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segunda-feira, 18 de maio de 2015

COPA TROLLER TEM SUA SEGUNDA ETAPA NO SUDESTE COM 90 UTILITÁRIOS E MUITA DISPUTA NO PARANÁ


Além do rali, as equipes tiveram um atrativo a mais: um concurso para os participantes nas mídias sociais para destacar as fotos mais curtidas feitas durante a prova
Esta segunda etapa da Copa Sudeste foi muito competitiva e as situações off-road criaram um clima muito especial

A Troller realizou no último final de semana a segunda etapa do calendário Sudeste, em Curitiba, no Paraná. 


O rali reuniu 90 carros em uma competição com muita disputa e desafios para os participantes profissionais e amadores que participam do mais democrático torneio de automobilismo no País.

A prova foi realizada nas regiões de Campo Largo, Campo Magro e Almirante de Tamandaré, próximo a Curitiba, área marca por travessias de rios, com muito atoleiros e trechos alagados, mesmo num dia de sol no sábado passado.

Além do rali, as equipes, subdividas entre profissionais ou simplesmente duplas amadoras em busca de diversão, tiveram um atrativo a mais: um concurso para os participantes nas mídias sociais para destacar as fotos mais curtidas feitas durante a prova de Curitiba.

“Esta segunda etapa da Copa Sudeste foi muito competitiva, onde as situações off-road criaram um clima muito especial. 


Os participantes autônomos e pilotos profissionais elogiaram as trilhas e promoveram uma grande festa que é a Copa Troller”, diz Carla Freire, da área de Marketing da Troller.

Vitoriosos
Na categoria Master, a dupla Flávio Roberto Kath e Rafain Walendowky, de Blumenau, foi a vencedora. Na modalidade Turismo, Reginaldo Cardoso e Maurício Barros, de Sorocaba, foram os vitoriosos. 

Na categoria Expedition, Marcos Giannoni e Renata Oliveira ficaram com a vitória. Nas demais categorias, Turismo e Passeio, não são computados pontos.

As fotos e toda a cobertura da etapa Curitiba estão disponíveis na página da Troller no Facebook, no endereço www.facebook.com/trollerbrasil ou acessando o sitewww.troller.com.br

A próxima etapa da Copa Troller Sudeste será na cidade de Brusque, em Santa Catarina, no dia 27 de junho.


domingo, 17 de maio de 2015

CARROS MAIS SEGUROS: SUBARU WRX CONQUISTA O PRÊMIO FIVE STAR AWARD, NO CRASH TEST REALIZADO PELA JNCAP. MONTADORA REGISTROU NOVO CRESCIMENTO DE VENDAS EM ABRIL E MANTÉM PROMOÇÕES DE SEUS CARROS ATÉ 31 DE MAIO


A Subaru comemora duas conquistas: o crescimento das vendas, em 73%, em relação ao mesmo período de 2014, no primeiro quadrimestre de 2015 e o prêmio 
Five Star Award recebido pelo modelo WRX, que será importado para o Brasil pela CAOA, a partir do fim deste semestre, por ter obtido a classificação máxima na edição 2014-2015, dos testes de colisão do Japan New Car Assessment Program (JNCAP), realizados pelo Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão (MLIT) e pela Agência Automotiva e Auxílio às Vítimas (NASVA).

Os modernos sistemas e tecnologias de segurança ativa presentes nos veículos SUBARU contribuíram, também, para os modelos Outback, Legacy, Forester e Levorg receberem o prêmio Five Star Award nesta edição.

O alto nível de segurança pré-colisão dos modelos SUBARU também foi destacado pelo JNCAP. 



Os veículos SUBARU Outback, Legacy, Forester, WRX, Impreza, SUBARU XV e SUBARU XV Hybrid, equipados com o sistema EyeSight, sistema de segurança que identifica proximidade de obstáculos e pedestres, receberam a mais alta classificação – ASV+ (Advanced Safety Vehicle-Plus, em português: Veículo com Segurança Avançada Superior), de acordo com o sistema de avaliação da segurança preventiva do JNCAP, lançado em 2014.
A tecnologia EyeSight, desenvolvida pela SUBARU, é um sistema composto por câmeras instaladas próximas ao retrovisor interno, que identifica pedestres e/ou outros obstáculos que possam causar colisões.

Ao detectar tais obstáculos, o sistema EyeSight informa o motorista, com o auxílio de uma indicação no painel de instrumentos e atua em vários dispositivos do veículo, tais como freio, piloto automático e acelerador, auxiliando na redução da velocidade, até a parada do automóvel.

SUBARU WRX


O SUBARU WRX foi criado para oferecer o máximo de performance, com tecnologia e segurança. 

Para isso, a SUBARU realizou parte do desenvolvimento do WRX nas provas de rali e testou arduamente o modelo na exigente corrida 24 Horas de Nürburgring.

A edição 2015 da tradicional 24 Horas de Nürburgring terá largada neste sábado, 16 de maio. 


Considerada uma das mais rigorosas provas de longa duração do calendário automobilístico mundial, ela é disputada no lendário Circuito de Nürburgring, situado na Alemanha, com 22 quilômetros de extensão. 

O traçado dessa pista é extremamente desafiante para os carros das categorias GT e Turismo, que competem nas 24 Horas de Nürburgring.

A combinação harmônica e ímpar entre design esportivo e um potente conjunto mecânico proporciona alto desempenho ao WRX. 

O motor Boxer 2.0 litros, turbo, injeção direta, com 268 cv de potência pode trabalhar em conjunto com um câmbio manual de seis velocidades, desenvolvido para proporcionar uma sensação mais esportiva nas trocas de marchas, ou automático Sport Lineartronic – com possibilidade de troca sequencial de marchas no volante -, oferece respostas rápidas e baixo consumo de combustível.

O prazer ao dirigir e a segurança são pontos que se destacam no modelo, que ainda conta com carroceria mais larga em relação à versão anteriormente comercializada, controle eletrônico de estabilidade com três modos de condução, chassi com maior rigidez e sistema de tração integral Symmetrical All-Wheel Drive (SAWD).


Crescimento
Em abril, foram emplacados 103 veículos da SUBARU, o que representou um aumento de, aproximadamente, 23% ante o ano passado, quando foram vendidas 84 unidades.

O crescimento anotado no primeiro quadrimestre deste ano reflete o êxito das ações implementadas pela CAOA nos últimos meses, que envolveu a inauguração de uma concessionária da Subaru em Florianópolis (SC) e a realização de campanhas de vendas. 

Em abril, por exemplo, a promoção exclusiva, realizada para os modelos Forester e SUBARU XV, com revisões e combustível gratuito impactaram, de forma significativa, na comercialização de veículos da marca.

Por esse motivo, a SUBARU manterá até o final de maio, a ação especial de vendas para os veículos Forester (nas versões Sport e XT Turbo) e SUBARU XV.

Ou seja, os clientes que adquirirem esses modelos até o dia 31 de maio receberão um cartão de abastecimento de presente no valor de R$ 3 mil e as duas primeiras revisões programadas, previstas para ocorrerem no intervalo de dois anos após a compra (considerando a quilometragem média percorrida de 10 mil km/ano) serão gratuitas (peças e mão de obra).

Durante a promoção, as últimas unidades, ano/modelo 2014/2014, do crossover SUBARU XV estão sendo comercializadas por R$ 99.900,00. 

Já o SUBARU Forester Sport, equipado com motor Boxer 2.0 l, é vendido pelo valor de R$ 116.900,00.

Atualmente, a SUBARU conta com 10 concessionárias, instaladas nas cidades de São Paulo (SP), Ribeirão Preto (SP), Campinas (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Brasília (DF) e Curitiba (PR), onde os consumidores podem conhecer de perto toda a linha comercializada no Brasil, além de realizarem test-drive.

Mais informações sobre essa campanha promocional e/ou dos modelos comercializados pela SUBARU no Brasil, podem ser obtidas nos sites:www.subaru.com.br ou www.meusubaru.com.br/ofertajornal.

sábado, 16 de maio de 2015

COPA TROLLER PERCORREU A FAMOSA “TRILHA DO PANTANAL”, EM CURITIBA, NESTE SÁBADO, EM MAIS UMA ETAPA DA COSTA SUDESTE, DE QUE PARTICIPAM, DURANTE O FIM DE SEMANA, MAIS DE 100 INSCRITOS. É DE REALÇAR A PROCURA PELA CATEGORIA DE BASE, A EXPEDITION, DESTINADA AOS QUE ESTÃO SE INICIANDO NA PRÁTICA DO RALI DE REGULARIDADE

A Troller promove neste fim de semana em Curitiba mais uma etapa da Copa Sudeste, com mais de 100 pilotos inscritos. 

Sempre em busca dos melhores roteiros off-road do Brasil, o evento vai levar os participantes para a “Trilha do Pantanal”, local muito conhecido pelo público fora de estrada por ter muitos atoleiros e trechos alagados. 


Além disso, os participantes vão percorrer diversas trilhas na região de Campo Largo, Campo Magro e Almirante Tamandaré.

O evento, que se tornou um dos maiores ralis de regularidade do País, tem registrado grandes grids em suas etapas nos últimos anos. 


A categoria mais procurada para inscrições em Curitiba é a Expedition, modalidade destinada àqueles que estão iniciando na prática do rali de regularidade. 

A maioria dos inscritos na etapa vem de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, porém, a prova também terá representantes de Minas Gerais, Distrito Federal e até de Mato Grosso do Sul.


“A Copa Troller se tornou ao longo dos anos um dos maiores eventos de rali do País, recebendo participantes que rodam milhares de quilômetros somente para participar de nossas etapas. Em Curitiba teremos representantes de diversas partes do Brasil e temos certeza que a prova será uma das melhores do ano”, diz Carla Freire, supervisora de Marketing e Vendas da Troller.

Redes sociais
A Copa Troller também promoverá um concurso fotográfico nas mídias sociais durante a etapa paranaense.

Os participantes podem tirar uma foto durante o evento e postar nas mídias sociais com a hashtag #copatrollerparana2015 e as fotos mais curtidas ganharão brindes oficiais da marca. 

Para acompanhar a cobertura oficial do evento basta acessar o endereço www.facebook.com/trollerbrasil.


sexta-feira, 15 de maio de 2015

DIA DO AUTOMÓVEL NO BRASIL AO MESMO TEMPO EM QUE ACONTECEM FAMOSOS EVENTOS DE CARROS ANTIGOS.



Coluna nº 2015 - 15 de maio de 2015
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13 de maio, o Dia do Automóvel


É coincidência histórica comemorar no 13 de maio a abolição da escravatura e saber que a mesma data é oficialmente dedicada ao Dia do Automóvel. 

Na prática, duas efemérides dedicadas à liberdade. 

Humana e social, tentando apagar marca em nossa história, e de reconhecimento ao maior ícone do século passado, ferramenta concedendo ao homem poder então desconhecido, o da mobilidade. 

Desnecessário falar, foi também a maior enzima tecnológica do período.

A decisão é de 1926, pelo Decreto 24.224, e serviu para chancelar a inauguração da primeira estrada pavimentada do Brasil, ligando o denominado Pé da Serra, em Xerém, município de Duque de Caxias, à turística cidade de Petrópolis, ambos no Estado do Rio de Janeiro. 

O espírito era reconhecer a importância da via rodoviária, implementada pelos sócios e promoções do Automóvel Club do Brasil. 

A entidade privada reunia os adeptos do automobilismo em época na qual a posse e o usufruto do automóvel e seu significado de poder e status, elevavam socialmente seus proprietários.

À época, o Rio de Janeiro era capital da República, usina de modas, comportamentos e seus regulamentos legais. 

A frota dos mágicos veículos, capazes de unir as vantagens diferenciativas do poder, e as facilidades da locomoção, fomentaram a ideia. 

Petrópolis era, e ainda é, tratada como Cidade Imperial, pois Dom Pedro II lá tinha residência de verão, ou para lá se dirigia quando queria descanso do exercício do poder. 

Entretanto, dificilmente os cariocas se arriscavam a um fim de semana serrano. 

Era um desafio superar os caminhos da baixada fluminense, e mais ainda se aventurar pela estrada carroçável, seus atoleiros, as escorregadias lages de pedra, instando os cariocas de bolso saudável a uma curiosidade modal: iam em automóvel até a estação ferroviária Pedro II, colocavam-no sobre uma plataforma, compravam passagens para o vagão Pullman, o mais confortável, e subiam a serra em trem da Estrada de Ferro Leopoldina.

Os sócios do Automóvel Club, com interesse em mostrar sua diferença social e utilizar seus veículos, tomaram a iniciativa.

A estrada exigiu pontes e obras de arte, de modo a permitir a viagem. 

Seu revestimento é em placas de concreto, então de execução relativamente ao macadame. Um e outro eram importados.

Em 1934, durante as comemorações de entidade de rodoviarismo, Getúlio Vargas, em tempo de ditador, aproveitou a ocasião e agregou à data outra comemoração, o festejar da estrada de rodagem. 

Esta parte perdeu-se no tempo, com construções de baixa qualidade e elevado preço. 

E a do automóvel, agora transformado em commodity, a caminho de se tornar insosso equipamento eletrônico com quatro rodas, segue o caminho da falta de orgulho e do esquecimento.


Rio-Petrópolis, construção pelos sócios do Automóvel Clube


Villa D’Este, refinado 
encontro de automóveis antigos
Não é espetaculoso como os conhecidos eventos norte-americanos para automóveis antigos – Pebble Beach, Amelia Island, Hershey ou Carlisle -, nem segue o caminho do parisiense Rétromobile, da extensa Essen, na Alemanha, da insuspeitadamente atrativa Feira de Pádua, na Itália. 

Mas é aula de elegância em cenário, refinamento em presença e unidades expostas. 

É o Concorso d ‘Eleganza Villa d’Este, realizado no famoso hotel homônimo, Lago de Como, Itália. 86ª edição, de sexta, 22 a domingo 24.

Tema, veículos da década de ’70, decênio assinalador de grandes mudanças sociais e seus reflexos na engenharia automotiva, gerando os conceitos ainda seguidos. 

Pós-Guerra, os automóveis se democratizaram, perderam o charme construtivo e, mais recentemente, sofreram processo de pasteurização, com engenharia e projeto comandados por contadores e economistas, um pessoal pró lucro e anti carro. Por isto, há categorias para outros veículos.

Busca-se, como sempre, atração de raridades, daí premiação luxo pré-Guerra, esportivos antidepressivos, os carros feitos à mão, como os grandes coupés pelos carrozzieri, GTs especiais. 


Segundo tema, Rolls-Royce Phanton, conceito perdurando há nove décadas. 

Destes, exemplar atrativo é unidade de 1954, versão Landaulet, portando pioneiro uso da transmissão automática, encomendado pela Rainha Elizabeth II e presenteado à sua irmã Margaret.

Dentre esportivos, exemplar do Pegaso Z102, espanhol tecnicamente refinado, existente em menos de centena de unidades; Maserati 60/61 conhecida mundialmente como Bird Cage, gaiola, pela profusão de tubos formando sua estrutura; Panther Six, esportivo inglês com seis rodas, inspirado nos Tyrrell P34 de Fórmula 1, tracionado por enorme motor Cadillac 8,2 litros, com dois compressores e 600 cv. 


Atração à parte, quatro BMW decorados nos anos ’70 pelos artistas Alexander Calder, Frank Stella, Roy Lichtenstein e Andy Warhol.

Curiosidade 

Organização de eventos automobilísticos, exceto leilões, são atividades de clubes ou sociedades com fim específico. 

O Villa D’Este é exceção. Quem o organiza é o BMW Group Classic, área de antigos da marca bávara.

Começou como patrocinadora, em 1999, e, em 2005, resolveu botar ordem alemã na organização, assumindo-a. 

Atrações paralelas, ligada à marca, exposição dos Mini dos anos ’70 e leilão pela Casa Sotheby’s de 40 veículos. 

Ingressos baratos: 7 euros (uns R$ 26) no sábado e 10 euros, uns R$ 35 no domingo


Sinal de vida, Alfa 

patrocina Mille Miglia Storica
Com anúncio de novos planos e produtos em junho, a Alfa Romeo assumiu maior cota de patrocínio da italiana Mille Miglia. 


Como dizia Enzo Ferrari, mais famoso chefe de sua equipe de competições, a mais bonita corrida do mundo. 

Partida e chegada em Brescia, após percorrer o neste ano esticado trecho para uma paradinha no circuito de Monza, onde o grupo FCA – também controlador da Alfa – patrocina a Expo 105. 

Ao final, 1.726 km, mais de 200 cidades e sete estados percorridos.

Inscritos há 464 automóveis, com crescente adesão dos museus dos fabricantes. 


Neste ano, a Jaguar confirmou participar e a Mercedes-Benz lidera com seu time com mais de 20 veículos, entre próprios e de clientes vip sob a frondosa árvore de seu patrocínio. 

Lidera-a o vencedor e veteraníssimo Sir Stirling Moss, 86 !

Alfa Romeo retirou dois exemplares de seu Museu: 1900 Sport Spider, de 1954 e 750 Competizione, de 1955, conversíveis de alta performance. 


O 1900 tem a base do motor depois utilizado no FNM JK aqui produzido, e também para o Alfa 2300. 

Fazia 138 hp e atingia 220 km/h. 750 não é cilindrada, mas indicativo do modelo Giulietta. Usava motor 1.500 e 148 hp de potência. A Giulietta mudou a cara da Alfa.

Se tiver competência festeira, marca poderá capitalizar feitos importantes: venceu 11 vezes a Mille Miglia – nenhuma outra a superou, e esta edição registra 80 anos da vitória de Carlo Pintacuda e Della Stufa em um Tipo B “P3” preparado especialmente para a prova, seguido de cinco outros Alfa.


À época era uma corrida alucinada, e hoje o complemento Storico mantém o espírito da elevada disputa, mas a velocidade se transformou num exercício aritmético para perder a menor quantidade de pontos nos 84 lugares de aferição de passagens com velocidade assinalada em casas centesimais.


É um charmoso rallye e seus participantes são reconhecidos mundialmente por usar um cronógrafo Choppard, construído, datado e marcado com o numeral do participante a cada edição.




Mille Miglia é um museu itinerante



Roda-a-Roda


Mercado
– Audi mantém crescimento de vendas e marcou em abril 75% de aumento em emplacamentos comparados com abril de 2014. Modelos mais vendidos, Q3 e A3 Sedan 1.4.


Base – Crescimento da Audi baseia-se em expansão da rede concessionária, investimentos em marketing e pós-vendas, e a reimplantação de fábrica da marca no país.


Não – Volkswagen do Brasil descartou a possibilidade de importar da Índia o novo VW Polo, geração posterior à recentemente encerrada aqui. Operação neste sentido será efetivada pela VW na Argentina.


Tempo - Chery conseguiu se compor com o sindicato dos metalúrgicos do Vale do Paraíba e botar sua fábrica a funcionar. 


Logo após a inauguração em fevereiro, houve greve e aos 6 de maio a produção de automóveis Celer foi reiniciada. 30 veículos/dia, a marcha industrial mais lenta, para compatibilizar com o mercado. As instalações da empresa são para 150 mil u/a.


Ocasião – Seguindo a regra de atrevimento econômico, segundo a qual Crise é Oportunidade, Citroën promove ousada ação, acreditando no desejo do consumidor em levar para casa carro O Km, charmoso e bem equipado. 

Oferece financiamento competitivo, bônus e entradas facilitadas para C3, Aircross, C4 Lounge.

Irmã – Peugeot faz ação assemelhada e com o Desafio Test Drive Peugeot 208, e discurso curto: testou conteúdo, a invejável posição de dirigir, mas comprou concorrente, Ford Fiesta 1.5/1.6, Hyundai HB20 1.6, Honda Fit 1.5, VW Fox 1.6, GM Onix 1.4 ou Fiat Punto 1.4, levará R$ 300,00 da PEUGEOT. 


Vale até 31 de maio. 

Informações: www.peugeot.com.br/ofertas/regulamento.

Festa - BMW comemora o 40º aniversário do lançamento de sua Series 3. 


Lançamento vitorioso, substituindo a série 2000, responsável por sedimentá-la como marca estável no grande funil dos reflexos da 2ª Guerra Mundial.

Caminho – Series 3 foi a base de desenvolvimento das famílias maiores, síntese de qualidades, tornando-se o mais vendido do mundo em sua categoria. 


Hoje, está na sexta geração e registra 14 milhões de unidades produzidas em 10 países.


Corte – No processo de reduzir custos para garantir o futuro, Peugeot Citroën mudará de endereço.

Futuro – Tens jeito para desenhar automóveis? Estudas design, arquitetura, programação visual? 


Volkswagen abriu concurso para novos designers. 

Tema é Meio de Transporte ideal para as diversas regiões do Brasil.

Prêmio? - Um ano de estágio remunerado na área de design, possibilidade de contratação. 


De lá saíram Raul Pires, autor do desenho do Bentley Continental, e Marco Antônio Pavone, do up! 

Mais? 
http://www.vwbr.com.br/design/


Negócio – Embrapa Agroenergia desenvolveu e expõe em feiras especializadas pesquisas para uso de microalgas na produção de biocombustíveis. 

Contatos são para identificar outros materiais em aplicações agroenergéticas e facilitar fabricação por produtores rurais. 

Microalgas podem ser cultivadas em água salgada, salobra, residual.

Solução – Associações como a Anfavea, reunião dos fabricantes de veículos, e Fenabrave, dos concessionários, criaram movimento para agrupar marcas, a Feira do Consórcio. 


Objetivo não é vender cotas, mas convencer, por vantagens adicionais, consorciados já sorteados a retirar seus veículos.

Parte – Acredite se quiser, há 240 mil consorciados aptos a retirar seus veículos, mas hesitam em função do momento atual, ou postergam decisão e escolha. 


Número se aproxima de um mês cheio em vendas de todas as marcas.

Guariba – Termo, no jargão automobilês, indica melhorada geral no estado do carro, com lavagem e polimento, custando entre 400 e 1000 reais. 


Inglês Paul Dalton criou sua Miracle Details, e cobra 7.000 euros – uns R$ 25 mil. 

É a guariba mais cara do mundo. 

Melhores ingredientes do mundo: pano antimicrobiano da Austrália, brasileira, cera de carnaúba, outros não declarados e cuidado e paciência.

Processo – 61 passos, duas semanas. Começa com espuma removedora de sujeira da carroceria; a seguir, quatro lavagens com esponjas adequadas; secagem com panos de micro fibra. 


Após, máscara de argila descontaminando a tinta, e aplicação manual de cera. Diz, efeito dura três anos. 

Maior clientela jogadores de futebol – com carros novos, sem necessidade do serviço

Finame – Caminhões Actros da Mercedes-Benz atingiram índice de nacionalização capaz de habilitá-los ao financiamento do Finame PSI, do BNDES. 


Produtos estão no topo da marca, rico em equipamentos e acessórios.

2 Rodas – Dafra, montadora manauara, inicia disponibilizar sua motoneta Citycom 300. 


Freios a disco, rodas 16”, novos faróis, acabamento acarpetado, painel com iluminação por LEDs. 

Motor monocilíndrico, 4 tempos, comando de válvulas no cabeçote, 263,7 cm3, 23 cv. Transmissão automática, pesa 182 kg.

Retífica RN – Coluna passada informou Miguel Figari, diretor-geral da Peugeot Brasil como mexicano. 


Morou no novo líder latino americano na produção de veículos, mas é chileno.

Gente – Pablo Sanchez, diretor de Comunicação da Peugeot argentina, fora. 


OOOO Avisou ao mercado e saiu. 

OOOO José Carlos Macedo, administrador com MBA em Marketing, mudança. 

OOOO Deixou Diretoria Regional GM para direção de vendas Nissan. 

OOOO José Luiz Vendramini, antes no cargo, é diretor de suporte estratégico. OOOO


Mercedes quer reduzir 

consumo de energia em 12%
Economia de insumos, ganhos de produtividade, otimização dos equipamentos e redução de custos são metas perseguidas empresarialmente, em especial na atividade industrial. 

Recentemente, por causas exógenas, incluindo a preocupação ecológica no poupar recursos naturais, como a água, empresas conscientes tem lançado programas reduzindo consumo de água, seja no uso direto, seja na contenção dos dispêndio de energia elétrica.

A Mercedes-Benz do Brasil está em campanha para obter economia marcante: 12% em energia elétrica no triênio 2012/2015. 


Neste esforço, até ano passado havia economizado 13.100 megawatt-hora - na prática, por índices da Secretaria de Energia do estado de São Paulo, tal montante é o bastante para iluminar durante um ano, 5.000 residências na cidade de São Bernardo do Campo, onde está localizada sua usina principal.

Os cuidados adotados pela empresa se dividem entre os que podem ser adotados na hierarquia superior, como a reforma de imóveis com o uso de cores mais claras nas paredes, forro, piso, mobiliário, e a substituição das lâmpadas fluorecentes por outras de LED. 


A meta, ambiciosa, pretende no atual exercício agregar 4% de redução.

Fundamental a participação dos colaboradores, empresa fixa adesivos em todas as máquinas e equipamentos sugestão de verificação da necessidade de mantê-los funcionando durante espaços não produtivos, como horários de refeições, troca de turno, finais de semana. 


Para implantar a campanha, a Mercedes-Benz realizou um Projeto Piloto durante um ano no prédio da produção de agregados e obteve economia de 30%.

Para implementar, monitores foram treinados, instalados sub comitês e comitês para motivar os operadores das máquinas e criar o hábito da redução de consumo. 


Em paralelo há um sistema de monitoramento on-line do consumo, identificando as áreas com maior ou menor gasto, e onde o consumo pode ser contido. 

A meta, ambiciosa, pretende no atual exercício agregar 4% de redução.
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quinta-feira, 14 de maio de 2015

FREIO DE PÉ, UM EQUIPAMENTO SEM FUTURO

Ricardo Caffarelli
Caros amigos leitores internautas e fãs de antigomobilismo, me passou pela cabeça escrever sobre um tema que achei estar em perfeita consonância com a situação que o País vive. 

O freio de mão
Um ítem sem destaque nas manchetes automotivas e com, inclusive, tendência a ser esquecido. 

Basta observarmos os modelos mais sofisticados hoje que possuem freio de mão eletrônico, que luxo. 

Apenas um toque de botão e o freio de estacionamento é acionado.

Mas não foi sempre assim.
Observando uma autentica carruagem de 1800 que possuímos na coleção, o freio de mão está lá, do lado direito, lado onde os cocheiros conduziam as carruagens e daí o motivo pelo qual os automóveis ingleses têm a direção do lado direito. 

Neste modelo, é uma rudimentar maçaneta giratória que, através de um grande eixo rosqueado, aperta um pedaço de ferro junto à roda traseira da carruagem.

Já em automóveis mais “modernos” este ítem foi evoluindo e mudando de posição, embora algumas picapes ainda o usem. 

Nos famosos modelos “T” da Ford, o freio de mão estava associado à manobra e mudança de marcha. 

Nos demais, em geral, um sistema quase sempre mecânico e que acionava as rodas traseiras.

Recordo-me de um aspecto curioso utilizado pela linha Jaguar. 

Em um Jaguar XJ-S 1979 que tivemos o freio de mão ficava localizado do lado esquerdo do banco do motorista e tinha um sistema que após ser acionado, a alavanca descia para a posição de descanso. Um perigo para os mais desavisados. 

Aliás, nos idos de 1992, quando a Jaguar começou a vender no Brasil o remodelado modelo XJ-6 e XJ-12, um renomado ator global cometeu esse equívoco de sair com o carro e esquecer de soltar o freio... como a gíria diz hoje... “deu ruim”.

O freio de pé foi um tipo de freio muito utilizado e que caiu um pouco no esquecimento mas que é muito eficiente, prático.

Ele normalmente é um pedalzinho pequeno que fica lá no canto esquerdo do motorista. Apertou, freiou. 

Para soltar, normalmente uma prosaica alavanca ou como também tivemos num sofisticado Cadillac Seville STS 1993, o “release” era automático, bastava colocar a alavanca em Drive. 

Mas e se o carro morresse ou acabase a bateria, por exemplo.... ah... aconteceu uma vez. 

Eu nem estava presente, mas minha mãe me ligou aflita perguntando como fazer para soltar o carro. Sorte que eu tinha lido o manual. 

Tinha uma alavanca minúscula escondida junto ao pedal para soltar manualmente! Ufa.

Então, qual será o futuro do freio de mão? 

Eu acho que ele vai acabar virando um ítem automático que nossos filhos ou netos nem vão saber explicar o que é. Aliás, alguns modelos mais sofisticados, como os Audis já usam um freio de mão elétrico, colocado no console central entre os bancos da frente.

Só espero que nosso País solte esse freio da economia de vez, pois, como está, “acho que vai dar ruim”...

Um abraço e até a próxima!

Ricardo V. Caffarelli

NA GANGORRA DA ECONOMIA BRASILEIRA, O SETOR AUTOMOTIVO QUE FOI BENEFICIADO COM INCENTIVOS FISCAIS NO ANO PASSADO, ESTÁ VIVENDO UM PERÍODO NADA SAUDÁVEL. AS TRADICIONAIS GM, FORD, VW E FIAT REGISTRARAM QUEDA, ENQUANTO AS JAPONESAS MANTIVERAM CRESCIMENTO DAS VENDAS. AINDA ASSIM, A ANFAVEA APONTOU UM AUMENTO DE 8,2%, EMBORA OS ESTOQUES NAS MONTADORAS JÁ SEJAM DE 50 DIAS.


Alta Roda 

Nº 836 —  14/5/15
Fernando Calmon


NÃO TÃO RUIM PARA TODOS

A queda de vendas em 2015 sobre 2014 é estimada entre 13% e 19%, dependendo do otimismo ou pessimismo da fonte, mas nem todas as marcas foram tão atingidas. 

Há mais inclinação em encolher a procura por modelos de menor preço e dessa forma os quatro fabricantes mais antigos e dominadores por décadas estão sofrendo.

Pela primeira vez desde a chegada de novos entrantes com produção local na segunda metade dos anos 1990, Fiat, GM, VW e Ford juntas ficaram abaixo da barreira simbólica de 60%. 

Para ser mais exato, 59,1% de participação somada no mês passado. 

As marcas orientais tradicionais conquistaram aparentemente uma zona de conforto, sem precisar dar férias coletivas, implantar bancos de hora, suspender contratos de trabalho ou promover programas de demissões voluntárias.

A Hyundai continua a funcionar em três turnos com redução mínima de vendas: 2,4% frente à queda geral acumulada no primeiro quadrimestre de 19,2%. 

Mas as japonesas Honda, Toyota e Nissan foram além. As três cresceram 12,5%, 12,4% e 3,4%, respectivamente, sobre o mesmo período de 2014.

Há explicações conjunturais, além da tradicional prudência oriental ao fazer investimentos em fábricas. 

Segundo Marcelo Cioffi, da consultoria PWC, “trata-se de marcas de menor volume, com produtos novos ou renovados e, portanto, menos afetadas pelos recuos de mercado”.

No entanto, outros fatores também influenciam. 

A Honda, particularmente, só concluirá a nova fábrica em 2016 e, assim, poderá ter até de sacrificar vendas do Civic e do City para atender a demanda muito boa do HR-V, este ano. 

Se a unidade de Itirapina (SP) já estivesse em produção talvez ficasse mais difícil.

Nissan, ao contrário, tem produtos mais baratos e tende a ficar com capacidade ociosa a exemplo das marcas de maior presença. 

Mas, ao partir de bases comparativas muito baixas, quando dependia de importações controladas do México, tem como crescer um pouco mais este ano. 

Até 10% sobre 2014, estima com otimismo o fabricante.

Também se deve considerar que apenas a Nissan atua de forma significativa na faixa de produtos mais importante e sacrificada em torno de R$ 30,000. 

Hyundai, Toyota e Honda têm tíquete médio de venda superior, em que a queda vem sendo menor. 

Toyota admite que espera repetir os números de 2014, o que seria ótimo resultado em cenário tão recessivo como o atual. 

Exceção é a Mitsubishi cujo tombo acompanhou a média de mercado, em torno de menos 19%.

Quanto às orientais chinesas a situação é bem diferente. 

Aproveitaram o real muito valorizado para oferecer modelos equipados a preços superconvidativos. 

Com o aumento dos impostos do programa Inovar-Auto importadores anunciaram a intenção de construir fábricas.

Mas, ano passado, todas juntas ocupavam menos de 1% do mercado. 

No auge estimavam ter, em conjunto, 5%. Só a Chery inaugurou uma unidade industrial, em 2014. 

Mal funcionava e a produção do Celer parou por greve de um mês que terminou semana passada. 

Assim, o lançamento do QQ nacional sofreu outro adiamento para o final deste ano. 

Quanto à JAC, os planos dependem de linha de financiamento do governo da Bahia.

Sobre as demais chinesas e as fábricas prometidas, não se fala mais nisso.

RODA VIVA

ANFAVEA viu um indicador levemente positivo no mês de abril. Vendas alcançaram 11.240 veículos/dia, aumento de 8,2% sobre março, com mais dias úteis do que o mês passado. 

Estoques totais passaram de 49 para 50 dias (50% acima do normal), apesar da diminuição de produção. Confiança dos compradores continua abalada.

FENABRAVE, por sua vez, contabiliza fechamento de 250 concessionárias, em especial nos grandes centros. 

Ainda não assusta tanto, pois existem mais de 8.000 lojas e a associação congrega, além de fabricantes de veículos leves e pesados, também os de motocicletas e de máquinas agrícolas. 

De qualquer forma, 12.000 funcionários a menos.

LEVE reestilização pegou bem no Duster 2015 para enfrentar, com preço mais em conta, os quatro novos concorrentes. 

SUV compacto da Renault ficou mais silencioso. Motor de 1,6 L melhorou respostas em baixas rotações sem mudanças em torque e potência. 

Já o 2L ganhou 6 cv com etanol (agora 148 cv) e a versão 4x4 não se sai mal em fora de estrada de exigência leve a média.

INDÚSTRIA de autopeças também tem sido obrigada a demissões: a cada emprego perdido numa fábrica de veículos, dois desaparecem nos fornecedores. 

Bosch, a maior do setor, conseguiu administrar a situação, em 2014, quando o sistema ABS se tornou obrigatório. 

Em 2015, confia em alguma recuperação de exportações para América Latina e assim melhorar seus resultados.

MICHELIN se antecipou à onda de crescimento dos SUVs e desenvolveu em grande parte no Brasil, em três anos, a linha LTX Force, de olho também na Índia e China. 

Entre as novidades estão desenho, parcela do composto de borracha vinda dos ralis, banda de rodagem que se estende pelas laterais do pneu e reforços entre blocos de rodagem para maior estabilidade em asfalto.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmo

AUDI, QUE LANÇOU NESTA QUINTA-FEIRA (14/5) O NOVO TT COUPÉ, NO RIO DE JANEIRO, ANUNCIA NOVO RECORDE DE VENDAS NO PAÍS, DE CERCA DE 75% PUXADAS PELO Q3 E O A3 SEDAN


São Paulo, 14 de abril de 2015 - A Audi do Brasil está em ritmo de comemoração: lançou, hoje, em São Pedro d'Aldeia, no interior fluminense, o Novo TT Coupé 2.0 TFSI,  fechou o mês de abril com mais um crescimento de vendas, aumentando 75% seus emplacamentos em relação ao mesmo mês de 2014.

Foram 1.573 unidades emplacadas, que garantiram a liderança do segmento premium para a marca no acumulado do ano.

O crescimento dá sequencia à série de bons resultados da marca, que já acumula um crescimento de 35%, apesar de um momento desafiador na economia do país. 


A Audi ainda manteve a liderança do modelo mais vendido no mês com o Audi Q3, no mercado de automóveis premium. No mesmo ranking, o A3 Sedan 1.4 ocupou a segunda colocação.


O mês também foi marcado pelo lançamento de duas novas versões da linha RS. 


Os novos RS6 Avant e o RS7 Sportback, carros com 560 cavalos de potência e com tecnologias testadas em pista, já estão disponíveis para o consumidor brasileiro. 

Dessa forma, a Audi mantem seu o compromisso de disponibilizar para o consumidor brasileiro seu portfólio completo de modelos.

O mês de abril ainda contou com novidades em concessionárias. 

A Audi Center Teresina, a primeira do estado do Piauí, foi inaugurada, completando a presença da Audi em todos os estado do Nordeste. 

A JEEP, FABRICANTE DO RENEGADE, VAI APARECER NOS ESTÁDIOS DE FUTEBOL BRASILEIROS E EM TODOS OS QUE O FLAMENGO JOGAR. A MARCA FECHOU, NESTA QUINTA-FEIRA (14/5), EM SOLENIDADE NO ESTÁDIO DO MARACANÃ, O PATROCÍNIO COM O CLUBE E AINDA COM O JOGO DAS ESTRELAS, QUE ZICO ORGANIZA E TAMBÉM COM O SURFISTA FELIPE TOLEDO


Rio de Janeiro, 14 de maio de 2015 Em evento realizado no melhor palco possível para a ocasião, o mítico estádio do Maracanã, Jeep® e Flamengo anunciaram o início de uma parceria entre as duas marcas. 

O investimento será de R$ 4,5 milhões até o final de 2015. 

A montadora estampará sua marca abaixo do número das camisas do time de rubro-negro.

Com o patrocínio ao clube de maior torcida do Brasil, a Jeep marca sua entrada no mercado futebolístico brasileiro. 

"A Jeep é uma das marcas mais icônicas do setor automotivo, capaz de despertar paixões e reunir fãs em centenas de Jeep Clubes espalhados pelo mundo. Se o futebol é a grande paixão brasileira e o Flamengo é um dos símbolos mais representativos desse sentimento, nada mais natural do que unir essas duas marcas fortes por meio desta parceria", analisa Sérgio Ferreira, diretor-geral da Chrysler Brasil e da Jeep para a América Latina.


Para o Flamengo, a parceria com a Jeep é motivo de orgulho e um passo importante para os negócios do clube. 

"É um orgulho enorme poder fazer essa parceria com a Jeep, uma marca que, assim com o Flamengo, tem muito prestígio no mundo inteiro. Essa união mostra que o nosso clube recuperou a credibilidade, que somos um exemplo de gestão. A torcida pode ficar tranquila que essa verba da Jeep nos ajudará a anunciar novidades em breve", afirma Eduardo Bandeira de Mello. 

A empresa também patrocina o Jogo das Estrelas, organizado por Zico, maior ídolo da história do Flamengo. 

O eterno craque rubro-negro também esteve presente no evento no Maracanã. 


"Fomos conquistando a Jeep desde o Jogo das Estrelas. Lá eles viram o poder do torcedor do Flamengo e, felizmente, deu tudo certo. Só posso desejar uma parceria longa e de sucesso para os dois. É um prazer fazer parte desta festa com meus ex-companheiros de equipe", comemora Zico.

O evento ainda contou com a presença ilustre de grandes torcedores do clube como a jornalista Glória Maria, que foi a mestre de cerimônia, os atores Fiorella Mattheis e Rômulo Arantes Neto, além dos ex-jogadores Adílio, Júlio Cesar (Uri Geller), Piá e Marquinhos, entre outros.



Jeep também é surfe
Desde 2012 a Jeep é patrocinadora máster do clube italiano Juventus, que conquistou ontem vaga na final da Liga dos Campeões da Europa, mas o leque de esportes apoiados pela marca está se abrindo. 

A Jeep anunciou na semana passada o patrocínio global da Liga Mundial de Surfe (WSL) e do promissor surfista brasileiro Filipe Toledo, mais jovem atleta da elite do tour, com 20 anos, e atual terceiro colocado do circuito mundial, que está com a quarta etapa sendo realizada no Rio de Janeiro.


Marcella Campos, diretora de Marketing da Jeep, ressaltou a ligação da marca com o surfe. 

“A Jeep tem história, tem valores, principalmente, aventura, liberdade, paixão e autenticidade. Quando a gente fala isso, fala em surfe e entende porque mundialmente a Jeep resolveu ser patrocinadora da WSL. E aqui no Brasil, demos um passo à frente, investindo no Filipe Toledo”, disse. 

“É uma grande oportunidade. O surfe está crescendo de uma forma que nem sei descrever e uma empresa como a Jeep patrocinando o surfe, serve de inspiração para a molecada que está começando e vê a gente lá. Fico feliz de ver marcas como a Jeep patrocinando, incentivando”, afirmou Filipinho.

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