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terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Em parceria com o site Car Point, publicamos o teste do HB20S da Hyundai.




Texto e fotos de Marcus Lauria
A Hyundai renovou o HB20 e trouxe muita polêmica com seu novo design tanto na versão sedã como no hatch. O modelo foi alvo de críticas em todas as mídias especializadas e entre os consumidores na internet. Mesmo com tanta polêmica envolvendo o desenho das carrocerias, uma coisa é certa, a marca trouxe muita inovação e melhorou muito o carro em vários aspectos que serão destrinchados nesse teste de uma semana que fizemos com a versão sedã topo de linha.
O HB20S é um dos compactos mais vendidos do Brasil, o modelo ganhou uma nova geração, com visual e interior retocados, novo motor turbo e com injeção direta e mais recursos de tecnologia e segurança para enfrentar o Virtus e o novo Onix Plus. O sedã mantém a mesma base do modelo lançado no fim de 2012, o que manteve a cabine do carro com praticamente as mesmas proporções do antigo.
O novo HB20S pode ser encontrado nas versões Vision, Evolution, Diamond e Diamond Plus. Ao todo, são sete configurações diferentes, divididas entre modelos com motor 1.0 flex aspirado, 1.6 flex aspirado manual ou automático e 1.0 turbo automático.  A Hyundai nos cedeu a versão topo de linha Diamond Plus para o teste de uma semana.
É fato que a versão sedan tem o desenho mais harmônico do trio HB20 de nova geração que ganhou linhas inspiradas no irmão maior Elantra, com uma traseira com proporções maiores e formato mais elevado. Visto de frente o sedan compacto ficou mais “bicudo” e ganhou ainda formas mais abauladas. A polêmica no desenho da enorme grade de “efeito cascata” que ocupa boa parte da frente é o destaque do carro. Ali é possível perceber os faróis espichados e capô com vincos marcantes. O para-choque tem tomada de ar e faróis de neblina em formato de “chifre”.
Na lateral as linhas são mais harmônicas e apresenta formas mais fluidas. Há vincos mais marcantes e linha de cintura mais alta. De traseira o modelo mostra um caimento mais prolongado do teto até o porta-malas, tentando imitar as formas de um fastback. As lanternas têm destaque por serem mais horizontais e “chapadas”, elas invadem a tampa do porta-malas. Chama a atenção também a boa área envidraçada da traseira e a placa foi reposicionada para o para-choque.
Se por fora a mudança foi bem radical por dentro a marca apostou no requinte e na qualidade dos materiais aplicados. O painel perdeu aquelas formas mais ousadas e assumiu um estilo mais tradicional e muito mais agradável aos olhos e ao toque. As linhas ficaram mais horizontais e agora tem uma tela flutuante da central multimídia no topo do console central.
Por dentro, todas as versões agora dispõem de bancos renovados, que estão mais ergonômicos e confortáveis. A versão avaliada, a Diamond Plus, traz acabamento interno mais claro, com bancos e apoios de braço nas portas e no console central revestidos em couro com tom tipo gelo. O modelo ficou mais espaçoso, ajudando no conforto dos passageiros. Segundo a marca, o entre-eixos cresceu em três centímetros, permitindo um aumento de 4,7 cm no vão para as pernas dos ocupantes do banco traseiro. O modelo também ficou mais largo em quatro centímetros. Enquanto o porta-malas passou de 450 litros para bons 475 litros, um verdadeiro latifúndio se comparado com a concorrência. Com isso, o novo HB20S 2020 agora tem 4,26 metros de comprimento, 1,72 m de largura e 1,47 m de altura. A distância de entre-eixos agora é de 2,53 metros.
Entre as novidades destacam-se a chave presencial Smart Key, partida do motor por botão, ar-condicionado digital, sistema Stop & Go de parada e partida automática do motor, paddle shifts para trocas de marcha no volante e central multimídia com tela de oito polegadas. Além de monitoramento de pressão dos pneus, sistema de alerta e frenagem autônomo de emergência, alerta de mudança de faixa e câmera de ré com monitoramento da traseira. A versão topo de linha avaliada tem quatro airbags, sendo dois frontais e dois laterais de tórax.
Todas as configurações saem de fábrica com fixação Isofix com Top Tether para cadeirinha de bebê, destravamento automático das portas em caso de acidentes, encosto de cabeça e cintos de segurança retráteis de três pontos, entre outros.
O HB20S de nova geração pode ser encontrado nas versões de acabamento Vision (com motor 1.0 aspirado, 1.6 manual ou 1.6 automático), Evolution (com motor 1.0 aspirado ou o novo 1.0 T-GDI automático), Diamond e Diamond Plus, estas duas últimas sempre com o motor 1.0 turbo e transmissão automática. O Hyundai HB20S Diamond Plus 1.0 Turbo GDI AT 2020 avaliado pelo site parte de R$ 81.290
O sedã compacto sul-coreano cedido para teste tem sob o capô um motor 1.0 T-GDI, que agora oferece injeção direta de combustível, além de outras soluções como três cilindros, turbocompressor e intercooler. O propulsor desenvolve potência máxima de 120 cavalos, a 6.000 rpm, e torque máximo de 17,5 kgfm, a partir de 1.500 giros, com gasolina e/ou etanol.
Em conjunto está o bem escalonado e silencioso câmbio automático de seis velocidades, que oferece a opção de trocas manuais de marcha por meio de paddle shifts atrás do volante. Seu consumo com etanol, rodando em trajeto urbano sempre com o ar-condicionado ligado foi de 6,5 Km/l segundo o computador de bordo. Seu consumo médio na cidade, sempre com o ar-condicionado ligado e abastecido com etanol foi de 5,6 Km/l que achei bem ruim para um carro 1.0 turbo, acredito que com gasolina esse consumo seja muito melhor.
O propulsor oferece uma boa dose de torque em baixas rotações, proporcionando maior agilidade nos grandes centros, sobretudo em situações como ultrapassagens e saídas de semáforo. O sedã é funcional e bem silencioso, não tem ruídos excessivos invadindo a cabine e também sem muitas vibrações. Para facilitar as manobras, o HB20S tem direção elétrica de série – o modelo antigo oferecia direção com assistência hidráulica – que é bem leve em manobras em baixas velocidades e, ainda, mais firme em altas velocidades.
Os preços do HB20S começam em R$ 53.790 para a versão de entrada Evolution 1.0 e seguem com R$ 57.990 (MT) / R$ 62.790 para a Vision 1.6; R$ 69.990 para a Launch Edition 1.6 AT; passando para R$ 67.190 na Evolution 1.0 turbo AT e R$ 73.590 na versão Diamond 1.0 turbo AT avaliada pelo site. O novo HB20S é comercializado com garantia de fábrica de cinco anos, sem limite de quilometragem. A marca trabalha com revisões periódicas até 60 mil quilômetros ou seis anos de uso com preços fixos.
*FICHA TÉCNICA:
Mecânica
Motorização 1.0
Combustível             Álcool            Gasolina
Potência (cv)            120     120
Torque (kgf.m)         17,8    17,8
Velocidade Máxima (km/h)           191     191
Tempo 0-100 (s)      10,7    N/D
Consumo cidade (km/l)      5,2      12,7
Consumo estrada (km/l)    11       15,3
Câmbio          automática com modo manual de 6 marchas
Tração           dianteira
Direção          hidráulica
Suspensão dianteira          Suspensão tipo McPherson e dianteira com barra estabilizadora, roda tipo independente e molas helicoidal.
Suspensão traseira            Suspensão tipo eixo de torção, roda tipo semi-independente e molas helicoidal.
Dimensões
Altura (mm)   1.470
Largura (mm)           1.720
Comprimento (mm)             4.260
Peso (Kg)      1.086
Tanque (L)    50
Entre-eixos (mm)     2.530
Porta-Malas (L)        475
Ocupantes    5
*Dados do fabricante

All Bus é o novo representante da Marcopolo para o Norte brasileiro. Empresa pertence ao Grupo Agramoto e tem unidades no Pará, Amapá e Maranhão



Caxias do Sul (RS) – 28 de janeiro de 2020 – O ano de 2020 começa com novidades na Marcopolo. A rede de representantes da fabricante de carrocerias passa a contar com um novo nome para atender parte da região Norte do Brasil: a All Bus, empresa pertencente ao Grupo Agramoto, sediado em Palmas e que iniciou atividades nos anos 90 com uma retífica de motores diesel.

Com matriz em Parauapebas/PA e filiais em Ananindeua/PA, Marabá e São Luís/MA, a All Bus será responsável por vendas, assistência e pós-vendas e terá como metas ampliar ainda mais a liderança da Marcopolo na comercialização de carrocerias de ônibus e colaborar para uma maior proximidade com os clientes e usuários dos veículos da marca. O consultor comercial da Marcopolo que dará suporte ao novo representante da empresa é Maicol Garbin, já conhecido pelos clientes da região onde é grande a procura pelos modelos Paradiso 1800 DD e Torino.

Segundo Rodrigo Pikussa, diretor do Negócio Ônibus da Marcopolo, a nomeação da All Bus está alinhada à nova estratégia de atuação de mercado da fabricante, que nos dois últimos anos implantou filiais próprias com completa infraestrutura em diferentes praças e, também, nomeou novos representantes. “A excelência no atendimento é cada vez mais um fator determinante em nosso negócio. O objetivo é estar cada vez mais próximo dos clientes, parceiros e usuários dos nossos produtos para poder oferecer uma nova experiência, com veículos e serviços além das expectativas”, destaca o executivo.

Realização de um sonho
Para Alan Divino, diretor da All Bus, a nomeação como representante Marcopolo representa a realização de um sonho. “Essa parceria reconhece o trabalho profissional e de excelência que realizamos há 19 anos”, comenta.

O diferencial da All Bus é prestar atendimento de elevado padrão de qualidade em serviços e atenção aos clientes. A empresa conta com equipes de manutenção, com frota própria, que realizam atendimentos nas garagens dos clientes com a finalidade de reduzir o tempo de parada dos veículos e garantir mais agilidade e eficiência na execução dos serviços técnicos. Além disso, as oficinas de suas unidades possuem equipamentos modernos, amplas áreas de serviço e boxes de atendimento dimensionados de acordo com o volume de clientes.

A unidade de Ananindeua tem área de 7 mil metros quadrados e dispõe de 12 boxes de serviços; a loja de Parauapebas, com previsão de iniciar atividades em abril deste ano, contará com área total de 4 mil metros quadrados e moderna cabine de pintura, e a concessionária de São Luís, dispõe de 4 mil metros quadrados e seis boxes de atendimento.

Crédito da imagem: Edypo Alaniz

MINI tem flexibilidade no seu DNA. A década de 1960 viu nascer um modelo versátil e atemporal – abaixo alguns destaques dessa trajetória




Que tal pegar carona na história de uma marca que já nasceu versátil e focada em diferentes soluções atemporais, sempre pensando nos diferentes usos do cliente? A MINI possui um caminho marcado pela ousadia, design, esportividade e tecnologia. Veja abaixo alguns fatos interessantes dessa trajetória!

Nicholas Upton, norte-americano aficionado pela marca, escreveu, no final dos anos 1950, um importante capítulo nesta linha do tempo. Pioneiro, inventivo e com uma boa dose de curiosidade, Upton restaurou diversos exemplares do carrinho britânico. O “pulo do gato” veio em uma curiosa criação de Upton, concretizada em sua oficina, na Califórnia: ele combinou a engenharia de um Mini Cooper S clássico com o corpo de um Morris Traveller e criou um carro até ali nunca visto. O especial personalizado de Upton é um dos exemplares apresentados na série “Work In Progress”, no Youtube, no canal BMW Group Classic. Confira!

Ao longo do tempo, a ousadia da Mini se traduziu em uma experiência única e em uma memória afetiva de modelos que ganharam espaço cativo no imaginário do público. Exemplo disso aconteceu em 1961, quando a criação de uma versão contribuiria para o status lendário do Mini clássico: o Mini Cooper. Na época, o modelo atendeu ao desejo de diversão, com modificações apropriadas no chassi.

Outra passagem importante nesta história aconteceu quando o potencial competitivo do Mini foi identificado por John Cooper, designer de carros esportivos. Cooper ficou marcado como o responsável por uma plataforma que permitiu ao Mini conquistar três vitórias no Rally de Monte Carlo, o qual inspirou a versão exclusiva Nicholas Upton do Morris Mini Traveller. A época trouxe um automóvel com a potência ainda mais aprimorada, abrindo caminho para a chegada do Mini Cooper S de 70 cv. Desde então, a marca também virou sinônimo dos esportivos britânicos de alta performance comercializados até hoje em todo o mundo.

Com o dinamismo no DNA, a MINI mantém a personalização como principal característica até os dias atuais, permitindo combinar diferentes modelos, cores e tecnologias. Desde a esportividade presente na linha John Cooper Works até a versatilidade de um SUV no MINI Countryman -  que ainda pode ser adquirido com tecnologia de carro híbrido – o motorista é convidado a experimentar momentos incomparáveis e de alta personalização, por exemplo, a combinação do puro Go Kart Feeling com a opção de escolha de pilotar no modo 100% elétrico ou com gasolina.

Fiat aposenta a Weekend após 23 anos de trabalho e produção de 530 mil unidades, no Brasil. E entra na era dos SUVs ainda este ano




- Modelo familiar da fabricante italiana contabilizou mais de 530 mil unidades vendidas no país
- Station wagon se destacou por muitas inovações que marcaram o setor automotivo nacional, como a criação de um segmento de mercado com a linha Adventure, o sistema Locker (primeiro veículo 4x2 com bloqueio do diferencial) e uma versão 100% elétrica
A última unidade da station wagon Weekend deixou a linha de montagem nesta segunda-feira (27/1), após 23 anos de produção no Polo Automotivo Fiat, em Betim (MG).
Representante de destaque de uma das categorias mais importantes da época, a perua conquistou rapidamente o consumidor – e principalmente as famílias brasileiras – ao oferecer um estilo harmonioso, a robustez característica da marca, ótimo espaço interno e o maior porta-malas da categoria, com 460 litros. Essa fórmula foi tão acertada, que a Fiat contabilizou a venda de mais de 530 mil unidades na história do modelo.
Com a mudança da preferência do cliente pelos utilitários esportivos (SUVs), uma tendência mundial também verificada no Brasil, as peruas perderam esse espaço no mercado.
“A Weekend teve um papel muito importante para a Fiat, liderando o segmento durante quase toda sua trajetória comercial”, afirmou Herlander Zola, Diretor do Brand Fiat e Operações Comerciais Brasil. “Nos mantivemos sempre atentos ao que o consumidor procura, por isso entramos em uma fase acelerada de mudança na Fiat. Para atender ao desejo do cliente brasileiro, está previsto o início da produção de três novos modelos a partir de 2020. Dois deles vão colocar a nossa marca no segmento de SUVs”, concluiu o executivo.
Um modelo histórico repleto de inovações
O Palio Weekend foi lançado no início de 1997 seguindo a tradição de derivar veículos de seu produto principal, neste caso, o Palio. Tecnicamente, a diferença estava na suspensão traseira, com braços arrastados na perua, para assegurar maior conforto e comportamento superior em curvas comparado ao eixo de torção no hatch. O entre-eixos também era seis centímetros maior no modelo familiar.
O veículo chegou em três versões e, já em seu quarto mês de vendas, assumiu a liderança do segmento de peruas no país. A partir daí a Fiat promoveu inovações que acompanharam a Weekend em sua trajetória no mercado nacional:
1999: lançamento da versão Adventure, que recebeu caracterização robusta. Seu sucesso foi tão grande que a linha foi estendida para Idea, Doblò e Strada e virou moda, inaugurando a categoria conhecida por “off-road light”;
2001: chegada da nova Weekend, desenhada pelo estilista italiano Giorgetto Giugiaro;
2004: outra mudança que alterava principalmente a traseira, também promovida por Giorgetto Giugiaro, com amplas lanternas e um estilo mais robusto;
2008: com a reestilização da station, a versão Adventure incorpora o Locker, um componente inédito no mundo: a Fiat é a primeira fabricante de automóveis a lançar um veículo de tração dianteira 4x2 com bloqueio de diferencial. Para aumentar a capacidade de tração, o recurso possibilita superar condições adversas de terreno com mais desenvoltura.
2008: apresentação do Palio Weekend Elétrico, desenvolvido com a hidrelétrica Itaipu Binacional. O motor tinha potência de 15 Kw (20 cv) e torque de 50 Nm (5,1 Kgm). Alimentado por uma bateria de níquel, situada no fundo do porta-malas, garantia autonomia de 120 Km;
2012: o modelo teve sua última modificação de estilo;
2015: a station passou a ser identificada apenas pelo nome Weekend;
Com a despedida do veículo, o mercado brasileiro deixa de ter a última station wagon do segmento.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Audi firma compromisso global de reduzir pegada de carbono em 30% até 2025



● Empresa intensifica foco estratégico em sustentabilidade e reduzirá emissão de carbono em 30% tendo 2015 como base de comparação

● A redução é a principal mensagem da nova campanha global da marca, cujo tema é “toda atitude é válida” e é estrelada pelo e-tron Sportback

● A primeira ação brasileira desta nova fase foi o patrocínio do evento Fru.to, criado pelo chef Alex Atala, que acaba de renovar parceria como embaixador da marca Audi no País

São Paulo, 27 de janeiro de 2020 – A Audi intensificou sua ofensiva rumo à mobilidade premium sustentável ao firmar um compromisso global de reduzir a pegada de carbono de seus veículos em 30% até 2025, quando comparado com 2015. 

A meta é a mensagem principal da nova campanha global da marca, veiculada desde o fim de 2019, cuja mensagem principal é “toda atitude é válida” e traz como estrela o e-tron Sportback. Aqui no Brasil, além da veiculação da campanha nas redes sociais da empresa e no circuito premium de cinema, a primeira ação foi o patrocínio do evento Fru.to, criado pelo produtor cultural Felipe Ribenboim e pelo chef Alex Atala, que acaba de renovar parceria com a Audi como embaixador da marca.

“O ano de 2020 será especial para a Audi no mundo e no Brasil, pois intensificaremos nossa estratégia rumo à mobilidade premium sustentável. Entendemos que toda a atitude rumo à sustentabilidade é válida e estar presente em um ambiente repleto de coletividade, desperdício zero e soluções alternativas é um passo importante nesta jornada. Por isso decidimos patrocinar o evento Fru.to, uma plataforma de sustentabilidade para discussão da relação da humanidade com os alimentos. E até maio será a vez do protagonista de sustentabilidade da Audi, o e-tron SUV, ser lançado no País”, revela Johannes Roscheck, presidente e CEO da Audi do Brasil.

Toda atitude é válidaA campanha “toda atitude é válida” mostra um movimento que começa com indivíduos, mas que conquista o mundo inteiro. O filme começa mostrando um mundo “torto”, em que as pessoas não se mantêm retas, mas inclinadas. 

Contudo, conforme os protagonistas tomam uma decisão ambientalmente correta, imediatamente voltam ao seu equilíbrio. O e-tron, em sua versão sportback, aparece também como estrela da campanha. 

A campanha está disponível no canal da Audi.
Assista o vídeo:

No fim do filme, a mensagem “toda atitude é válida” é exibida e, na sequência, a Audi revela sua meta de reduzir 30% na pegada de carbono até 2025. 

No Brasil, o primeiro veículo 100% elétrico a chegar ao mercado será o Audi e-tron SUV. Produzido na planta de Bruxelas, na Bélgica, o modelo desembarca no País até maio de 2020, e está em período de pré-venda a partir de R$ 459.990,00 na modalidade Venda Direta. Os clientes que reservarem seu modelo no período terão acesso a uma valorização do usado de até R$20.000,00, garantia de quatro anos de fábrica para o veículo, oito anos ou 160.000 km para a bateria, além de quatro anos de revisão inclusos. O cliente também receberá um carregador adicional para utilização residencial.

Fru.to e Alex AtalaCriado pelo chef Alex Atala e pelo produtor cultural Felipe Ribenboim, com chancela do Instituto ATÁ, o seminário Fru.to, diálogos do alimento, é uma plataforma de engajamento e mobilização para diálogos em torno da alimentação, sustentabilidade, desafios e soluções do nosso tempo e para os próximos anos. O evento nasceu em 2018 e acontece anualmente em São Paulo.

O chef internacionalmente reconhecido Alex Atala é embaixador da Audi no Brasil há mais de seis anos e acaba de renovar a parceria com a marca das quatro argolas. “A Audi é uma empresa que eu admiro muito já há alguns anos e agora encontramos ainda mais sinergias nos nossos propósitos. Estamos em áreas distintas lutando por um mesmo objetivo: um amanhã mais consciente”, afirma Atala.

Sistema WeShare de compartilhamento de carros é ampliado na Europa. Expansão para 7 cidades europeias e Berlim registra sucesso após 6 meses de operação



WeShare, o serviço de compartilhamento de carros da Volkswagen e da SKODA sem utilização de bases fixas, será expandido para mais sete cidades na Alemanha e outros países europeus em 2020. 
Praga, na República Checa, e Hamburgo, na Alemanha, receberão o serviço na próxima primavera europeia (segundo trimestre do ano) e devem ser seguidas por Paris, Madri, Budapeste, Munique e Milão. 

Em todas essas cidades, o sistema WeShare disponibilizará uma frota de veículos totalmente elétricos com um total aproximado de 8.400 carros. Em Praga e Budapeste, o WeShare trabalhará em cooperação com a marca SKODA. 

Nas outras grandes cidades da Alemanha, França, Espanha e Itália, os veículos WeShare oferecidos incluirão os modelos e-Golf1 e e-up2 da Volkswagen, assim como, a partir do final do ano, o ID.33. O WeShare iniciou suas operações em Berlim em 2019, já com 1.500 carros e-Golf. A empresa conta agora com 50 mil clientes registrados na cidade.

"Para nós, 2020 será um ano de grande crescimento", afirma Philipp Reth, Chief Executive Officer (CEO) da WeShare. "Estamos convencidos de que o compartilhamento de carros totalmente elétricos sem bases fixas (o cliente pode pegar e deixar o carro onde quiser) será um elemento transicional crescente no campo da mobilidade sustentável e compartilhada por um tempo considerável no caminho para sistemas de transporte automatizados", acrescenta Reth.

Na opinião do executivo, o objetivo deve ser criar um precedente tanto para o público em geral como para as cidades. "Dessa forma, esperamos receber apoio das cidades na área das tarifas de estacionamento para veículos compartilhados, por exemplo, ou o estabelecimento de novas áreas de compartilhamento em espaços públicos com vistas a incentivar usuários em potencial e tornar o compartilhamento de carros ainda mais interessante e relevante", diz Reth.

WeShare iniciou com sucesso em BerlimEm Berlim, onde o WeShare foi lançado em junho de 2019, cerca de 50 mil clientes já estão registrados para utilizar o serviço. Aproximadamente três quartos desses clientes registrados são usuários ativos, isto é, utilizaram o serviço do WeShare pelo menos uma vez. 

"Em comparação com o setor como um todo, este número é muito alto e demonstra que o WeShare é altamente relevante para a mobilidade urbana das pessoas", comenta o CEO Philipp Reth. Ao longo dos últimos seis meses, a frota do WeShare em Berlim completou mais de três milhões de quilômetros rodados, o que corresponde a uma média de quatro ou cinco viagens diárias por carro.

Um dos maiores desafios enfrentados pelo WeShare em Berlim é o carregamento das baterias. Para compensar a disponibilidade inadequada de uma infraestrutura de carga pública, a Volkswagen AG e o WeShare iniciaram uma operação em cooperação com o Grupo Schwarz. 

A Schwarz está instalando atualmente um total de 140 estações públicas de carga em 60 filiais da rede de supermercados Lidl e 10 lojas da rede Kaufland em Berlim. Como parceiro no acordo, o WeShare pode usar as estações de carga para sua frota de carros compartilhados de forma exclusiva fora do horário de abertura das lojas. 

Durante as horas de abertura ao público, as estações de carga estão disponíveis para todos os clientes das lojas da Lidl e Kaufland. Além do Grupo Schwarz, o WeShare planeja estabelecer outras parcerias visando a expansão da infraestrutura disponível.

Para mais informações, acesse we-share.io/press/.

Sobre o WeShareO WeShare é um serviço de compartilhamento de carros 100% elétricos da UMI Urban Mobility International GmbH com sede em Berlim, uma empresa da Volkswagen AG. O WeShare começou a operar em Berlim com 1.500 veículos elétricos em julho de 2019. Outras cidades serão abrangidas em 2020. 

Como um serviço de "veículos sob demanda", o WeShare atende às necessidades de pessoas que não desejam abrir mão da mobilidade individual. Ele tem como objetivo oferecer uma opção adicional significativa para todas as ocasiões em que utilizar um carro é prático e conveniente. 

No futuro, a UMI desenvolverá e fornecerá serviços de veículos sob demanda (VOD) baseados em TI (Tecnologia da Informação). O objetivo é agrupar as ofertas de veículos sob demanda do Grupo Volkswagen e disponibilizá-las em grandes cidades da Europa.

1) e-Golf: consumo de energia combinado em kWh/100 km: 13,8 - 12,9; emissões de CO2 combinadas em g/km: 0; classe de eficiência: A+

2) e-up!: consumo de energia combinado em kWh/100 km: 12,9 - 12,7; emissões de CO2 combinadas em g/km: 0; classe de eficiência: A+

3) ID.3: Este modelo ainda não está à venda na Europa.

Case IH lidera venda de colhedoras de cana-de-açúcar. Empresa encerra 2019 com mais de 50% de participação de mercado



A Case IH, marca da CNH Industrial, começa o ano comemorando os resultados positivos obtidos em 2019. A marca conquistou mais de 50% das vendas de colhedoras de cana-de-açúcar no mercado, dominando o segmento de máquinas para o sucroenergético. 

No Brasil foram vendidas 649 colhedoras, segundo último boletim divulgado pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), que representam ainda, crescimento de 1% no comparativo com 2018.

De acordo com o Vice-Presidente da Case IH para a América do Sul, Christian Gonzalez, a liderança no mercado ressalta a confiabilidade dos produtos Case IH. “Estamos muito satisfeitos com o resultado. Ele confirma a qualidade, eficiência, alta performance e tecnologia que estão embargados em todos os equipamentos da marca. Isso é resultado do foco e da energia que a Case IH coloca no setor, que é parte de nosso DNA”, destaca.

Uma das principais razões do sucesso do equipamento é o Centro de Excelência Global de Desenvolvimento de Colhedoras de cana-de-açúcar da Case IH, localizado em Piracicaba (SP), de onde saem as colhedoras da marca para todas as localidades da Case IH no mundo, o que representa 25 países de todos os continentes. Trabalham nesta plataforma mais de 50 pessoas de diferentes áreas e, além do time local, o setor também recebe respaldo global.

“Nossa equipe trabalha de forma integrada e isso faz a diferença. Quem está no campo, ouvindo as necessidades dos clientes, traz sugestões de melhorias para o time de engenharia de produto. Essa equipe desenvolve e testa as tecnologias para levar ao produtor uma máquina econômica, eficiente, confiável e com disponibilidade”, afirma Gilberto Alves, diretor de Engenharia e Plataforma de Colhedora de Cana da Case IH.

E foi desta forma que a Case IH implementou mais de 100 melhorias na linha A8000 nos últimos quatro anos, fato que também contribuiu para a marca estar à frente na venda de máquinas.  

“O Brasil é responsável por mais da metade da produção mundial de cana-de-açúcar do mundo e por isso, a Case IH escolheu o nosso País para desenvolver e fabricar as colhedoras. Desta maneira, ao lado das usinas, conseguimos saber quais são as principais necessidades do setor para desenvolvermos o melhor equipamento”, comenta Silvio Campos, diretor de Marketing de Produto da Case IH.

Depois de ouvir os clientes, em 2015, a Case IH estruturou um plano de desenvolvimento de produto e começou a implementar uma série de melhorias nas máquinas da linha A8000 por etapas. Em 2016, a empresa focou nos itens de manutenção e disponibilidade. 

Nos anos seguintes, componentes de operação foram implementados, entre eles: iluminação, autonomia e automação dos divisores de linha. “A evolução nas máquinas resultou numa redução considerável de consumo de combustível. Em algumas usinas, a economia é de até 15%”, afirma Campos.

“Depois do entendimento do que o cliente buscava, do valor agregado que cada melhoria traria, dividimos as etapas de desenvolvimento por complexidade para realizarmos as entregas sem comprometermos a qualidade. O desenvolvimento da colhedora é muito complexo, pois a máquina trabalha mais de 4 mil horas por ano, enquanto uma colheitadeira de grãos roda cerca de 300 horas por ano. 

Ou seja, a colhedora precisa ser robusta para estar disponível durante as safras”, destaca Alves
Artur Monassi, fundador da concessionária Tracan, coloca a disponibilidade como um dos grandes destaques da colhedora. 

“A Case IH pensou em todos pontos que trazem os principais custos: a parte rodante, que temos um diferencial enorme; no chassi, que foi totalmente redesenhado e isto faz com que o custo de reparação e manutenção fique muito abaixo do que a da concorrência. Outro destaque foi o aperfeiçoamento do motor, que resultou em uma longevidade enorme, que significa ao mesmo tempo redução de custo e aumento de eficiência”, diz.
Segundo Monassi, com a A8810, a produtividade da máquina aumentou de 20 a 25%. 

“A A8810 se tornou extremamente confiável, e isso deu a Case IH a liderança de mercado. Os principais custos na colheita da cana-de-açúcar são diesel, reparação e manutenção, então a credibilidade faz toda a diferença, pois a disponibilidade importa muito e o que se ouve dos clientes, é que a máquina é muito confiável. O bom pós-venda, o bom projeto e a confiabilidade fazem o sucesso da A8810, e por isso a liderança”, afirma.

Ainda, clientes da marca podem capacitar seus operadores com o simulador de colheita da Case IH. “Nós treinamos os operadores, pois sabemos que o uso correto do equipamento gera economias, mais eficiência e produtividade. Além disso, nossa equipe comercial e de marketing sempre está no campo, junto com o concessionário, para oferecer as melhores soluções para o produtor”, finaliza Campos.

GM marca as comemorações de 95 anos de Brasil com o lançamento do primeiro SUV compacto da montadora. Para isso, está concluindo a renovação da fábrica de São Caetano do Sul para operar sob o conceito industrial 4.0



SÃO CAETANO DO SUL – A General Motors completa 95 anos de atividades no Brasil pronta para iniciar um novo ciclo de desenvolvimento. 
Depois de anunciar ampliações de seu centro de desenvolvimento de produto em Indaiatuba (SP) e da transformação das fábricas de motores de Joinville (SC) e das linhas de montagem de Gravataí (RS) para o conceito de indústria 4.0. A GM está finalizando o processo de renovação da fábrica de São Caetano do Sul (SP) para a produção de um modelo de veículo inédito da empresa no País.

“Será o primeiro SUV compacto da Chevrolet produzido no Brasil. Chegará às concessionárias locais até o fim do primeiro trimestre deste ano com conceitos tecnológicos inovadores relacionados à conectividade, segurança e eficiência energética”, diz Carlos Zarlenga, presidente da GM América do Sul.

Ao mesmo tempo em que avança com tecnologias inovadoras como a conectividade de nível quatro e na renovação do portfólio Chevrolet com o Novo Onix e o elétrico Bolt EV, a empresa investe fortemente na atualização de suas instalações.

De acordo com Carlos Zalenga, a procura crescente por SUVs compactos mais tecnológicos é um fenômeno identificado também em mercados regionais, por isso há planos de exportar este novo produto.

Renovação profunda
Em 2020, a fábrica da GM em São Caetano do Sul completará 90 anos de atividades totalmente renovada. Entre 2018 e 2019, as instalações passaram por uma extensa reforma em todo o processo produtivo.

Entre as inovações está um novo equipamento que movimenta os carros pela linha de montagem capaz de ajustar-se em qualquer altura, entregando a condição ergonômica mais correta para a execução de cada operação. 

Além disso, foi instalado um novo sistema de transporte automatizado para o sistema básico de motor, transmissão, escapamento, eixo e semieixo. Mais de 150 apertadeiras eletrônicas garantem as medidas exatas dos torques críticos, cujo monitoramento é realizado online em tempo real.

“Esses são apenas alguns exemplos de novidades da grande transformação pela qual a fábrica de São Caetano do Sul passou. Além das tecnologias inovadoras, temos novos prédios e área de estamparia. Foi muito interessante reformar completamente uma instalação como a da GM em São Caetano do Sul, porque ao trocar equipamentos, nos deparamos com muita história. 

Descobrimos, por exemplo, as fundações das máquinas que produziram o lendário Opala. É uma honra fazer parte deste momento tão importante para essa que é uma fábrica símbolo da região”, comenta Andreieli Pinto, diretor executivo da fábrica de São Caetano do Sul.

De 1925 até hoje
Desde a montagem do primeiro Chevrolet em um galpão no bairro paulistano do Ipiranga, em 1925, até este ano mais de 15 milhões de veículos GM foram emplacados no País.

O primeiro carro nacional de passeio da Chevrolet foi o Opala, apresentado em 1968. Outros modelos de sucesso foram lançados posteriormente, como o Chevette, a D20, o Monza, o Kadett, o Corsa, o Vectra, o Omega e o Astra.

A GM chegou a produzir paralelamente outros tipos de produtos, como baterias, aparelhos de ar-condicionado e até geladeiras – as famosas Frigidaire. Mais de 2.000.000 delas foram feitas dos anos 50 aos 70.

Hoje, a companhia possui três complexos industriais de produção de veículos, motores e componentes: São Caetano do Sul (SP), São José dos Campos (SP) e Gravataí (RS). Conta ainda com unidades em Mogi das Cruzes (produção de componentes estampados e peças), Sorocaba (centro logístico) e Indaiatuba (campo de provas), todas no Estado de São Paulo, além de um Centro Tecnológico, em São Caetano do Sul (SP). A GM também tem em Joinville (SC) linhas industriais de onde saem motores e cabeçotes de alumínio.


Destinos do RJ são divulgados em feira nos Estados Unidos País é o segundo maior emissor de turistas para o Brasil




Os Estados Unidos são o segundo maior país emissor de turistas para o Brasil, com mais de 500 mil visitantes, em 2019, de acordo com o Ministério do Turismo. Com o objetivo de estreitar o relacionamento comercial entre os destinos, a Secretaria de Estado de Turismo do Rio de Janeiro participa da 17° edição do New York Times Travel Show. O evento, importante na Costa Leste dos EUA, reiniu expositores de mais de 170 países, de 24 a 26 de janeiro, no Jacob K. Javits Convention Center.
Dentro do estande da Embratur, os profissionais da Setur-RJ, além de  divulgar as 92 cidades maravilhosas, distribuem folhetaria em inglês aos visitantes da feira, tiram dúvidas e apresentam os atrativos dos município.
A New York Times Travel Show teve duração de 3 dias, o primeiro destinado ao trade, com seminários e palestras, apresentando as últimas novidades em produtos, serviço e destinos. Nos últimos dois dias, o evento é aberto ao público final, com apresentações culturais e gastronômicas. No ano passado o New York Times Travel Show recebeu cerca de 35 mil pessoas.


BMW Group atinge 180 pontos de recarga para veículos híbridos e elétricos no Brasil. Em 2019, o grupo vendeu mais de 300 veículos eletrificados no País, número que pretende dobrar.




O BMW Group Brasil segue firme na transformação da mobilidade premium e acaba de atingir 180 pontos de recarga para veículos híbridos e elétricos no País, confirmando sua liderança na instalação da infraestrutura para carregamento desses veículos no território nacional.

Esse número superou as estimativas da fabricante e revela o seu compromisso com a Strategy Number ONE>NEXT, a estratégia corporativa do BMW Group, em que a eletromobilidade é cada vez mais realidade em todos os mercados globais.

Os pontos de recarga do BMW Group estão instalados em locais estratégicos de todo o território nacional, como supermercados, shopping centers e postos de combustíveis, por meio de iniciativas próprias e parcerias com grandes empresas. 

Juntaram-se ao seleto grupo de parceiros de mobilidade da BMW do Brasil, que já conta com a rede Multiplan, Iguatemi, Postos Ipiranga, EDP e Fasano, os grupos Accor, St Marche, Cyrella, Santander, Shopping Barra Salvador e CERTI.

Além dos pontos de recarga urbanos, há o corredor elétrico Rio-São Paulo, inaugurado em junho de 2018 como o maior "corredor elétrico" da América Latina, com seis pontos de recarga entre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Desde então, a iniciativa pioneira do BMW Group Brasil e EDP possibilita uma viagem zero emissões entre as duas maiores cidades do Brasil.

O BMW Group Brasil oferece os equipamentos ideais tanto para a cidade quanto para a estrada. Os carregadores de estrada oferecem recarga em 50kW, capaz de carregar 80% da bateria de um BMW i3 em 30 minutos, tempo suficiente para um café e um lanche antes de seguir viagem. A BMW Wallbox, instalada nos parceiros urbanos, opera em até 21kW, a maior potência entre os carregadores urbanos das montadoras premium, e fornece ao BMW i3 1,14 km de autonomia por minuto de recarga. 

"Investimos de forma duradoura e consistente na infraestrutura da eletromobilidade no País, e os resultados deste ano superaram a expectativa inicial de 150 pontos de recarga elétrica. Estamos preparados para os novos desafios da indústria nos próximos anos, ampliando a rede de assistência técnica a veículos desse tipo em todo o território nacional", afirma Gleide Souza, Diretora de Assuntos Governamentais do BMW Group Brasil.

Pioneirismo na eletrificação do Brasil
Além da liderança na infraestrutura para carregamento desses veículos no Brasil, o BMW Group iniciou, em 2011, a eletrificação no País com as vendas dos modelos híbridos BMW Série 3 e Série 7 Active Hybrid. Em 2014, a fabricante foi pioneira ao oferecer um veículo totalmente elétrico no Brasil, o BMW i3, além do superesportivo híbrido BMW i8.

Em termos de tecnologia, o BMW Group apresentou na última edição do Salão de São Paulo, em 2018, o novo MINI Cooper S E Countryman ALL4, que oferece o propulsor PHEV, conhecido como híbrido plug-in, que se trata da tecnologia mais sofisticada hoje no mercado.

Os PHEVs são mais sofisticados – e, tecnologicamente bem mais complexos que BEVs (veículos totalmente elétricos) ouICEs (automóveis com motorização gasolina, diesel ou flex) – e são perfeitos para regiões ainda sem uma larga infraestrutura de recarga como é o caso do Brasil, uma vez que elimina riscos eventuais de ficar parado por fim de carga na bateria, pois permite o abastecimento com gasolina.

Liderança em veículos eletrificados
O BMW Group comercializou mais de 142 mil veículos eletrificados (bateria elétrica e plug-in híbrido) no mundo em 2018, um aumento de 38,4% ante o ano anterior, ratificando o seu papel de liderança no campo da eletromobilidade. Em 2019, a fabricante deve atingir a meta de meio milhão de veículos eletrificados vendidos.

Até 2021, a empresa terá cinco modelos totalmente elétricos: o BMW i3, o MINI Electric, o BMW iX3, o BMW i4 e o BMW iNEXT. Em 2025, esse número deve crescer para, pelo menos, doze modelos. Incluindo os híbridos plug-in, o portfólio de produtos eletrificados da empresa incluirá, pelo menos, 25 modelos.

No Brasil, o BMW Group vendeu até o ano passado mais de 30 unidades de veículos híbridos e elétricos. Em 2019, foram mais 300 veículos desse tipo, número que deve dobrar no ano que vem com novos modelos como BMW iX3 e BMW i8 Roadster. Atualmente, o BMW Group oferece um total de seis veículos híbridos e elétricos no País: BMW i3, BMW 745Le M Sport, MINI Cooper S E Countryman ALL4, BMW 530e M Sport, BMW i8 Roadster e BMW i8 Coupé.  

domingo, 26 de janeiro de 2020

Kartismo: AKSP abre campeonato com 83 pilotos na pista. Alberto Otazú (Graduados), Luciano Montanhez (Graduados), Edu Abrantes (Sênior) e Marcelo Costa (Light) são os primeiros vencedores




Superando a média do ano passado, o 2º Campeonato da Associação dos Kartistas de São Paulo (AKSP) começou com 83 pilotos no Kartódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). Na abertura da segunda temporada na última quinta-feira (23/1), Alberto Otazú (Graduados), Luciano Montanhez (Graduados), Edu Abrantes (Sênior) e Marcelo Costa (Light) saíram na frente vencendo a primeira das dez etapas da AKSP.


A programação teve início com a categoria do pilotos estreantes e novatos, com a pole position (56s862) de Marcelo Costa. Usando a sua experiência, aliado à um bom kart, ele estabeleceu a volta mais rápida da nona passagem (56s036), e foi abrindo vantagem para vencer a sua primeira corrida no campeonato. 

Luciano Montanhez venceu a outra prova da Graduados

Em segundo chegou José de Jesus Gonçalves, seguido de Igor Pacanari e Marcelo Soufia, que comemorou muito o seu primeiro troféu no kartismo. Logo depois de Carlos Vilas Boas, completando o pódio ficou Laila Almeida, que esteve na briga pela liderança nas primeiras voltas até receber um toque, cair para a 20ª posição e se recuperar para receber a bandeirada em sexto.

Campeão, Edu Abrantes continua dominando a Sênior da AKSP

A categoria Graduados, que reuniu 46 pilotos, foi dividida em duas baterias. As três primeiras etapas desta categoria servirão como seletiva para definir os vinte pilotos que irão para a classe Elite, enquanto os outros permanecerão na Graduados. E quem saiu na frente foram os pilotos Alberto Otazú e Luciano Montanhez, que venceram as suas respectivas categorias.


A primeira bateria da Graduados foi a mais disputada da etapa, com Igor Mei largando da pole position (56s057), mas ainda antes de completar a primeira volta Alberto Otazú – que partiu do terceiro posto - assumiu a ponta, seguido de Fábio Laranjo. Logo o trio teve a companhia de Rogério ‘Cebola’ – atual campeão da Light -, e Zeppe Corsi, com os cinco separados por menos de meio segundo na maioria das voltas. ‘Cebola’ chegou a liderar uma volta, mas acabou rodando sozinho. 

Nas últimas voltas Vitor Mercatelli e Gustavo Pincelli - que fez a melhor volta (55s831) - engordaram o pelotão, para os seis primeiros receberem a bandeirada praticamente juntos, separados por apenas sete décimos de segundo. Otazú usou a sua experiência para vencer com apenas 0s191 de folga sobre Pincelli, seguido de Mei, Laranjo, Corsi e Mercatelli.


A segunda bateria da Graduados também foi bem competitiva. Henrique Morbi largou da pole (56s378), liderou praticamente todas as passagens, com forte pressão de Fábio Cedro – melhor giro da etapa em 55s728 – e Hudson Oliveira, e no final teve a incômoda presença de Luciano Montanhez, que havia largado em sétimo. 

Na penúltima volta Montanhez arrebatou a ponta, Morbi tentou dar o troco na penúltima curva, mas Luciano venceu com a pequena vantagem de 0s148 sobre Luciano. Em terceiro ficou Cedro, seguido de Oliveira, Guilherme Silva e Biel Gregório, completando o pódio.

A Sênior teve o domínio do atual campeão Edu Abrantes. Ele largou da pole position (55s886), estabeleceu a volta mais rápida (55s824), e venceu com a larga vantagem de 19s663 sobre Valdo ‘Nenê’. Gerson Roschel, que migrou da Light para a Sênior – completou 50 anos de idade -, largou em segundo, fez uma excelente prova, mas na última volta fez uma manobra desastrada e bateu com o santista Wagner Ruivo na disputa pela segunda posição, e ficou em último. Em terceiro terminou Luiz Gouvêa, seguido de João Ulisses, Guto Oliveira, e Ruivo. 

A segunda etapa do campeonato da Associação dos Kartistas de São Paulo será no dia 20 de fevereiro, novamente no Kartódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). A primeira etapa da AKSP teve o apoio da Luvas Pailler Racing, Hamburgueria Benedetto e Cerveja Paulistânia.


Resultado da 1ª etapa da Light da AKSP: 1) Marcelo Costa, 18 voltas em 18min00s980; 2) José de Jesus Gonçalves, a 13s546; 3) Igor Pacanari, a 18s695; 4) Marcelo Soufia, a 31s715; 5) Carlos Vilas Boas, a 32s289; 6) Laila Almeida, a 36s956; 7) Gabriel Medina, a 47s922; 8) Seong Lee, a 53s662; 9) Andrea Senigalia, a 53s962; 10) Danilo Zardi, a 1 volta.


Resultado da 1ª etapa da Graduados 1 da AKSP: 1) Alberto Otazú, 18 voltas em 17min56s643; 2) Gustavo Pincelli, a 0s191; 3) Igor Mei, a 0s454; 4) Fábio Laranjo, a 0s641; 5) Zeppe Corsi, a 0s731; 6) Vitor Mercatelli, a 1s302; 7) Ian Fragalli, a 8s360; 8) Marco Gelsi, a 9s808; 9) Antonio Oliveira, a 14s920; 10) Giuliano Sciulli, a 15s974.


Resultado da 1ª etapa da Graduados 2 da AKSP: 1) Luciano Montanhez, 19 voltas em 17min56s197; 2) Henrique Morbi, a 0s148; 3) Fábio Cedro, a 0s449; 4) Hudson Oliveira, a 1s557; 5) Guilherme Silva, a 9s937; 6) Biel Gregório, a 10s099; 7) Nelson Reple, a 10s782; 8) Edu Abrantes, a 12s517; 9) Rodrigo Caldeira, a 12s570; 10) Beto Dicker, a 13s851.


Resultado da 1ª etapa da Sênior da AKSP: 1) Edu Abrantes, 18 voltas em 17min54s565; 2) Valdo ‘Nenê’ Gregório, a 19s663; 3) Luiz Gouvea, a 20s236; 4) João Ulisses, a 21s973; 5) Guto Oliveira, a 23s489; 6) Wagner Ruivo, a 26s152; 7) Miguel Sacramento, a 29s143; 8) Marco Verga, a 31s398; 9) Unnion Lee, a 33s736; 10) Yastaro Paulino, a 34s139.


(Fotos: Emerson Santos/OnePhotographyMedi

Motor biturbo de 380 cv, chassi rebaixado garantem ao Porsche GTS chegar de 0 a 100 km/h em 4,7s. O preço no Brasil ainda não foi definido.




Stuttgart. A Porsche completou a série Macan com um modelo esportivo diferenciado. O GTS (Gran Turismo Sport) está equipado com um poderoso motor V6 biturbo de 2,9 litros que gera 280 kW (380 cv) - um aumento de 15 kW (20 cv) em relação ao modelo anterior - acoplado a uma transmissão PDK de dupla embreagem readaptada e o pacote opcional Sport Chrono, o Macan GTS acelera de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos, três décimos de segundo mais rápido que a versão anterior e chega a uma velocidade máxima de 261 km/h. O ronco do motor V6 se torna uma sinfonia com o tratamento acústico dado ao sistema de escapamento de série do GTS

A utilização do Central Turbo Layout, com os dois turbocompressores posicionados no V interno do motor, permite reações especialmente diretas. O torque máximo é de 520 Nm (mais 20 Nm) e está disponível numa larga faixa de rotações, entre 1.750 e 5.000 rpm. O Macan apesar de mais esportivo consome 9,6 litros de combustível em 100 km, ou seja 10,4 km/l, segundo a especificação NEDC.1.

Entre outras coisas, o GTS conta com sistema de controle de amortecimento Porsche Active Suspension Management (PASM) especialmente regulado. O chassi foi rebaixado em 15 milímetros para possibilitar maior dinamismo lateral. 




Porém, a suspensão a ar adaptativa com o chassi rebaixado em mais 10 milímetros é oferecida como opcional. Com rodas de série de 20 polegadas RS Spyder Design e os freios de ferro fundido generosamente dimensionados (360 x 36 milímetros na frente e 330 x 22 milímetros nas rodas traseiras), o Macan GTS impressiona pela agilidade e desempenho garantindo respostas dignas de um verdadeiro carro esporte. 

Como opção, a Porsche oferece um processo de desaceleração mais eficiente através do sistema de freios Porsche Surface Coated Brake (PSCB - Freios com Superfície Revestida) com revestimento em carboneto de tungstênio, ou o Porsche Ceramic Composite Brake (PCCB - Freios de Composto de Cerâmica).

Detalhes em preto
O Macan GTS deixa visualmente claro seu excepcional status esportivo. O pacote Sport Design de série, com novo acabamento na frente e na traseira e marcantes saias laterais garantem ao carro uma aparência bem característica. 


O para-choque e toda a seção dianteira são marcados por elementos pintados de preto - um item que diferencia todos os modelos Porsche GTS. Os faróis em LED com o Porsche Dynamic Light System (PDLS - Sistema Dinâmico de Iluminação) e as lanternas traseiras tridimensionais com a faixa luminosa em LEDs são escurecidos. Quem desejar poderá comprar os faróis em LED em preto juntamente com o PDLS Plus. A cor preta realça realce traseira: o difusor e as ponteiras do escapamento do sistema de escapamento esportivo de série são pintadas nesse tom.



Bancos esportivos
Materiais de alta qualidade, como Alcantara nos painéis centrais dos bancos, apoios de braços do console central e painéis das portas, assim como alumínio escovado, possibilitam ver e sentir as características esportivas e elegantes do Macan GTS em seu interior. 


O volante esportivo multifuncional com o aro em couro suave e aletas para troca de marchas é equipamento de série, assim como os bancos esportivos, exclusivos do GTS, com ajustes em oito posições e bordas laterais acentuadas, para um apoio estável em curvas rápidas. 

O estofamento do GTS em couro Vermelho Carmim ou Crayon, com toques adicionais de Alcantara e detalhes coloridos, o sistema sonoro BOSE Surround Sound e a nova prateleira para smartfones com função de carga indutiva estão entre as muitas opções de personalização. 

O controle de velocidade de cruzeiro (piloto automático) adaptativo incluindo Traffic Jam Assist (assistente de engarrafamento, Park Assist (assistente de estacionamento) com câmera de ré e Surround View (vista do espaço circundante), para-brisa aquecido e um ionizador são opções que também aumentam a segurança de conforto.

O Macan GTS à venda na Europa custa na Alemanha a partir de 77.880 euros - incluindo VAT (imposto sobre valor agregado) e equipamento específico para o país. No Brasil, o carro chega este ano, mas ainda não há preços definidos.




Porsche
A Porsche Brasil, com sede em São Paulo, é a primeira subsidiária Porsche na América Latina, tendo a sua operação iniciada em julho de 2015. A rede Porsche no Brasil  está ainda nas cidades do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Campinas, Florianópolis, Brasília, Ribeirão Preto e Belo Horizonte.

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