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sábado, 12 de dezembro de 2015

ODE A RALPH NADER CUJAS AÇÕES PERMEARAM MUNDO AFORA. ELE DENUNCIOU A INSEGURANÇA DA SUSPENSÃO TRASEIRA DO CHEVROLET CORVAIR. O JIPE DEFENDER ESTÁ COM OS DIAS CONTADOS, PELO MENOS ATÉ 2019, QUANDO O MODELO RETORNARÁ NOS ESTADOS UNIDOS



Coluna nº 5015 - 11 de dezembro de 2015 
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A Era Nader. 
Vez do consumidor começou há 50 anos.

Nenhum previsor do futuro intuiu a mudança das relações de consumo baseada no determinismo de apenas um homem, o norte-americano Ralph Nader, 81. 

Sempre advogado dos consumidores, deu base à grande mudança nas relações de consumo a partir de exigências de segurança.

Se seu carro tem cintos de segurança, suspensões seguras, almofadas de ar, ABS e outros itens de segurança, agradeça ao Nader.

Postura de cidadão, sua primeira ação questionando sua Harvard School of Law do porquê de uso do inseticida DDD em suas árvores, seu trabalho evoluiu, expandiu-se, deu frutos em ramos diferentes como mudanças em veículos, tratamento de água, carnes, pesticidas. 

As ações de Nader permearam mundo afora. No tema da Coluna, comparados os níveis de segurança dos veículos do final dos anos ’60 e os atuais, incluindo os brasileiros, é de se reverenciar o filho de libaneses e sua vida dedicada à cidadania.

Reverso
Curiosamente, quem construiu o pedestal para a fama foi a poderosa General Motors. Era dela o Chevrolet Corvair, ponto de vista da marca para combater o Fusca nos EUA. 

Nader fez artigo no jornal de Harvard mostrando a insegurança do Chevrolet Corvair por sua suspensão traseira – como no Fusca -, ao fazer o semieixo mudar o ângulo de contato da roda com o chão por buracos, inclinação das curvas, freadas fortes. 

Comportamento fazia perder estabilidade, com risco de capotamento, danos materiais, ferimentos, mortes.

Um editor propôs-lhe escrever um livro – Unsafe at any speed, algo como inseguro em qualquer velocidade -, e a GM, embotada por magnitude, embriagada por empáfia, mostrou como as grandes corporações não sabem tratar de crises e surpresas externas. 

Em vez de corrigir o produto, mandou investigar a vida privada de Nader, violência inimaginada nos conceitos de liberdade individual nos EUA. 

A divulgação do mal feito transformou o desconhecido Nader em sucesso, e seu livro em Best Seller não-ficção, superando Truman Capote e seu A Sangue Frio.

Respeitasse o oponente, analisasse seu perfil de filho de imigrantes da frutífera Zahle, no vale do rio Bekah, Líbano, saberia, mais honesto, mais barato, menos danoso, corrigir a característica do Corvair – como fez no ano seguinte, quando a imagem do carro estava borrada. 

Desprezou o denodo dos imigrantes bem sucedidos – seu pai fugira da diáspora que matara mais de um milhão de pessoas e espalhara armênios, turcos, sírios e libaneses mundo afora. 

Trabalhara na Maxwell, fábrica de automóveis depois Chrysler, juntara dinheiro, fora ao Líbano, casara-se com a professora Rose e voltando aos EUA montou o básico dos imigrantes: café/restaurante/empório.

Ali se debatiam temas de cidadania, influenciando a carreira do autor, focada, cheia de graus, laudas universitárias, e o diploma de Harvard sempre grande aval de qualidade individual.

A indução pela GM transformou-o em formador de advogados do contribuinte e, no setor, fez criar a National Highway Safety Administration, agência de segurança veicular dos EUA, e de similares e regulamentos mundo a fora – e, no varejo, freios melhores, e direções colapsíveis, frentes e grades frontais mais limpas, e adornos não agressivos, como estrela da Mercedes e da estatueta da Rolls com molas para permitir flexão – Jaguar não conseguiu e suprimiu o felino do capô de seus produtos.

Nader processou a GM, ganhou, à época, num acordo, US$ 425 mil – valor de 200 Chevrolets Corvair Monza, o mais caro da lista - e não mudou de vida, aplicando-os no projeto de difundir cidadania. James Roche, presidente da GM, então a maior do mundo, foi renunciado.

Uma das consequências de seu trabalho é a redução de mortes no trânsito. Pela regra norte-americana de mortes x 100 mil milhas – 160 mil km rodados, o número de 1964 era 5. Em 2014, caiu para 1.

No âmbito das curiosidades, países árabes não produzem veículos – exceto Turquia – mas dois descendentes traçam a linha de mudança desenho e projeto dos veículos. 

Antes de Nader, outro de nome parecido, o egípcio coronel Gamal Abdel Nasser, ao bloquear o Canal de Suez no inverno europeu de 1957, fez mudar a morfologia em nome da redução de consumo. 

Nader evoluiu no tema: instrumentou a defesa do consumidor, em todas as áreas.


Ilustração do ângulo de inclinação da suspensão traseira do Corvair


Ralph Nader, 81, advogado dos consumidores.


Roda-a-Roda

Land Rover – Encerrando neste ano a produção do jipe Defender, evolução do mítico produto com a imagem de Land Rover, empresa resolveu reeditá-lo. 

Encomendou estudos e tem três pontos já definidos: voltará em 2019; com cinco versões; nos EUA, onde o Defender não era vendido desde 1997. Pretensiosa, quer vender 100 mil unidades/ano. Neste venderá 10 mil…

Dieselgate – Segundo fonte, holding Volkswagen pode vender algumas de suas 12 marcas diferentes para fazer caixa às demandas dos negócios e das confusões das emissões poluentes. 

Na relação citam a MAN, de caminhões. Caso nacional inclui a VW de caminhões e ônibus, e automóveis especiais.

E? – Diretor da filial local da MAN não acredita na possibilidade, ante a recente ajustada legal da área de transportes MAN, VWCO e Scania. 

Mas, não descarta a possibilidade de a MAN Diesel Turbo, especializada em grandes motores – para geradores monumentais, navios, etccc, não atuante no Brasil – seja opção.

Mais – Caminho de transferir marcas de prestígio, parece ínvio, de pouca liquidez vender a Bugatti, e caro fazê-lo com a Lamborghini, agora em projeto de duplicar a produção. Ambos negócios a compradores muito personalistas.

Argentinidad – Colecionadores argentinos de automóveis antigos fizeram carreata Auto Presidencial Argentino, partir de Luján, cidade histórica, berço da resistência ao invasor inglês. 

Abriu-a com Ramblers Ambassador, sedãs então lá produzidos e anteriormente destinados ao transporte presidencial.


Razão – Fundo nacionalista: querem que Mauricio Macri, recém empossado na Presidência da República abra mão dos importados Audi e use carro argentino.

Opções – No vizinho país se produzem alguns exemplares com plataformas B: Citroën C4, Peugeot 408, Ford Focus – mais votado em pesquisa -, Renault Fluence. 

Correndo por fora Toyota SW4, Mercedes Vito. Macri é do ramo, tendo dirigido a Sevel, montadora de Peugeots e Chevrolets.




Rambler Ambassador, argentino, ex-carro de presidente


Situação – Lembra um dos meus editores, o atento Fábio Amorim, de Alagoas: A Pátria está metida no gosto da cobiça e da rudeza, de uma austera, apagada e vil tristeza – Luís de Camões... 

2 – Não sei quem ganhará o embate que se trava entre o Executivo e o Legislativo, com o Judiciário se contorcendo. 

Sei quem perderá com a simples mudança de seis por meia dúzia, de PT por seu aliado PMDB: Nós. Teremos perdido a oportunidade de recomeçar o País.

Gasolina – Wall Street Journal previu despecada no preço da gasolina. Hoje, na média norte americana, US$ 2,02 por galão, 3,6 litros, a grosso modo em torno de R$ 2/litro. Previsão é queda pela metade.

Aqui – Nossa gasolina é calculada como se fosse comprada aos árabes, desprezando custos locais, como não fossemos produtores. Espera-se a manutenção do critério com baixa de preço ao consumidor.

Série – Fiat apresenta edição especial do Novo Uno e Novo Palio: Blue Edition. Retoques externos e internos, rodas em liga leve, detalhes azuis em faixas, parte da grade, iluminação do painel, costura no couro do volante, maçanetas internas, e mais amplo leque de itens. Cores externas em branco, prata e preto.

Vantagem – Cálculo entre agregação dos itens e preço há vantagem média de 27,5%. Novo Uno Sporting a R$ 46.550 e Novo Palio Sporting por R$ 55.140.

Personalização – Môpar, como pronunciam, área de equipamentos da Fiat Chrysler Jeep, lançou programa especial: cliente escolhe acessórios para seu veículo novo, e tal agregação é feita na fábrica. 

É uma garantia total de serviço e qualidade, diz Norberto Klein, diretor da área.

Goiana - Vale para os FCA feitos na nova fábrica norte pernambucano, como os Jeeps Renegade, sucesso em vendas, e os picapes Toro, em produção mas com vendas em fevereiro. Depois, Betim, MG. Nos EUA opera em nove fábricas à média mensal de 20 mil unidades.

Síntese – Corre solta a capacidade de rotular veículos e criar classificações. Mais recentes, Subaru chama o Outback de CrosSuv, mistura de um com outro. 

Renault ao apresentar o picape Oroch disse ter criado nova classe, a Sport Utility Pick Up. 

Fiat, preparando lançamento do picape Toro, nestes dias repetiu a classificação, requerendo criação de tal rótulo.

Evolução - Fila anda e S Paulo terá área expositiva à altura. O São Paulo Expo, o antigo Espaço Imigrantes, reformado. Boa notícia, tem ar condicionado! 

Dois pavilhões, 90 mil m2 de área, centro de convenções com 10 mil m2, 4.500 vagas cobertas. Maior novidade do Salão do Automóvel 2016 será falta de suor.

Festa – Grupo de amigos formou o Autoentusiastas, que virou blog e hoje evoluiu: é o mais denso e sólido portal para aficionados em automóveis, com os leitores de ótima base de conhecimento e instigação pelo tema. 

Ao atingir 500 mil acessos mensais, resolveu fazer festa para integrar editores e leitores.

Box 54 – Foi nesta garagem elegante, à margem da Rodovia Castelo Branco, SP. Quase 200 participantes, viva integração, muita conversa, entrosamento, satisfação de parte a parte, com automóvel e experiências automobilísticas perpassando o ambiente. Grande festa. Renault e Hella fizeram pequeno apoio.

Leilão – Marco nos leilões de veículos antigos nos EUA, o Arizona Auction Week, em Scottsdale, uma semana de correr do martelo e mais de 1.000 unidades vendidas, inicia informar veículos à venda.

Muitos – Ilhas de Porsches em modelos raros, tipo 356 Carrera 2 GS Coupé, BMW 3.0 CSI, Mercedes 300 SL Roadster, Alfas, Lamborghinis, Ferraris, Maserati, e o ex-patinho feio, o Fiat Otto Vu, 8V, em rara carroceria Zagato Elaborata, uma entre cinco unidades produzidas.

Mito – O Otto Vu era mágico em formulação, construção quase artesanal por um braço da Fiat, carrocerias por vários fornecedores, motor primoroso – V8, 2.000 cm3 e à época valorosos 127 cv. 

Era brutalmente estável e fazia viagens a 200 km/h, coisa pouco imaginável ao início dos anos ’50.Tal engenho quase veio para o Brasil. 

Acabou com 114 unidades construídas. Era muito avançado para a época. Desprezado, agora reapareceu como raridade a ser preservada.

Fiat Otto Vu, carroceria Zagato


Gente – Arturo Piñero, 49, executivo, transferência. 

OOOO Da presidência da BMW no Brasil para a filial de varejo da marca nos EUA. 

OOOO É um dos CEO deixando o negócio, como a Coluna anunciou edição passada. 

OOOO Helder Boavida, português, 50, presidente da BMW México, no lugar. Fevereiro. 

OOOO Dr. Boavida vem com primeiro desafio: retomar a posição perdida pela BMW. Era líder de mercado, fez fábrica, caiu para terceira. 

OOOO Terá que esquecer o sobrenome e trabalhar muito. 

OOOO Terry Hill, 54, inglês, presidente da operação latino americana da Land Rover Jaguar, mudança. 

OOOO Deixa a companhia onde está há 30 anos e tocará novo negócio na China. 

OOOO Marcondes Viana, 69, jornalista, festa: 50 anos de coluna de automóveis – e outras. 

OOOO Sua revista CHIC, em primeira década, comemorará o feito.

OOOO Francisco Javier Garcia-Sanz, espanhol, 58, diretor na matriz VW, desafio. 0000 Supervisor do Dieselgate, a questão da hiper emissão de poluentes pelos motores diesel da marca. 

Dando exemplo, a Cooperárvore da Fiat

Quando Iracema Salgado, presidente da Cooperárvore, cooperativa de moda sustentável, parte do programa social Árvore da Vida – desenvolvido pela Fiat Chrysler Automobiles (FCA) em Betim (MG) -, recebeu o prêmio Mulheres Notáveis, como empreendedorismo social, pelo Conselho da Mulher Empreendedora da Associação Comercial e Empresariam de Minas, eventuais e remotas dúvidas sobre a efetividade do programa se dissiparam.

A Cooperárvore surgiu em decorrência do trabalho de investimento nos residentes no Jardim Teresópolis, bairro de baixa renda e altos problemas surgido em frente à imponente montadora. 

Em 2004, Marco Antônio Lage, diretor corporativo da Fiat resolveu concentrar os projetos sociais em algo com princípio, meio e fim. 

E que não se resumisse a ajudar pontual e fugazmente, mas apoio, referência, corrigir o curso, oferecer perspectivas de futuro, convivência familiar, em especial motivando os jovens a trabalho, tirando-os do risco de vender o breve futuro ao tráfico de drogas.

Projeto vencedor ao ter influenciado mais de 20 mil pessoas, viu na formação da cooperativa forma de associar as residentes em torno de trabalho e renda com moda, a partir de aparas de cintos de segurança e tecidos automotivos.


Premiada Iracema Pereira Costa Salgado é exemplo vivo. Foi aluna de corte e costura da primeira turma do programa Árvore da Vida, em 2004. 

Dois anos depois participou da formação da Cooperárvore, e em 2007 retomou um curso supletivo, e fez outros: relações humanas, cooperativismo, informática, empreendedorismo, oferecidos em parceria com o Sebrae. 

Em seu desenvolvimento em 2011 foi uma das cooperadas escolhidas a ir e expor os produtos da Cooperárvore no encontro para amizade entre os povos, em Rimini, Itália. 

Seu exemplo foi fundamental para a formação de seus três filhos, participando de oficinas, cursos e aprendizagem industrial. Interessantemente, apesar da breve existência, o Árvore da Vida atinge a segunda geração.

Nova linha de acessórios de moda e decoração, a Vista-se de Flores, é feita artesanalmente por pessoas da comunidade do Jardim Teresópolis, em Betim (MG). 

Em sua existência já vender 233 mil peças, como bolsas, malas, mochilas, almofadas, bandejas de pipoca, entre outros, e preços de R$ 8 a R$ 95. 

D. Iracema cooperada, presidente, exemplo.

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

MERCEDES-BENZ GLE 350D 4MATIC POR R$ 312.900,00 E A VERSÃO GLE 350D 4MATIC FAMILY POR R$ 369.900, COM MOTOR DIESEL, ESTÃO À VENDA NAS CONCESSIONÁRIAS DA MARCA EM TODO O BRASIL. TEM O EFICIENTE CÂMBIO DE 9G-TRONIC DE NOVE VELOCIDADES E MOTOR V6 DE 258 CV. A VERSÃO ESPORTIVA DO MODELO CHEGARÁ EM JANEIRO PARA COMPLETAR O PORTFÓLIO DO LUXUOSO MODELO


A Mercedes-Benz lança no Brasil o novo GLE, equipado com o motor diesel V6 de 258 cv. O modelo chega em duas versões, o GLE 350d 4MATIC e o GLE 350d 4MATIC Family, já estão disponíveis no mercado brasileiro e a versão GLE 350d 4MATIC Sport a partir de janeiro de 2016. Todas as versões são equipadas com tração integral permanente e câmbio automático 9G-TRONIC de nove velocidades. 

Os destaques do novo veículo incluem dianteira e traseira com novos padrões de sistema de tração. 

As vantagens do novo GLE 350d incluem ótima dirigibilidade no asfalto e fora de estrada, o excepcional espaço interno e altos níveis de segurança, com sete airbags como item de série.

Além do design sofisticado, da experiência de condução variável proporcionada pelo sistema DYNAMIC SELECT e outros sistemas de assistência oriundos das Classes E e S, o modelo impressiona por sua motorização. 

O GLE 350d 4MATIC é equipado com motor diesel V6 de 3 litros, que disponibiliza 258 cv de potência máxima e torque de 620 Nm. 

A função ECO start/stop integra os itens de série e, no modo de condução INDIVIDUAL, a função ECO pode ser ativada.


DYNAMIC SELECT combinado 

com modos de condução off-road


O sistema de controle dinâmico de dirigibilidade DYNAMIC SELECT do novo GLE oferece até cinco modos de condução. 

Além das conhecidas regulagens COMFORT, SLIPPERY (escorregadio) e SPORT, o condutor pode optar pelo modo INDIVIDUAL ou, combinado com a suspensão AIRMATIC, o modo OFF-ROAD para terrenos moderadamente difíceis, por meio do controle DYNAMIC SELECT posicionado no console central.

De acordo com o modo de condução selecionado, o DYNAMIC SELECT ativa combinações de características fundamentalmente diferentes, integrando todos os outros sistemas de controle do automóvel, o que gera diferentes combinações de parâmetros para situações de condução diversas. 

A seleção SPORT torna o GLE mais esportivo e dinâmico. Já o modo COMFORT é a opção com ênfase aos parâmetros de bem-estar típicos dos sedãs Mercedes-Benz, proporcionando uma rodagem relaxante e sem esforço aliada à maior eficiência energética possível.

Algoritmos especiais aplicados à programação dos freios ABS, da tração 4ETS e do ESP (electronic stability program - programa eletrônico de estabilidade) aumentam a tração quando é utilizada a regulagem OFF-ROAD. 

Além disso, o modo INDIVIDUAL permite ao condutor programar e registrar sua preferência pessoal em cada uma das estratégias de controle.

Todos os programas do DYNAMIC SELECT são visualizados no display de mídia central. As animações off-road oferecem vários parâmetros, tais como ângulo de subida ou descida, ângulo de inclinação lateral, ângulo de esterço e direção, mostrados dinamicamente em tempo real.

O sistema 4MATIC de tração permanente nas quatro rodas, com distribuição equilibrada de torque entre os eixos dianteiro e traseiro, eleva o nível de segurança, assim como proporciona uma dirigibilidade harmoniosa e esportiva.



Desempenho com estabilidade: suspensão AIRMATIC




Além da inovadora configuração do trem de força, a suspensão AIRMATIC com novo acerto de regulagem garante uma condução extremamente estável. 

O sistema de amortecimento modifica suas características de acordo com o modo escolhido pelo DYNAMIC SELECT. 

O modo SPORT é focado no maior dinamismo lateral possível, combinado à maior qualidade de rodagem. 

Por outro lado, o modo COMFORT prioriza a máxima qualidade de rodagem com o melhor dinamismo possível. 

As condições de condução momentâneas são detectadas por um sensor do ângulo do volante, quatro sensores de rotação nas rodas, a velocidade detectada pelo sinal do ESP e o interruptor do pedal do freio. 

A unidade de controle usa esses sinais para ajustar continuamente a força de amortecimento para cada roda, individualmente.

O sistema Direct-Steer de assistência eletromecânica à direção é equipamento de série em todos os modelos.



Alto potencial de proteção:

segurança ativa e passiva


Mantendo a tradição, o novo GLE impressiona pela alta segurança ativa e passiva. 

O modelo tem obtido regularmente as mais altas notas nos testes de colisão internacionais. 


O conceito de segurança compreende quatro áreas:
Direção segura
Evita o perigo, emite alertas e ajuda o motorista com vários sistemas de assistência

Em caso de perigo

Ativação de medidas protetivas de precaução (PRE-SAFE)

Em caso de acidente 

Proporciona proteção apropriada por meio de uma célula de passageiros altamente estável, zonas de deformação definidas e sistemas de retenção, como sete airbags (dois dianteiros; dois laterais dianteiros; um de joelhos para motorista; dois laterais) e tensores nos cintos de segurança.


Tempos modernos: novo design

com elementos de estilo clássicos


Ao primeiro olhar o novo GLE mostra uma combinação de tradição e modernidade. Os elementos clássicos típicos de um SUV se unem ao moderno design da Mercedes-Benz para formar um conjunto harmônico. 

A aparência imponente do GLE é reforçada pelos típicos itens de estilo presentes em todas as gerações: a característica coluna C e a janela lateral traseira integradas fazem parte desta série de modelos desde seu lançamento inicial, em 1997.

Ao mesmo tempo, a moderna linguagem de design da Mercedes-Benz prende o olhar do observador. 

A grade do radiador, os para-choques, faróis, molduras das rodas e o capô com seus dois power domes (vincos) seguem características de design atuais da Mercedes-Benz. 

Um destaque é a transição orgânica das duas travessas da grade do radiador até a estrela da Mercedes-Benz posicionada ao centro. 

Novos faróis, com as luzes de condução diurna e a atual disposição das lâmpadas do sistema LED com Intelligent Light System, de série nas versões Family e Sport, se integram na dianteira do carro. 

As novas molduras de rodas salientes com as aberturas arqueadas dão ao conjunto dianteiro maior presença.

A traseira do novo GLE também foi cuidadosamente combinada com a linguagem de design atual. 

Novas lanternas traseiras em LEDs iluminam a assinatura noturna da marca. Também causam impacto as ponteiras do escapamento redesenhadas, integradas à parte inferior do para-choques. 

Além disso, os para-choques dianteiro e traseiro são equipados com proteção inferior cromada. 

Novas rodas de liga leve acentuam a aparência superior do GLE. Elas têm 19 polegadas no GLE 350d 4MATIC e 20 polegadas nas versões Family e Sport.


Detalhes refinados para 

um interior ainda mais harmônico


No interior, se destaca a tela maior, agora parcialmente integrada ao painel de instrumentos. 

As entradas de ar centrais, junto ao display, assim como as laterais, são emolduradas por um entorno prata escuro.

Combinadas ao acabamento em alumínio, elas reforçam a sofisticação do design do modelo. 

O console central acomoda o COMAND Controller com o touchpad posicionado acima, numa ótima posição ergométrica.


Equipamento completo 

e pacotes adicionais


Os muitos itens de segurança do novo GLE se baseiam no modelo anterior, aprimorados com numerosos elementos de conforto e segurança. 

As novidades incluem o DYNAMIC SELECT no console central e o display de informações de mídia semi-integrado ao painel. 

O volante multifuncional atualizado, assim como o sistema de informação e entretenimento COMAND Online com tela de 8 polegadas também fazem parte dos equipamentos de série.

Nas versões Family e Sport, o equipamento é incrementado pela porta EASY-PACK do compartimento de bagagem, o suave fechamento automático de todas as portas e a câmera de ré. 

O pacote Active Parking Assist com câmera de ré assegura manobras de estacionamento sem problemas para entrar ou sair das vagas e está presente em todas as versões do modelo.

Com o pacote AMG Line exterior, o GLE 350d Sport ganhou uma aparência ainda mais dinâmica e esportiva. 

O conjunto inclui para-choques dianteiro e traseiro no inconfundível estilo AMG e rodas esportivas de liga leve com aro de 20 polegadas.

O interior AMG, presente nas versões Family e Sport, leva para dentro do veículo a aparência agressiva com os bancos esportivos com forração em ARTICO, o volante multifuncional recoberto de couro napa, um conjunto de instrumentos com um mostrador diferenciado com design inspirado na bandeira quadriculada, tradicional das competições de automobilismo, e pedais de aço inoxidável escovados com insertos de borracha.

As versões GLE 350d 4MATIC e GLE 350d 4MATIC Family serão comercializadas no Brasil com preços de R$ 312.900,000 e R$ 369.900,00 respectivamente. 


Além dessas versões, a Mercedes venderá no Brasil, também, já no começo de 2016, o GLE 350d Sport, ainda sem preço definido, cujas especificações técnicas são as seguintes:

Cilindrada (cm³)
2.987
Cilindros
V6
Potência (cv/rpm)
258 / 3.400
Torque máx. (Nm/rpm)
620 / 1.600
Aceleração 0-100 km/h (s)
7,1
Velocidade máxima (km/h)
225*
Peso (kg)
2.175
Pneus
255/50 R19 (350d 4MATIC)
265/45 R20 (Family/SPORT)
Capacidade do porta-malas (L)
690
Tanque de combustível (L)
93/12
Dimensões (mm)
Comprimento
Largura
Altura

4.819
2.141
1.796
* limitada eletronicamente

O DEBATE SOBRE A VELOCIDADE QUE DEVE SER PERMITIDA, ESTABELECIDA NAS VIAS URNAS E ESTRADAS CONTINUA EM PAUTA ENQUANTO AS ENTIDADES DE TRÂNSITO E DE SAÚDE DIVIRJAM SOBRE OS NÚMEROS DE VÍTIMAS.E TUDO INDICA QUE O BRASIL NÃO CUMPRIRÁ O DESAFIO COLOCADO PELA ONU AOS PAÍSES PARA REDUZIR A METADE A MORTALIDADE



Alta Roda 

Nº 866 — 11/12/15

Fernando Calmon


CULPA DA VELOCIDADE?

O debate sem fim sobre velocidade em vias urbanas brasileiras continua a gerar controvérsias. 

O trânsito aqui é perigoso, embora nem ao menos se saiba o número de mortos por ano: 38.000 (Denatran), 45.000 (Ministério da Saúde inclui fatalidades até 30 dias após o acidente) ou 60.000 (indenizações pagas pelo seguro DPVAT). Isso engloba acidentes em vias urbanas e rodoviárias.

Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil está em quarto lugar em número absoluto de fatalidades, pela referência Denatran. 

Se considerarmos que temos a quinta maior população do mundo, o quadro seria menos preocupante, não fosse a falta de registros confiáveis. 

O País também não cumprirá o desafio global da Organização das Nações Unidas de reduzir a mortalidade em 50% na década 2011-2020.

Alguma melhora ocorrerá. Em parte pela obrigatoriedade de freios ABS e airbags frontais desde 2014, neste caso difícil de quantificar, cuja importância não se pode ignorar. 

Estudos feitos no exterior recomendam velocidade máxima de 50 km/h em ambiente urbano e de 30 km/h em zonas de alta concentração de pedestres e ciclistas. 

Partem do princípio óbvio de quanto menor a velocidade, maior a chance de sobrevivência em caso de atropelamento. Mas também depende do grau de civilidade de cada povo ao respeitar regras e sinalização de trânsito, por exemplo.

Vias expressas são desprezadas nesses relatórios porque enfraquecem o argumento do quanto mais devagar melhor. 

A organização não governamental WRI Brasil apresentou uma classificação de mortos no trânsito por cada 100.000 habitantes em cidades que adotaram o limite de 50 km/h. 

Na ordem crescente de segurança estão Tóquio (1,7 morto/100.000), Londres (2,7), Paris (3,1), Nova York (3,5), Copenhague (3,9) e Chicago (5,9). O índice varia cerca de impressionantes 250%, apesar de a velocidade ser a mesma.

Então essas estatísticas precisam ser bem estudadas e avaliadas com isenção. Deveriam incluir tamanho e perfil da frota (motocicletas e bicicletas, mais vulneráveis) e ainda a média de distância percorrida pelos veículos, fatores que aumentam o risco de acidentes. Entre tantas variáveis envolvidas apenas a velocidade interessa? Soa estranho.

No mesmo relatório, de 2013, aparecem cidades brasileiras com limites de 60 km/h ou mais. Porto Alegre e São Paulo estavam quase empatadas com índice de 11,6 e 11,8, respectivamente. 

Goiânia tem menos de 5% da frota paulistana, porém registra 29,8 mortos/100.000 habitantes ou 150% acima em números aproximados.

Nessa mesma categoria de velocidade de 60 km/h, Miami nos EUA mostra índice de 10 mortos/100.000 habitantes.

Velocidade em geral significa fator agravante em acidentes. Contudo, apenas se fixar nesse aspecto também gera distorções. 

O trânsito pesado é um natural redutor de fluxo. Limites baixos demais desprezam investimentos em vias expressas e impedem o uso pleno de acordo com as finalidades de projeto. Puro desperdício de dinheiro público. 

Uma visão abrangente exigiria campanhas educativas para pedestres e motoristas, raramente feitas. 

Afinal, estamos em um país onde há atropelamentos debaixo ou próximo de passarelas. Nada pode ser mais trágico.

RODA VIVA



COBALT 2016 ganhou agora estilo agradável, graças aos faróis, grade, lanternas traseiras e tampa do porta-malas. Nada alterado nas laterais, salvo rodas de liga leve. 

O primeiro, lançado há quatro anos, era um modelo de transição em termos de estilo e envelheceu rapidamente. No interior, apenas retoques e sistema multimídia evoluído em dimensões e operação.

SEM mudanças, os motores de 1,4 L e 1,8 L do Cobalt exigem atualização. Potência e consumo são incompatíveis com o espaço interno bastante generoso e porta-malas de impressionantes 563 litros típicos de sedã compacto encorpado. 

Estratégia de preço mudou: começa em R$ 52.990 e a nova versão Elite com câmbio automático vai a R$ 67.990. Alvo principal é Honda City.

ANFAVEA avalia que as vendas de veículos estagnaram em patamar pouco abaixo de 10.000 unidades diárias, registrado em novembro.

Significa queda superior a 33% em relação aos picos de comercialização de três anos atrás, porém parar de cair já considera um alento. 

Estoques continuam elevados e teimam em não cair para menos de alarmantes 50 dias.

LEGACY e sua derivação crossover Outback receberam mudanças estilísticas de meia geração. Darão fôlego à Subaru nesse momento de queda até para importados. Sedã médio-grande cresceu externamente 4 cm e manteve o bom entre-eixos de 2,75 m. Câmbio automático CVT tem comando sequencial e três modos de trocas. Preços: R$ 152.900 e 159.900 (Outback).


DOIS modelos vindos do México (sem imposto de importação), Cerato e Rio, levam a Kia a prever crescimento de 31% em 2016. No início o Rio, seu principal modelo em termos mundiais, virá da Coreia do Sul e, assim, em volume limitado. A marca reivindica ampliação da cota de 4.800 unidades/ano (das 21.000 totais) sem IPI adicional de 30 p.p.. Foi a mais prejudicada pela regra.

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

ABIAUTO ELEGE OS MELHORES CARROS DE 2015. O JÚRI FOI CONSTITUÍDO POR 51 JORNALISTAS ESPECIALIZADOS DE TODO O BRASIL. O 17º PRÊMIO IMPRENSA AUTOMOTIVA FOI PARA O VW UP! TSI, AUDI A3 SEDAN, AUDI TT, JEEP RENEGADE, PEUGEOT 2008 E RENAULT OROCH. O PEQUENO UP! RECEBEU AINDA O PRÊMIO DE CARRO DO ANO. VOLKSWAGEN E AUDI RECEBERAM DOIS PRÊMIOS

De vestido longo, a jornalista Célia Murgel, presidente da Abiauto, entre os galardoados com os Melhores Carros de 2015


O júri formado por 51 jornalistas especializados da Abiauto, reunido, na noite de ontem, em São Paulo, atribuiu o Prêmio da Imprensa Automotiva 2015 como Melhor Carro do Ano ao Volkswagen UP! TSI, que este ano abocanhou dois galardões.


"O Prêmio Imprensa Automotiva fez sucesso mais uma vez. As escolhas dos vencedores foram bem coerentes, afinal, a votação foi feita pelos mais expressivos jornalistas especializados de todas as mídias (revistas, jornais, sites, TVs e rádios) de todas as regiões do Brasil, que andaram com todos os carros finalistas. Não poderia haver um endosso mais sério e embasado para a decisão de compra do consumidor", comentou Célia Murgel, presidente da ABIAUTO. 


Os jornalistas definiram ainda os que consideraram os Melhores Modelos de 2015, em outras seis categorias:

A presidente Célia Murgel com os membros da Assessoria de Imprensa da VW

Melhor Compacto
Volkswagen Up! TSI.


Os prêmios da Audi foram entregues por Célia Murgel a Tiago Lara, diretor de Marketing e a Charles Marzanasco, da Assessoria de Imprensa.

Melhor Carro Nacional
Audi A3 Sedan. 

Melhor Importado
Audi TT. 


Glauco Lucena, assessor de Imprensa da Jeep, com o Prêmio entregue por Sílvio Porto

Melhor Utilitário Esportivo
Jeep Renegade. 

Gisele Cardoso recebeu o Prêmio Abiauto pela conquista do Peugeot 2008, na categoria Melhor Minivan 


Melhor Minivan/Monovolume
Peugeot 2008. 

Glenda Pereira, da Assessoria da Renault, com o Prêmio Melhor Picape de 2015


Melhor Picape
Renault Oroch.

"Em meio a um cenário bem diferente dos anos anteriores, o profissionalismo e união dos associados, e o apoio dos patrocinadores foram primordiais para realizarmos este evento. Temos a esperança que o Prêmio Abiauto continuará tendo o sucesso e credibilidade de sempre", comemorou a jornalista Célia Murgel. 

Com a presença de dezenas de convidados, entre jornalistas de todo o Brasil e os principais dirigentes de montadoras e importadoras, a Associação Brasileira da Imprensa Automotiva - ABIAUTO - realizou, ontem, à noite, em São Paulo, o tradicional evento que elegeu os vencedores do 17º Prêmio Imprensa Automotiva.

O Prêmio Abiauto 2015, realizado pela Abiauto, foi organizado por CRJ Brasil, com patrocínio das montadoras Audi, Fiat, Ford, Volkswagen e Renault, e apoio da Citröen, Mercedes-Benz e TSO Brasil.

Imprensa especializada
A Abiauto - Associação Brasileira da Imprensa Automotiva - é uma sociedade com caráter associativo de classe, cultural, social e recreativa, constituída por profissionais de Imprensa especializada no setor automotivo em atividade na mídia escrita e eletrônica dos meios de comunicação de massa - jornais, revistas, rádios, tvs e sites especializados -, assessorias de imprensa ligadas ao setor, departamentos de Imprensa das montadoras e importadoras de veículos.

Fundada em 1998 por jornalistas especializados da indústria automobilística, a Abiauto tem por finalidade a preservação da liberdade de Imprensa; orientação, defesa, assistência social, assistência cultural e união de seus associados; incentivar o estudo dos assuntos automotivos; organizar, promover e patrocinar eventos; manter intercâmbio e cooperação com entidades semelhantes de outros países; promover e organizar concursos.

Em seu quadro de associados a ABIAUTO tem mais de 100 jornalistas dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí, Pará), que representam os órgãos de comunicação mais importantes do País.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

VOLVO, CAMPEÃ EM SEGURANÇA VEICULAR, APRESENTA NOVA ARQUITETURA DE MOTORES DENOMINADA DRIVE E, QUE LIMITA A PROPULSORES A QUATRO CILINDROS E 2 LITROS, QUE EQUIPARÃO TODOS OS CARROS DA MONTADORA SUECA



Destaque, 

Mecânica em Dias



A engenharia da Volvo mostra que não entende de inovar apenas em segurança ao revelar uma nova arquitetura de motores com oito possíveis combinações. 

Denominado de Volvo Drive E, independente do desempenho desejado, não haverá motores com mais mais quatro cilindros e 2.0 litros.

A nova família de motores Drive E foi desenvolvida para equipar desde os produtos compactos da linha 40 até os modelos maiores da linha 90. 

Diesel, gasolina, turbo, triturbo, turbo com compressor, híbrido… Diferentes soluções tecnológicas em uma única família.

O desenvolvimento do motor levou em consideração a busca por diminuir as perdas energéticas por calor, transmissão e agregados, reduzindo peso, atrito e usando materiais mais eficientes. As perdas em admissão de ar também foram mitigadas.

Bloco, virabrequim, cárter, bomba de óleo e agregados do motor são os mesmos para todos os 14 motores que a Volvo vai distribuir mundialmente.

Versatilidade
Ganho em escala

Desenvolvimento integrado de componentes

Possibilidade de um mesmo motor servir a várias potências e combustíveis.

As transmissões automáticas de oito velocidades são as mesmas para diesel e gasolina, com mudança apenas na relação final – até a relação de marchas se mantém as mesmas.

Descrição: Produção em escala

Descrição: Chassi
Descrição: Caracteristicas


Características 
Bloco compacto recebeu atenção especial na rigidez e revestimento de alumínio sob as camisas dos pistões. 

Turbocompressor integrado ao coletor de escapamento reduz o peso e melhora a dissipação de calor e catalisador modular compacto: redução de peso e pouca restrição ao fluxo de ar.

O novo conjunto de motor e transmissão permitiu uma redução de 23 kg se comparado com os antigos motores de quatro cilindros.

Confira as configurações de motores:
Gasolina – Alguns motores não estão disponíveis no Brasil

T2 – 2.0 Turbo – 122 cv (para carros com câmbio manual)

T3 – 2.0 Turbo – 150 cv (para carros com câmbio manual)

T4 – 2.0 Turbo – 190 cv

T5 – 2.0 Turbo – 245 cv

T6 – 2.0 Turbo e compressor – 306 cv (S60 e V60)

T6 – 2.0 Turbo e compressor – 320 cv (XC90)

T8 – 2.0 Turbo, compressor e motor elétrico – 400 cv (XC90)

Drive E protótipo – 2.0 com dois turbos e um terceiro turbo elétrico – 450 cv.

Todos os motores tem a mesma relação de diâmetro e curso.

Motores Diesel – Não disponíveis no Brasil – Mesma concepção, com diferenças de materiais no bloco

D2 – 111 cv

D3 – 150 cv

D4 – 180 cv

D5 – 231 cv

Motores derivados do mesmo conceito – Motores Drive E 1.5 turbo – mesmo bloco, pistão, com redução de curso de 93,2 mm para 70,9 mm.

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