Foton e seus caminhões, acesse: www.fotonmotors.com.br.

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