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sábado, 20 de fevereiro de 2016

8,5 MILHÕES DE VEÍCULOS FORAM VENDIDOS RENAULT-NISSAN NO MUNDO EM 2015. NO BRASIL, A RENAULT REGISTROU UM AUMENTO INSIGNIFICANTE DE 0,2%, MAS GARANTIU UMA PARTICIPAÇÃO DE 7,3% DO MERCADO, APESAR DA GRAVE CRISE QUE AFETA A ECONOMIA. NA ÍNDIA, A FRANCESA TEVE UM AUMENTO DE 20%, MAS FOI NO MÉXICO QUE AS VENDAS FORAM MUITO SIGNIFICATIVAS, ONDE TEM 25,8% DE PARTICIPAÇÃO DO MERCADO. OS ELÉTRICOS ESTÃO EM ALTA : A ALIANÇA VENDEU 302 MIL, NO ANO PASSADO

O Clio foi o carro mais vendido na França pelo 6º ano seguido

Paris – A Aliança Renault-Nissan vendeu 8.528.887 veículos em 2015, em alta de quase 1% em relação a 2014, graças a vendas recorde nos Estados Unidos, China e Europa.

As vendas acumuladas da 4ª maior fabricante globalde automóveis, que inclui o Grupo Renault, Nissan Motor Co., Ltd. e a russa AVTOVAZ, se mantiveram estáveis entre 2014 e 2015, apesar da forte retração dos mercados russo e brasileiro.

Renault, Nissan e AVTOVAZ, primeira montadora de automóveis na Rússia, comercializaram em torno de 
um veículo a cada 10 no mundo.

O grupo Renault, terceira montadora europeia, vendeu 2.801.592 veículos em todo o mundo em 2015, um número recorde que apresentou alta de 3,3% em relação a 2014, em um mercado em alta de 1,6%. 


A Renault apresentou uma progressão em suas vendas pelo terceiro ano consecutivo. A Dacia vendeu um número recorde de 550.920 veículos, em alta de 7,7%.


A Renault é a marca que apresentou o maior crescimento na Europa, com uma participação de mercado de 10,1%, em um mercado em progressão de 9,4%. 

A Renault mantém sua posição de líder em veículos utilitários na 
Europa, pelo 18º ano consecutivo.


A Nissan Motor Co., Ltd. registrou vendas recorde, com 5.421.804 carros de passeio e utilitários comercializados no mundo, uma progressão de 2,1%. 

Em seus dois principais mercados, Estados Unidos e China, a Nissan vendeu pelo menos 1,25 milhões de unidades. 

A Infiniti registrou vendas recorde de 215.250 veículos, em alta de 16% em relação ao ano anterior, graças a volumes de vendas elevados em todas as principais regiões, inclusive América do Norte, Central e do Sul, bem como na China.

A AVTOVAZ, que comercializa veículos sob a marca LADA, vendeu 305.491 veículos, apresentando uma retração de 31,5% devido a uma brutal deterioração do mercado russo. 

A Aliança Renault-Nissan detém uma participação majoritária no capital da AVTOVAZ, através de uma joint-venture com a estatal Rostec. 

Em torno de um veículo a cada três na Rússia foi vendido pela Aliança Renault-Nissan e a AVTOVAZ.

O mercado de automóveis russo como um todo recuou mais de 35%. A Aliança aumentou sua participação de mercado, passando de 30,7% em 2014 para 32,3%, em 2015.



Mercados Renault-Nissan
Os países seguintes constituíram os 10 primeiros mercados da Aliança em 2015: Estados Unidos, China, França, Japão, México, Grã-Bretanha, Alemanha, Rússia, Brasil e Espanha.

Nos Estados Unidos, a Nissan registrou um recorde histórico, com 1.484.918 veículos vendidos, em progressão de 7,1%, que se traduziu por uma participação de mercado recorde de 8,5%. 

A Nissan apresentou vendas anuais excepcionais para seus modelos Rogue, Versa, NV e NV200. As vendas aumentaram 20% em relação a 2014 no segmento de utilitários leves.

Na China, a Nissan vendeu 1,25 milhão de veículos, em alta de 6,3%. 

A Nissan mantém sua posição de montadora japonesa número 1 na China, com uma participação de mercado de mais de 5%.

No início do mês, a Renault iniciou a produção do SUV Kadjar, na fábrica localizada em Wuhan, através da joint-venture com a Dongfeng Motor Corp. 

Este é o primeiro modelo fabricado pela Renault na China. A nova fábrica terá uma capacidade de produção inicial de 150.000 veículos por ano, podendo chegar posteriormente a 300.000 veículos por ano.

Na França, o mercado doméstico da Renault, a montadora vendeu 607.7173 veículos, em alta de 5,1%, atingindo uma participação de mercado de 26,4%. 

O compacto urbano Clio é o carro de passeio mais vendido 
pelo 6º ano consecutivo. 

O Renault ZOE é líder em carros de passeio elétricos, com uma participação de mercado de 60%.

No Japão, mercado nacional da Nissan, a montadora vendeu 589.046 veículos, em retração de 12,1%. A Nissan manteve sua participação de mercado em 11,7%.

No México, a Nissan apresentou vendas recorde de 348.941 veículos, em progressão de 19%. 

Com uma participação de mercado de 25,8% em 2015, a Nissan é a marca número 1 no México, pelo sexto ano consecutivo.

No Brasil, segundo mercado da Renault, a participação de mercado da montadora aumentou 0,2 pontos, chegando a 7,3%, em um mercado em recuo de 25,5%.

Na Índia, mercado que deve se tornar um importante pilar para o crescimento industrial e comercial da Aliança no futuro, a Renault é a marca europeia favorita, tendo comercializado 53.848 veículos, em alta de mais de 20%.

Mais de 80.000 clientes indianos já encomendaram o hatch compacto Renault Kwid desde o lançamento, em setembro. 

O Kwid é o primeiro veículo da Aliança construído sobre a plataforma Common Module Family-A. 

A Família de Módulos Comuns “A” é uma categoria de carros compactos e acessíveis, construídos a partir das CMF da Aliança. 

A marca Datsun lançará um modelo baseado na arquitetura 
CMF-A no decorrer do ano.


Veículos zero emissão
A Aliança vende em torno de um veículo 100% elétrico a cada dois no mundo. 

Ao final de dezembro, a Aliança vendeu um total de 302.000 veículos 
elétricos no mundo. 

Lançado em dezembro de 2010, o Nissan LEAF foi o primeiro veículo elétrico a ser comercializado em massa. 

Com mais de 201.000 unidades vendidas desde seu lançamento, o modelo continua sendo o veículo elétrico mais vendido no mundo.

Desde que começou a vender veículos elétricos em outubro de 2011, a Renault vendeu um total de 83.000 veículos elétricos no mundo (incluindo o quadriciclo urbano 100% elétrico Twizy). 

O Kangoo Z.E. se mantém como o veículo utilitário elétrico mais vendido na Europa.


Em 2015, a Aliança Renault-Nissan vendeu 85.000 veículos elétricos, em alta de mais de 2,5% em relação a 2014. 

Os emplacamentos de veículos elétricos da Nissan tiveram queda de 9,8%, enquanto que os da Renault tiveram aumento de mais de 45%. 

Em 2016, o Nissan LEAF será equipado com uma nova bateria, que terá capacidade para 30 kWh, proporcionando uma autonomia 20% superior à da versão anterior, de 24 kWh. 

Além do modelo LEAF, a Nissan também comercializa o furgão elétrico e-NV200.


Na Europa, as vendas de veículos elétricos da Nissan aumentaram 14,3% em 2015, representando quase 20.000 unidades. 

As vendas de veículos elétricos da Renault na Europa aumentaram 49%, totalizando aproximadamente 23.100 unidades (com exceção do Twizy). 

O Renault ZOE se destaca como o veículo elétrico mais vendido na Europa em 2015, representando quase 19% de participação de mercado.

10 principais mercados da Aliança


País
Vendas totais
Participação de mercado
Estados Unidos
1.484.918
8,50%
China
1.265.922
5,30%
França
684.373
30%
Japão
594.126
11,70%
Rússia*
517.799
32,30%
México
373.261
27,60%
Grã-Bretanha
297.516
9,90%
Alemanha
252.383
7,40%
Brasil
242.744
9,80%
Espanha
218.846
18,30%
*Incluindo AVTOVAZ

10 principais mercados do Grupo Renault

País
Vendas totais
Participação de mercado
França
607.173
26,40%
Brasil
181.504
7,30%
Alemanha
177.787
5,20%
Turquia
162.175
16,80%
Espanha
156.108
13,10%
Itália
154.730
9,10%
Reino Unido
128.269
4,30%
Rússia
120.411
7,50%
Argélia
90.182
35,60%
Bélgica + Luxemburgo
82.374
13,30%

10 principais mercados da Nissan

País
Vendas totais
Participação de mercado
Estados Unidos
1.484.918
8,50%
China*
1.250.073
5,30%
Japão
589.046
11,70%
México
348.941
25,80%
Reino Unido
169.247
5,60%
Canadá
129.976
6,80%
Rússia
128.713
8%
França
77.200
3,60%
Alemanha
74.596
2,20%
Emirados Árabes Unidos
66.839
15,90%

QUANDO FOI APRESENTADA NO BRASIL EM 2012 NO SALÃO DE SÃO PAULO, A JAC MOTORS CHEGOU PARA FICAR. AO LONGO DOS ANOS, PORÉM, PROBLEMAS DE VÁRIAS ORDENS QUE CULMINARAM COM A CRISE QUE AFETA O SETOR AUTOMOTIVO, AMEAÇARAM A CONTINUIDADE DA MARCA NO BRASIL, MAS O EMPRESÁRIO SÉRGIO HABIB QUE TROUXE A CHINESA PARA O PAÍS NÃO SE DARIA POR VENCIDO E DECIDIU ENCARAR SOZINHO A INSTALAÇÃO DA UNIDADE DE CAMAÇARI QUE FORA INTERROMPIDA. DE LÁ SAIRÁ O T5. UM SAV MUITO BAIANO NO COMEÇO DE 2017. CONHECENDO HABIB SÃO FAVAS CONTADAS. ENTRETANTO, A AUDI REFAZ O BELO Q7 QUE PASSA A CHEGAR DE 0 A 100 KH/K EM 6,1 SEGUNDOS. NOVIDADE TAMBÉM NO X1 DA BMW


Coluna nº 0716
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Solidão apequena a JAC

Da posição corajosa de importar os chineses JAC devidamente adequados ao gosto do consumidor brasileiro; de vendê-los equipados a preço de carro pelado; de inaugurar 50 concessionários no dia do lançamento da marca; de anunciar fábrica na Bahia, o pacote de iniciativas do empresário paulistano Sérgio Habib foi atrapalhado por condições estranhas ao seu negócio. 


Governo federal, por preocupação, ou instigado pelos fabricantes concorrentes, criou imposto adicional de 30 pontos percentuais, inviabilizando as importações e, evento paralelo, o Banco de Desenvolvimento da Bahia não liberou financiamento prometido.

Resultado buscado, o mercado de importados caiu e Habib cortou custos como pode; demitiu gente; fechou revendas JAC e Citroën – é o maior operador da marca; e, com permissão da licença pouco poética, comeu o pão que o diabo amassou com o rabo para manter-se hígido economicamente.

Sem financiamento, fez sociedade com a JAC chinesa para construir a fábrica, mantendo sua a distribuição. 

Entretanto dois fatores novos levaram a nova e total alteração: a retração de vendas e a insegurança jurídica no País, fizeram chineses deixar o negócio.

Simples
Sozinho na iniciativa, entre escriturar o prejuízo e largar tudo para dedicar-se ao conforto de aposentadoria precoce, o sangue hebreu de Habib instou-o a deter o prejuízo e correr atrás do lucro: deu monumental freada no projeto, virou-o a 90 graus. 

Na prática fará sozinho os carros chineses em Camaçari, Bahia, porém em escala menor. 

Enxugará o processo industrial: em vez de fabricação, montagem CKD – importação de veículos desmontados – para armar aqui; instalações modestas; agregação de poucas partes nacionais. 

Seguirá a cartilha do programa oficial Inovar-auto, de nacionalização mínima – pneus, rodas, mangueiras, correias, bateria e pouca coisa mais. 

É marcha a ré industrial, pois os aderentes a tal regra fazem, em 2016, menos que a Willys-Overland praticava ao iniciar operações brasileiras no longínquo 1954, pré-indústria automobilística nacional. Quer reter custos a R$ 200 milhões – aproximadamente US$ 50 milhões.

Processo simplório, aumentando lentamente as intervenções industriais e o desenvolvimento de componentes nacionais. 

Volume, projetado em 100 mil unidades/ano contrair-se-á a 20 mil anuais – 1% do mercado nacional.

Fábrica em módulo inicial iniciará construção em dias e pretende expelir as primeiras unidades em janeiro de 2017.

Habib tem pressa. Ajusta passos iniciais com a JAC incluindo mudar o produto agora o T 5, um SAV focado nas dimensões do Ford EcoSport.

Do saco, a embira. E da embira, um pedaço, dizia a minha avó, sábia macróbia. Este Habib é resiliente como uma aroeira.


JAC será feito por Habib por risco próprio e escala menor


VW muda foco e apaga o Das Auto


Anúncio VW enfatiza pessoas e fez sumir o Das Auto


Para mostrar ter equacionado a crise das emissões dos motores diesel, além da apuração, da catarse interna, da contratação dos melhores executivos em área jurídica, de compliance, lobby, investigação, Volkswagen agora quer expor a mudança a público. 

Começa mudando o inexplicável slogan, Das Auto – em alemão O Carro -, objeto de ácidas críticas a partir da imprensa considerada.


Está em campanha europeia e logo chegará ao Brasil exibindo mudança mundial de enfoque, adotando linha emocional. 

Como disse Jorge Portugal, VP de Vendas no Brasil, o slogan era arrogante, e a marca quer dirigir sua comunicação às pessoas, ao povo, como está em seu nome – Volks é povo, pessoas, em alemão. 

Texto enfatizará qualidades em torno de frase criada para recuperar credibilidade e clientes: antes, agora, sempre.


Carnaval acelera lançamentos
Mercado retraído, vida deve continuar, alemãs Audi, BMW e Mercedes importaram novidades. 

Quantidades contidas, pois a trinca se concentrará em vender maior número possível dos veículos em início de produção local pelas duas primeiras – Mercedes o fará a partir de março. 

Traço comum, todos os modelos saltaram de preço, expondo a correção do dólar e, imagina-se, um colchão para absorver futuros aumentos a curto prazo.

Audi e Q7

Refez o Q7, maior de seus utilitários esportivos. Regras de consumo ditaram as intervenções: reduziu 325 ! kg, por intenso uso de alumínio na suspensão independente e na estrutura – há, apenas, duas pequenas vigas em aço especial; motor V8 4,2 litros substituído por V6, vigoroso compressor mecânico com embreagem para desligá-lo ao gerar 25 m.kgf de torque, gerando 333 cv de potência, circa 45 m.kgf de torque. 

Menor, mais leve e mais forte, vai de 0 a 100 k/h em 6,1s, velocidade final cortada a 250 km/h.

Seguiu a tendência mundial agregando-lhe enorme relação de infodiversão – incluindo a mágica de diminuir instrumentos no painel; do sistema de visão noturna percebendo obstáculos antes da visão humana; tela de 31 cm conectada ao sistema multimídia, permitindo ver de mapas a agenda telefônica.

Caixa automática com oito marchas, tração permanente em todas as rodas na relação 40/60%, sistema de freio na subida, de controle automático nas descidas. 

Enfim, pacote rico e à altura da preocupação de liderança tecnológica da marca. Em relação aos concorrentes Porsche Cayenne - com quem divide muitas peças -, e Land Rover Sport, disputa parafuso a parafuso. Preços, R$ 400 mil versão de entrada, e R$ 490 mil com opcionais.

Audi Q7. Emagreceu 325 kg - um piano.


BMW e X1
Inicia importado, abrindo picada no mercado do segmento, à produção nacional a iniciar-se próximos dias, em Araquari, SC. 

Embora a maioria dos condutores não perceba, espelha o uso da arquitetura mecânica pelo degrau inferior dos BMW e o superior dos Mini. 

Característica básica é ter tração dianteira, opcionalmente integral. Motor transversal re arranjou espaços, e apesar do comprimento assemelhado à versão anterior, obteve mais conforto em largura, altura, porta malas. Estilo deu-lhe cara de SAV.


Duas versões na motorização, quatro cilindros em linha, 2,0 litro: versão de entrada, 192 cv e 28,5 m.kgf de torque a surpreendentemente baixos 1.250 rpm; e 231 cv e tração nas quatro rodas.


Ambas são de extremo agrado ao conduzir, dóceis, ágeis, seguras, bem equipadas com ar condicionado em duas zonas, faróis em LEDs e sistema multimídia. 

Três preços: X1 básico a R$ 167 mil; sDrive2.0i X Line, intermediária, com teto solar, bancos e tampa do porta malas elétricos, a R$ 180 mil. 

Se o condutor dedicar-se a leituras superiores ao Mobral mecânico, cometerá um suinocídio, quebrará o porquinho da poupança, e dele retirará os R$ 200 mil para a versão de topo xDrive25i, muito superior.

BMW X1. Mais espaçoso e motor do Mini


Mercedes – os G
Padronizou seus produtos com habilidades fora de estrada sob a letra G. Tem dois novos: GLE Coupé, simbiose entre SUV e cupê, muito lembrando o estilisticamente polêmico BMW X6; e o GLC, sucessor do GLK.

GLE – Veículo de luxo, motor V6 biturbo, 3,0 litros, 333 cv e 49 m.kgf de torque a 1.600 rpm. 

Segue o caminho mundial de muita força em baixas rotações, transmissões automáticas com nove velocidades, permitindo girar em marchas altas – e rotações baixas. 

Oferece cinco regulagens de motor e suspensão, de acordo com a necessidade ou gosto, e interior tem toques da preparadora AMG, como couro com pesponto vermelho e volante esportivo.


GLC – Substitui o GLK, mal sincronizado com os compradores. Era baixo, perdendo a aparência agressiva tão demandada pela clientela. 

Cresceu uns 12 cm na distância entre-eixos e perdeu 80 kg no peso. Motorização 2.0 Turbo, 211 cv, transmissão automática de nove velocidades, tração integral e o Dynamic Select, regulagem para diferentes usos.


Preços de R$ 223 mil para versão GLC250 4Matic, a R$ 265 mil para Sport.

Mercedes GLC

Roda-a-Roda


Fim – Toyota dará fim à marca Scion. Nome em tradução livre é filho, rebento, criada para modelos destinados aos consumidores jovens. Descobriu, estes preferem dizer têm um Toyota. É a força do nome.


Conjuntura – Outro automóvel criado por advogados, o Polo Ameo, para mercado indiano. 

Não se imagine profissionais do direito substituindo designers, pois agem em plano superior, sugerindo ao governo molde legal para lei de incentivos a veículos com menos de 4m de comprimento, motores até 1,2 litro.


Corte – É o Polo e sua plataforma PQ 25 ao qual seccionaram o porta malas criando duas versões, hatch e sedã de três volumes. 

Motor 1,2 de três cilindros produzindo apenas 73 cv – no Brasil, o 1,0 faz 80 cavalos. Extra incentivo, opção Diesel 1,5 litro e transmissão automática DSG de sete velocidades.

Polo Ameo, outro carro definido por advogados


Mudança – Foi-se o tempo de carros definidos por técnicos, engenheiros. Agora o são pelos advogados: os do governo estabelecem parâmetros de emissões, poluição, segurança, tributação, e os das empresas sugerem os limites para a obediência à lei. Daí, são feitos.


Tempo – Fábrica do chinês Lifan, no Uruguai, – montada para fornecer Brasil -, fechou portas até março. 

Contração de 45% no mercado de importados, detém produção até limpar pátios da montadora e concessionários.


Situação - Globalização é isto. Borboleta bate as asas no Cerrado de Goiás, e faz criar fenda em montanha no Tibete.

Resgate – FCA foi a Munique resgatar Roberto Fedeli, ex-engenheiro-chefe da Ferrari, trabalhando na BMW. 

Para lugar especialmente criado, 2º na marca, reportando-se ao CEO, missão de botar ordem no processo de conformação, produção e lançamento do multi prometido e atrasado Alfa Romeo Giulia Quadrifoglio, cara do renascimento da marca.


Causa – Razão do atraso, dificuldades de aprovação nos testes de impacto. Ordem maior, iniciar produção no 31 de março – curiosa quinta feira -, e venda em julho. Versões 2,0 Otto e 2,2 Diesel no Salão de Genebra, março.


Mais – Calendário na Maserati, outra marca FCA renascida, também está lento. O SUV Levante, prometido para o ano passado, foi reprogramado para julho.


Paraíso – Alfistas sonharão com resultados da contratação e a nova intimidade de Fedeli com os métodos alemães. 

Diz-se, melhor automóvel do mundo terá linhas italianas e construção alemã. Pior, ao contrário...

Tecnologia – Fábrica de pistões Mahle desenvolveu tecnologia para reduzir consumo de óleo lubrificante nos motores com bloco em alumínio e camisas em ferro: revestiu-as externamente com níquel. Tecnologia nacional, do Centro Tecnológico da empresa, em Jundiaí, SP.


Problema – Causa é má troca de temperatura entre cabeçote e bloco, causando distorção nas camisas e irregularidades no espaço entre face interna e os pistões.


Solução – Sem saber, resolveu dois problemas até então insolúveis de festejado fabricante nacional, consumo de óleo e empeno dos blocos de motores. Drama caro para segundos donos e seus carros sem garantia.


Razão – Em dois anos, grupo indiano Mahindra viu queda de vendas de 48% para 37% em seu país. 

Pesquisou e descobriu, problema estava no design tosco dos produtos – ou no amadurecimento dos compradores ...


Resolução – Pessoal decidido. Foi ao mercado e, em vez de contratar um designer festejado como talento e grife, comprou o top no setor, mítica Pininfarina, criadora de Ferraris, Maseratis, Rolls-Royce...


Desafio - Italianos terão trabalho. A linha de veículos, picape e SUV, derivam da antiga Rural Willys. Como me disse um mecânico, em Goiás, mais feios que bater em mãe...


Festa – Mercedes-Benz iniciou festejar seus 60 anos no Brasil. Aplicou enorme numeral em neon ao lado da estrela, logo da empresa, sobre o prédio da administração maior, em São Bernardo do Campo, SP. 

Tem muito a festar, incluindo marcas industriais como os primeiros motor diesel, caminhão e ônibus feito no País.

Antigos – Paris, semana passada, leilão da Artcurial, na Rétromobile, Ferrari 335 Sport carroceria Scaglietti cravou US$ 35.807.096. Recorde no modelo.

Ferrari 335 Sport Scaglietti, quase US$ 36 milhões


Lamentável – Pilantras que surrupiaram a Petrobrás, o erário publico, os sonhos e o futuro do País, hoje gastando para se defender das grades, não aplicaram o fruto – ou o furto... – em automóveis antigos. 

Poderiam ter trazido modelos referenciais, e apreendidos ficariam aqui, melhorando nosso acervo. Sobrou rapina, faltou cultura.


Gente – Pablo Di Si, 46, graduado em finanças, com Harvard no currículo, novo presidente da VW Argentina. 

OOOO Era chefe de operações e vp de finanças, experiente na área, aqui foi diretor financeiro na Fiat. 

OOOO Nomeação está no gabarito de controle por David Powel, presidente da VW do Brasil e treinando para ser nº1 na América Latina.

OOOO Lá e cá quer nos postos-chaves quem fale a língua e entenda o país. 

OOOO Dr. Joseph-Fidelis Senn, 58, ex-diretor de Recursos Humanos da VW Brasil, onde fomentou a participação da empresa em usinas hidroelétricas próprias, e ex-presidente da VW Argentina, saída. 

OOOO Muda-se a Paraty, RJ, - projetos sociais. 

OOOO Christine – Chrissy - Taylor, mulher mais importante do segmento de locação de veículos, VP e COO da Entreprise, National e Alamo Rent-a-Car.

OOOO Empresa familiar, é terceira geração no negócio. 

OOOO Iniciativas anteriores fizeram empresa saltar em locações em aeroportos; pool em vans; car sharing; e locação por hora, dia, semana, largos períodos. 

OOOO O futuro do automóvel. OOOO
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

VENDA DE CARROS NO BRASIL REGISTROU UMA QUEDA DE 35%, ENTRE 2013 E 2015, E AS EXPORTAÇÕES CAÍRAM ENTRE 2005 E 2015 17%, O RESULTADO DESSE DESEMPENHO GEROU UMA OCIOSIDADE DE 60% DA CAPACIDADE NOMINAL INSTALADA. APESAR DISSO, A RENAULT LANÇOU A SUV CAPTUR, DEPOIS DA PICAPE OROCH, A FIAT ACABA DE LANÇAR A PICAPE TORO, DEPOIS DO PERNAMBUCANO RENEGADE DA JEEP



Alta Roda 

Nº 875

Fernando Calmon



DUAS TAÇAS MUNDIAIS

Está bastante difícil este começo de ano para a indústria de veículos. E vai piorar no primeiro trimestre porque em igual período de 2015 ainda havia em estoque unidades produzidas em 2014 com IPI reduzido. 

Produção, porém, apresentou o pior janeiro desde 2003 e isso tem impacto direto nos empregos do setor (14,7 demissões no ano passado e mais que o dobro disso na área de autopeças). 

Todavia a grande desvalorização do real frente ao dólar abre uma janela de oportunidade para exportações.

Reconquista de espaço perdido por veículos brasileiros no exterior será desafiante. Em primeiro lugar porque passamos de 35% de participação de exportações na produção, em 2005 para apenas 17%, em 2015. 

A queda brutal de 35% nas vendas internas de 2013 a 2015 também impactou na escala e nos custos de produção. 

Ociosidade se aproxima de 60% da capacidade nominal instalada, quando se sabe que a indústria mundial só consegue ganhar dinheiro se a ociosidade for inferior a 25%.

A propósito de ganhos e perdas, além de remessas de lucros para o exterior hoje praticamente zeradas, parece que acabou o ímpeto de radicais dos tempos de “abaixo o lucro Brasil”. 

Franklin Roosevelt, histórico presidente dos EUA, definiu um radical como alguém com os pés bem fincados no ar. 

Hoje, em tempos de “prejuízo Brasil” e dólar valorizado, as comparações de preços de automóveis com os vendidos no exterior quase não têm repercussão, embora os números sejam públicos.

Índice de inflação IPCA acumulado entre 2004 e 2015 foi de 87%. Carros subiram em média 2,5% pelas tabelas dos fabricantes e 8% de acordo com preços praticados, segundo a consultoria Molicar, de São Paulo. 

Em termos reais, ficaram, assim, bem mais baratos. Outra verdade: modelo mais acessível do mercado, Fiat Palio Fire duas portas, custa US$ 7.326 (cotação de dezembro último de R$ 3,87 por US$); sem IPI, ICMS e PIS/Cofins que não são todos os impostos incidentes, preço cai a US$ 5.342. 

Evidente que automóveis no exterior incluem bem mais itens de segurança, mas numa escala de produção muito maior e carga tributária menor por, no mínimo, US$ 12.000, nos EUA.

Pode-se ainda comparar por outro indexador em reais um Gol 1995, 1,0 L, 50 cv, sem catalisador, bolsas de ar e freios ABS. 

Corrigido pelo índice inflacionário IGP-DI deveria custar hoje R$ 43.500, mas em dezembro era tabelado a R$ 31.600 com mais cinco itens de série, motor de 76 cv (gasolina) e 98% menos emissão de monóxido de carbono. 

Este mesmo Gol custava 107 salários mínimos (SM) há 20 anos e hoje, 40 SM, depois da política de ganhos reais praticada nos últimos anos sem respaldo do aumento de produtividade da economia na mesma proporção.

Obviamente essas comparações embutem distorções cambiais, inflacionárias, tributárias e de poder de compra da população. No momento são classificadas como deformações numéricas, mas no passado recente poucos apontavam essas mesmas razões ao criticar os preços internos.

Com os pés bem fincados no chão e longe de radicalismos, esta Coluna gostaria de ressaltar que o Brasil conquistou duas novas taças mundiais. Carro mais tributado (compre dois e leve um...) e barato (ou um dos mais) em dólares.


RODA VIVA

DOIS lançamentos de peso da Renault este ano sentem a recessão econômica e podem sofrer atrasos. 

Versão brasileira do SUV Captur, maior que o Duster do qual deriva, deve ficar mesmo para início de 2017.
Mas o subcompacto Kwid (evoluído em relação ao indiano anônimo) talvez esteja à venda em novembro ou dezembro de 2016. Fábrica está engajada ao máximo.

POR
outro lado, fornecedores do Jeep (projeto 551), ainda sem nome escolhido, temiam pelo cronograma mais lento na fábrica de Goiana (PE). 

Como a picape Toro atrasou, o mesmo poderia acontecer com este terceiro produto, todos baseados no Renegade

Agora, já há data do início de produção: julho deste ano e vendas, três meses depois.

EVOLUÇÕES marcantes no estilo e habitabilidade (5 cm mais largo) , destacam-se no Mercedes-Benz GLC, SUV que tem por base o Classe C e sucede o GLK. 

Além de até 80 kg mais leve, consumo de gasolina caiu 19% ajudado pelo câmbio automático de nove marchas e aerodinâmica melhorada (Cx 0,31). Custa entre R$ 222.900 e 264.900, todos com tração integral.

NOVO BMW X1, tração dianteira ou 4x4, começa a ser montado em Araquari (SC) já no próximo mês. 

Motor de 2 litros turboflex não é igual ao do Série 3: 192 cv e 231 cv dependem da versão. 

Dirigibilidade em asfalto é muito boa, mas em fora de estrada sem desafios, aconselhável o 4x4. Interior e porta-malas mais amplos. Preços de R$ 166.950 a 199.950.

CROSSOVER
Mercedes-Benz GLE Coupé tem desenho mais equilibrado do que seu adversário direto, BMW X6, que criou o estranho e bem-sucedido conceito de SUV/cupê. 

GLE, porém, leva cinco passageiros e no banco traseiro há espaço maior para cabeça. Motor V-6/3L/333 cv e câmbio automático de nove marchas. Boa suspensão pneumática de série. Preços: R$ 415.900 a 425.900.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

O FAMOSO RENAULT ALPINE DE TANTAS VITÓRIAS VAI SER VENDIDO AO PÚBLICO, INICIALMENTE NA EUROPA, NA VERSÃO ALPINE VISION, NETO DO ADMIRADO ALPINE BERLINETTE A110, SERÁ UM PODEROSO BÓLIDO, DOTADO DE UM MOTOR DE QUATRO CILINDROS TURBO, QUE CHEGARÁ DE 0 A 100 KM/H EM MÍSEROS 4,5 SEGUNDOS. SERÁ MONTADO NA FÁBRICA DE DIEPPE E ESTARÁ NAS RUAS EM 2017. PROTÓTIPOS ALPINE ESTARÃO CORRENDO NO FIA WEC E NAS 24 HORAS DE LE MANS, ALÉM DE ESTAR CONFIRMADA SUA VOLTA À FÓRMULA UM. O ALPINE SERÁ MUITO BEM VINDO E QUE CHEGUE LOGO NO BRASIL


Monte Carlo, Mônaco
– Nos caminhos percorridos pelo célebre Rali de Monte-Carlo e no pico do Col de Turini, onde foram escritas algumas das mais belas páginas da história do automobilismo esportivo, o Grupo Renault revela seus planos para o renascimento da Alpine, desvendando seu novo show car Alpine Vision.


“O automobilismo esportivo e os carros esportivos estão arraigados no DNA do Grupo Renault”, comentou Carlos Ghosn, presidente do Grupo Renault. 


“No início de fevereiro, revelamos nosso retorno à Fórmula Um como escuderia e, hoje, estamos anunciando o retorno da Alpine. Esta é uma nova etapa em nossa história, colocando nosso know-how e nossas tecnologias do mundo das competições a serviço de nossos veículos de série, para conquistar novos clientes no segmento dos esportivos premium”, adiantou.


O show car Alpine Vision alia um design sensual com uma agilidade excepcional, mostrando de forma imponente que é um digno herdeiro do célebre Alpine Berlinette A110, modelo admirado e adorado pelos apaixonados por carros esportivos no mundo todo. 

O Alpine Vision recebe um motor de quatro cilindros turbo, preparado pelos especialistas da Renault Sport. 

Sua leveza permite que ele atinja 100 km/h em menos de 4,5 segundos, o mesmo objetivo fixado para o modelo de série.


A marca Alpine será gerenciada pelo Grupo Renault através de uma pequena equipe de especialistas apaixonados, que terá como missão satisfazer e até mesmo ultrapassar as exigências dos clientes do segmento dos esportivos premium. 

Michael van der Sande será o diretor-geral da Alpine, enquanto que Antony Villain comandará o Departamento de Design.
A Alpine contará tanto com o apoio do Grupo Renault quanto da Renault Sport.


“Estamos todos muito orgulhosos por trabalhar no renascimento da Alpine, para a alegria dos apaixonados por carros esportivos do mundo todo”, observou Michael van der Sande. 

“Nossa missão será de reinterpretar os célebres modelos Alpine do passado e garantir o futuro da Alpine através de carros esportivos, fantásticos, ágeis e de alta performance. O show car Alpine Vision tem tudo de um modelo Alpine, mas é totalmente moderno. Estamos ansiosos para revelar o carro de série que chegará até o final deste ano”, confessou Michael.


Durante os próximos 12 meses, a equipe da Alpine se dedicará à criação de um carro excepcional, que será muito próximo do show car em termos de design, peso, comportamento, agilidade e atenção dedicada aos menores detalhes. 

O desenvolvimento da equipe e da rede também faz parte das prioridades, além da manutenção do programa esportivo. 


A escuderia Signatech-Alpine Racing já conquistou dois títulos na ELMS (European Le Mans Series), além da vitória na categoria LMP2 na perna chinesa do Campeonato Mundial de Endurance 2016 (FIA WEC), em Shanghai. 


Nesta temporada, a escuderia vai participar com dois protótipos Alpine LMP2 no FIA WEC e nas 24 Horas de Le Mans.


Montado na cidade francesa de Dieppe, o novo Alpine será inicialmente comercializado na Europa, a partir de 2017.

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

FIAT TORO FOI APRESENTADO, HOJE, AO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO. PRESIDENTE DA FCA PARA AMÉRICA LATINA, STEFAN KETTER, APRESENTOU A PAULO CÂMARA, CHEFE DO EXECUTIVO PERNAMBUCANO, O MODELO INTEIRAMENTE IDEALIZADO E FABRICADO NO BRASIL. A TORO É A APOSTA DA FIAT PARA CONCORRER NO MERCADO DE PICAPES MÉDIAS MAIS PRECISAMENTE COM A RENAULT DUSTER OROCH


O Fiat Toro, segundo modelo fabricado no Polo Automotivo de Goiana, foi apresentado pelo presidente da FCA – Fiat Chrysler Automobiles, Stefan Ketter, ao governador Paulo Câmara e a secretários de Estado que o acompanhavam.

A solenidade aconteceu no jardim do Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo de Pernambuco, na tarde desta quinta-feira (18). 


O Toro foi inteiramente idealizado, concebido, fabricado e aprimorado por talentos brasileiros. 

Marca a integração entre profissionais das unidades FCA de Betim e Goiana para atender os anseios dos consumidores. 


Trata-se de uma picape única, que quebra paradigmas e inaugura um 
novo segmento de mercado.

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, disse que o estado está muito feliz em ver um carro com tanta tecnologia embarcada como o apresentado hoje. 

“Um carro bonito, moderno, brasileiro, feito em Pernambuco e dialogando com o futuro da indústria automotiva. O Polo Automotivo de Goiana é um projeto que vimos nascer, há pouco mais de cinco anos, e que hoje é uma realidade. Tudo fruto de uma parceria com muito planejamento, união e sinergia. Obrigações cumpridas de ambas as partes, afirmou.


O presidente da FCA para a América Latina, Stefan Ketter, destacou os aspectos inovadores do novo modelo, que reúne as melhores características das picapes e dos SUVs. 

“O Fiat Toro é o símbolo do que podemos fazer agora e no futuro”, disse, ao ressaltar que o modelo é fruto do trabalho de talentos brasileiros, que mostram sua qualidade e capacidade ao conceber veículos inovadores.


Tantas inovações fazem do Toro um verdadeiro Sport Utility Pick-up (SUP), criando assim um nicho inédito no mercado latino-americano. 

O objetivo da FCA é comercializar 50 mil Toros em 2016 para atender a demanda do mercado nacional e já projeta exportar o modelo para conquistar os consumidores latino-americanos. 


Antes mesmo de seu lançamento oficial, que aconteceu na última segunda-feira, em Campinas (SP), o Toro vem gerando filas de espera em concessionárias de todo o Brasil.

O Toro é um veículo de infinitas possibilidades, que une as qualidades de SUV, picape e automóvel. 


O objetivo de tamanha versatilidade é atender gostos e necessidades de transporte, trabalho e lazer, simultaneamente. 

Outro destaque é o design moderno, arrojado e global do Toro, nascido nas mentes dos profissionais brasileiros da FCA.


BMW M2 É PREPARADO PARA SER O SER O SAFETY CAR NA TEMPORADA 2016 DA MOTO GP


A Motorsport, divisão esportiva da marca BMW, acaba de apresentar novos veículos de segurança para a temporada 2016 do MotoGP, o principal campeonato do motociclismo mundial. 

E o grande destaque é o novo cupê BMW M2, totalmente desenvolvido para entrar em ação de forma ágil nos circuitos do Mundial de Motociclismo e garantir a segurança durante todas as 18 etapas da competição.

Apresentado oficialmente no mês passado, durante o Salão de Detroit (EUA), e com comercialização no Brasil prevista para o segundo semestre de 2016, o cupê BMW M2 tornou-se o modelo esportivo ideal para converter-se em um safety car do MotoGP, graças ao gene de esportes a motor agregado ao seu DNA. 


O novo motor de seis cilindros em linha, 3.0 litros, associado à inovadora tecnologia M TwinPower Turbo é garantia de um desempenho extremamente esportivo. 

Com potência máxima de 370 cv e torque máximo de 47,5 kgfm – podendo alcançar 51 kgfm com a utilização de um overboost do turbo –, o conjunto motriz, que traz câmbio de sete marchas, de dupla embreagem, e tração traseira, é altamente eficaz em altas rotações, algo que fica realmente evidente na pista. 

Outras características do M2, como o baixo centro de gravidade e o peso reduzido, são atributos que ajudam a garantir a máxima agilidade e dinamismo deste cupê de alto desempenho. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 4,3 segundos.

Na fábrica do BMW Group em Garching (ALE), o BMW M2 convencional foi otimizado e preparado especialmente para assumir sua nova função no MotoGP. 


Além de soluções exclusivas feitas sob medida para o cupê e a inclusão de itens de segurança, os engenheiros da BMW M também equiparam o cupê com diversos acessórios da BMW M Performance, o que garante um visual chamativo ao modelo e também ampliam o desempenho, especialmente no que diz respeito à aerodinâmica, refrigeração e design.

O projeto do BMW M2 MotoGP Safety Car teve início no mês de outubro e levou 10 semanas para ser concluído. 


Na oficina de protótipos da BMW M, o cupê recebeu um novo para-choque frontal, equipado com luzes de LED azuis nas tomadas de ar inferiores, e uma luminária de LEDs vermelhos sobre o teto. 

Na parte traseira, sobre a tampa do porta-malas, foi instalado um aerofólio regulável feito de fibra de carbono. 

Este material, aliás, também está presente na tubulação do sistema de escapamento, nos estribos laterais, nas capas dos espelhos retrovisores externos, nas aletas sob a tomada de ar frontal e no difusor traseiro.

As rodas estão calçadas com pneus Michelin Cup e contam com freios de carbono-cerâmica derivados dos BMWs M3 e M4. Além de mais resistentes, eles são mais leves e estáveis termicamente. 


A cabine do BMW M2 recebeu uma gaiola de proteção antirrolamento também usada no BMW M4 GTS, bancos tipo concha Recaro com cintos de segurança de seis pontos Schroth, além de volante revestido de Alcântara e pedais de aço inoxidável.

“O MotoGP nos oferece a oportunidade de apresentar os pontos fortes da BMW M a um público de entusiastas de corridas em todo o mundo. Com o novo BMW M2 MotoGP Safety Car transferimos a potência e a dinâmica deste automóvel de alta performance para as pistas de corrida. Assim como seus predecessores, o BMW M2 MotoGP Safety Car utiliza a inovação tecnológica, o desempenho, a precisão e a agilidade para ajudar a garantir a segurança em um dos maiores campeonatos mundiais de motociclismo, atributos que fazem do M, ‘a letra mais poderosa do mundo’ ”, celebra Frank van Meel, presidente da BMW Motorsport.


BMW M na MotoGP
O MotoGP e a BMW M formam uma parceria que já dura quase duas décadas. Desde 1999, a BMW M tem sido um integrante permanente da família MotoGP. 

E esta colaboração de sucesso com a empresa organizadora do MotoGP, a Dorna Sports, vem crescendo constantemente nos últimos anos. 

Em 2014, a Dorna Sports e a BMW M estenderam sua cooperação até 2020. Esta é a 18ª participação da BMW M como “veículo oficial do MotoGP”.

Desde o início desta relação, a BMW vem introduzindo constantemente conceitos inovadores na categoria, assegurando o mais alto nível de segurança na pista, graças principalmente à avançada tecnologia. 

Para esta temporada, além do cupê BMW M2, a frota de veículos oficiais da MotoGP conta com seis modelos diferentes: BMW M3 e BMW M4, como veículos de segurança, e os SAVs BMW X5 M e M550d xDrive, como veículos de resgate médico, e um BMW M5 a ser usado para o transporte do chefe de segurança da competição. 

A BMW Motorrad também marcará presença na MotoGP, com duas safety bikes BMW S 1000 RR.

A temporada 2016 do MotoGP terá um total de 18 etapas e começa no próximo dia 20 de março, com o Grande Prêmio do Catar, no Circuito Internacional de Losail, em Doha. 

O GP de Valência, a ser disputado no Circuito Ricardo Tormo, em Valência (ESP), no dia 13 de novembro, fechará o calendário da categoria.

Para mais informações sobre a BMW do Brasil acesse:
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APAIXONADOS PELA BMW E COLECIONADORES DE MINIATURAS DE CARROS TÊM AO DISPOR JÁ 45 MODELOS DA MARCA E DA MINI, CERTIFICADOS PELO INMETRO, COM PREÇOS QUE VARIAM ENTRE R$ 39,90 E R$ 679,90 DO i8 EM ESCALA 1:18. A VENDA DAS MINIATURAS, TODAS FEITAS ARTESANALMENTE, É FEITA APENAS NAS CONCESSIONÁRIAS BMW E MINI



O BMW Group Brasil lança nesta segunda-feira as miniaturas oficias das marcas BMW e MINI no mercado brasileiro. 

Os produtos já estão disponíveis exclusivamente nas concessionárias representantes das marcas BMW e MINI em todo o País - são 45 versões, nas escalas 1:18, 1:43 e 1:64, certificadas pelo Inmetro. 

Todas as miniaturas são produzidas artesanalmente, seguindo o mais alto padrão de qualidade do BMW Group, e trazem toda a emoção que os veículos das marcas BMW e MINI proporcionam, podendo ser exibidas em diversos lugares. 

Os produtos têm preços sugeridos entre R$ 39,90 - para as miniaturas do BMW i3 e do BMW i8, ambas com escala 1:64 – e R$ 679,90 para o modelo BMW i8 com escala 1:18, variando conforme o modelo escolhido e tamanho. 

A lista completa com os preços sugeridos pode ser consultada nos sites: http://www.bmw.com.br/pt/topics/offers-and-services1/lifestyle/miniaturas-bmw.html e http://www.mini.com.br/servicoseacessorios/minicollection/miniminiaturas/index.html.

“Os modelos BMW e MINI são admirados e desejados em todo o mundo, há quase cem anos. E as miniaturas carregam o estilo de vida típico destas marcas, lembrando que disponibilizar ao mercado produtos de lifestyle é parte integrante da nossa estratégia de aproximação e fidelização de clientes. Acredito que teremos uma ótima aceitação destes produtos no Brasil, por ser um País que concentra muitos apaixonados por automóveis e colecionadores de miniaturas”, comenta Antonino Gomes de Sá, diretor de Pós-Vendas do BMW Group Brasil.

Entre as opções oferecidas estão, além dos modelos elétrico BMW i3 e híbrido BMW i8, os superesportivos BMW M4 e BMW M5, os SAV’s BMW X3, BMW X4 e BMW X5, os MINI’s Paceman, Countryman e Hatch, além dos já consagrados BMW Série 1, BMW Série 3 e BMW Série 4.

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

DEPOIS DE TER ADQUIRIDO 14 MOTOS BMW DE LUXO PARA FISCALIZAR AS RUAS DA CAPITAL FEDERAL, O DETRAN DO DISTRITO FEDERAL FOI OBRIGADO PELO GOVERNADOR A DESFAZER A COMPRAPOR INADEQUAÇÃO DO PRODUTO À SUA UTILIZAÇÃO. NESSA INSANIDADE, POIS O DF ESTÁ COM PROBLEMAS SERÍSSIMOS DE SAÚDE FINANCEIRA E HOSPITALAR, ÍAM SER GASTOS CERCA DE R$ 650 MIL


O Detran do Distrito Federal passou pelo vexame de ter que desfazer a compra de 14 motocicletas BMW F800 GS Adventure para fiscalizar as ruas da capital federal. 


As motos de luxo da BMW substituiriam as motos Honda CB 600 F Hornet, linha em 2014 e algumas já estão em operação neste carnaval.

O investimento total na aquisição das novas motos foi de R$ 648.500,00, gasto que o diretor de Policiamento e Fiscalização do Detran, Silvain Fonseca, justifica ao frisar que "precisamos de uma moto resistente, que ande em qualquer terreno, possa subir no meio-fio para atender acidentes, fazer blitzen e escoltas".

O Detran do DF possui uma frota de 38 motocicletas desde 2000 nas ações de fiscalização das quais 14 estão fora de operação, porque apresentavam já inúmeros problemas. No entanto, 24 motos ativas de 2013 continuarão em uso por mais dois anos.

Diferença
As BMW F 800 GS Adventure, adquiridas são a versão "off-road" e "roadster" próprias para rodovias e percursos fora do asfalto. 


Esse modelo Adventure que substitui a frota de Honda CB 600 F Hornet, que saiu de linha em 2014, tem tanque de 24 litros, mas é ideal para longos trajetos e áreas remotas. 

O Detran justifica a escolha afirmando que o modelo adquirido da BMW "tem as mesmas características básicas da Honda CB 600 F Hornet", o que não é absolutamente verdade.

A Honda tem perfil urbano, é mais leve e a sua carenagem menor, deixando expostos os itens de mecânica – é a chamada "moto naked", ou seja, na prática, os veículos são bem diferentes. A BMW foi desenhada b
asicamente para fazer turismo.

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