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terça-feira, 8 de julho de 2014

EM ENTREVISTA À REVISTA VEJA, O EMPRESÁRIOS BRASILEIRO SÉRGIO HABIB FAZ UM RAIO X DO SETOR AUTOMOTIVO APÓS AS MEDIDAS PROTECIONISTAS IMPLANTADAS PELO GOVERNO DILMA. PARA ELE O GOVERNO FEZ UM DIAGNÓSTICO E "DEU TUDO ERRADO: O GOVERNO ESPANTOU AS MONTADORAS"

Entrevista

'Governo espantou as montadoras que viriam ao país’

Presidente da chinesa JAC Motors, Sergio Habib faz um raio-X do setor automotivo após as medidas protecionistas implantadas no governo Dilma. O diagnóstico: deu tudo errado.

Ana Clara Costa
Sérgio Habib, presidente da JAC Motors no Brasil

Sérgio Habib, presidente da JAC Motors no Brasil (Alex Silva/Estadão Conteúdo)
O governo Dilma empreendeu um esforço hercúleo para agradar as montadoras nacionais. 

Desde 2011, uma série de medidas protecionistas foi implementada, como aumento de impostos sobre carros importados e exigência de uso de conteúdo nacional para as fábricas interessadas em se instalar no Brasil. 

Hoje, percebe-se o tamanho do erro. Mesmo com toda a bondade petista, vendas e produção despencam mês a mês. A chinesa JAC Motors vivencia como nenhuma outra os efeitos das medidas desastradas. 

A companhia havia anunciado a instalação de uma fábrica no Brasil semanas antes do aumento de 30 pontos porcentuais do imposto sobre produtos industrializados (IPI) sobre os carros importados, em setembro de 2011. 

A ideia era importar veículos ao longo de três anos para então começar a produzi-los no país. 

O novo IPI inviabilizou as importações e a conjuntura ruim atrasou a instalação da fábrica. Em entrevista ao site de VEJA, o presidente da JAC, Sérgio Habib, lamentou a situação. 

“As medidas dificultaram a entrada de novas montadoras. O governo quis que o empresário se casasse com o Brasil antes de namorá-lo. E ninguém mais quer correr esse risco”.

O novo regime automotivo instaurado pela presidente Dilma, também chamado de Inovar-Auto, fracassou? 

Ele não atingiu o objetivo do governo porque, em vez de facilitar, dificultou a vinda de novas fábricas ao Brasil. 

Tanto a JAC quanto a Chery já haviam anunciado fábricas no país antes do Inovar-Auto e antes do aumento do IPI. 

Mas as novas empresas não vieram. BMW, Jaguar, Mercedes e Audi já estavam no Brasil como importadoras e iam fazer fábrica, com Inovar-Auto ou sem. 

Já outras marcas asiáticas, como a Wulling e a indiana Tata, não vieram e não vão vir tão cedo.

Por quê? 
Para montar uma operação em qualquer país, primeiro é preciso ver a aceitação do produto e testar o mercado como importador. 

Depois de testar, ocorre o investimento. Foi assim na década de 1990 com Toyota, Citroen, Honda, Peugeot, Renault e Nissan. 

A Citroen importou carros durante 10 anos e só então fez a fábrica. A Peugeot, durante nove anos. 

A Toyota começou a importar em 1991 e só em 1999 construiu a fábrica. Todas elas ficaram cerca de uma década importando antes de construir. 

Hoje, com o Inovar-Auto, você não pode importar sem ter um projeto de fábrica. Ou seja, ele exige que uma empresa se case com o Brasil antes de namorá-lo. 

E essa não é a lógica para nenhuma empresa. Ninguém topa. O Brasil exige do empresário um cheque de 500 milhões de reais para a construção de uma fábrica sem que ele esteja familiarizado com o mercado brasileiro. Isso não faz sentido para ninguém.

A única forma de testar é pagar o novo IPI? Sim, mas isso é inviável. Os 30 pontos porcentuais que o governo aumentou em 2011 equivalem a um imposto de importação de 85%. 

Nenhum país decente pratica uma alíquota como essa. E não compensa porque o consumidor não vai pagar. 

A única forma de importar é por meio de cotas que o governo estabeleceu ao criar o Inovar-Auto. 

Mas essas cotas funcionam apenas para marcas que já estavam no país, como as de automóveis de luxo, por exemplo. 

Além disso, o limite de cotas é de 4.500 carros por ano, o que é insignificante para um mercado de 3,5 milhões de automóveis como o Brasil.

O que é pior para o setor: a exigência de instalação de fábrica ou as regras de conteúdo local? 
As regras que regulam o conteúdo local usado na fabricação dos carros, para que se consiga um desconto no IPI, são muito retrógradas. 

Não é papel do governo controlar se o farol do carro que estamos usando foi fabricado no Brasil, na China ou na Alemanha. A empresa tem de comprar o farol onde lhe for mais conveniente. 

Mas o governo vai além: quer saber se o espelho retrovisor e até mesmo o motor responsável por movimentar o espelho são fabricados no Brasil. 

Por isso decidiu criar o Inovar-Peças, para estimular a cadeia de suprimentos. Mas, como controlar esse tipo de detalhe é algo dificílimo, o projeto ainda não saiu do papel.

É possível para uma montadora estrangeira recém-chegada cumprir as metas de conteúdo local? 
No caso da JAC, vamos cumprir as exigências de conteúdo local não porque o governo quer, mas sim porque, no nosso caso, compensa e é possível. 

Agora, se sou a BMW, é óbvio que vou importar meu motor da Alemanha. Não faz sentido o governo exercer poder sobre isso. Nenhum país é bom em tudo. 

Se a gente quer ter um país competitivo, temos de nos especializar em algumas coisas e fazê-las bem, e barato. 

Quando se fecha o país, força-se as empresas a tomar decisões baseadas em decretos, em vez de bom-senso.

Os preços dos carros subiram desde a criação do Inovar-Auto, em 2012? 
Nos últimos cinco anos, os preços de carros não subiram muito. Começaram a subir este ano. 

O que ocorreu foi que, quando a indústria de veículos passou de 2,5 milhões para 3,5 milhões de carros, os ganhos com produtividade permitiram que o aumento da produção em 1 milhão de veículos compensasse a inflação e os gastos com reajustes salariais. 

Agora que o mercado estagnou, a empresa tem aumento de despesa, tem de reajustar salário de funcionários, pagar o reajuste do aluguel, do preço da energia. Tudo subiu, mas a produção não. Então, agora, percebe-se o aumento de preços.

E se houvesse mais concorrência? 
Seria a única forma de fazer com que os preços dos carros subissem menos que a inflação. Ou não subissem. 

A tendência, quando se é empresário num país fechado, é passar mais tempo em Brasília tentando defender seus interesses do que na fábrica tentando diminuir custo. 

E tem o custo Brasil, que piora o cenário. Levar um contêiner da fábrica da JAC de HengFeng para Shangai, na China, o que corresponde a uma distância de pouco mais de 500 quilômetros, custa cerca de 500 reais. 

No Brasil, transportar um contêiner de São Paulo ao Rio de Janeiro custa 1 900 reais. O nosso país está muito torto. Para compensar esse custo de logística, o dólar tinha que estar custando 8 reais. 

A imagem do Brasil para o empresário estrangeiro está arranhada? 
Quando trouxe a JAC para o Brasil, a intenção era importar 30 mil carros por ano por três anos, para depois construir uma fábrica com capacidade para 100 mil carros. 

Minha esposa, que é mineira, me disse para tomar cuidado com a ousadia. Mas eu então pensei: há muitos anos não se muda a regra do jogo no Brasil. Fernando Henrique e Lula não mudaram. 

Sabe o que aconteceu? 
Ela tinha razão. O que é uma pena, pois mudar as regras do jogo no meio da partida, conforme o placar, espanta o empresário, que acaba não investindo mais nada. O espírito animal do empresário está na toca. 

Quem quer investir num país onde não se conhecem as regras do jogo, onde tudo é incerto? 
O pior é que esse sentimento é generalizado. Mudaram as regras no setor elétrico, automotivo, de infraestrutura. 

E depois reclamam que poucos se interessaram pelas privatizações. Numa escala mais ampla, isso trava o país.

Por que o mercado consumidor de veículos está tão ruim? 
Nada afeta tanto as vendas quanto a alta dos juros e a falta de confiança no emprego. Se a montadora aumenta o preço do carro de 3% a 4%, o efeito na prestação é muito menor do que quando a Selic passa de 7,5% para 11,5%. 

E esse impacto é tão significativo justamente porque uma minoria compra carro à vista. Cerca de 65% são financiados. 

E, justamente porque são financiados, um consumidor não vai se comprometer com a compra de um bem durável caro se não tiver absoluta certeza que terá emprego para conseguir pagar as parcelas. 

Hoje, as pessoas estão com medo do futuro. O que muitos têm feito é trocar de carro, mas por um usado, não zero. 

Assim, se arriscam menos, pois gastam menos também. Como resultado, o mercado de carros usados subiu 12% em 2014, enquanto o de carros zero caiu mais de 3%.

A menor oferta de crédito também ajudou nessa piora? 
Não, de forma alguma. Os bancos não estão mais restritivos hoje do que um ano atrás. O que acontece é que os juros estão mais caros e isso restringe o acesso ao bem. 

Há ainda a questão da inadimplência, que não é um problema de agora. Desde que a economia começou a desacelerar, três anos atrás, os bancos estão mais rígidos na hora de avaliar o cliente que pede financiamento automotivo. Não é algo que tenha começado em 2014, então não se pode culpá-los.

A Copa teve alguma influência no mercado de veículos? 
Sim, e relevante. As vendas caíram 17% em relação ao ano passado. Ninguém trabalha, ninguém faz nada. No Rio de Janeiro tivemos apenas 15 dias úteis no mês. 

Quem consegue vender diante desse cenário? 
A Copa do Mundo, para quem não tem restaurante, hotel ou bar, foi terrível. Há municípios que decretam feriado em todos os dias de jogos.

Como será a estrutura da fábrica JAC no Brasil? 
Está sendo construída em Camaçari, Bahia, e dois terços do negócio pertencerão aos chineses. 

Eu fico com um terço. Inicialmente, a participação seria o oposto, pois pegaríamos financiamento do BNDES para comprar o maquinário, pelo programa PSI. Mas mudamos de ideia. 

Como Brasil é caro, o BNDES dá dinheiro a taxas subsidiadas. Em vez de você ter uma taxa normal de juros, você tem uma indústria não competitiva e juros subsidiados. 

O problema é que mesmo assim não compensa. Uma prensa fabricada no Brasil, mesmo com juros baratos, é mais cara do que uma prensa nos Estados Unidos, na Coréia ou na China. 

No passado, os juros do BNDES eram mais realistas, mas o banco financiava maquinário estrangeiro. 

A fábrica da Hyundai foi toda construída com máquinas importadas e com dinheiro do BNDES. 

No nosso caso, a conta não fechou. Vamos trazer máquinas de fora, inclusive da Alemanha, pagando menos. Só que o capital será dos chineses, por isso a troca de participação societária.

Os chineses estão decepcionados com o Brasil? 
A maior frustração é a mudança de regra. O chinês é muito prudente, estuda o país profundamente e essas mudanças assustam. 

A JAC recebeu ordem do governo chinês para crescer seu negócio. Para onde eles iriam crescer? 
O Brasil é um destino óbvio. Agora, o governo pensa que o mercado interno é patrimônio do povo brasileiro e que tem de ser usado por empresas que estão fixadas no país. 

E isso faz com que a gente pague pelas ineficiências que a falta de concorrência traz. O Inovar-Auto pode até ter sido feito com a melhor das intenções. 

Mas não precisava disso, não precisava de decreto para convidar um empresário a investir aqui. 

Todos que se instalaram já tinham planos. Agora, o Inovar-Auto acaba em 2017. Qual empresa que jamais trabalhou em solo brasileiro começaria a planejar sua vinda com base num regime que termina em três anos, ainda mais se permanecer um governo que tem o histórico de mudar as regras do jogo?

domingo, 6 de julho de 2014

PORTUGAL COMEÇA A VENDER O NOVO BMW SÉRIE 2 ACTIVE TOUR A PARTIR DE SETEMBRO DE 2014, EXPANDINDO O MERCADO DE MONOVOLUMES NO PAÍS. O PRIMEIRO BMW COM TRAÇÃO DIANTEIRA. COM QUATRO VERSÕES - DUAS A GASOLINA: 218I E 225i, QUE CUSTAM 31.590 E 45.4300 EUROS, RESPECTIVAMENTE; E DUAS A DIESEL: 216D E 218d, POR 30.900 3 36.450 EUROS, RESPECTIVAMENTE, TÊM GARANTIA DE CINCO ANOS.


O novo BMW Série 2 Active Tourer já tem preços para o mercado português. Será comercializado em Portugal a partir de 30.900€ (para o modelo BMW 216d) e as primeiras unidades chegarão em setembro de 2014.

A chegada deste novo modelo assinala a expansão da marca BMW para o segmento dos monovolumes. 


Combina conforto e funcionalidade do espaço com os pontos fortes típicos de um BMW: dinamismo, estilo e elegância.

O recém-chegado na classe de compactos premium completa a gama como sendo o primeiro BMW com tração dianteira.


O BMW Série 2 Active Tourer reúne todos os elementos essenciais para proporcionar uma experiência de condução centrada no desempenho desportivo e numa eficiência única. 

Os novos motores turbo com três e quatro cilindros, o design desportivo, o interior espaçoso e uma versatilidade e conforto exemplares, aliados a um pacote abrangente de medidas BMW EfficientDynamics e uma ampla conectividade, fornecidos pelo BMW ConnectedDrive, comprovam-no.


O novo BMW Série 2 Active Tourer inclui de série uma extensa lista de equipamento, nomeadamente:

• Aviso de colisão

• Encosto dos bancos traseiros rebatíveis com divisão 40:20:40

• Tecido 'Grid'

• Transmissão automática Steptronic (para 225i)

• Servotronic

• Volante desportivo em pele, multifunções

• Jantes de liga leve BMW 471 de raios em V de 16" (para 218i, 216d e 218d)

• Pernos de segurança

• Monitorização da pressão dos pneus

• Jantes (rodas) de liga leve BMW 385 de raios duplos de 17" (para 225i)

• Performance Control

• Fecho automático da porta da bagageira (porta-malas)

• Tapetes em veludo

• Apoio de braços à frente

• Pack de arrumação

• PDC - sensores de estacionamento traseiros

• Sensor de chuva e controlo automático de luzes de condução

• Ar condicionado

• Cruise control com função de travagem

• Desativação do airbag do passageiro frontal

• eCall inteligente

• Media (inclui Rádio com monitor a cores de 6.5" e Bluetooth + USB)


• BMW Service Inclusive – 5 anos/100.000 km, que abrange a manutenção programada do veículo.

Os preços de venda ao público recomendados para o mercado português são os seguintes:

Modelo
Combustível
P.V.P. Recomendado
BMW 218i
Gasolina
31.590 euros
BMW 225i (transmissão auto de Steptronic de 8 vel.)
Gasolina
45.300 euros
BMW 216d (disponivel a partir de Novembro 2014)
Diesel
30.900 euros
BMW 218d
Diesel
36.450 euros


sábado, 5 de julho de 2014

A AUDI ACREDITA QUE VENDERÁ ATÉ O FIM DE 2014 MEIO MILHÃO DE CARROS NA CHINA, ONDE EM JUNHO ENTREGOU 50 MIL UNIDADES, DE UM TOTAL DE QUASE 300 MIL COMERCIALIZADOS ESTE ANO. PESQUISA MOSTRA QUE A AUDI CAIU NAS GRAÇAS DOS CHINESES.


A Audi atingiu novos recordes de vendas no mercado chinês ao longo da primeira metade do ano. 

As vendas na China, incluindo Hong Kong e Macau, aumentaram 17,8%, chegando a 268.666 automóveis. 

Em junho, a empresa superou pela primeira vez a marca de 50 mil entregas em um mês: foram vendidos 50.756 veículos, contra 44.479 no mês anterior, um aumento de 14,1 por cento.

"Com esses resultados, estamos reforçando nossa posição de líderes entre as marcas premium na China", declarou Luca de Meo, membro do Conselho Diretor e diretor de vendas da AUDI AG. 

"Estamos avançados no caminho para atingir nossa meta para este ano: entregar mais de meio milhão de carros a nossos clientes na China", acrescentou;

Uma importante contribuição para o sucesso no primeiro semestre foi a produção de carros na própria China: foram 224.666 unidades, representando um crescimento de 21%. 


Os utilitários esportivos Audi Q3 (foto acima) e o Audi Q5 produzidos no país confirmaram suas posições como líderes destacados em seus respectivos segmentos, com a entrega de 35.140 e 52.216 unidades. 


Entre os modelos importados, as vendas do Audi A8 L (foto acima), na China, aumentaram 36% (10.951 unidades) e as do Audi Q7, 47% (10.743 unidades).

O luxuoso e amplo interior do Audi A8 L

A Audi também teve um grande desempenho na China quanto aos serviços ao consumidor.

No estudo J.D. Power China Sales Satisfaction Index (Índice de Satisfação em Vendas) que avalia a satisfação dos compradores de carros premium, a marca ficou em primeiro lugar pela quinta vez consecutiva.


2008 DKR VAI SER O GRANDE DESAFIO DA PEUGEOT NO PRÓXIMO RALLY DAKAR. A MARCA FRANCESA ACREDITA QUE PODERÁ VENCER O RALLY MAIS PERIGOSO E COMPETITIVO DO MUNDO


Dunas, montanhas, leitos de rios, cânions, altíssimas temperaturas, desertos de sal, terrenos acidentados e areais deslizantes são apenas algumas das condições que aguardam o 2008 DKR no próximo Rally Dakar, a maior e mais difícil prova de rali do mundo. 



Para enfrentar esse grande desafio, a equipe Peugeot-Total escolheu uma solução técnica bastante ousada: “Assim como fizemos nas 24 Horas de Le Mans, ao utilizar um protótipo com cockpit fechado, decidimos aqui adotar um conceito inovador”, conta Bruno Famin, diretor da Peugeot Sport.

“Quando o assunto é rali cross-country, a maior questão é: correr com tração integral ou em apenas duas rodas. Depois de um estudo detalhado, optamos por adotar a tração dianteira, que apresenta uma série de benefícios interessantes”, revela Famin. 


Tal decisão permitirá à equipe, mais do que lutar pela vitória, garantir a primeira conquista no Dakar a bordo de um veículo com tração em duas rodas e movido a diesel.

Com o objetivo de equilibrar as chances dos competidores, independentemente da solução de tração adotada, a regulamentação em vigor compensa a inerente vantagem dos veículos 4x4 com alguns benefícios para os veículos com tração em duas rodas. 


“No automobilismo, o peso é inimigo da performance. No entanto, carros com tração em duas rodas podem ser significativamente mais leves, além da possibilidade de contar com rodas maiores, o que é uma vantagem diante dos obstáculos associados a esse tipo de terreno. Essa característica nos permite minimizar o balanço dianteiro, ou seja, o 2008 DKR quase pode escalar paredes”, afirma Jean-Christophe Pallier, gerente técnico do projeto.

“A suspensão de curso mais longo – 460 mm ao invés de 250 mm – amplia a capacidade do veículo sobre dunas, subidas e absorção de irregularidades, elemento essencial em uma competição como o Rally Dakar. 


Outra vantagem garantida com a utilização de rodas maiores é o sistema que permite o ajuste remoto da pressão dos pneus, de dentro do cockpit, uma tática que proporciona um precioso ganho de tempo”, completa Pallier.

Para explorar totalmente tais benefícios, os engenheiros da Peugeot Sport colocaram à prova sua criatividade para chegar a um carro extremamente compacto. 

Pallier admite que “ajustar todos os conjuntos essenciais em um pequeno espaço foi muito trabalhoso”. 


Segundo ele, os carros pequenos tendem a desenvolver uma performance mais confortável nas etapas sinuosas do WRC, então esse formato permite aumentar o potencial dos carros com tração em duas rodas em situações em que os 4x4 costumam ter vantagem.


Além da convicção expressada pela Red Bull nos dois últimos anos de que os veículos com tração em duas rodas possuem excelentes qualidades, mesmo diante de terrenos inóspitos, essa abordagem técnica faz todo o sentido para a Peugeot Sport. 

“Levando-se em conta que o 2008 é um crossover com tração dianteira equipado com Grip Control, o que lhe permite trafegar por qualquer tipo de terreno, é justo que o veículo dele derivado possa enfrentar os desafios impostos pelo Dakar de maneira similiar”, comenta Bruno Famin.


RENAULT TERÁ EXPOSTO ATÉ 27 DE JULHO NO FESTIVAL DE INVERNO DE CAMPOS DO JORDÃO SEU NOVO SANDERO LIBERADO PARA TEST-DRIVE


A Renault, que mais uma vez marca presença no Festival de Inverno de Campos do Jordão, apresenta uma nova atração em seu estande exclusivo, montado na mais badalada avenida da cidade: o recém-lançado Novo Sandero, que já mereceu destaque nas principais publicações do setor automotivo do País.

As atenções do estande da Renault, que ficará aberto até o dia 27 de julho, estarão viradas ainda para os veículos 100% elétricos da gama Zero Emissão, representados pelo Zoe, além do superesportivo Mégane RS. 

Completam as atrações da mostra Renault o esportivo Fluence GT Line, o Novo Logan e o Duster Tech Road II.

Além da exposição dos diversos veículos da gama, o showroom da Renault vai oferecer test drive para todos que passarem por lá. 

Quem realizar o test drive, ganha uma caneca de chocolate quente e ainda concorre a pares de ingressos para assistir o espetáculo "O Rei Leão", que está em cartaz no Teatro Renault, em São Paulo, visto por mais de 400 mil pessoas desde sua estreia.

O Festival de Inverno de Campos do Jordão chega a sua 45ª edição e é marcado como um dos principais pólos de cultura do País e o maior e mais importante Festival de Música Clássica da América Latina, trazendo diversas atrações nacionais e internacionais que atendem ao público que vem de todas as partes do Brasil.

CHEVROLET SPIN, QUE JÁ VENDEU NO BRASIL 100 MIL CARROS, GANHANO MODELO 2015, TRAVAMENTO ELÉTRICO DA PORTINHOLA DO TANQUE DE COMBUSTÍVEL E ACABAMENTO EMBORRACHADO NO PAINEL, QUE ELIMINA A TREPIÇÃO, E AINDA CÂMERA DE RÉ E MÓDULO TV COMPATÍVEIS NA CENTRAL MYLINK, COMO ACESSÁRIOS


O sucesso do Chevrolet Spin no mercado nacional pode ser traduzido em números. Líder de vendas do segmento desde o lançamento, há dois anos, o modelo acaba de alcançar a expressiva marca de 100 mil unidades produzidas no País.


O momento coincide com a chegada da linha 2015, que passa a incorporar novos itens de conveniência e acabamento. 


O objetivo é ressaltar ainda mais a relação custo-benefício do produto, que se destaca pelo amplo espaço interno e desempenho do motor 1.8 Econo.Flex de até 108 cavalos.


Entre os novos conteúdos de série está o sistema de travamento elétrico da portinhola do tanque de combustível. 


Outras novidades são o anel cromado emoldurando o painel de instrumentos e o acabamento emborrachado da parte central do painel, essas exclusivas para a versão topo de linha (LTZ).


Apesar de vir completo de série em todas as configurações, o Spin tem à disposição uma extensa lista de acessórios, como tablet de 7” com suporte para encosto de cabeça e bancos em couro. 


Fazem parte desta relação também a câmera de ré e o módulo de TV, compatíveis com o sistema multimídia Chevrolet MyLink.

Igualmente disponível na rede de concessionárias da marca, o módulo para ativação da função Tilt Down do retrovisor externo direito faz com que, ao engatar a marcha ré, o espelho incline-se para baixo, melhorando a visualização em manobras de estacionamento.


O Spin é comercializado em versões de cinco ou sete lugares com transmissão manual ou automática – esta última de seis velocidades, exclusiva no segmento. Já o porta-malas da versão de cinco lugares pode chegar a 1.841 litros, suficiente para carregar uma bicicleta montada, por exemplo.


“Essa versatilidade faz com que o carro agrade os mais diversos perfis de clientes. Entre os veículos multiúsos, o Spin é o líder com 43% do segmento, quase o dobro da participação do segundo colocado”, ressalta Marco Aurélio Pacheco, diretor de Marketing da GM do Brasil.


Com conforto e estabilidade semelhantes a de um sedã, o Spin também agrada pela posição elevada de dirigir, que transmite maior sensação de segurança ao condutor.

Três versões
Totalmente desenhado no Brasil, o modelo é comercializado em três versões de acabamento: LT, Advantage e LTZ.


Ar-condicionado, direção hidráulica, velocímetro digital e travas elétricas com acionamento remoto pela chave são alguns dos itens série, assim como os freios ABS com EBD (sistema de distribuição de frenagem), o airbag duplo e as rodas aro 15. Destacam-se ainda o banco do motorista, os cintos de segurança dianteiros e o volante com regulagem de altura.

A versão Advantage diferencia-se pelo acabamento exclusivo. Traz retrovisores externos, molduras de proteção lateral e adesivos da coluna central em preto brilhante.

Também oferece mais equipamentos, como os faróis com máscara negra, luzes auxiliares de neblina e sensor de estacionamento. Completam o pacote os retrovisores com comandos elétricos, o computador de bordo e o volante com controles das funções do rádio e telefone.

Já a versão LTZ soma ainda a terceira fileira de bancos e o sistema multimídia Chevrolet MyLink, que traz tela de sete polegadas sensível ao toque (touchscreen) e permite ao usuário trazer suas músicas, fotos e vídeos, além de conectar a internet através do smartphone. Dessa forma, pode-se acessar conteúdos e canais importantes da web, como o site BringGo, próprio para navegação.


O Spin 2015 é comercializado em sete opções de cores: Branco Summit, Azul Macaw, Bege Desert, Cinza Aztec, Cinza Mond, Prata Swichblade e Preto Global. A garantia é de três anos, sem limite de quilometragem.




COMPRAR UM CARRO ZERO QUILÔMETRO E PAGAR O VALOR QUE A CONCESSIONÁRIA PAGA À FÁBRICA É UM BOM NEGÓCIO. A GM OFERECE ESSA PROMOÇÃO ATÉ O DIA 15 DE JULHO PARA 10 MODELOS CHEVROLET: CELTA, CLASSIC, ONIX 1.0, PRIMA 1.0, CAPTIVA, SPIN LT, AGILE, COBALT, SONIC E CRUSE SEDAN.


A Chevrolet tem na rua uma campanha inédita de varejo com abrangência nacional: quem comprar um carro zero quilometro da marca vai pagar o mesmo preço que a concessionária paga à fábrica. 


A promoção, válida até o dia 15 de julho, contempla 10 modelos Chevrolet, entre eles Celta, Classic, Onix 1.0 litro, Prisma 1.0 litro, Captiva, Spin LT, Agile, Cobalt, Sonic e Cruze Sedã.

Outra novidade da campanha é a criação de um site de ofertas na Internet com a divulgação das condições especiais. 

A consulta pode ser feita por meio do endereço eletrônico www.precochevrolet.com.br

“Chevrolet a Preço de Concessionária - Você vai pagar o mesmo que as concessionárias pagam”.

TMD/COBREQ COLOCA NA REPOSIÇÃO PASTILHAS DOS FREIOS DIANTEIRO E TRASEIRO DO FOCUS 2014


A TMD Friction do Brasil colocou, no mercado de reposição nacional, suas pastilhas de freio Cobreq – dianteiras e traseiras - para o Ford Focus Sedã e Hatch ano 2014. Estas pastilhas abrangem os modelos S Power Shift, SE Power Shift, Titanium Power Shift e Titanium Plus Power Shift.

Com a mesma qualidade das pastilhas de freio originais, as da marca Cobreq estão dimensionadas para suportar com facilidade as exigências de frenagem geradas pelo Ford Focus, cujos modelos são equipados com motor 2.0L de 178 cv (álcool) e 175 cv (gasolina) a 6.500 rpm.

No mercado, as pastilhas de freio da linha do Ford Focus são encontradas por meio da referência Cobreq N-190 (dianteiras) e referência Cobreq N-187 (traseiras) para este veículo automático de seis marchas, rodas de liga leve 7x16 ou 7x17 e pneus radiais 215/50 R17.

SANDERO RE INVENTADO ELEVA A ESPERANÇA DE VENDAS DA RENAULT. JÁ VENDEU MEIO MILHÃO DE E QUER VENDER MUITO MAIS, AGORA COM O CARRO CHEIO DE MIMOS. A GM TEM DE FAZER RECALL EM QUASE 5 MILHÕES DE VEÍCULOS ARCANDO COM PREJUÍZOS QUE NEM ELA SABE EXATAMENTE DE QUANTO SERÃO.



Coluna nº 2714 - 5 de Julho de 2014
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A re invenção do Sandero

Mudar tudo sem mudar o conceito. Este é da boa formulação, espaço interno, rodar agradável e de baixo custo e, sobretudo, manter o rótulo de derivado do Logan, e sua positiva fama de carro perto do inquebrável. 

O desafio é para o novo Sandero, imposto a engenheiros e designers da Renault no Brasil – onde surgiu -, repetir a fórmula sobre a nova plataforma do Logan – e manter o fluxo de caixa na Renault, com densa representação de 40% nas vendas da marca no país. 

A versão anterior do Sandero, ainda em remanescentes unidades nas revendas, vendeu 500 mil unidades.

O Novo seguiu o caminho aberto pelo Logan, ser montado sobre plataforma amplamente revista – estrutura; direção, freios, suspensões, e novas sensações aos usuários, no visual e pelo emprego de melhores materiais e texturas mais agradáveis ao contato. 

Implementou o conforto, com ar condicionado automático, mudança do sistema elétrico antigo para o uso do sistema multiplex, capaz de suportar todas as atuais exigências e frescuras eletrônicas, sensores, comandos, interligações – sistema tradicional exigiria fios aos quilômetros. 

Na parte relativa à evolução do sistema Media NAV, central multimedia, uma de suas funções é ser o controle do piloto automático. 

Não é boiolice tecnológica, pois demandada em 75% dos Logan. Nele, além, dois programas: um avalia os dados obtidos durante a condução. 

Outra aconselha posturas no dirigir buscando otimizar a economia. Muitas funções, mas não inclui uma, simplória, porém exigência do dia, a câmera de ré.

No geral, em relação à geração passada, em últimas unidades a preços induzidos, mudaram-se 80% das peças. Mantém a garantia total de três anos.

Visualmente tem o traço personalizante do novo designer chefe da marca, com o losango como logo dividindo o painel frontal e a linha lateral superior, do capô à traseira do carro.

Opções

Motores 4 cilindros, bloco em ferro, cabeçote em liga leve, 1.0, 16 v, 77/80 cv – nota A no Programa federal de redução de consumo -; e 1.6, 8V, 98/106 cv. 

Decoração em padrões Authentique, Expression e Dynamique. Motor 1.0 mandatório na Authentique, opcional na Expression, indisponível em Dynamique.

Transmissão mecânica por cinco velocidades, sem opção de automática.

Chegado na crise que contrai 15% das vendas, a Renault implementará vendas do Sandero com equipamentos extra, e instigará melhor relacionamento com os revendedores da marca. 

Aliás, no geral, esta crise fere em especial duas categorias: fornecedores de auto peças e revendedores.

O Novo Sandero mantém a regra adotada pelo Logan. Mudar, deixando de ser simplório instrumento de mobilidade, para ganhar equipamentos e confortos para elevar-se no mercado, incorporando mais cuidados construtivos e itens de conforto.




Quantos
R$
Authentique
    29.890
Expression 1.0
    34.990
Expression 1.6
    38.590
Dynamique
    42.390



Na prática a opção mais equilibrada, especialmente por itens de conforto e segurança, é a Expression 1.6.


Novo Sandero


Argentina permite os fora de série
Uma aragem de bom senso automobilístico perpassou a Argentina. Seu Congresso aprovou projeto dos deputados Paula Bertol e Eduardo Amadeo, autorizando a re fabricação de veículos antigos e a produção de esportivos.

A atividade, na qual os argentinos tem inegável talento, estava vedada pelo cartorialismo latino: para impedir que velhas estruturas mecânicas de ônibus recebessem carrocerias novas e fossem assim considerados, colocando em perigo usuários e terceiros pelo uso de mecânicas desgastadas, passaram o rodo de maneira ampla e irrestrita, barrando os carros de pequena produção ou, como lá dizem, AFF – armados fuera de fábrica.

Boa parte da talentosa mão de obra se dispersou, e a restante dedicava-se a executar bordados jurídicos-mecânicos, fazendo interpretação artesanal dos desvãos legais. 

Na prática, usar o martelo e o taço para ocupar a lacuna da lei. Outros aplicavam-se a apenas produzir para exportações, mercado factível a poucos, equilibrando-se no garrote legal que, embora não vedasse formal e legalmente a produção, impedia o licenciamento, situação responsável por praticamente inviabilizar os que não ousaram interpretar o texto legal.

Nova legislação para o setor exige cautelas técnicas – para réplicas, projetos e aprovações originais -; em criação, mesma base em técnica e responsabilidade.


A atividade, segundo associação dos fabricantes e os parlamentares que a defenderam, sustentava 1.000 famílias, tem seu píncaro nos Pur Sang, imbatíveis réplicas de Bugattis e Alfa Romeo, construídas em Paraná, a 400 km de Buenos Aires, fabricação manual de verdadeiros clássicos, incluindo motores e toda a estrutura mecânica !

Outra referência, vencedor ex piloto, Nestor Salerno, instalado nas beiradas do desativado aeródromo de San Torquato - 50 km da Capital -, produz réplicas de puros sangue, como Ferrari GTO – um destes alcançou ano passado, em leilão italiano, US$ 8,2M – 1/3 do valor venal de um dos 27 GTO originais. 

Mesmo Salerno tem credenciamento da Lotus, ao tempo do mítico fundador Colin Chapman, para produzir – não é réplica -, o lendário Lotus Seven.

A barreira legal inviabilizadora foi afastada e a produção pode ser retomada.

Você jura ser alsaciana Bugatti - mas é argentina Pur Sang


Roda-a-Roda

Negócios – No processo de juntar facilidades e sinergias, reduzir custos, garantir sobrevivência, a Daimler – entenda Mercedes – e a Aliança Renault-Nissan investirão 1 bilhão de  euros na fábrica Nissan de Águas Calientes, México.

Produtos – Efetivarão a fórmula imaginada – como contou a Coluna ao início de 2013 - da fábrica Nissan em Rezende, RJ: montar Mercedes. 

No caso, desenvolverão motor e plataforma comum para as duas marcas. Produção Nissan em 2017, Mercedes 2018, pico de capacidade 300 mil unidades em 2021.

O que - Infinity diferente dos conhecidos, mas veículo de menor porte, cupê, sedã e novo utilitário esportivo dividindo plataforma e motores com os sucessores dos Mercedes classes A, B, GLA e CLA.

México? – Mercados dos EUA e Canadá à mão, custos industriais menores, ausência de inimigos climáticos, e boa política comercial com o mundo. Dentre os latinos, os mexicanos detém as melhores condições.

Controle – Renault assumiu 67% das cotas da empresa que controla a AutoVAZ, maior fabricante russa – faz os Lada.

E? - Osamu Suzuki, 85, mais um ano à frente da Suzuki. Companhia familiar, sucessão pouco clara, maior percentual de lucro no setor ano passado. Tais condições podem auxiliar as negociações com a Fiat Chrysler.

Pânico – A GM chamou a recall mais 4,8 milhões de veículos. Não consegue saber a extensão dos problemas, acidentes, perdas e mortes pela economia sem higiene de diminuir componentes da fechadura de ignição. 

Seja qual for a extensão do problema, custar-lhe-à muito, e o governo estadunidense, após torrar US$ 10 bilhões dos contribuintes para salvá-la, não bisará o socorro.

Resultado – As falhas que motivam os recalls dão prejuízo, matam, fazem trocar presidentes. 

Desequilibram o caixa e, em tal volume, desestimulam os acionistas a aplicar poupança nas empresas para indenizar erros de engenharia ou omissão assumida. 

Os eventos com a Toyota e a GM devem mudar as regras mundiais de procedimento.

Mini Truck – É como se enfeita a denominação dos minipicapes chineses. A Lifan, com montagem no Uruguai, traz seu modelo Foison, com tentativa adequação às características brasileiras e às operações de manutenção.

E? – Difícil inventar em tais caminhõezinhos, mas o Foison tenta: motor 1.3, 85 cv, 11,3 kgf.m de torque -, contra demais motores 1.0; caçamba maior, 2,80mx1,52mx0,33m, para 800 kg. 

Duas versões: básica, R$ 34.900, e completa, com ar condicionado e direção assistida, R$ 37.990.


Foison, mini truck


De volta – Conhecida atualmente como fabricante do bem bolado esportivo Atom, a Ariel, marca sobrevivente e ativa quando produzia motocicletas com motores de quatro cilindros, entre 1930 e o fim da década de ’50s, voltou à atividade de fabricar motos. Faz a Ace.

Montando – Configura as motos sob encomenda, com variáveis em seu chassi exposto, em alumínio polido, suspensão, mantendo motor comum, o Honda V4 VFR 1200. 

Não tem rádio, aquecedor nas manoplas, para brisas... É pura performance e adrenalina. Seletiva, entre 100 e 150/ano, a US$ 34.000.


Ariel Ace


Preparativos – Grupo Chrysler iniciou veicular informações na Internet para instigar mercado e consumidores à novidade do novo Cherokee, e cadastro para informações. Totalmente novo, motor Pentastar 3.200 cm3 e 270 cv, transmissão com nove marchas. Outubro, pré Salão. 

Mais? www.jeep.com.br

Mais do mesmo – Como esperado Governo Federal manteve contido – e honesto - IPI sobre os veículos. 


Com eleições, sem certeza de êxito peto-lulista, e dispensa de mão de obra no setor, não é hora de fomentar preços.

E Mais – Ford marcou data para assinalar a nova operação de sua controlada Troller, fabricante de jipes no Ceará: fábrica arrumada e ampliada, novo produto já em fabricação: 15 julho.

Idem – Fiat idem para o novo Novo Uno. 1º de agosto.

Ecologia – Novo acessório para quem passa muitas horas no carro, o Casecar tem série de compartimentos para guardar objetos. 


Reciclado, feito em couro ecológico, mede 21 cm x 31 cm e custa R$ 29. 
Afim?
(www.amaterra.com.br/onde-comprar/)

Socorro – Utilidade pública trazida pelo grupo ARBR – a turma internética dos proprietários de Alfa Romeo. 


Se, na faina de manter antigos, você ingerir gasolina, não beba leite. A capacidade de absorção de pequena quantidade deste combustível, é baixa. Assim, deixe quieto, de repouso. 

Volume de 20 ou 30 ml, recomenda ida imediata – sem dirigir - ao Pronto Socorro para avaliar necessidade de lavagem estomacal.

Leite – É maléfico, no aumentar a capacidade de absorção pelo sistema digestivo e reduzir vômito espontâneo. Com gasolina, maior perigo é o inalação.

Prêmios – Usual em festivais de propaganda, como o de Cannes, são filmes de lançamento, campanhas de venda ou institucionais de produto ou marca. 


A Volkswagen mudou a escrita: na campanha pelo fim, o Deslançamento da Kombi, ganhou 7 prêmios. 

Criada pela marca com a AlmapBBDO, sua agência de propaganda. Para ver, www.vw.com.br/kombi

Vitória – O desafio auto imposto pela Mitsubishi, subir o Pikes Peak, corrida montanha acima, no Colorado, EUA, trouxe vitória à marca com seus dois carros elétricos, os MIEV III. 


A prova é de grande repercussão no mercado estadunidense. Os Miev utilizaram quatro motores elétricos, 603 cv, tração integral, e a marca tem pouca participação nas vendas de elétricos.
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sexta-feira, 4 de julho de 2014

RENAULT RENOVA O SANDERO E PARTE PARA A BRIGA COM OS COMPACTOS CONCORRENTES


ALTA RODA



Nº 791 —  4/7/14

Fernando Calmon



VIRADA CULTURAL

A vida vai ficar cada vez mais difícil para fabricantes que “militam” no disputado mercado brasileiro de compactos hatches. 

Afinal, são nada menos de 28 modelos (incluídos quatro subcompactos), entre nacionais e importados, que representam 53% dos automóveis vendidos por ano ou cerca de 1,5 milhão de unidades. 

Essa faixa cobiçada por todos os fabricantes tem aumentado seu grau de exigência e compradores estão dispostos a gastar um pouco além, desde que se ofereça mais por menos.

Recado entendido pela Renault, que começa a vender em duas semanas a segunda geração do Sandero, depois de sete anos. 


A empresa partiu para uma virada cultural, de estilo à engenharia, o que aumentou sua atratividade sem deixar de lado o conceito quase-médio a preço de compacto. 

Manteve a versão de entrada abaixo dos R$ 30 mil (exatos R$ 29.890) e agregou direção de assistência hidráulica de série. 

Na média das três versões seu preço caiu 5% – o que não é pouco – e ampliou o conceito de inovação acessível, iniciado ainda na primeira geração com o sistema de navegação GPS.

Agora é possível ter câmera de ré, sensores traseiros de estacionamento e ar-condicionado digital, por exemplo, na versão de topo, por ainda bem interessantes R$ 43.820. 


A fábrica investiu em aerodinâmica (Cx reduzido de 0,38 para 0,35), arcabouço estrutural (deve melhorar nos testes de impacto), adotou motor de 1 litro mais evoluído (mesmo do Clio e Logan), evoluiu as suspensões (bitolas maiores), cuidou melhor do interior (novo quadro de instrumentos e acabamentos) e até caprichou no desenho das calotas para aro de 15 pol. (rodas de liga leve só na versão mais cara).

O Sandero manteve credenciais de ótimo espaço interno para pernas (entre-eixos de 2,59 m), largura para ombros e porta-malas referencial no segmento com 320 litros. 


Resolveu coisas simples como realocação do comando elétrico dos espelhos externos, mas o tanque de combustível deveria comportar mais de 50 litros.

Numa primeira avaliação, dá para notar mais silêncio a bordo e a direção ganhou respostas um pouco melhores, apesar da regulagem de altura do volante desagradável, do tipo “queda-livre”. 


Desenho dos instrumentos é honesto, mas leitura deixa a desejar. Alavanca de câmbio continua sensível aos movimentos bruscos de aceleração. 

Motor de 1,6 L (106 cv/etanol; apenas 98 cv/gasolina) ficará rapidamente em desvantagem frente aos concorrentes, enquanto o de 1 litro (88 cv/77 cv), que ainda responde por 40% das vendas, tem adversários incômodos na tendência dos três-cilindros.

Dentro de 45 dias chegará o câmbio automatizado de uma embreagem, que substituirá o automático da geração anterior. Fabricado pela ZF custará em torno de R$ 3.000 e, assim, potencializa aumentar participação atual de 5% nas vendas para pelo menos 10%.

A Renault pretende manter o Sandero entre os 10 automóveis mais vendidos (começou como 17º, em 2007). Não será fácil com o avanço do Up! e o novo Ka, já no começo de agosto. 


Estará contente, porém, se ficar entre os três preferidos numa lista do que considera concorrentes mais diretos como Fiesta, Fox, HB20 e Onix. Estes modelos teriam resultados menos afetados por vendas a frotistas.

RODA VIVA 

DESDE o final do primeiro trimestre já se considerava certo IPI reduzido até o fim do ano. E acabou confirmado. 

Desânimo com economia brasileira, crédito restrito, acomodação após nove anos de crescimento e antecipação de vendas nos momentos de euforia são explicações para duas quedas sucessivas: menos 1%, em 2013 e menos 5%, este ano (tudo indica).

TROCA inteligente: sairia a discutível obrigatoriedade (futura) de rastreadores e entrariam equipamentos de segurança de baixo custo. 


Há até o mote da década de segurança viária, campanha da ONU que o Brasil abraçou e quase nada fez. 

Não se pode continuar a oferecer carros sem pelos menos dois cintos retráteis e dois apoios de cabeça no banco traseiro como equipamentos de série.

FORD confirmou que versão sedã do novo Ka terá apenas o sinal “+” para se diferenciar do hatch. 


Na realidade, o novo modelo só herdou o nome do antigo Ka. Sua arquitetura é a mesma do novo Fiesta, inclusive distância entre-eixos. 

Apenas os balanços dianteiro e traseiro serão menores, mas o formato da carroceria melhora o espaço interno.

FIAT retirou o nome Palio da versão 2015 da station Weekend. O que aparentemente significaria apenas uma simplificação, na realidade reflete o menor interesse dos compradores pelas peruas em razão do avanço dos utilitários esporte. 


Já se prevê, infelizmente, o fim desse segmento no Brasil em poucos anos. Weekend, por exemplo, não terá sucessora.

VOLVO, fabricante paranaense de caminhões, fez um ótimo trabalho que chamou de atlas da acidentalidade no transporte rodoviário brasileiro, focado em veículos pesados. 


A publicação traz uma compilação de dados oficiais de todos os tipos de acidentes em estradas federais do País. Esperamos que tenha eco nas decisões por um trânsito mais seguro.            

quinta-feira, 3 de julho de 2014

BMW CONVOCA PROPRIETÁRIOS DO SEU MODELO X5 xDRIVE50I FABRICADOS EM 2014 PARA TROCA DAS FECHADURAS DAS PORTAS TRASEIRAS

São Paulo, 3 de julho 2014 - A BMW do Brasil, reforçando o compromisso em zelar pela segurança de seus clientes, convoca para campanha de recall os proprietários dos veículos BMW X5 xDrive50i, fabricados entre janeiro de 2014 e fevereiro de 2014, a comparecerem a uma concessionária autorizada para verificação e, se necessário, substituição das fechaduras das portas traseiras dos veículos impactados.

Tal medida se dá pela possibilidade de, ao acionar a maçaneta interna de abertura das portas dos referidos veículos, a trava de segurança de proteção para crianças ser desbloqueada. Acionando-se novamente a maçaneta a porta poderá ser aberta mesmo que a trava de segurança para crianças esteja acionada, podendo ocasionar, consequentemente, acidentes e danos físicos e materiais aos ocupantes do veículo e a terceiros.

Os serviços poderão ser realizados gratuitamente pela rede de concessionárias e o atendimento terá início imediato. O tempo gasto na realização deste serviço é de até 2 (duas) horas.

Os chassis das 17 unidades afetadas no país, são:

MODELO: 
X5 xDrive50i 

CHASSIS:

0G96321

0G96324

0G96327

0G96357

0G96358

0G96359

0G96365

0G96457

0G96511

0G96512

0G96566

0G96571

0G96572

0G96573

0G96586

0G96590

0G96620

Para mais informações, por favor ligue no Serviço de Atendimento ao Cliente BMW (0800 707 3578), de 2ª a 6ª feira, das 8 às 19 horas, ou acesse nosso website (www.bmw.com.br).

Para mais informações sobre o recall, acesse:

http://www.bmw.com.br/br/pt/general/recall/index.html

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