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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

ROBERTO NASSER VOLTA NA COLUNA DESTA SEMANA A TOCAR NO ASSUNTO: VOLTA DO ALFA ROMEO AO MERCADO BRASILEIRO, MAS RESSALTA QUE MUITA ÁGUA PASSARÁ SOB ESSA PONTE. ELE LEMBRA QUE OS FAMOSOS TÁXIS LONDRINOS, OS HACKNEYS AGORA ESTÃO NAS MÃOS DOS CHINESES E SUGERE QUE O BRASIL ADOTE UM CARRO ESPECIAL COMO TÁXI, ISSO ENTRE OUTROS TEMAS



Coluna n° 0613 de 6 de fevereiro de 2013


Alfa –Mazda-Chrysler-Fiat-Ferrari - Romeo
A volta da Alfa Romeo está mais para um daqueles jogos onde o dono inventa as regras, do que para claro projeto industrial e comercial. 

Sergio Marchionne, número 1 na Fiat se diverte a cada entrevista, a cada Salão de automóveis, a cada provocação da Volkswagen em adquiri-la para fazer uma grande marca.  

Faz declarações controversas, cria ironias, define produtos e prazos – sem o menor compromisso quanto te-los à venda. 

Mantém mercados como o norte-americano com promessas homeopáticas, vendendo 8C – esportivo Maserati-Ferrari com tons Alfa. 

O ectoplasma de automóvel chamado Alfa 4C, mostrado em Genebra, 2011, se materializou e terá 2.500 unidades, um milhar para o mercado norte americano. 

Na Europa enxuga a gama, reduzida a carros pequenos, como o Mito e a Giulietta.
Mercados protestam pelos Alfisti, como se intitulam os admiradores. 

Nos EUA cobram retorno – “Bring Alfa Back”, tragam a Alfa de volta – em todo evento de antigos ou modernos. A hora da verdade se aproxima. 

A corda do mercado se estica, vendas se reduzem na base europeia e, como no caso do sapo, a necessidade fará a Alfa pular.

Então
O projeto é triplicar vendas, a 300 mil unidades, em 2016, e o caminho, sinergia com outras marcas, por negócio ou controle. 

Na parte baixa da gama, como a Coluna antecipou mundialmente, resgatou a base do Fiat Marea e faz sobre ela o novo Dodge, marca Chrysler, agora Fiat, e Alfa Giulietta. 

A plataforma, boa, resistente – suporta condições brasileiras, resiste a desaforos mundo a fora – permitirá outros produtos, e várias motorizações.

Voltará com o mito do conversível, estribado no filme The Graduate, aqui A Primeira Noite de um Homem, 1967, onde Alfa Duetto Pininfarina pontuava, junto ao então jovem Dustin Hoffman. 

Resgata o lay out de motor dianteiro e tração traseira, mas em carro japonês Mazda que, com esta marca, substituirá o Miata – sem ironia será o Alfa de maior qualidade já construído.

A idéia é cobrir a Alfa com o guarda chuva de engenharia refinada, como o faz a Volkswagen com a Audi. E como mercado atualmente é muito mais griffe e charme que engenharia intrínseca, buscou a melhor operadora destas diáfanas ferramentas, a Ferrari. 

Tecendo troca de energias e conhecimentos, entre suas muitas marcas, a engenharia de Maranello palpitará nos projetos. O brilho maior será para algum embleminha que em porcas e parafusos. 

A Fiat quer vender Alfas não apenas a alfisti, que historicamente não engolem a Ferrari, mas ao mundo.

Costura local
Acima, um sedã com a plataforma criada para o Maserati Quattroporte, recém apresentado, gerará o Giulia, substituindo o Alfa 159, descontinuado em 2011.

Dela surgirá o novo Bravo, e a informação adensa as possibilidades na fábrica Fiat em Pernambuco produzir, como especulado sem confirmação, a velha e boa plataforma do Marea, base de Dodge Dart e Alfa Giulietta. E, se for atualizar Bravo, também fará novos Giulia e Dodge.

Na prática, nove modelos entre 2013 e 2016.

Alfa 4C exceto por capricho não virá ao Brasil.

Agora Xing Ling, taxi inglês continua
Exceto uísque, o único produto inglês com referência mundial é James Bond, o agente 007. 

Quem assiste suas aventuras tem a certeza da importância da Inglaterra no cenário político e econômico mundial – o que não acontece.

Para a Velha Ilha os danos econômicos da II Guerra Mundial ainda se impõem, e as peculiares características do ver e do fazer, dos métodos, maneira de pensar e seus produtos a distanciaram do mundo e da competição econômica.

Em economia o forte da Inglaterra não é o produto das revoluções industriais, mas a improdutividade social dos serviços financeiros.

Em automóveis já não mais lhe pertence o controle da miríade das então suas marcas. Todas se foram. Das remanescentes, Rolls é BMW, alemã; Bentley, VW, idem. Jaguar e Land Rover, indianas. 

Aston Martin não se sabe ao certo, de controle e capital distantes. MG é chinesa. Lotus, Malásia. Resta-lhe Morgan, com manufatura dos anos 40, e fila lembrando os prazos do pós-Guerra.

Até o táxi inglês, o Hackney, em matéria de automóvel grande e personalística referência, alto, confortável, 1,30 m de espaço para passageiros no banco posterior, motorista separado, rampa para receber cadeira de rodas, e inacreditável capacidade de retornar em 8,5m, perdeu controle inglês há tempos e quase vai para o buraco negro da inviabilidade. 

Salvou-o, quem diria, os Xing Ling do chinês Zhejiang Geely Group, adquirindo controle de investidora de Hong Kong, administrando processo de concordata.

Pagarão 12,8 milhões de euros, dinheiro pequeno na atividade, para recebê-la limpa e sem débitos. A Geely é a dona da sueca Volvo Cars.

23.000 Hackney são o transporte oficial em Londres, com reposição anual de 1.400, mas os chineses querem manter a pequena fábrica – uns 250 empregados - em Coventry, e inovar, exportando. Venderam 1.000 unidades para montar na China e entregar no Azerbaijão.

Poderiam estender seus olhos para o Brasil e convencer autoridades e os novos alcaides locais serem muito mais adequados ao serviço de táxi que os nossos improvisados carrinhos de mãe de família.

Hackney. E porque não aqui?

Programa em S Paulo: Giugiaro
Em S Paulo entre 7 de fevereiro e 31 de março? Gostas de design e história?

Aproveite e vá ao Museu da Casa Brasileira, para ver exposição patrocinada pela Volkswagen “Giugiaro: 45 anos de design italiano”.

É o Designer do Século, e com ele a marca alemã tem décadas de intimidade. É dele a fórmula que permitiu à Volkswagen deixar o ínvio caminho de carros maiores com motor de cilindros contrapostos, como foi a série 412 substituída pela criação do quase jovem Giorgetto. 

O automóvel era o Passat, simplificação charmosa do Audi 50. Do entrosamento surgiram o esportivo Scirocco, a primeira geração do Golf, e toda a história conhecida.

O talento de Giugiaro é multi facetado e o cara desenhou de tudo. De Gordon Keeble – sorry -; Alfa GTV – com plaquinha do Bertone, onde trabalhava; Fiats Uno, Palio, a atual geração Weekend; Subaru SVX; macarrão; garrafa de água mineral, .... levou à ligação permanente com a Volkswagen. 

A montadora, estruturando projeto onde poucos viam concretude, ser a maior do mundo, chegou a barreira física: tinha designers de nomeada, como Walter De Silva, também milanês, autor de Alfa 145, 146, 156, 166, e a impossibilidade física de criar produtos para suas então 11 marcas.

Escolheu a melhor e a menos complicada em sucessão, foi ao mercado e comprou 90% da Italdesign, criada em 1968 por Giugiaro e o eng Aldo Mantovani. Este saiu para rica ociosidade; Giugiaro tem posto honorífico; Fabrizio, seu filho, conduz a empresa.


É a última das grandes casas italianas de design a sobreviver. A mostra, nestes tempos de automóveis insossos e sem personalidade, é retrato histórico que não se pode perder.

Av Faria Lima, 2.705, terça a domingo, das 11 às 18h.

Giugiaro exposição em S. Paulo.

Roda-a-Roda
De fora – Peugeot argentina, diz o bom sítio Argentina Autoblog, venderá motonetas e bicicletas. A Cycleuropa, produtora na Europa, abriu filial no vizinho. Para fazer motonetas Peugeot credenciará empresa. Aqui, nada.

Aproximação – Chinesa Chery construindo fábrica no Brasil habilitou-se no Inovar-Auto, projeto oficial para desenvolver componentes e baixar barreiras de importação. A inclusão permite reduzir o IPI. Quer produção local em 2014.

Lição – Em processo de aproximação com Pernambuco, onde terá monumental operação, a Fiat levou a viagem à Itália e à Sérvia, diretores e professores de ensino técnico e engenharia: apresentar operações no conceito WCM, World Class Manufaturing, padrão mundial de manufatura.

Política – Pegou pesado. A viagem mostra três exemplos de como a política atrapalha investimentos e arrisca empregos. No Sul da Itália, Pomigliano Del Arco, tão inexperiente para fazer carros quanto em Goiana, Pe, montava o ótimo Alfa Sud. A Alfa era, então, estatal, e a gestão sindicalista, com trapalhadas e influências liquidou produto e negócio.

Exemplo - Cassino, fábrica robotizada, efeito demonstração aos sindicatos de metalúrgicos e afins que, em caso de jogo duro, ser capaz de fazer carros com mínima mão de obra. Tem outro objetivo: reformulada fará Alfas – como uma parte da nova fábrica Fiat em Pernambuco.

... 2 – Ida à ex Iugoslávia e agora Sérvia, porquanto lá se produzia o Yugo, o Fiat 126 sob gestão comunista. Descompromissada com qualidade e processos, conseguiu unanimidade: era “o pior carro do mundo”.

Evidência – 87,4% das campanhas de recall realizadas em 2012 foram para automóveis e motocicletas, indica o Boletim Recall da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça. A luz vermelha pisca, intensa, em nome de melhora de qualidade de peças e na montagem destes itens da mobilidade.

Atendimento – Cruzamento de dados entre fabricantes e Denatran indica, menos da metade dos veículos atende aos chamados para sanar defeitos – e, bombas circulantes, deveriam ser apreendidos. Os terceiros frequentadores do veículo e das vias públicas nada têm com a irresponsabilidade do proprietário.

Status – Renault decretou o fim do nível de status superior a usuários do utilitário esportivo Duster e do sedã Fluence. Vendeu 820 a outros clientes, serviços, identificação: PM do Paraná, carro de polícia.

Pega – Maior disputa em vendas no mercado nacional se trava entre Ford EcoSport e Renault Duster, pela mesma clientela. Ford liderava, com produto no ocaso, Duster apareceu e tomou a frente. 

Ford fez novo carro, a Renault fechou para reforma, Ford comemora liderança em janeiro. Apenas em abril ou maio aparecerá a verdade da liderança – ou seguirá alternada.

Venda – Todos os SUV perderam vendas se comparados dezembro de 2012 e janeiro 2013, exceto VW Tiguan vendendo 706. O número não é excepcional, apenas colocara minguados 396 em dezembro. O Tiguan é o melhor da categoria, mas 9º em vendas. O gigantismo da VW não o valoriza.

Aliás – Pelo excepcional mercado brasileiro de SUVs a Honda fará seu novo modelo, sobre a nova base do Fit/City, e a VW terá o pequeno UP! Taigun.

Usados – Carros usados cresceram 42% em vendas em Janeiro, diz a Matel Produções, organizadora de feirões de usados em S Paulo e Belo Horizonte. Eduardo Ribeiro, controlador, interpreta a elevação dos preços dos carros novos pelo fim da redução do IPI aos 0 km, e melhores preços de venda em relação aos oferecidos pelas concessionárias.

Medida – Janeiro foi surpresa para o varejo do comércio: cresceu 18%.

Moto – Mal chegou e a Triumph, de Manaus oferece o modelo Speed Triple em condições especiais: 50% = R$ 21.450 de entrada, e 24 x R$ 996. Três cilindros, 1.050 cm3 e 133 cv.

Ecologia – Banco do Brasil criou consórcio para veículos não poluentes. Pelos valores, entre R$ 1.500 a R$ 3.000, bicicletas e patinetes elétricos. Mensais a partir de R$ 48 e prazo até 36 meses. Sem taxa de adesão, juros ou IOF. Mais:
Ocasião – Para quem gosta de automóveis e está no roteiro do The Great South American Challenge 2013, rali reunindo 30 automóveis antigos referenciais - Itala 1907, Bentley 1927, BMW CS 1971... Do Rio de Janeiro, Bolívia, Peru, Chile, até Ushuaia, extremo sul argentino.

Onde – Rio, Hotel Sheraton, 14 a 16fev; Maresias, SP, Beach Hotel, 16 e 17fev; Curitiba, Pr, Hotel Radisson, 18, 19 e 20fev; Foz, PR, Iguassu Resort, 20 e 21 fev; Corumbá, MT, Hotel Nacional, 21 e 22 fev. Mais ?

Antigos – Texto sobre o Pé na Tábua publicado na Coluna, provocou o pessoal do circuito Velo Cittá, no interior paulista, a procurar Tiago Songa, organizador. Entendem, podem fazer o maior, melhor, com mais estrutura e conforto.

GenteFabrícia Aguiar Oliveira, 1ª. colocada como cadete aviadora da Academia da Força Aérea, deu baixa. OOOO Passou concurso Auditora da Controladoria Geral da União. OOOO Nada a ver, sem emoções, mas salário incomparável. OOOO

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A RECESSÃO NA EUROPA E A QUEDA DAS VENDAS NA CHINA NÃO IMPEDEM A RENAULT-NISSAN DE ATINGIR PELO 4º ANO NOVO RECORDE DE VENDAS. A CORPORAÇÃO FRANCO-NIPÔNICA VENDEU NO MUNDO MAIS DE 8,1 MILHÕES DE VEÍCULOS, EM 2012., MAIS 1% QUE EM 2011. A MATÉRIA MOSTRA A EVOLUÇÃO E PARTICIPAÇÃO DO GRUPO EM DIVERSOS MERCADOS


O modelo elétrico mais vendido do mundo é o LEAF, da Nissan

A Aliança Renault-Nissan teve, pelo quarto ano consecutivo, o resultado recorde de 8.101.310 veículos vendidos, em 2012, o que representa 10% dos carros novos vendidos em todo o mundo. Os veículos zero emissão da Aliança atingiram 43.829 unidades, alta de 83,8%, em relação a 2011. 

A informação da Assessoria de Imprensa da Renault acrescenta que no ano passado, as vendas aumentaram 1%, em relação a 2011, e o crescimento dinâmico constatado nos mercados emergentes e nos Estados Unidos compensou a desaceleração que prossegue na Europa.

O grupo Renault, de acordo com a assessoria, vendeu 2.550.286 unidades no mundo, em 2012, em queda de 6,3% em relação a 2011. 

Entretanto, revelou, suas vendas aumentaram 9,1% fora da Europa, graças principalmente ao dinamismo dos mercados brasileiro, russo e argelino. 

Por outro lado, reconheceu, as vendas tiveram um declínio de 18% na Europa, com uma queda entre todas as marcas de 8,6% no continente.


Já a Nissan vendeu 4.940.133 veículos, em alta de 5,8%, um novo recorde de vendas anuais para a marca. 

A Nissan vendeu mais de um milhão de unidades em dois grandes mercados: a China e os Estados Unidos.

A AVTOVAZ vendeu 610 891 veículos, em queda de 5,5% em relação a 2011. Este resultado se explica em grande parte pelo fim de um importante programa de incentivo que havia sido implementado pelos poderes públicos russos. 

A Aliança Renault-Nissan criou em dezembro umajoint venture destinada a acelerar sua ofensiva comercial na Rússia, onde um a cada três carros vendidos tem uma de suas marcas.

“2012 foi um ano difícil, em razão da queda contínua das vendas no berço histórico da Renault, a Europa Ocidental, assim como tensões políticas que apareceram na China, primeiro mercado mundial da Nissan”, declarou Carlos Ghosn, presidente mundial da Renault-Nissan. 

“A recuperação constatada nos EUA e a forte demanda nos mercados emergentes nos permitiram manter nossa participação de mercado. Por isso, estamos especialmente bem posicionados nos mercados mais promissores do planeta”, explicou.

O modelo Duster é vendido pela Dacia no Leste da Europa.

Destaques do ano de 2012: Renault
As vendas do grupo Renault fora da Europa atingiram um nível recorde em 2012, com 1.279.598 veículos. 

Esta progressão de 9,1% foi possível graças à comercialização de novos produtos e à política dinâmica desenvolvida pela empresa para manter sua expansão em mercados estratégicos, principalmente no Brasil, Rússia e Índia.

Pela primeira vez em sua história, o Grupo Renault, que compreende as marcas Renault, Dacia e Renault Samsung Motors, realizou, em 2012, mais da metade de suas vendas fora da Europa. 

As vendas no resto do mundo representaram 50,2% do total de 2012, 7,1 pontos a mais que em 2011 (43,1%).

Os três maiores mercados da Renault são a França, o Brasil e a Rússia. 


O Sandero é um dos carros mais vendidos no Brasil pela Renault

As vendas no Brasil deram um salto de 24,3%, chegando ao número recorde de 241.594 unidades, para uma participação de mercado também inédita de 6,6%, graças especialmente ao sucesso alcançado pelo utilitário esportivo Duster e ao modelo cinco portas Sandero, que já tinha uma grande popularidade e agora está disponível em uma nova versão. 

Na Rússia, as vendas da Renault também atingiram o recorde de 189.852 veículos vendidos, em alta de 22,7%, e uma participação de mercado também recorde de 6,5%. 

O Renault Mégane é campão de vendas na Rússia.


Alavancada principalmente pela forte demanda por modelos intermediários, tais como Mégane, Fluence e Duster, a Renault é hoje a terceira marca mais vendida na Rússia.

Apesar do crescimento constatado nas economias emergentes, as vendas globais do Grupo Renault tiveram uma queda de 6,3%, ficando em 2.550.286 unidades, em razão da crise na Europa. 

Sem contar a Rússia, as vendas europeias do grupo caíram 18%, com 1.270.688 veículos, tendo o mercado europeu atingido o seu menor nível em quase 17 anos, entre todas as marcas.

Mesmo assim, a Renault se mantém como a primeira montadora de carros de passeio na França. 
O Twingo passou ao longo de 15 anos por alterações que o deixaram mais bonito.


O compacto Twingo, o Mégane e o monovolume Scénic, extremamente funcional, se afirmam como líderes em seus respectivos segmentos. 

A marca se mantém também em primeiro lugar em utilitários leves pelo 15º ano consecutivo, com 15,5% de participação de mercado.

Em termos de vendas por marca, a Renault vendeu 2.124.773 veículos, em recuo de 6% em relação ao ano anterior. As vendas da Renault representaram 83% das vendas do grupo em 2012. 

As da Dacia aumentaram 4,8%, chegando a um recorde de 359.822 unidades, graças ao lançamento de novos modelos, como o monovolume funcional Lodgy ou Dokker, primeiro utilitário leve da marca, ou ainda as novas versões do cinco portas Sandero e do sedan Logan.

As vendas da Renault Samsung Motors caíram 45,1% na Coreia, e a empresa lançou um amplo plano de reestruturação que prevê, entre outros, a renovação total de sua gama de produtos e de sua estratégia de vendas.

A Caravan NV350 alavancou as vendas da Nissan, no Japão.


Destaques do ano de 2012: Nissan 

Em 2012, a Nissan registrou vendas recordes de 4,94 milhões de unidades, um aumento de 5,8% em relação a 2011.

No Japão, as vendas da marca avançaram 11,6%, chegando a 659.756 veículos. Estes bons resultados foram amplamente beneficiados pelo sucesso do novo cinco portas Note, do NV350 Caravan e do Serena. 

As vendas de veículos compactos aumentaram 5,4%, chegando a 153.335 unidades vendidas, o que configurou um recorde anual.

As vendas em todo o mundo avançaram 4,9%, chegando a 4.280.377 veículos, mesmo apesar da queda das vendas na China, o primeiro mercado da marca Nissan. 

Em 2012, as vendas da Nissan na China totalizaram 1.180.000 unidades, o que ficou dentro das previsões revistas em novembro. 

Apesar de as vendas da Nissan, como de todas as montadoras japonesas, terem sofrido as consequências do conflito territorial entre a China e o Japão, o fluxo de clientes nos showroomschineses da marca se recuperou normalmente, e agora chega a ser superior ao que era no ano anterior.

Nos Estados Unidos, a Nissan vendeu o número recorde de 1.141.656 veículos das marcas Nissan e Infiniti, uma progressão de 9,5% em relação a 2011. 

O Nissan Altima é sucesso de vendas nos Estados Unidos 


As vendas da marca Nissan aumentaram 8,2% em base anual, chegando também a um recorde, com 1.021.779 unidades, graças ao sucesso encontrado pelo novo sedan Altima sedan, o crossover Rogue e a compacto Versa. Nos Estados Unidos, a Nissan tem uma participação de mercado de 7,9%.

Em 2012, cinco dos 10 modelos mais vendidos no México foram da marca Nissan. A montadora apresenta recordes nesse país, tanto em nível vendas quanto em participação de mercado. 

As vendas estão em forte alta (mais 9,3%, para 245.634 unidades vendidas) e a participação de mercado da Nissan se situa agora em 24,9%.

No Brasil, fábrica em 2014  No Brasil, a Nissan que planeja ter construída sua primeira fábrica  em 2014, em Resende (RJ), a marca vendeu no ano passado 104.711 veículos, um salto de 56%, em relação a 2011. 

A Nissan se afirma como a marca mais dinâmica do Brasil em termos de progressão das vendas, pelo terceiro ano ininterrupto. Ela tem uma participação de mercado de 2,9%, um aumento de 0,9 ponto.

Europa Na Europa, a Nissan melhora sua participação de mercado, que nunca foi tão boa, graças às vendas de seus crossovers Qashqai e Juke. 

Apesar de suas vendas terem caído 2,4% (678.697 veículos vendidos) em uma conjuntura globalmente orientada para a queda, a Nissan conseguiu aumentar em 0,1 ponto sua participação de mercado, agora com 3,9%.

As vendas no Reino Unido aumentaram 10%, chegando ao nível recorde de 118.211 unidades, tendo a participação de mercado aumentado em 0,3 ponto, agora com 5,2%, o que também é inédito. 

Rússia, aliança de sucesso Na Rússia, primeiro mercado europeu da Nissan, as vendas da marca avançaram 11,7%, chegando a 162.956 veículos. Sua participação de mercado era de 5,6%.

Parceira da Aliança na Rússia, a AVTOVAZ vendeu 610.891 veículos no mundo, em queda de 5,5% em relação a 2011. 

Proprietária da legendária marca Lada, a AVTOVAZ vendeu na Rússia 544.309 unidades, uma queda de 7,3% em base anual, devido principalmente ao fim de um amplo programa nacional de incentivo à compra. 

Com a AVTOVAZ, a Aliança Renault-Nissan produz agora mais de um carro a cada três vendidos na Rússia. Seu objetivo é chegar a uma participação de mercado de pelo menos 40%.

Em dezembro, a Aliança Renault-Nissan formou uma joint venture e se tornou acionista majoritária da AVTOVAZ, a montadora de automóveis número um da Rússia. 

Tendo em vista os investimentos atualmente feitos em centros tecnológicos e de produção em toda a Rússia, a Aliança Renault-Nissan e a AVTOVAZ terão uma capacidade anual de produção local de pelo menos 1,7 milhão de carros a partir de 2016.

O complexo industrial de Togliatti já conta com o mais amplo programa de compartilhamento de plataformas da Aliança Renault-Nissan. 

Esta planta, que faz parte dos maiores centros de produção automobilística do planeta, produz também o LADA Largus. O novo Nissan Almera entrou em produção no ano anterior. 

As operações atingirão sua capacidade máxima em 2013. Logo serão produzidos cinco modelos de três marcas diferentes: LADA, Renault e Nissan. Este projeto representa um investimento global de aproximadamente 400 milhões de euros.

Veículos zero emissão
A Aliança Renault-Nissan é a única montadora de automóveis a oferecer uma ampla gama de veículos 100% elétricos e recarregáveis a partir de fontes de energias totalmente renováveis.

Em 2012, as vendas mundiais de veículos zero emissão da Aliança atingiram 43.829 unidades, em alta de 83,8% em relação a 2011. 

As vendas do Nissan LEAF avançaram no mundo todo e a Renault colocou no mercado dois outros veículos totalmente elétricos. 

A participação de mercado da Aliança no segmento de veículos zero emissão era de 64%, com exceção do Twizy, o pequeno veículo urbano de dois lugares da Renault.

Entre o início das vendas, em dezembro de 2010, e o final do ano de 2012, a Aliança vendeu 67.723 veículos zero emissão em todo o mundo. 

O cinco portas Nissan LEAF é de longe o mais vendido de todos os carros zero emissão no mundo. 

Em 2012, a Nissan vendeu 26.976 unidades, 22% a mais que em 2011. Desde o lançamento deste modelo, em dezembro de 2010, foi vendido um total de 49.117 Nissan LEAF.

Por outro lado, em 2012 a Renault vendeu 16.853 veículos zero emissão. Se considerarmos a chegada no mercado do Kangoo Z.E., em outubro de 2011, a Renault vendeu um total de 18.606 veículos zero emissão.

Além do Kangoo Z.E., eleito International Van of the Year 2012, e o Twizy, a Renault comercializa também o Fluence Z.E., um sedan totalmente elétrico baseado no Fluence clássico, assim como seu pequeno compacto ZOE zero emissão.

Os 10 principais mercados da Aliança

Total de vendas
Participação de mercado (%)
China
1.211.254
6,60%
Estados Unidos
1.141.656
7,90%
Rússia*
897.117
30,60%
Japão
663.228
12,40%
França
626.297
27,60%
Brasil
346.305
9,50%
México
270.664
27,40%
Alemanha
235.423
7,20%
Reino Unido
174.380
8,90%
Itália
150.395
9,90%
*Incluindo AVTOVAZ

Os 10 principais mercados da Renault
Total de vendas
Participação de mercado (%)
França
551.314
24,20%
Brasil
241.594
6,60%
Rússia
189.852
6,50%
Alemanha
170.303
5,10%
Argentina
118.727
14,80%
Turquia
118.169
15,20%
Argélia
113.664
26%
Iran
100.783
9,80%
Itália
96.144
6,30%
Espanha
83.366
10,70%

Os 10 primeiros mercados da Nissan
Total de vendas
Participação de mercado (%)
China*
1.181.530
6,50%
Estados Unidos
1.141.656
7,90%
Japão
659.756
12,30%
México
245.634
24,90%
Rússia
162.956
5,60%
Tailândia
123.850
8,60%
Reino Unido
118.211
5,20%
Brasil
104.711
2,90%
Canadá
82.194
4,90%
Austrália
79.872
7,20%
 *Incluindo a marca Venucia

Sobre a Aliança RENAULT-NISSAN
A Aliança Renault-Nissan é uma parceria estratégica entre a montadora francesa Renault (com sede em Paris, França) e a japonesa Nissan (com sede em Yokohama, Japão). 

A Aliança vende 10% dos carros comercializados em todo o mundo. Parceiras estratégicas desde 1999, Renault e Nissan venderam 8,1 milhões de carros em aproximadamente 200 países em 2012. 

Além de sua parceria com a AvtoVAZ, a Aliança tem acordos de colaboração estratégica com várias montadoras, como a alemã Daimler, a chinesa Dong Feng ou a indiana Ashok Leyland.

VOCÊ SABIA QUE ...

... a Ford realizou um programa de pesquisa mundial, chamado "A Voz do Consumidor", para lançar a nova geração do Ford Fiesta?


A montadora recrutou motoristas de todas as idades para realizar testes no New Fiesta e incentivou os convidados a fazer comentários e sugestões de melhoria. 

Para o lançamento global, o New Fiesta passou por um programa de mais de 2 milhões de quilômetros praticamente em todos os continentes, com especial ênfase na América do Sul, Europa e Ásia.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

COMERCIALIZAÇÃO DE VEÍCULOS CAÍU QUASE 14% EM JANEIRO. A FIAT FOI A MARCA QUE MAIS VENDEU E A FORD RECUPEROU A LIDERANÇA DO RANKING DO SEGMENTO SUV COM CERCA DE 2.400 UNIDADES EMPLACADAS A MAIS DO QUE A CONCORRENTE DUSTER

A Fiat foi a marca que mais vendeu em janeiro
As vendas de carros no Brasil, em janeiro, deste ano registraram uma queda de 13,36% em relação a Dezembro. Os números divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos) mostram um total de 230.237, contra 266.189. A queda aconteceu em todos os segmentos.

As 10 marcas que mais venderam carros, em janeiro:


 Marca           Unidades Part. mercado
1º FIAT -          70.621 -  23,79%
2º VW -             60.897 - 20,51%
3º GM -             53.034 - 17,87%
4º FORD -         27.207 -   9,17%
5º RENAULT -  17.228 -   5,80%
6º HYUNDAI -   14.554 -   4,90%
7º TOYOTA -    11.925 -   4,02%
8º HONDA -        7.499 -   2,53%
9º NISSAN -        7.454 -  2,51%
10º CITROEN -   6.105 -  
2,06%






A Ford Ecosport recuperou a liderança nas vendas de SUVs
Um desempenho chama a atenção no segmento de SUVs: a Ford que, em 2012, perdera a liderança para a Renault, quando do lançamento do Duster, recuperou o primeiro lugar do ranking de vendas, em janeiro, deste ano, ao vender 6.367 Ecosport,
contra 3.695, da Duster, uma diferença de 58%.

Posição do segmento SUV:

             Marca                            Dez.    Jan.      Part.mercado

1º   FORD /ECOSPORT ---       6.685 - 6.367 - 28,47%
 2º  RENAULT/DUSTER -         6.524 - 3.695 - 16,52%
 3º  HYUNDAI/TUCSON -         1.917 - 1.761 -   7,87%
 4º  MITSUBISHI/PAJERO-      1.884 - 1.333 -   5,96%
 5º  HYUNDAI/IX35 ----------         996 -    928 -    4,15%
 6º  TOYOTA /HILUX SW4 -     1.334      914      4,09%
 7º  CITROEN/C3 AIRCROSS 1.176      787      3,52%
 8º  KIA/SPORTAGE                -  782      747 -    3,34%
 9º  VW /TIGUAN                      -  396      706 -    3,16%
10º MITSUBISHI /ASX         -   1.003      615 -    2,75%






PROPRIETÁRIOS DOS CAMINHÕES IVECO JÁ PODEM COMPRAR O KIT KS PARA MOTOR IVECO F3BE 068, USADO EM DIVERSOS MODELOS



O mercado de reposição já conta com o kit do motor Iveco F3BE 068 (pistão, anel, camisa e pino), aplicados nos modelos 190 E 38 Euro Trakker (produzidos entre 2001 e 2004), 190 E 44 Euro Trakker (2.000/2004), 190 T 38 Stralis, 440 S, 540 S 54 Stralis, 720 E 44 Euro Trakker 720 e E 48 Euro Trakker (2002 em diante). Código de comercialização KS: 40 340 961. 

Os itens são comercializados pela MS Motor Service Brazil, unidade do Grupo KSPG AG, responsável pelas atividades de vendas e prestação de serviços para o mercado de reposição brasileiro.

VOLVO MOSTRA SUAS LINHAS DE CAMINHÕES FH E VM NO SHOW RURAL COPAVEL, QUE ACONTECE EM CASCAVEL, ATÉ SEXTA-FEIRA, DIA 8.



A Volvo apresenta no Show Rural Coopavel, que acontece em Cascavel de hoje a 8 de fevereiro, suas linhas de caminhões FH e VM. 

No estande, estarão expostos um VM 260cv 6x2, um VM 330cv 6x4 e um FH 540cv 6x4. Durante a feira, haverá descontos exclusivos para os clientes que comprarem caminhões.

Com uma ampla gama de potências e entre-eixos, os veículos da marca atendem a diferentes necessidades de transporte do agronegócio. 


Reconhecidos pela alta disponibilidade aliada a um baixo consumo de combustível, são ideais para o transporte de longas, médias e curtas distâncias, além de atuarem com eficiência em atividades de apoio e distribuição.

“Nossos caminhões estão presentes em toda a cadeia do agronegócio brasileiro. Por serem veículos seguros, econômicos e altamente produtivos, contribuem para garantir maior rentabilidade do transportador”, afirma Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo do no Brasil.

Os caminhões da linha F são ideais para composições bitrem, bitrenzão, rodotrem e carretas de três eixos, normais ou espaçadas (Vanderléia). 


O FH se destaca no transporte de grãos. Com maior potência e torques, o modelo garante alta produtividade ao transporte, já que consegue manter uma velocidade média mais alta com menor consumo de combustível.

Já os caminhões da linha VM, pesados e semipesados, são reconhecidos pela versatilidade de aplicações ligadas ao agronegócio. 

São utilizados em transporte de hortifrutigranjeiros, cana de açúcar e derivados, combustíveis, óleos vegetais e insumos agrícolas. 

Os modelos rígidos são ágeis e possuem uma grande capacidade de carga e se destacam em operações de logística e distribuição. 

Já o cavalo mecânico, o VM 330, possui maior capacidade de carga maior e é ideal para transporte de médias distâncias.

Serviços
Durante a feira, a Volvo também apresenta seu pacote de serviços, como os programas de manutenção, que oferecem diferentes opções de cobertura e podem ser personalizados de acordo com a aplicação do veículo. 

O transportador pode escolher entre o programa de manutenção Azul, que cobre a manutenção preventiva, até o plano Ouro, mais completo, que oferece cobertura para a manutenção preventiva e corretiva do veículo.


INGO HOFFMAN, O CONSAGRADO PILOTO BRASILEIRO, É O DIRETOR DOS NOVOS CURSOS DE PILOTAGEM E DIREÇÃO SEGURA DA MITSUBISHI MOTORS.



O consagrado e conhecido piloto Ingo Hoffmann encara mais um desafio em sua carreira vitoriosa: assumiu a direção dos novos cursos de pilotagem e direção segura da Mitsubishi Motors.

Ingo tem mais de 40 anos de experiência dedicados ao automobilismo em pistas, asfalto e trilhas por todo o mundo, com um currículo invejável e inúmeros títulos. O piloto foi responsável durante anos pelos cursos de pilotagem da BMW.

"Estou muito feliz por estar na Mitsubishi, marca muito associada ao esporte a motor, onde tenho grandes amigos e todos, como eu, apaixonados por carros", comemora o novo coordenador do Mitsubishi Drive Club.

Além disso, Ingo fica à frente do Lancer Experience que passa a ter cinco eventos por mês e atuará como consultor para desenvolvimento de programas automobilísticos no Mitsubishi Drive Club, além de ser "Coach" para os pilotos da Lancer Cup. 


Ingo já faz planos para as próximas semanas. "Vamos começar com os cursos de Direção Segura, voltados a formar motoristas mais conscientes. Essa é uma preocupação da Mitsubishi e queremos ensinar as pessoas a maneira correta de dirigir", destaca Ingo.

Com sua vasta experiência em provas on e off-road, Hoffmann será piloto de testes para equalização de carros e durabilidade de produtos. "Outros programas serão desenvolvidos no decorrer dos meses, de maneira a passar aos apaixonados por carros um pouco do que aprendi nos meus agora 40 anos de profissão, bem como para mostrar todas as qualidades dos carros da Mitsubishi", destaca ele.

A carreira de Ingo Hoffmann no automobilismo começou em 1972. No ano seguinte, foi campeão Brasileiro de Divisão 3, Classe A. Daí pra frente, não parou mais de vencer. Somente na Stock Car, são 12 títulos, se consolidando com o maior vencedor da competição. 

Teve passagens pela Fórmula 1, 2 e 3, além do Campeonato Europeu. Não bastaram os títulos no asfalto e Ingo partiu para o off-road: participou três vezes do Rally dos Sertões, a maior prova de rali do País, e se tornou Campeão Brasileiro de Rali Cross-country.

Ingo foi o primeiro a vencer na Stock Car com um Mitsubishi e ganhou seu primeiro título em um rali quando estava no time oficial da marca.

"Para nós, é uma honra ter um profissional e uma pessoa como o Ingo Hoffmann compartilhando seu conhecimento conosco. Toda a experiência que ele adquiriu durante a carreira o fizeram um piloto como nenhum outro no automobilismo brasileiro. Sem dúvida, ele irá agregar muito ao time da Mitsubishi", afirma Guilherme Spinelli, diretor de competições da Mitsubishi.


Mitsubishi Drive Club
O Mitsubishi Drive Club é o novo complexo automobilístico lançado pela Mitsubishi Motors, em Mogi Guaçu (SP). O local abriga o moderno e exclusivo Autódromo Velo Città, o Mitsubishi Racing Center e uma pista off-road. 

Desta forma, os amantes do automobilismo têm ao alcance um local completo e de última geração, que engloba todos os tipos de modalidades, on e off-road, sendo o único no Brasil com essas características.

O local vai abrigar grandes eventos neste ano, como a Lancer Cup, primeiro campeonato monomarca no mundo com o Lancer Evo R, o Lancer Experience, destinado a apaixonados por velocidade que querem se divertir pilotando o Evo X, além de eventos para proprietários dos veículos e cursos de pilotagem.

Mitsubishi Racing Center
Localizado dentro do complexo do Mitsubishi Drive Club, o Mitsubishi Racing Center é uma ampla área de convivência para pilotos e convidados. 

Com uma infraestrutura de primeiro mundo, o local conta com uma moderna sala para realização de reuniões e briefing, espaço para almoço e premiações, lounge para descanso dos pilotos, além de vestiários e loja com produtos de competição.

Autódromo Velo Città
O autódromo Velo Città, da Mitsubishi, está localizado em Mogi Guaçu, no interior de São Paulo. Construído dentro dos padrões exigidos pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e homologado pela CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), o local pode receber todos os tipos de competições oficiais.

Com 3.430 metros, cercado por matas preservadas e lagos, o traçado da pista conta com duas retas, sendo uma em descida seguida de uma curva em S e outra, mais longa, com quase 800m de extensão, que termina em uma curva travada para a esquerda. 

Considerada uma pista muito técnica, possui ainda 14 curvas em sentido anti-horário, tanto travadas quanto rápidas.



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