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sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Citroën realiza Black Week com condições especiais para todas as versões do C4 Cactus

 


• Ação é válida para todas as versões do SUV até o dia 23 novembro;

• Preços especiais, ofertas imperdíveis de financiamento e veículos a pronta entrega;
• Destaque para a versão Live AUT por R$94.990 e para a Série Especial X-SERIES por R$99.990.

A Citroën oferece bônus e condições especiais para todas as versões do seu utilitário esportivo C4 Cactus, durante toda essa semana na “Black Week Citroën”. Realizada até o dia 23 de novembro, a ação contempla descontos imperdíveis, ofertas especiais de financiamento e veículos disponíveis a pronta entrega. 

Durante a “Black Week Citroën” o consumidor pode adquirir um C4 Cactus zero km a partir de R$ 94.990 na versão Live AUT. A série especial do SUV multipremiado também participa da ação, o exclusivo X-SERIES é comercializado de a partir de R$ 99.990. 

O Citroën C4 Cactus possui completo pacote funcional com a central multimídia Citroën Connect Radio, tela touch de 7” e conectividade Apple Car Play e Android Auto. Além do volante com regulagem de altura e profundidade, o SUV traz itens de série, como câmera de ré, ar-condicionado digital conectados à central multimídia, piloto automático com regulador e limitador de velocidade, sensor de pressão dos pneus, assinatura luminosa em LED e muito mais. 

Além das ofertas para todas as versões do C4 Cactus, os clientes também podem conferir outras condições especiais e realizar um test-drive ao visitar uma das concessionárias da Marca em todo país. Para encontrar a loja mais próxima e checar mais detalhes da ação basta acessar: https://www.citroenbr.com.br/cactus/ .

CITROËN C4 CACTUS X-SERIES  

• Carro com a inédita cor Cinza Artense e teto dual tone em preto;

• Monograma X-SERIES nas portas dianteiras, porta-malas e bancos;

• Faróis de neblina, Airbumps e frisos nos bancos em bronze; 

• Tapetes de tecido exclusivos;

• Rodas liga leve de 16 ” pintadas em preto;

• Volante revestido em couro. 

Outros destaques do modelo: 

• Central multimídia de 7” com Android Auto e Apple Carplay;

• Piloto Automático;

• Assistente de partida em rampa (Hill Assist);

• Cluster 100% digital;

• Luzes Diurnas em LED;

• Lanterna traseira em LED com efeito 3D;

• Câmera de ré;

• Vidros elétricos One Touch;

• Barras longitudinais integradas ao teto;

• Função Eco e Sport.

*Preço válido para compras via e-commerce declarados até às 18h do dia 23/11/2021.

Jeep® lança segunda temporada da Academia Jeep, com aulas sobre conectividade da plataforma Adventure Intelligence





A Jeep® sempre conectou pessoas com a natureza e com a aventura através dos seus carros. Com a plataforma de serviços Adventure Intelligence by Jeep Connect, essa experiência ganhou um novo tipo de conexão: com a tecnologia. E para deixar esta aventura ainda mais completa, a marca lança hoje (17) o teaser da segunda temporada de Academia Jeep com dicas e informações sobre a plataforma. O primeiro episódio já está disponível. O projeto foi criado e desenvolvido pela agência Fbiz.

A nova temporada conta com duas aulas bem interativas, de cinco minutos cada uma, em que Ricardo Dilser, assessor técnico da Stellantis, apresenta as funcionalidades da Adventure Intelligence (AI) no Compass e no Renegade. Os modelos são fabricados no Brasil e líderes de venda entre os SUVs.

“Adventure Intelligence é um conjunto de tecnologias que através da conectividade aumenta a praticidade, conforto e segurança do cliente Jeep. Confira a nova temporada da Academia Jeep, que traz uma dose extra de tecnologia, aprendizado e dicas para os amantes de aventura. Tudo isso de uma forma didática e prática”, destaca Malu Antonio, gerente de marketing e comunicação da Stellantis para a América do Sul.

O primeiro episódio já está disponível nos canais digitais da marca e aborda todo a conveniência, assistência e entretenimento que a Adventure Intelligence proporciona, tanto dentro quanto fora do carro. Isso porque a plataforma permite que o usuário interaja com o seu veículo mesmo estando longe dele. Basta estar conectado com o app, smartwatch ou pela assistente virtual Alexa (Amazon). Link:https://youtu.be/CCi0-Kn4lig

Na aula, Dilser mostra alguns comandos remotos que podem ser realizados com a AI, como abrir as portas, dar partida no veículo e ligar o ar-condicionado. Além disso, com a plataforma é possível obter informações sobre a saúde do carro pelos dispositivos conectados, ter wi-fi embarcado para até oito aparelhos, mapa inteligente e outras funcionalidades.

“Foi sensacional participar da Academia Jeep porque pude mostrar alguns dos vários features inovadores da plataforma. Eu até diria que ter a Adventure Intelligence no seu Jeep é estar preparado para o futuro, mas é tanta tecnologia que, na verdade, parece que você já está lá, vivendo no futuro” afirma o assessor técnico da Stellantis para a América Latina.

Acompanhe os canais da Jeep:

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Fiat lança projeto de responsabilidade social com a rede de concessionários e promove campanha de doação de alimentos

 


Presente no Brasil há 45 anos, a Fiat traz mais uma importante novidade para os brasileiros, só que desta vez não se trata de um novo produto, e sim de uma ação de relevância social. A marca mezzo brasileira e meio italiana lança o projeto Paixão Alimenta, que, em conjunto com a sua rede de concessionárias, desenvolve ações e parcerias em prol da sociedade.

Trata-se de uma iniciativa inédita de ação social para a marca: com o apoio de sua rede de concessionários, o projeto Paixão Alimenta vai incentivar a doação de alimentos para entidades sociais. Parte dos produtos arrecadados será direcionada a instituições cadastradas no programa Mesa Brasil Sesc, rede nacional de banco de alimentos mantida pelo Sesc que atua contra a fome e o desperdício, com objetivo de contribuir para a promoção da cidadania e melhoria da qualidade de vida de pessoas em situação de vulnerabilidade. As pessoas que desejarem participar do projeto fazendo as doações deverão encaminhar os mantimentos para as concessionárias participantes, que também destinarão a outra parte dos mantimentos coletados para instituições com as quais elas já trabalham.

A iniciativa vai até 17 de dezembro, e teve a adesão de mais de 95% da rede de concessionárias Fiat presente em todo o país. No site www.fiat.com.br/comunita é possível encontrar os endereços das lojas cadastradas e demais detalhes da ação.  

Além disso, a Fiat vai realizar campanhas de incentivo para os funcionários e clientes. A marca também fará sua parte ao doar mais de quatro toneladas de alimentos. Todas as doações serão encaminhadas para instituições de caridade.

“A Fiat carrega em seu DNA a relevância social. Desde o início, a marca age em prol de uma mobilidade mais inclusiva, contribuindo para reduzir problemas sociais. Portanto, fazer a diferença é algo que sempre nos acompanhou. O Paixão Alimenta vai ao encontro a esse propósito”, destaca Herlander Zola, diretor do Brand Fiat para América do Sul e Operações Comerciais Brasil.

O apoio da rede de concessionárias foi fundamental para a realização da iniciativa, a exemplo da parceria com o Instituto Jogue Limpo. Em menos de um ano, mais de 50 toneladas de embalagens plásticas de óleo lubrificante já foram coletadas e recicladas.

No histórico relevante de ações que impactam a vida das pessoas em nossa sociedade, a Fiat atuou em 2020 no combate à Covid-19 cedendo a sede do Fiat Clube para a instalação de um hospital de campanha com 120 leitos. No Polo Automotivo de Betim (MG) houve também uma grande mobilização para o reparo de respiradores que necessitavam de manutenção e a fabricação de máscaras cirúrgicas para uso próprio e doações.

Honda apresenta o New City Hatch e Sedã e inaugura uma nova fase da marca no Brasil: mais rápido, mais econômico e mais amplo. Pré-venda: 23/11



Assista os vídeos

• Em uma renovação sem precedentes do modelo, o New City está maior, mais espaçoso, com nova motorização e será o primeiro modelo produzido no Brasil a embarcar o Honda SENSING
• Além do consagrado modelo sedã, a Honda está estreando no importante segmento de hatches, com a chegada do New City Hatchback.
• O amplo espaço interno, a eficiência de consumo e desempenho, a vasta lista de equipamentos e o pacote de segurança incomparável colocam a dupla como nova referência em seus segmentos.


A Honda Automóveis do Brasil apresenta o tão aguardado New City. A quinta geração representa uma renovação completa do modelo. Mais do que apresentar o novo sedã, a Honda faz sua estreia no segmento de hatches com o lançamento do New City Hatchback. Está nascendo a família City no Brasil.

O New City e o New City Hatchback chegam elevando os padrões de seus respectivos segmentos sob vários aspectos: dimensões (percepção de porte), espaço (para pessoas e bagagem), qualidade (de materiais e montagem), eficiência de consumo e desempenho (nova motorização), segurança (itens só vistos em segmentos superiores) e lista de equipamentos.

Equipados com um motor completamente novo e uma versão otimizada do já consagrado câmbio CVT, os modelos são a tradução perfeita da eficiência, com um desempenho empolgante, dinâmica refinada e baixo nível de consumo de combustível.

Além disso, eles serão os primeiros modelos da marca produzidos no Brasil a embarcarem o Honda SENSING, completo pacote de equipamentos de segurança e assistência à condução.




Design refinado e espaço inigualável
A presença marcante do New City se dá pela carroceria longa, larga e baixa, tanto no sedã como no hatchback. O design é valorizado pelos vincos definidos e pelos faróis e lanternas, nos quais o uso de LED e o layout de aspecto high-tech resultam em uma perfeita integração à carroceria.

Em ambos os modelos, na versão Touring, os faróis são full LED, com luzes indicadoras de direção, fachos baixo e alto, DRL e faróis de neblina em LED. As demais versões contam com DRL de LED e bloco óptico principal com projetor. As lanternas são as mesmas em todas as versões, com LED nas luzes de posição e de freio.

As rodas são de liga leve, com aro de 16 polegadas, em todas as versões. Elas mesclam acabamento frontal diamantado e pintura na cor preta.

Os retrovisores externos ilustram bem a preocupação da Honda com os detalhes. Eles, que antes eram fixados próximos à base da coluna A, agora estão mais recuados e fixados na porta, o que resulta em grande melhora no campo de visão.

Não importa a carroceria, o porte é um dos grandes destaques dessa nova família que acaba de nascer. Na comparação com o atual City, o New City sedã é 53 milímetros mais largo e 94 mm mais comprido. Para valorizar ainda mais o conceito low & wide (baixo e largo), ele tem altura total 8 milímetros menor. 

Com seus 4.549 milímetros, o New City sedã é o maior do segmento em comprimento. Com o New City Hatchback, não é diferente: ele apresenta a maior relação entre comprimento e largura dentre todos os hatchbacks compactos premium.

O New City e o New City Hatchback também são as novas referências de espaço a bordo. Até mesmo pessoas de elevada estatura viajam confortavelmente no banco traseiro, ainda que, na dianteira, também estejam dois adultos altos. Os bancos dianteiros têm encosto mais fino e correm em trilhos mais espaçados entre si: tudo para ampliar a oferta de espaço na região dos joelhos e dos pés de quem viaja atrás.

Quando o assunto é bagagem, a família New City também se destaca. No sedã, o porta-malas com volume de 519 litros coloca o New City muito acima da média do segmento, superando até alguns representantes dos sedãs médios.

Já o New City Hatchback apresenta uma versatilidade e um espaço interno inigualáveis. Ele traz o consagrado Magic Seat, exclusivo sistema de modularidade interna da Honda, com quatro modos de utilização (Utility, Long, Tall e Refresh), que permite acomodar objetos de diferentes dimensões. No modo Utility, por exemplo, o espaço chega a 1.168 litros de volume, superando os 1.045 litros disponíveis no Fit na mesma condição, que já era considerado um ícone de volumetria de cabine.



Refinamento, conforto e alto nível de equipamentos
O interior do New City também merece destaque pela elevada sofisticação dos materiais e alta qualidade de acabamento e montagem. Todos os pontos de contato com motorista e passageiros têm superfície extremamente agradável ao toque. Em todas as versões, os modelos são equipados com um painel amplo, com caráter esportivo e de fácil visualização das informações.

O conforto e a ergonomia foram priorizados no New City. Os modelos possuem um novo Sistema de Estabilização Corporal. Uma nova tecnologia antifadiga foi adotada nos bancos para melhorar o suporte do corpo, evitando o esforço constante para a retomada do posicionamento ideal, que é justamente o que traz a sensação de cansaço.

O New City também é referência quando o assunto é lista de equipamentos de comodidade e conforto. No New City sedã, todas as versões (EX, EXL e Touring) trazem botão de partida do motor, sistema de destravamento por proximidade da chave (Smart Entry), ar-condicionado digital, nova central multimídia touchscreen de 8 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem-fio e câmera de ré multivisão.

A partir da versão EXL, estão disponíveis também sensores de estacionamento traseiros, bancos revestidos em couro, painel digital TFT de 7 polegadas multiconfigurável, ar-condicionado digital e automático e função de travamento das portas por aproximação da chave. A versão Touring conta ainda com sensores de estacionamento dianteiros e espelho retrovisor fotocrômico.

No New City Hatchback, todas as versões (EXL e Touring) trazem Magic Seat, botão de partida do motor, sistema de travamento e destravamento por aproximação da chave (Smart Entry), ar-condicionado digital e automático, central multimídia touchscreen de 8 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem-fio, câmera de ré multivisão, sensores de estacionamento traseiros, bancos revestidos em couro e painel digital TFT de 7 polegadas multiconfigurável. A versão Touring traz ainda sensores de estacionamento dianteiros.



Novo motor: alto desempenho, baixo consumo
O New City vem equipado com um motor inédito. Todo em alumínio, o quatro-cilindros aspirado é 1.5 litro 16V DI DOHC i-VTEC, ou seja, com injeção direta de combustível e dois comandos de válvulas no cabeçote - um para as oito válvulas de escape e outro para as oito de admissão. Este de admissão reúne soluções de alta tecnologia da Honda.

O sistema i-VTEC, por exemplo, tem um came (ressalto) especial para priorizar a potência em rotações mais elevadas do motor. O formato destes quatro cames - cada um responsável por um cilindro - resulta na variação da amplitude e duração da abertura das válvulas de admissão. Na prática, é como se fosse um comando dois-em-um: um com cames otimizados para consumo e outro para desempenho. 

A variação entre os cames que vão atuar efetivamente nas válvulas de admissão ocorre por meio de um sistema hidráulico, gerenciado eletronicamente e que considera não apenas a rotação do motor, mas diversos outros parâmetros, como carga sobre o acelerador e até a inclinação do carro.

O mesmo eixo comando de válvulas de admissão tem agora o VTC (Variable Timing Control). O novo componente controla a sincronização, podendo variar (avançando ou retardando) a sincronização do comando de admissão. Juntos, VTC e i-VTEC permitem ao motor trabalhar de maneira otimizada em toda a sua faixa útil. Na prática, o que o motorista tem em mãos é um carro com consumo de combustível extremamente baixo quando com o motor operado em baixas rotações e com performance empolgante em regimes mais elevados.

O sistema de injeção direta de combustível nas câmaras e combustão amplia ainda mais a superioridade técnica do 1.5 DI DOHC i-VTEC e sua aplicação no New City é uma exclusividade do Brasil - nos demais mercados a injeção de gasolina é feita nos dutos do coletor de admissão. 

A adoção do sistema de injeção direta permite maior taxa de compressão e maior otimização da queima da mistura ar/combustível. Isso resulta em muito mais eficiência e potência. A potência máxima é de 126 cavalos a 6.200 rpm, tanto com etanol como com gasolina - com este último combustível, aliás, o New City tem a maior potência do segmento, superando, inclusive, os modelos equipados com motor turbo.

Quando o assunto é consumo de combustível, o New City merece destaque especial. De acordo com o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), o New City sedã tem consumo na cidade de 9,2/13,1 km/l (etanol/gasolina) e, na estrada, de 10,5/15,2 km/l - respectivamente, o New City Hatchback registrou 9,1/13,3 e 10,5/14,8 km/l. Com tais números, ambos obtiveram classificação A no PBE, dentro de suas categorias.

O câmbio CVT, de relação continuamente variável, recebeu mudanças. Já consagrado pela confiabilidade, robustez e eficiência, o CVT segue com simulação de sete marchas por meio de paddle shifts no volante. São duas novidades: o Step-shift e o EDDB (Early Down-shift During Braking). O primeiro atua sob condução esportiva. 

Com o acelerador pisado a fundo (kick-down), a central de gerenciamento eletrônico do CVT coordena as trocas nos pontos fixos das marchas, acentuando exatamente a sensação da mudança e, consequentemente, de esportividade. Já o EDDB se apresenta em situações de descida. Ao notar que o motorista está pisando no freio para conter o ganho de velocidade por conta da inclinação, o CVT assume uma relação que resulta em maior aplicação de freio-motor. A ação do EDDB é automática e amplia a segurança sem afetar o consumo.

Com um powertrain tão repleto de tecnologias, a dinâmica é primorosa. O ganho de velocidade ocorre de maneira linear (sem trancos), mas vigorosa, o que amplia o prazer ao dirigir. Essa sensação de bem-estar ao volante tem muito a ver com a qualidade de entrega da suspensão. Um intenso trabalho de redução de atrito foi aplicado sobretudo nos elementos elásticos e junções para deixar a conexão entre New City e o motorista mais rápida e direta. 

O refinamento da suspensão passa inclusive por pontos onde os olhos não alcançam, mas cujo resultado é explícito. Os novos amortecedores têm stop hidráulico, um sistema composto por uma câmara de desaceleração da haste do amortecedor, que evita o som de pancada seca, quando o carro passa por um buraco, por exemplo.

A plataforma do New City foi projetada de modo a conferir ao carro maior leveza estrutural e alto nível de rigidez, o que também melhora as respostas dinâmicas. Contando com maior aplicação de aço de alta resistência, no sedã, ela é cerca de 4,3 kg mais leve do que a geração anterior e tem maior rigidez torcional, atingindo até 20,4% na parte frontal. Já o hatchback tem o índice de rigidez frontal 6% maior do que no sedã.

Além da dinâmica superior dos modelos, o silêncio na cabine também chama a atenção. Esta é a primeira geração do City a receber aplicação de espuma expansiva de poliuretano nas extremidades inferiores das colunas A e B. Outra medida antirruído e vibração é a aplicação de material fono absorvente com espessura variável na parte inferior do compartimento do motor.



Segurança para todos
Segurança é um dos pilares da Honda. E essa preocupação é evidente no New City. Ele será o primeiro modelo da marca fabricado no Brasil a contar com o Honda SENSING, pacote de tecnologias de segurança e assistência ao motorista da marca. 


Baseado nas imagens captadas por uma câmera de visão ampla e de longa distância, instalada no parte central e superior do para-brisa, o Honda SENSING no New City terá cinco funções:

ACC - Controle de cruzeiro adaptativo - Auxilia o motorista a manter uma distância segura em relação ao veículo detectado à sua frente;

CMBS - Sistema de frenagem para mitigação de colisão - Aciona o freio ao detectar uma possível colisão frontal, com o objetivo de mitigar acidentes. Ele é capaz de detectar e identificar pedestres e veículos que estejam no mesmo sentido ou no oposto;

LKAS - Sistema de assistência de permanência em faixa - Detecta as faixas de rodagem e ajusta a direção com o objetivo de auxiliar o motorista a manter o veículo centralizado nas linhas de marcação;

RDM - Sistema para mitigação de evasão de pista - Detecta a saída da pista e ajusta a direção com o objetivo de evitar acidentes;

AHB - Ajuste automático de farol - Comutação noturna automática dos fachos baixo e alto dos faróis de acordo com a situação.

Além do Honda SENSING (disponível na versão Touring), o New City traz ainda diversos outros dispositivos de segurança em todas as versões, dentre os quais se destacam: assistente de estabilidade e tração (VSA), assistente de partida em rampa (HSA), sistema de luzes de emergência (ESS), seis airbags (frontais, laterais e do tipo cortina), estrutura de deformação progressiva ACE, sistema Isofix para fixação de assentos infantis, alerta de baixa pressão dos pneus, câmera de ré multivisão, entre outros. 

O LaneWatch, assistente para redução de ponto cego, por meio de uma câmera localizada no espelho retrovisor do lado do passageiro, está disponível nas versões EXL e Touring do sedã e na versão Touring do hatchback. Ou seja, quando o tema é segurança, tanto o New City sedã quanto o New City Hatchback são a nova referência em seus respectivos segmentos de sedãs compactos premium e hatchbacks compactos premium.



Versões e cores
O New City sedã será oferecido em três versões (EX, EXL e Touring) e o New City Hatchback em duas versões (EXL e Touring).

A paleta de cores é variada em ambos os modelos. O New City sedã terá seis opções: Branco Tafetá (pintura sólida); Azul Cósmico, Prata Platinum e Cinza Barium (metálicas); e Branco Topázio e Preto Cristal (perolizadas). Exclusivamente na versão Touring, nas cores Branco Topázio, Cinza Barium e Azul Cósmico, o interior será de couro claro. Para as demais cores, o couro será preto.

O New City Hatchback chega com uma paleta ainda maior, com oito cores. Em relação ao sedã difere apenas pela oferta de mais duas cores perolizadas: Vermelho Mercúrio e a inédita Cinza Grafeno, que será aplicada pela primeira vez no Brasil. Para todas as cores, o interior será preto.

As vendas do New City sedã iniciarão em janeiro, mas a pré-venda começará em 23 de novembro, às 17h30, durante o lançamento virtual do modelo para o público, que será realizado pelo canal da Honda Automóveis no Youtube (clique aqui)


Os preços são os seguintes:
- EX: R$ 108.300,00 
- EXL: R$ 114.700,00
- Touring: R$ 123.100,00

(*Preço público sugerido para todo o território nacional, exceto Estado de São Paulo e cidade de Manaus)

As vendas do New City Hatchback começarão em março. Os preços serão divulgados apenas em janeiro, quando se iniciará a etapa de pré-venda do modelo.

A garantia do New City é de 3 anos, sem limite de quilometragem.

COLUNA FERNANDO CALMON



Coluna Fernando Calmon 


Nº 1.176 — 19/11/21

 


O QUE ESPERAR DAS TRÊS

MARCAS FRANCESAS AQUI

 


O principal executivo do Grupo Renault, Luca de Meo, esteve no Brasil semana passada para confirmar as mudanças de rumo que a marca francesa vem executando em todos os mercados. E aqui nada será diferente. Ainda na administração do seu antecessor Carlos Ghosn a meta era de conquistar 10% do mercado brasileiro, o que a fabricante conseguiu por breve período. No entanto, de Meo deixou claro que as prioridades mudaram. A rentabilidade terá prioridade e alguns pontos percentuais serão perdidos. Ele mesmo espera 5% ou 6% de participação nos próximos anos, quando o fornecimento de semicondutores estiver normalizado.

O executivo italiano, que residiu no Brasil quando criança, não anunciou o quanto pretende investir na filial brasileira a partir de 2023, quando o plano atual de R$ 1,1 bilhão (2021-22) for completado. Mas admitiu que vai focar em produtos de maior valor agregado. A Renault desenvolve sua plataforma Global Access com novos modelos na faixa dos compactos (a partir de 3,8 m de comprimento) e médio-compactos (até 4,5 m de comprimento). Mesmo sem apontar nenhum segmento em particular, existe a possibilidade de o SUV Bigster de sete lugares, lançado pela Dacia, ser produzido no Brasil a partir de 2024.

De Meo também admitiu a importação para o Brasil de um elétrico mais barato, que se chamaria Kwid E-Tech (na Europa, Dacia Spring). Porém, sem descartar importar ou mesmo produzir localmente um híbrido com motor flex. Existem planos, segundo minhas fontes, para a fabricação na unidade de São José dos Pinhais (PR) do motor de 1 litro turbo flex, embora ele não tenha abordado esse ponto.

O que se considera definido é a evolução tecnológica do hatch Sandero e do sedã Logan, seguindo a mesma estratégia da Europa. Certamente terá impacto no preço ao público. Quanto a uma colaboração mais estreita com a Nissan, sua sócia na aliança que inclui a Mitsubishi, sua resposta foi fria, sem entusiasmo. “É uma pergunta a ser feita aos nossos parceiros.”

Um dia após a entrevista de Luca de Meo, a Citroën tinha uma resposta engatilhada ao anunciar seu plano 4 All (foneticamente, em inglês, Para Todos), no período 2022-24. O número 4 também se refere a inéditos 4% que pretende conquistar de participação no mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves (já teve, no passado, algo em torno de 2,5%). Segunda Vanessa Castanho, executiva responsável pela marca, o novo C3 será lançado em 2022, seguido por um sedã, em 2023. Provavelmente, haverá um SUV médio-compacto sucessor do C4 Cactus em 2024.

O SUV C3, que a Citroën identifica como “hatch”, estreia logo no primeiro trimestre. Há expectativa de que ofereça também o novo motor 1-litro turbo flex (130 cv com etanol) lançado no Pulse.

A Peugeot igualmente pretende crescer, no entanto sem traçar metas. A marca esteve próxima dos 3% do mercado em sua melhor fase.

As francesas somadas (não simultaneamente) já rondaram os 15% de participação no Brasil. Voltar a esse patamar parece, agora, mais difícil em um futuro previsível. Dependerá também da estratégia da Stellantis com tantas marcas a administrar.

 

ALTA RODA

 

LEMBRA do filme “Difícil de Matar”, de 1990, com Steven Seagal? O compacto Gol, lançado 10 anos antes do filme, ensaia um enredo semelhante. Marcado para sair de produção no final de 2022, uma fonte da coluna adianta que as encomendas de peças para a linha de montagem em Taubaté (SP) se estendem a 2023. Só não se sabe por quantos meses...

CONFERÊNCIA do clima em Glasgow, Escócia (COP 26) terminou com compromissos bastante modestos (até 2040), em relação ao fim da produção de veículos com motor a combustão. Entre as marcas mais conhecidas engajaram-se Ford, GM, Jaguar (sem Land Rover), Mercedes-Benz, Volvo, além da chinesa BYD e outras desconhecidas. Somadas representam, hoje, menos de 15% da produção mundial de veículos.

GUIAR a maior parte do tempo utilizando apenas o pedal do acelerador é uma experiência muito interessante no elétrico Volvo XC40 Recharge. Eliminado o botão de energização: basta abrir a porta do motorista, ótima solução. Falta o alerta sonoro externo de aproximação para evitar acidentes com pedestres e ciclistas. Desempenho vigoroso: 408 cv/67,3 kgf.m com tração 4x4. Alcance de até 400 km, se não abusar do acelerador.

PESQUISA Brand Health Tracker 2021 destaca o preço como principal fator de decisão de compra de um veículo no Brasil. Os outros critérios seguem a seguinte ordem de importância: segurança, consumo de combustível, conforto, manutenção, marca, tecnologia, espaço interno/porta-malas e custo de seguro. Marca, em sexto lugar e tecnologia, em sétimo surpreendem.

SEMINÁRIO on line de Inovação em Powertrain, da AEA, focou no uso do hidrogênio (H2) verde em veículos. Obstáculo maior continua sendo o preço por exigir grande quantidade de energia elétrica e de fonte renovável para produzi-lo. Pilhas a hidrogênio fornecem, por meio de reformador (estes vêm caindo de preço), a eletricidade a bordo, dispensando pesadas e caras baterias.

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www.fernandocalmon.com.br



 

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Uma viagem à maior ilha fluviomarítima do mundo, Marajó, mostra a diversidade de um Brasil místico e plural

 


 Texto e fotos: Arnaldo Moreira 

Uma passagem de alguns dias no Pará me levou a 1975 quando estive no estado pela primeira vez, agora com direito a conhecer a Ilha do Marajó - numa visita de pós-Encontro Nacional dos Jornalistas e Comunicadores de Turismo - Febtur -, que na verdade é um arquipélago com 2.500 ilhas, o maior sistema fluvial-marítimo do planeta, e passar alguns dias em Soure, uma cidade de 25 mil habitantes, a 80 km de Belém, fundada em 1847.  

Para chegar à Ilha de Marajó a travessia do rio é feita em balsas que saem de Belém

Nos arredores de Soure visitei a fazenda do engenheiro agrônomo Carlos Augusto Gouveia, 64, conhecido como Tonga, isso mesmo, Tonga, pelo nome que deu à sua Fazenda: Mironga. 


Ali, Tonga cria búfalos, que representam a principal atividade econômica da ilha, totalizando um rebanho de mais de 600 mil cabeças, e desenvolve um interessante projeto de laticínios derivados de leite de búfala, como o delicioso queijo Mironga, comercializado pela filha Gabriela Gouveia, e o queijo do Marajó, entre outros.

Tonga e seu búfalo que faz a alegria dos turistas

Tonga que foi prefeito de Soure quatro vezes vem lutando para criar no Marajó a Universidade do Búfalo. Hoje, o cargo é ocupado pelo filho Guto, pelo segundo mandato.

Turistas se divertem passeando de búfalo nas praias

Mas é o empreendedorismo feminino que representa a força do desenvolvimento do turismo na região, melhorando o emprego e a renda na região. Com isso, as demandas do turismo na ilha do Marajó cresceram 80%, bem acima da média nacional. Ao mesmo tempo, o grupo capacita jovens da região para atender os turistas. Andreia foi monitora de 22 jovens, com o apoio do Criança Esperança. Com esse trabalho, o agendamento de passeios na região cresceu consideravelmente, garante Andreia.

Mobilidade



A mobilidade na ilha não é fácil, em função de suas características geográficas. O Marajó Oriental é a região que se presta à atividade turística. Já a Ocidental dedica-se à exploração de madeira que é muito forte na região. O búfalo é um grande atrativo turístico na ilha, mas são as praias que fazem a beleza da região. Tonga que foi prefeito quatro vezes na cidade de Soure (hoje, o prefeito é o filho dele, Tuco), luta há 30 anos pela implantação de uma universidade do Búfalo que poderá a se concretizar nos próximos anos.

Andreia cita as dificuldades da mobilidade para atender de uma forma mais ampla e eficaz as necessidades das visitas dos turistas, pela própria característica da região. "Isso depende da implantação de políticas públicas que ofereçam meios para chegar às praias, para um melhor deslocamento dos turistas pela região. Há também ainda falta de informações turísticas nas praias do Pesqueiro, Barca Velha, Praia do Céu e Praia do Cajuína. Todas essas praias têm seis meses de água doce e outros seis de águas salgadas, devido às grandes cheias que acontecem na região", explicou.


A ilha é rica em artesanato muito dele inspirado nas criações e heranças indígenas. Andreia elenca várias linhas de trabalho de artesanato nesta região do Marajó, divididas em diversas fases: Aruã, Marajuara, verdadeiros tesouros seculares que atraem os turistas. O atelier Mangue Marajó, o Cortume Art Couro de Búfalo, o Atelier de Josilene Lima são pontos de visita obrigatória.

“Aqui existe uma mistura aculturada do indígena com o caboclo e o europeu iniciada na vila Joanes e Monsaraz no começo do século XVII reconhecida pelos jesuítas liderados pelo padre Antônio Vieira que aportuguesou a região“, ensinou.


Em Soure, fiquei hospedado no Hotel Marajó construído em 1986 por Moisés Pereira, um paraense nascido em Soure, a segunda maior ilha do arquipélago do Marajó, com 25 mil habitantes – primeira é Brovis, com 100 mil – que ele administrou 13 anos até falecer, deixando todos os bens, que incluem posto de gasolina nas mãos de sua única filha, Simone Pereira que foi obrigada a se tornar empresária por força das circunstancias aos 21 anos. A primeira ideia foi explorar o hotel aproveitando toda a liturgia do lugar inserindo nele a rica cultura indígena do Marajó iniciada 400 anos a.C. desceram dos Andes se instalando na região.


Anos depois, com a morte do pai, Simone Pereira despertou para a importância do turismo como meio de desenvolvimento do hotel, “quando conheci a Andreia Scafi, em 2015, e criamos o grupo Amélia do Carimbó, que deu origem à Rede Feminina de Turismo Criativo da Ilha de Marajó formado por mulheres: Simone Pereira, na Hotelaria; Andreia, Scafi Receptivo: Josileide Lima, Artesanato; Fernanda Nicole, Transporte Executivo; e Gabriela Gouveia, Passeios turísticos, formando a rede Feminina de Turismo Criativo Viva Marajó – a palavra Marajó é uma logomarca internacional, conhecida na Europa, que representa o casco do jabuti, sabedoria e longevidade e mulheres do Marajó representadas por mulheres.

O amplo saguão do hotel Marajó decorado com peças e pinturas marajoaras 

Hospedagem regada a misticismo 

Hotel Marajó, em Soure, é uma excelente opção de hospedagem em Soure. Um hotel agradável, com todos os apartamentos equipados com frigobar, ar condicionado, tv e chuveiro. Durante a pandemia esteve fechado, período que aproveitou para realizar algumas obras, instalar placas solares para suprir o consumo de energia do hotel, criou o site do hotel e automatizou o sistema de controle do hotel.

Simone Pereira, no stand do Pará do Festuris

O hotel teve em média 570 hóspedes em julho, 10 do sul do Brasil. No primeiro semestre o número de turistas da Europa representaram 80% dos hóspedes. Para obter esses níveis de hospedagem, Simone Pereira mantem contato com agência de turismo de todo o Brasil e participa de feiras, como a realizada neste mês de novembro em Gramado, a Feira Internacional de Turismo - Festuris, de que a hoteleira participou representando a rede Feminina de Turismo Criativo Viva Marajó.

"O hóspede que vem curtir em família, a dois ou com um grupo de amigos o município de Soure e seus cenários de belezas exóticas distribuídos em seus atrativos turísticos tem no Hotel Marajó um local perfeito para o descanso em um dos mais agradáveis hotéis da cidade", convidou Simone.

A gruta em homenagem ao Pretinho da Bacadeira protetor da mata nativa


"O Hotel Marajó é um hotel familiar, em que o hóspede vivencia uma rotina marajoara, de estrutura simples mas capaz de agradar a todos com seus quartos confortáveis, o hotel ainda possui piscina, bar e restaurante. Tudo isso a apenas 4km da praia de Barra Velha", garante Simone.


Os quartos seguem um estilo marajoara para oferecer o máximo de comodidade a quem visita a Ilha de Marajó. Todos os 19 apartamentos são equipados com TV, frigobar, ar-condicionado, chuveiro de água quente e rede wireless gratuita. 
"Oferecemos um rico intercâmbio com nossa população de base comunitária, em meio a um ambiente de natureza selvagem e preservada. Proporcionamos a integração da hospedagem com atrações para conhecer a fundo este destino encantador e suas belezas exóticas", anunciou Simone.


Simone Pereira e Andréia Scafi com a mata nativa como fundo

O Hotel Marajó está em meio à natureza intocada, praias paradisíacas e a mais pura cultura marajoara, nossa proposta é oferecer o contato com as riquezas paraenses e seu povo acolhedor.

Para sua comodidade, coordenamos seu serviço de transporte hidroviário e terrestre a partir de Belém para chegar à Ilha, além da criação de roteiros individuais e personalizados, com especialistas nas riquezas marajoaras.

Assista o vídeo no YoyTube: https://youtu.be/Km8i8mRSy4k


































quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Stock Car Pro Series: Bruno Baptista animado para corridas com público em Santa Cruz do Sul



No próximo fim de semana, a Stock Car Pro Series voltará à pista, no Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, para a 11ª e penúltima etapa da temporada 2021. 

Bruno Baptista, 12º colocado no campeonato, espera provas desafiadoras em um dos circuitos mais seletivos do Brasil, com 3.531 metros de extensão e 14 curvas de alta, média e baixa velocidade.

Ele quer fazer boas corridas e somar pontos para fechar o ano no top 10, embora matematicamente ainda tenha chances de brigar pelo título de campeão.

“A gente vem de corridas difíceis no Velocitta, e nem consegui fazer a segunda prova, pois, pela quinta vez no ano, tivemos quebra de peças no carro. Mas alimentamos boas expectativas para Santa Cruz do Sul”, diz Bruno Baptista, piloto da RCM Motorsport que tem apoio das empresas XP Private, Loctite, Oakberry, Pro Automotive, Hero, NGK do Brasil e Volt.

Como todos, ele está animado com a volta da plateia. Desde o início da pandemia de covid-19, em 2020, está será a primeira vez que o público, e convidados para os camarotes, poderão presenciar as fortes emoções que as corridas da Stock Car Pro Series costumam proporcionar. “Será muito bacana poder correr de novo sentindo a vibração de muitas pessoas na torcida, isso sempre é bem gostoso”, conclui o piloto.  


PROGRAMAÇÃO DA 11ª ETAPA DA STOCK CAR PRO SERIES

Sexta-feira, 19 de novembro

16h20/16h50: Treino de Rookies

Sábado, 20 de novembro

08h00/08h10: Shakedown

09h10/09h40: 1º treino do 1º grupo

09h50/10h20: 1º treino do 2º grupo

12h10/12h40: 2º treino do 1º grupo

12h55/13h25: 2º treino do 2º grupo

15h30/16h15: Classificação


Domingo, 21 de novembro

13h40: Largada da 1ª corrida

14h18: Largada da 2ª corrida

14h55: Pódio.

Jornalista responsável: Charles Marzanasco Filho

terça-feira, 16 de novembro de 2021

The MINI Cooper - the synonym for driving fun for over 60 years. A glance at history makes it clear why the names of the traditional British brand and the legendary sports car engineer are often mentioned in the same context.

 


Munich. For automotive fans with manual skills, the premises in the London suburb of Surbiton must have been a paradise. Scrap metal everywhere, car parts, tyres and a dedicated father screwing on cars and bikes in a garage. And in the middle of it, a certain John Cooper, who created the basis for an extraordinary career as an engineer of racing cars right there immediately after the end of the Second World War. 

To this day, his name is not only associated with great successes in Formula One, but also with the particularly sporty models of the MINI brand. It was thanks to John Cooper's commitment that a more powerful model variant of the revolutionary small car came onto the market just two years after the classic Mini was introduced in 1959. 

The Mini Cooper immediately impressed with its spirited power delivery and high agility. Even 60 years later, the names of the tradition-steeped British car manufacturer and the legendary sports car engineer are remarkably often mentioned in the same context when it comes to maximum driving fun with minimal external dimensions.

The basis for this connection is the truly authentic sporting spirit. In Great Britain, the desire to race reawakened soon after the end of the war. All over the country, tracks were marked out and competitions held. John Cooper had the talent and ambition to make his mark on this scene. 

He was just 23 years old when he and his father Charles founded the Cooper Car Company in 1946, which soon developed and built successful Formula 3 and Formula 2 racing cars. The son's inventive spirit culminated in the construction of a new type of Formula 1 racing car in which the engine did not work in front of the driver, as was customary at the time, but behind him. 

Cooper celebrated his first victories with it in 1958. In 1959 and 1960, Jack Brabham even became world champion on Cooper. And the revolutionary mid-engine principle established itself permanently in Grand Prix racing. Cooper's team remained active in Formula 1 until the end of the 1960s. Among the most famous pilots, besides Jack Brabham, were Sir Stirling Moss, Bruce McLaren and Jochen Rindt.

While his groundbreaking Formula 1 racing cars have long been history, John Cooper's influence on the sporting driving experience in production vehicles lives on until today. In this field, too, it all began with a revolutionary design. While John Cooper was busy making his mark on formula racing, engineer Alec Issigonis had developed a new small car for the British Motor Corporation. With an exterior length of just over three metres, the classic Mini offered an astonishing amount of space for four passengers and their luggage. 

Issigonis had arranged the engine transversely at the front, with the gearbox directly below. Wheels positioned far out and short overhangs did the rest. With its transversely positioned four-cylinder engine and front-wheel drive, the classic Mini provided the basis for a design for small and compact cars that was completely new at the time and is still in use today.

The classic Mini started with an engine output of 34 hp, but it was light and exhibited strikingly agile cornering performance thanks to front-wheel drive, a wide track and a torsionally rigid body. While Issigonis primarily had a low-priced and economical vehicle for everyone in mind, John Cooper immediately recognised the sporting potential of the classic Mini. 

The two ingenious engineers had already met during joint racing activities, later also cultivated business relations and developed an intimate friendship over time. Nevertheless, it took a lot of persuasion to raise the sporting temperament of the classic Mini. With the blessing of the BMC management, John Cooper therefore initially had a small series of 1,000 vehicles built, whose modified engine, expanded in displacement to just under 1.0 litres, generated 55 hp, which was enough for a top speed of 135 km/h. 

Cooper also provided a closer-ratio gearbox, a better-guided gear lever, disc brakes on the front wheels and wider tyres. In addition, the roof was colour-contrasted and the interior was two-tone. Thus, the first Mini Cooper came onto the market in September 1961.

The reactions were euphoric and left only one wish unfulfilled: even more power. Cooper and Issigonis, who had become convinced of the sporting talent of the classic Mini, increased the engine capacity to 1071 cubic centimetres. This increased the output to 70 hp. 

The chassis technology provided another important boost for the classic Mini's sporting career: Issigonis had also broken new ground in the areas of steering and wheel suspension, thus laying the foundation for the go-kart feeling that is still famous today. 

Homokinetic universal joints reduced the influence of the drive on the steering, a subframe to which the rear wheels were also attached improved directional stability, a rubber suspension and small telescopic shock absorbers ensured fine response and progressive spring action.

The Mini Cooper was immediately successful on racetracks and rally tracks. It became a legend with its appearances at the Monte Carlo Rally. In 1963, the Finn Rauno Aaltonen achieved the first class victory. In addition to trophies, the Mini Cooper gained more and more popularity year after year during its appearances. 

Its success in competition with numerous much larger and more powerful rivals made it a favourite with the public. The acclaimed highlights were the overall victories achieved with the Mini Cooper S at the Monte Carlo Rally in 1964, 1965 and 1967. Only then did the rally career of the classic Mini draw to a close.

On the road, the Mini Cooper thrilled its fans from 1961 to 1971, during which time its model designation became synonymous with passionate driving fun. The name John Cooper remained consistently present among fans of the classic Mini. The tuning kits developed by Cooper for Mini production vehicles met with great demand in the 1970s and 1980s. In 1990, the Mini Cooper returned to the model range. 

The 1.3-litre four-cylinder engine with initially 61 hp now worked under the short bonnet. Thus, fans once again conquered the hairpin bends and serpentines of this world with an agile and sporty Mini Cooper. This version with 63 hp was built until autumn 2000. The successor was already ready for take-off at that time.

The takeover of the Rover Group by BMW at the beginning of 1994 opened up completely new perspectives for the MINI brand. At the International Motor Show (IAA) in Frankfurt in 1997, the study of a MINI Cooper was presented, which offered the prospect of a new edition of the unique British small car. As a modern interpretation of the traditional vehicle concept, it combined the classic values of its predecessor with the requirements of a modern automobile on the threshold of the 21st century. Thus, in 2001, the new MINI saw the streetlight of the world.

The new MINI was bigger, chicer, more colourful and, of course, technically up to date. And it also transferred the typical go-kart feeling of the classic Mini into the modern era. At the same time, the MINI produced in Oxford, England, presented itself as the first premium vehicle in the small car segment. Unlike the classic one, the MINI Cooper was now immediately part of the starting line-up. 

With a maximum output of 85 kW/115 hp, it lived up to its name. Engine and chassis design immediately formed a harmonious alliance for maximum driving pleasure. The four-cylinder engine, once again mounted transversely at the front, now had a displacement of 1.6 litres. Its power enabled the MINI Cooper to sprint from standstill to 100 km/h in 9.2 seconds and to reach a top speed of 197 km/h. 

The high-quality chassis technology of the MINI Cooper included McPherson struts on the front axle, axle shafts of equal length and a multi-link rear axle unique in the small car segment, disc brakes on all four wheels as well as the DSC (Dynamic Stability Control) driving stability system.

The desire for even more power was also fulfilled with the modern MINI. The 120 kW/163 hp MINI Cooper S followed as early as autumn 2001.

In November 2006, the new edition of the modern MINI was launched with an evolutionary design development and a fundamental technical overhaul. "From the Original to the Original", the MINI's visual appearance, which has received the highest marks of approval, was refined in numerous details, which in particular emphasised the sporting virtues of the compact curve artist even more clearly. 

The MINI Cooper with 88 kW/120 hp and the MINI Cooper S with 128 kW/175 hp, which were available at the time of their market launch, immediately impressed with their enhanced performance and significantly reduced fuel consumption and emissions. 

Two years later, the sporty characteristics of a Mini Cooper could also be experienced for the first time with a highly efficient diesel engine. In the MINI Cooper D, 81 kW/110 hp, and in the Mini Cooper SD, which was introduced shortly afterwards, 125 kW/170 hp provided a powerful drive.

When developing the modern MINI around the turn of the millennium, Mike Cooper had already brought the know-how gathered in his family into the project. John Cooper's son was passionately committed to particularly sporty versions of the MINI. In the following years, the tradition-steeped connection became even closer.

At the beginning of 2007, the BMW Group acquired the brand rights of John Cooper Garages. As a result of this arrangement, the John Cooper Works brand has been an official part of the MINI brand since 2008. Since then, the extremely sporty John Cooper Works models have represented the maximum power and performance that can be experienced in a MINI.

Even in the current model generation, the MINI Cooper is the epitome of an extra portion of driving fun, which is now realised in a wide variety of forms. With a three-cylinder petrol engine under the bonnet, it now produces 100 kW/136 hp. In addition, the Cooper name is anchored in the entire range of the current model programme. 

The brand's first all-electric model is called the MINI Cooper SE (power consumption combined: 17.6 - 15.2 kWh/100 km according to WLTP; CO2 emissions combined: 0 g/km). Powered by a 135 kW/184 hp electric motor, it combines sustainable mobility with characteristic driving pleasure, expressive design and premium quality. 

On the other side of the spectrum is the new MINI John Cooper Works GP (fuel consumption combined: 7.3 l/100 km; CO2 emissions combined: 167 g/km according to WLTP). It is powered by a 225 kW/306 hp four-cylinder turbo engine, making it the fastest MINI ever registered for the road. Whether locally emission-free in everyday urban traffic or with the irrepressible urge to take to the racetrack: every MINI with the Cooper name in the model designation carries the unique British sporting spirit of an association that has existed for 60 years.

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