Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Obrigatórias no País, as etiquetas de eficiência energética já entraram na vida dos brasileiros ao comprarem uma geladeira, um ar condicionado e até um automóvel. Agora, foi a vez dos fabricantes de pneus obedecerem às regras do Programa Brasileiro de Etiquetagem, mostrando a segurança do pneu (frenagem no piso molhado) e o impacto sobre o meio ambiente (eficácia energética e ruído externo).



COLUNA
MECÂNICA ONLINE® 

20 | FEVEREIRO | 2018



Etiquetagem de pneus avalia 
aderência, rolamento e nível de ruído


É cada vez maior a quantidade de brasileiros que observa a etiqueta de eficiência energética na hora de comprar um novo produto. Agora é a vez dos pneus receberem essa importante ferramenta para facilitar a decisão do consumidor.

O Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), é coordenado pelo Inmetro e fornece informações sobre o desempenho dos produtos, considerando atributos como a eficiência energética, o ruído e outros critérios que podem influenciar a escolha dos consumidores que, assim, poderão tomar decisões de compra mais conscientes.


No caso dos pneus essa iniciativa permitirá que o consumidor tenha mais informações sobre um dos itens de segurança do pneu (frenagem no piso molhado) e o impacto sobre o meio ambiente (eficácia energética e ruído externo).

Ela também estimula a competitividade da indústria, que deverá fabricar produtos cada vez mais eficientes. De forma geral, o PBE funciona da seguinte forma: os produtos são ensaiados em laboratórios e recebem etiquetas com faixas coloridas que os diferenciam.


No caso da eficiência energética, a classificação vai da mais eficiente (A) à menos eficiente (de C até G, dependendo do produto), onde se entende que os mais eficientes utilizam melhor a energia, têm menor impacto ambiental e custam menos para funcionar, pesando menos no bolso.

De posse dessa informação no momento da compra, os consumidores podem escolher os produtos mais econômicos e, consequentemente, favorecer a fabricação dos mais eficientes.


Depois dos eletrodomésticos e até mesmo do automóvel, de um modo geral, o PBE chega de forma definitiva aos pneus a partir de abril de 2018.

O objetivo é oferecer um padrão mínimo de desempenho dos pneus que rodam no Brasil, promovendo a melhoria da segurança viária, a redução da poluição ambiental e a eficiência energética.


A etiquetagem envolve os pneus radiais de passeio, caminhonete, ônibus e caminhão, produzidos aqui ou importados para o Brasil e já estão recebendo essa etiqueta desde outubro de 2016, fornecendo transparência em três critérios de desempenho.

QUAIS SÃO AS PERFORMANCES AVALIADAS?

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
Medida indicativa de eficiência energética através de teste de resistência ao rolamento - Avalia a resistência exercida pela força oposta à rotação do pneu. 


Quanto menor essa resistência, o veículo demanda menos energia para se movimentar e, consequentemente, menor será o seu consumo de combustível. 

O teste é realizado em laboratório conforme a norma ISO 28580. O coeficiente de resistência ao rolamento é medido em Kg/ton (Kilogramas/ Toneladas).

SEGURANÇA
Medida de segurança em frenagem de emergência através de teste de aderência em solo molhado - Avalia a distância de frenagem necessária para parar um veículo em uma frenagem emergencial em piso molhado. A medição é feita em metros.

RUÍDO


Medida de poluição sonora através de teste de ruído exterior emitido pelo pneu - Avalia o ruído exterior emitido pelo pneu de um veículo que passa com o motor desligado diante de um dispositivo de captação de som. A medição é feita em Db (Decibel).

COMO LER OS RESULTADOS?


EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
São sete os níveis de desempenho em eficiência energética na etiqueta, que vão do índice G (menos eficiente) até o índice A (mais eficiente).

SEGURANÇA
São sete os níveis de desempenho em segurança indicados na etiqueta, que vão do índice G (maior distância de frenagem) até o índice A (menor distância de frenagem).

RUÍDO


Será avaliado também o nível de ruído dos pneus, com a indicação do número de decibéis. Quanto mais decibéis, mais ondas são marcadas em preto na etiqueta e pior é o desempenho de pneu. Consequentemente, quanto menos ondas, menos ruído e melhor é o desempenho do pneu neste quesito.



A ETIQUETA AVALIA TODOS OS ATRIBUTOS DE UM PNEU? 
Infelizmente não. As performances indicadas nas etiquetas são importantes, mas existem outras necessidades do consumidor em relação aos pneus, em particular associadas à economia e à segurança, tais como: frenagem em piso seco, aderência em curvas sobre piso molhado, aderência em curvas sobre piso seco, durabilidade (treadwear) e robustez.

Apesar de ausente dos itens obrigatórios na etiquetagem, a durabilidade do pneu já é fornecida por muitos fabricantes. Na lateral externa é impressa a inscrição Treadwear e um número entre 60 a 700, que indica que os pneus foram submetidos a testes de durabilidade e cujo resultado maior indica sua maior vida útil.


==============================================
Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.
Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Domingo | Campeonato Paulista de Motovelocidade | Categorias GP PRO 1.000, GP PRO 600, GP LIGHT 1.000 e GP LIGHT 600 Danilo Lewis coroa abertura do Campeonato Paulista de Motovelocidade com duas vitórias consecutivas




São Paulo, 18 de fevereiro de 2018
- E mais uma vez deu Danilo Lewis (#17). O piloto da equipe Tecfil Havoline Racing Team venceu a 2ª etapa do Campeonato Paulista de Motovelocidade, prova disputada na tarde deste domingo (18), no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP).

Em um grid conjunto formado pelas categorias GP PRO e Light, Lewis largou na pole position e, volta após volta, ampliou sua vantagem na liderança.

Na sétima volta, a corrida entrou em bandeira amarela após a queda do piloto Luis Ferraz (#13). Por cinco voltas, os competidores afrouxaram o punho e formaram novamente um único pelotão.

Com isso, a diferença de Lewis para os demais adversários caiu para poucos décimos e a disputa foi novamente reiniciada.


A corrida foi retomada na 12ª volta e Danilo Lewis manteve a dianteira. O piloto Danilo Berto (#82) vinha na segunda posição, seguido por Julio Fortunato (#56) em terceiro.

Lewis completou a 16ª volta na ponta e recebeu a bandeira quadriculada em primeiro. Com o resultado, o piloto da Tecfil obteve duas vitórias neste final de semana de rodada dupla. Enquanto isso, Danilo Berto ficou com a vice-liderança, logo à frente de Fortunato em terceiro.

Uma briga que perdurou até os instantes finais foi entre os pilotos Thiago Marchon (#26), Fabrício Marciano (#131) e Victor Luciano (#31). Os três adversários vinham num ritmo muito parecido e disputavam a quarta colocação. 


Thiago, que corre pela GP LIGHT 1.000, acabou vencendo a briga. Já Fabricio cruzou a linha de chegada dois décimos atrás do oponente e foi o quinto no geral. 

Enquanto isso, Victor Luciano (#31) encerrou a prova em sexto e confirmou a vitória na categoria GP PRO 600. Por fim, completando a disputa por categorias, Adilson Callix Junior (#11) foi o vencedor na GP LIGHT 600.

Confira abaixo o resultado da 2ª etapa da Campeonato Paulista de Motovelocidade, nas categorias GP PRO 1.000, GP PRO 600, GP LIGHT 1.000 e GP LIGHT 600:

Resultado Final:
1º - Danilo Lewis (#17) / GP PRO 1.000: 29m31s32

2º - Danilo Berto (#82) / GP PRO 1.000: + 5s313

3º - Júlio Fortunato (#56) / GP PRO 1.000: + 12s452

4º - Thiago Marchon (#26) / GP LIGHT 1.000: + 29s381

5º - Fabrício Marciano (#131) / GP PRO 1.000: + 29s587

6º - Victor Luciano (#31) / GP PRO 600: + 30s695

7 º - Samuel Fernando Salla (#1) / GP PRO 600: + 39s028

8º - Marcelo Miarelli (#87) / GP LIGHT 1.000: + 42s091

9º - Tiago Crespo (#4) / GP LIGHT 1.000: + 46s527

10º - Diego Mazon (#85) / GP LIGHT 1.000: + 46.527

Veja abaixo os pódios por categorias:
GP PRO 1.000



1º - Danilo Lewis (#17)

2º - Danilo Berto (#82)

3º - Julio Fortunato (#56)


GP PRO 600


1º - Victor Luciano (#31)

2º - Samuel Fernando Salla (#1)


GP LIGHT 1.000


1º - Thiago Marchon (#26)

2º - Marcelo Miarelli (#87)

3º - Tiago Crespo (#4)

GP LIGHT 600


1º - Adilson Callix Junior (#11)

2º - Marcos Kawasaki (#777)

3º - Devido Souza (#98)

Venda mundial de carros acirra estratégias. Conheça os planos das empresas para ganhar mercado e se posicionar no topo da tabela

 Renault Kangoo Z.E. é o furgão elétrico líder do mercado europeu, que conta com cada vez mais modelos do gênero (Divulgação)

Carros do Célio


Por Célio Galvão

Os primeiros meses de 2018 começaram com uma discussão interessante, depois do fechamento das contas dos carros vendidos no ano passado. 

A aliança Renault-Nissan-Mitsubishi diz que o título de maior vendedora de automóveis no mundo é dela. Em dados de venda, foram 10,6 milhões de veículos comercializados. 

Ainda abaixo dos 10,7 milhões da Volkswagen, mas os franco-japoneses se julgam os líderes, já que o número da montadora alemã também inclui os caminhões.

A briga pelo topo do ranking de venda se tornou, cada vez mais, acirrada e isso se reflete também nas aquisições e uniões de fabricantes de veículos. 

A Renault, que já controlava a Nissan, virou a maior acionista da Mitsubishi. 2017 foi o primeiro ano cheio em que foram computadas as vendas das três juntas. Não é novidade os negócios entre as montadoras. 

No mercado de luxo, por exemplo, praticamente todas as marcas têm ligação com outras empresas, como Ferrari/Fiat e Porsche/Volkswagen.

No caso da Renault-Nissan-Mitsubishi, os planos passam pela mesa de um brasileiro. Carlos Ghosn comanda as companhias e revelou, recentemente, que pretende investir em start-ups. O foco, claro, seria a mobilidade urbana e carros elétricos, onde já se destaca na Europa. 

O investimento nos próximos cinco anos deve chegar a US$ 1 bilhão, segundo o executivo. Faz parte da estratégia do conglomerado que diz ser o maior grupo de construtores de carros do mundo.

Adquirir companhias é antiga prática em diferentes mercados, principalmente, quando um líder vê alguma ameaça ou um produto que possa agregar valor. 

O Google é dono do Youtube, assim como o Facebook comprou o Instagram e o Whatsapp. Mas estas foram as negociações bilionários. Nesse período, empresas de tecnologia menos conhecidas também foram incorporadas a todas estas gigantes.

A Renault foi ousada e mais uma a adotar esse plano. Rivalizar com a Volkswagen, que também é dona da Audi, ou com a Toyota, que tem no seu portfólio a Lexus, só seria possível com a união, ou melhor, compra do controle de concorrentes.

Essa é uma aposta certeira? Provavelmente. Cada empresa mantém seus produtos, mas as decisões são tomadas com uma visão global, incluindo, o compartilhamento de dados. 

Todas as empresas que têm o maior valor de mercado, não por acaso a maioria do ramo tecnológico, fizeram isso. Agora, ser dona, ditar as regras é bem diferente de sócia, e a história mostra isso.

Quando a VW e Ford foram parceiras

Ford Versailles: sedã era feito na linha de montagem da Volkswagen, de onde também saia o Santana (Divulgação)

Vou relatar um caso que vivi de perto: a Autolatina. Volkswagen e Ford uniram-se no Brasil e na Argentina, e formaram uma joint venture

Em 1 de julho de 1987, as duas grandes montadoras anunciaram os planos formando um gigante no setor automobilístico. 

Enquanto o objetivo de integrar fábricas, as operações financeiras e administrativas e redução de custos deu teoricamente certo, o compartilhamento de plataformas de veículos a médio prazo mostrou-se um desastre.

Apesar do anúncio público, apenas em 1990, as fabricantes iniciaram o funcionamento da empresa, que tinha 51% de suas ações controlados pela Volkswagen e 49% pela Ford. 

Buscando os pontos fortes de cada uma das montadoras, a Autolatina quis reviver uma experiência tentada entre VW e Ford também em Portugal com a AutoEuropa.

Volkswagen Apollo: o primeiro Volkswagen com plataforma da Ford, tinha um certo apelo esportivo (Divulgação)


A Volkswagen e a Ford mantiveram-se com suas redes de revendas próprias para manter a identidade e individualidade das marcas. 

Mesmo considerando que era apenas um acordo operacional, houve compartilhamento de plataformas e motores, exclusivamente, nos segmentos de médios e carros grandes.

O VW Apollo foi um dos modelos de plataforma compartilhada e durou somente dois anos. O carro era uma versão do Ford Verona, por sua vez, baseado no sedã europeu, chamado Orion. 

Outros modelos sem futuro surgiram como o VW Logus e o Pointer (derivado do Escort) e os Ford Versailles e Royalle (derivados do VW Santana e Quantum).

O grande filão de mercado, o de carros pequenos onde o Gol era o líder, ficou de fora dessa estratégia de carrocerias, o que foi decisivo para continuidade da Autolatina. 
 E, talvez por isso, apressou, em 1995, o fim da parceria.

Ford Verona da segunda geração era derivado do modelo Orion, vendido na Europa (Divulgação)

Uma medida do governo Itamar Franco, em 1993, foi fundamental para o fracasso dessa operação. O IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos chamados carros populares, com motor de 1.000 cc, caiu de 37% para 0,1%. Isso mesmo. O imposto praticamente desapareceu.

Quem se deu bem foi a Fiat que já tinha o Uno, a VW seguiu na esteira com o Gol e as outras que não tinham grandes investimentos nos populares, como a Ford, precisaram correr atrás do tempo perdido. 

O impacto disso tudo se refletiu durante muitos e muitos anos no Brasil. Tanto que a Fiat não repetia no resto do mundo o mesmo sucesso que fazia aqui.

Hoje, a lista dos seis mais vendidos do País não inclui um Fiat. Formam esse ranking em 2017 o Chevrolet Onix (188.654 unidades), o Hyundai HB20 (105.539), o Ford Ka (94.893), o VW Gol (73.913), o Chevrolet Prisma (68.968) e o Renault Sandero (67.344).

VW Gol é ainda o quarto veículo mais vendido no País, depois de muitos anos no mercado (Divulgação)


Se na década de 90, os modelos eram locais, mais básicos e sem expressão, os carros produzidos atualmente no Brasil são modernos e globais. O importante é não olhar apenas o próprio quintal, mas as movimentações mundiais.

Os carros da Autolatina, por exemplo, desapareceram sem deixar grande saudade. Já o VW Gol, que ficou fora da parceria, foi o carro mais vendido no País por 27 anos. 

O reinado de venda acabou em 2014, mas não há do que se reclamar. Ele ainda sobrevive bravamente num meio em que os concorrentes já foram aposentados.

Fonte: IG






SsangYong Brasil anuncia Rexton e Rexton Sports para o 2º semestre



Prestes a iniciar as vendas no varejo dos modelos Actyon Sports, Korando, Tivoli e XLV, em março, a SsangYong Brasil, por meio de importadora oficial Venko, anuncia oficialmente a importação do utilitário esportivo Rexton e da picape Rexton Sports para segundo semestre do ano.

Com isso, a marca de origem coreana, que já contará a com a picape média Actyon Sports em sua gama de produtos a partir de março, passará a oferecer simultaneamente dois modelos de picapes, atendendo com maior abrangência o mercado brasileiro. 


“A decisão em trazer a nova picape Rexton Sports para o Brasil faz parte do nosso compromisso com o consumidor brasileiro. Iremos manter o mercado atualizado no que se refere a lançamentos, tecnologia e eficiência”, afirma Marcelo Fevereiro, diretor de Operações da SsangYong Brasil.

Ainda de acordo com o executivo, “a vinda da nova picape não irá impactar na estratégia de vendas da Actyon Sports, disponível a partir de março nas lojas SsangYong Brasil. 


Ambas as picapes serão vendidas no País de forma simultânea a partir de outubro e, por isso, ainda estamos definindo as melhores configurações do modelo derivado do SUV Rexton no que diz respeito a pacote de equipamentos, capacidade de carga e combustível”.

A Rexton Sports foi anunciada na Coreia no mês passado pela SsangYong Motor Company, montadora pertencente ao Grupo Mahindra, e será lançada oficialmente na 88ª edição do Salão de Genebra, na Suíça, entre 8 e 18 de março deste ano, ocasião em que serão divulgados mais detalhes técnicos. 

O modelo é todo inspirado Novo Rexton, SUV de sete lugares que também desembarca no mercado brasileiro ainda este ano.


SsangYong Rexton
Em sua 4ª geração, o utilitário esportivo top de linha foi anunciado no ano passado durante o Salão de Seul, na Coreia do Sul, e lançado no mercado europeu durante o Salão de Frankfurt, na Alemanha. 

O modelo reforça o novo padrão de identificação da marca, com design robusto e carismático, desempenho de um autêntico 4x4, excelente utilização do espaço interno, incluindo equipamentos de segurança e conveniência. O novo Rexton tem 4,85 metros de comprimento e entre-eixos de 2,86 metros.


Sob o capô, o modelo traz um motor Diesel Euro VI 2.2 turbo, de 181 cv e 42.8 kgfm de torque a 1600 a 2600 rpm. A transmissão é automática de sete velocidades Mercedes-Benz. 

Este conjunto mecânico, de acordo com o diretor de Operações da SsangYong Brasil, será oferecido no mercado brasileiro. O Rexton conta com nove airbags, incluindo bolsa infável no joelho do motorista.

O sistema de infotainment instalado na quarta geração do Rexton é um recurso bastante atraente; com ampla tela HD de 9,2 polegadas com conectividade com o dispositivo móvel que garante qualidade de entretenimento, além de suporte para Carplay e o Android Auto. A tração é part-time 4WD, que permite mudar de 2WD para 4WD (e vice-versa) por meio de um toque no botão.

“São diversos os atributos que fazem do Rexton um sucesso global e no Brasil esperamos repetir este feito, com a predileção do consumidor brasileiro pelo segmento, oferecendo um modelo multifuncional, com bom espaço, tecnologia, conforto na cidade e fora dela”, finaliza Fevereiro.

A produção do BMW X2 está em andamento e o carro chega ao Brasil no segundo trimestre deste ano



O BMW Group revela uma série de vídeos que mostram, em detalhes, o processo de produção do novíssimo BMW X2, na fábrica de Regensburg, na Alemanha. 
Eles podem ser acessados no portal global de imprensa do BMW Group, no endereço www.press.bmwgroup.com


Os filmes mostram as etapas de produção do mais novo Sport Active Coupé (SAC) – ou Cupê de Atividade Esportiva, em tradução livre para o português –, da BMW, desde a modelagem das chapas de aço, no setor de Estamparia da planta; passando pela montagem e soldagem dos componentes, com a ajuda de robôs e funcionários fazendo uso de equipamentos de última geração – como exoesqueletos, que auxiliam as pessoas diretamente em suas atividades, tornando a produção mais ágil e adaptável. 


Também é possível ver as carrocerias sendo transportadas por diferentes setores da fábrica, bem como a instalação dos emblemas da BMW na carroceria, além da montagem do capô e a realização dos testes finais dos veículos, em dinamômetro e em uma pista situada nas dependências do complexo fabril. 


O novo BMW X2 chega ao mercado brasileiro no segundo trimestre deste ano.


sábado, 17 de fevereiro de 2018

Carnaval sepultado, 2018 começando de verdade, e a Fiat iniciará a venda do seu mais novo produto, o Cronos, ungido na fábrica de Pacheco, na Argentina, que chega em versões mecânica 1.3 (8v) e 99 cv e automática 1.8 (16) 130 cv, e preços de R$ 55 mil a R$ 70 mil. Outro, mas de origem francesa, mas também chegando do país hermano será o Citroën C4 Louge sedã, que será apresentado à Imprensa. Já a Ford lançará um EcoSport 2019 que custará R$ 68.890




Coluna nº 0718 - 17 de fevereiro de 2018
             

Fiat Cronos. Quanto ?

Próximos dias, Fiat iniciará vender seu mais novo produto, o sedã três volumes Cronos. Utiliza parte da base mecânica do Argo, itens de decoração já comuns à linha FCA, como Fiat Toro e Jeep Renegade, e será produzido na fábrica de Pacheco, Argentina, e da qual o Brasil representará projetados 50% do volume de vendas. 

Sedã com cuidado trabalho de desenho liderado por Peter Fassbender, substitui os sedãs Linea e Siena, objetivando ser um dos principais concorrentes do sub segmento dos três volumes de pequenas dimensões, concorrendo com Chevrolet Prisma, Honda City.

Motores 1.3, 8v, 99cv e E.torQ 1.8 16V, 130 cv. Caixa mecânica, cinco velocidades e automática Aisin com seis. Em 2019, motor 1.5 Turbo, atualização do 1.4 turbo pioneiro no segmento, e três versões de equipamentos, sendo a mais elevada a Precision, com motor 1.8 e transmissão automática. Intermediária, a Precision com caixa de marchas mecânica, e versão de entrada Drive, motor 1.3.
Para mercado brasileiro projetam-se preços entre R$ 55 mil e R$ 70 mil.

Surpresa
Na apresentação na Argentina, onde será produzido: ante a presença de Maurício Macri, presidente do país, Stefan Ketter, brasileiro, CEO da FCA para a América Latina, vice-presidente mundial para construções e sistemas de manufatura, surpreendeu. Não leu seu discurso impresso em espanhol, idioma local, do presidente argentino, mandatória pelas regras de cerimonial.

Fez curiosa escolha. Desprezou o inglês, de trato universal, e adotou expressar-se em italiano, da origem da FCA e de Cristiano Rattazzi, presidente da FCA no país. O eng. Ketter é um homem de surpresas.

Fiat Cronos


Roda-a-Roda

Marcha a ré – Anos após assumir a Daewoo, aproveitar projetos, instalações e talentos para produzir carros com sua marca na Coréia do Norte, GM resolveu fechar uma das plantas. Razão, queda de 20% de demanda, produção e desequilíbrio nas contas.

Momento -Tempos atuais não permitem jogar prejuízos para compensações futuras. Por esta razão livrou-se de antigas associadas Vauxhall, inglesa, e Opel, alemã, passando-as à PSA – Peugeot-Citroën-DS.

Citroën – Argentino sedã C4 Lounge será mostrado à imprensa brasileira nas próximas semanas. Mudanças estéticas frontais, tipo intervenções padrão para marcar o segundo ciclo do modelo: grade, faróis, para choques. Atrás, lanternas.

História – A nova feição não é novidade, pois foi desenvolvida para o modelo chinês, lançado há um ano. Carro injustiçado, bom conteúdo, bom preço, porém vendas inferiores às suas qualidades.

Citroën C4 Lounge


Ajuda - Ford incluiu versão especial no leque para o EcoSport 2019. Chama-a SE Direct 1.5 AT. Mistura alfa numérica quer dizer construção e equipamentos direcionados a clientes com necessidades ou proteção especial, ou frotistas. Preço pela isenção de impostos é de R$ 68.690.

E? – Na porta da fábrica SE é interpretado como Sem Equipamentos, copiando versão pelada dos cupês Dodge Dart, em 1973; ’74; e ’75. 

Econômico em equipamentos para incluir como itens de série direção assistida, ar condicionado, transmissão automática com seis velocidades e conversor de torque; controle de estabilidade, central multimídia.

Humor negro – Há, também, a Assistência de Emergência, fazendo ligação direta para o SAMU em caso de acidente com acionamento das bolsas de ar ou corte da bomba de combustível. Idéia boa em país desenvolvido e responsável, risível no Brasil.

EcoSport Direct, clientes especiais


Elétrico – Nunca identificada com tecnologia de ponta, e lembrada pela baixa autonomia de seu modelo híbrido Volt, Chevrolet mudou o foco: desenvolveu carro médio elétrico, o Bolt.

Caminho – Enquanto o Volt apresentava comportamento criticável, o Bolt muda a figura. Tem medida para competir no segmento norte-americano de entrada, 4,16m de comprimento, e 200 cv de potência, e 350 Nm de torque. 

Arranca aos 100 km/h em 7 s, atinge 156 km/h como velocidade de pico. Ponto principal, oferece autonomia em torno de 383 km.

Surpresa - Carlos Zarlenga, argentino, CEO da companhia para a América Latina, anunciou à conterrânea Agência Télam não se surpreender se antes do término da década a companhia anuncie produzir carros elétricos no Mercosul.

Onde – Se incentivos federais e estaduais forem idênticos aos obtíveis no Brasil, deve-se entender a Argentina como dotada de amplas chances para a iniciativa, por deter parcela importante na decisão, suas reservas de lítio. É o metal aplicado na nova tecnologia das baterias.

Aqui – Mercado brasileiro vê ampla liderança dos Toyota Prius, e assiste gestões da Toyota para incentivos à produção.

Ampliação – Não só de vender carros novos vive uma fábrica de carros novos. PSA, de Peugeot, Citroën, DS, adentrou no mercado de oficinas de reparos, e adquiriu a chinesa Jian Xin, distribuidora de peças.

Porte - Vende anualmente mais de 5 milhões de partes das principais marcas mundiais de veículos. Mercado chinês tem mais de 130 milhões de automóveis.

Tempo – Salão do automóvel de Genebra, março - 07 - 12, um dos mais interessantes do mundo, terá estande da fabricante de relógios TAG Heuer. 

Nele, carros de corrida, a lembrança de ter sido a primeira do ramo a patrocinar piloto na Fórmula 1, no caso Jo Siffert, e relançará o modelo Monaco e sua opção de botão de corda à esquerda.

Passeio – A fim de giro pela Itália, visitando a essência do espírito e do design de carros esportivos de estirpe? Agência organiza viagem de 11 dias, desde o Lago Como – onde se realiza o talvez mais elegante encontro de antigos -, e se encerra em Modena, terra da Ferrari e do mítico restaurante Cavallino Rampante.

$? – Ferrari, Lamborghini, Maserati, Pagani, Pininfarina, Zagato, Italdesign, Leonardo Fioravanti, fábrica de rodas Borrani, das malas Schedoni, coleções, oficinas de restauração. 

Programa intenso aos do ramo. Preços US$ 12.600, dupla. U$ 8.800, single, ônibus interno, chegada e saída do aeroporto de Malpensa, entre Turim e Milão. Mais? http://www.carguytour.com/sept-car-guy-tour-fca-edition/    

Atividade – À frente do negócio e como guia turístico, Frank Mandarano, agitador, criador do Maserati Club of America e organizador do Concorso Italiano, mostra de veículos da Itália, na Holly Week – terceira semana de agosto -, onde pontifica o Pebble Beach Concours d’Élegance. Um Car Guy.

Gente – André Molnár, 35, executivo, motociclista, ideal. 

OOOO Novo gerente de Marketing e Comunicação da Triumph, de motocicletas. 

OOOO Larga experiência, sólida base acadêmica, trabalhava na Audi. 

OOOO Trabalhar com o que gosta é diversão remunerada. OOOO
________________________________________________

Donos de Chrysler 300C, Dodge Charger, Dodge Durango e Jeep Grand Cherokee para comparecer a uma concessionária para cumprir a segunda fase do reparo que evitará até incêndio no compartimento do motor


A FCA - Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda., dando continuidade à campanha de convocação iniciada em 31 de agosto de 2017, chamando os proprietários dos veículos Chrysler 300C ano/modelo 2012, Dodge Charger ano/modelo 2013, Dodge Durango ano/modelo 2012 e 2013 e Jeep® Grand Cherokee ano/modelo 2012, para a sua segunda e última fase, devendo agendar o atendimento em uma das concessionárias das redes Jeep, Chrysler e Dodge, a partir de 19 de fevereiro de 2018, a fim de que seja providenciada, gratuitamente, a análise e, se necessária, a substituição do alternador.
Como informado anteriormente, foi detectada a possibilidade de desligamento do motor do veículo de forma inesperada e, ainda, em casos extremos, de princípio de incêndio no compartimento do motor, com consequentes danos físicos e materiais ao motorista, aos passageiros e a terceiros. O tempo de reparo é de aproximadamente 1h30.
Para consulta dos números dos chassis envolvidos ou obter mais informações, acesse os sites www.chrysler.com.brwww.jeep.com.br e www.dodge.com.br ou contate as centrais de serviços ao cliente Chrysler, Jeep e Dodge, pelos telefones 0800 703 7130, 0800 703 7150 e 0800 703 7140, respectivamente.
Com esta iniciativa, a FCA visa a assegurar a satisfação de seus clientes, garantindo a qualidade, a segurança e a confiabilidade dos veículos das marcas Chrysler, Jeep e Dodge.
 
VEÍCULO
ANO/MODELO
RELAÇÃO DE CHASSIS (NÃO SEQUENCIAIS - ÚLTIMOS SEIS DÍGITOS)
UNIDADES ENVOLVIDAS
Chrysler 300C
2012
114454 a 316569
665
Dodge Charger
2013
661181
1
Dodge Durango
2012 e 2013
169445 a 687881
705
Jeep Grand Cherokee
2012
109637 a 359978
2.537

ALFA ROMEO SAUBER APRESENTARÁ NOVO CARRO DE F1 dia 20/2


A escuderia Alfa Romeo Sauber lançará, no próximo dia 20 (terça-feira), o modelo C37, com o qual disputará a temporada 2018 do Campeonato Mundial de Fórmula 1. A apresentação será às 15h30 (horário de Brasília).

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.