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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

A PARTIR DESTA EDIÇÃO, O BLOG PASSA A TER UM NOVO COLUNISTA QUE ESCREVERÁ SOBRE O INTERESSANTE TEMA ANTIGOMOBILISMO. FILHO DE UM COLECIONADOR DE CARROS, RICARDO CAFFARELLI CONVIVE COM ESSAS VALIOSAS ANTIGUIDADES DESDE QUE SE ENTENDE POR GENTE E BRINCOU MUITO "DIRIGINDO" EM SEUS SONHOS FORD'S MODELO T, O PRIMEIRO CARRO PRODUZIDO EM ESCALA INDUSTRIAL PELO SEU INVENTOR E CONSTRUTOR HENRY FORD. RICARDO TEM MUITO PARA NOS CONTAR, SUAS HISTÓRIAS, SEUS CONHECIMENTOS. SÓ PODEMOS DIZER: SEJA BEM VINDO.

Onde tudo começou, ... “Ford Model T”

Olá caros leitores, meu nome é Ricardo Caffarelli e a convite do amigo Arnaldo Moreira - editor deste B
log - estarei escrevendo aqui sobre um tema de que sou eternamente apaixonado, antigomobilismo.

Para começar preciso contar um pouco da minha história.

Tenho 40 anos, sou casado e tenho um bambino lindo de um ano e cinco meses chamado Luigi. Sou administrador de empresas de profissão, mas antigomobilista de coração.

Nascido em Sampa, vim para o Rio de Janeiro com cinco anos e por aqui fiquei. Meu envolvimento com os veículos vem de infância, quando eu não me separava do meu saco de carrinhos matchbox com os quais passava horas e horas brincando.

Desde de sempre, cresci com o assunto automobilístico presente. Quando meus pais viajavam de carro, apesar de “proibido”, lá estava eu sentado sempre no banco de trás, mas apoiado entre os dois bancos da frente observando tudo. Sabia de olhos fechados algumas rodovias que passávamos com frequência. E sempre gostei de velocidade.

Com meus 10/12 anos já colecionava revistas (a maioria Quatro Rodas) e lia muito sobre o assunto a ponto de ter de cabeça o resumo dos testes de todos veículos nacionais. 


Dados como aceleração (0-100km/h), velocidade máxima, frenagem 80-0km/h e consumo eram na época os que eu mais prestava atenção. Calma, também não precisam achar que eu tinha uma mente tão privilegiada assim. 

Ao contrário dos dias de hoje onde temos mais de 800 possibilidades diferentes para escolher seu “melhor amigo de 4 rodas”, na época só existiam as quatro grandes (uma delas ainda nem tão grande assim – FIAT) e pouquíssimos modelos disponíveis, sem falar que entrava ano saía ano, pouca coisa mudava. 

Mas vamos ao tema de abertura da coluna.





Pensei muito sobre que carro escrever e não achei outro melhor do que o nosso Ford Modelo “T”.

Para quem não conhece algumas “particularidades” de Henry Ford, ele foi escolhido como uma das figuras mais importantes do século XX. 



Se hoje temos automóveis como são, devemos muito a esse visionário ex-fazendeiro que por sua genialidade e determinação fundou a Ford Motor Company, em 1903, junto com outros 11 investidores e com a soma “astronômica” de 28.000 dólares. 

Ford tinha exatamente 40 anos! (que coincidência)! Arrisco dizer que se ele tivesse tentado fundar a Ford Motor Company antes, muito provavelmente não teria tido êxito. 

Aliás, a história conta que ele participou ou fundou outras três empresas de outros segmentos que foram a falência antes de definir que automóveis era em que ele desejava empenhar-se.



Resumindo a história, Henry Ford começou a produzir carros e numerá-los de acordo com as letras do alfabeto, começando com o modelo “A”. 

Como com outros “aventureiros” da sua época, é claro que o primeiro carro não deu muito certo. 

Ele ainda não tinha “acertado a mão”, muito embora já soubesse realmente o que tinha de fazer.



Nos anos borbulhantes do início do séc. XX, o automóvel era disparado a maior invenção com que a humanidade já tivera contato. 

Muitos tinham o sonho de construir um carro e que essa invenção traria sucesso, prosperidade e reconhecimento.

Bem para meus amigos engenheiros, construir um carro confiável não é tão fácil assim.




Henry Ford foi brilhante, pois ele foi o primeiro a pensar no automóvel como um produto para massa, ou seja em grande escala. Isso abriu definitivamente os horizontes. 

Não adiantava produzir um veículo maravilhoso mas que demorasse meses para ficar pronto ou custasse uma fortuna... Sem falar que o carro precisava ter manutenção e confiabilidade.


Sendo assim, foi testando, testando até que, em 1908, ele acertou o alvo. Foi o ano em que lançou o modelo “T” que teve mais de 15 milhões de unidades produzidas ao longo dos 19 anos em que foi produzido. 

Quando li a primeira vez este número tive que o reler, pois achei que estava errado, mas era isso mesmo, para ser mais exato: 15.007.034 unidades, atingindo um número de carros produzidos por hora que nunca foi superado até os dias de hoje.



Qual o segredo de tanto sucesso? Ter o produto certo, no valor certo, no local certo (acessível) para o público certo, com o marketing certo.

Até na gestão dos operários ele foi eficiente, pois determinou um considerável aumento nos salários dos funcionários da sua fábrica. 

Ele queria ter os melhores e mais motivados operários e dava condições-lhes de adquirirem um carro após um tempo de trabalho. Quer melhor propaganda do que essa?

A coleção de carros antigos da minha família teve diversos modelos “T” começando por um 1908, quatro lugares, 1910 Speedster (que permanecem na coleção até hoje), 1917 Runabout (foto acima), 1919 Phaeton,1922 Phaeton, 1927, Phaeton. Cada um deles tem uma história.


O 1908 (no documento está 1904) foi do comediante Juca Chaves. O Speedster veio da oficina Magneto (SP) e o 1917 também. 



O 1922 (placa, SL-1922) foi um dos primeiros carros da coleção e tinha capota e bancos com couro original. 

Proveniente da Jardineira Veículos, esse carro estava bom, mas depois o reformamos na garagem da nossa casa. Pintura, preto “cadillac”, da Ipiranga. 

Sistema elétrico voltando para 6V e fiação toda refeita com fio da pano. Ficou muito bom!


O modelo da foto acima tem o carinhoso apelido de “vovó Donalda”, pois é o carro usado pela personagem de Walt Disney.


Algumas características marcantes do modelo “T” merecem ser comentadas. De mecânica extremamente simples e eficiente, o carro ganhou rapidamente o mundo. 

Diversas variantes e acessórios são encontrados. Ele já foi usado como carro, ônibus, caminhão e até trator.

Mr. Ford HenryFord (já um pouco mais velho) ao lado do famoso motor V-8 flathead utilizado pela primeira vez em 1932 . Esse motor V-8 foi importantíssimo para Ford, pois foi o primeiro V-8 utilizado em larga escala e em veículos de "massa" mais baratos, embora houvesse certo temor na época no que diz respeito
a problemas de super-aquecimento.

Seu motor de 4 cilindros tinha 2.896 cilindradas, mas produzia apenas 17 CV (em algumas publicações encontrei 20,2 CV), mas a apenas 1.600 rpm. Taxa de compressão também era baixíssima. 

Boa parte do combustível saia cru pela descarga. Com certeza não passaria hoje nos testes de gases das vistorias do Detran.

Outra curiosidade que lí recentemente é que este motor queimava praticamente qualquer coisa que você colocasse no tanque como querosene ou alcool. É verdade, era o flexfuel da época.




Como Ford conseguiu produzir tantos carros? Seu maior segredo, simplicidade. Não há o ditado que as melhores coisas da vida são simples?

Cor, somente preta (após 1915). Barateava custos produção e a secagem era mais rápida. Alguns componentes tinham custo zero. 

Dizem que alguns componentes que o carro usava como motor de arranque, Ford exigia que fossem entregues na fábrica em determinada embalagem de madeira com algumas características. 


Na fábrica essa embalagem era desmontada e usada como assoalho do carro. Dirigir um modelo “T” não é algo para iniciantes. Difere de tudo que conhecemos hoje.

Eu mesmo já tive más experiencias. Uma vez bati (de leve) o carro num móvel que estava na garagem. 




Como o modelo “T” usava um câmbio de pedais o pedal da esquerda que para nós hoje é a embreagem, neste carro na verdade é a mudança da primeira para a segunda marcha. 

O pedal do meio que para nós é o freio, neste caso, é a marcha ré e o da direita, que para nós é o acelerador, no modelo T é o freio (mecânico, sem qualquer recurso hidráulico e somente nas rodas traseiras). Imaginem a confusão. 


Acelerador só na mão, atrás do volante junto com outro comando que alterava o avanço do distribuidor.

É necessário um período de adaptação antes de sair dirigindo um modelo “T” por aí.

Alguém se habilita? Um forte abraço a todos e até à próxima.

Fonte: wikipedea, best cars web site e outros.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

FÓRMULA VEE TEM INSCRIÇÕES ABERTAS NOVATOS E VETERANOS PARA A SEGUNDA ETAPA QUE ACONTECE NOS DIAS 14 E 15, EM INTERLAGOS.


Estão abertas as inscrições para a 2ª etapa da Fórmula Vee Brasil que acontecerá, nos próximos dias 14 e 15 (fevereiro), no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos.
Para confirmar presença verifique uma das equipes que estão relacionadas no site www.fvee.com.br (ícone Como Correr). 


A Formula Vee Brasil é uma das categorias mais competitivas do automobilismo brasileiro na atualidade e é possível correr em um desses monopostos. As equipes Formula Vee alugam carros prontos para provas e fornecem toda a estrutura necessária.


Fórmula Vee Brasil
A categoria tem o objetivo principal de fortalecer o automobilismo nacional através de um ambiente de competição justo; favorecendo o surgimento de novos pilotos e a formação e desenvolvimento de profissionais da mecânica e gestão de equipes.


A Fórmula Vee Brasil está na quarta temporada e segundo a organização do evento a expectativa de inscritos para a etapa é excelente.


"Esta é uma categoria que podemos considerar também como uma escola. temos sempre pilotos iniciantes, no ano passado tivemos um garoto de 15 anos e é aberto a qualquer idade. A maioria dos competidores já tem história e participam porque gostam de correr, além de ser um campeonato com condições acessível, de custo baixo", comentou o diretor geral do evento, Roberto da Silva Zullino.


E, finaliza Zullino: "Os novatos são admitidos desde que tenham participado de ao menos uma prova automobilística em 2013".

O evento é uma realização da Fórmula Vee Brasil Eventos Ltda. e tem a Supervisão da Federação Paranaense de Automobilismo.

COM EQUIPE BMW MOTORRAD, MUNDIAL DE HOBIE CAT 16 REÚNE RECORDE DE COMPETIDORES NA AUSTRÁLIA. COMPETIÇÃO TEM REPRESENTANTES BRASILEIROS. DAS 338 EQUIPES QUE INICIARAM AS PROVAS RESTAM AGORA 156.


São Paulo, 10 de fevereiro de 2014 - Em busca do título do Mundial de Hobie Cat 16, para coroar uma campanha que já rendeu seis medalhas em 2013, três delas de ouro, a equipe BMW Motorrad precisa lidar agora com a ansiedade. 

Com a boa classificação na categoria Master, entre os dias 1º e 4, considerada um "warm-up" para a disputa principal, em Jervis Bay, ao norte de Sydney, Marcos Ferrari e Caroline Sylvestre puderam optar por seguir diretamente às semifinais da competição, a partir desta terça-feira (11). 

A dupla aproveitou o período de espera, neste final de semana, para estudar as duplas adversárias que ainda competem na fase de classificação.

"Nós competimos contra muitas equipes de alto rendimento da Europa, de Fiji e dos Estados Unidos. Disputamos competições dificílimas como o Fiji Challenge, em que conseguimos uma vitória inédita para o Brasil, visando o Mundial, onde se reúnem os melhores velejadores do mundo", destaca Marcos Ferrari. 

A categoria Master reuniu 92 duplas experientes, entre elas os australianos Mick Butler, campeão mundial de 2007, e Worst News, que também se classificaram para as semifinais. 

Foram disputadas quatro das seis regatas previstas. Devido aos ventos que têm ultrapassado os 25 nós no período da tarde, algumas provas foram canceladas. 

"No último dia, fomos surpreendidos pelo vento do quadrante sul, que ultrapassou os 35 nós na quarta regata", conta Ferrari. "Mas conseguimos ser consistentes, com um quinto, um sexto, um oitavo e um sétimo lugares, e terminamos na 11ª posição geral".

Das 388 equipes inscritas, nas categorias Master, Gran Master, Mulheres e Juvenil, apenas 156 seguem para a fase semifinal, que tem seis regatas programadas até quarta-feira (12), a partir das 10 horas (21 horas do dia anterior, no Brasil). 

As 56 melhores duplas brigarão pelo pódio na etapa final da competição. Os competidores devem dividir os 60 barcos montados para o Mundial, em sistema de revezamento, para garantir que nenhuma equipe utilize o mesmo catamarã (barco de dois cascos) em mais de uma regata, garantindo a igualdade de equipamentos.

"Cada barco responde à regulagem de uma forma diferente do outro, por isso é necessário fazer todos os ajustes o mais rápido possível, para conseguir testá-lo na água antes da regata começar. É interessantíssimo observar que os atletas de cada país têm a sua própria regulagem, e mesmo assim todos conseguem imprimir velocidades semelhantes aos barcos", comenta Ferrari.

A dupla brasileira, que por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, contam com o patrocínio da BMW Motorrad aponta como principais adversários os australianos, anfitriões do Mundial, que estão na disputa com 92 duplas - além de Mick Butler, o também campeão mundial Gavin Colbi (2002) é outro destaque. 

De acordo com Caroline, a África do Sul também deve oferecer trabalho, com Blaine e Roxanne Dodds, medalhistas de prata no Mundial de 2005.

 "Tudo é difícil até se tornar fácil. Trabalhamos por um ano para este campeonato e com certeza é um dos mais desafiadores que já disputamos, mas trouxemos muita garra", garante a brasileira.

EM TERMOS ENERGÉTICOS O BRASIL AVANÇOU BASTANTE, LENTA MAS COM FIRMEZA, NO CAMPO DO EQUILÍBRIO ENTRE EMISSÕES, DESEMPENHO E ECONOMIA DOS VEÍCULOS NA BUSCA DE COMBUSTÍVEIS O MENOS POLUENTES POSSÍVEL E MESMO COM NENHUM TIPO DE EMISSÃO. JÁ CONSUMIMOS GASOLINA SEM CHUMBO E O ÁLCOOL É DE BOA QUALIDADE, E PASSARÁ A SER PRODUZIDO TAMBÉM DO BAGAÇO DA CANA PODENDO GARANTIR UM ABASTECIMENTO MAIS EQUILIBRADO.



MECÂNICA ONLINE®

Nº 61 — 10 / 02 / 2014

Os desafios da 
agroenergia para o automóvel

Saiba qual a melhor solução energética que apresenta o justo equilíbrio entre três pilares fundamentais: 
emissões, economia e desempenho.


Que fonte de energia escolher para que o automóvel conquiste sua melhor eficiência energética? 

Responder a essa pergunta não é uma tarefa fácil. É preciso compreender que a engenharia muito tem trabalhado nas inovações tecnológicas em motores convencionais do ciclo Otto / Diesel buscando o justo equilíbrio entre três pilares fundamentais: emissões (contexto social e normativo), economia (combustível e custos) e desempenho (fun-to-drive). 


No momento atual que vivemos, a agroenergia surge como forte e importante alternativa ao combinar esses três fundamentos com as novas tecnologias.

E a boa notícia é que o Brasil é referência na produção de agroenergia, onde assumiu a liderança mundial na geração e na implantação de modernas tecnologias para sua produção. 

Programas como os do etanol e do biodiesel atraem a atenção do mundo por ofertar alternativas econômica e ecologicamente viáveis à substituição dos combustíveis fósseis. 

Menos poluente e mais barata, esse meio de geração de energia representa a segunda principal fonte de energia primária do País.

Quando nos referimos ao automóvel, verificamos sua rápida evolução tecnológica no melhor aproveitamento energético, desde os motores com utilização de combustível derivado do petróleo, os sistemas de injeção eletrônica, common rail, drive-by-wire, GNV, variador de fases, flex fuel, tetrafuel, multiair, downsizing, injeção direta, turbo, multijet e já como visão de futuro temos as tecnologias híbridas, elétricas, plug-in e híbridos plug-in. 

Em comum todas essas tecnologias necessitam de energia, que pode ser conquistada por várias fontes, entre elas a cana-de-açúcar.

Desde 1925, quando os primeiros testes utilizando etanol como combustível veicular começaram a acontecer no Brasil, observamos uma evolução constante na aplicação dessa fonte energética, conforme a linha do tempo abaixo:

· 1931 – Etanol começa a ser misturado na gasolina brasileira (3 a 5%);

· 1975 – Governo lança o Programa PROÁLCOOL;

· 1979 – Início da produção de veículos movidos exclusivamente a etanol;

· 1985 – Veículos a etanol atingem 95% das vendas de veículos leves;

· 2003 – Início da produção de veículos Flex Fuel;

· 2013 – Produção brasileira de Flex Fuel alcança o recorde anual de 2,45 milhões de veículos produzidos e ultrapassa a marca de 17,5 milhões de veículos produzidos desde seu lançamento.

Temos assim a energia natural, limpa, e sustentável como alternativa aos combustíveis fósseis. 

Comparado com a gasolina, o etanol reduz em mais de 80% a emissão de gases de efeito estufa em todo o ciclo de produção e consumo. 


No Brasil temos uma média de emissão de CO2 de 80 g/km rodado, enquanto na Europa esse valor é 60% superior. 

Realizando uma comparação mais direta, 1.000 litros de etanol consumidos geram 309 kg de CO2. O mesmo volume de gasolina produz 3.368 kg de CO2.

Dessa forma a agroenergia derivada da cana-de-açúcar atinge o pilar das emissões. Ao considerarmos seu efeito na economia, novos fatores passam a desempenhar um papel importante. 

Apesar da área plantada consumir apenas 10% da área agricultável atual no Brasil, sem haver conflitos com a produção de alimentos ou com áreas de proteção ambiental, pesquisas recentes destacam o etanol de segunda geração.


O etanol de segunda geração pode ser feito a partir de um processo que transforma a celulose em glicose, usando enzimas especiais, seguidas por um processo de fermentação. 

A nova tecnologia viabiliza no Brasil a produção de etanol de bagaço e palha de cana-de-açúcar, aproveitando resíduos das usinas que hoje fazem o etanol de primeira geração.

Hoje, um canavial muito bom produz 8.000 litros de etanol por hectare. Com o etanol de segunda geração, o objetivo é aumentar a produção em até 50% sem plantar um único pé a mais. 

Atualmente, o bagaço e a palha são usados para a geração de vapor e eletricidade nas usinas, tornando-as autossuficientes em energia. Algumas usinas também exportam a energia excedente para a rede elétrica.

A tecnologia, que até o momento é realidade no Brasil apenas em projetos experimentais, é a grande aposta das gigantes Raízen, joint venture entre Shell e Cosan, e a Granbio, para ampliar a produção de etanol. 

As fábricas das duas empresas já estão em construção e a previsão é que comecem a produzir o combustível em escala comercial ainda em 2014.

A produção de energia elétrica com o bagaço de cana de uma safra daria para iluminar o Rio de Janeiro durante 1 ano.

A produção de etanol de segunda geração com o bagaço de cana daria para abastecer a frota de São Paulo durante 1 ano.

Para fechar o terceiro e último pilar devemos considerar o desempenho do veículo, onde a engenharia procura uma convergência de inovações. 


Com a aplicação do gerenciamento eletrônico das válvulas de admissão verificamos uma redução de 10% no consumo e também na emissão de CO2. 

Já o downsizing radical com turbo e gerenciamento eletrônico das válvulas de admissão permite uma redução de 25% no consumo e emissões de CO2.

A alternativa mais eficiente consiste na utilização de uma transmissão com dupla embreagem (dual clutch híbrida), downsizing radical com turbo e gerenciamento eletrônico das válvulas de admissão, que permitem um ganho de 40% na redução do consumo do etanol e emissões de CO2.

Surge dessa forma uma alternativa aos combustíveis fósseis. Limpa, sustentável e eficiente 

- A agroenergia trata do conjunto de produtos derivados da biomassa, que podem ser transformados em fontes energéticas para usos humanos distintos – eletricidade, calor e transporte.

O Brasil por suas características de país tropical e extenso território apresenta condições inigualáveis para ocupar um importante papel no mundo contemporâneo neste segmento.

O crescente aumento do preço do petróleo, a possível instabilidade de suprimento dado que as maiores reservas estão em áreas de conflito, o risco das alterações climáticas derivadas da liberação excessiva de gases de efeito estufa pelo elevado consumo de combustíveis fósseis, recomendam a busca de alternativas energéticas menos poluentes e com perspectivas de renovação continuada.

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· Downsizing – Termo cada vez mais comum usado pelas fabricantes de veículos significa em português, redução de dimensões, onde temos veículos com motores menores, mas mantendo a potência equivalente ou superior à de seus antecessores. 

Essa nova tendência faz com que a escolha por um carro novo seja mais baseada na potência e no torque do motor, e não mais pela cilindrada.

· Roubo – A cada 100 carros no Brasil, pelo menos, um será roubado, alerta levantamento realizado pelo Grupo BB E MAPFRE. 

Conforme o índice de roubo e furto ocorridos entre os meses de outubro de 2012 a setembro de 2013, em todo o Brasil, a região Sudeste, com maior frota segurada, lidera o ranking

Nesse período, quase 15 mil automóveis foram levados, uma relação de 1,24 veículo roubado ou furtado a cada 100. Em segundo lugar está a região Nordeste, com o registro de 2,7 mil sinistros.

· Up! – O hatch compacto da Volkswagen que teve seu lançamento no início desse mês de fevereiro, conforme adiantou a coluna, vai além do design inovador. 

Ele utiliza o moderno motor 1.0 de três cilindros com potência máxima de 82 cv com etanol, recebeu classificação “A” no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do INMETRO, entre os veículos equipados com ar-condicionado e direção assistida (referência janeiro/2014), também possui menor custo de reparabilidade e surge como o mais seguro da categoria: cinco estrelas na proteção de adultos e 4 estrelas na proteção de crianças no Latin NCAP.
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânica com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

NOVO FORD FOCUS VENDE QUASE 1.500 UNIDADES EM JANEIRO E A TENDÊNCIA É, PELAS CARACTERÍSTICAS, SEGURANÇA, DESEMPENHO E LINHAS MODERNAS E ATRAENTES, É O CARRO AVANÇAR BASTANTE NA SUA PARTICIPAÇÃO DE MERCADO NO SEU SEGMENTO DE HATCHS MÉDIOS.



Com 1.468 unidades emplacadas em janeiro, o modelo global assumiu a vice-liderança do segmento de hatches médios, um dos mais disputados do mercado. 




Esse volume inclui somente o modelo de nova geração, sem contar os veículos da linha anterior existentes no estoque dos distribuidores.



“O Focus é um carro que conquista pela qualidade, pelo refinamento e tecnologia e tem espaço para crescer mais no nosso mercado”, diz Oswaldo Ramos, gerente-geral de Marketing da Ford.


A terceira geração do Ford Focus, totalmente renovada, já vendeu mais de 1 milhão de unidades e ajudou a confirmar a sua posição como carro mais vendido do mundo em 2013, segundo dados da agência Polk. 




Ele também é destaque em segurança e foi o primeiro carro fabricado na América do Sul a conquistar cinco estrelas do Latin NCAP.

Além do uso de aços de ultra-alta resistência na carroceria e dois, quatro ou seis airbags, conforme a versão, dispõe de freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), controle eletrônico de estabilidade e tração e assistente de partida em rampa para evitar acidentes.

O ajuste refinado do chassi e a suspensão traseira independente continuam a ser diferenciais da dirigibilidade do Focus, que ganhou o desempenho do novo motor 2.0 Duratec Direct Flex, o primeiro flex com injeção direta, de 178 cv, e da transmissão sequencial PowerShift de seis velocidades com dupla embreagem. Há também a opção do motor 1.6 Sigma TiVCT Flex, de 135 cv, e transmissão manual.


Sistema de conectividade SYNC com comandos de voz é um dos itens de série do carro, que vem recheado de tecnologia. 



A lista de opcionais traz sistema de estacionamento automático, câmera de ré, sensores dianteiro e traseiro de estacionamento, chave com sensores de presença para acesso inteligente e partida sem chave Ford Power, aviso de pressão baixa dos pneus, faróis de xenon com lavador e luzes diurnas de LED.



domingo, 9 de fevereiro de 2014

KIA MOTORS VENDE NO MUNDO, NO PRIMEIRO MÊS DESTE ANO MAIS 2,6% DO QUE EM JANEIRO DE 2013. A CHINA FOI O PAÍS ONDE A MARCA REGISTROU MELHOR DESEMPENHO DAS VENDAS. MODELO RIO FOI O SEGUNDO MAIS VENDIDO EM NÍVEL MUNDIAL.

Cerato foiu o modelo mais vendido da KIA.
A Kia Motors vendeu, no mundo, no mês de janeiro, 216.606 veículos, entre automóveis, veículos comerciais e de lazer (RV's). Esse quantitativo representou um aumento de 2,6% em relação ao mesmo mês de 2013.

O Otima que chegou ao Brasil este ano foi o segundo modelo mais vendido da KIA no mundo.

As vendas da marca na China representaram o maior percentual: 8,5%, com um total de 40.173 unidades vendidas, na Europa, esse percentual foi de 2,7% - 39.093 veículos, e América do Norte, 2,3 % - 40.894 unidades.

As vendas do Sorento quase atingiram 14 mil unidades em nível mundial.
O modelo mais vendido foi o Kia Cerato, que em janeiro vendeu 38.104 unidades, seguido do Rio, pertencente ao segmento B - conhecido como "K2" na China, com 36.400 unidades. 

Sportage foi o SUV mais vendido da marca em janeiro.
Os modelos mais vendidos a seguir foram o Sportage, 33.315; o Optima, 18.144 e o Sorento, 13.860 veículos.

Panorama de vendas no mundo


LÍDER DE VENDAS EM SUA CATEGORIA NO BRASIL, O FORD ECOSPORT CONQUISTA O MUNDO: INICIA VENDA NO REINO UNIDO, ALEMANHA E FRANÇA E É LÍDER NA ARGENTINA.


O Ford EcoSport, utilitário esportivo criado no Brasil que recebeu nota máxima nos testes de segurança pela LatinNCap, confirmou a liderança no segmento de utilitários esportivos compactos, em janeiro, com 5.284 unidades emplacadas, um crescimento de 3,6% em comparação com o volume de dezembro. 


Em 2013, o SUV global da Ford, que já está disponível em 11 países europeus e a partir de 2014, o EcoSport começa a ser vendido também nos demais mercados europeus, fechou o ano como líder absoluto da categoria, com 66.100 emplacamentos, 31,6% à frente do segundo colocado.

O Ford EcoSport, o carro mais vendido da Argentina em janeiro, com 4.225 unidades,
conquistou mais dois marcos importantes na sua história: teve as vendas iniciadas nos maiores mercados da Europa e assumiu a liderança geral da indústria na Argentina. 


O utilitário esportivo já está disponível em 11 países europeus: Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Irlanda, Holanda, Bélgica, Áustria, Espanha, Portugal e Suíça, para entrega a partir de março.

“A chegada à Europa é mais uma etapa importante do programa global de lançamento do EcoSport, que vai abranger diversos mercados mundiais”, revela Rogelio Golfarb, vice-presidente de Assuntos Corporativos da Ford América do Sul. 


“A liderança no Brasil e na Argentina mostra que, junto com essa expansão, ele vem consolidando a sua presença nos países onde já é vendido”, assegurou.


O EcoSport é oferecido na Europa exclusivamente na versão Titanium, que assim como no Brasil inclui equipamentos como freio ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), controle eletrônico de estabilidade e assistente de partida em rampa e dependendo do mercado, o sistema de conectividade SYNC com comandos de voz pode ser item de série ou opcional.

A partir de 2015, o EcoSport começa a ser vendido também nos demais mercados europeus.

Líder na Argentina
A venda dos 4.225 Ford EcoSport garantiu à montadora não só a liderança do segmento de utilitários esportivos como de toda a indústria, superando modelos de diversas marcas e segmentos.

A preferência do EcoSport reflete o avanço do projeto do veículo que, além de ser o primeiro fabricado no Brasil a receber cinco estrelas de segurança do Latin NCAP, tem os melhores índices de economia de combustível e é o único da categoria com transmissão automática de seis velocidades e dupla embreagem, a Ford PowerShift.



FORD NEW FIESTA É O LÍDER DO SEGMENTO ACIMA DE 1.0 E LINHA MANTÉM-SE NO TOPO ENTRE OS CARROS COMPACTOS, AO VENDER 6.835 CARROS E CHEGAM A 13.177 JUNTO COM O FIESTA ROCAM


O Ford Fiesta consolidou a sua posição entre os três primeiros no disputado segmento de carros compactos no Brasil. 

Entre os veículos acima de 1.0 L (os chamados carros de entrada), o New Fiesta foi o líder absoluto do mercado, registrando 6.835 unidades. Junto com o Fiesta RoCam, a linha emplacou 13.177 unidades em janeiro. 

O New Fiesta é um carro de geração global, produzido na fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, em São Paulo, e agradou o público pelo seu design e pacote de atributos que oferece, entre os quais a moderna transmissão automática PowerShift de dupla embreagem, seis velocidades, que permite o funcionamento nos modos manual e automático. 


Ele oferece ainda a opção dos motores Sigma 1.6 TiVCT Flex, com comando de válvulas variável, e Sigma 1.5 Flex, ambos de alumínio e com sistema de partida a frio “Easy Start”, que dispensa o tanquinho de gasolina.

O modelo destaca-se na categoria por trazer equipamentos como sistema de conectividade SYNC com comandos de voz, até 7 airbags, freio ABS de última geração, controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e chave programável MyKey.


Adequação
O Fiesta RoCam Hatch é hoje um dos carros com melhor custo-benefício do segmento de entrada. 
Ele também teve um excelente desempenho em janeiro, com 6.342 unidades emplacadas. 

O carro tem um conjunto que agrada no visual e oferece preço atraente nas versões equipadas com direção hidráulica, ar-condicionado e vidros elétricos.

Fabricado em Camaçari, na Bahia, o Fiesta RoCam foi um dos primeiros a incorporar airbags e freios ABS em 100% dos modelos, antes da entrada em vigor da obrigatoriedade em janeiro. 


A Ford mantém o ritmo de produção no ano que deve apresentar em fevereiro uma ligeira oscilação de volume, uma vez que a fábrica de Camaçari passará no mês por um período de ajuste técnico.

“Em janeiro tivemos um bom estoque do Fiesta RoCam na rede de distribuidores. Agora em fevereiro a disponibilidade é bem menor, mas a sua produção na fábrica de Camaçari continua para atender a demanda”, diz Oswaldo Ramos, gerente geral de Marketing da Ford.

MERCEDES-BENZ VENDE NO BRASIL SUA MAIS RÁPIDA STATION, A CLS 63 AMG SHOOTING BRAKER 4MATIC. CUSTA (PREÇO DIVULGADO PELA MARCA) US$ 251.900, TEM MOTOR DE 557 CV E UM DESEMPENHO INCOMUM PARA UM CARRO FAMILIAR: EM APENAS 3,8 S CHEGA DE 0 A 100 KM/H E VELOCIDADE MÁXIMA DE QUASE 300 KM//



A Mercedes-Benz lança no mercado brasileiro a station de alta performance CLS 63 AMG Shooting Brake 4MATIC. 

Desenvolvido a partir de um conceito de automóvel inovador, o cupê com quatro portas é uma atraente alternativa para entusiastas por automóveis que valorizam o design. Além disso, combina alto desempenho com estilo e praticidade.

Entre os vários itens presentes no veículo que são sinônimos de dinamismo, figuram o motor AMG 5,5 litros V8 com 410 kW (557 cv), a transmissão esportiva AMG SPEEDSHIFT MCT com sete marchas, a tração integral 4MATIC e a suspensão esportiva AMG RIDE CONTROL. 


O espaçoso interior e o compartimento de bagagem com volume de até 1.550 litros dão praticidade ao CLS 63 AMG Shooting Brake. 

Além de uma vasta relação de opcionais oferecidos pelo AMG Performance Studio, que permitem personalizar a nova station, a AMG oferece um item único: o assoalho em madeira designo do compartimento de bagagem, com acabamento semelhante ao de iates de luxo.

O CLS 63 AMG Shooting Brake estabelece novos padrões de desempenho em seu segmento, uma tradição firmada desde o lançamento do CLS 55 AMG, o primeiro cupê de quatro portas de alta performance, que inspirou outros fabricantes de automóveis. 

Apresentado em 2006, seu sucessor, o CLS 63 AMG com motor AMG V8 com 6,3 litros e o atual CLS 63 AMG, com o V8 5,5 litros biturbo, disponível desde 2011, mantiveram a estratégia da marca. 

 O CLS 63 AMG Shooting Brake cria um novo e seleto nicho de mercado, para agradar tanto aos fãs da AMG como a novos clientes com uma combinação exclusiva de desempenho, estilo e praticidade.


Motor V8 AMG 5,5 litros biturbo
O motor V8 AMG 5,5 litros biturbo é uma verdadeira vitrine de tecnologias inovadoras, a começar pela combinação da injeção direta de gasolina com combustão administrada por aspersão, injetores piezelétricos, dupla turbina, intercoolers a ar e água, gerenciamento do gerador de eletricidade e função ECO start/stop.

Materialização de dinamismo e alta eficiência, o motor de oito cilindros oferece 410 kW (557 cv) e 720 Nm de torque. 

O resultado é desempenho no mais alto nível: aceleração de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos e velocidade máxima de 280 km/h (limitada eletronicamente).

A experiência de guiar o CLS 63 AMG Shooting Brake se caracteriza pela agilidade em todos os regimes de funcionamento do motor. 

A potência superior e espontânea pode ser até mesmo ouvida pelo motorista: o sistema de escapamento esportivo com duas ponteiras duplas cromadas emite um som típico dos motores V8 da AMG.
Câmbio AMG SPEEDSHIFT MCT de 7 marchas
O motor AMG de oito cilindros não é o único destaque do veículo: a transmissão esportiva AMG SPEEDSHIFT MCT com sete marchas também exibe alto desempenho e eficiência. 

Equipada com quatro modos de transmissão individuais, assim como dupla-debreagem automática e função RACE START, ela se caracteriza pela rapidez nas trocas. 

 No modo "Eficiência Controlada" (C), ideal para o uso urbano, a função ECO start/stop fica ativada e desliga o motor de oito cilindros sempre que o veículo for parado. 

Nos modos S (Sport), S+ (Sport plus) e M (manual), o motor e a transmissão têm respostas significativamente mais rápidas. Cortes curtos e precisos na ignição e injeção resultam em agilidade nas trocas de marchas a plena aceleração.


Suspensão esportiva inteligente
A suspensão, direção e sistema de freios do CLS 63 AMG Shooting Brake complementam perfeitamente o sistema de tração de alta tecnologia. 

A suspensão esportiva AMG RIDE CONTROL, com estruturas de aço no eixo dianteiro e suspensão a ar no eixo traseiro, assim como controle de nivelamento automático, foi ainda mais aperfeiçoada por um sistema de amortecedores controlado eletronicamente que ajusta suas características de acordo com as condições de rodagem e reduz o ângulo de rolamento da carroceria.

O resultado é um ajuste rápido, equilibrando conforto de rodagem com a máxima agilidade possível. 

O motorista pode escolher entre três diferentes modos de operação da suspensão, "Comfort", "Sport" e "Sport plus" ao toque de um botão. 

O sistema de controle de estabilidade eletrônico (ESP) de três estágios, com modo SPORT Handling, também disponibiliza três estratégias de controle individuais selecionáveis por uma única tecla.

Os eixos dianteiro e traseiro AMG exclusivos, com maior cambagem negativa e elastocinemática otimizada, ajudam a oferecer mais estabilidade e velocidades mais altas nas curvas, assim como melhor contato com a via. 

O eixo dianteiro, com largura 56 mm maior, é o complemento ideal para a direção eletromecânica esportiva AMG, que oferece relação de redução mais direta, força de assistência variável que se adapta ao modo escolhido da suspensão e também contribui para reduzir o consumo, já que o sistema só consome energia quando o veículo estiver realmente sendo esterçado.

Sistema de freios AMG de alto desempenho
Desaceleração perfeita, mesmo sob uma condução extremamente forte, é oferecida pelo sistema AMG de frenagem de alta performance, com discos ventilados e perfurados de 402 mm nas rodas dianteiras e 360 mm nas rodas traseiras. 

Tecnologia de materiais compostos ultrarresistente testada nas pistas é utilizada no eixo dianteiro. 

O bom contato com a estrada, enquanto isso, acontece graças às rodas AMG de liga leve pintadas de cinza titânio, com cinco raios e equipadas com pneus 255/35 R19 na dianteira e 285/30 R19 na traseira.


Design: diferenciado, esportivo e dominador
O design arrojado do CLS 63 AMG Shooting Brake é combinado a uma exclusiva sensação de força e imponência. 

Os altos níveis de desempenho do veículo são visivelmente manifestados por elementos como o conjunto dianteiro exclusivo da AMG, com elementos estruturais transversais e acabamento em preto de alto brilho, a grade do radiador AMG com haleta única cromada e o design especial do capô. 

Outros destaques dinâmicos incluem os para-lamas dianteiros mais largos, com a identificação "V8 BITURBO", e a traseira AMG exclusiva com difusor, além do sistema de escapamento AMG com duas ponteiras duplas cromadas. 

Faróis de alta performance em LEDs incluindo o Intelligent Light System e Highbeam Assist adaptativo são de série.


Variedade de detalhes e atmosfera exclusiva
Desde a qualidade dos materiais e manufatura, a atmosfera exclusiva do CLS 63 AMG Shooting Brake atende aos mais altos padrões. 

Bancos esportivos AMG em couro com função de memória, acabamento AMG em Black Piano e o relógio analógico exclusivo da AMG com design da IWC ajudam a criar um ambiente único. 

O motorista é mantido totalmente informado pelo conjunto de instrumentos AMG, com um menu principal que inclui cronometragem RACETIMER e a tela AMG start-up.

Os modos da transmissão, regulagem da suspensão, funções do ESP e o programa AMG podem ser configurados por meio da AMG DRIVE UNIT com a alavanca seletora E-SELECT - um item exclusivo da AMG - integrada ao console central. 

Visualmente impactante, ergonômico e de tato agradável, o volante esportivo AMG Performance em couro Nappa tem design com três raios com as seções superior e inferior achatadas, conformação especial, acabamento em couro perfurado e borboletas de troca de marchas em alumínio prateado. Outro diferencial AMG é a chave eletrônica cromada com o emblema da marca.

Assoalho do compartimento de bagagem em madeira
Além dos veículos importados para pronta entrega pela Mercedes-AMG, os clientes brasileiros da marca podem personalizar os modelos produzidos de acordo com o seu gosto.

Um destaque na extensa relação de opcionais oferecidos para o CLS 63 AMG Shooting Brake é o assoalho do compartimento de bagagem com piso de madeira, forrado de cerejeira americana, variedade de madeira decorativa tradicionalmente utilizada em trabalhos de design interior de alto padrão, mobiliário de alta qualidade e decoração exclusiva em embarcações de luxo.

Lâminas de madeira selecionada são coladas a mão e prensadas em cinco camadas cruzadas para obter alta estabilidade estrutural. Insertos de carvalho escuro cortados com precisão em tiras de três milímetros com tecnologia laser, ajudam a ressaltar o design do piso de madeira.

Outros opcionais da linha designo incluem:
• pintura metálica designo, disponível em três cores;
• pintura designo magno, disponível em duas cores;
• couro designo, em nove cores;
• forração de teto designo em microfibra DINÂMICA, disponível em três cores.

Dados técnicos


CLS 63 AMG Shooting Brake 4MATIC
Motor
V8
Cilindrada
5.461 cm³
Potência
557 cv a 5.500 rpm
Torque máx.
720 Nm entre 1.750 - 5.250 rpm
Aceleração 0-100 km/h
3,8 s
Velocidade máxima*
280 km/h
Peso
2.025 kg
Pneus
255/35 R19 – 285/30 R19
Capacidade do porta-malas
590 - 1.550 l
Tanque de combustível
66/14 l
Dimensões
Comprimento: 5.000 mm
Largura: 2.071 mm
Altura: 1.436 mm
* limitada eletronicamente

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