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sábado, 23 de agosto de 2014

NISSAN APERFEIÇOA SUA PICAPE FRONTIER 2015, AGORA A PICAPE JAPONESA TEM CÂMBIO AUTOMÁTICO, MAIS EQUIPAMENTOS DE CONFORTO E SEGURANÇA E CUSTA R$ 114.790,00.


Rio de Janeiro – A 
picape Nissan Frontier 2015 chega ao mercado com câmbio automático e também com uma inédita central multimídia com DVD, Bluetooth® streaming e sistema de navegação integrados.



Tipo de transmissão que oferece conforto na condução, o câmbio automático ganha mais espaço na Nissan Frontier 2015. 



Com preço inicial sugerido de R$ 114.790, a nova versão intermediária SV Attack 4x4 chega para ser uma das opções mais acessíveis equipadas com esse tipo de transmissão no segmento de picapes médias. 



Com o lançamento, a linha do utilitário produzido no Paraná conta agora com duas versões equipadas com a caixa automática de cinco velocidades e overdrive, recurso que atua como sobremarcha (a outra opção é a topo de linha SL).

Mais tecnologia também é destaque nos equipamentos de conforto e entretenimento da Nissan Frontier 2015. 



A versão SL automática ganhou uma nova central multimídia com tela colorida de 6.2". Ela reúne itens inéditos no veículo: DVD player, sistema de navegação por satélite (GPS) e Bluetooth® (streaming de áudio e viva-voz para celular). 

Além disso, o sistema reproduz áudio e vídeo por meio de USB, iPod®, CD e DVD. A central ainda trabalha em conjunto com a câmera de ré já disponível no modelo.


A Nissan Frontier conta com as seguintes versões na linha 2015: S e SV Attack 4x2 – ambas equipadas com motor 2.5 16V turbodiesel de 163 cavalos e transmissão manual de seis velocidades – e os modelos com tração 4x4 e motor 2.5 16V turbodiesel de 190 cavalos de potência S, SV Attack Manual, SV Attack Automática e SL Automática.


Os preços sugeridos para a linha começam em R$ 94.990 (S 4x2) e vão até R$ 134.490 (SL 4x4 AT).

Qualidade e confiança




Produzida no Brasil, na fábrica da Aliança Renault-Nissan em São José dos Pinhais (PR), a Frontier carrega todo o conhecimento de oito décadas de experiência da Nissan na fabricação de picapes e veículos fora de estrada, além das mundialmente reconhecidas qualidade e confiabilidade japonesas.

Apenas no Brasil são mais de 100 mil unidades comercializadas desde o início da produção, há 12 anos.


A robustez do conjunto é garantida com um chassi construído a partir de tubos retangulares completamente fechados ao invés de trilhos em formato de C, algo comum no segmento. 

Reforçado com oito travessas – normalmente modelos deste tipo utilizam sete - e com aço texturizado, muito mais resistente à tensão, essa estrutura, em pontos estratégicos da carroceria, a Nissan Frontier possui rigidez na medida certa. 



É a base para sustentar toda a tecnologia avançada que a Frontier oferece. E, claro, isso se traduz em mais performance, tanto na estrada quanto fora dela.

O acabamento interno é requintado, com detalhes cromados e exclusivos bancos em couro, que trazem estilo e sofisticação na hora de dirigir. 




A suspensão foi desenvolvida para ser resistente nos terrenos fora de estrada e, ao mesmo tempo, confortável. 



A distância entreeixos é uma das maiores do segmento de picapes médias (3,20 m). Dessa forma, o espaço interno é excelente.

A robustez da Nissan Frontier está associada ao conforto e tecnologia. A linha oferece acabamentos com equipamentos que garantem comodidade, segurança e prazer na condução. 



Entre eles, rodas de liga aro 16; computador de bordo; chave com telecomando para abertura e fechamento das portas; direção hidráulica com ajuste de altura do volante; airbag duplo; freios ABS com Distribuição Eletrônica de Frenagem (EBD); ar-condicionado, travas e vidros e retrovisores pintados na cor do veículo com regulagem elétrica; parachoque dianteiro, grade frontal na cor do veículo; parachoque traseiro cromado; alarme com acionamento por controle remoto; pneus All Terrain 255/70 R16; faróis de neblina, acabamento externo; controle de estabilidade VDC; revestimento dos bancos em couro; neblina, estribos laterais, rack de teto, entre outros.


Outro destaque da linha é o "Compromisso Nissan Frontier", um pacote de benefícios que inclui as revisões periódicas com preços transparentes e mão de obra inclusa, três anos de garantia e dois anos do serviço de assistência 24h Nissan Way Assistance. 


Com o programa, o custo de manutenção até os 60 mil km do utilitário somará R$ 4.584, o mais competitivo do segmento de picapes médias com motor a diesel. 

O "Compromisso Nissan" também está disponível para os modelos March, Versa, Novo Sentra e o Altima.


A revisão com preço fechado inclui, além das peças e lubrificantes de substituição obrigatória, a mão de obra para troca dos mesmos e inspeção dos itens previstos no manual de garantia e manutenção. 

Os preços são os mesmos em qualquer revenda da Nissan, seja no Rio Grande do Sul seja no Amazonas.


A Frontier conta ainda com dois anos do programa de assistência 24 horas Nissan Way, que dá direito a serviços em casos de pane, colisão, furto ou pneu furado, conserto no local ou reboque, dependendo do que acontecer com o seu Nissan, além de três anos de garantia de fábrica, sem limite de quilometragem. 

Confira os valores das revisões, que deverão ser realizadas a cada 10 mil km ou 12 meses (o que ocorrer primeiro).


A Nissan também trabalha constantemente nos preços das peças de desgaste, itens de funilaria com maior probabilidade de avaria em colisões e peças de manutenção corretiva, procurando oferecer valores competitivos a seus clientes. 

O proprietário encontra nas 169 concessionárias da rede Nissan em todo o Brasil preços que estão entre os mais competitivos do segmento, especialmente para itens de demanda, como amortecedores, pastilhas de freio, molas de suspensão, palhetas, faróis, lanternas, parachoques, entre outros.


HÁ 84 ANOS, A GM NÃO CONSEGUIA PRODUZIR MAIS DO QUE MEIA DÚZIA DE FORGÕES POR SEMANA NA SUA FÁBRICA DE SÃO CAETANO DO SUL, NO ABC PAULISTA, ESTE MÊS ESSA UNIDADE COMEMORA A MARCA DE 6 MILHÕES DE CARROS PRODUZIDOS, NUM RITMO DE 50 POR HORA. A PLANTA DE SÃO CAETANO DO SUL, QUE DURANTE A II GUERRA PRODUZIA MATERIAL BÉLICO E VEÍCULOS MILITARES, EM 1968 CONSTRUIU O PRIMEIRO OPALA E HOJE FABRICA O SPIN, O CRUZE, E O COBALT. UMA HISTÓRIA DE SUCESSO .


São Caetano do Sul – A fábrica da General Motors que em 1930 quando foi instalada em São Caetano do Sul produzia meia dúzia de forgões por semana, artesanalmente, comemora, este mês, a marca de seis milhões de veículos produzidos 
- atingida por um Cobalt - num ritmo de 50 carros por hora, em 84 anos de atividade permanente.



A implantação da General Motors no Brasil deveu-se à estratégia da corporação, de origem estadunidense, de aproveitar as novas oportunidades que surgiam no exterior, onde os modelos Chevrolet tornavam-se cada vez mais populares.


O primeiro automóvel de passeio produzido em São Caetano do Sul foi um Opala quatro portas ano 1968. 




Desde essa época, o complexo industrial passou por diversas expansões para poder acompanhar o processo de ampliação e modernização da linha Chevrolet no País e hoje ocupa um terreno urbano de 290,5 mil m² .




Vários outros ícones da indústria automobilística nacional saíram desta fábrica, como o Monza, o Vectra e o Omega. 



Todos carros que marcaram época pelo seu pioneirismo.

Atualmente, em São Caetano do Sul são produzidos os modelos Cruze (versões hatch e sedã), Spin, Montana e Cobalt, destinados também para exportação. 

Maquinários robotizados de última geração ajudam a garantir os níveis globais de qualidade exigidos pelo mercado.

A empresa possui cinco fábricas no País, duas destinadas à montagem de veículos. A de Gravataí, no Rio Grande do Sul, inaugurada em 2000, atingiu no mês passado a marca de 2,5 milhões de carros produzidos. 
A de São José dos Campos, em São Paulo, fabricou já mais de 5,6 milhões de unidades. 

Sustentabilidade
No complexo de São Caetano do Sul (SP), desde 1989 economiza-se muita água nos processos de produção, pois consomem água de reuso nas torres de resfriamento e na preparação de produtos químicos dos processos de pintura.

Estes sistemas possibilitaram o reuso de mais de 225 milhões de litros desde 2011, sendo 22 milhões nos primeiros seis meses de 2014, com redução média de 73% do consumo de água por veículo produzido.

O trabalho contínuo de melhoria nos processos ainda fez a GM reduzir, entre 2005 e 2013, 60% o consumo médio de energia elétrica para produzir um carro.


Fatos históricos




Em agosto de 1930 é inaugurada oficialmente a fábrica de São Caetano do Sul como alternativa aos galpões que a GM alugava no bairro do Ipiranga (SP) para confeccionar furgões.



Em 1934, saía da fábrica de São Caetano do Sul o primeiro ônibus com carroceria de madeira fabricado no Brasil.

Em meados da década era visível a consolidação da industrial em São Caetano do Sul, agregando à sua volta um número crescente de casas, ruas e bairros onde morava boa parte dos trabalhadores. De área desabitada, o local virou um município, emancipado em 1948.


Durante o período da II Guerra Mundial, a GM participou do esforço militar na produção de veículos e material bélico, tendo sido produzidos mais de 2.000 veículos a gasogênio para uso civil.


Os ônibus tornaram-se, nos anos do pós-guerra, uma das demandas prioritárias do País como transporte de massa. 




Em 1948, a GM produziu o primeiro deles com carroceria inteiramente metálica. Nesta época, o Brasil possuía uma frota de 500 mil veículos – média de um para cada 100 pessoas.

Em 1956 a companhia iniciou o programa pioneiro de nacionalização de caminhões.


Em novembro de 1968, foi lançado o primeiro carro de passageiros Chevrolet produzido no Brasil, o Opala, com quatro portas. Para montá-lo, a fábrica passou por uma ampliação. 



Anos depois, nasceu um dos mais apreciados dos Opalas, o SS.

Em setembro de 1979, a unidade de São Caetano do Sul comemora a produção do veículo de número 1,5 milhão.



Em 1982, o complexo inicia a fabricação do Monza, que poucos anos depois se tornaria o modelo mais vendido do mercado nacional, um feito não alcançado por nenhum outro carro de sua categoria até os dias atuais.



Em abril de 1992, o Opala sai de linha, após 23 anos ininterruptos de produção, com a marca de quase 1.000.000 de unidades produzidas, dando lugar ao Omega.

No mesmo ano, a fábrica de São Caetano do Sul coloca em funcionamento a sua estação de tratamento de efluentes industriais oleosos.




Em novembro de 1993, durante a visita do então presidente mundial da General Motors Corporation, Jack Smith Jr., a GM comemora a produção do Chevrolet número 5.000.000, um Vectra GSi, versão esportiva do modelo recém-lançado e também feito na unidade do ABC.



Em setembro 1998, é a vez do Kadett deixar de ser fabricado em São Caetano do Sul para o início da produção do Astra, que seguiu em linha até 2011, assim como o Vectra.

Em 2008, com mais uma expansão da fábrica, novos funcionários precisaram ser contratados e é aberto um terceiro turno de produção.




De 2010 a 2011, a unidade de São Caetano do Sul passou por uma grande reformulação e iniciou a fabricação da Nova Montana, do Cobalt e do Cruze Sedã.



Em 2012, o Spin e o Cruze Hatch chegaram para completar a nova linha produtos da fábrica. 



Em 2014, o complexo atinge seis milhões de carros produzidos, um recorde histórico para a GM, no Brasil.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

MERCADO DE REPOSIÇÃO DE AUTO-PEÇAS JÁ RECEBEU VÁLVULAS ALEMÃS KS KOLBENSSCHIMIDT PARA REPARO DE MAIS DE 100 MOTORES DAS MAIS DIVERSAS MARCAS DE VEÍCULOS, INCLUSIVE MODELOS ANTIGOS A PARTIR DE 1938


O mercado de reposição nacional de auto-peças já tem à venda novas válvulas KS abrangendo motores de mais de 100 veículos de montadoras como Mercedes-Benz, Fiat, Honda, Hyundai, Iveco, Nissan, Renault, Volkswagen e Volvo.

Os lançamentos atendem 25 motores, com aplicações em diversos anos e modelos. No caso da Mercedes-Benz, atende mais de 50 veículos, desde o modelo 1938 (motor 457 LA), produzido a partir de 1995, aos modelos Accelo, Atego, Atron, 2729 6x4 (motores OM 904 e 926 Euro 5) entre outros fabricados de 2011 em diante, passando pelo Axor, 0500 e 0400.

Na Volvo, as novas válvulas atendem os motores D12A, D12C e D12D, aplicados nos modelos F-12 340, 380, B10, B12, FM 12-340, FM 380, 420 e 460, sendo o B10 e B12 com início de produção em 1991. Para a

Iveco, são aplicados no motor 12.9L 24V dos modelos Stralis 490, 740, HD 450, 490, 570 e 740, Stralis RST 570 e Trakker 410 T.

Os novos itens cobrem também os motores da Fiat, do veículo Ducato 2.3L 16V diesel Multijet e o 1.6L 16V E-Torq, aplicado nos veículos Grand Siena, Idea, Novo Palio, Nova Strada, Novo Palio Weekend, Palio, Palio Weekend, Punto e Siena produzidos a partir de 2010.

Os motores dos modelos Honda Civic e New Civic 1.8L 16V produzidos entre 2006 e 2012, assim como os do Fit (1.4L IDSI) e City (1.4L I-VTEC) fabricados de 2003 em diante, também fazem parte dos lançamentos, à exemplo como Hyundai H-100 (1995/2000) e H-1 (2000/2002), ambos com motor 2.5L 8V.

Está também disponível no mercado de reposição as válvulas para os motores 1.8L 16V da Nissan (Tiida, Livina, Gran Livina) e 2.5L 16V (Frontier, X-Trail e Pathinder); para os motores Renault 2.2L 16V e 2.5L 16V dos veículos Trafic e Master; e para o motor 2.0L TDI 16V da Volkswagen (Amarok, Califórnia T5, EÓS, Golf, Jetta, Tiguan, Passat e Transporter).

Para maiores informações sobre as aplicações completas, o cliente pode entrar em contato com a fábrica através do SAKS 0800 721 7878 ou através do e-mail marketing@br.kspg.com



Talita C. Peres – Gerente de Marketing – talita.peres@br.kspg.com – (19) 3484-1312

Lellis Assessoria de Imprensa e Consultoria Ltda. Jornalista responsável: Marco Antonio Lellis – MTb 9.473/SP - 28lellis@uol.com.br – (17) 98119-3843

AUDI IMPLEMENTA AS VENDAS ATÉ DOMINGO DIA 24 DE SEUS MODELOS

VOLKSWAGEN DO BRASIL INVESTE MAIS R$ 300 MILHÕES NA FÁBRICA ANCHIETA. NOVOS ROBÔS DE ÚLTIMA GERAÇÃO FACILITAM A PRODUÇÃO E GARANTEM UMA EFICIÊNCIA DE 99,9% DE EFICIÊNCIA NOS PONTOS DE SOLDA. TODA ESSA TECNOLOGIA ESTÁ LIGADA A UMA "FÁBRICA VIRTUAL".



A Volkswagen do Brasil acaba de implementar o investimento de R$ 300 milhões na área de armação de carroceria da Saveiro, na fábrica Anchieta.

A primeira fase do investimento foi anunciada em 2013, no valor de R$ 250 milhões, para a produção da Nova Saveiro nas versões cabine simples e estendida.

Agora, a segunda fase também está concluída, totalizando R$ 50 milhões adicionais na linha da Armação para a chegada da Saveiro Cabine Dupla.

Esse investimento proporcionou a aquisição de 17 robôs de nova geração, acrescentados ao processo.

Agora, a linha da Armação da Saveiro conta com um total de 168 desses robôs, com aumento considerável de desempenho já que são 10% mais rápidos e 15% mais leves do que os da geração anterior.

Também sistemas de solda que garantem eficiência de 99,9%, sistemas on-line de medição a laser, o que configura esta linha de produção como a mais moderna, automatizada e precisa do País para a produção de veículos comerciais.

O investimento também foi aplicado em novos dispositivos, testes e construção de novas estruturas de produção. Na primeira, em 2013, a capacidade de produção da picape aumentou em 30%.

Agora, com a segunda fase do investimento para a chegada da Saveiro Cabine Dupla, a capacidade de produção foi ampliada em mais 20%. Desde o início do investimento, o aumento da capacidade do modelo é superior a 50%.

Além de toda a tecnologia de ponta implementada, a flexibilidade desta linha pode acompanhar a demanda das três versões de carrocerias. 

A Saveiro é produzida exclusivamente na fábrica de São Bernardo do Campo (SP).

A nova linha de Armação já foi planejada dentro dos mais modernos modelos de garantia de qualidade dimensional e robustez da Volkswagen.

Com a mais alta tecnologia disponível na indústria automotiva mundial, a armação é a mais avançada da Volkswagen do Brasil.

“A Armação da Nova Saveiro proporcionará mais agilidade e flexibilidade à produção das três versões do modelo ao mesmo tempo: cabine simples, cabine estendida e cabina dupla. Isso reforça a preocupação da marca com a mais alta tecnologia global e princípios sustentáveis”, afirmou o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall.

Inovações tecnológicas
A Armação da Nova Saveiro oferece diversas inovações tecnológicas inéditas no Brasil, como por exemplo, as pinças de solda controladas por um sistema chamado IQR que monitora os parâmetros de solda e permite que os pontos de solda sejam liberados somente quando os valores estabelecidos estiverem alcançados, garantindo a qualidade dos pontos e a estrutura da carroçaria favorecendo a qualidade e a eficiência.

Além disso, a pinça de média frequência, comparada às pinças convencionais de 60Hz, necessita de menor corrente e consequentemente menor energia para gerar a fusão das chapas.

A Armação da Nova Saveiro conta com um equipamento altamente inovador, inédito no Brasil, onde é feita a geometria da plataforma do veículo (assoalhos dianteiro e traseiro e longarinas dianteiras).

“O equipamento oferece flexibilidade para o processo de montagem, pois permite que diferentes modelos possam ser armados na mesma linha, com total garantia de qualidade e eficiência”, explicou Placeres.

O fechamento da carroceria da Saveiro é realizado em outro equipamento "Framer", que está em sua 3ª geração e é único no Brasil.

Esse equipamento, onde são soldadas as laterais na plataforma e o teto da carroceria, oferece ganho de 15%, em relação à geração anterior, do tempo necessário de preparação para produzir modelos diferentes, além de permitir modificações sem parada de linha.

Outra inovação no Brasil é a implantação do padrão VASS de padronização elétrica e de comunicação mais robusta e rápida entre todos os equipamentos eletrônicos da nova Armação, que também facilita e agiliza a manutenção.

A Armação ainda inclui outra novidade no processo produtivo brasileiro: o uso de robôs com projetores de laser para fazer a medição das dimensões da carroceria "on line".

Esses dados são enviados imediatamente para a área de monitoramento, garantindo um controle de qualidade ainda mais preciso durante o processo produtivo.

O investimento também contemplou a implantação de sistemas transportadores (mais de 2 km), que levam as carrocerias da Nova Saveiro à área de Pintura da fábrica.

Sustentabilidade no processo produtivo
O aspecto sustentável é outro diferencial da Armação da Nova Saveiro. A alta tecnologia de solda permite economizar energia elétrica por conta da utilização de pinças de média frequência (1.000 Hz) em toda linha, tanto nos robôs como nos equipamentos operados manualmente.

Essas pinças consomem 30% menos de energia e ainda permitem ganho de precisão e qualidade de solda.

As instalações da área também foram projetadas para contribuir com o meio ambiente.

O espaço dispõe de luminárias econômicas, teto de policarbonato transparente, favorecendo a utilização de luz natural, e pintura branca, que clareia o ambiente, minimizando a necessidade de iluminação artificial.

Tecnologia digital inovadora
O projeto da nova Armação da Anchieta, exclusiva para a Nova Saveiro, foi desenvolvido com auxílio da "Fábrica Digital", uma tecnologia do Grupo Volkswagen que consiste em um conjunto de softwares adaptados para simular virtualmente os processos produtivos, antes da implementação física.

A “Fábrica Digital” auxiliou nos trabalhos de flexibilização da Nova Armação (permitindo que a área esteja apta para produzir vários modelos diferentes) e de otimização do fluxo logístico.

“A Fábrica Digital permite realizar simulações, que garantem a definição do melhor e mais robusto processo produtivo, minimizando o prazo de implementação, otimizando o tempo de fabricação e balanceamento da linha, além de promover a melhoria da ergonomia, levando à excelência os movimentos do trabalhador e gerando maior produtividade”, afirmou o diretor de Engenharia de Manufatura da Volkswagen do Brasil, Celso Placeres.

AUDI COMEMORA 29 ANOS DE BRASIL COM A PRODUÇÃO DE 100 MIL CARROS, SUV Q7 ADQUIRIDO PELO CHEF ALEX ATALA. A MARCA FAZ PROMOÇÃO ATÉ DOMINGO (24/8) DE VENDA COM 50% DE ENTRADA E 24 PARCELAS FIXAS DOS A1, A3, A4, A5 E Q3


São Paulo, 22 de agosto de 2014 – A Audi está comemorando 20 anos de presença no Brasil com a entrega de seu 100.000º veículo comercializado no País a um cliente especial: Alex Atala, chef brasileiro reconhecido internacionalmente, que recebeu seu SUV Q7 das mãos do o presidente e CEO da Audi do Brasil, Jörg Hofmann. 


E para estender essa celebração ao público, a marca oferece condições especiais de financiamento até domingo (24) em toda sua rede de concessionárias no País.

O SUV Q7 atinge 100 km/h em apenas 6,9 segundos, tem velocidade máxima de 243 km/h e conta com câmbio Tiptronic de 8 velocidades. 

Além disso, o Q7 é um dos modelos com tração integral quattro®, tecnologia também utilizada nos carros de corrida da Audi na WEC e que divide o torque entre os dois eixos de forma independente, garantido a melhor tração possível a todo momento

Atala se encantou com o Q7 por ser um apaixonado por aventura. “Tenho como hobby fazer trilhas e observar pássaros, então, preciso de um modelo que seja bom para rodar na cidade e que seja funcional em estradas de terra, por exemplo.”

Condições especiais de venda
Para essa ocasião especial, as 31 revendas da marca distribuídas pelo Brasil oferecem aos clientes o A1, o A3, o A4, o A5 e o Q3 com 50% de entrada e o restante dividido em 24 parcelas, sem juros.

Em seu 20º ano de operação no Brasil, a empresa tem apresentado ótimo desempenho nas vendas, como resultado da confiança que conquistou do consumidor brasileiro. 

Entre janeiro e julho, a Audi entregou aos clientes 7.174 veículos, volume 101% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado.

A Audi colocou à venda no País diversos produtos que já se tornaram objeto de desejo dos brasileiros: entre eles, o RS Q3, o S3 Sportback (esportivo da família A3) e o superpotente RS7, com motor V8 de 560 cv. 

Além disso, o mercado local teve como novidade o exclusivo A1 Kult e duas versões do A3 Sedan, a 1.8 TFSI e a 1.4 TFSI.

Trajetória de sucesso
A relação da Audi com o Brasil começa com um acordo operacional que permitia a importação e venda da marca no País pela Senna Import, empresa do saudoso tricampeão mundial de Fórmula 1, Ayrton Senna (a partir de março de 1994). 

Por tudo o que representava como esportista e cidadão, Senna foi fundamental para dar notoriedade à marca no Brasil, que era pouco conhecida localmente, apesar de ter trazido inúmeros avanços na história do automóvel.

A Audi AG assume 100% das operações no Brasil a partir de março de 2005, mostrando que seu compromisso com o país tem caráter definitivo. 

A partir dessa data, a empresa ampliou a realização de campanhas de consolidação de imagem que tornaram seus modelos objetos de desejo entre os brasileiros, mostrando os atributos de sofisticação e modernidade já conhecidos em outras partes do globo.

O compromisso da Audi com os consumidores brasileiros ganhou ainda mais força em 2013 com o anúncio de investimentos da ordem de R$ 500 milhões numa fábrica em São José dos Pinhais (PR) que irá produzir o A3 Sedan e o SUV Q3 a partir do segundo semestre de 2015. 

Esta operação vai gerar cerca de 300 empregos diretos, e 900 indiretos, com a ampliação da rede de concessionárias, que hoje conta com 31 unidades em todo o País e que deve chegar a 60 pontos de venda em 2017.

Ainda em 2013, a marca ampliou sua rede de produção mundial com a sua segunda fábrica na China e registrou no Brasil um crescimento de 35% em vendas, com a comercialização de mais 6.500 unidades e a conquista de mais de 2.500 novos clientes

Esse ótimo desempenho nas vendas, no entanto, já foi superado pelos números de 2014 (7.174 unidades). Em maio, por exemplo, a Audi do Brasil registrou o maior volume de vendas mensais de sua história, com o emplacamento de 1.309 veículos. Dessa forma, a companhia deve encerrar o ano superando sua meta inicial que era de comercializar 10 mil veículos.

Em junho último, a marca inaugurou o Audi Lounge, na Rua Oscar Freire, em São Paulo com a presença de clientes, concessionários e convidados VIPs como a modelo Izabel Goulart, além de um show acústico de Gilberto Gil. 

O espaço de 600 m2 já é um grande sucesso e permite ao público vivenciar a marca Audi, por meio de detalhes de sua história e experiências interativas. 

Em 2020, ano em que a produção da fábrica brasileira deve chegar a sua capacidade máxima, a marca planeja vender 30 mil carros por ano no País.

E para coroar essa história de sucesso, a Audi acaba de ser eleita “A Marca mais desejada” do segmento Automóveis e Comerciais Leves em pesquisa da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), realizada com os concessionários de todas as marcas do País. 

A escolha, feita entre maio e julho deste ano, teve a participação mínima de 25% das revendas de cada rede. 

“Esse prêmio foi o resultado de todo o esforço e dedicação que cada um dos colaboradores Audi teve, ao longo desses 20 anos, para entender as necessidades do consumidor brasileiro”, resumiu Hofmann.

HARLEY-DAVIDSON NOMEIA NOVO GERENTE DE MARKETING PARA O BRASIL


Flávio Villaça (foto) assume o cargo de gerente de Marketing, Produto e Relações Públicas para o Brasil, ocupando o cargo que pertenceu a Júlio Vitti, nos últimos quatro anos. 

A partir de setembro, Júlio inicia uma nova trajetória na companhia, como gerente de Planejamento de Produto para a América Latina, alocado em Miami, nos Estados Unidos.

Flávio construiu toda a sua trajetória na indústria automobilística. Passando pelas montadoras General Motors, Toyota e Nissan, atuou à frente das áreas de Marketing, Vendas, Desenvolvimento de Rede e Qualidade ao Cliente nos últimos 20 anos.

“Tenho certeza de que a experiência do Flávio trará inúmeras contribuições à nossa família, dando continuidade ao ótimo trabalho de consolidação da marca no País, iniciado pelo Júlio, em 2011”, afirma Longino Morawski, diretor-superintendente Comercial da Harley-Davidson do Brasil.

Além de assumir a gerência de Marketing, Flávio será responsável pelos departamentos de Produto e Relações Públicas da Harley-Davidson do Brasil, liderando também ações de relacionamento com o cliente, incluindo eventos destinados ao H.O.G.® - Harley Owners Group, o grupo de proprietários de motocicletas Harley-Davidson.

“É muito gratificante ter a oportunidade de trabalhar em uma marca que é um ícone. Acredito que a operação no Brasil está no caminho certo, e tem um potencial de crescimento muito grande. Minha expectativa é manter uma relação próxima com nossos clientes, além de divulgar o universo Harley-Davidson a todos os fãs e entusiastas do motociclismo”, afirma Flávio.

Harley-Davidson, Inc. é a empresa controladora da Harley-Davidson Motor Company e da Harley-Davidson Financial Services. 


A Harley-Davidson Motor Company produz motocicletas Custom, Power Cruiser e Touring e possui uma linha Harley-Davidson completa de peças de motocicleta, acessórios, vestuário, equipamentos funcionais e artigos em geral. 

A Harley-Davidson Financial Services oferece financiamento no atacado e varejo, seguros, garantia estendida e outros planos de proteção e cartão de crédito para concessionárias Harley-Davidson e motociclistas nos Estados Unidos e em outros mercados internacionais. 

Para mais informações, visite o site da Harley-Davidson em www.harley-davidson.com.


PRODUTOS DA NATURA SERÃO DSITRIBUÍDOS EM SALVADOR POR CARROS ELÉTRICOS RENAULT KANGOO Z.E. UM EXCELENTE EXEMPLO PARA MUITAS OUTRAS EMPRESAS DE TODOS OS RAMOS DE ATIVIDADE


Dois veículos elétricos Renault Kangoo Z.E. (Zero Emissão) passam a integrar a frota do Grupo TPC, um dos maiores operadores logísticos do Brasil.

O anúncio foi feito ontem durante abertura do II Fórum Nordeste Logística ADVB BA, em Salvador, na Bahia.

O comercial leve da Renault 100% elétrico foi escolhido para fazer parte do Programa de Logística Sustentável da TPC, que busca a redução das emissões de CO² em suas atividades de logística urbana.

Esta é uma operação pioneira no nordeste brasileiro e um dos veículos será destinado às entregas de produtos da indústria de cosméticos Natura.

O Kangoo Z.E. é o primeiro furgão 100% elétrico, com zero emissão de CO², disponível no mercado.

A versão mantém as mesmas qualidades funcionais do Kangoo com motor de combustão interna, idêntico volume de carga (650 kg), e o mesmo padrão de conforto.

O modelo é equipado com motor de 60cv e 23,1 kgfm. Sua autonomia é de 170 km.

O Renault Kangoo ZE foi escolhido para compor o Projeto de Logística Sustentável do Grupo TPC por ser 100% elétrico e homologado para rodar no País, encaixando-se na decisão da empresa de adotar uma política de ações de sustentabilidade.

“Buscamos alternativas no que diz respeito à redução de emissão de CO² em nossas operações de logística urbana. Concluímos que a melhor alternativa é o carro elétrico. Dessa forma, decidimos testar este modal de transporte e estendê-lo a toda região norte e nordeste”, observou Leonardo Barros, presidente do Grupo TPC.

De acordo com os planos da empresa, um dos veículos elétricos será usado em operações logísticas de produtos da Natura, realizando cerca de 70 entregas diárias na região metropolitana de Salvador.

Um posto de abastecimento energético será instalado no Centro de Distribuição do Grupo TPC na cidade de Simão Filho, Bahia. Com um custo médio de R$ 5 por carga elétrica, o veículo rodará entre 80 e 120 km.

Emissões zero
À iniciativa do Grupo TPC, somam-se outros importantes projetos de mobilidade urbana 100% elétrica em curso no País, através de parcerias com instituições como a Itaipu Binacional, CEIIA – Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel (Portugal) , CPFL Energia – Companhia Paulista de Força e Luz, Prefeitura Municipal de Curitiba, Governo do Distrito Federal, CEB - Companhia Energética de Brasília e Grupo TPC.

Em julho deste ano, os Correios, no âmbito do seu Sistema de Gestão Ambiental cujo objetivo é reduzir em 20% as emissões de gás carbônico até 2020, iniciaram testes com um veículo Kangoo Z.E. para a entrega de encomendas na região central de Curitiba e também em Brasília.

Em Curitiba está em curso também o Projeto Ecoelétrico, com 10 veículos em operação - cinco unidades do Zoe, três do Kangoo Z.E e dois do Twizy.

Em Brasília, realiza-se o Projeto Ecomóvel, que conta com sete veículos elétricos Renault - três unidades do Zoe, três do Kangoo Z.E. e um do Twizy.

Além dos veículos cedidos em comodato para experimentos, a Renault já comercializou cerca de 70 unidades da sua gama Z.E. (Zero Emissão) no Brasil, todas junto a instituições e empresas que desenvolvem projetos voltados ao uso e disseminação dessa tecnologia.

Neste ano, além das duas aquisições da TPC, até o momento foram vendidos 20 Renault Zoe para a Itaipu Binacional e outros 4 Kangoo Maxi Z.E para a CPFL.

Em 2013, a CPFL adquiriu dois carros, Itaipu 34 Twizy (32 kits para serem montados em Foz do Iguaçu e dois Twizy prontos para uso), e a Fedex seis modelos Kangoo Maxi Z.E.

“Hoje contamos com a parceria de grandes empresas para o desenvolvimento do projeto de veículos elétricos no país, os quais contribuem para a difusão desta nova tendência de mobilidade urbana", destaca Silvia Barcik, chefe do projeto de veículos elétricos da Renault no Brasil.

Liderança
A Aliança Renault-Nissan lidera o segmento de veículos zero emissão no mundo e investe quatro bilhões de euros no desenvolvimento dessa tecnologia.

Desde o início da comercialização, no final de 2010, 136 mil veículos elétricos já foram vendidos em todo o mundo.

A Renault, que traz o desenvolvimento de tecnologia em eficiência energética em seu DNA, é a única montadora a oferecer uma gama Z.E. completa, composta por 4 modelos: Renault Fluence, Renault Zoe, Renault Twizy e Renault Kangoo Z.E.

Os veículos zero emissão estão cada vez mais presentes no dia a dia das grandes cidades e são uma tendência. “Para a Renault, o veículo elétrico não é futuro, é o presente”, afirma Olivier Murguet, presidente da Renault do Brasil.

Ficha técnica

KANGOO Z.E.

Arquitetura
Carroceria monobloco, furgão, 2 ou 5 lugares
Motor
Elétrico, dianteiro, transversal
Tração
Dianteira
Potência máxima (ABNT)
60 cv (44 kW)
Torque máximo (ABNT)
23,1 kgfm
Alimentação
Baterias de íon-lítio
Pneus
195/65 R15
Freios
A disco nas quatro rodas, com sistema ABS
Direção
Elétrica, diâmetro de giro 11,9 m
Câmbio
uma marcha à frente e uma à ré
Volume de carga
3 m³
Carga útil
650 kg
Peso em ordem de marcha
1.410 kg
Entre eixos
2.690 mm
Comprimento
4.210 mm
Altura
1.840 mm
Largura sem retrovisores
2.130 mm
Aceleração 0 a 100 km/h
20,3 s
Velocidade máxima
130 km/h
Autonomia (ciclo NEDC)
170 km

AUDI É EXEMPLO DE SUSTENTBILIDADE NA ALEMANHA. A EMPRESA FOI ELEITA POR CONSUMIDORES COMO REFERÊNCIA PARA TODOS OS PRODUTOS E PROCESSOS

Os consumidores alemães escolheram a AUDI AG como a empresa mais sustentável. Segundo o ranking Sustainability Image Score 2014 (SIS) - Índice de Sustentabilidade da Imagem -, elaborado pela Facit Research, a Audi ficou em primeiro lugar à frente da BMW e da Hipp. 

“A sustentabilidade está estrategicamente posicionada na empresa como referência para todos os produtos e processos", afirmou o dr. Peter F. Tropschuh, Chefe de Responsabilidade Corporativa da AUDI AG. 

"Essa classificação confirma que, com as medidas que estamos tomando, estamos no caminho certo para moldar a mobilidade individual de forma responsável e tornar nossa companhiapronta para o futuro", frisou.

O Índice de Sustentabilidade da Imagem é calculado com o uso de vários indicadores nas áreas de sustentabilidade ecológica, econômica e social. 

A Audi liderou o ranking em todas as três categorias. A empresa ficou em primeiro lugar na categoria de ecologia por causa do investimento em tecnologias que conservam os recursos e protegem o meio ambiente e também pelas suas fábricas verdes.

Na área de sustentabilidade social, Audi obteve as melhores marcas como empregadora popular e como uma empresa que cria e protege postos de trabalho; os consumidores também apreciam o amplo apoio e a promoção fornecida aos jovens funcionários e o envolvimento social da Audi nos países onde possui unidades de produção. 

Na área de economia, a Audi teve teve ótima pontuação com seu fair play vis a vis aos concorrentes e fornecedores, bem como com a sua abordagem particularmente consciente com os dados dos clientes.

O estudo tem sido realizado anualmente desde 2011 e entrevista cada consumidor sobre duas empresas diferentes. 

Este ano, uma amostra representativa de mais de 8.000 consumidores avaliaram 104 empresas em 16 setores. 

Também no renomado Oekom Research Rating 2014, a Audi foireconhecida por seu compromisso acima da média em “Corporate Responsibility Prime Status” – Status Prime de Responsabilidade Corporativa.

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