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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

DE CARRO POR AÍ, Roberto Nasser fala de Putin e sua Aurus Senat e muito mais


DE CARRO POR AÍ - Roberto Nasser



Coluna nº 3.118 - 4 de agosto de 2018
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Limo presidencial: Putin e sua Aurus Senat 

O que é bom para os EUA, é bom para a Russia.

Frase, para arrepiar os pelos dos órfãos do Comunismo, é verdade perceptível a quem pode ver e entender a nova limousine construída para Vladimir Putin, presidente da Rússia. 

Fez presença no Encontro de Superpotências na Finlândia, onde Putin e sua limo arrebataram atenções, embaçando o Cadillac One – automóvel baseado em picape grande, desacorçoado em proporções, desajeitado em detalhes, e conhecido mundialmente como A Besta – e seu usuário, o presidente norte-americano Donald Trump. 

Além de ser produto específico e exclusivo, o Senat terá missão idêntica à do parceiro dos EUA: único transporte terrestre da autoridade russa. Onde Putin for, seu carro o antecederá – como faz a Besta One e seu ocupante.

Desenvolvimento tomou seis anos pela empresa Auris, sucessora da fábrica de limos da antiga marca soviética ZIL, é imponente em seus 6,70 m de comprimento, motorização Porsche V8, 4,4 litros, bi-turbo, 600 cv de potência, acertada e aplicada pela fábrica alemã. Peso desanimador, dito como 6 toneladas.

Equipamento indica blindagem espessa, capaz de resistir a explosões por bomba, disparos de armas convencionais e químicas, cabine hermética, dimensionada para manter-se fechada durante horas, com abastecimento de oxigênio e, extremo do cuidado, como no veículo inspirador, conta com depósito do sangue presidencial para emergências. Carros anteriores de Putin eram ZIL e Mercedes-Benz 600 Pullman, o blindado mais seguro do mundo em produção seriada.

Auris Senat, limo do russo Putin


Ford sairá do país ou encolherá?
Desde o ano passado e em especial em 2018, são recorrentes as informações quanto às decisões da Ford para o seu futuro na América Latina.

Em fevereiro, Coluna obteve documentos indicando definição de encolher a empresa. Causa está em cinco anos seguidos de prejuízos, somando US$ 4,2B no período – a grosso modo perder diariamente R$ 10 milhões. E na situação da matriz, com largos investimentos em mudança de tecnologias em seus produtos, sem margem para desviar recursos e suprir filiais dando prejuízo.

Quarta feira, 2, em seguida à reunião para anúncio do balanço da empresa, Bob Shanks, diretor de finanças, utilizou linguagem florentina para projetar o futuro: “o negócio na região não possui uma forte posição competitiva”; enfatizou “não ter tido retorno apropriado e de um significativo redesenho no modelo de negócio local, onde jogar e como vencer”.
Na prática repetiu as palavras do CEO Jim Hackett há meses.

A agência econômica Bloomberg divulgou fato e informações de a Ford ter contatado FCA e Volkswagen sobre a possibilidade de venda.

Empresa não tem o que dizer; não apresenta dados; projetos; carros novos ou investimento para o futuro, e isto ficou espelhado no comunicado dirigido à preocupada rede de revendedores. 

Não assinado pelo presidente, mas por vice e diretor, diz ser incorreta a matéria, contestando-a com a declaração, onde utiliza a ampla imprecisão do termo redesenho, aplicado por Bob Shanks, para dizer da necessidade de rever a operação na América Latina, até onde devem participar e como vencer neste mercado.

Na prática
A meu ver não há dúvidas: a Ford decidiu enxugar a operação na América Latina. Nome pomposo, de prejuízos diários. Operações fechadas na Venezuela; muito dinheiro a receber do ex-companheiro Maduro; prejuízo nos dois países onde restam operações, Argentina e Brasil.

De muita conversa com fontes, gente especializada em mercado, e medidas adotadas pela empresa, Coluna  publicou um resumo e projeções: na Argentina, não atualizar o Focus e o Ranger – mudanças apenas as legais e cosméticas. 

Aqui, em 2019, encerrar a fabricação de caminhões e do Fiesta na tradicional fábrica de São Bernardo do Campo, SP, vendendo a grande área à especulação imobiliária; ter apenas um produto, o Active, a ser feito sobre o recém apresentado Ka FreeStyle encerrando, também o EcoSport; concentrando produção na unidade de Camaçari, BA. 

Prazo desconhecido pois há legislação de incentivos envolvida no processo, e a companhia faz lobby para extensão das benesses. Para não deixar sangrar o caixa dos revendedores, promete ampliar a importação de veículos.
À época, consultando o brasileiro mais qualificado na empresa, percebi uma crise em comunicação social ao não receber respostas sólidas.

Mês passado, adensando os cortes, a Ford dispensou quase todos os motoristas e analistas de comportamento de veículos em sua pioneira pista de Tatuí, SP, mostrando falta de produtos em seu futuro. Novamente questionada, empresa saiu-se com uma hipérbole pouco explicativa. Aparentemente pouco há a negar.

O texto da Bloomberg mostrou, as definições estão em curso, e a falta de convencimento na negativa da Ford adensa a teoria do nada haver a ser dito.

Pessoalmente não creio na Companhia deixando Brasil e América Latina. É enorme e promissor mercado. Considero a possibilidade do encolher atividades, porém mantendo o pé na região, esperando a volta do ciclo dos grandes lucros.
No tema, liguei para um dos meus aconselhadores pessoais, homem prático, idoso, criador de bois no Goiás. 

Não entende de firulas da linguagem, mas da vida. Contei o caso didaticamente, empreguei o termo redesenho citado pelo executivo norte americano e repetido pela Ford no Brasil. Ouviu, falou pausadamente, concluindo com a objetividade do campo goiano: – Conversa para enganar mãe de moça. Este povo vai vazar ou minguar. (RN)

Roda-a-Roda

PSA – Le Groupe, como ao Grupo PSA se referem atualmente orgulhosos colaboradores de Peugeot, Citroën, DS e autopartes, ofereceu resultados surpreendentes: faturamento de € 38,595B no primeiro semestre de 2018; 40,1% superior ante primeiro semestre de 2017. Faturamento da Divisão Automotiva cresceu 29,9%, com rentabilidade recorde de 8,5%.

Mais – Projetam crescer 4% na Europa; 2% na América Latina; 10% na Russia e 2% na China; atingir margem operacional acima de 4,5% entre 2016 e 2018, e ultrapassar 6% até 2021.

Tá maus – No Brasil o grupo precisa se re inventar. Perdeu o líder Carlos Gomes, transferido para os negócios da China; dividiu o país em dois, com poucas vendas do Sul até Brasília, e quase nulas acima da Capital; vendeu mês passado circa 3.000 unidades das marcas Peugeot e Citroën. Na Argentina estão pouco melhor.

E? – Volume é inexplicável a quem tem operação completa no Brasil, incluindo fundição de motores e, pior, não garante saúde financeira ou interesse da rede de revendedores. Internamente empresa continua o corte dos postos de trabalho.

Produto – Para aumentar opções a compradores e trabalho com a rede revendedora, marca apresenta versão 2019 de seu utilitário Partner. Vindo da Argentina utiliza motor nacional, L4, 1,6 litro de cilindrada e 122 cv. Diz ser mais potente e econômico.

Mimos – Projeto antigo, teve mudado painel de instrumentos, agora digital, computador de bordo e indicador para troca de marchas e maior economia. No operacional transporta 800 kg; tem plataforma lisa para melhor manuseio da carga; conta com porta lateral.

Peugeot Partner


Mais uma – Nissan iniciou produzir o picape Frontier na Argentina. Leitores da Coluna sabem como furo mundial, da criação de um espaço dentro da fábrica Renault em Santa Isabel, Córdoba, para a operação e métodos Nissan fazendo mesmo produto para ser vendido com sua marca, Renault e Mercedes.

Junto – Vendas Nissan iniciar-se-ão no trimestre final; Renault Alaskan ao fim do ano; Mercedes Classe X em 2019. Duas primeiras idênticas, e Mercedes com mudanças para torná-lo mais automobilístico e menos camional, por bitolas aumentadas, melhor trato termo acústico, ajuste entre partes – trocou, até, o trambulador da caixa de marchas para operação mais confortável. Motor Nissan, diesel, L4, 2,3. Mercedes terão opção superior V6.

Negócio – Há alguns anos expertos automobilísticos definiram-se pela Argentina como base de produção de picapes e SUVs delas derivados, para servir ao mercado latino americano. Lá produzem Toyota HiLux; Ford Ranger; VW Amarok, e agora Nissan/Renault/Mercedes. No Brasil Chevrolet e Mitsubishi.

Mercado – Capacidade de produção será de 70 mil unidades/ano. Destas mercado doméstico consumirá metade. Brasil será o maior cliente.

Auditoria – Não informado pela Nissan, produção dos Mercedes já começou. Para auditar produtos, primeiras unidades estão sendo enviadas à matriz  alemã. Na Argentina, informou terá auditoria ao fim da linha de montagem para garantir a qualidade de partes e mão de obra. Alemães fiscalizando argentinos e japoneses na casa alheia ….

Nissan não informou, mas produção do Classe X já começou. É o segundo na linha de montagem (foto Autoblog.com.ar)


ONU – Para entender: Carro japones desenvolvido no México, fabricado na Argentina por fábrica francesa, e servindo a cliente alemão ? E como as Aliadas Nissan e Renault venderão o mesmo produto?

Perigo – LatinNCAP, organismo latino americano para segurança veicular, submeteu a testes de avaliação o Nissan March feito no Brasil. Resultado decepcionante: num teto de cinco estrelas, recebeu uma para incolumidade do motorista, e duas para proteção de crianças no banco traseiro. Laudo do instituto rotula a estrutura da carroceria como instável.

Falhas – Na relação de inconsistências, o LatinNCAP apontou falta de aviso para utilizar o cinto de segurança; de ancoragem ISOFIX para as cadeiras infantis; proteção limitada pelo emprego de sistema SRI para proteção infantil. Uma olhada às falhas sugerem economia na construção em detrimento da segurança dos passageiros.

Regra – Governos deveriam acompanhar os testes, auditar resultados, tornar  obrigatório oferecimento de segurança aos usuários. Afinal, sem cinismo, o Secretário da Receita Federal deveria entrar neste circuito para garantir a incolumidade de quem pagou muitos impostos sobre um veículo, e este não garante sua sobrevivência ou a de seus herdeiros, para a compra do próximo…

Tempo passa – Fábrica GM em Gravataí, RS, comemorou 18 anos de atividade e produção de 3,5 M veículos. Primeira unidade de automóveis das marcas filiadas à GM instalar-se fora de SP, é hoje sua maior operação.

ÁGUIA – Das maiores operadoras de ônibus rodoviários no país, a espitirossantense Águia Branca deu passo de relevo tecnológico: ao comprar novos 50 ônibus – dentre os 105 a ser adquiridos como renovação de frota neste ano -, duas unidades portarão sistemas de tecnologia de ponta.

Novidades – Foram anunciadas pela Mercedes-Benz no Lat.Bus & Transpúblico, maior evento do setor na América Latina, e ora em realização em S Paulo. Equipamentos são o ACC – Active Cruise Control -, piloto automático adaptativo, AEBS, -Advanced Emergency Braking System -, sistema de frenagem de emergência, e o LDWS, - Lane Departure Warning System – de aviso de mudança não sinalizada de faixa. Junto foi o pacote de Fuel Efficiency, para redução de consumo e manutenção, já em uso pela Águia.

Negócio – A fim de comprar veículo usado, de bom preço e procedência garantida ? O Festival VIP Direto terá leilão presencial e por internet dia 18, com inscrições já abertas. Menor oferta é Gol 2portas 2005 com lance de R$ 4.000. No outro extremo, picape Toyota HiLux 2015, R$ 50.000. Mais, (41) 3197- 0597 e www.vipdireto.com.

NGK, 59 – Corajosa, seguindo os passos do cliente Toyota, a fábrica de sistemas de ignição NGK há 59 anos abriu, em Mogi das Cruzes, beiradas de S Paulo, sua primeira fábrica fora do Japão. A localização bem mostrava a falta de conhecimento com o país, valendo para tanto curioso dado: o grande número de japoneses na cidade, pequena, nitidamente agrícola. Empresa hoje é das maiores na especialidade, com forte presença no mercado local e exportações de velas e seus cabos à América Latina.

Mudança – NAIAS, o conhecido Salão de Detroit, mudará no nome e feição. Em lugar do janeiro gelado e lúgubre em Michigan, o sol do verão. Mudança contorna outros pontos, como vôos de menor preço, pois fora da temporada festiva, test-drives.

Gente – Sergio Duarte, jornalista, 70, passou. OOOO

Equipamentos de segurança migraram para os ônibus Mercedes


Ônibus Mercedes a caminho na segurança e autonomia
Ato de coragem, a Mercedes-Benz deu um salto tecnológico, agregando aos ônibus rodoviários da linha O 500 RS e RSD 14 itens de segurança, com vistas a reduzir os riscos de acidente. De maior expressão, o piloto automático adaptativo, capaz de acelerar e frear independentemente do controle do motorista, mantendo distância segura com relação ao veículo precedente.

É sistema chegado aos carros de luxo e agora aplicado ao transporte rodoviário. Segundo a empresa, é importante passo em direção ao ônibus autônomo. O sistema tem sensores na dianteira percebendo, a partir de 200 m, a presença de veículos á frente, reduzindo a velocidade e, se for o caso, por proximidade, inicia frear o coletivo. 

É extremamente útil em países como os da América Latina, com longas retas e descidas, avultando em utilidade se em caso de chuva ou visibilidade reduzida. 

O ACC acelera e freia automaticamente para evitar impactos, e se desliga a velocidades inferiores a 15 km/h, mantendo o comando com o motorista. O pacote montado pela Mercedes e aplicado aos ônibus O500 reúne 14 itens tecnológicos de segurança. 

Walter Barbosa, diretor de vendas e marketing ônibus na Mercedes entende, a aplicação do ACC nos ônibus aumenta o nível de segurança nas estradas, com efeitos sobre motoristas, passageiros, usuários das vias. Para ele, o equipamento supera um piloto automático convencional, limitado a manter velocidade pré selecionada.

A agregação do ACC é passo na direção do ônibus autônomo. Seu principal modelo de vanguarda tecnológica, o Future Bus Mercedes-Benz já o emprega na Europa. Sua aplicação é para médias e longas distâncias. 

No caso, o pacote incluindo o ACC tem14 itens de segurança,  conjugando sistema de frenagem de emergência; aviso de mudança de faixa sem sinal; monitoramento da pressão dos pneus; Retarder, auxiliar de frenagem; Top-Brake, freio-motor auxiliar; suspensão com anti-tombamento; controle de tração; suspensão pneumática controlada eletronicamente; controle eletrônico de estabilidade; eixo direcional, freios a disco.

Aduz o executivo, a família O 500 é a mais moderna e avançada, desenvolvida no conceito modular, permitindo receber todos os tipos de carroceria imaginada pelos clientes.
________________________________________________edita@rnasser.com.br  


Recall: Os Jeep Cherokee fabricados de 2004 a 2007 devem ser levados à concessionária para substituição dos braços oscilantes da suspensão traseira, a partir de 6/8/18


A FCA – Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda. convoca os proprietários dos veículos Jeep® Cherokee, ano/modelo 2004 a 2007, para, a partir de 6 de agosto de 2018, agendarem o seu comparecimento em uma das concessionárias Jeep a fim de seja providenciada, gratuitamente, a substituição dos braços oscilantes da suspensão traseira dos veículos convocados.
Foi identificada a possibilidade de corrosão excessiva dos componentes, o que pode acarretar o seu eventual rompimento, aumentando os riscos de acidente, com consequentes danos físicos e materiais ao motorista, aos passageiros e a terceiros.
Estão envolvidas nesta campanha 1.005 unidades do Jeep Cherokee, com os números de chassis (não sequenciais, últimos seis dígitos) de 111503 a 686238.
O tempo estimado de reparo é de, aproximadamente, uma hora. Solicitamos que agende sua visita previamente na concessionária Jeep de sua preferência.
Para consultar os números dos chassis envolvidos e/ou obter mais informações, acesse www.jeep.com.br ou contate a Central de Serviços ao Cliente Jeep pelo telefone 0800 703 7150.
Com esta iniciativa, a FCA visa a assegurar a satisfação dos seus clientes, garantindo a qualidade, a segurança e a confiabilidade dos veículos da marca Jeep.


Fiat descobre defeito nos air bags do Uno, Novo Palio e Grand Siena 2012 e convoca os proprietários para substituição do equipamento, a partir de 6/8/18


A FCA - Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda., convoca os proprietários dos veículos Fiat Uno, Novo Palio, Grand Siena, ano/modelo 2012, para, a partir de 6 de agosto de 2018, agendarem seu comparecimento a uma das concessionárias Fiat para que seja providenciada gratuitamente a análise, a verificação e, se necessária, a substituição dos módulos dos airbags do lado do motorista e/ou do passageiro.

Foi detectada a possibilidade de degradação do deflagrador do airbag devido à eventual exposição do veículo a variações elevadas de temperatura e umidade absoluta durante longos períodos.
Em caso de colisão que resulte no acionamento do airbag, poderá ocorrer a ruptura de seu deflagrador devido a uma excessiva pressão interna, provocando a dispersão de fragmentos metálicos com potenciais danos físicos graves ou até mesmo fatais aos ocupantes do veículo.

O tempo estimado de reparo é de duas horas. Solicitamos que agende sua visita previamente na concessionária Fiat de sua preferência. Para consulta dos números dos chassis envolvidos e/ou mais informações, consulte o site www.fiat.com.br ou contate a Central de Serviços ao Cliente Fiat pelo telefone 0800 707 1000.
Com esta iniciativa, a FCA visa assegurar a satisfação de seus clientes, garantindo a qualidade, a segurança e a confiabilidade dos veículos da marca Fiat.

VEÍCULO
ANO/MODELO
CHASSIS NÃO
SEQUENCIAIS
(ÚLT. 6 DÍGITOS)
UNIDADES ENVOLVIDAS
Uno
2012
301621 a 397281
10.791
Novo Palio
2012
016977 a 088434
 (produção Brasil)

000071 a 006570
 (prod. Argentina)
42.825
Grand Siena
2012
000381 a 034446
33.384

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

O V8 do novo BMW Série 8 Coupé: Uma obra-prima da fábrica de motores de Munique. A fabricação do novo motor de oito cilindros com tecnologia BMW M Performance TwinPower Turbo, na sede do Grupo BMW, há muito tempo se destaca por sua alta tecnologia e precisão artesanal.



São Paulo, 2 de agosto de 2018 — Enquanto os primeiros exemplares do novíssimo BMW 8 Coupé deixam a linha de montagem da fábrica da BMW em Dingolfing, na Alemanha, perto dali o motor do modelo mais dinâmico da marca bávara está sendo construído na principal unidade fabril da empresa em Munique. Paralelamente ao início da produção do esportivo de luxo, a montagem dos primeiros motores V8 do BMW M850i ​​xDrive Coupe está sendo realizada. 


A unidade de potência de 4.4 litros e 530 cavalos dedicada ao esportivo BMW M Performance começou a ser produzida na tradicional fábrica do BMW Group, onde os mais recentes processos de alta tecnologia e a habilidade de especialistas experientes são incorporados em uma metodologia de fabricação que é caracterizada pelo mais alto grau de expertise de qualidade.


Como resultado, o caráter extraordinário do novo motor V8 garante o prazer de dirigir e a emoção por meio de sua performance inspirada em corridas. A montagem desta unidade de alto desempenho é efetuada utilizando a precisão da mão-de-obra de especialistas altamente qualificados, que colocam cada motor em um processo individual de fabricação. 



O bloco do motor e o cabeçote do novo V8 são entregues em Munique pela fundição de metais leves da fábrica do BMW Group em Landshut, também situada na Alemanha. Com a montagem do novo motor V8 na sede em Munique, o BMW Group enaltece a importância da construção de motores em seu local tradicional de produção, há muito estabelecido.


A competência dos especialistas dedicados à montagem de propulsores particularmente eficientes e complexos na fábrica da BMW em Munique também é utilizada na produção dos atuais motores de seis e oito cilindros dos automóveis BMW M, bem como para motores de 12 cilindros para o BMW M760Li xDrive e modelos da marca Rolls-Royce, também pertencente ao BMW Group. 



Esta iniciativa garante a conformidade com os mais altos padrões de qualidade para atender aos pré-requisitos de um excelente desempenho e máximo prazer de dirigir do novo BMW M850i ​​xDrive Coupé.

Fernaod Calmon fala dos Desafios da FCA

                                

Fernando Calmon 

Nº 1.004 — 2/8/18




OS DESAFIOS DA FCA


A inesperada morte de Sergio Marchionne, o ítalo-canadense responsável pela recuperação financeira de dois grandes grupos automobilísticos que acabou por fundir sob o nome Fiat Chrysler Automobiles (FCA), trouxe, além de enorme consternação, uma série de novos desafios. Todos propostos por ele mesmo, um executivo altamente dinâmico, cerebral e impulsivo.

Marchionne tinha um jeito próprio de trabalhar, desde que entrou na empresa em 2004. Primeiro passo foi obrigar a GM a assumir a Fiat ou pagar US$ 2 bilhões de indenização como rezava um contrato malfeito. 

Ele venceu a disputa e com esse dinheiro apostou tudo na releitura moderna do subcompacto 500, em 2007, transformando-o em grande sucesso. Em 2009, foi sozinho aos EUA convencido de que poderia salvar a concordatária Chrysler. A empresa pertencia ao governo americano, que a entregou de graça para se livrar do problema.

Cinco anos depois, em 2014, promoveu a fusão e prometeu zerar toda a dívida da FCA em 2018. Promessa cumprida. Marchionne não tolerava erros e nem contestações. Assim dois Luca, de Meo (Fiat) e di Montezemolo (Ferrari), bateram de frente e saíram. Mas ele continuou. Também não desanimou ao errar seguidas previsões de vendas para as marcas Alfa Romeo e Lancia.

Em 1º de junho último, em Balocco (Itália) apresentou a investidores o segundo plano quinquenal (2018-2022) a ser tocado por seu sucessor, a partir de abril de 2019. Em lance audacioso, diminuiu bastante o volume de investimentos nas marcas Fiat e Chrysler, em favor das mais rentáveis Jeep, Ram, Alfa Romeo e Maserati. 

Já tinha a resposta pronta, quando questionado se não havia contradição com o próprio nome da empresa: “Acho que não. Há uma marca premium que também não está na razão social”, disparou. Todos entenderam se tratar da Daimler, dona da Mercedes-Benz.

Apesar da profunda admiração do seu nome nos meios automobilístico e financeiro, alguns analistas consideram como bem mais desafiadores os próximos cinco anos da companhia. Marchionne já tinha escolhido seu sucessor, mas só pretendia anunciá-lo adiante. 

Ele não se aposentaria de vez, pois continuaria na presidência da Ferrari e, claro, de olho no seu ungido para ajudar no que fosse possível.

O inglês Mike Manley, líder da Jeep e Ram, comandará agora a empresa por escolha de John Elkann, neto do falecido Gianni Agnelli, da família fundadora da Fiat. Manley é um executivo muito competente, mas a sua ascensão levou ao pedido de demissão de Alfredo Altavilla, um dos cotados para a sucessão. Deixou sinal de divisão interna, embora se especule que havia um terceiro nome de preferência do desparecido executivo.

Marchionne sempre defendeu a consolidação de grandes grupos automobilísticos. Ideia era enfrentar a imensa necessidade de capitais e reinventar essa indústria no disruptivo campo da mobilidade do futuro. 

Tentou, de público, acordo com a GM por considerar existir fortes sinergias entre os dois grupos, mas foi rechaçado provavelmente por mágoas do passado. Antes havia conversado com a PSA e, há pouco, com a chinesa Geely.
Talvez, agora, com um anglo-saxão à frente da FCA o diálogo seja reaberto. Marchionne aplaudiria de pé.

ALTA RODA

PELA primeira vez, Gol e Voyage passam a oferecer câmbio automático. É um Aisin (japonês) de seis marchas que forma conjunto com o motor EA 211 de 1,6 L/120 cv (etanol). VW afirma que a opção, em torno de R$ 3.000, é mais acessível que os R$ 4.000 da média de mercado. O preço do Gol parte de R$ 54.580 e do Voyage, 59.990.

MARCA alemã também lançou Polo e Virtus com o mesmo motor e câmbio (antes só manual) por R$ 62.690 e 66.525, na ordem. Estima-se que, em apenas dois anos, 60% de todo o mercado brasileiro será de automáticos – hoje, 40%. Programa para pessoas com deficiência (PCD) tem estimulado a demanda. Como há limite de preço de R$ 70.000, carros compactos, aos poucos, tomarão o lugar dos médios.

ARGENTINA tornou-se celeiro das picapes médias. Nissan acaba de inaugurar nova fábrica em Córdoba para 70.000 unidades/ano de Frontier e, no final do ano, Renault Alaskan e Mercedes-Benz Classe X. Em dois meses, o modelo argentino substituirá o mexicano no Mercosul. Haverá duas novas versões e alguns reforços estruturais em relação à atual picape.

CARRO autônomo de Nível 3 (motorista pode largar o volante, mas deve monitorar o tráfego) tem preço estimado em US$ 30.000/R$ 115.000, apenas pelo equipamento. Equivale quase aos US$ 35.000/R$ 133.000 de um modelo elétrico básico nos EUA. Por isso, Audi ainda não revelou o preço do A8 autônomo. Estima-se que em cinco anos opção custaria U$$ 10.000/R$ 38.000.

APENAS três dos cinco fabricantes com efemérides em 2018 se movimentaram no exterior para comemorar. Renault (120 anos), Porsche e Land Rover (ambas fundadas há 70 anos). Honda (70 anos) e Subaru (60 anos) até agora deixaram passar em branco. Ford, a marca mais antiga instalada no Brasil, vai comemorar 100 anos de atuação aqui em 2019.

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

YPF apresenta linha de lubrificantes e serviços da Gulf Marine Oil na Marintec South America 2018. Será de 14 a a6/8 no Confira no Centro de Convenções Sul América, no Rio de Janeiro



Representante exclusiva, no Brasil, dos lubrificantes da Gulf Marine Oil, a YPF participa da Marintec South America 2018, em parceria com seu distribuidor Minura, apresentando a linha marítima da líder do segmento e seus serviços de logística e suporte técnico disponíveis para o mercado nacional.

O acordo mundial entre as duas empresas permite à YPF fabricar os lubrificantes marítimos da Gulf Oil Marine para motores de 2 e 4 tempos, em sua planta no Brasil, e fazer o fornecimento, logística e atendimento aos contratos da marca nos portos brasileiros, bem como a divulgação dos mesmos, como parceiro exclusivo, no território nacional.

A YPF comercializa, no Brasil, duas linhas da Gulf Oil Marine para aplicação marítima e industrial e já tem novos lançamento previstos.

Está disponível a linha de lubrificantes marítimos para cilindros e sistemas de motores 2 tempos e 4 tempos movidos a diesel e fuel oil que representa os maiores volumes do mercado. 

Neste segmento a Gulf Oil Marine é reconhecida pela ampla variedade de produtos específicos para cada necessidade, aprovados por fabricantes de motores, pela eficiência, logística e suporte técnico.

Também faz parte do portfólio a linha de lubrificantes e graxas biodegradáveis para sistemas hidráulicos, tubos telescópicos e transmissões, cuja tecnologia proporciona proteção ao meio ambiente, devido às suas propriedades biodegradáveis. 

Estes lubrificantes atendem aos requisitos VGP - Vessel General Permit (Autorização Geral de Embarcação) da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.

A extensão da parceria, entre a YPF e a Gulf Oil Marine, recentemente anunciada, deve acelerar o lançamento de outros produtos da Gulf Oil Marine, como lubrificantes auxiliares sintéticos para compressores de ar e refrigeração, engrenagens e graxas, elaborados com óleos básicos sintéticos de altíssima tecnologia.

YPF na Marintec South America
Data: 14 a 16 de agosto
Horário: das 13h às 21h
Local: Centro de Convenções Sul América – Rio de Janeiro – RJ
Estande: 3-22

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Sobre a YPF - A YPF é a empresa líder em exploração e produção de hidrocarbonetos na Argentina. É a maior empresa do país e lidera o mercado de lubrificantes com 40% de market share. É também a 3ª maior petrolífera das Américas e soma mais de 1500 postos de combustíveis. Sua planta de lubrificantes, em La Plata, é uma das mais modernas da América, com excelência em qualidade e as certificações ISO 9001, 14001 e TS 16496. Atuando no Brasil desde 1998, a YPF tem de sede e fábrica em São Paulo e distribuidores nos principais centros consumidores do país. www.ypf.com.br

Sobre a Gulf Oil Marine - A Gulf Oil Marine é um fornecedor global de lubrificantes marítimos. Desde 2008, fornece lubrificantes marítimos de alta qualidade à indústria naval em conjunto com uma ampla gama de serviços técnicos complementares. Hoje, a empresa fornece lubrificantes e serviços em mais mil portos, em cem países. Subsidiária integral da Gulf Oil International, do grupo Hinduja, a Gulf Oil Marine, com sede em Hong Kong, possui filiais em todo o mundo.

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