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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

IVECO RENOVA CAMINHÕES FABRICADOS NA ARGENTINA, QUE FINANCIA NO PAÍS HERMANO ATRAVÉS DO SEU BRAÇO FINANCEIRO BRASILEIRO. NO BRASIL A MONTADORA CONQUISTA COM A LINHA DAILY O PRÊMIO DE MELHOR CAMINHÃO SEMILEVE. É O QUARTO GALARDÃO DO ANO.


A Iveco avança como líder do mercado de veículos comerciais com a renovação completa da sua linha na Argentina sob o conceito Ecoline, o que significa que, no futuro, os produtos da marca terão uma tecnologia mais avançada que aumentará sua eficiência e potência.

Com essas implementações, a empresa do grupo CNH Industrial promove tanto a linha de produtos fabricados na fábrica de Ferreyra, em Córdoba, como os importados do mercado brasileiro. 

Agora, os caminhões e utilitários da Iveco não só serão aprimorados em termos de desempenho, mas também têm uma redução significativa das emissões de gases poluentes, tornando-os veículos ecológicos.

Entre a nova linha renovada está a Iveco Daily, os veículos leves mais robustos do mercado, conhecidos por sua capacidade de suportar grandes pesos e volumes. 

Disponível em formato furgão ou chassi, a família Daily divide-se entre os produtos com motores FPT FIC de 146 cv e 170 cv, sendo o mais potente no segmento. 

Por outro lado, o Vertis é a oferta da Iveco para o mercado de médios, conhecido por sua versatilidade na realização de trabalho em áreas urbanas. 

Agora, com um motor de 182 cv com "Turbo Waste", esse veículo de 13 toneladas trabalha com um chassi plano renovado e exclusivo feito de liga de aço, o que o torna o mais resistente da sua linha.

Outro ponto alto na nova linha é o Tector, que possui seis versões. O caminhão mais vendido no mercado argentino recebe, sob o conceito Ecoline, motores poderosos de 218 e 280 cv com turbo "Waste Gate", com o correspondente ajuste da transmissão.

O fora de estrada extrapesado Trakker também contribui para a renovação Ecoline e, devido a sua potência, amplia a gama de aplicações, das quais já se destaca como mineração, construção, colheita e transporte de matérias-primas como a madeira, especialmente em toda a região andina da Argentina e Chile.

Entre os transportes urbanos com maior capacidade estão o Stralis e Cursor. O primeiro, com motor FPT Cursor 13, ganha potências de 440 cv e 480 cv, e também oferece uma versão com motor FPT Cursor 9 de 360 cv. 


Com a adição da tecnologia Ecoline, o Stralis, disponível em sete modelos, reduz o consumo em 5% e 8% em comparação com os anteriores. 

Enquanto isso, a família Cursor ganha um novo motor que o transforma em um dos caminhões pesados mais econômicos do mercado. Com a tecnologia inédita para o segmento e alta eficiência operacional, este veículo é ideal para o transporte industrial.

No entanto, a nova oferta da Iveco é coroada pela incorporação ao mercado local do Iveco Hi-Way, que se tornará um dos modelos mais avançados a rodar nas estradas argentinas. 


Com sua sofisticada cabine, é um dos mais confortáveis no mercado e os diversos testes realizados nas estradas da região comprovaram a sua robustez e força com um motor de 560 cv.

Assim, a Iveco, sob o conceito Ecoline, renova totalmente a sua aposta no mercado argentino, onde atua há mais de 46 anos com sua fábrica de Córdoba e uma forte rede de concessionárias, por meio da qual fornece ao cliente serviços de pós-venda com os mais altos padrões de qualidade.

Taxas abaixo do mercado
O aumento da participação da Iveco no mercado de veículos e caminhões pesados na Argentina se deve, além da qualidade e da tecnologia de seus produtos, às condições de financiamento obtidas por meio da CNH Industrial Capital, que atua em toda a América Latina. 


A operação na Argentina realiza acordos de financiamentos de máquinas agrícolas e caminhões com as principais instituições financeiras locais, o banco Nación e o banco Santander.

Para a marca Iveco, a CNH Industrial Capital oferece planos de financiamento de curto prazo, como o plan cheque até 12 meses, que responde por 15% da venda direta de caminhões pesados.

Para financiamentos de longo prazo a CNH Industrial Capital tem parceria com o banco Santander para financiamentos, com taxa anual de 9,9% e de 15% para pagamentos em 36 meses. 


A intermediação via banco Nación financia unicamente a produção local e oferece taxas reduzidas, em comparação às praticadas no mercado, de 13,5%.

A operação da CNH Industrial Capital na Argentina é subordinada à CNH Industrial Capital Latam, sediada em Curitiba (PR) e conta hoje com cerca de 20 funcionários.



Daily, é o Melhor Seminleve
No Brasil, a Iveco comemora a conquista do Prêmio Top Truck TV de Melhor Caminhão Semileve pela linha Daily, em eleição realizada, ontem, pela Top Truck TV, em São Paulo (SP). 

A escolha foi feita por um júri que reuniu 26 profissionais, titulares de 14 programas de televisão e 12 sites especializados em automóveis de todo o país.

Os utilitários da linha Daily foram vencedores do prêmio de Maior Valor de Revenda 2015 entre os Furgões de Carga, Melhor Compra da Categoria e "Best KEP Transporter 2015" da revista alemã ETM Testmagazin. 


Para mais informações da Iveco, visite www.iveco.com.br

Para mais informações da CNH Industrial, visite: www.cnhindustrial.com

NOVA PERSONALIDADE E MAIS TECNOLOGIA PARA AS VERSÕES SPORTING DO NOVO UNO, QUE CUSTA R$ 46.55,00 E DO NOVO PALIO, VENDIDO A R$ 55.140,00


As versões Sporting do Novo Uno e Novo Palio acabam de ganhar uma nova série especial, a Blue Edition. 
Ela oferece aos modelos um design externo mais marcante, mas sem abrir mão da forte esportividade da versão. 
Também traz um interior mais requintado e um alto nível de conteúdos, que agrega muita tecnologia de série a bordo.

A Série Especial Blue Edition chegou para aumentar a atratividade e a competitividade do Novo Palio Sporting 1.6 e do Novo Uno Sporting 1.4, oferecendo uma caracterização exclusiva, acabamento diferenciado e novos equipamentos. 


Conheça abaixo a descrição de todos os itens que fazem parte desta nova série especial para cada um dos modelos.

Novo Palio Sporting 1.6 Blue Edition


Caracterização externa:
• Rodas de liga leve com pintura exclusiva;
• Retrovisores externos na cor cinza;
• Detalhe na parte inferior da grade dianteira na cor azul;
• Adesivos nas cores azul e cinza no capô, portas dianteiras e
porta-malas;
• Siglas “Blue Edition” nas colunas C.
Caracterização interna:
• Quadro de instrumentos com detalhes em azul;
• Volante em couro com costura azul;
• Novos tecidos com costura azul;
• Coifa do câmbio com costura azul
• Maçanetas internas e aro do alto falante pintados na cor
azul;
• Nova Saída de ar central e lateral;
• Interior escurecido;
• Cintos de segurança na cor preta.
Novos Conteúdos:
• Teto Solar Elétrico Sky Wind;
• Vidros elétricos traseiros;
• Volante em couro com comandos de rádio;
• Alarme;
• Parafusos antifurto.

Novo Uno Sporting 1.4 Blue Edition


Caracterização externa:
• Rodas de liga leve esportivas com pintura exclusiva;
• Anéis estéticos da grade dianteira na cor azul;
• Retrovisores externos na cor cinza;
• Adesivos nas cores azul e cinza no capô, lateral e porta-malas;
• Siglas “Blue Edition” nas colunas C.
• Caracterização interna:
• Banco traseiro bipartido;
• Banco do motorista com regulagem de altura;
• 3º apoio de cabeça do banco traseiro;
• Apoia-braço central no banco do motorista;
• Porta-objetos para smartphone;
• Cinto de segurança traseiro central retrátil de 3 pontos;
• Quadro de instrumentos com detalhes em azul;
• Volante com detalhe na cor azul;
• Novos tecidos com costura azul;
• Maçanetas internas pintadas na cor preto Onix;
• Pedais esportivos.

Novos conteúdos: 


• Rádio Connect com USB/BTH;
• Retrovisores Externos elétricos com tilt down;
• Volante com comandos de mídia;
• Vidros elétricos traseiros;
• Chave canivete com telecomando;
• Alarme.

Para criar ainda mais exclusividade, a Série Especial Blue Edition está presente somente nas cores externas Branco Banchisa; Branco Kalahari; Prata Bari e Preto Vesúvio.
Esta nova série especial torna as versões Sporting do Novo Uno e Novo Palio ainda mais competitivas. 

Essas versões já possuem um excelente custo-benefício, agora, com a Série Especial Blue Edition, essa vantagem ao consumidor ficou ainda maior. 


O Novo Uno Blue Edition chega com um contra-valor de 24% em relação aos itens que compõem essa série especial, enquanto o Novo Palio Blue Edition oferece um contra valor de 31%.


Confira abaixo os preços da Série Especial:
Novo Uno Sporting 1.4 SE Blue Edition – R$ 46.550,00


Novo Palio Sporting 1.6 SE Blue Edition – R$ 55.140,00.


domingo, 6 de dezembro de 2015

VENDAS DE CARROS, ESTE ANO, CONTINUA CAINDO E DEVE CHEGAR A 25% DAS REGISTRADAS EM 2014. AS REDUÇÕES TEMPORÁRIAS DE IMPOSTOS ESGOTARAM-SE E A COMERCIALIZAÇÃO DOS USADOS CRESCE, MAS DEU UMA PARADA. O QUE PODE CRESCER É O CONSÓRCIO QUE FEZ SUCESSO NUM PASSADO NÃO MUITO LONGÍNQUO


Alta Roda 

Nº 865 — 5/12/15

Fernando Calmon 
AJUDA EM BOA HORA


A forte queda de vendas de veículos novos este ano, que ficará entre 22% e 25% em relação a 2014, não se deve apenas ao clima de insegurança gerada pelas crises política e econômica (uma autoalimenta a outra). 

Veio também de uma conjugação de fatores herdada de tempos recentes. Da mesma forma que os financiamentos foram facilitados nos tempos de aumento de poder aquisitivo, agora estão mais restritos mesmo para aqueles que aparentemente oferecem baixo risco para bancos e instituições de crédito.

Os erros cometidos na condução da macroeconomia ao longo dos últimos cinco anos, mais ou cedo ou mais tarde acabariam se refletindo em forma de aumento de inflação e aprofundamento da recessão. 

Sustentar vendas por meio de reduções temporárias de impostos se esgotou. Cria o indesejável efeito sanfona. 

As indústrias automobilística e de eletrodomésticos demoraram a perceber que o movimento de antecipação de compras cobraria alto ônus adiante. Ninguém pensou que ia dar errado, mas deu.

O consumidor reagiu indo em direção ao carro seminovo, assim considerado aqueles com até três anos de uso. 

Seu preço ficou atraente porque a desvalorização normal se deu a partir da referência de IPI reduzido e de antes do aumento de custos com os itens de segurança obrigatórios (airbags e ABS). 

No primeiro semestre deste ano, pela primeira vez, o número de veículos seminovos financiados ultrapassou o de novos.

Neste fim de 2015, porém, essa válvula de escape travou. Em outubro, a venda total de seminovos, usados jovens (quatro a sete anos), usados veteranos (oito a onze anos) e velhinhos (12 anos ou mais) recuou 9% em relação a setembro. 

É possível que a única boa notícia do ano – comercialização de usados em alta sobre 2014 – nem se confirme.

Ajudaria a oxigenar o mercado se o sistema de consórcio fosse alterado. O estoque de cotas contempladas sem que o consorciado retire o bem para o qual se inscreveu acaba gerando distorções. 

No passado, havia um prazo de três meses para o interessado decidir o que comprar. Essa obrigatoriedade foi revogada em tempos de congelamento de preços, há 20 anos, quando um carro usado chegou a ser mais caro que um novo em razão de planos econômicos heterodoxos sempre fracassados.

O consórcio hoje se tornou mais um instrumento de poupança paralela, sem nenhuma ação de equilíbrio entre tempos bons e bicudos da produção de bens. 

Não comprar nada significa um bom investimento com correção garantida e baixo risco. 

Por isso, bancos de varejo passaram a atuar neste segmento de olho na polpuda taxa de administração.

Devolver uma cota contemplada, depois de noventa dias, para uma nova rodada de sorteio e lance pode melhorar sensivelmente a mecânica de funcionamento de consórcios. 

Se alguém não está com pressa ou não pode comprar no momento o seu veículo novo ou usado, que ceda a vez a outro que aguarda a oportunidade muitas vezes com ansiedade para ter acesso ao bem. 

O direito do consorciado que abriu mão de sua contemplação seria naturalmente restabelecido, pois voltaria a concorrer em novo sorteio.

Uma mudança da regra atual poderia aquecer a economia, sem gerar efeitos colaterais ruins no combate à inflação.

RODA VIVA


PRIMEIRA renovação em cinco anos do Citroën Aircross, principalmente grade e faróis, acrescentou versão de entrada por R$ 49.990 sem estepe externo. 

Conforme esta coluna adiantou, o monovolume C3 Picasso parou. Motor flex de 1,5 L/93 cv (etanol) ainda mantém partida a frio auxiliada por gasolina. Com motor de 1.6 L/122 cv e câmbio automático sai a R$ 58.900.

AIRCROSS evoluiu em economia de combustível porque está até 45 kg mais leve, utiliza agora direção eletroassistida, pneus verdes e diferencial alongado em 5% para alcançar nota A no programa de etiquetagem veicular. 

Tela multimídia de 7 pol. e câmera de ré estão na versão de topo por R$ 69.290. Suspensões recalibradas melhoram a dirigibilidade e o conforto de marcha.

OITAVA geração do Passat acaba de chegar. Estilo segue a escola evolutiva da marca, porém sua estrutura está mais rígida. 

Motor de 2 litros, turbo, sistema de injeção dupla, 220 cv/35 ,7 kgf.m e câmbio automatizado de 6 marchas formam um conjunto instigante e eficiente. 

Bom espaço atrás. Impostos empurram preço para R$ 144.500.

PERUA Mini Clubman Cooper S é pouco fotogênica. Precisa ser vista ao vivo para se mudar de opinião e entender sua proposta alternativa aos SUVs e crossovers atuais. 

Dimensões internas estão entre os pontos altos, mas o porta-malas de 360 litros fica no limite do aceitável. 

Motor 2-litros turbo de 192 cv garante agilidade. Suspensão é dura como o preço de R$ 179.950.

ENTRE as surpreendentes mudanças de comportamento no mercado brasileiro está a escolha do câmbio automático. 

Peugeot, em campanha por tempo limitado, oferece essa opção sem custo, equivalente a um desconto em torno de R$ 4.000. 

No site de classificados Webmotors a oferta de veículos com câmbio automático cresceu 30% em um ano.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

COM BAIXO INVESTIMENTO, TUK TUK É NOVA ALTERNATIVA PARA QUEM PERDEU O EMPREGO E PRETENDA CRIAR UM NEGÓCIO PRÓPRIO, DE LANCHONETE MÓVEL, TRANSPORTE E PASSEIOS TURÍSTICOS, OU ENTREGAS DE MERCADORIAS


Populares em países asiáticos, os tuk tuks chegaram ao Brasil e já circulam como alternativa de baixo custo para quem deseja empreender mesmo em tempos de crise.


“O investimento depende do veículo que será utilizado. Os preços variam entre 12 até 35 mil reais, sem contar o valor da motocicleta, necessária nesse tipo de negócio adaptado”, explica Gislene Gonçalves Viana, diretora Comercial da FAG Brasil, empresa que desenvolve soluções para transformação e adaptação de veículos.

“Além do custo reduzido, há outras vantagens em investir em um tuk tuk, como o baixo consumo de combustível e a proteção típica dos automóveis”, complementa Gislene. 

Não é à toa que a procura por esse tipo de negócio vem aumentando na empresa, que já adaptou tuk tuks como a Divino Caldo, Forest Brazilian Fruit, a Duty Gastronomia e a Sorvetes Mona Lisa.


Sobre a FAG Brasil
A FAG Brasil Veículos Especializados, empresa com expertise em transformação e adaptação de carros para atender empreendedores que buscam investir em empresas móveis, está no mercado desde 2008 e é pioneira na customização de Food Trucks.

Com sede em São Paulo, no começo, a empresa só atendia a demandas de personalização de ambulâncias, UTIs Móveis e também remoção de pessoas. Já são aproximadamente 832 carros personalizados.

FIAT LANÇA A EDIÇÃO ESPECIAL BLACKMOTION DO LINEA,UMA VERSÃO MAIS SOFISTICADA, VISUAL MAIS ESPORTIVO E MELHOR CUSTO-BENEFÍCIO, POR R$ 70 MIL


O Fiat Linea acaba de ganhar em sua gama uma edição especial, a Blackmotion, com um visual mais esportivo e um acabamento mais sofisticado, atende as necessidades dos clientes que buscam um sedã com conforto e tecnologia, mas não abrem mão do custo-benefício.

Externamente, o novo Fiat Linea Blackmotion, que tem como base a versão Essence 1.8 16V. 


As novas rodas de liga leve 17”, esportivas, sobressaem, nesta edição especial que traz também frisos dianteiros e moldura da grade dianteira na cor preto ônix, maçanetas e friso traseiro na cor do veículo, além do badge lateral Blackmotion.



A Edição Especial Blackmotion do Fiat Linea apresenta um interior com uma identidade mais esportiva. O painel tem novo acabamento na cor preta e uma textura exclusiva.

A iluminação Night Design, os detalhes internos do carro em preto ônix e as pedaleiras esportivas completam a caracterização do novo Linea Blackmotion.



Esta versão recebeu Central Multimidia Uconnect Touch NAV 5” ― que aumenta a conectividade de maneira muito intuitiva, permitindo total integração com o carro, oferecendo além de acesso às mídias e telefone, também navegação por GPS ―; câmera de ré com sensor de estacionamento traseiro; bancos com revestimento parcial em couro; saída do ar condicionado para o banco traseiro e apoia braço dianteiro com porta-objetos.




O Linea é o sedã médio produzido no Brasil mais acessível do mercado e o novo Fiat Linea Edição Especial Blackmotion chega mais competitivo ao mercado. 

O seu custo-benefício é facilmente percebido pelo conforto, conteúdos tecnológicos, pelo seu nível de acabamento, e pelo seu preço. Ele chega por R$ 70.000.



MERCEDES ESTÁ VENDENDO O VITO, UM FURGÃO-VAN PARA NOVE PESSOAS REPLETO DE TECNOLOGIA E QUASE 1,3 TONELADA DE CARGA, QUE CUSTA DE R$ 104.990 A R$ 139.990. JÁ A VW ANUNCIA A PRODUÇÃO DA 8ª GERAÇÃO DO PASSAT, MAIS POTENTE, SERÁ VENDIDA NO BRASIL COM ALTURA 1,5 CM A MAIS, PARA ENFRENTAR AS RUAS E ESTRADAS RUINS QUE HÁ POR AQUI. CUSTA DE R$ 144.500 A R$ 151.300. A MINI COMEÇA A VENDER O CLUBMAN 2.0 TURBO, DE 192 CV, COM CÂMBIO DE OITO VELOCIDADES E MAIS COMPRIDO 27 CM, POR R$ 179.950. PESQUISA MOSTRA QUE 70% DAS PESSOAS QUE COMPRARAM A PICAPE RENAULT EROCH ERAM CLIENTES DE OUTRAS MARCAS E SOMENTE 30% JÁ ESTAVAM NA MARCA FRANCESA


Coluna nº 4.815 - 4 de dezembro de 2015
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Assim, assim, meio carro, 
meio comercial, o Mercedes Vito


Mercedes-Benz inicia vender o Vito, bem urdida fórmula de veículo de transporte confortável, furgão para trabalho, e van destinada a deslocamento familiar, tipo furgão e limousine. 

Para transporte de carga, motorização diesel, 1,6 litro de deslocamento, 114 cv de potência e 270 Nm de torque. 

Nas versões a passageiros – 7 + motorista e 8 + motorista – a motorização flex, 2,0 litros, 16 válvulas, injeção direta, turbo, 184 cv de potência e torque de 300 Nm. Transmissão mecânica, seis velocidades, tração dianteira. O Vito é argentino.

Muda

Não é um furgão pequeno, com durezas e asperezas herdadas de caminhão. É produto específico, com elevada carga de itens de conforto e segurança, num projeto buscando operação econômica. 

Em segurança, relação ampla em itens, usualmente automobilísticos: alerta de cansaço, trava para arrancada na subida, assistente para influência de ventos laterais, programa de estabilidade, ferramenta eletrônica reduzindo excepcionalmente a ocorrência de derrapagem, batidas e capotagem. 

Há ainda almofadas de ar para motorista e passageiros, cintos de segurança com ancoragem em três pontos, fixação Isofix para cadeirinhas de crianças, estrutura de proteção, célula de sobrevivência.

A ligação do Vito com a parte automobilística fica clara pela identificação estética. De frente, exibe os traços marcantes das atuais gerações dos automóveis Mercedes - grade, grupo óptico, cortes no capô do motor. 

Ambas versões tem volumetria e capacidade de manobra compatível aos espaços urbanos. 

No caso de carga, capaz de deslocar 6 m3, 1.225 kg úteis, revestimento de compensado naval no piso e laterais para proteção à movimentação de carga.

Como o PBT, peso bruto total – soma de veículo mais carga – é pouco superior a três toneladas, vantagem adicional e diferença importante na proposta é permitir ser conduzido por motoristas com habilitação para automóveis.

Vendas iniciadas. Deve ter sucesso, pela combinação de espaço de transporte com tratamento próximo ao de automóveis, e pela quase exclusividade no mercado, onde para passageiros há apenas o J8 da chinesa JAC.




Quanto custa


MB Vito
Versão
R$
Vito 111 CDI
     104.990
Vito Tourer 119 Comfort 8+1
     129.990
Vito Tourer 119 Luxo 7+1
     139.990


Mercedes-Benz Vito



O Passat, agora em 8ª edição
Brasil tem uma relação umbilical com o Passat: foi o primeiro país extra Alemanha a produzi-lo, a partir de 1974, na grande mudança conceitual firmada na consciência do consumidor local. 

Quando Volkswagen era sinônimo de coisa antiga, instável, limitada em rendimento, motor traseiro refrigerado a ar/ar, o Passat era desenho do mítico Giorgetto Giugiaro sobre o Audi 80, suspensão com raio negativo de rolagem, linhas de freios cruzadas, direção pinhão e cremalheira, performático, motor frontal, água/ar, estável, veloz. 

Nada a ver com Fuscas. Na Alemanha, virou Santana, e aqui ambos conviveram até o final de 1988, após 897.829 unidades. 

Destas, 70.200 em versão Iraque, exportadas para este país, em negócio triangular trocados por petróleo, uma das marcas da gestão de Wolfgang Sauer, na VW Brasil.

A oitava geração, B8, está sobre plataforma MQB, mesma do novo Golf, Audi A3, com maior distância entre eixos, deslocando-os para as extremidades e criando ótima área interna.

Motorização é revisão do aclamado motor 2 litros, 16 válvulas, injeção direta de combustível e turbo alimentador. 

Potência ganhou 9 cv indo a 220 e torque saltou 7,2 m.kgf, chegando a 35,7. Transmissão automática DSG com seis velocidades, tração dianteira.

Há desenvolvimentos relativamente à geração anterior do motor, como o acionamento dos comandos de válvulas por corrente; variando na admissão e escape, bomba de óleo por pressão variável de acordo com a demanda do motor. 

Com tal conjunto mecânico está um segundo mais vivaz de O a 100 km/hora, agora 6,7s e faz 246 km/hora em velocidade final.

Extenso pacote de eletrônica para segurança e coisa interessante como o painel digital podendo exibir instrumentos virtuais com desenho convencional, e ampliar a tela entre os mostradores, na linha vertical de visão do motorista.

O Passat B8 foi eleito Carro do Ano 2015, na Europa, sobre BMW Serie 3, Mercedes Classe C e Audi A3. 

A VW pretende vender 250 unidades anuais, e a versão B8 para o Brasil foi elevada em 1,5 cm para melhorar a distância livre do solo, utilizando componentes de suspensão para países com piso jogo-duro.


Quanto custa

Passat B8
Versão
R$
Comfort Line
144.500
Highline
         151.300
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Passat B8

Roda-a-Roda


Variação – Mini inicia vender versão Clubman. Longa, quatro portas laterais, mais duas na traseira, motor 2.0, turbo, 192 cv, 280 Nm de torque, transmissão automática de oito velocidades. R$ 179.950.

Proposta – Ideia é ampliar uso, deixar de ser carro de nicho para solteiros, esticando-o 27 cm, mudando harmonia estética do produto para quatro passageiros.

Pacote 
– Exigências atuais, consumo e emissões controlados, segurança, conectividade, regulagens para motor e suspensão, pareamento com celular, tela de 22 cm para infodiversão.

Caminho – Mitsubishi criou versão Outdoor sobre crossover ASX. Para-choques cinza escuro, faróis com mascara, pneus ATR, mistos, aro 16”, recalibragem da suspensão, melhorando capacidade de andar fora do asfalto.

Mais – Motor 2.0 montado em Catalão, GO, 160 cv, transmissão manual, tração nas 4 rodas. 

Bem composto, conforto e segurança, versão quer ampliar espectro de uso, nas vias com ou sem pavimentação. A R$ 97.900.

Corrida – Fiat deve fechar o ano como líder de mercado em volume, apesar de alguns meses superada como marca mais vendida. Prepara versões e novos produtos. 

Destes, em fevereiro, o picape Toro, do porte do Renault Oroch, e novo automóvel pequeno ao início do segundo trimestre.

Definição – Terá várias versões, como o Jeep Renegade, com quem divide a plataforma Small Wide. 

Motores diesel e flex, transmissões mecânicas e automáticas, tração dianteira e quatro rodas. 

Inicialmente sem a opção do motor ex-Chrysler, ora FCA, 4 cilindros, 2,4 litro e 172 cv hoje aplicado no Fiat Freemont.

Pequeno – É o Projeto X1H, sobre a estrutura do Novo Uno, porém menor, para ser carro da marca de entrada no mercado. 

Motor 1.0 ainda quatro cilindros, duas e quatro portas, a limítrofes R$ 29 mil. Em maio 2016.

Final - Em definições, incluindo nome. Coluna sugere Primo. Fácil por pronúncia latina, curto, entendido como parente e como primeiro. 

E perto de Prime, atual moda de diferenciação no Brasil, onde até hamburger é isto.

Melhor – Ford reverteu tendência do mercado de automóveis e melhorou sua participação nas vendas, apesar da boa concorrência. 

Deve fechar ano crescendo de 9 para 10,4%, mantendo a 4ª. posição em vendas.

Impeachment – Quem era contra o impedimento da presidente temendo imobilidade e anomia no País, inicia mudar de posição. 

Longos 10 meses de inação e desgoverno acabaram exigindo alguma mudança, e a mais amena é a aceitação do pedido de Impeachment.

Panorama - Presidente perdeu o prazo de oferecer medidas concretas, pulso forte e sonhos, e o acatamento do pedido de seu impedimento não implodiu o país. 

Ao contrário, a Bolsa cresceu 4% como medida de confiança ao fim do desgoverno, e o dólar caiu. Para o investidor, tudo menos Dilma.

Caminho – Eleições em 2016, país polarizado, para não ser dizimado, tudo indica, o PT quererá se desvincular de Dilma. 

E o caminho mais fácil ante um longo e desgastante processo de Impeachment, será adoecê-la para renunciar.

Cenário – Mercado especula mudança de dois CEO na indústria automobilística nacional ainda neste ano.

Imagem – Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, fará ações e promoções para mostrar-se operacional e ativa? 

Imagem desgastou-se. Além da perda de produção, vendas e empregos, houve prisão de vice presidente, ex-consultor, demissão de representante, indiciação de associados. 

Executivos fora da Operação Zelottes, da compra de Medidas Provisórias para alongar prazos de incentivos, querem que a entidade seja bem vista - e eles também.

Negócio – Em meio à venda de ativos para fazer caixa e permitir rolar investimentos, como a participação nos hospitais D’Or, Banco Pactual, demandando pela Coluna, informou não se manifestar sobre vender os 10% que possui na MMCB, montadora de Mitsubishis em Catalão, GO.

Otimismo – Ante números e projeções negativas quanto ao futuro e indústria automobilística, recebo anotação do Mark Hogan, ex-presidente da GM no Brasil, ex-vice da então Corporation, e hoje no Board internacional da Toyota:


- Nasser, tenho confiança no Brasil e com certeza vai voltar a crescer em curto prazo. Tomara Mark, tomara.

Promoção – Enquanto concorrente Fiat Toro não chega, Renault fomenta vendas do picape Duster Oroch, com plano Troca Fácil - parcelas menores, entrada baixa, garantia de recompra após usado, tipo leasing sobre leasing.

Sorrisos – Vendas da picape Oroch caracterizam suas projeções de mercado: apenas 30% de clientes da marca. Demais 70% conquistados a outras.

Solução – Autoridades aprovaram o retificador de fluxo, componente para VW colocar na entrada de ar de seus motores diesel 1,6 e 2,0, para cumprir normas de emissões de poluentes. Simples, uma hora para colocação.

Conta - Custará à empresa em torno de 10 euros. Na improjetável soma entre reparos, multas e indenizações, VW mantém o bloqueio inicial de 6,5B Euros.

Prova – Protótipo de carro autônomo da PSA Peugeot Citroën viajou 3.000 km entre Paris e Madri. Saiu, andou, ultrapassou, freou, manobrou sem intervenção do motorista. 

Como disse Soraya Saenz de Santamaria, vice-presidente da Espanha. Hoje, não precisamos pensar no futuro. Ele já chegou.

Adeus
 – Por pensar. Carro autônomo dá fim à liberdade e à auto determinação ao volante, o simbolismo do automóvel desde seu surgimento. 

Será uma cápsula, um ônibus individual, coisa besta. PSA terá em 2016 15 protótipos.

Ampliação – Fábrica da FPT em Córdoba, Argentina, produzirá o motores diesel Cursor 9, enquadrado nas regras de emissões Euro V. 

Obediência à norma e tendo o Brasil como cliente viabilizou o negócio. Antes Brasil o importava da França.

Automobilismo – Renault mantém a crença das corridas de automóveis como indutora de tecnologia e formação de imagem. 

Ampliará sua presença na Fórmula 1, deixando de ser fornecedora de motores para ter equipe própria. Comprou a Lotus.

Antigos – Veículo raro, o VW SP1, produzido em 1972/3 menos de centena de unidades, apenas dois remanescentes eram conhecidos: em Belo Horizonte e outro, quase 0 Km, guardado na fábrica. 

Colecionador carioca Marcelo Berek localizou terceiro, composto, completo, original, no Rio de Janeiro.

Gente - Stefan Ketter, presidente da FCA - Fiat Chrysler Automobiles América Latina, eleição. 

OOOO Personalidade no Prêmio AutoData 2015. 

OOOO Kenneth Cehlin, controller da área comercial da Scania sueca, desafio. 

OOOO CFO da Scania America Latina. 

OOOO Paulo Nemer, empresário, reeleito. 

OOOO Presidente da ABLA, Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis. 

OOOO É para ser chamado de doutor e tratado com tapete vermelho. Locadoras absorvem 12% dos veículos vendidos anualmente no Brasil!

OOOO Isella Constantini, comunicóloga, brasileira, presidente da GM na Argentina, mudança. 

OOOO Patriota, convidada pelo governo Macri, aceitou presidir as Aerolineas Argentinas, balaio de gatos que dá US$ 1 milhão de prejuízo/dia. OOOO

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O pacote de economia 

dos caminhões Mercedes

Nas ações para a recuperação da liderança do mercado domésticos de caminhões, a Mercedes-Benz aplica-se com os pneus na estrada. 

Conversas com operadores, frotistas, motoristas, para adequar produtos às exigências ou as desejado; racionalização industrial com a montagem de todas as cabines na antiga fábrica dos automóveis Classe A e C, em Juiz de Fora. Objetivo é oferecer produtos, baixar custos operacionais.

Começou por mudar o sistema dos cubos traseiros dos eixos dos caminhões Axxor, deixando o projeto alemão e fazendo a adequação para a operação nacional, obtendo ganho na redução de consumo. 

Outra conquista importante diz respeito à segurança do caminhão, carga e motorista, pelo desenvolvimento nacional do sistema batizado de FleetBoard de telemetria eletrônica para monitoramento e transmissão da dados, sem transmitir por satélite, mas por celular. 

Simplicidade, racionalidade e custos devem fazer o projeto nacional permear a outras operações da marca no mundo.

Novo Actros, com cuidados aerodinâmicos na cabine, e motor para 13 litros de deslocamento, fazendo 510 cv, o mais potente do país. 

Alterações atingiram metas opostas como aumentar potência e reduzir consumo. No caso em torno de 5%.

Há, também, de se registrar o aparato mecânico para elevar eixo quando não submetido a carga. 

Reduz arrasto por diminuir abrasão dos pneus, baixa consumo, e se enquadra na legislação de meio ambiente. E dos pedágios, que suprime o eixo suspenso do cálculo.


Novo Actros
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

SUCESSO HÁ 25 ANOS, A FAT BOY® É UM DOS MODELOS FAVORITOS DOS APAIXONADOS PELA HARLEY-DAVIDSON.



Em 1990, o aparecimento da Fat Boy® foi um sucesso instantâneo.

Para a Harley-Davidson Motor Company, a década de 1980 foi marcada por acontecimentos importantes.

Após a recompra da AMF em 1981, a marca começou seu renascimento; o lançamento do H.O.G.® (Harley Owners Group) em 1983, a introdução do motor Evolution™ em 1984, seguidos pela entrada da empresa na bolsa de valores de Nova Iorque, em 1987.

Na virada da década, em 1989, a Motor Company foi, mais uma vez, a fabricante líder em motos de alta cilindrada nos EUA.

No mesmo ano, o lançamento dos modelos 1990 deu origem a um grande ícone, a FLSTF Fat Boy®, criação de Willie G. Davidson.

A Fat Boy® foi um dos primeiros modelos da marca com rodas fundidas. Essas rodas robustas de 16 polegadas deram o toque de estilo mais característico da Fat Boy® que, durante seus primeiros 18 anos, foi a única motocicleta equipada com elas.

O pneu traseiro também tem 200 mm de largura – o maior de todos os modelos de H-D® na época do lançamento – e estes atributos foram fundamentais para proporcionar um visual corpulento à moto.

A Fat Boy® faz parte da família Softail®, que tem por característica principal os amortecedores escondidos sob o para-lamas, permitindo que os pilotos se beneficiem do conforto da moderna suspensão, sem perder o clássico visual hardtail.

O modelo original era alimentado pelo motor Evolution V-Twin de 1340 cc, que foi introduzido em 1984.

Em 2000, houve uma atualização para o novo motor Twin Cam 88B de 1450 cc e, em 2007, a introdução do Twin Cam 96B de 1584 cc.

Já o modelo 2016 recebeu o motor Twin Cam 103 High Output de 1690 cc, que antes equipava somente as motos da família Touring®, adicionando ainda mais força e desempenho à moto.

A Fat Boy® é um exemplo clássico de motocicleta em que aparência e ergonomia andam de mãos dadas.

Enquanto a aparência imponente nunca deixa de atrair a atenção, as amplas plataformas para os pés garantem o conforto em longos passeios, além do banco baixo que proporciona uma confortável posição de pilotagem.

Em 1991, a Fat Boy® foi a estrela do filme “O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final”, firmando sua posição como uma das motos mais desejadas do mundo.

A motocicleta, pilotada pelo ator Arnold Schwarzenegger, realizou um dos saltos mais famosos da história do cinema, em que o Exterminador pula com a moto para dentro de um bueiro.

A proeza foi realizada com o auxílio de cabos que prendiam a Fat Boy®, reduzindo o peso da motocicleta e do piloto ao tocarem no solo. Os cabos foram apagados na pós-produção.

Várias Fat Boy® foram utilizadas na gravação do filme mas, na verdade, a moto pilotada por Schwarzenegger foi adquirida em 2014 pelo Museu Harley-Davidson, onde atualmente está em exposição.

O modelo também repete seu papel com Arnie em “O Exterminador do Futuro 5 – Gênesis”, lançado nos cinemas este ano.

Após o sucesso de “O Exterminador do Futuro 2”, a Universal Studios, em Hollywood, EUA, criou a atração Terminator 2 – apresentando uma moto personalizada Fat Boy® como destaque principal da atração.

Linha do tempo

1990: Lançamento da Fat Boy®
O aparecimento da primeira Fat Boy® foi um sucesso instantâneo. Apelidada de “The Gray Ghost” (em português, “O fantasma cinza”), uma vez que só estava disponível nesta cor, a motocicleta tinha um estilo único e sua vigorosidade chamava a atenção. 

Rodas robustas, pneus largos e um tanque de combustível amplo contribuíam para seu estilo imponente. 

O sistema de duplo escape shotgun style também cooperou para um visual original que foi muito copiado por outras marcas de motocicletas.

2005: A Screamin’ Eagle Fat Boy®



A Fat Boy® ganhou o tratamento CVO™, pela primeira vez, para o modelo 2005. A Screamin’ Eagle Fat Boy® ostentava um motor Stroker Twin Cam de 1690 cc, uma suspensão traseira rebaixada e um novo assento estilo pan-style, em três novas combinações com duas cores e acabamento de metal.

2007: Mudanças no modelo
O lendário visual da Fat Boy® está mais robusto do que nunca, graças a uma nova roda dianteira de 17 polegadas, maior que a anterior, de 16, e um pneu traseiro mais largo, de 200 mm. 

A marca registrada do modelo é a roda dianteira em disco de alumínio, que ganhou novos bullet-hole

Novos detalhes gráficos no tanque de combustível e em ambos os para-lamas acrescentaram um toque ainda mais estiloso à moto.

2010: O surgimento da Fat Boy® Special

A Fat Boy® Special 2010 (chamada de Fat Boy Lo nos EUA) incorporou todo estilo e sofisticação da Fat Boy®, trocando os elementos cromados e deixando a moto um pouco mais baixa, com altura de 61 cm do assento até o chão. 

O assento e o guidão mais estreitos também ajudaram o modelo a se tornar um grande sucesso, principalmente entre os pilotos mais jovens e aqueles de menor estatura. 

Plataformas meia-lua além de pintura fosca e acetinada também diferenciam o estilo da Fat Boy® Special da Fat Boy® original.

2015: Novo sistema de freio, acelerador eletrônico e nova motorização


O modelo 2015 passou a contar com novo sistema de freio dianteiro, presente em todos as motocicletas da família Softail®, que proporciona uma redução de 40% na força aplicada nos freios durante frenagem máxima. 

O cilindro mestre de freio foi reestilizado. Ainda no mesmo ano, mas já como modelo 2016, a grande novidade fica por conta da chegada do acelerador eletrônico throttle by wire e do motor Twin Cam 103 High Output de 1690 cc.

Visite: www.harley-davidson.com.

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