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quinta-feira, 30 de julho de 2015

A VOLKSWAGEN JÁ ANUNCIOU O SURGIMENTO DO MOTOR 1.0 USADO NO SEU MODELO up! TOTAL FLEX COM UM TURBO QUE LHE DÁ UMA POTÊNCIA MÁXIMA DE 101 CV, ABASTECIDO COM GASOLINA E 105 CV, COM GASOLINA. O TURBOCOMPRESSOR DÁ AO CARRO O PODER DE CHEGAR DE 0 A 100 KM/H EM 9,1 SEGUNDOS E UM TORQUE EXCELENTE DE 16,8 M.KGF, E LHE GARANTE UMA ECONOMIA DE CONSUMO COMO ESSE MOTOR CONSIDERADO DOS MELHORES DO MUNDO ENTRE OS DE CICLO OTTO. ESTA MATÉRIA É DEDICADA AOS LEITORES QUE GOSTAM DE TECNOLOGIA AUTOMOTIVA

  
MECÂNICA ONLINE® 


30 / 07 / 2015


Entenda o processo construtivo da nova 
motorização 1.0l TSI bicombustível



Seguido do anúncio de mais de R$ 460 milhões de investimentos em sua fábrica de motores, em São Carlos (SP), até 2018, a Volkswagen do Brasil realiza o lançamento do novo motor 1.0 TSI Total Flex, mais avançado da fabricante no País e o primeiro motor com injeção direta, turbocompressor e tecnologia flexível.

Surge uma nova percepção sobre motorização 1.0 litro, onde desempenho (0 a 100 km/h em 9,1 segundos, com velocidade máxima de 184 km/h (etanol) combina com economia (up! TSI obteve a excelente marca de consumo energético de 1,44 MJ/km [ conforme a Portaria INMETRO nº 10/2012], com classificação “A” no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do INMETRO).

Mas, o que muda no processo construtivo dessa nova motorização oferecida pela Volkswagen no Brasil? 

Qual a razão de obter esses números e o que o consumidor pode realmente ganhar com tantas tecnologias e recursos? 

As respostas você encontra logo abaixo.


Downsizing. Com três cilindros e 999 cm³ de cilindrada, o motor TSI é Total Flex, capaz de rodar com gasolina, etanol ou a mistura dos dois combustíveis em qualquer proporção. 

Sua potência máxima é de 101 cv (74 kW) a 5.000 rpm, quando abastecido com gasolina, e de 105 cv (77 kW) à mesma rotação, com etanol.



O excelente torque máximo é de 16,8 m.kgf, com gasolina ou etanol, disponível já a partir de apenas 1.500 rpm. 

A entrega de torque alto em rotação baixa faz com que o up! TSI se destaque pelas ótimas retomadas de velocidade, além das acelerações de tirar o fôlego.

Para aprimorar o desempenho do motor TSI Total Flex, assim como ocorreu no motor MPI, foi realizado intenso trabalho na redução de atrito dos componentes e na aplicação de recursos tecnológicos inéditos no mercado brasileiro.

Foram desenvolvidos materiais e processos para aumentar a resistência estrutural e térmica de todos os seus componentes, tornando a robustez uma das suas principais características. 

O projeto implementado pela Volkswagen, que prioriza a eficiência e a durabilidade, é meticuloso até os mínimos detalhes.

Injeção direta: fundamento do novo motor TSI. A tecnologia TSI está baseada na injeção direta de combustível. 

Por meio desse sistema, o combustível é injetado sob alta pressão diretamente na câmara de combustão – no novo motor 1.0 TSI Total Flex, a pressão é bastante elevada: 250 bar.

Em comparação com o sistema de injeção convencional, realizado no coletor de admissão, a injeção direta possui as vantagens de ser mais precisa e de não depender dos tempos de abertura das válvulas, injetando a quantidade adequada de combustível em todas as condições de uso.


A geometria dos dutos de admissão e da câmara de combustão auxilia a ótima formação da mistura do combustível ao ar (admitido pelo coletor de admissão), que entra no cilindro rapidamente e formando o chamado movimento de “tumble” (cambalhota), e auxilia na rápida combustão, que por sua vez aumenta a eficiência térmica do motor.

Os altamente avançados injetores de cinco orifícios, que recebem o combustível por meio de uma galeria feita de aço inoxidável, realizam múltiplas injeções em cada cilindro a cada ciclo.



O cabeçote é usinado de forma a garantir que a vela de ignição, que é colocada em posição central (entre as válvulas de admissão e escape), tenha seu eletrodo sempre direcionado para o injetor, o que facilita a formação da frente de chama e dá maior velocidade e eficiência à queima da mistura ar-combustível, com consequente maior eficiência térmica.

Além disso, o sistema de injeção direta é composto pela bomba de combustível, pelo sensor de etanol, bomba de alta pressão e pela galeria de injeção.

A bomba elétrica de combustível possui módulo de controle eletrônico, comandado pela central de gerenciamento do motor (ECU), sempre regulando a pressão para todas as condições de uso do motor.


O sistema de injeção conta com um sensor de etanol (exclusividade nesse segmento), posicionado antes da bomba de alta pressão, que identifica o combustível que vai ser queimado.

Esse sensor, que trabalha em conjunto com a sonda lambda (posicionada junto ao catalisador), aumenta a precisão na “leitura” da combustão da mistura ar-combustível e a robustez de todo o conjunto, prevenindo a ocorrência de picos de pressão e auxiliando na partida a frio.

A bomba de alta pressão é acionada pelo comando de válvulas de admissão e é controlada pela ECU. 

Essa bomba eleva a pressão do combustível para até 250 bar e o envia à galeria de injeção, que faz a distribuição pelos cilindros através dos injetores – que têm tratamento especial para lidar com o etanol, garantindo sua robustez e durabilidade.

O coletor de admissão é feito de material polimérico de alta resistência e baixa rugosidade, garantindo fluxo de ar com baixa restrição. 

Como em todos os modelos Volkswagen, o conjunto de corpo de borboleta e acelerador é eletrônico (E-GAS).

Coletor de escape integrado ao cabeçote. O gerenciamento térmico do motor foi calculado nos mínimos detalhes durante o desenvolvimento. 


O coletor de escapamento do 1.0 TSI Total Flex é integrado ao cabeçote, formando uma peça única, e tem seu próprio circuito de arrefecimento líquido.

Isso permite fazer o melhor uso possível de energia dos gases de escape durante a fase de aquecimento – o líquido de arrefecimento atinge a temperatura ideal de funcionamento mais rapidamnente durante a fase fria do motor, porque recebe o calor dos gases de escape.

Por outro lado, em alto regime de utilização, ocorre um controle preciso da temperatura dos gases de escape na entrada do conversor catalítico (catalisador), permitindo que se opere mais tempo com a mistura ar-combustível estequiométrica (ideal, com lambda igual a 1).

O conversor catalítico (catalisador), instalado logo na saída do coletor de escape, atinge rapidamente sua temperatura adequada de operação. 

A chamada fase fria do motor dura menos e são reduzidas as emissões nesse estágio de funcionamento.

Turbocompressor compacto, 

grandes resultados. 

O turbocompressor – também chamado de turbo – aumenta a massa de ar admitida pelo motor para seu funcionamento ao comprimir esse ar. 

Ao se utilizar turbocompressor, parâmetros como potência, torque e eficiência são aumentados significativamente em comparação a um motor de mesma cilindrada com aspiração natural.

Além de aumentar a potência, o turbocompressor tem a função de poupar energia e gerar mais força – ele aproveita gases de escapamento que seriam descartados, reduzir emissões.

O turbocompressor é formado por duas câmaras metálicas com aspecto de caracol (volutas): uma ligada ao sistema de escape e a outra ao sistema de admissão do motor. Dentro das câmaras, unidas por um eixo, estão, de um lado, uma turbina e, do outro, o compressor. 


O rotor da turbina, que trabalha em condições de alta temperatura, é feita de material especial que combina níquel e cromo e oferece elevadas resistência e estabilidade dimensional em todas as condições de trabalho.

A turbina é movimentada em altíssima velocidade pelo fluxo de gases de escape e transfere esse movimento ao compressor, que comprime o fluxo de ar fresco. 

Esse ar é então resfriado 
pelo intercooler. 

O ar mais frio é mais denso, ocupa menos espaço e por isso pode ser enviado em maior massa para dentro dos cilindros, melhorando o rendimento volumétrico e reduzindo as condições em que ocorreria pré-detonação (“batidas de pino”) no motor.

O intercooler do motor TSI é do 

tipo ar-água e está integrado 
ao coletor de admissão. 

Essa proximidade aumenta a eficiência de todo o conjunto, reduzindo as perdas e eliminando o chamado “turbo lag”, pelo fato de reduzir o percurso do ar antes da admissão. 

Além disso, essa configuração 
também facilita o package, 
a acomodação do motor no cofre.




A refrigeração do próprio intercooler é feita por um radiador auxiliar, que também faz o resfriamento da turbina por meio de uma bomba elétrica, comandada pela ECU, e que pode funcionar independente do motor, aumentando a robustez do conjunto turbocompressor.

O turbocompressor que equipa o novo motor 1.0 TSI Total Flex é leve e compacto – seu rotor tem menos de 40 mm de diâmetro –, de baixa inércia, e graças a essas características oferece respostas rápidas quando o motorista aciona o acelerador.

As dimensões reduzidas favorecem o melhor aproveitamento do torque em todas as faixas de utilização e a eliminar o retardo de acionamento (também conhecido como “lag”).

O design inteligente do coletor de escape permitiu a utilização de um compressor de voluta única (single-scroll) compacto e leve com válvula wastegate com comando elétrico (uma inovação na categoria). 

Essa válvula é capaz de desempenhar sua função de abertura e fechamento rapidamente, quando necessário.



A válvula wastegate (ou válvula de passagem) é o “acelerador” do turbo, controlando a passagem dos gases de escape pela turbina. 

No novo motor 1.0 TSI Total Flex, a válvula wastegate possui abertura variável, controlada eletronicamente, de forma a manter sempre o torque ideal.

Em baixos regimes de rotação, a válvula wastegate deve ser fechada de modo a permitir ao turbocompressor receber toda a corrente de gases de escapamento (que atingem altas temperaturas), o que assegura formação de torque consistente.

Para reduzir as perdas no processo de mudança de carga, quando o motor estiver operando em carga parcial, a contrapressão de escapamento pode ser reduzida ao se abrir totalmente a válvula wastegate.

A resposta do motor é melhorada sensivelmente, porque o atuador elétrico da válvula wastegate é capaz de regular a pressão na válvula muito rapidamente.

Leve e robusto. Graças à utilização de bloco ultra-rígido feito de alumínio leve fundido sob pressão (peso: 13,5 kg) e sua construção compacta com três cilindros em vez de quatro, o novo motor 1.0 TSI Total Flex é cerca de 10 kg mais leve do que os equivalentes de quatro cilindros.

Os cilindros têm 74,5 mm de diâmetro, com 76,4 mm de curso, o que permite melhor enchimento da câmara de combustão.

O bloco possui canais adicionais (em relação ao MPI) para retorno de óleo do turbocompressor e o radiador de óleo – recurso adotado para garantir a robustez necessária pela maior potência específica do motor.



Conjunto de árvore de manivelas (virabrequim) nacional de baixa massa e pouco atrito. 

O conjunto do virabrequim – a própria árvore de manivelas, além dos pistões e das bielas – distingue-se pela baixa massa em movimento e pelo baixo atrito. 

O virabrequim é forjado, uma característica construtiva encontrada apenas em motores altamente sofisticados e que coloca o novo motor 1.0 TSI Total Flex entre os mais modernos e robustos do mundo.

O motor TSI segue também o mesmo princípio de redução de peso do motor MPI. Os pistões de alumínio e bielas forjadas têm peso reduzido. 

O peso total do conjunto do virabrequim também foi reduzido, com a diminuição do peso dos mancais de bielas.

Quatro contrapesos, que foram desenhados para os trabalhos do motor TSI, reduzem as forças internas no virabrequim, o que por sua vez reduz a carga sobre os mancais principais. 

Dessa forma o 1.0 TSI pode 
operar com suavidade e perfeição.


As bronzinas recebem tratamento superficial especial e os mancais principais são extremamente robustos, ainda que mantendo as dimensões reduzidas, o que contribui significativemente para reduzir o atrito interno e aumenta a eficiência do motor TSI.

Duplo comando de válvulas 
variável na admissão e no escape. 

Com quatro válvulas por cilindro, sendo duas para admissão e duas para escape, o motor TSI é equipado com duplo comando de válvulas com variação de fase para admissão e escape.

As válvulas são acionadas por balancins roletados (RSH, sigla para o termo alemão rollenschlepphebel), recurso que minimiza o atrito entre os componentes e aprimora sua eficiência.

A tampa do cabeçote possui projeto específico para a utilização de injeção direta e é construída de forma inovadora, a exemplo da que equipa o motor MPI – em um processo que integra os eixos de comando (admissão e escape) e os cames de acionamento das válvulas permanentemente sem a necessidade de solda. 

Esse design permite a redução do diâmetro dos mancais dos eixos e, consequentemente, de atrito.

A taxa de compressão é de 10,5:1, possível graças à injeção direta, e proporciona ótimo desempenho com etanol, gasolina ou a mistura dos dois combustíveis em qualquer proporção.




A variação das válvulas é contínua; o comando de admissão permite variação máxima de até 50 graus em relação ao ângulo do virabrequim; o comando de escape permite até 40 graus de variação. 

Com esses recursos, o motor três-cilindros consegue alcançar seu pleno torque já a partir de baixas rotações, entregando alta potência em altas rotações (1.500 rpm).

A variação de fase na admissão e no escape permite a adoção de estratégias especiais de gerenciamento do motor. 

Sob baixa e média cargas (borboleta do acelerador com pouca ou média abertura) e em giros médios do motor, ocorre o “cruzamento de válvulas”, com o atrasamento do fechamento das válvulas de escape e o adiantamento da abertura das válvulas de admissão. 

Isso, visa reduzir as chamadas “perdas por bombeamento”, com consequente melhor aproveitamento da energia produzida pelo motor.

Sob alta carga (maior abertura da borboleta do acelerador) e em médio regime de rotações, o fluxo de admissão colabora para “expulsar” os gases de escape de dentro do cilindro e, assim, acelerar a turbina, eliminando o retardo de acionamento (“lag”). 

O resultado é rapidez de resposta ao acelerador com alto torque em baixa rotação.

Arrefecimento e aquecimento perfeitos. 

O novo motor 1.0 TSI Total Flex possui triplo circuito de arrefecimento, que permite temperaturas diferentes para o bloco e para o cabeçote – o sistema utiliza duas válvulas termostáticas. 

O motor “básico” é arrefecido por um circuito de alta temperatura por meio de uma bomba d’água acionada mecanicamente. 

Com esse recurso, é possível utilizar maior temperatura de funcionamento para o bloco, tornando o óleo mais fluido e garantindo menor atrito entre os componentes.

A temperatura de arrefecimento do cabeçote, por sua vez, é menor, o que minimiza a possibilidade de detonação, melhorando o desempenho do veículo e diminuindo o consumo de combustível.

Um circuito de baixa temperatura, alimentado por uma bomba elétrica, circula líquido de arrefecimento para o resfriador (intercooler) e a carcaça da turbina, conforme necessário.

Caso o motorista selecione a opção de aquecimento do habitáculo do up! TSI, para dias mais frios, por exemplo, o sistema é aquecido pelo circuito de arrefecimento do cabeçote, que se aquece mais rapidamente, assim como o motor.

Correia dentada para o acionamento das válvulas e polias triovais. 
Graças ao seu desenho, o atrito interno no novo motor 1.0 TSI Total Flex é bastante baixo. 

Esse motor também se beneficia dessa característica da família EA211 e as medidas implementadas para reduzir o atrito interno. 

Isso se refere não só para o conjunto do virabrequim, mas também para o controle das válvulas e unidades auxiliares.

As polias de acionamento dos eixos de comando de válvulas de admissão e de escape têm desenho trioval, o que permite estabilização da força na correia dentada e de sua flutuação angular. 

Esse recurso, além de minimizar 
atrito e vibração, aumenta a 
durabilidade do sistema.


As duas árvores de comando de válvulas são acionadas pelo virabrequim por meio de uma correia dentada. 

Graças à sua especificação de material de alta qualidade, a durabilidade da correia dentada atende aos mais rigorosos padrões de qualidade do Grupo Volkswagen. 

Com tudo isso, as forças engenhosamente harmonizadas da correia dentada diminuem o atrito, reduzindo também a economia de combustível e aumentando a durabilidade do motor.
Partida a frio em alta pressão. 


Além da alta eficiência energética e do grande prazer ao dirigir proporcionados pela tecnologia TSI, outro benefício é a dispensa de utilização de sistema de partida a frio. 

A combinação das características da tecnologia faz com que o motor parta com robustez e eficiência, mesmo em condições de baixa temperatura.

A segunda etapa é realizada na partida do motor. Para aumentar a pressão na bomba de alta pressão, o motor é “girado” algumas vezes. 

Quando é comprimido, o ar aumenta de temperatura, o que também favorece a evaporação do combustível e a combustão.

Na primeira etapa, o próprio sistema de injeção em alta pressão faz uma parte do trabalho, ao pulverizar o combustível em gotículas, em um jato ultraveloz, gerando uma nuvem de vapor de combustível dentro da câmara. 

Quanto menores as gotículas de combustível, mais fácil é a queima e a partida do motor.

Compacto e eficiente. A soma de muitas pequenas melhorias tornaram o 1.0 TSI Total Flex um dos motores de ciclo Otto mais compactos e eficientes atualmente em produção no mundo. 

Aqui estão dois exemplos: para garantir que o motor ocupe tão pouco espaço de montagem, os componentes auxiliares, tais como a bomba d’água, o compressor de ar-condicionado e o alternador estão diretamente ligados ao motor e ao cárter sem suportes adicionais, e são acionados por uma correia dentada que funciona sobre um tensionador.


Em resumo, o novo motor 1.0 TSI representa um marco no campo de motores de ciclo Otto com sua construção compacta, excelentes números de potência e torque para essa classe de cilindrada, e as suas emissões excepcionalmente baixas.
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânica com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

Coluna Mecânica Online® - Menção honrosa (segundo colocado) na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo 2013, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.

FUJI HEAVY INDUSTRIES, QUE FABRICA OS AUTOMÓVEIS SUBARU, FECHOU ACORDO COM A BOEING PARA O DESENVOLVIMENTO E PRODUÇÃO DO NOVO AVIÃO BOEING 777X


Tóquio, 29 de julho de 2015 - A Fuji Heavy Industries Ltd. (FHI), fabricante dos automóveis SUBARU, e outras quatro companhias japonesas do setor aeroespacial, juntamente com a Japan Aircraft Development Corporation (JADC), assinaram, no dia 23 de julho, um acordo formal com a Boeing sobre sua participação no desenvolvimento do novo avião da empresa, o Boeing 777X.


O projeto do Boeing 777X, sucessor da série 777 de grandes jatos de passageiros bimotores, inclui os modelos 777-8X e 777-9X. 

A Boeing afirma que o início da produção está programado para 2017, com a primeira entrega prevista para 2020.

Assim como no atual 777, a Fuji Heavy Industries Ltd. será responsável pela seção central da asa, integração da parte central com os compartimentos do trem de aterrisagem principal, portas do trem de pouso e carenagem das junções dianteiras entre as asas e a fuselagem. 

A FHI está se preparando para a produção em suas fábricas em Utsunomiya, município de Tochigi, e em Handa, município de Aichi. 


Na fábrica de Handa, uma nova área de montagem está em construção para produzir a seção central da asa do 777X.

A FHI se empenha em reforçar sua participação na indústria aeroespacial global, incrementando ainda mais sua excelência em engenharia e sua bem-sucedida parceria com a Boeing.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

DAIMLER E ALIANÇA RENAULT-NISSAN INICIAM JOINT-VENTURE NO MÉXICO. O OBJETIVO É PRODUZIR A PRÓXIMA GERAÇÃO DE VEÍCULOS PREMIUM COMPACTOS PARA AS MARCAS MERCEDES-BENZ E INFITINI

Cinco anos após o início de sua bem-sucedida estratégia de cooperação, Daimler e Aliança Renault-Nissan expandiram significativamente sua colaboração com o início de sua joint-venture para produção no complexo industrial de Aguascalientes, no México.

A nova unidade de negócios, chamada COMPAS - Cooperation Manufacturing Plant Aguascalientes (Planta Aguascalientes para Cooperação de Manufatura) é 50% da Daimler e 50% da Nissan. 

Os parceiros vão investir US$ 1 milhão na unidade COMPAS, e vão supervisionar a construção e operação de uma planta para manufatura da próxima geração dos veículos compactos premium das marcas Mercedes-Benz e Infiniti.

A fábrica ficará localizada próximo a Aguascalientes A2, planta da Nissan, no México.

Terá capacidade de produção inicial anual de 230 mil veículos e irá criar 3.600 empregos diretos até 2020. 

Dependendo do desenvolvimento do mercado e demanda dos consumidores, há o potencial de adicionar-se capacidade. 

A produção de veículos da Infiniti começará em 2017 e os primeiros carros da Mercedes-Benz sairão da linha em 2018.

Comando
A COMPAS é liderada por um time internacional de executivos da Daimler e da Nissan: Ryoji Kurosawa será o CEO; Uwe Jarosch o CFO e Glaucio Leite o CQO. 

O time de diretores da COMPAS conta com três executivos de cada companhia. 

Pela Daimler, são: Michael Göbel, chefe de Produção de Carros Compactos da Mercedes-Benz; Axel Harries, chefe de Gerenciamento de Qualidade da Mercedes-Benz e Christian Schulz, chefe de Controladoria da Mercedes-Benz. 

Os executivos da Nissan são Armando Ávila, vice-presidente de Manufatura da Nissan México; Carlos Servin, vice-presidente de Finanças da Nissan nos EUA e Takehiro Terai, vice-presidente de Satisfação Totaldo Consumidor da Nissan nos EUA.

“A COMPAS é um excelente exemplo do alcance global da cooperação entre a Aliança Renault-Nissan e a Daimler. 
Juntos, estão combinando expertise de manufatura da Nissan e da Daimler em uma planta de operações no México para a produção de veículos compactos premium de última geração.”, afirmou o CEO da COMPAS, Kurosawa. 

“Aguascalientes foi escolhida por sua excelente cadeia de fornecedores e processos de produção altamente eficientes da Nissan no México por mais de 30 anos”, concluiu.

Kurosawa tem mais de 30 anos de experiência em produção de automóveis tanto na Nissan, quanto na Infiniti. 

Em seu último cargo como Gerente Geral da Planta de Tochigi, no Japão, esteve em cargo da produção e da qualidade dos modelos da Infiniti, incluindo o icônico sedã Q50.

AMORTECEDORES RECONDICIONADOS COMPROMETEM SEGURANÇA DO VEÍCULO. É O TIPO DE ECONOMIA QUE ACABA FICANDO CARA. O ALERTA É DA MONROE. COMPONENTES RECONDICIONADOS ALÉM DE SEU CURTO PERÍODO DE DURAÇÃO PODEM QUEBRAR OU APRESENTAR DEFEITOS QUE GEREM ACIDENTES. MELHOR FAZER UM SACRIFÍCIO E COMPRAR AMORTECEDORES NOVOS


Quebras inesperadas e acidentes podem ocorrer com o uso de peças recondicionadas. Encontradas facilmente no mercado e com preços bem atrativos, não atendem às especificações técnicas genuínas, aos padrões de qualidade e, portanto, devem ser evitadas. 


No caso dos amortecedores, o alerta se faz ainda mais necessário, pois o componente está diretamente atrelado à segurança veicular.

Juliano Caretta, coordenador de Treinamento Técnico, da Monroe, alerta que o recondicionamento é uma espécie de reforma que pode maquiar itens comprometidos. 

As peças reaproveitadas não passam pelos mesmos processos de fabricação e qualidade adotados pela fabricante ou autorizadas.

“Em muitos casos, as peças são apenas lavadas e pintadas, ganhando aparência de novas. Nos amortecedores reformados, é comum utilizar um tipo de óleo diferente do fluido especificado para o equipamento, fazendo com que ele apresente variação na carga de amortecimento”, informa Caretta.

Além de comprometer o desempenho operacional e, consequentemente, a segurança, o recondicionamento não oferece garantias ao consumidor. 

A recomendação é adquirir somente peças homologadas pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), exigir o certificado de garantia e a nota fiscal de compra. 

Ainda é possível entrar em contato com a fabricante para confirmar a procedência da peça pelo 0800-166-004.

“O amortecedor é, em primeiro lugar, um dos principais itens de segurança do veículo. Somente a peça nova pode assegurar os padrões de qualidade exigido pelas montadoras”, adverte o especialista.

O equipamento é responsável por manter o contato permanente dos pneus com o solo, garantindo a estabilidade e a boa dirigibilidade. 

A Monroe informa que não existe prazo e nem quilometragem padrão para a troca de amortecedores. 

A fabricante aconselha a revisão das condições da peça quando o veículo atingir aproximadamente 40 mil quilômetros rodados e, após este período, a realização de checagens periódicas ou, ainda, conforme orientação da montadora. 

A inspeção do equipamento também é recomendada quando o motorista notar problemas de dirigibilidade, independentemente da quilometragem do veículo. 

Ruídos na suspensão, solavancos, balanços excessivos, falta de contato dos pneus com o solo são alguns dos principais sinais de desgaste.

PSA CITROËN PEUGEOT ANUNCIA FATURAMENTO DE QUASE 29 BILHÕES DE EUROS NO 1° SEMESTRE DESTE ANO. O PRESIDENTE DO GRUPO, CARLOS TAVARES, ACREDITA QUE, APESAR DA CRISE, O MERCADO AUTOMOTIVO CRESCERÁ NA EUROPA, NA AMÉRICA LATINA E NA RÚSSIA


Carlos Tavares, presidente Mundial da PSA Peugeot Citroën, anunciou, hoje, os resultados financeiros e operacionais do primeiro semestre deste ano do grupo que faturou 28,904 bilhões de euros, 6,9% a mais do que no mesmo período de 2014.

Apesar do desempenho da PSA, Carlos Tavares, deixou claro que o contexto internacional incerto requer a mobilização total da empresa e de suas equipes, "que agradeço calorosamente, a fim de alcançarmos a realização completa de nosso plano “Back in the Race” e consolidarmos a recuperação do Grupo”.

O faturamento da divisão Automotiva fechou em 19,409 bilhões de euros, igualmente em alta na comparação com o ano anterior (+4,3%), graças à progressão dos preços líquidos, ao mix de produtos positivo e a um impacto favorável das taxas de câmbio.

O Resultado Operacional Corrente do Grupo atingiu 1,424 bilhão de euros no primeiro semestre de 2015, ante 387 milhões de euros no primeiro semestre de 2014. 

O crescimento foi essencialmente sustentado pela divisão Automotiva, que obteve uma progressão de 968 milhões de euros decorrente de um contexto favorável que contribuiu para quase um terço da melhoria constatada, assim como dos efeitos positivos do mix de produtos – refletindo o sucesso dos lançamentos recentes e da política de precificação - e da redução dos custos.

O resultado operacional corrente Automotivo proforma, integrando 50% dos resultados das joint ventures chinesas, fechou em 1,193 bilhão de euros, registrando um aumento de 1,065 bilhão de euros.

Os produtos e encargos operacionais não correntes totalizaram – 342 milhões de euros no primeiro semestre, principalmente em decorrência das despesas de reestruturação da divisão Automotiva.

O resultado financeiro fechou em - 336 milhões de euros, ante - 344 milhões de euros no primeiro semestre de 2014.

O resultado líquido foi positivo e fechou em 720 milhões de euros, registrando uma progressão de 762 milhões de euros em relação ao primeiro semestre de 2014.

O resultado operacional corrente do Banco PSA Finance foi de 294 milhões de euros2, em alta de 122 milhões de euros na comparação com o primeiro semestre de 2014. 

No seguimento do acordo concluído com o Santander Consumer Finance em fevereiro de 2015, dois empreendimentos conjuntos já estão operacionais na França e no Reino Unido, proporcionando ao Grupo condições de refinanciamento nos melhores níveis de competitividade do mercado.

O resultado operacional corrente da Faurecia elevou-se a 424 milhões de euros, em alta de 36,3% na comparação com o primeiro semestre de 2014.

O Fluxo de Caixa Livre das atividades industriais e comerciais totalizou 2,792 bilhões de euros, sustentado pela melhoria da margem bruta de autofinanciamento, da variação sazonal da necessidade de capital de giro (+932 milhões de euros, principalmente, devido ao nível elevado da produção na Europa no período maio-junho 2015) e dos dividendos recebidos no primeiro semestre da DPCA e do Banco PSA Finance.

Excluindo-se as despesas de reestruturação e os elementos extraordinários (-321 milhões de euros e +331 milhões de euros, respectivamente), o Fluxo de Caixa Livre operacional foi de 2,782 bilhões de euros.

No final de junho de 2015, o nível total dos estoques era de 391 mil veículos (incluindo a rede independente), apresentando uma redução de 16 mil veículos, na comparação com junho de 2014.

A Posição Financeira Líquida das atividades industriais e comerciais em 30 de junho de 2015 totalizou 3,562 bilhões de euros, em progressão de 3,014 bilhões de euros em relação a 31 de dezembro de 2014. 

Para além do fluxo de caixa livre, esta melhoria decorre essencialmente do exercício das opções de subscrição de ações no valor de 120 milhões de euros.

O Grupo prevê uma orientação ascendente no mercado automotivo da Europa, em 2015, com um crescimento de +6%, um crescimento de cerca de +3%, na China, uma queda de cerca de 15%, no mercado da América Latina, e de cerca de 35%, na Rússia.

Perspectivas operacionais inalteradasO Grupo pretende gerar 2 bilhões de euros de fluxo de caixa livre operacional no período 2015-2017. 

Também tem o objetivo de atingir uma margem operacional de 2% na divisão Automotiva, em 2018, com uma meta de 5% para o período do próximo plano de médio prazo 2019-2023.

A MITSUBISHI JÁ COLOCOU À VENDA NAS SUAS CONCESSIONÁRIAS EM TODO O BRASIL, A EDIÇÃO ESPECIAL CHROME, DE APENAS 300 EXEMPLARES, DO SEU MODELO L 200 TRITON HLS, POR R$ 87.990,00. A PICAPE TRAZ NOVAS RODAS DE 17", CAPOTA MARÍTIMA E PROTETOR DE CAÇAMBA, NOVOS FARÓIS DE NEBLINA, SISTEMA MULTIMÍDIA POWER TOUCH COM TELA DE 7", TANQUE DE 90 LITROS.


Sinônimo de força e resistência, a família de picapes da Mitsubishi Motors apresenta a nova L200 Triton HLS Chrome Edition, uma série de apenas 300 unidades, que vem recheada de elementos especiais e novo design. Custa 
R$ 87.990,00.

Com motor 2.4 Flex, e tanque de 90 litros, o veículo tem a praticidade para rodar nas grandes cidades e o tamanho ideal para as viagens com a família aos fins de semana.

"Deixamos essa versão ainda mais completa e com elementos exclusivos. A L200 Triton HLS Chrome Edition é um veículo moderno e ideal para quem busca uma picape robusta, mas não faz uso da tração 4x4", explica Reinaldo Muratori, diretor de Engenharia e Planejamento, da Mitsubishi Motors do Brasil.


Entre os itens exclusivos está o Sistema Multimídia Power Touch, que traz ainda mais conforto para o motorista e passageiros. Equipado com tela touch screen de 7¨, vem com CD player, entrada auxiliar e USB com interface para iPod, MP3, sistema Bluetooth® e rádio AM/FM.

Os bancos têm um novo acabamento premium, que dão ainda mais sofisticação ao interior do veículo. 


Na tampa do porta-luvas, a plaqueta numerada identifica a série especial.

Na parte externa, o novo para-choque e grade estão integrados ao moderno conjunto óptico. 




O selo "Chrome Edition" está presente na tampa traseira. A moldura e maçaneta da tampa da caçamba são pintadas da cor do veículo e o veículo recebe capota marítima e protetor na caçamba. 

O skidplate reforça o visual e os espelhos retrovisores são cromados com luz indicadora em led e têm rebatimento elétrico. Os novos faróis de neblina completam o visual.

Para dar ainda mais requinte à série especial, as maçanetas das portas recebem acabamento cromado e os estribos laterais dão praticidade e reforçam o aspecto robusto desta picape.


As novas rodas são de liga leve são aro 17" com pneus 265/65 R17. O raio de giro, de apenas 5,7 metros, facilita as manobras.

O conjunto de suspensão tem o exclusivo sistema SDS (Sport Dynamic Suspension), que reduz o movimento da carroceria e deixa o veículo ainda mais estável, tanto no asfalto como no uso off-road, que proporciona o mesmo nível de conforto e segurança com o carro vazio ou carregado com mais de uma tonelada, até em pisos irregulares.

Tecnologia e eficiência
Com o DNA da Mitsubishi Motors, a L200 Triton HLS Chrome Edition tem motor 2.4 Flex, de quatro cilindros em linha, 16 válvulas, SOHC, injeção eletrônica multiponto sequencial que desenvolve uma potência de 142 cv a 5000 rpm e torque de 22 kgf.m a 4000 rpm (etanol). O câmbio é manual de cinco marchas.


A suspensão dianteira é independente, com braços triangulares duplos, amortecedores hidráulicos, molas helicoidais e barra estabilizadora.

Suas dimensões são ideais para todos os tipos de uso: a L200 Triton HLS Chrome Edition tem 5.115 mm de comprimento, 1.800 mm de largura, 1.780 mm de altura e entre eixos de 3.000 mm.

Segurança
A grande preocupação da Mitsubishi Motors com a segurança está presente na L200 Triton. 

O chassi projetado para incrementar a resistência à flexão e à torção torna esta picape um veículo muito seguro para qualquer situação. 

A cabine conta com o sistema RISE de deformação programada, em caso de colisão, coluna de direção, pedal e o espelho retrovisor interno colapsáveis, barras de proteção lateral, além de airbag duplo.

O sistema de freios também recebe novidades e conta agora com a tecnologia 4-ABS com EBD e BAS, que distribui eletronicamente a força de frenagem em cada roda, mantendo o veículo em uma trajetória correta e segura mesmo em situações limites de utilização dos freios.


Linha L200 Triton: picapes 
para o lazer e para o trabalho

A Mitsubishi Motors oferece uma linha de picapes que une a força e resistência para o trabalho com o conforto e sofisticação para a viagem com a família.

A linha L200 Triton é oferecida em oito versões: L200 Triton HPE (diesel MT/AT e flex), L200 Triton Savana, L200 Triton GLS, L200 Triton GLX, L200 Triton GL e L200 Triton HLS, todos produzidos no Brasil na fábrica da Mitsubishi Motors, em Catalão, interior de Goiás. 

Os veículos têm tração em duas ou quatro rodas e são equipados com motores diesel ou flex.

Que tal assistir o vídeo?


Cores

A L200 Triton HLS Chrome Edition está disponível nas concessionárias de todo o País em três opções de cores: Cinza Londrino, Prata Rhodium e Marrom Barroco. O veículo tem três anos de garantia e a MitRevisão com preço fixo.


Outro vídeo interessante:
https://www.youtube.com/watch?v=6cJVotUPanA&authuser=0

TROLLER DISPUTA O RALLY DOS SERTÕES 2015, QUE COMEÇA DIA 1º/8, COM O T4 DE NOVA GERAÇÃO. O RALLY TERÁ CERCA DD 3 MIL QUILÔMETROS E SAIRÁ DE GOIÂNIA, TERMINANDO DIA 8/8, EM FOZ DO IGUAÇU


A Troller, uma das marcas mais tradicionais do cenário off-road do País, vai disputar o Rally dos Sertões 2015 com dois Troller T4 de nova geração em parceria com equipes experientes e vitoriosas. 


A dupla formada pelo piloto Rafael Cassol e o navegador Lélio Jr. soma uma excelente experiência no mundo do rali. 

Já Edu Piano e Solon Mendes são nada menos que hexacampeões dos Sertões na categoria Caminhões.

Esta será a primeira participação do Novo Troller T4 na competição mais difícil da América Latina, com largada no dia 1º de agosto em Goiânia (GO) e chegada no dia 8 em Foz do Iguaçu, PR. No total, a prova terá um percurso de 2.917 quilômetros.

A 23ª edição do Rally dos Sertões começa com o prólogo no Autódromo de Goiânia, definindo o grid de largada. 


No dia 2, a primeira etapa terá como destino a cidade de Rio Verde (GO), seguindo depois para Itumbiara (GO), São Simão (GO), Três Lagoas (MS), Euclides da Cunha Paulista (SP) e Umuarama (PR), até o destino final em Foz do Iguaçu (PR).

Legítimo off-road
Em suas últimas participações no Rally dos Sertões – em 2011, 2012 e 2013 –, com o veículo da geração anterior, a Troller garantiu o pódio nas três edições, uma delas com o título da categoria Production T2 (em 2012, com a dupla de pai e filho Paulo César Bertolini e Anderson Bertolini).

Nesta categoria que privilegia as características originais de fábrica do produto, sem alterações profundas, o Troller T4 se destaca por ser um legítimo off-road. 


O veículo tem motor 3.2 turbodiesel de 200 cv, transmissão manual de seis velocidades, comando eletrônico de tração, diferencial traseiro autoblocante e freio a disco nas quatro rodas com sistema ABS e EBD.

Sua carroceria em compósito especial, leve e resistente a impactos, traz um design moderno e avançado que também melhora os ângulos de ataque e saída para superar obstáculos nas trilhas. 


Protetor frontal e estribos laterais integrados à carroceria, bagageiro com barras transversais ajustáveis, base para guincho integrada são equipamentos que contribuem para a sua versatilidade. 

A tomada de ar elevada com snorkel permite a imersão em até 800 milímetros de profundidade na água.

GRUPO PSA CITROËN TROCA DIRETOR DE COMPRAS AMÉRICA LATINA: ANTÔNIO CARLOS VISCHI ASSUME DIA 1º DE AGOSTO SUBSTITUINDO GERMAN MAIRANO. O NOVO DIRETOR TEM A MISSÃO DE ELEVAR PARA 85% OS NÍVEIS DE INTEGRAÇÃO LOCAL NOS PRÓXIMOS TRÊS ANOS

A partir de 1º de agosto de 2015, Antônio Carlos Vischi será o novo diretor de Compras América Latina do Grupo PSA Peugeot Citroën, em substituição a German Mairano, que retorna para a Argentina, onde assumirá novas funções dentro do Grupo PSA. 


O executivo responderá hierarquicamente a Carlos Gomes, presidente Brasil e América Latina do Grupo PSA Peugeot Citroën.

Antônio Carlos Vischi, 53 anos, é formado em Matemática, com especialização em Administração de Empresas. 

O executivo tem mais de 30 anos de experiência em importantes empresas do país, sendo 16 deles dedicados ao Grupo PSA Peugeot Citroën, onde ingressou em 1999. 

No Grupo PSA ocupou diversos cargos de relevância estratégica e também trabalhou durante 4 anos como expatriado na área de Compras, na França.

“Espero que minha experiência nesta área possa contribuir com os objetivos do Grupo PSA na América Latina. Temos a meta de atingir 85% nos níveis de integração local nos próximos 3 anos na região e a parceria com nossos fornecedores continuará fundamental para percorrermos este caminho com qualidade e eficiência”, declarou Vischi.

TMD/COBREQ COM PASTILHAS DE FREIO PARA 24 MODELOS DA HONDA, CITROËN, FIAT E PEUGEOT


Em agosto, a TMD Friction do Brasil lançará, no mercado nacional de reposição, pastilhas dianteiras de freio Cobreq para veículos Honda, Citroën, Fiat e Peugeot. 


Na Honda e com a referência Cobreq N-1457, os produtos são para o Civic 1.8 16V ESX, LXL e LXS (2012 em diante); e Civic 2.0 i-VETEC EXR e i-VETEC LXR (fabricados a partir de 2014). 


E com a referência N-1480, o lançamento também abrange o Civic 1.8 16V ESX produzido entre 2009 e 2011.

Na Fiat, as pastilhas são para 12 modelos: Gran Siena Attractive 1.4 8V e Gran Siena Tetrafuel 1.4 fabricados a partir de 2012; Palio 1.0 Attractive Evo, Palio 1.4 Attractive Evo – com produção a partir de 2011; e com produção de 2010 em diante os veículos Uno 1.0 Vivace Evo, Uno 1.0 Way, Uno 1.4 Attractive, Uno 1.4 Attractive Evo e Uno 1.4 Way.

Já na Peugeot, o lançamento com a referência Cobreq N-1770 é para os carros 208 modelos Active, Allure, Feline e Griffe - todos com motorização 1.5 e fabricados a partir de 2012. 


Também para veículos produzidos a partir deste ano e com a mesma referência, as pastilhas Cobreq são para o Citroën C3 Origine Flex 1.5 e C3 Tendance 1.5 Flex.

terça-feira, 28 de julho de 2015

A BMW QUE POSSUI EM SEU PORTFÓLIO DOS MELHORES CARROS ELÉTRICOS DO MERCADO MUNDIAL, ACABA DE ABRAÇAR DENTRO DE UM NOVO CONCEITO DE MOBILIDADE SUA BICICLETA ELÉTRICA eBIKE HEISENBERG XF1, PRODUZIDA SOB NOVOS PRINCÍPIOS EM QUE O BRAÇO ARTICULADO DA UNIDADE DE TRANSMISSÃO É UM NOVO TIPO DE TECNOLOGIA DE ESTRUTURA DE eBIKES COM SUSPENSÃO TOTAL E MOTOR CENTRALIZADO

Munique/Biesenthal, 28 de julho de 2015 – A marca BMW i desenvolve e apresenta ao mundo conceitos visionários de mobilidade e design com a sua nova bicicleta elétrica, com autonomia de 100 km e velocidade de 25 km/h, que marca uma nova compreensão do segmento premium, com uma clara preocupação com a sustentabilidade. 


Por isso, a BMW i também cumpre a função, dentro do BMW Group, de uma incubadora de inovação que vai muito além dos já conhecidos modelos BMW i3 e BMW i8.

Um dos resultados mais recentes dessa estratégia é a patente de um componente inovador. 


A BMW já produzira uma bicicleta elétrica dobrável.

Trata-se de um braço articulado de unidade de transmissão para veículos de duas rodas, que acaba de entrar em produção na fábrica de bicicletas elétricas HNF Heisenberg. 

O desenvolvimento foi realizado em colaboração com a divisão de Pesquisa e Tecnologia do BMW Group.

Como não havia um uso imediato para a patente, já que o foco da marca BMW i não está em veículos elétricos de duas rodas, a tecnologia foi disponibilizada para uso externo e equipará o modelo eBike Heisenberg XF1. 

Um pequeno logotipo aplicado nas bicicletas identifica que o produto conta com uma inovação do BMW Group.

A patente da BMW i para o princípio do braço articulado da unidade de transmissão é um novo tipo de tecnologia de estrutura para eBikes com suspensão total – ou amortecimento na frente e atrás – e um motor centralizado. 

E isto facilita, pela primeira vez, a integração do motor centralizado, das engrenagens e da correia de transmissão em um módulo inovador de suspensão, dispensando, assim, um tensor de correia.

Para mais informações sobre a BMW do Brasil acesse:

www.bmw.com.br

Redes sociais: www.bmw.com.br/interatividade

FORD COMEMORA 80 ANOS DO SEU ESTÚDIO DE DESIGN, CRIADOR DE ÍCONES COMO O FORD 49, THUNDERBIRD, MUSTANG E FORD GT, E NOVAS TECNOLOGIAS, COMO CINTOS DE SEGURANÇA, PINTURA PEROLIZADA, ENTRE OUTRAS.


A Ford está comemorando 80 anos de existência do seu Estúdio de Design nos Estados Unidos, responsável pela criação de grandes sucessos da indústria automobilística e inovações que continuam marcando época. 



Além de desenvolver novas técnicas e tecnologias que tornaram os veículos mais seguros, eficientes e confortáveis, nesse estúdio nasceram verdadeiros ícones como o Ford GT, o Mustang, o Thunderbird (foto abaixo) e o Ford 49.


A área de design foi montada, em 1935, por Edsel Ford para desenvolver o estilo e funcionalidade dos veículos da marca. 

A criação da área é um dos marcos da história de mais de 100 anos da Ford, que pode ser contada pela evolução do design automobilístico. 



De suas pranchetas, saíram também sucessos atuais como o Edge, o Fusion, a F-150 e as novas gerações do Mustang e Ford GT. 

A área atraiu designers de outros setores, incluindo os de interior, e contribuiu para ampliar a convergência de tendências na indústria.

Uma visão radical dessa evolução pode ser vista quando se colocam lado a lado o pioneiro Modelo T e o novo Ford GT. 


Vários exemplos de inovações criadas nos Estúdios de Design da Ford continuam presentes nos carros de hoje, como os cintos de segurança, materiais alternativos e a pintura perolizada. 

Há também curiosidades, como o sistema de navegação que pode ser considerado o avô do atual GPS. 

Na história, introduziu diversas escolas e tendências de estilo, favorecendo a aerodinâmica e a interação da forma e função no design. 

Também avançou em outros campos da tecnologia para o uso prático e racional do automóvel, como foram as seguintes ações:

· Carro de soja (1941), trazendo a visão de sustentabilidade nos automóveis. Henry Ford uniu sua experiência em agricultura com o amor ao negócio automotivo quando criou o Soybean Car. 


Em resposta à escassez de metal na época, desenvolveu um carro com plástico feito de soja, linhaça e outros materiais naturais. 



Para provar a resistência do produto, ele próprio fez uma demonstração batendo na carroceria com uma marreta. Além disso, o carro era quase 500 kg mais leve que os modelos tradicionais de aço.

· A pintura perolizada (1955), hoje largamente difundida, foi outro marco. 


A Ford criou um brilho novo quando apresentou o carro-conceito Futura com tinta perolizada. 

A empresa foi uma das primeiras a apresentar a nova técnica, que consistia em adicionar pérolas trituradas à tinta.

· Os primeiros cintos de segurança (1956) avançaram no conceito de segurança passiva. 

Eles foram lançados junto com o Sistema Lifeguard, desenvolvido pela Ford para proteção dos ocupantes dos veículos. 

Composto de cinco itens, o sistema incluía ainda trincos de segurança nas portas, painel de instrumentos acolchoado, quebra-sóis e volante com sistema de absorção de energia em impactos.

· Teto rígido retrátil (1957) foi outro marco de design. Os tetos rígidos conversíveis não eram novidade na época, mas precisavam ser removidos e guardados fora do veículo. 



A Ford projetou um teto rígido que era rebatido automaticamente em apenas 40 segundos e guardado no porta-malas.

· Com o precursor do GPS (1964), a Ford deu o passo inicial para o desenvolvimento dos sistemas de navegação para automóveis, quase 30 anos antes da produção dos primeiros GPS. 

A novidade foi apresentada com o carro-conceito Aurora, na forma um mapa que se ajustava automaticamente à localização do veículo.

· O teto solar elétrico (1971) criou um sistema prático e funcional. 

A Ford modernizou o seu teto solar transformando o comando manual em elétrico, que garante acesso à luz do sol e ventilação extra ao toque de um botão.

· O acesso sem chave (1980) criou uma nova tendência, aperfeiçoada anos mais tarde. Pela primeira vez, a Ford introduziu o sistema de acesso sem chave, um teclado com cinco botões na porta do motorista para abertura por senha. 

Mais uma tecnologia que foi aprimorada e pode ser vista no atual Fusion, embutida na coluna.

· O suporte para copos (1984), uma comodidade simples mas então inexistente, hoje é obrigatória em qualquer veículo. 

A necessidade de porta-copos nasceu na década de 50, com a popularização dos restaurantes e cinemas drive-in nos Estados Unidos. 

Quase 30 anos depois, a Ford introduziu o primeiro porta-copos no Bronco 1984, item hoje presente no projeto de praticamente todos os carros.

· O sistema SYNC (2007) introduziu a conectividade e entretenimento nos automóveis na era da eletrônica. 

O Ford SYNC estreou, em 2007, no Salão de Detroit.

Ele permite ao motorista fazer e receber chamadas do celular, selecionar músicas e outras funções por comandos de voz. 

Hoje, na terceira geração, já equipa mais de 12 milhões de veículos no mundo.



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