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quinta-feira, 28 de abril de 2016

GRAVATÁ, EM PERNAMBUCO, RECEBE NESTE FIM DE SEMANA A 1ª ETAPA DO MITSUBISHI MOTORSPORT NORDESTE


A charmosa cidade de Gravatá (PE) será palco, neste sábado dia 30/4, da abertura da temporada 2016 do Mitsubishi Motorsports Nordeste. 


Com belas paisagens e um relevo perfeito para provas de rali, a etapa promete ser inesquecível para os participantes, que virão de todo o Brasil para se divertir na região serrana de Pernambuco.

"Gravatá é o palco perfeito para a abertura da temporada 2016. Será uma competição off-road com disputas, diversão e aventura na medida certa", adianta Fernando Julianelli, diretor Comercial e de Marketing da Mitsubishi Motors do Brasil.



O ponto de partida do rali será no Hotel Canarius, onde os proprietários dos veículos 4x4 das linhas L200, Pajero e também ASX se reunirão para a largada. 

De lá, os participantes seguirão rumo ao norte, passando pelo município de Passira. O trajeto seguirá por fazendas, estradas vicinais, pedreiras e ainda trechos de mata nativa.

Os competidores da categoria Graduados, categoria para os mais experientes, e da Turismo, reservada para quem tem experiência intermediária, percorrerão 180km. 


Já quem participar da categoria Turismo Light, ideal para quem está começando, percorrerá 140km.

"No Motorsports não importa o seu nível de experiência. Tanto as duplas mais experientes como quem está fazendo sua estreia no rali têm a oportunidade de colocar o seu modelo Mitsubishi na terra e se divertir", comenta Julianelli.


Como funciona?
As inscrições são abertas sempre 12 dias antes da competição. Os interessados devem entrar no site www.mitsubishimotors.com.br e preencher o cadastro. As vagas são limitadas.

Na sexta-feira véspera da competição, os participantes se encontram para confirmar a inscrição e adesivar os carros. À noite, há um briefing sobre as trilhas e aula de navegação.

No sábado, os competidores se reúnem para a largada. Na chegada, há um grande almoço e cerimônia de premiação para as melhores duplas da etapa.


Premiação da temporada
A dupla campeã da temporada Nordeste na categoria Graduados viajará para o Hotel Campo Bahia, na cidade baiana de Santo André. 


Já na categoria Turismo, os campeões levarão uma viagem para a Terra Vista Villas, em Trancoso (BA). As duas viagens tem apoio do Circuito Elegante.


Calendário 2016

Mitsubishi Motorsports Nordeste*
30/04 - Gravatá (PE)
06/08 - Natal (RN)
17/09 - Fortaleza (CE)
05/11 - João Pessoa (PB)
*Calendário sujeito a alterações.

Mitsubishi Pró-Brasil

Ação Social
A Nação 4x4 da Mitsubishi também está envolvida no espírito de solidariedade e cidadania com a ação social Mitsubishi Pró-Brasil. 


Desde 1994, foram arrecadadas mais de 1.060 toneladas de alimentos, em doações através das inscrições. 

Para participar das provas, os competidores fazem a doação, por carro, de 30kg de alimentos não perecíveis e seis produtos de higiene, que serão destinados a associações da cidade.

O Mitsubishi Motorsports tem patrocínio de W. Truffi, Petrobras, Itaú, Transzero, Clarion, Pirelli, Unirios, Embracon, STP, Tecfil, Pilkington, Sideral, Projeto Sign, Dalgas, Mapfre e Rede.

Acompanhe as novidades dos ralis Mitsubishi através das redes sociais: Twitter (www.twitter.com/nacaomitsubishi) e Facebook (www.facebook.com/Mundomit). 


Para mais informações, vídeos, fotos e inscrições, acesse: www.mitsubishimotors.com.br.

Credenciamento de imprensa
O credenciamento de imprensa para o Mitsubishi Motorsports pode ser feito pelo e-mail:imprensa@hpeautos.com.br


Os interessados devem enviar o nome do veículo e os dados completos do jornalista.


Programação - Mitsubishi Motorsports
29 de abril - Sexta-feira
Entrega de kits, vistoria, briefing e aula de navegação - das 17h às 22h
Local: Hotel Canarius, Rodovia BR 3232 S/N - Brejinho

30 de abril - Sábado
Local

Hotel Canarius, Rodovia BR 3232 S/N - Brejinho
A partir das 8h - Largada
A partir das 13h - Chegada, almoço e premiação.




PREGAR NO DESERTO. É ASSIM QUE FERNANDO CALMON LAMENTA QUE O PROGRAMA DE AVALIAÇÃO DE VEÍCULOS NOVOS PARA A AMÉRICA LATINA E O CARIBE "INSISTIR EM DISTORÇÕES E CONDENAÇÕES INJUSTIFICÁVEIS". O QUE O BRASILEIRO TEM A VER SE EM OUTROS PAÍSES COMPRAM MODELOS SEM OS MESMOS EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA OFERECIDOS EM SÉRIE NO NOSSO PAÍS?



Alta Roda 

Nº 886 — 28/4/16

Fernando Calmon


PREGAR NO DESERTO

De fato é uma pena o Programa de Avaliação de Veículos Novos para a América Latina e o Caribe (conhecido pela sigla Latin NCAP) insistir em distorções e “condenações” injustificáveis. 

Apesar de apoiado por ONGs internacionais e de fundação de filantropia como a Bloomberg, falta às vezes certo grau de seriedade. 

Na realidade, sempre fica uma pergunta sem resposta: o que o consumidor brasileiro tem a ver se na Colômbia ou no México os respectivos mercados locais compram um determinado modelo sem os mesmos equipamentos de segurança oferecidos de série no Brasil?

O voluntarismo frequentemente irresponsável do Latin NCAP vem de sua origem europeia. Lá existe um bloco econômico e político de 28 países com livre circulação de carros e pessoas. 

Querem porque querem repetir aqui o que aconteceu lá, sem avaliar implicações econômicas e técnicas. 

São realidades bastante diferentes. Quando o Latin NCAP começou a atuar em 2010 já existia lei no Brasil que obrigava a adoção de bolsas de ar em todos os veículos em 2014. 

A entidade achava possível abreviar a exigência com seus testes de colisão filmados e, claro, foi ignorada.

Basta ver exemplos nos EUA. Em 2014, concedeu-se prazo de quatro anos para obrigatoriedade de câmera de ré, em razão de veículos de maior porte daquele mercado. 

Esse país também tornou compulsório, antes da União Europeia, o controle eletrônico de estabilidade (ESC, em inglês). 

E acaba de anunciar um grande acordo entre o órgão de segurança viária oficial, a entidade lobista das seguradoras e 22 fabricantes (representam quase 100% das vendas) para introduzir em 2022 o dispositivo de frenagem automática de emergência até 30 km/h.

Vários modelos europeus, até subcompactos, e mesmo americanos já trazem esse dispositivo de série. 

No entanto, se não houvesse essa adesão voluntária, a obrigatoriedade por lei, nos EUA, só ocorreria em 2025. 

Isso não inclui a frenagem antiatropelamento por sua complexidade e custo elevado. Então o Latin NCAP deveria parar de pregar no deserto e assumir pragmatismo.

Em 2015, o Brasil exigiu o ESC nos projetos novos a partir de 2018 e, em 2022, para todos os modelos à venda. Está na lei e não mudará. 

A entidade tem direito de exigi-lo para um veículo receber as cinco estrelas máximas em seus atuais protocolos. 

Mas daí a retirar uma provável nota máxima da nova picape Ranger, por exemplo, rebaixando-a de cinco para três estrelas só porque em outros países da região o sistema ESC não é previsto em lei ou os compradores não estejam dispostos a pagar por ele, realmente perde qualquer sentido.

Também se um modelo chinês, importado por qualquer país sul-americano, só alcança zero-estrela no teste de colisão também gera interesse zero para o comprador brasileiro. Perda de tempo.

A Proteste, parceira brasileira do Latin NCAP, afirma que o ESC acrescentaria “apenas R$ 180,00” a um veículo. 

Mas preço de custo não se confunde com o de venda, além de tempo e dinheiro para testes longos e homologações para cada modelo. 

Ou seja, dar palpite ou jogar para plateia leiga sobre assuntos técnicos abala mesmo qualquer credibilidade que se queira conquistar.
RODA VIVA

ENGENHEIRO Antônio Megale, novo presidente da Anfavea para o período 2016-2019, afirma não conhecer o destino do programa Inovar-Auto que termina em 2017 e nem quais marcas vão se habilitar este ano para superar o limite compulsório de eficiência energética. 

Cita como mais importantes estímulos aos centros de pesquisa no País e redução de consumo.

TOYOTA, mesmo sem mudar externamente o Etios 2017 (apenas novas rodas de liga leve), decidiu apostar na evolução mecânica. Motores de 1,3 L e 1,5 L, agora fabricados no Brasil, ganharam maior taxa de compressão (13:1), outros aperfeiçoamentos e mais potência: 98 cv e 107 cv (etanol), respectivamente. Estreiam câmbios automático (4 marchas) e manual (6 marchas).

MUDANÇA do quadro de instrumentos melhorou sua visibilidade e o isolamento acústico é superior, em uma primeira avaliação. 

Fábrica afirma que efetuou mais de 600 mudanças no Etios desde o lançamento em 2012 e oferece o modelo compacto automático mais barato do mercado: R$ 47.490. Preços vão de R$ 43.990 (1,3 L, manual) a R$ 60.295 (1,5 L, automático).

BRASIL volta a exportar automóveis para os EUA. Embora seja operação específica de 10.000 BMW X1 até o final do ano para atender à procura aquecida deste modelo que a Alemanha não pode atender, tem significado importante para a fábrica catarinense do grupo em termos de imagem e qualidade. Desvalorização do real frente ao dólar, claro, deu ajuda de peso.

ESTUDO do Sindipeças sobre a frota brasileira de veículos (cerca de 42 milhões, sem incluir motocicletas) indica que a idade média voltou a envelhecer em 2015, depois de atingir 8,5 anos em 2012. 

A tendência é voltar ao patamar de 10 anos no final de 2016, o que torna ainda mais urgente a necessidade da inspeção técnica em automóveis com quatro ou mais anos de uso.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

FIAT MOBI GANHA LINHA DE MERCHANDISING E LICENCIAMENTO. ESCOLHA E FAÇA SEUS PEDIDOS CLICANDO NOS LINKS






Lançamento da Fiat, o Mobi chega para revolucionar o conceito de carro compacto. Mais que um carro, o Mobi apresenta um novo jeito de se mover pela cidade, reunindo modernidade, inovação e tecnologia, que aliados à alta qualidade Fiat, formam um modelo de entrada exclusivo, com opcionais inéditos para a categoria.

Assim, chega ao mercado a nova linha de merchandising e licenciamento Mobi. Urbana, a coleção traz mais de 50 peças e acessórios pensados para o dia-a-dia corrido dos grandes centros urbanos, mas que não deixam de lado o design e qualidade.

“Trouxemos para a coleção o espírito do Mobi, que pode ser visto em cada detalhe da linha. Tudo foi pensado para ser prático e moderno, assim como é o Mobi”, afirma Douglas Sabino, responsável pela área de merchandising e licenciamento da Fiat.

Fabricada com matérias-primas de altíssima qualidade, a coleção é composta por polos, bermudas, camisetas, moletons, vestidos, calças, tênis, mochilas, relógios e outros acessórios. 

Para trazer o DNA do Mobi, vários tipos de tecido como dry fit, plush e viscose foram misturados, criando peças confortáveis e bonitas.

O carrinho de controle remoto mais uma vez fica por conta da CKS, empresa com mais de 20 anos de tradição no mercado de brinquedos. 

Já a Kathavento e a Uprint completam o time de parceiros Fiat, com organizador de carro, lixocar, lancheira, armband, capas personalizadas para celulares e muito mais.

Na parte estética, a linha conta com modelagem mais enxuta e estampas modernas, já os tons escolhidos seguem a paleta de cores do carro, com tons neutros e versáteis.

A nova coleção Fiat Mobi está disponível no e-commerce Fiat Fashion (http://fiatfashion.com.br/) e em lojas especializadas de todo o Brasil.



VARIAÇÕES

COR

MOBI


quarta-feira, 27 de abril de 2016

COM MAIS DE 2,5 MILHÕES DE CARROS FABRICADOS E VENDIDOS EM 110 PAÍSES, A FÁBRICA DA MINI, EM OXFORD, COMEMORA 15 ANOS DE OPERAÇÃO. VOCÊ SABIA QUE O ATUAL MINI FOI PRODUZIDO EN 1959 E 1968 COMO MORRIS MINI-MIRROR?


São Paulo, 27 de março de 2016 – Os funcionários da fábrica britânica MINI em Oxford celebraram, na última terça-feira (26), 15 anos de operação. 


Após a integração da marca ao BMW Group, o primeiro MINI fabricado na planta de Oxford saiu da linha de produção no dia 26 de abril de 2001 – um MINI Cooper Hatch vermelho com faixas, teto e retrovisores em cor branca. 

Desde então, mais de 2,5 milhões de automóveis MINI foram produzidos por lá, vendidos em mais de 110 países e corroborando a história de sucesso do primeiro veículo compacto do segmento premium.

Hoje, a fábrica da MINI em Oxford é reconhecida como um dos principais estados-de-arte entre plantas de automóveis no mundo. 

O número de funcionários subiu de 2.400 no início da produção para mais de 4.500 atualmente – equipe que produz cerca de 1.000 veículos por dia, em três turnos.

A flexibilidade na produção de diferentes modelos é um dos grandes trunfos desta unidade fabril: atualmente quatro diferentes modelos MINI são fabricados em Oxford. 

Cada carro é construído para realizar os desejos dos clientes, com base na vasta seleção de opcionais, pintura, cores interiores e opções de acabamento customizados, disponíveis somente entre os modelos da empresa britânica.

"A produção de 1.000 automóveis configurados individualmente a cada dia é um grande desafio que nossos funcionários dominam graças ao nível excepcional de paixão e habilidade que possuem", confirma o gerente da fábrica, Frank Bachmann.

A cidade de Oxford tem tradição de mais de um século na produção de automóveis MINI. Já em 1931, o icônico Morris Oxford, o predecessor da linha MINI, entrou em produção. 

Ele também foi chamado de "Bullnose" devido à forma da sua grade do radiador. O primeiro grande destaque a sair desta planta Oxford foi o Morris Minor, em 1948 e fabricado até 1971.

O clássico Mini foi produzido em Oxford como o Morris Mini-Minor durante o período entre 1959 e 1968. 

A decisão de fabricar o novo e moderno MINI em Oxford foi tomada na primavera de 2000. 

Após uma ampla modernização que durou apenas 13 meses, tudo estava preparado para mais uma revolução no segmento de carros pequenos.

O MINI colocou em prática a produção de um modelo britânico original para o século 21. Os números de produção inicialmente previstos foram rapidamente ultrapassados ​​e um segundo modelo MINI entrou na gama de produtos da marca. 

Os primeiros conversíveis MINI deixaram a fábrica de Oxford na primavera de 2004.

Com a mudança de geração no outono de 2006, três locais de fabricação se integraram em um triângulo de produção de automóveis MINI nas cidades de Oxford (produção, pintura e montagem), Swindon (estamparia) e Hams Hall (construção do motor). 

Atividades de expansão e modernização foram realizadas na sequência tornando possível ampliar a capacidade de produção e aumentar a gama de modelos também. 

No total, o BMW Group investiu aproximadamente nove bilhões de reais nas fábricas da Grã-Bretanha desde 2000.

No outono de 2007, o sinal de partida soou em Oxford para o MINI Clubman, a versão do modelo com maior distância entre eixos, maior porta-malas e design inovador revolucionou a marca. 

Já a nova edição do MINI Convertible saiu da linha de produção na hora certa para o 50º aniversário da empresa. 

O MINI Coupé apareceu em 2011 e, um ano mais tarde, um segundo carro compacto premium, o MINI Roadster, foi fabricado pela primeira vez em Oxford.

A atual gama de produtos MINI fabricados em Oxford também oferece prazer de condução superior com produção dos modelos MINI Hatch 3 e 5 portas.

Além disso, a fábrica também tem produção exclusiva do novo MINI Clubman, com o qual a marca também está conquistando o segmento de compactos premium. 

O novo MINI Clubman não só é produzido com tração dianteira, mas também com ALL4 - tração nas quatro rodas.

Para mais informações sobre a MINI Brasil, acesse:
www.MINI.com.br

Redes Sociais: http://www.mini.com.br/community

segunda-feira, 25 de abril de 2016

JEEP® RENEGADE FAZ UM ANO DE MERCADO E GANHA DUAS NOVAS CORES. CONSUMIDOR TEM LEQUE DE ESCOLHAS AMPLIADO COM AS PINTURAS CINZA ANTIQUE E VERMELHO TRIBAL. VERSÃO SPORT DO SUV PASSA A CONTAR COM AS BARRAS LONGITUDINAIS DE TETO NA LISTA DE OPCIONAIS. RENEGADE SUPERA A MARCA DE 55 MIL UNIDADES EMPLACADAS, O QUE COLOCA A JEEP NA 9ª POSIÇÃO NO RANKING DE MARCAS QUE MAIS VENDEM NO BRASIL


No mês em que completa 12 meses de seu lançamento comercial no Brasil, o Jeep® Renegade recebeu mais duas opções para a cor da carroceria.
 











Ambas metálicas, as novidades são o Cinza Antique e o Vermelho Tribal (de tonalidade vinho), que podem ser apreciadas no site monteseucarro.jeep.com.br.

Elas se somam às pinturas sólidas Branco Ambiente, Verde Commando e Vermelho Colorado e aos outros tons metalizados Prata Melfi e Preto Carbon. 

Contando ainda com o Laranja Aurora, exclusividade da versão Trailhawk, e com o Preto Shadow (só para as configurações 1.8 e 1.8 Automático – esta para Pessoas com Deficiência), ao todo são nove cores para o consumidor escolher.




Além disso, as versões Sport (Flex e Diesel) do Renegade passaram a oferecer as barras longitudinais de teto na lista de opcionais. 

Antes, as peças eram compradas como acessórios.



Vale dizer que essas barras estão entre os equipamentos de série a partir da configuração Longitude.

“Essa variedade de cores, aliada à autenticidade do desenho do Renegade e ao fato de ele não derivar de nenhum carro de passeio, reforça a sensação de ‘invasão’ do nosso SUV compacto nas ruas brasileiras”, afirma o Diretor de Brand Jeep, Rogério Villaça.


Balanço anual

Após um ano de mercado, o Jeep Renegade já acumula 55 mil unidades vendidas no país, distribuídas por uma rede de 194 concessionárias no território nacional. 

Tal desempenho colocou a Jeep na nona posição do ranking de marcas de automóveis e comerciais leves no primeiro trimestre deste ano, com 2,91% de participação de mercado.


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