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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Corrida de Stock Car, no Autódromo de Corvelo, no próximo dia 23, leva milhares a Minas Gerais pelo site da companhia portuguesa. com a 29ª edição do FESTURIS, de Gramado cada vez mais perto, o número de participantes cresce a cada mês





Stock Car movimenta MG


Coluna 

MINAS TURISMO GERAIS 

Jornalista Sérgio Moreira




Pelo segundo ano consecutivo, o autódromo de Curvelo recebe a prova da Stock Car, a mais cobiçada corrida de automóvel do Brasil.

O mais novo autódromo do Brasil, localizado em Curvelo, está passando por obras de melhorias para receber a sexta etapa da Stock Car 2017, no dia 23 de julho. 

Atendendo a solicitações de pilotos, da CBA e da Vicar, organizadora do evento, foi criado uma nova opção de traçado com mais segurança para os competidores. 

A mudança será no Setor Sul, mais precisamente após a saída da Curva 1. “Construímos uma alça variante ligando a saída da Curva 1 direto com a Ferradura, no miolo do autódromo”. 

Será uma nova opção de traçado com 3.330 metros de extensão que aumenta a segurança para carros rápidos como os da Stock e permite uma maior interação do público presente, pois teremos mais voltas em cada bateria. 


Autódromo dos Cristais

“O traçado reduzido elimina os riscos do trecho em declive e da curva do Pequí, que tem árvores protegidas por lei, próximas à pista” comentou Marco Túlio Ferreira dos Santos, proprietário e administrador do Circuito dos Cristais. 

"A alteração será muito benéfica, principalmente para os pilotos. No ano passado tivemos alguns incidentes nesse trecho e agora eles serão evitados", comentou o gerente Técnico, da Vicar, Jean Brambilla.

"A nova alça não altera em nada o antigo traçado de 4.420 metros de extensão, atendendo assim, a preferência de outras categorias", complementou Marco Túlio. 

Informações e ingressos http://www.stockcar.esp.br/#home
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sergio51moreira@bol.com.br

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Clientes gaúchos, de Pelotas, dos lubrificantes automotivos YPF assistem palestra do piloto César Urnhani, no próximo dia 18, dentro do Programa Troca Bem. Inscrições pelo telefone: 53-3284-5050.



A YPF dá continuidade a seu programa "Troque Bem", na cidade gaúcha de Pelotas, onde pretende reunir profissionais das empresas distribuidoras dos lubrificantes automotivos da estatal argentina e de oficinas mecânicas da região.

O encontro faz parte da terceira etapa do “Troca Bem” que o embaixador da YPF no Brasil, piloto de testes do programa Auto Esporte da Tv Globo, César Urnhani está realizando em empresas distribuidoras dos lubrificantes da marca.

César Urnhani receberá os convidados para uma noite especial com palestras, brindes e promoções exclusivas, em Pelotas – RS, no próximo dia 18 de Julho, às 20 horas, no SESI – Av. Bento Gonçalves, 4.823.

“A palestra do César focada em sonhos, conquistas e superação é uma mensagem muito alinhada e necessária ao momento que vivemos no país”, conta Flávia Simeoni, gerente de Marketing da YPF.

Os proprietários de oficina de troca de óleo, interessados em participar do evento em Pelotas podem fazer contato pelo telefone (53) 3284-5050.

terça-feira, 11 de julho de 2017

20170706 111448 1 Presidente da YPF do Brasil, Ramiro Ferrari, explica ao Blog do Arnaldo Moreira como funciona o processo autolimpante dos dutos da refinaria de lubrificantes em La Plata que garante o alto padrão do óleo produzido na fábrica, durante a visita realizada no último dia 6, à Argentina.

Tem dúvidas sobre o tipo de óleo mais adequado para o motor de seu carro? A YPF oferece aos profissionais que operam, nos postos e oficinas mecânicas, a troca de óleo dos veículos de seus clientes, e ao público consumidor uma linha direta que esclarece de imediato todas as dúvidas. Basta ligar gratuitamente no 0800 70 30 990 Assista o vídeo de Flávia Simeoni falando sobre o projeto Troca Bem




Texto: Arnaldo Moreira

Uma pergunta, leitor: Você está certo de que o óleo que usa no motor de seu carro é o mais adequado? A mesma dúvida teve a YPF do Brasil. 


Para responder a essa questão, a petroleira realizou uma pesquisa para avaliar o nível de conhecimento de frentistas e mecânicos sobre os tipos de lubrificantes certos para cada veículo, em todo o País. 

A resposta nada animadora levou YPF a criar dois programas de esclarecimento sobre o uso do óleo certo para cada motor.

O "Conte com a YPF" que oferece aos profissionais que operam, nos postos e oficinas mecânicas, a troca de óleo dos veículos de seus clientes, uma linha direta e gratuita que esclarece de imediato todas as dúvidas

Basta ligar gratuitamente no 0800 70 30 990, opção 3, de 2ª a 6ª feira, das 08h30 às 17h30. O atendimento também é feito pelo WhatsApp 11 97188-5773 ou pelo e-mail, contecomypf@ypf.com.

O profissional é atendido por um técnico da YPF que o esclarece suas dúvidas sobre especificações de lubrificantes, homologações de montadoras, recomendação do lubrificante mais adequado para o motor em que estiver trabalhando naquele momento, ou qualquer outra.

Esse mesmo número atende também os consumidores finais, principais interessados e os mais prejudicados com o uso de lubrificantes que não garantam um bom funcionamento dos motores de seus carros.



Troca Bem
O outro programa é o "Troca Bem" que é comandando pelo piloto e comentarista automotivo do programa Auto Esporte, da TV Globo, César Urnhani, que percorre o País com a equipe da gerente de Marketing, Flávia Simioni, realizando palestras para profissionais ligados à área de lubrificantes, oficinas, distribuidores e consumidores finais.

Nas palestras, César Urnhani, que é o embaixador da YPF no Brasil, se reuniram para ouvir as palestras motivacionais do embaixador da marca e também conhecer melhor as linhas de produtos YPF. 

Os eventos do Troca Bem são gratuitos, bastando os clientes se cadastrarem nos telefones de contato de cada região onde se realizam.

“Foi uma experiência muito gratificante para nós e para os nossos clientes. A palestra do César que fala de sonhos e conquistas é uma mensagem de otimismo e determinação, num momento tão necessário. E esse clima combina com o que a YPF está construindo no mercado brasileiro. Os resultados dessa ação foram concretos e mensuráveis o que nos anima a prosseguir a promoção no ano que vem, com a expectativa de resultados ainda melhores”. conta Flávia Simeoni



A gerente de Marketing e Assistência Técnica da YPF, Flávia Simeoni, revelou que a companhia constatou uma forte ausência de suporte técnico e de treinamento insuficiente e adequado para que os profissionais tenham possam fornecer a informação correta e o produto que atenda seus clientes satisfatoriamente.

A executiva da YPF constatou no mercado a falta de uma empresa que se torne referência e possa atender e responder toda e qualquer dúvida técnica que apareça no dia a dia dos profissionais da área de lubrificação.

"Essa empresa é a YPF. Queremos estar mais perto, ajudar, fazer do desafio desses profissionais o nosso”, ressalta Flávia, ao comentar que em apenas sete dias do Conte com a YPF foram atendidas várias dezenas de esclarecimentos, "o que nos garantiu a continuação do programa".

Assista o vídeo de Flávia falando sobre os programas:

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Ninguém há alguns anos acreditava e os da Mercedes negavam, mas Nasser deu mesmo um furo de respeito. A alemã não resistiu ao sucesso das picapes pelo mundo e produziu também a sua Classe que por enquanto se identifica como X. A Nissan Kics é fabricado em Resende e vai enfrentar concorrentes fortes. O processado governador de Minas do PT foi o responsável pelo problema que envolve os importados, com sérias dificuldades



Coluna nº 2.717 - 10 de julho de 2017


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Picape Mercedes Classe X


Mercedes Classe X está chegando

Há alguns anos, boa fonte me garantiu o aparentemente impossível: Mercedes-Benz fabricaria picapes. E seria na Argentina. 

Fui conferir com empresa no Brasil e acharam sonho de noite de verão. Usei minha rede de intrigas mundo a fora. Pensavam igual, exceto o confiante Carlos Cristófalo, na Argentina.

Tive sorte de, numa véspera da Autoclasica, o melhor encontro de veículos na América Latina, ir a uma apresentação no Teatro Colón, em Buenos Aires. 


Mais sorte, o anfitrião era Roland Zey, então presidente da marca na Argentina. Perguntei-lhe de passagem e ele confirmou. Quando publiquei, o comentário dentro da Mercedes no Brasil foi uno: surtou.

A história começou a se desdobrar e ao final, por conta destes pouco conhecidos contratos de interesses entre empresas grandes, o desenho industrial apareceu: a Renault, aliada da Nissan, cederia espaço a ela dentro de sua fábrica em Córdoba, Argentina. 


Ali, a nipônica construiria galpão para fazer um picape, a nova – a atual – geração do picape Frontier. Usaria a sua marca e, com poucas modificações seria vendido como Renault. 

A Mercedes tem acordo com a Nissan – leitores da Coluna sabem, por ter lido sobre a possibilidade do Mercedes Classe C ser montado pela Nissan na nova fábrica em Resende, RJ. E por conta disto a Nissan também faria versão personalizada como Mercedes.

A história se esclarece: a Nissan lançou o novo Frontier; constrói galpão e escritórios para tê-los operacionais em 2018. 


Renault deu ajeitada superficial e o expôs no Salón del Automóvil, em Buenos Aires, junho. Chama-o Alaskan.

Mercedes exibiu sua interpretação na Suécia, outubro de 2016. Era o X Concept, Conceito X. Virou Classe X, e o levou como protótipos à mostra argentina.

Ver
Mês passado, recebi convite. Ir a cidadezinha, uma hora da sede da empresa, em Sttugart, Alemanha, para ver o produto em versão final. 
Havia condição: embargo, nada conversar ou publicar até data 19 de julho. Topei.

Evento de alemães, hora certa. Éramos apenas sete jornalistas de mídia impressa e dos mercados pretendidos pela empresa: Alemanha, África do Sul, Argentina, Brasil. 


Fui com o Boris Feldman, mineiro, multimédia. Haviam umas cem pessoas para atender a tão poucos, tipo cruzeiro de ultra luxo.

Em Münsingen, numa floresta, área de testes de veículos militares, e em tenda enfeitada, assinatura dos documentos de confidencialidade e, para inibir tentações, aposição de selo sobre a lente da câmara dos celulares.

Exposição estática e explicações dos líderes do projeto: dr. Stephan Mengel – doutor alemão tem doutorado e não apenas diploma de curso superior -, chefe da engenharia; Kai Sieber, autor do design de personalização mercediana; Christian Pohl, responsável pelo produto e marketing; colegas de comunicação das áreas de Imprensa e Marketing


Explicações gerais sobre produto, constituição, versões, mercados, e carro exibido: a versão final é elegantemente conformada, com trato de automóvel.

Após, em duplas representando cada país, transporte até o centro da preservada mata, onde estavam duas picapes ainda com adesivos para disfarçar linhas. 


Quer-me parecer, talvez o apelido pelo qual se conhece o jornalista mineiro, o Judeu a Jato, inibiu a Mercedes. 

Daí terem resolvido nos transformar em test-drivers-de-banco-de-passageiro... Minha avó mineira, sábia macróbia dizia, do saco a embira; e da embira, um pedaço. Ou seja, contente-se com o que você tem. Fomos nós. 

O piloto a quem acompanhei, um certo Timo, era do ramo. Curvas, e para mostrar estabilidade e dirigibilidade, slalon rápido – talvez efeito remanescente do Teste do Alce, associada ao primeiro Classe A, por capotar, cortar lucros e empregos -, freadas viris. 

Após uso na terra, subidas, descidas para provar conteúdo eletrônico, habilidades, isolamento acústico, habitabilidade.

No misto de retas em asfalto, trechos sem pavimentação, subidas, descidas, slalon, uma amostra da possível vida dos picapes Classe X, impressionou bem, mostrou-se coerente com a proposta.

Há mais, porém por acordo, não conto. Só na Coluna 2.917. RN

Ps: quer ver um pouco? 

Vídeo da Mercedes: http://autoblog.com.ar/2017/07/06/mercedes-benz-clase-x-primer-video-oficial/


Sobre picape Mercedes Classe X, calado até dia 19.


Nissan Kicks, agora nacional






Nissan Kicks, anti EcoSport, Renegade, Hyundais, Captur, Duster 


Agora fabricado no Brasil, Resende, RJ, capaz de atender à demanda Nissan Kicks porta mudanças quanto ao modelo mexicano: aumentam as versões – S, simples, com câmbio mecânico; idem transmissão CVT; SV, SI, e PcD especial para táxis e pessoas com necessidades especiais, fatia de mercado na qual a Nissan quer nadar de braçada. 

Exceto S, todas terão a transmissão de polias variáveis, automática. Para rebater a crítica de um conduzir pasteurizado, sem emoções ou percepção da mudança de marchas, empresa provê sistema eletrônico – acelerado com fé, simula a passagem.

Tem missão. Com ele Nissan quer cumprir exigência do ex-mandão maior Carlos Ghosn, 5% do mercado nacional para a marca. Intenta ser o produto de maior venda e, sob gestão local do economista Marco Silva, encerrar a alta rotatividade de executivos e produtos, dando tranquilidade ao comprador.

Mudanças
Se você conhece o Kicks notará diferenças. Do preço, R$ 1 mil mais caro na versão de topo. 


Agride a lógica, pois a economia com a supressão da cara logística de tirar um carro da fábrica no México, cruzar o oceano, fazer algumas paradas e chegar ao pátio do concessionário no Brasil, deveria reduzir o custo. 

Mudanças na suspensão recebendo calibragens e componentes tipo jogo duro para suportar irregularidades do asfalto nacional. 

Apesar da dedicação urbana, é tratado indevidamente como SUV, sigla para utilitário esportivo, capaz de sair do asfalto e ir a endereços sem CEP. Não é SUV nem SAV, no máximo crossover.

Outra curiosidade, Nissan diz ter aperfeiçoado o motor. Sua associada Renault o produz em configuração idêntica, 1.6, 16 válvulas, com mais potência e torque, sendo inexplicável não utilizar engenho comum – em especial o mais forte. 


Em consumo, está na primeira faixa do Inmetro, ajudado pelo contido peso do conjunto, pouco acima de 1.100 kg. Concorrente Renegade registra 300 kg mais.

O foco de ampliar vendas passa não apenas pelo abrir o leque de versões, com preços e conteúdo menores, mas igualmente por aumentar opções de cores e de revestimentos internos, em tecido ou couro preto, marron e creme.


Há implementos como insólitos redutor das sensações e irregularidades do piso; bancos construídos em Gravidade Zero, coisa especial, dita perceptível por não cansar após uso em viagens longas. 


Mais palpável, câmera de ré com adicional para 360os e tela sabida, encontráveis apenas na versão de topo.

Quem e quanto

Todas as versões são equipadas com obrigatórios sistemas de ABS nos freios e duas almofadas de ar. 


Portam maçanetas externas cromadas, bancos em tecido. Agregação de itens de segurança e conforto eleva os números.



Versão
R$
S PcD CVT
68.940
S mecânico 5M
70.500
S CVT
79.200
SV CVT
85.600
SI CVT
94.200
+
Tela, aletas no teto

2.400      

Versões mais vendidas serão S e SV CVT. A PcD – designação Nissan para Táxis e pessoas com necessidades especiais – é incógnita. Para táxi porta-malas é muito restrito. Segunda, pela inquantificação do mercado.

Neste, a briga entre os crossovers, SAVs e SUVs é a mais acesa e de maior crescimento. Calculado valor R$ x kg, Kicks é o mais caro da categoria.

Roda-a-Roda

Mais uma – Em época de previsível contração de marcas de veículos, fusões, desaparecimento, Mercedes deu personalidade própria à divisão AMG, e inglesa Aston Martin segue caminho e anuncia desdobramento.

AMR – Nome sem charme, sigla de Aston Martin Racing, terá fornada inicial com 300 unidades: 200 com motor V8 AMG e 100 com V12 Ford. 


Decoração superior – Aston são ditos Rolls esportivos -, e itens de seus carros de corrida.

Aqui - Mais barato, Vantage Coupé V8, 98.000 libras esterlinas, uns R$ 450 mil - lá. Dificilmente, chegar algum ao Brasil, pois o representante da marca fechou o negócio por impossibilidade de sobrevivência.



AMR, o AMG da Aston Martin

Razão – Governo PT, Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior baixou norma InovarAuto, arrasando o setor dos importados ao aplicar 30 pontos sobre o IPI. 


Catapultou preços, inviabilizou concorrência entre importados e nacionais. É o hoje processado Governador de Minas.

Mudança – Desastrosa barreira liquidou centenas de revendedores, alguns importadores, incontado número de empregos. 


Deve findar em dezembro, junto com o projeto Inovar-Auto. Crê-se, o sucessor dito 2030 não o renove.

Para pensar – Criar barreira de importação é proteger a ineficiência, a baixa produtividade, afastar-se do mercado internacional.

2ª série – Fábricas e importadoras quando precisam de apelo comercial fazem duas séries no mesmo ano, antecipam o modelo/ano, ou saltam o exercício.

Ao contrário – Mercedes, no Brasil, inovou, aprimorou a modelia. Por exemplo, nos Classe C montados em Iracemápolis, SP, substituiu a caixa automática de sete para nove marchas. Nada de falar em 2017/2018 ou chamá-los 2018.

Como fica – São conhecidos, a partir dos concessionários, como 2017 2ª série para identificar a progresso. 


No pacote, como a Coluna informou anteriormente, suprimiu a versão 200. Agora, salta de 180 para 250, e arremata com 300.

Negócio – Faz promoção com revendedores para vender estoque 7 marchas: 12% de desconto e financiamento sem juros.

Parecido – BMW, sem novidades, mas para movimentar o mercado, separou 100 unidades da Série 3 e repete ação: desconto de R$ 15 mil, reduzindo preço a R$ 149.500 e financiamento de 40% em 24X sem juros.

Festa – Scania 60 anos no Brasil. Começou com escritório de representação para vender caminhões vindo em partes, montados e distribuídos pela Vemag. 


Em 1958, pressionada pelo governo passou a encomendar as peças para fazer motor, e de lá para cá teve história de pioneirismo com várias soluções. Das mais modernas, intercooler para o motor e transmissão automatizada.

Registro – 1º de julho Yamaha de motocicletas comemorou 62 anos de atividade, coragem, emoção – e 501 vitórias em Grandes Prêmios. 


Começou com instrumentos musicais e usou sua expertise em motores leves e de elevada potencia para ajudar Ford desenvolver V6 3.0 SVO; L4 Zetec; Sigma...

Lista – BMW abriu lista de reserva a interessados no modelo G 310R: 31 cv, 313 cm3, R$ 21.900. Dados maiores https://bmwmotorrad.net.br/g310r/.

Pesou – Coluna deu notícia como furo em maio de 2016, e avaliava, por se tratar de produto com peças indianas, mais baratas, teria preço competitivo com Honda e Yamaha 250, em torno de R$ 15 mil. Mas discrepou, é 40% mais cara.

Será? – Mercado dá como certa a compra da Ducati pela Harley-Davidson. Anúncio deveria ter sido feito no 1º. de julho, início do ano fiscal. 
Harley tem experiência: anos ’70 foi à Itália e comprou a Aermacchi, de motos pequenas.

Usados – Mopar, área de peças e acessórios da FCA, junção de Fiat e Chrysler rearrumou a compra e produção de partes para Fiats com mais de três anos de uso, quando já não mais frequentam as oficinas de concessionárias. 
Quer vender a oficinas externas. Chamou-as Classic Line. É o maior mercado.

Parou – Terceiro mês de crescimento de produção e vendas na indústria automobilística sinaliza fim do ciclo da irresponsabilidade peto-dilmiana. 


Em junho, vendas no mercado interno cresceram 13,2% e produção em torno de 20% - no caso a indústria acertou com as matrizes incrementar exportações.

Varejo – Mais vendido no primeiro semestre foi Chevrolet Onix. Péssimo indicativo no mercado consumidor, pois foi reprovado no choque de impacto do LatiNCAP como extremamente inseguro. Apesar da intensa divulgação, o risco de danos e morte não sensibilizou comprador.

Quem – Cinco mais vendidos: GM Onix, 83.236; Hyundai HB20, 51.149; Ford Ka, 44.650; Renault Sandero, 38.8667 e VW Gol, 36.209.

Data – Demorou, mas o Club de Automóviles Clásicos, fixou datas para o Autoclasica, maior encontro de veículos antigos na América do Sul: sexta, 13, a segunda 16, outubro. 


Mantém-se no clube hípico de San Isidro, a 50 km de Buenos Aires. Ano passado, o Best of Show foi Ferrari 250LM.

Melhor na Autoclasica 2016, Ferrari 250LM


Gente - Marcelo Cosentino, jornalista, deixou área de imprensa da Renault.


OOOO Não aguentou o vai-e-volta S. Paulo-Curitiba. 

OOOO Nova e não anunciada colocação no ramo. 

OOOO Idem para Elisa Sarti, após 17 anos deixou de articular a Fiat, em S. Paulo. 

OOOO Leandro Giometti, jornalista, novo anexo da Ogilvy PR à comunicação social da Peugeot. 

OOOO Marco Cortinovis, diretor de comunicação da Pirelli América Latina, promoção.

OOOO Diretor global da área do Prometeon Tyre Group, empresa Pirelli para pneus industriais de caminhões. 

OOOO Raquel Dodge, procuradora da República, indicada PGR. 

OOOO Tomara siga o slogan da marca nos anos ’50: Os Dodge não podem parar nem falhar... OOOO
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Gato por lebre no comércio de lubrificantes. A maioria dos donos de veículos que precisa fazer a troca de óleo de seus veículos nem sempre tem as informações necessárias para escolher o óleo mais adequado ao motor. A ANP publica mensalmente um relatório sobre a qualidade dos lubrificantes à venda no País

Por Arnaldo Moreira

Um dos problemas vividos no mercado de venda de óleos lubrificantes é o desconhecimento existente não apenas entre os consumidores como entre os frentistas. 

Estes, não raramente, sugerem, a quem vai a um posto para trocar o óleo do seu carro, lubrificantes, por vezes mais caros do que o necessário ou mesmo não exatamente o indicado para o tipo de motor do cliente. 

Mas há ainda casos mais graves como a venda de óleo pretensamente aditivado, como o indica o rótulo da embalagem, mas que não possui nenhum tipo de aditivo.

Basta dar uma olhada no relatório mensal do Programa de Monitoramento de LubrificantesANP (Agência Nacional do Petróleo) para constatar uma quantidade significativa de lubrificantes sem as especificações que os fabricantes inserem no rótulo. 

Muitos são vendidos fora das especificações, o que significa que não lubrificam o motor como promete o fabricante no rótulo da embalagem, ou, muito pior, o rótulo da embalagem indica que se trata de um óleo aditivado, mas a análise da ANP constata que se trata de uma fraude: o lubrificante não tem nenhum aditivo.

O presidente Brasil da YPF, Ramiro Ferrari, considera um desrespeito ao consumidor o fabricante vender um produto fraudado pelo preço de um produzido corretamente e dentro das especificações. 

“As consequências não são ruins apenas para o bolso do comprador, mas especialmente são péssimas para o motor”, comentou.

O investimento que qualquer pessoa faz ao comprar um veículo é elevado em qualquer lugar do mundo, mas particularmente no Brasil é maior ainda, em virtude do exagerado preços dos carros. 

Qualquer conserto já pesa no bolso do consumidor, mas ele ser obrigado a arcar com reparos por avarias causadas pela ganância de empresários sem escrúpulos que vendem gato por lebre é revoltante.

Por isso, sugiro que consulte o relatório da ANP no site para saber quem não o está enganando, para isso já bastam os políticos:

YPF mostra novos óleos automotivos Elaion no inverno de Buenos Aires, aquecido pelo tango. A estatal de petróleo argentina criou esses lubrificantes que melhoram o funcionamento e a durabilidade dos novos motores cada vez mais modernos e rotativos e ainda atendem às preocupações das montadoras de redução do consumo de combustível. Assista o vídeo





Texto e fotos: Arnaldo Moreira

Nova gama de lubrificantes automotivos Elaion, fabricados com a tecnologia TAS, que reduz o estresse dos componentes do motor, causado pelo alto atrito entre eles, fabricados pela estatal de petróleo argentina YPF, foram apresentados à Imprensa brasileira, em Buenos Aires. 

Já à venda no País, produzidos pela YPF na fábrica de São Paulo, os novos óleos melhoram o funcionamento e a durabilidade dos novos motores cada vez mais modernos e rotativos e ainda atendem às preocupações das montadoras de redução do consumo de combustível. 




A apresentação foi feita pelo presidente da YPF do Brasil, Ramiro Ferrari, que recepcionou e acompanhou o grupo de jornalistas na visita às instalações da Refinaria YPF, em La Plata, localizada a 50 km de Buenos Aires. Ali, funciona a fábrica de lubrificantes mais moderna da América Latina. 



     Foto divulgação


A refinaria de La Plata, criada em 1920, é a 3ª maior da América Latina, detém 40% de marketshare em lubrificantes, mais de 1.500 postos de combustível, na Argentina, e um faturamento de 18 milhões de dólares/ano. 

Foto divulgação

A YPF produz lubrificantes no Brasil, desde 1998, na sua fábrica, em São Paulo e possui 
distribuidores nos principais centros consumidores do País: www.ypf.com.br.


Durante a visita às instalações de La Plata, Ramiro ressaltou que a fabricação dos lubrificantes da YPF obedecem a um rigoroso padrão de qualidade, motivo por que são usados no primeiro enchimento dos motores por grandes montadoras. 


“Temos contratos de fornecimento com a Ford, a Volkswagen, GM e Scania, que reconhecem o alto padrão dos óleos Elaion”, frisou.

O eng. Ruben Russo mostra o PI, equipamento de limpeza dos dutos de passagem dos lubrificantes.

O gerente de Operações da YPF argentina, engenheiro Ruben Russo, explicou que a refinaria de La Plata é a única no mundo com dutos autolimpantes, através de um sistema de alta pressão, o que evita a mistura dos diversos tipos de lubrificantes que passam pelos dutos para serem embalados. 



A petroleira investe fortemente no controle de qualidade, no seu laboratório dotado com modernos equipamentos. Nele, são realizados testes em todos os lotes de óleos embalados, o que para Ramiro Ferrari é outra garantia de excelência do padrão da marca Elaion. 

Ramiro Ferrari chamou a atenção para o fato mais importante que o consumidor deve ter conta na hora de comprar um óleo lubrificante para seu veículo, a homologação do produto que garante a sua qualidade.






Cada motor usa um tipo de óleo diferente e a linha Elaion, lembra Ramiro, oferece os vários lubrificantes adequados para os motores antigos, a biodiesel, os aspirados e turbo-alimentados e os a GNV, “e essa é a grande meta da YPF, dar a certeza ao consumidor de que o motor de seu carro está devidamente protegido”.

Entre a gama de lubrificantes sete tipos são 100% sintéticos, destacando-se o Elaion F50 5W-40 e o F50 Plus 5W-40, usados pela VW nos carros fabricados na Argentina no primeiro enchimento do motor, enquanto a Ford recomenda o tipo F50E 5W-30 e a GM os óleos F50 d1 0W-20 e o Fd1 5W-30. Dois outros tipos são semissintéticos e mais dois 100% minerais.


A unidade de lubrificantes de La Plata que fabrica 95% da produção da YPF, opera 60 mil toneladas de bases para fabricação de óleos e 29 tipos de tintas automotivas e outras. Os restantes 5% saem das outras unidades, na Patagônia e Mendonza. A companhia tem um faturamento anual de US$ 180 milhões.

Vídeo de Ramiro Ferrari explica como a YPF garante óleos automotivos de alta qualidade:
https://youtu.be/VsY4_C3WRX0

Em 2016 as indenizações gerais pagas pelo DPVAT (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) registraram redução ante o ano de 2015. Os casos de invalidez permanente que representaram 80% das indenizações caíram 33%. As mortes reduziram-se em 21%. O motivo foi a crise que reduziu o número de veículos nas estradas e nas cidades, ou foi o aumento do cuidado dos motoristas? A Audi lançou um novo A5 Sportback com condução semiautônoma nos engarrafamentos



Alta Roda 

Nº 948 — 10/7/17

Fernando Calmon


Estímulo para todos

Em meio a tantas notícias ruins, nada como um sopro de otimismo em relação à violência do trânsito brasileiro. 

No portal na internet da Seguradora Líder, responsável pelo pagamento de indenizações por mortes e feridos em acidentes, o boletim estatístico relativo ao ano passado trouxe uma grande surpresa. 

Apesar de escassa repercussão nos meios de comunicação está lá com todas as letras:
“Em 2016 as indenizações gerais pagas pelo DPVAT (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) registraram redução ante o ano de 2015. 

Os casos de invalidez permanente, apesar de representarem a maioria das indenizações no período (80%), caíram 33%. 

As mortes reduziram-se em 21% e sua participação foi menor em relação às demais coberturas (7%). Em despesas médicas houve 42% menos indenizações.”

Em números absolutos, perderam a vida em ruas e estradas do Brasil no ano passado 33.547 pessoas entre motoristas, pedestres e motociclistas. 

Ainda de acordo com o citado boletim estatístico, prossegue a mesma tendência dos anos anteriores: a motocicleta representou a maior parte das indenizações, 76%, apesar de significar apenas 27% da frota nacional.

Ao levar em conta que apenas cinco anos atrás as vítimas em acidentes fatais chegaram a mais de 55.000 pelo mesmo critério estatístico, a evolução para melhor impressiona. Claro que ressalvas precisam ser feitas. 

Antes os pedidos de indenização retroagiam 10 anos (agora, três anos), um incentivo a fraudes. 

A própria Líder deve ter apertado seus controles sobre indenizações suspeitas depois de casos rumorosos apontados em investigações.

A frota brasileira de veículos também diminuiu drasticamente o ritmo de crescimento, como já registrado nessa coluna.

Ao mesmo tempo, a retração de consumo de combustível por veículos leves em grandes centros urbanos aponta para menos circulação e, portanto, menor probabilidade de acidentes. 

Ainda assim, esses dados indicam um cenário alentador em termos de esforço com resultados de governos, entidades públicas, organizações civis e não governamentais, além de melhoria nos próprios veículos em circulação tanto em segurança passiva quanto ativa.

Um dos movimentos marcantes é o Maio Amarelo, mês dedicado a estimular ações coordenadas e incentivadas pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) com apoio de entidades de vários setores. Contabilizados ao longo de junho passado os números impressionam.

Mais de quatro mil ações em diversas cidades do país; 80 mil likes nas páginas oficiais do Movimento no Facebook (FB); cinco milhões de pessoas alcançadas no FB, 500 mil acessos no site do Maio Amarelo (entre janeiro e maio de 2017); mais de quatro mil empresas e entidades (públicas e particulares) promoveram atividades; dois milhões de visualizações nos dois vídeos da campanha; mais de 385% de aumento de mídia espontânea em relação a 2016 e mais de 115% de aumento nas palavras “Maio Amarelo” em pesquisas do Google.

Vamos agir juntos por um trânsito mais seguro. Que o bom resultado de 2016 seja tendência e não apenas melhora pontual. Um estímulo para todos.

RODA VIVA

SOBREVIVER como importador no Brasil é tarefa ingrata. Ao completar 25 anos como representante da marca Kia no Brasil, o Grupo Gandini experimentou da euforia ao desânimo. 

Até tentou montar a van Besta, na Zona Franca, de Manaus, inviabilizada pela logística, em 1995. 

Depois de 400.000 unidades importadas espera novos tempos com o fim do Inovar-Auto no final de dezembro.

MEIO século de tradição em modelos de alto desempenho completa a subsidiária AMG da Mercedes-Benz. 

A despeito do preço elevado, comercializou quase 300 unidades no primeiro semestre ou 45% desse nicho que inclui BMW (M) e Audi (RS). 

Topo de linha GT-R tem 585 cv, controle de tração ajustável e eixo traseiro direcional entre outros itens por R$ 1.199.000.

MAIS impressionante é o sedã Mercedes-AMG E 63 S Matic+, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 3,4 s apesar de quase duas toneladas de peso. 

Com 612 cv e acachapantes 85 kgfm (cerca de três vezes mais que turbo de carro médio) tem tração nas quatro rodas variável, suspensão pneumática e controle de largada para disparar adrenalina. Começa em R$ 699.900.

AUDI lançou segunda geração do sedã-cupê A5 Sportback com preços que vão de R$ 189.990 a 268.990. 

Linhas ganharam dinamismo e a potência parte de 252 cv do motor turbo de 2 litros. Espaço para joelhos atrás cresceu 2,4 cm. 

Reações ao volante são bastante precisas. Sistema de condução semiautônoma permite aliviar estresse no para-e-anda do trânsito.

VIAGEM entre Santarém e Alter do Chão, no Pará, colocou à prova aptidão do novo Land Rover Discovery em situações fora de estrada de grau médio de dificuldade. 

Mesmo com pneus não adequados para a “aventura”, o SUV de grande porte não se intimidou inclusive em passagens de vau de até 90 cm de profundidade. Controles eletrônicos mais atuantes facilitam tudo.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

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