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terça-feira, 2 de julho de 2013

MERCEDES-BENZ INVESTE FORTE NAS VERSÕES COUPÊ E CABRIOLET COMPLETANDO COM ELAS A FAMÍLIA CLASSE E. NOSSO COLUNISTA FERNANDO CALMON, DIRETO DA ALEMANHA, APRESENTA ESSAS NOVAS MARAVILHAS DA TECNOLOGIA AUTOMOTIVA




Por Fernando Calmon

Em Hamburg, Alemanha




Mercedes-Benz 
Classe E Coupé e Cabriolet 

Encontro de esportividade e elegância 


Lançada em 2009, a atual geração do Mercedes-Benz Classe E recebeu uma grande reformulação em fevereiro deste ano, quando surgiu o sedã de quatro portas. 

Em geral, as mudanças depois do quarto ano são consideradas de meia geração, mas a fábrica foi além. 

Investiu pesado em mudanças profundas, ao se considerar que em 2015, no máximo 2016, surgirá a efetiva nova geração do W212 (código interno de projeto).

Agora chegou a vez das versões Coupé e Cabriolet que, ao lado da station wagon, completam a família E. 

Esta é penúltima da gama de automóveis que inclui, por ordem de tamanho, A, B, C e a de topo, S, que teve sua avant-première mundial (estática), também em Hamburgo, Alemanha.

Quase todas as peças metálicas da carroceria, para-choques, grades e conjuntos óticos estão renovados. 



O Coupé mostra a elegância clássica da marca: capô longo, atraente desenho em arco do teto e traseira de linhas robustas.

Acrescentou pitadas de ousadia, pois se trata do único modelo nessa categoria sem coluna central e janelas traseiras que abaixam totalmente.


Por sua vez, o Cabriolet oferece quatro lugares, capota de lona de alta qualidade como manda a tradição da marca no segmento, janelas de trás de todo recolhíveis e linha de cintura que sobe de forma suave até a tampa do porta-malas.

Houve intenção de manter os tradicionais quatro faróis do Classe E, no caso dois focos de luz atrás de cada lente. No facho baixo, de série, exclusivamente LEDs (diodos emissores de luz) e no facho alto, são opcionais. 

Grandes tomadas de ar nos para-choques e friso horizontal cromado na grade, interrompido pela estrela de três pontas, vinculam claramente as diferenças para o sedã.


Capricho foi especial na escolha de materiais de acabamento interno (madeira e alumínio autênticos). Destaques para quadro com três instrumentos circulares e a tela multimídia colorida central de seis polegadas. Sem esquecer o toque nostálgico (em moda) do relógio analógico no meio do painel.

Tecnologia de ponta
Capítulo à parte é o poço de tecnologia que aproxima os Classes E e S. Começa pela câmera estéreo, colocada na seção elevada central do para-brisa, com visão tridimensional 50 metros adiante e monitoramento adicional de 500 metros. 

Suas informações e mais as de radares e sensores detectam tráfego à frente e transversal, pedestres e sinalização pública vertical e horizontal para criar uma classificação espacial do que se move em torno do automóvel.

Riscos de colisão com o veículo à frente são prevenidos por esses recursos, aliados ao sistema adaptativo de freio. 

Também permite seguir outro carro de forma semiautônoma, pois comanda a direção desde que em ângulos de esterço pequenos. Até 50 km/h os freios atuam para evitar atropelamento, se o motorista não reagir a tempo. 


Em risco de colisão iminente na traseira do Classe E, o pisca-alerta é acionado de forma automática. 

Pouco antes de um choque inevitável, também o freio de estacionamento autoatua a fim de diminuir solavanco aos ocupantes (risco de lesão cervical) e acidentes secundários, quando o carro é empurrado para frente ou para os lados.

O assistente de permanência na faixa agora monitora o tráfego contrário ou paralelo (em rodovias multifaixas). Se há hipótese de colisão, os freios de apenas um lado são auto-acionados. 

Assim não depende mais apenas de pintura no asfalto, vigiada pela câmera, para manter a trajetória, se o motorista erra ou se distrai. 

Aliás, o monitoramento de atenção ou cansaço ao volante foi aperfeiçoado: age em velocidades mais altas que antes e informa nível de distração e tempo acumulado de direção desde a última parada.

Agora, a reprodução no painel das placas indicativas de velocidade, que funciona muito bem na Europa, inclui sinais de proibição de ultrapassagem e de restrição de acesso. 

O Classe E só deve ao Classe S o sistema de visão noturna com mais recursos e a possibilidade da câmera estéreo vislumbrar buracos ou desníveis na pista, seguido de comando para prévia adaptação das suspensões pneumáticas do modelo topo da linha.

Motores e câmbios
Com objetivo de cobrir todas as opções de mercado, a Mercedes-Benz oferece seis motores a gasolina, de quatro cilindros em linha, V-6 e V-8, todos com turbocompressor (potências entre 184 cv e 408 cv), além de três a diesel (de 170 cv a 252 cv).

Para o Brasil, o motor de 4 cilindros do E200 (2 litros/184 cv) pode abrir as escolhas, mas o E400, novo V6 com dois turbocompressores (3 litros/333 cv), deve atrair interessados.

Há dois câmbios possíveis: automático convencional, sete marchas, de funcionamento eficiente e manutenção estendida; em breve, versão manual de seis marchas de acionamento suave e curso curto, para público específico. 

Por aqui, nem pensar em câmbio manual. O mercado permanece focado em automáticos, quando se trata de modelos acima de R$ 100.000.

A fábrica destaca que se o motorista usar as hastes de comando atrás do volante para subir ou descer marchas, o sistema volta, depois de certo tempo sem manuseio, para o modo automático, mais eficiente em economia de combustível. Não é novidade, pois outros modelos de várias marcas apresentam recurso igual.

Ao volante
Foram duas viagens de testes, de 250 quilômetros cada: uma com o Classe E Coupé e outra com o Cabriolet. 

A primeira entre Hamburg e a ilha de Sylt, aonde se chega depois de colocar os carros em vagões de trem, numa travessia de meia hora. No dia seguinte, de ferryboat até a vizinha Dinamarca e volta a Hamburb, Alemanha.

O Coupé foi construído para dar conforto a quem viaja nos bancos dianteiros. Atrás, o espaço para as pernas é bem pequeno, embora o acesso, facilitado: banco elétrico desliza automaticamente para frente ao destravar o encosto. 

Sem a coluna central, a ancoragem do cinto de segurança fica muito atrás. Mas, os ocupantes ficam dispensados de qualquer ato de contorcionismo graças ao suporte elétrico deslizante para o cinto, logo ao fechar a porta.

A exemplo dos novos Mercedes-Benz, a alavanca do câmbio automático migrou do console para a coluna de direção. Isso simplifica o acesso aos comandos e, claro, significa uma volta ao passado. 

Alguns acham que retira “esportividade”. Nada de errado: outras marcas não aderiram, mas no Ferrari 408 Itália também é assim. Caixa de direção dispõe de variações de assistência elétrica com a velocidade e de relação de redução em função do ângulo de esterço. 

Na prática, melhora a estabilidade direcional e mantém conforto em qualquer situação. Por enquanto é opcional, mas de série no futuro, informa o fabricante.

Firmeza correta em qualquer superfície mostra a qualidade das suspensões, com amortecedores adaptativos. 

Mas pode-se encomendar o sistema de controle eletrônico que, ao comando de um botão, ajusta as suspensões para uma condução mais esportiva ou mais voltada ao conforto.

Ao E400, estavam reservadas as maiores emoções, claro. As sensações, pelas respostas do acelerador, são de um V-8 e não de um V-6. 

Os quases 50 kgf∙m de torque surgem a apenas 1.400 rpm e se mantêm nesse nível até 4.000 rpm. 


Segundo a fábrica, o Coupé acelera de 0 a 100 km/h em 5,2 s e a velocidade máxima é limitada a 250 km/h (acordo entre marcas alemãs).

Grau de isolamento acústico do Cabriolet é de alto nível. Para reduzir o incômodo do vento, ao recolher a capota, há o recurso (opcional) de diminuição de turbulência: pequeno painel entre os encostos de cabeça traseiros, acionado automaticamente acima de 40 km/h. 

Sem esquecer, como em outros conversíveis da marca, do insuflamento de ar aquecido na região do pescoço do motorista e acompanhante.

Preços na Alemanha
Coupé: 42.661 a 53.312 euros (R$ 113.470 a 136.543)

Cabriolet: 47.600 a 58.191 euros (R$ 126.616 a 154.788)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

A MAIOR COMPETIÇÃO MUNDIAL DE PÓS-VENDA, VISTA 2012/2013, PROMOVIDA PELA VOLVO CAMINHÕES, OCORRIDA NA FINLÂNDIA, TEVE UM BRASILEIRO ENTRE OS VENCEDORES: MATHEUS HENRIQUE D'ÁVILA FOI ELEITO "MELHOR LÍDER DE EQUIPE". A META DO VISTA É AUMENTAR O CONHECIMENTO DOS FUNCIONÁRIOS DE PÓS-VENDA


Matheus Ávila (2º da esquerda para direita) com equipe


Uma equipe da Finlândia foi a vencedora da etapa mundial do VISTA 2012/2013, maior competição mundial de pós-venda promovida pela Volvo. 

O brasileiro Matheus Henrique de Ávila, da concessionária Dipesul, de Canoas, recebeu o prêmio de Melhor Líder de Equipe.

“Este prêmio reflete um trabalho que estamos realizando em nossa rede de concessionários, de desenvolvimento de lideranças e formação de equipes sintonizadas. Quando a gente fala em satisfação de cliente, necessariamente estamos falando de trabalho em equipe”, comemora Rogério Rôa, gerente de Desenvolvimento de Concessionárias da Volvo na América Latina.

“O prêmio é consequência da sintonia e do bom trabalho da equipe. O líder só tem destaque se os liderados forem bons”, argumenta Matheus Ávila.

Três equipes da América Latina, duas do Brasil e uma do Equador participaram da final mundial do Vista, realizada em Gotemburgo, na Suécia, na semana passada. 

As equipes latino-americanas conquistaram ao 10º lugar (Treviso Betim), o 14º (Dipesul, Canoas) e o 18º (Macasa, Equador). “Nossos mecânicos estão entre os melhores do mundo”, destaca Rôa.

O VISTA da Volvo Trucks e Buses, maior competição deste tipo no mundo, iniciou em setembro do ano passado com mais de 17 mil participantes de 93 países. Por meio de uma série de rodadas teóricas e semifinais práticas regionais, a competição foi gradualmente reduzida para 32 equipes de todo o mundo.

As equipes foram testadas por suas habilidades de trabalharem juntas, resolver problemas e seguir instruções com base nas diretrizes Volvo, qualidades necessárias para assegurar um atendimento de alta qualidade para clientes.

Estima-se que até a realização das finais, o VISTA havia gerado cerca de 475.690 horas de treinamento extra para o pessoal de pós-venda da Volvo Trucks e Volvo Buses.

“O VISTA é uma parte vital do trabalho permanente em desenvolvimento de competência realizado pela Volvo Trucks e Buses. Os resultados serão agora usados no treinamento global pela Volvo Trucks e Buses com um programa de desenvolvimento de competência para maximizar a qualidade total de nossos serviços de pós-vendas para nossos clientes,” diz Hayder Wokil, diretor de qualidade para a Volvo Trucks.


Resultados Finais VISTA 2012-2013


Primeiro lugar: Team Harju, Finlândia

Segundo lugar: NTC 1, Suíça

Terceiro lugar: MC Hammers, Reino Unido

Melhor espírito de equipe: Benecia, Coréia

Melhor líder de equipe: Matheus Henrique de Ávila, Brasil

Melhor equipe estreante: Wetteri Power Oy, Finlândia

Sobre o VISTA
O VISTA é a maior competição para pessoal de pós-vendas no mundo. A competição iniciou em 1957, para mecânicos Volvo na Suécia e se tornou um internacional. 

A meta do VISTA é desenvolver o conhecimento e as habilidades dos colaboradores e assim melhorar os serviços de pós-venda para clientes. 

A competição é aberta a todo colaborador da área de pós-venda na rede global de atendimento da Volvo Trucks e Volvo Buses. O VISTA 2012-2013 foi o maior já realizado, com mais de 17.000 participantes.

A ANFAVEA ANUNCIOU QUE JÁ SÃO 20 MILHÕES OS CARROS FLEX NO BRASIL.PENA QUE A DIFERENÇA ENTRE O PREÇO DA GASOLINA E DO ÁLCOOL SEJA INSIGNIFICANTE E NÃO COMPENSE ABASTECER OS CARROS COM ETANOL. NOSSO COLUNISTA FERNANDO CALMON LEMBRA A TRAJETÓRIA DO ÁLCOOL COMBUSTÍVEL NO PAÍS


Carros com motores flex 
já são 20 milhões


Fernando Calmon

A indústria automobilística completou dia 28/6 a produção de 20 milhões de veículos equipados com motores flexíveis no uso de etanol e gasolina. 

Esse marco foi anunciado pelo presidente da Anfavea, Luiz Moan, durante a Ethanol Summit 2013, conferência de cúpula internacional sobre o setor sucroenergético. É organizada pela Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), a cada dois anos, e está na quarta edição.

Uma das tecnologias em que a engenharia brasileira mais avançou, nos últimos tempos, foi a de motores simplificadamente chamados de flex. 

A primeira experiência no Brasil teve início em 1993, mas não prosperou. O primeiro carro, um VW Gol, surgiu em março de 2003 com motor de 1.6 litro. Passou-se, de novo, uma década e a trajetória alcançada foi realmente impressionante.

Os números são grandiosos: a oferta cobre mais de 90% dos modelos à venda, inclusive importados; a frota circulante de veículos leves equipados com motores flex corresponde a quase 60% do total e pode chegar a 80% em menos de cinco anos.

Como o Brasil se tornou o quarto maior comprador mundial de veículos, atrás apenas da China, EUA e Japão, o interesse em conhecer mais sobre o etanol ultrapassou as nossas fronteiras. 


Marcas da China, Coreia do Sul e México passaram a desenvolver no exterior motores específicos para equipar os carros exportados para cá. 

A oferta total de motores flex disponíveis no mercado brasileiro, atualmente, atinge mais de 200 modelos, de 15 marcas, entre nacionais e importados.

Ao longo de uma década de desenvolvimento tecnológico estes motores se mostraram confiáveis e robustos, fruto da especialização que engenheiros brasileiros adquiriram no desenvolvimento das unidades a etanol puro, no final dos anos 1970 e durante os anos 1980. 

Desafios foram grandes, em especial para manter o funcionamento equilibrado entre os dois combustíveis.

Depois da primeira geração, surgiram outras três: aumento de taxa de compressão, maior capacidade de gerenciamento eletrônico e dispensa de uso de gasolina nas partidas em dias mais frios. 

Criaram-se alguns mitos em torno dos flex. No entanto, foram superados ou não passavam mesmo de lendas.

Apesar do bom estágio atual dos motores, há grandes evoluções que surgirão nos próximos anos. 

Decisiva será a adoção da injeção direta de combustível, já disseminada para gasolina no exterior. 

Na Europa, fornecedores têm tudo pronto para o combustível E85 (85% de etanol anidro e 15% de gasolina). 

Surgiram dúvidas sobre a adaptação ao biocombustível brasileiro, o E100 hidratado puro. 

Na realidade, tanto fabricantes de componentes como de automóveis já têm soluções em vista e nos próximos dois ou três anos novos motores poderão ser lançados.

Maior avanço, porém, acontecerá ao combinar injeção direta e turbocompressor. Especificamente para o etanol o salto será relevante, por aproveitar melhor que a gasolina esses dois recursos. 

Com ajuda da eletrônica, pode-se ajustar a equação consumo/desempenho de tal forma a melhorar a atual relação de competitividade entre os preços dos dois combustíveis. 

Significa que mesmo que o combustível vegetal custe 75% do preço da gasolina, ainda será viável sua escolha na hora de abastecer. Hoje, referência é de 70%.

De início, o custo de um motor flex com tecnologia mais sofisticada pode ser um tanto alto. 

Mas a tendência será de redução pelo aumento das escalas e incentivos fiscais já previstos no novo regime automobilístico Inovar-Auto, que estará em vigor no período 2013-2017.

Nos últimos três anos, uma série de acontecimentos ligados à crise financeira internacional iniciada em 2008, fatores climáticos que afetaram a produção de cana-de-açúcar e ao desequilíbrio entre os preços relativos de etanol e gasolina – assuntos amplamente discutidos durante a Ethanol Summit 2013 – diminuíram a demanda pelo combustível verde.

Entretanto, a Unica, maior organização representativa do setor de bioetanol e açúcar do Brasil, fundada em 1997 no estado de São Paulo, criou uma campanha institucional inédita de valorização do combustível visando ao consumidor final.

Iniciada em novembro do ano passado e replicada este ano os proprietários de automóveis receberam mensagens positivas e bem-humoradas. 

Destacou-se a importância do etanol para a preservação do meio ambiente, redução das emissões de gás carbônico responsável pelo efeito estufa e consequente mudanças climáticas, melhoria da qualidade do ar nas cidades e aumento do desempenho dos motores.

Um século de história
Flexibilidade de abastecer o mesmo tanque com combustível de origem vegetal ou fóssil remonta ao início do século passado, por volta de 1910. 

O emblemático Ford modelo T, que popularizou os automóveis nos EUA e no mundo, podia usar um ou outro combustível. Em seguida o preço da gasolina caiu e, por essa razão, a experiência não prosseguiu.

Essa tecnologia ressurgiu ainda nos EUA, no início dos anos 1980, com metanol/gasolina e, inicialmente, sem flexibilidade total: não admitia mistura em qualquer proporção entre os combustíveis. 

O estímulo veio do governo americano. A ideia foi permitir que a produção de automóveis com motor flex compensasse, em parte, a de motores a gasolina de alta potência e consumo. 

De 1985 a 1992, fabricaram-se apenas 705 unidades para testes no Estado da Califórnia e também no Canadá. Produção seriada de motores E85/gasolina começou em 1996.

Hoje, os EUA produzem cerca de 900.000 unidades anuais de automóveis e comerciais leves flexíveis; o Brasil, 3,5 milhões. 

A frota brasileira de veículos com estes motores, atualmente, é duas vezes maior que a americana, embora a fabricação aqui tenha começado sete anos depois.

Torna-se necessário, no entanto, valorizar a importância histórica do Proálcool, lançado pelo governo federal em 1975. Foi o maior programa de combustível alternativo já implantado em um país. 

Em julho de 1979, o primeiro carro a etanol puro, um Fiat 147, recebeu homologação oficial. 

Ao longo dos anos 1980, motores abastecidos unicamente a etanol chegaram a representar mais de 90% dos modelos vendidos no Brasil. Produziram-se mais de cinco milhões de unidades até 1995.

ESTA NOTÍCIA É DO TIPO QUE INTERESSA A QUEM TEM CARRO, PRETENDE TROCÁ-LO POR UM NOVO OU COMPRAR UM PELA PRIMEIRA VEZ: UM DOS PROBLEMAS DURANTE ANOS DOS CARROS PRODUZIDOS NO BRASIL ERAM DE DURABILIDADE E CONFIABILIDADE. AS CARROCERIAS ENFERRUJAVAM FACILMENTE, OS DEMAIS ELEMENTOS SOFRIAM DESGASTES PRECOCES, MAS FELIZMENTE, HOJE, ESSAS PREOCUPAÇÕES REDUZIRAM-SE MUITO E A TENDÊNCIA É TERMOS CARROS FABRICADOS NO BRASIL CADA VEZ DE MELHOR QUALIDADE. A FORD, VISANDO, EXATAMENTE, OBTER ALTOS PADRÕES DE QUALIDADE DE SEUS CARROS, CRIOU ROBÔS PARA TESTES AVANÇADOS DE DURABILIDADE DOS VEÍCULOS. E POR ISSO ESTÁ DE PARABÉNS, MAS, POR ENQUANTO, ESSES TESTES SÃO FEITOS APENAS NOS ESTADOS UNIDOS E PRECISAM CHEGAR AO BRASIL, RAPIDAMENTE.


A Ford criou o primeiro programa da indústria de direção de veículos por robôs para a realização de testes acelerados de durabilidade. 

A tecnologia já é usada no Campo de Provas da Ford, em Romeo, nos Estados Unidos, para o desenvolvimento de veículos comerciais. 

A fase piloto do programa serviu, recentemente, para os testes de durabilidade da futura Transit, que será lançada nos Estados Unidos em 2014.


"Alguns testes que fazemos nos nossos veículos comerciais são tão rigorosos que limitamos a participação de motoristas humanos", diz Dave Payne, gerente de desenvolvimento de veículos. 

"O desafio é completar os testes dentro dos prazos mantendo o conforto dos nossos motoristas e os testes com robôs permitem fazer as duas coisas. Aceleramos os testes de durabilidade e aumentamos a produtividade de outros programas, deslocando os motoristas para áreas como testes de ruído e dinâmica veicular."

O módulo robótico instalado no veículo permite controlar a direção, aceleração e frenagem, como mostra o vídeo disponível neste link. 


Ele é programado para seguir um curso predeterminado, enquanto a posição do veículo é monitorada por câmeras e GPS em uma sala central. 

Se o carro sai da rota programada, os engenheiros podem pará-lo, fazer as correções e reiniciar o teste. 

Os sensores a bordo também podem parar totalmente o veículo caso um pedestre ou outro veículo cruze o seu caminho.


Durante os testes, os veículos dirigidos por robôs passam repetidamente por pistas com vários tipos de traçado e obstáculos. 

Eles são capazes de reproduzir 10 anos de uso severo diário em percursos de algumas centenas de quilômetros, que incluem concreto quebrado, guias, grades de metal, cascalho, poças de lama e grandes lombadas.

Todos os veículos comerciais da Ford precisam passar por essa bateria de testes de durabilidade antes de serem certificados para venda. 


Até agora, a velocidade e a repetibilidade dos testes em determinados cenários era limitada pelas restrições dos motoristas humanos, que só podem dirigir nesses percursos rigorosos uma vez por dia.

O uso de robôs permite acelerar os testes e realizar um número ilimitado de repetições até que os engenheiros estejam satisfeitos com os resultados. 

Além disso, possibilita o desenvolvimento de testes de durabilidade ainda mais rigorosos. Os robôs foram desenvolvidos pelos engenheiros da Ford em parceria com a empresa Autonomous Solutions.

"Estamos empolgados em trabalhar com a Ford no teste autônomo de veículos", diz Mel Torrie, presidente da Autonomous Solutions. 

"Além de contribuir para as metas de segurança e qualidade dos veículos, os avanços de confiabilidade, durabilidade e desempenho que conseguimos com a Ford também vão melhorar a automação veicular em outras áreas, como mineração, agricultura e uso militar", completou.

Os engenheiros da Ford projetaram e desenvolveram a tecnologia robótica com dois objetivos em mente: proteger os motoristas humanos e tornar os seus veículos comerciais ainda mais fortes.

"A meta não foi desenvolver um veículo realmente autônomo capaz de dirigir sozinho nas ruas", duz Payne. 

"Nosso objetivo foi criar uma solução para a realização de testes intensos que levam os veículos aos limites mais extremos, garantindo a segurança de todos os envolvidos", explicou.


PEUGEOT 208 T 16 BATE RECORD DA SUBIDA DE PIKES PEACK, NA CALIFÓRNIA. AUTOR DA PROEZA FOI SÉBASTIEN LOEB.


O ar rarefeito do monte Pikes Peack, na Califórnia, não impediu que o piloto da Peugeot, Sébastian Loeb, um verdadeiro mito do automobilismo mundial, batesse o record da famosa subida do na com o protótipo 208 T16, em 8min13s878.

Loeb derrubou a marca anterior obtida, no ano passado, pelo piloto Rhys Millen, de  9 min 46 s164 centésimos. O Pikes Peack é a segunda competição mais antiga dos Estados Unidos - a primeira foi as 500 Milhas de Indianápolis - e a mais perigosa e complicada do mundo.

2013 marca o retorno da Peugeot a Pikes Peak desde os títulos conquistados no fim da década de 80, com o lendário Ari Vatanen e o norte-americano Bobby Unser.

Antes, outros seis recordes foram batidos na divisão de motocicletas, que compreenderam a primeira parte da tomada de tempos deste domingo no Colorado. O traçado incrível de Pikes Peak inicia com 1.440 m de altitude e termina com 4.300 m, 


domingo, 30 de junho de 2013

ESTADUAL DE KART EM VOLTA REDONDA DEFINE VENCEDORES DE MAIS UMA ETAPA

Crédito Foto: Luiz Pinheiro

O kartódromo de Volta Redonda, neste final de semana, foi palco das disputas no Estadual de Kart, com a realização da segunda rodada do Campeonato de 2 Tempos e a quarta do 4 Tempos. 
Foram duas provas para cada categoria. Os vencedores foram:

Super Sport – Guilherme Jordan e Alexandre Odo

F4 Light – Pedro Luca venceu as duas provas

F4 – Marcos Rodrigues venceu as duas provas

Cadete – Guilherme Oliva e Pedro Braga

F400 Graduado – Matheus Santanna e Eduardo Kozlowski

F400 Sênior – Cesar Bastos e Fábio Padareco

Sprinter – Alexandre Mattea venceu as duas provas

Sênior – Fernandes Onassis e Cristiano Matheis.

GUILHERME SPINELLI COLOCA O BRASIL NA HISTÓRIA DOS X GAMES PILOTANDO UM MITSUBISHI EVO XTR DA X TEAM MITSUBISHI RACING


O piloto Guilherme Spinelli conseguiu um feito incrível e entra para a história ao ser o primeiro brasileiro a disputar as finais do rallycross dos X Games, considerada a olimpíada dos esportes radicais. 

O feito aconteceu, hoje, em Munique, na Alemanha, onde foi disputada a terceira etapa da categoria, que fica marcado na história do automobilismo brasileiro. 

"Foi uma experiência muito emocionante", garante Spinelli. "Estou realmente muito feliz com esse resultado e já vicei nessa categoria", completa.

Na etapa classificatória, Guiga ficou na quarta colocação e foi para a repescagem lutar por uma vaga na final. 

"Foram várias batidas na minha frente e consegui ir me livrando de todas e ganhando posições. Não esperava ir para a final. Quando vi, estava ao lado dos melhores pilotos do mundo. Foi muito legal", comemora.

A bordo do Lancer Evo XTR da X Team Mitsubishi Racing, Guiga fez sua estreia no rallycross no último sábado, quando foi realizada a etapa em substituição à prova de Barcelona, cancelada por conta das chuvas. Foi o primeiro contato que o piloto brasileiro teve com esse carro de quase 500 cv.

E hoje, mais habituado com o traçado e com a potência do Lancer Evo XTR, Guiga estava mais confiante e conseguiu um resultado extraordinário ao terminar a prova entre os sete melhores.

"A X Team Mitsubishi Racing é uma equipe nova e o carro ainda tem muito potencial para evoluir. Temos tudo para sermos competitivos. Espero, em breve, ter essa oportunidade novamente. Foi realmente espetacular", garante o piloto, que alterna a pilotagem das etapas com Nelsinho Piquet, que fez sua estreia na categoria na etapa de Foz do Iguaçu.

Em menos de um mês, Guiga Spinelli já tem outro desafio nas pistas. Ele parte para o Rally dos Sertões, maior prova do off-road do Brasil onde ele é o maior vencedor, com quatro vitórias.

O X Team Mitsubishi Racing tem o apoio de Petrobras e os patrocínios de Mitsubishi, SKY e Outback.

Vídeo
Veja como foi o primeiro dia de Guiga Spinelli com o Lancer Evo XTR
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=VXVEPd1OrBE


FICHA TÉCNICA - PETROBRAS MITSUBISHI EVO XTR
Motor: 2.0L MIVEC Turbo (Garrett TR30R)
Potência: aproximadamente 475 cavalos
Câmbio: sequencial, seis marchas
Tração: integral
Suspensão: Exe-tc
Rodas: Enkei Nt03+M
Pneus: Cooper RallyCross
Freios, pinças e rotores: AP Racing
Capô e asa traseira: fibra de carbono
Portas, parachoques, carroceria traseira e paralamas: material composto
Painel: fibra de carbono
Banco, cinto, extintor e santantonio: de acordo com as especificações da FIA

Calendário do Global RallyCross em 2013

3ª etapa - 27 a 30 de junho - Munique (Alemanha)
4ª etapa - 10 a 13 de julho - New Hampshire (Estados Unidos)
5ª etapa - 17 a 20 de julho - Bristol (Estados Unidos)
6ª etapa - 31 de julho a 3 de agosto - Los Angeles (Estados Unidos)
7ª etapa - 7 a 10 de agosto - Atlanta (Estados Unidos)
8ª etapa - 19 a 22 de setembro - Charlotte (Estados Unidos)
9ª etapa - data a definir - Las Vegas (Estados Unidos)

GAMES
Criados em 1995, nos Estados Unidos, com o nome The Extreme Games, os X Games são considerados a Olimpíada dos esportes radicais. 

O evento é reconhecido no mundo todo como referência em esportes de ação. A partir de 2013, os X Games passam a ter seis eventos ao redor do mundo, com Foz do Iguaçu se juntando a Aspen (EUA), Tignes (FRA), Barcelona (ESP), Munique (ALE) e a cidade-sede Los Angeles (EUA). 

No Brasil, os melhores atletas das modalidades Moto X, Global RallyCross, Skate e BMX disputarão medalhas de ouro, prata, bronze e prêmios em dinheiro em 15 competições. 

No GRC, categoria do X Team Mitsubishi Racing, 16 pilotos correm em uma pista que se alterna entre asfalto e terra. 

Na briga pelo ouro, são classificados dez pilotos para a fase final. Eles disputam uma corrida de seis voltas, na qual vence quem ultrapassar primeiro a linha de chegada.

MITSUBISHI
A Mitsubishi Motors do Brasil, presente no País, há 23 anos, é a única operação industrial de veículos Mitsubishi no mundo que não pertence à marca japonesa. 

Com uma fábrica instalada em Catalão (GO), a MMCB conta hoje com mais de 180 concessionárias, que levam veículos de última geração e todo o espírito inovador da marca para os vários cantos do território nacional. 

No segmento esportivo, organiza os ralis Mitsubishi Motorsports, Mitsubishi Outdoor e Mitsubishi Cup, além da competição de pista Mitsubishi Lancer Cup, e apoia atletas de ponta, como a dupla da Equipe Mitsubishi Petrobras, Guiga Spinelli e Youssef Haddad, o velejador Beto Pandiani, o surfista Carlos Burle, o multiesportista Luis Roberto Formiga, o alpinista Rodrigo Raineri, o paraquedista Luigi Cani e o piloto Ulysses Bertholdo.

PETROBRAS
A primeira vez que a Petrobras exibiu sua logomarca em uma competição esportiva foi em 1956, na corrida de estreia das Mil Milhas Brasileiras de automobilismo. 

Atualmente, os patrocínios da estatal a competições automobilísticas estão alinhados ao Programa Petrobras Esporte Motor, que tem como principal objetivo apoiar o automobilismo/motociclismo por meio da cooperação tecnológica e/ou patrocínios a eventos incluindo fornecimento de combustíveis e/ou lubrificantes, utilizando as competições como campos de pesquisas e desenvolvimento dos nossos produtos permitindo que os mesmos sejam testados e aprovados por quem os utiliza sob as condições mais rigorosas. 

Entre as categorias em que a Petrobras está presente podem ser citadas a Copa Petrobras de Marcas (Turismo), a Fórmula Truck (Caminhões), a Equipe Mitsubishi Petrobras (Rali), a Moto 1000 GP, a Seletiva de Kart Petrobras (Kart) e a Baja SAE Brasil-Petrobras.


ESTÃO ABERTAS ATÉ O FINAL DE AGOSTO AS INSCRIÇÕES PARA O PROGRAM DE TRAINEES VOLKWAGEN 2014. OS CANDIDATOS DEVEM INSCREVER-SE PELO SITE DA MARCA: www.vw.com.br/pt/institucional/RecursosHumanos/Programa_de_Trainee.html. O CURSO DURA 18 MESES E COMEÇA DIA 13 DE JANEIRO, DO PRÓXIMO ANO.

Volkswagen oferece carreira na empresa. Candidatos devem ter dois anos de formados e inglês ou alemão fluente.

Para participar do Programa de Trainees Volkswagen 2014, os interessados devem realizar as inscrições no site da empresa até o final de agosto de 2013: 


www.vw.com.br/pt/institucional/RecursosHumanos/Programa_de_Trainee.html
Em sua quarta edição, o programa oferece 20 vagas, nas diversas áreas da empresa, como Planejamento do Produto, Desenvolvimento do Produto, Operações (Manufatura), Qualidade Assegurada, Compras, Finanças, Recursos Humanos e Vendas & Marketing.
Com o slogan “Se você tem paixão por carros, aqui é seu lugar.”, o Programa de Trainee tem um plano estruturado de desenvolvimento com mais de 150 horas de treinamento, atividades específicas e “job rotation” em várias áreas. 

“A Volkswagen oferece ao trainee a possibilidade de desenvolver uma carreira sustentável dentro da empresa, atuando em outras áreas e criando oportunidades que correspondam às suas expectativas profissionais”, destaca o gerente executivo de Educação Corporativa da Volkswagen do Brasil, Raimundo Ramos.

O Programa de Trainee da Volkswagen tem duração de 18 meses com início marcado para 13 de janeiro de 2014. 

As vagas estão distribuídas entre as unidades de São Bernardo do Campo (SP), Taubaté (SP), São Carlos (SP), Vinhedo (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Para concorrer, o candidato precisa ter, no máximo, dois anos de formado, inglês fluente e o idioma alemão é um diferencial importante, bem como experiência profissional.

Seleção dos candidatos
A Volkswagen fez uma parceria com a Across Consultoria para realização do processo seletivo dos trainees, que ocorrerá em três fases:
1. Provas online, acontecem nos meses de julho a agosto e inclui testes de idioma (inglês ou alemão), raciocínio lógico e conhecimentos específicos.

2. Dinâmicas em grupo, entrevistas de competência para os aprovados nessa fase e avaliações orais de inglês e alemão, quando declarado.

3. A etapa seguinte, em outubro e novembro, contará com painel de negócios, testes de informática e entrevistas finais com os gestores.

Em dezembro, os 20 candidatos aprovados farão uma visita à fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo e participarão de um test-drive com veículos da marca, para conhecerem melhor os produtos da marca.
Durante o programa, os trainees são avaliados semestralmente. Além disso, recebem diversos benefícios, entre eles remuneração competitiva, participação nos resultados, desconto na compra de veículos da marca, previdência privada, assistências médica e hospitalar, refeição no local e transporte fretado subsidiados.

O NÚMERO DE VEÍCULOS ELÉTRICOS CIRCULANDO PELAS ESTRADAS E CIDADES NO MUNDO É DE FATO CADA VEZ MAIOR.E A ATENÇÃO DAS FÁBRICAS PARA ESSES VEÍCULOS É TAMBÉM CADA DIA MAIOR. NOS PRÓXIMOS DIAS 2 E 3 DE JULHO, SERÁ APRESENTADO NA FEIRA EXPOEFICIÊNCIA ENERGÉTICA, EM SÃO PAULO, O QUE HÁ DE MAIS MODERNO NO SETOR




A Mes Eventos vai mostrar que os veículos elétricos já são uma realidade no mundo atual, nos dias 2 e 3 de julho, na ExpoEficiência Energética, feira de equipamentos, tecnologias, produtos e serviços voltados à eficiência energética nas empresas. 

O evento acontecerá no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.
Três milhões de veículos leves elétricos deverão circular pelo mundo em 2020. 

Em 2025, serão 10 milhões e, e em 2030, esse número deve chegar a 19 milhões de unidades, de acordo com um estudo da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE).


No Brasil, a tendência é que a quantidade também cresça se considerarmos que para ter direito aos descontos no IPI previstos pela politica automotiva, as montadoras terão de melhorar em, no mínimo, 12% a eficiência energética de seus veículos até 2017. 

Na Assembleia Legislativa do Paraná tramita um projeto que prevê a isenção de ICMS dos veículos de passageiros que contenham motores a combustão e elétricos.

Diante desse cenário de possibilidades, a troca de informações tecnológicas, o esclarecimentos de mitos e fatos em torno da questão do fornecimento, duração e abastecimento de energia, além da performance de tais veículos se torna urgente, tanto para o benefício ambiental, quanto para que esse tipo de tecnologia seja cada vez mais acessível à população.


A Mes Eventos, que este ano realiza a 9ª edição do Salão Latino Americano de Veículos Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias (entre 10 e 12 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo), vai levar à ExpoEficiência Energética uma prévia do que há de mais moderno em veículos elétricos, carros, motos, scooters, bicicletas, patinetes, entre outros.

Para Ricardo Guggisberg, diretor da Mes Eventos, os veículos elétricos deixam de ser protótipos e passam a ser uma realidade. 

“É importante que a população conheça as novas tecnologias que contribuem para a melhoria do cotidiano”, afirma. 

Guggisberg acredita que só com a popularização da mobilidade elétrica é que haverá um aumento na demanda desse tipo de veículo no mercado. “Dessa forma, teremos esta tecnologia cada vez mais acessível”, completa o executivo.




KSPG, FABRICANTE DE ELEMENTOS DE MOTOR REALIZA TREINAMENTO PARA TÉCNICOS DA AMÉRICA LATINA, NA SUA FÁBRICA EM SÃO PAIULO


Em sua planta de Nova Odessa, interior de São Paulo, a KSPG Automotive Brazil - fabricante de pistões, camisas, bronzinas, bielas, anéis, válvulas, filtros e bombas de óleo e água – irá inaugurar neste mês de junho, um Centro de Treinamento Técnico visando atender mecânicos e aplicadores de todo o Brasil e de outros países da América Latina.

Este centro de treinamento será dentro da própria empresa com espaço dividido para aulas teóricas e práticas. O curso abordará principalmente montagem e desmontagem de motores de ciclo Otto e diesel (recondicionamento).

O curso será realizado em quatro dias, totalizando 32 horas de treinamento, sendo dividido em 30% de aulas teóricas e 70% de aulas práticas. Cada turma contará em média com 10 profissionais – inclusive já estão inscritas turmas do Peru e Equador.

sábado, 29 de junho de 2013

A MAIORIA DOS MOTORISTAS CONSIDERA UM LUXO OU ATÉ MESMO DESNECESSÁRIO FAZER UM CURSO DE DIREÇÃO DEFENSIVA/EVASIVA, MAS COM CERTEZA, ABSOLUTA, O NÚMERO DE ACIDENTES SERIA MUITO MENOR SE MAIS CONDUTORES PASSASSEM POR ESSA PREPARAÇÃO, OU AS ESCOLAS DE CONDUÇÃO FORMASSEM MELHOR OS NOVOS MOTORISTAS. O CENTRO DE TREINAMENTO DE PILOTOS SUZANE CARVALHO COMEMORA 10 ANOS ENSINANDO MOTORISTAS A DIRIGIR MELHOR E LANÇANDO NOVOS PILOTOS DE CORRIDA. ASSISTA O VÍDEO.

Dirigido pela única mulher no mundo a conquistar um título na Fórmula 3, o Centro de Treinamento de Pilotos Suzane Carvalho completa, este mês de junho, 10 anos ensinando a milhares de motoristas profissionais e amadores e motociclistas técnicas de direção tão importantes para o dia-a-dia na condução de seus veículos e preparando centenas de novos pilotos para o esporte motor.
Assista o vídeo:

Suzane Carvalho ressalta que esse trabalho foi ampliado graças ao apoio da Honda que proporcionou a diminuição dos preços dos cursos de direção defensiva e evasiva e de pilotagem em carros de Fórmula, Turismo e Kart.


“O apoio da Honda, neste último ano, nos permitiu reduzir os valores dos cursos de Direção Preventiva/Defensiva/Evasiva e aumentar o número de motoristas atendidos", comentou


Suzane revelou que temos muito o que comemorar: "Primeiro, por formar tantos bons motoristas conscientes para as ruas, tanto de carros quanto de motocicletas; segundo por formar pilotos competitivos e campeões para as pistas; e terceiro porque, sobreviver 10 anos em um País onde não há apoio ao esporte motor, só mesmo sendo muito persistente. E o apoio da Honda foi fundamental para nossa sobrevivência”.


De acordo com Douglas Carvalho, diretor Executivo do Centro, que há três anos trabalha com Suzane, quem procura os cursos de Direção Defensiva/Evasiva são profissionais de segurança, de empresas que possuem frotas e até o motorista comum que acabou de tirar a carteira. "Esse trabalho é muito importante para ajudar a diminuir o índice de acidentes no País”, sentencia.


Suzane revelou que decidiu marcar o aniversário de 10 anos da escola concedendo descontos expressivos que chegam a 70% do valor do Curso de Direção Defensiva/Evasiva. "Alguns parceiros desta caminhada entraram na festa e com isso o CTPSC está sorteando, através de sua Fanpage, no Facebook, mais de 150 prêmios que vão desde brindes da Honda, produtos da Mahogany Cosméticos, Volta Rápida em um Drift Car de 465 cavalos e até um par de luvas do piloto de Fórmula Indy, campeão da última "500 Milhas de Indianápolis", Tony Kanaan", comemora. 

Para se habilitar aos brindes cuja lista completa está abaixo, basta acessar o link:

1 - 20 (vinte) contemplados com Kits de brindes da Honda contendo um boné, uma camiseta e uma toalha de rosto alusiva ao projeto Beach Clean.

2 - 30 (trinta) contemplados com frascos de 800 ml com sabonete líquido da Mahogany Cosméticos.

3 - 5 (cinco) contemplados com uma Volta Rápida em um Drift Car com o piloto Juba, em um Nissan Silvia S14 com motor Toyota 1JZ de 462 cavalos, em uma pista do interior de São Paulo (data a ser divulgada, em agosto).

4 – 10 (dez) contemplados com uma bateria com Kart de 13 hp do Kartódromo Internacional da Granja Viana, em São Paulo.

5 – 05 (cinco) contemplados com um par de vouchers para pai e filho, para uma bateria no Kart Indoor do Kartódromo Internacional da Granja Viana.

6 - 10 (dez) contemplados com um vale para participar de uma bateria de Kart no Point Kart do Rio de Janeiro, competindo com a Suzane Carvalho.

7 – 12 (doze) contemplados com uma bateria no mais novo superautorama do Point Kart, do Extra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

8 – 10 (dez) comtemplados com Kits de repositores de eletrólitos e vitaminas essenciais para atletas, da SUUM.

9 – 10 (dez) contemplados com uma camiseta do Centro de Treinamento de Pilotos Suzane Carvalho.

10 – 10 (dez) contemplados com o livro “Curso de Pilotagem de Kart – Pilotando e Acertando um Kart” de autoria de Suzane Carvalho.

11 – 1 (um) contemplado com um par de luvas do piloto vencedor das 500 Milhas de Indianápolis 2013 e Campeão da Fórmula Indy em 2004, Tony Kanaan.


Mais informações no site: www.CentroDePilotos.com.br.

A Escola de Pilotagem da Suzane Carvalho fica na Av. Ayrton Senna, 3010 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
Telefone:(21) 8128-9989
O horário de funcionamento é de segunda a domingo das 7 h às 18 h.



RIO DE JANEIRO E BARUERI VÃO RECEBER ETANOL DIRETAMENTE DA REFINARIA DE PAULÍNEA, ATRAVÉS DE UM DUTO, ATÉ O TERMINAL TERRESTRE DE RIBEIRÃO PRETO PARA VENDA EM POSTOS DE COMBUSTÍVEIS, ESSA AÇÃO FAZ PARTE DO PAC QUE PREVÊ INVESTIMENTOS DE R$ 7 BILHÕES PARA CONSTRUÇÃO DE MODAIS DUTOVIÁRIOS E HIDROVIÁRIOS BENEFICIANDO DIVERSOS ESTADOS.


A Petrobras já fez a primeira transferência de etanol hidratado das instalações da Logum Logística S.A., por um duto 24 polegadas de diâmetro e 206 km de extensão, operado pela Transpetro, que interliga o Terminal Terrestre de Ribeirão Preto à Refinaria de Paulínia (Replan).

O duto iniciará a operação comercial, em julho, e permitirá a venda do etanol hidratado em Paulínia e a sua transferência, através de outros dutos, para Barueri e o Rio de Janeiro.

A Petrobras é acionista da Logum, empresa constituída com o objetivo de implantar a infraestrutura necessária para o transporte de etanol - das regiões produtoras para o mercado consumidor brasileiro.
A Petrobras está comprometida com a instalação de uma rede de infraestrutura logística pioneira, com o objetivo de melhorar a competitividade do etanol brasileiro. 

A empresa é acionista da Logum juntamente com os sócios Camargo Corrêa Construções e Participações S.A., Copersucar S.A., Raízen Energia S.A., Odebrecht Transport Participações S.A. e Uniduto Logística S.A.

Esta é a primeira etapa de um empreendimento que integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), estimado em R$ 7 bilhões, constituído de modais dutoviário e hidroviário. 

A iniciativa permitirá a coleta de etanol dos centros produtores, principalmente dos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e São Paulo, e o transporte do combustível até os grandes centros consumidores do Sudeste do País, permitindo inclusive cabotagens e exportações.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

A MITSUBISHI TEVE UMA IDEIA EXCELENTE AO CRIAR O MITSUBISHI LANCER CUP, A ÚNICA CORRIDA NO MUNDO DESSE MODELO, QUE ACONTECE NO AUTÓDROMO VELLO CITTÀ, NO INTERIOR PAULISTA. NESTE FIM DE SEMANA SERÁ CUMPRIDA A 4ª ETAPA E A PISTA ESTARÁ ABERTA PARA OS DONOS DE LANCER EVOLUTION PODEREM TESTAR SEUS CARROS.


Velocidade, adrenalina e disputas muito equilibradas na pista. Esta é a Mitsubishi Lancer Cup, competição exclusiva de Lancer Evo R que chega à quarta etapa com muita emoção a cada curva.

"É muito bom ver a evolução dos pilotos a cada prova. Já passamos da metade do campeonato e as disputas serão cada vez mais emocionantes daqui pra frente, já que todos os carros são iguais", destaca Corinna de Souza Ramos, diretora de projetos especiais, da Mitsubishi Motors.


Na Lancer Cup, os pilotos estão a bordo do Lancer Evo R, desenvolvido no Brasil especialmente para a competição e derivado do carro quatro vezes campeão do World Rally Championship (WRC) e onze vezes campeão do Production Car WRC (P-WRC). 

Todos os carros são idênticos e a pilotagem faz toda a diferença para um bom resultado, o que torna as corridas ainda mais emocionantes.

"A categoria é muito boa e o carro super divertido. Quando estamos na pista, a adrenalina sobe e tira o estresse. É um privilégio poder participar", empolga-se o piloto Elias Jr., que venceu na última etapa e está na vice-liderança da classificação geral, atrás apenas de Bruno Mesquita.

Na sexta-feira, dia 5, os pilotos terão duas sessões de treinos livres. No sábado (6), será realizado o treino classificatório e duas provas distintas, ambas contando pontos para o campeonato.

"Sinto que minha pilotagem tem melhorado a cada prova. Como eu guiava na primeira etapa, não é como estou guiando agora. Mas tem alguns pontos que ainda vou corrigir", comenta Carlos Faletti, que lidera o campeonato na categoria Premium.


Lancer Evo Day
Junto com a Lancer Cup, a Mitsubishi Motors promove no sábado (6), o Lancer Evo Day, um track Day destinado exclusivamente a proprietários de Lancer Evolution. 

Na pista do autódromo Velo Città, os participantes podem testar seu próprio veículo e desfrutar de toda a tecnologia, potência, performance e esportividade em três baterias, além de acompanharem bem de perto as disputas da Lancer Cup.

"É um privilégio, pois essa oportunidade que temos aqui é única. Tanto minha esposa Patricia, como eu, temos o Lancer Evolution, e ir para o Velo Città acelerar o carro na pista, é algo único. A gente também passeia e trazemos amigos e parentes. Nos divertimos muito durante todo o fim de semana", conta o programador Rafael Del Rey, que veio de Volta Redonda (RJ) e participou da última edição do Evo Day.

Para mais informações e inscrições: lancerevoday@mmcb.com.br.


Lancer Cup - Sit&Drive
Seguindo o formato de sucesso utilizado nas categorias L200 Triton da Mitsubishi Cup, a Mitsubishi Lancer Cup conta com o formato sit&drive

Nele, os veículos da competição são alugados para os pilotos, possuem mecânica e preparação idênticas e, durante a temporada, toda manutenção e apoio necessários são feitos pela equipe de mecânicos e engenheiros da marca dos três diamantes.

Para mais informações e como participar da Mitsubishi Lancer Cup, acesse o site: www.lancercup.com.br ou envie um e-mail para: renatoperotti@mmcb.com.br.

Mitsubishi Drive Club
O Mitsubishi Drive Club é o complexo automobilístico lançado, em 2012, pela Mitsubishi Motors, em Mogi Guaçu (SP). 

O local abriga o exclusivo Autódromo Velo Città, o Mitsubishi Racing Center e uma pista off-road

Desta forma, os amantes do automobilismo têm ao alcance um local completo e de última geração, que engloba todos os tipos de modalidades, on e off-road, sendo o único no Brasil com essas características.


Mitsubishi Racing Center
Localizado dentro do complexo do Mitsubishi Drive Club, o Mitsubishi Racing Center é uma ampla área de convivência para pilotos e convidados. 

Com uma completa infraestrutura, o local conta com uma sala para realização de briefing, espaço para almoço e premiações, lounge para descanso dos pilotos, além de vestiários e loja com produtos de competição.

Autódromo Velo Città
O autódromo Velo Città, da Mitsubishi, está localizado em Mogi Guaçu, no interior de São Paulo. Construído dentro dos padrões exigidos pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e homologado pela CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), o local pode receber todos os tipos de competições oficiais.

Com 3.430 metros, cercado por matas preservadas e lagos, o traçado da pista conta com duas retas, sendo uma em descida seguida de uma curva em S e outra, mais longa, com quase 800 m de extensão, que termina em uma curva travada para a esquerda. 

Considerada uma pista muito técnica, possui ainda 14 curvas em sentido anti-horário, tanto travadas quanto rápidas.

Clique aqui e veja o vídeo de apresentação da Mitsubishi Lancer Cup.

A Mitsubishi Lancer Cup tem patrocínio de Castrol, Pirelli, BTG Pactual e Armura. Mais informações no site: www.mitsubishimotors.com.br
no Facebook Mundo Mit:(www.facebook.com/Mundomit) e 
no Facebook do autódromo Velo Città: (www.facebook.com/AutodromoVeloCitta).

Calendário 2013 - Mitsubishi Lancer Cup*
4ª Etapa - 06 de julho
5ª Etapa - 07 de setembro
6ª Etapa - 05 de outubro

* Calendário sujeito a alterações.


FORD JÁ PRODUZ O CAMINHÃO CARGO EXTRAPESADO EM SÃO BERNARDO DO CAMPO. É COM OS MODELOS CARGO 2042 E CARGO 2842 QUE A MARCA ENTRARÁ NO MERCADO DESSE SEGMENTO, A PARTIR DE AGOSTO.


A Ford apresentou a nova linha de caminhões Cargo para o segmento de veículos extrapesados, inaugurando a sua entrada nesta faixa de mercado no Brasil. 

As duas primeiras unidades do tipo cavalo-mecânico, formadas pelos modelos Cargo 2042 e Cargo 2842, deixaram a linha de montagem da fábrica de caminhões da Ford em São Bernardo do Campo, SP.

Além da apresentação inicial da nova linha, a Ford anunciou o relançamento dos caminhões F-350 e F-4000, no segmento de semileves e leves, respectivamente, previsto para 2014. Estes dois veículos comerciais são considerados ícones do seu segmento.


A solenidade de apresentação dos novos Cargo foi realizada na presença de diretores da empresa, líderes sindicais e trabalhadores da Operação de Caminhões da Ford. Os novos Cargo Extrapesados chegam ao mercado no início de agosto.

Caminhão global
Com capacidade para 56 toneladas, a linha de extrapesados Ford é formada por dois modelos: o Cargo 2042 com tração 4x2 e o Cargo 2842 com tração 6x2. 

São modelos totalmente novos de classe global que já circulam na Europa desde o primeiro trimestre deste ano. 

Ambos são equipados com motor de 420 cv e projetados para oferecer alto desempenho, excepcional dirigibilidade, robustez e economia.

Destinados principalmente ao setor de transporte de carga de longa distância, o Cargo 2042 e o Cargo 2842 foram desenvolvidos em conjunto pelos times de design e engenharia da Ford do Brasil e da Turquia.

Os novos Cargo extrapesados seguem a estratégia de plataforma global, somando a experiência de mais de 50 anos da Ford produzindo caminhões no Brasil com os recursos de engenharia mais avançados utilizados pela marca hoje no mundo.

F-350 e F-4000
Tradição também foi a base para o retorno da Série F. O caminhão semileve F-350 e o leve F-4000 foram líderes de vendas nos respectivos segmentos, em 2012. 

Para o relançamento dos modelos, a área de engenharia da Ford vem desenvolvendo a aplicação da nova motorização dentro das normas de emissões Euro 5.

"A Série F é a linha de veículos comerciais mais vendida do mundo e uma das mais tradicionais do Brasil. São modelos com características apropriadas de cabine, robustez, confiabilidade e desempenho", disse Rogelio Golfarb, vice-presidente de Assuntos Corporativos da Ford América do Sul.

Investimentos
Os investimentos na fábrica de caminhões da Ford têm sido significativos nos últimos anos. Hoje, ela conta com cerca de 700 empregados e tem uma produção diária acima de 150 veículos.

"A Ford vem investindo R$ 670 milhões no setor de caminhões desde 2009. Os novos extrapesados fazem parte de uma estratégia que inclui o lançamento de 15 modelos, além dos caminhões da Série F", disse Steven Armstrong, presidente da Ford Brasil.

Rafael Marques, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, também destacou a importância dos investimentos da Ford no ABC paulista para a geração de empregos e a produção de veículos competitivos, com tecnologia avançada. "A consolidação das relações trabalhistas é um exemplo para garantir novos investimentos no País", disse.

A operação de veículos comerciais é estratégica para a Ford América do Sul. A marca está entre as três líderes de vendas de caminhões na região. Em 2012, teve uma participação de 21,1% no Brasil, considerando os segmentos de até 46 toneladas nos quais a marca até então estava presente.


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