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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Para produzir automóveis autônomos, chegou-se à conclusão que nenhuma empresa conseguirá viabilizar sozinha esses carros. // Google liberou o aplicativo de rotas alternativas Waze para uso em telefones inteligentes dotados de Android Auto. VW aos poucos mostra a nova cara do Polo


Alta Roda         


Nº 952 — 4/8/17

Fernando Calmon

AUTÔNOMOS IRREVERSÍVEIS


Os carros autônomos chegam ao nosso dia a dia e, cedo ou tarde, serão dominantes. Mas não haverá a tecnologia dominante. 

Há tempos, esta Coluna apontou que os gigantes da teleinformática, em especial Google e Apple, acostumados a ganhar muito dinheiro e a enfrentar riscos relativamente baixos, teriam desagradáveis surpresas quando fizessem contas para produzir um veículo. Isso acabou se confirmando e ambas desistiram.

Agora, se admite que nenhuma empresa conseguirá viabilizar sozinha um automóvel autônomo. Fabricantes podem optar por se juntar à dupla do barulho, se associar a outros fornecedores, desenvolver sua própria tecnologia ou uma combinação dessas possibilidades. Por trás disso há uma mina de ouro: informações sobre hábitos e preferência de quem utiliza o carro.

Importante conhecer os cinco níveis classificatórios de automação criados pela SAE (Sociedade de Engenheiros Automobilísticos), dos EUA, aceitos internacionalmente. 
No primeiro nível estão os controles eletrônicos usuais de estabilidade e limitadores de velocidade. 

Depois, seguem os de velocidade de cruzeiro adaptativo e de permanência na faixa de rolamento, mas neste caso o motorista deve assumir o comando do volante a intervalos regulares.

Direção autônoma (ou semiautônoma, como a Coluna defende) aparece no terceiro nível. O veículo segue o fluxo de trânsito sem intervenção do motorista. Alemanha foi o primeiro país, em maio último, a autorizar seu uso, ao lado de alguns estados americanos. 

A única restrição é sempre haver uma pessoa no banco do condutor para assumir a direção, quando o sistema detectar que perdeu os parâmetros de segurança. Já existem modelos importados à venda no Brasil com estes recursos.

No quarto nível, a autonomia é completa, sem necessidade de um motorista atrás do volante em ambientes controlados com boas rodovias e condições climáticas favoráveis. 

Neste caso, ainda faltam soluções tecnológicas a custos razoáveis que podem levar de cinco a dez anos. No quinto, ainda mais distante, sem nenhuma restrição.

Em 2019, a lei alemã (nível três) será reanalisada. Porém, todos os veículos deste tipo devem desde já ter gravador de dados semelhante à caixa preta dos aviões para esclarecimentos em caso de acidente. 

Durante a condução autônoma, o condutor poderá utilizar equipamentos eletrônicos, telefone ou responder mensagens. 

Ele não será multado, pois, em um país organizado, o automóvel estará registrado como autônomo e eventuais multas, canceladas antes de sua emissão. 

Se houver acidente o gravador indicará as circunstâncias e se atribuirá culpa ao motorista, por mau uso do sistema, ou ao fabricante.

No Brasil, carros com esse tipo de equipamento receberão multas mesmo em modo semiautônomo, salvo se houver um sopro de modernidade vindo do Contran, em Brasília. 

É bom lembrar que os antigos navegadores portáteis chegaram a ser proibidos aqui. Só se permitiam pictogramas (setas indicativas do percurso) no painel. 

O ideal seria acompanhar de perto o que já se faz no exterior, antevendo consequências da modernidade e diminuir a cultura de multar sem preocupação de educar.

Mas, isso seria pedir demais...

RODA VIVA

MARCADO para agosto de 2018, segundo fonte da Coluna, início de produção em Sorocaba (SP) da linha intermediária da Toyota entre Etios e Corolla, nas versões hatch e sedã. Utilizará mesma arquitetura modular da nova geração do Corolla, a estrear em 2019. Os dois produtos inéditos chamam-se Yaris e Vios, no exterior, mas estes nomes não estão confirmados aqui.

VOLKSWAGEN
libera, aos poucos, pormenores da sexta geração do Polo. Apresentação em setembro e vendas em outubro. Haverá ampla diversificação de preço. 

Opcionalmente, quadro de instrumentos permitirá ver mapa do percurso em tela cheia de 10 pol., sem partilhar velocímetro e conta-giros. Motor turbo de 1 litro/3-cilindos terá potência aumentada para 128 cv (etanol).

EMBORA minivans estejam em queda de aceitação, a francesa C4 Picasso de cinco lugares é um modelo elegante, com visibilidade muito acima da média e interior supreendentemente bem resolvido. 

Em razão de grande área envidraçada motor 1,6 turbo/165 cv sofre um pouco para lidar com massa de 1.405 kg. Suspensões são algo ruidosas em piso irregular.

CROSSOVER mais do que SUV (à moda do Honda WR-V), JAC T40 tem no preço, espaço interno e mecânica atualizada os maiores atrativos. 

Versão inicial, completa, sai por R$ 58.990. Inclui câmera para gravar o que acontece à frente do veículo, acessório-febre em países como Rússia e China. Motor 1,5 litro/127 cv (etanol) garante boa agilidade para 1.125 kg de massa.

FINALMENTE, Google liberou o aplicativo de rotas alternativas Waze para uso em telefones inteligentes dotados de Android Auto e que podem sincronizar com sistema multimídia compatível. Car Play, da Apple, está fora. Ainda há a limitação de uso de cabo, mas pelo menos carrega a bateria do celular. Chevrolet Onix foi escolhido o carro parceiro do lançamento no Brasil.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

ATENÇÃO OFICINAS E POSTOS PARA MAIS UMA ETAPA DO PROJETO "TROCA BEM". O piloto César Urnhani, comentarista automotivo da televisão e embaixador da YPF lubrificantes no Brasil, realiza palestras para os clientes da marca no Paraná e em Santa Catarina. no dia 10, em Blumenau e dia 25, em Cascavel,





Os encontros serão nas cidades de Blumenau e Cascavel, e fazem parte da terceira etapa do tour batizado de “Troca Bem” que o embaixador da YPF no Brasil está realizando junto com empresas distribuidoras dos lubrificantes da marca.

O evento de Blumenau em parceria com a DYSPEF, distribuidor YPF da região, será no dia 10 de agosto, às 19 horas, na Fundação Fritz Muller, na Rua Iguaçu, 151.

O evento de Cascavel, em parceria com ALA Distribuidora, distribuidor YPF da região, será no dia 25 de agosto, às 19h30min horas, na Associação Comercial de Cascavel, Rua Pernambuco, 1.800 – Centro.

“A palestra do César focada em sonhos, conquistas e superação é uma mensagem muito alinhada ao momento que vivemos no país. Vale a pena participar", convida Flávia Simeoni, gerente de Marketing da YPF.

Os proprietários de oficinas de troca de óleo interessados em participar do evento em Blumenau podem se inscrever pelo telefone (47) 33334-2577. Já os interessados no evento de Cascavél podem fazer contato pelo telefone (45) 3228-2700.

Durante os eventos os clientes participarão de noites especiais com direito a palestra do piloto, promoção e brindes exclusivos.

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Sobre a YPF - A YPF é a empresa líder em exploração e produção de hidrocarbonetos na Argentina. É a maior empresa do país e lidera o mercado de lubrificantes com 40% de market share. É também a 3ª maior petrolífera das Américas e soma mais de 1500 postos de combustíveis. Sua planta de lubrificantes, em La Plata, é uma das mais modernas da América, com excelência em qualidade e as certificações ISO 9001, 14001 e TS 16496. Atuando no Brasil desde 1998, a YPF tem de sede e fábrica em São Paulo e distribuidores nos principais centros consumidores do país. www.ypf.com.br

Sobre Cesar Urnhani – 30 anos piloto de teste da indústria automobilística, detentor de 03 títulos Brasileiros (Mil milhas de 2001, Capacete de ouro de 2007 e Maserati de 2008), piloto de testes do programa AutoEsporte, Comentarista do CBN Motor e Palestrante.

Com seis anos de garantia, o JAC T40 entra no mercado dos SUVs brasileiro com preço arrebatador e carregado da mais moderna tecnologia de segurança e entretenimento. Projeto bem ajustado, formato SUV/SAV/Crossover, quer oferecer rolagem agradável, boa aparência e habitabilidade. Consegue. As linhas são atrativas, o tratamento interno simpático aos olhos e ao tato. Concorrentes do T40 são os veículos próximos em preço e desenho, como o Hyundai HB20X, Honda WR-V, Renault Sandero Stepway e Citroën Aircross, com preços superiores: R$ 58.990 e R$ 56.990


Coluna nº 3.117 - 4 de agosto  de 2017
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O bem bolado JAC T40

Bem moldado, boa aparência, bom conteúdo, bem marcado por novidades, bem situado dentre concorrentes, preço bem definido. É o bem bolado JAC T40. Referências positivas bem o descrevem a partir da racionalidade.

Nasceu em 2011 como demanda do empreendedor nacional Sérgio Habib instigando a matriz chinesa a criar produto em seu centro de estilo na Itália. 

Seria, então, um hatch, solução ideal a mercado consumidor de veículos de dois volumes. Porém, tudo mudou. Tendência mundial alterou linhas, com frente elevada, larga, para lembrar o Jeep e sua imbricada noção de valentia, os SUV, SAV, crossover, ou hatch dissimulado, perfil e morfologia hoje responsável por 23% das vendas de veículos leves. Desenho inicial foi retocado e iniciou ser vendido em 2015.

No Brasil, a JAC planejou fábrica na Bahia para produzir o primeiro modelo da marca trazido ao País, o J3 adequado ao gosto nacional: qualidade em partes interfaceando com o comprador – palhetas do limpador de para-brisas idênticas às dos Mercedes -, e conteúdo rico. Na medida do bolso, pagando impostos de importação, e bem equipado, custava o mesmo de carro nacional pelado.

Durou pouco. Por alguma coincidência o Governo Federal mudou a legislação e, para incentivar negócio hoje inviável – aos investidores e à sociedade - pelo nível de nacionalização igual ao assinalado no governo Vargas, produzir Audis, Mercedes, BMW, Land Rovers. 

E impôs aumento de IPI e cotas de importação. Consequência, o negócio encolheu, fechou importadoras, concessionárias, empregos. 

O ministro da área à época era Fernando Pimentel, queridinho de Dilma e PT, e hoje multi processado governador de Minas Gerais.

De novo
Mercado retraído, o sócio chinês foi-se, fábrica se inviabilizou. Mudou tudo, exceto o diferencial de adequar produtos ao gosto nacional e vendê-los importados, equipados, ao preço de nacional simples. O T40 é assim.

Cenário atual, fábrica postergada a prazo desconhecido; necessidade de recompor perdas, JAC Brasil concentrará esforços no modelo, trazendo 300 unidades/mês. 

Ano próximo, finda a barreira de importação super tarifada, volume aumentará em T40. Automóveis deixarão de ser importados e exceções na linha serão um VUC (veículo urbano de carga) e picape cabine dupla.

A partir da nova regulamentação industrial, a Rota 2030, e dos resultados com o T40, será definida a montagem no Brasil, em primeiro passo aproveitando ociosidade de fábricas locais – HPE, de Mitsubishis e Chery, por exemplo.

Como é

Projeto bem ajustado, formato SUV/SAV/Crossover, quer oferecer rolagem agradável, boa aparência e habitabilidade. Consegue. 
As linhas são atrativas, o tratamento interno simpático aos olhos e ao tato. 

Bancos frontais especialmente receptivos, painel bem distribuído, comandos à mão. Os chineses aprendem, rapidamente, fazer automóveis.

Concorrentes do T40 são os veículos próximos em preço e desenho, como o Hyundai HB20X, Honda WR-V, Renault Sandero Stepway e Citroën Aircross.

Estilo desenvolvido na Itália, medidas contidas: entre eixos 2,49m, 4,13m de comprimento, 1,56m de altura e ampla largura de 1,75m, maior porta malas da categoria. Internamente, piso plano na traseira para facilitar manuseio de carga; volante revestido em couro, painel com instrumentos analógicos e pequeno mostrador digital indicando consumo e odômetro. 

Pouco brilho dos números dificultou a leitura e, passando por dificuldade, Sérgio Habib, presidente da JAC, chamou o engenheiro responsável para correção imediata, via programação eletrônica.

Motorização por 4 cilindros em linha, 1.500 cm3, duplo comando de válvulas com sistema de abertura variável, 125/127 cv e 15,2/15,7 m.kgf de torque, gasálcool/álcool. 

Transmissão de cinco marchas, mecânica, tração dianteira. Suspensão frontal Mc Pherson, traseira por eixo torcional, direção com assistência elétrica, freios a disco nas quatro rodas, expondo as pinças revestidas em vermelho para realçar o sistema.

Eletrônica de segurança, travamento automático das portas, assistente de frenagem de pânico (BAS); controle eletrônico de estabilidade (ESP), e tração (TCS); auxiliar de partida em rampa (HSA); monitoramento da pressão dos pneus; sensor de estacionamento; luzes diurnas em LEDs, sensor crepuscular; controlador de velocidade; prendedores Isofix para cadeiras infantis; retrovisores elétricos; volante com comando de som; rodas de liga leve aro 16”.

Preços
Valores competitivos. Versão de pico R$ 58.990, completa, incluindo câmera de ré e, exceção, frontal. Opcional, dois tons. Não há GPS. Diz Habib, o hábito nacional de utilizar o aplicativo Wase no celular, fez desistir da tela com GPS.

Até o final do ano, versão sem as câmeras, a R$ 56.990. Ano próximo versão superior, câmbio automático CVT, adicional por R$ 5.000,00.

JAC T40, bem bolado

Importação de carros velhos aguarda apoio

No Senado
, aguardando assinaturas populares, Sugestão Legislativa para se transformar em Projeto de Lei, busca autorizar importação de automóveis com mais de 10 anos de uso.

Justificativa simplória: permitir aos cidadãos a liberdade de consumir bens de consumo de um mercado globalizado, gerando oportunidades de renda, emprego e impostos no país. 

Uma excrecência. Ou, por ignorância ou má fé, querem abrir os portos para importar veículos descartados por falta de segurança. 

Não serão vistosos, cintilantes, modernos, econômicos, seguros e pouco poluentes Cadillacs, Lincolns, Mercedes, Porsches, Hondas, Toyotas, mas carros refugados nas inspeções de segurança, comprados a preço de banana e importados para se tornar em perigo rodante nas ruas e estradas brasileiras.

Sucata
Veículos no exterior, com mais de 10 anos de uso são, em esmagadora maioria, reprovados nas inspeções de segurança veicular, e os reparos para torná-los aptos e seguros tem custo superior à razoabilidade. 

Nesta situação, donos pagam a negociantes especializados para tirá-los de circulação, enviando-os a países de terceiro mundo para, sem reparos, iniciar um ciclo final. 

Destes, os que conseguirem andar, não terão manutenção adequada, pois não se imagina compradores de tais refugos com saldo bancário suficiente a comprar inexistentes ou caros reparos necessários a torná-los aptos a circular com segurança. A justificativa da criação de renda, emprego e impostos é irreal.

História
Ideia recorrente. Ao início dos anos ’90 um deputado cearense fez proposta idêntica, assustando o Governo Federal. 

E logo em seguida importadores chilenos apareceram no então Ministério da Indústria e Comércio para conversar sobre o assunto. 

Sem ter a ideia acatada, indagaram nome do advogado com maiores êxitos em propostas no Ministério. Chegaram a profissional estabelecido em Brasília, apresentaram a ideia e capacidade econômica para sustentar honorários à altura. 

Argumentaram com o fato de importar de todo o mundo e vender para o norte do Chile, Paraguai, Bolívia e Peru 70 mil unidades/ano. 

E aduziram a justeza da proposta pelo fato de a Toyota fazer tal operação. Situação diversa: para não ver o mercado peruano, de seu interesse, invadido por sucatas depondo contra sua marca e imagem, a marca japonesa os importava, revisava, vendia e garantia.

Na Câmara, o projeto foi rejeitado na Comissão de Economia, e fora dela o advogado explicou não trabalhar contra o país. 

A seu ver a enxurrada de usados desinteressaria investimentos externos para implantar ou expandir linhas de produção. 

E dar empregos e recolher impostos internos superava as vantagens de importadores. Poderia ser bom para meia dúzia, porém ruim para milhões. A ideia se encerrou aí.

Fênix
Não se sabe a quem interessa a proposta rediviva. Fato é, encher ruas e estradas com veículos barrados nas inspeções de segurança de outros países, com manutenção desidiosa, em nada contribui com o desenvolvimento do país, aumenta o recolhimento de impostos ou gera empregos locais. 

Até agora, tal Sugestão recolheu 25% das assinaturas para transformá-la em PL. No link uma curiosidade: pode-se apenas assinar, sem espaço para contestar ou chamar os autores à razão.

Quanto custa o Stelvio, suv Alfa

Aguardado, proclamado, saudado, Stelvio, suv Alfa Romeo sobre a plataforma do Giulia, terá vendas em setembro. A não atingida previsão de demanda pela sedã, fez a FCA cortar números em 10% ante concorrentes Mercedes GLC e Audi Q4. 

Custa, na Inglaterra, 34.000 libras esterlinas – uns R$ 140 mil. Preço para versão de entrada, motor 2.0, turbo, 197 cv, tração traseira, via transmissão automática com oito velocidades. 

Intermediárias, diesel 197 cv e gasolina, topo de linha QV, V6, 2,9 litros, dois turbos, 503 cv, dito motor-de-Ferrari, tração nas 4 rodas. 

Quatro versões de decoração com rodas de liga leve, tela em 22 cm, sistema de infodiversão, volante revestido em couro, e refinamentos de segurança eletrônica: freio autônomo para emergências, alarme de troca de faixa.

Quase topo a Speciale, motor de 276 cv, rodas 19”, pinças de freio em vermelho, faróis em xenon, estofamento em couro, bancos frontais aquecidos.

Em estilo mantém identidade visual com o sedã Giulia, a imponente grade triangular, os traços vigorosos no capô, em projeto para aproximá-lo de um cupê e distanciá-lo de um jipe. No interior muito em disposição e componentes Giulia.

Promessa é oferecer esportivo utilitário imponente, performático, personalista. Não há expectativa do retorno da marca ao Brasil.

Alfa Stelvio. Distante


Roda-a-Roda

Novo Rolls – Marca de escol, Rolls-Royce pouco altera as linhas de seus produtos, mas quando o faz é para valer, como agora.

Tudo – Novo Phantom 2018 mudou estética, chassis, agora em alumínio, apto a receber motorizações a gasolina, elétrica ou híbrida.

Servirá ao SUV Cullinan e à nova geração de Ghosts, Wraiths e Dawn.

E? - Motor básico, BMW, V12, 6,75 litros, dois turbos, 563 cv. Preços na Europa, equivalentes a R$ 538.000 – lá, sem impostos.


Novo Rolls. Escol e tecnologia


Primeira? – Quieta, Aliança unindo Renault, Dacia, Nissan e Mitsubishi exibe números e concreta possibilidade de assumir liderança mundial de vendas em 2017.

Números – Vendas do grupo atingiram 5.268.079 unidades no primeiro semestre, somando veículos diesel, flex e quase meio milhão de elétricos. No total, cresceu 7%: Renault e Dacia 10,4%; Nissan 5,6%. 

Curiosidade - Mitsubishi 2,4%, mas registra recuperação de vendas dos modelos Kei – até 660 cm3 de cilindrada -, cujos problemas levaram a companhia a ser assumida pela Aliança.

Situação – Volkswagen e Toyota disputam a liderança carro-a-carro.

Pelo ar – Na Europa, Peugeot-Citroën-DS, sob o guarda-chuva corporativo PSA iniciaram vender on line suas marcas diretamente pela Internet. Tomaram como base resultados de iniciativa da Citroën no Brasil.

Carona – Renault implementou negócio aqui: Kwid, o queridinho, será vendido apenas pela internet, ou diretamente, ou, acessável nos salões dos revendedores.

Menos e mais – Enfrentando prejuízo sequencial, GM vendeu as operações industriais na Inglaterra e Alemanha para a PSA, Peugeot-Citroën. Marcas foram assumidas e têm 100 dias para apresentar um projeto de atuação.

P’ra Fora – Hyundai iniciou exportar SUV Creta ao Paraguai. Cliente de caderno, foi destino dos primeiros HB20 exportados. 

De princípio, 50 unidades mensais ao total de 260. 

2016 Hyundai enviou 1.220 unidades a Paraguai e Uruguai.

Pancada – Nova avaliação do Latin NCAP, instituto testador de segurança em veículos, deu más notas ao Fiat Mobi. Em cinco estrelas, atingiu apenas uma e, diz a entidade, é fraca a proteção ao peito do adulto em impactos laterais.

Igual – Comparou o Mobi aos resultados rasteiros exibidos pelo Chevrolet Onix, justificando danos pela falta de bolsas laterais de ar e de cinto de três pontos para todos os passageiros no banco traseiro.

Parlamento – Custando caro – mais de R$ 1 milhão/hora -, nosso Parlamento deveria ser casa de saber e equilíbrio propondo medidas para melhorar País e condições a seus habitantes – eleitores de Deputados e Senadores. Não ocorre.

Caminho – Veem o mandato como nomeação para um cartório, ser quase tão poderoso quanto Donatário de Capitania quase Hereditária – em muitos casos o são. 

Pouco se dão às demandas populares para melhorar a administração do País, preferindo ampliar suas inexplicáveis mordomias e facilidades para se eternizar no poder.

Veículos – Exemplos de falta de compromisso com os eleitores existem em volume industrial. Mais recentes, volta do extintor de incêndio; proibição do estepe ser roda de segurança – restringindo reduzir o tamanho dos veículos.

Mais – PL na Câmara, Comissão de Defesa do Consumidor proíbe alteração em veículos até um ano após licenciados, tipo lei da regulagem do mercado, como o faz outra proposta: exige cada marca manter modelo à venda por pelo menos 10 anos...

Pode? – Restringir a um ou dois o secretariado de cada deputado – hoje são até 24 -, ou cortar despesas para manter o mandato, não se propôs.

Evolução – Bomba MagiFlux 2.0, ferramenta para trocar líquidos por sistema mecânico com válvula com esfera de vidro, tem nova versão. Uso prático, rápido, seguro. Mais, www.magiflux.com.br


Gente – Christopher Podgorski, vice-presidente mundial de vendas da Scania, localização. 

OOOO Novo presidente e CEO da Scania no Brasil, segunda maior operação da marca no mundo. 

OOOO Primeiro brasileiro, apesar do nome. 

OOOO Marcelo Cosentino, jornalista, progressão. 

OOOO De auxiliar na Comunicação da Renault, é o número UM da Cummins, de motores diesel. 

OOOO Maira Nascimento, jornalista, ex-Ford, agora é ex-CAOA. OOOO 

Corte interno. 

OOOO João Ciaco, diretor da FCA, extensão: incorporou a área de comunicação. 

OOOO Felipe Nicoliello, 60, paisagista e presidente do Puma Clube, passou. 

OOOO Conhecedor generoso foi o grande pilar de preservação da marca e originalidade dos Puma. OOOO
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GM anuncia investimento em Gravataí. Aporte de R$ 1.4 bi será aplicado no desenvolvimento de novos produtos e introduzir conceitos inovadores de manufatura e qualidade 4.0



São Caetano do Sul -A General Motors vai investir R$ 1,4 bilhão no Complexo Industrial de Gravataí (RS). O montante é parte do plano de investimentos de R$ 13 bilhões no Brasil entre 2014 e 2019.

O aporte, de R$ 1,4 bilhão, tem como objetivo fortalecer o negócio da GM através do desenvolvimento de novas tecnologias e introdução de conceitos inovadores de manufatura para a produção de novos veículos, em adição aos já produzidos na fábrica.

Os investimentos vão fortalecer ainda mais a presença da GM no Rio Grande do Sul, já estão atraindo cinco novos fornecedores para o Estado e criarão novos postos de trabalho.

“A GM acredita no potencial de crescimento do mercado no Brasil e está realizando o maior plano de investimentos da história da indústria no país. O novo aporte às operações no Rio Grande do Sul vai permitir ampliar a linha de produtos da Chevrolet, com foco em conectividade total, segurança e eficiência energética. A fábrica de Gravataí será uma referência global em manufatura e qualidade 4.0”, disse Carlos Zarlenga, presidente da General Motors Mercosul.

O novo investimento vai preparar a GM Mercosul para se tornar uma plataforma de exportação global.


Histórico da GM de Gravataí
17/03/1997 - Anúncio do município de Gravataí como sede do Complexo da GM
20/07/2000 - Inauguração oficial do Complexo Industrial Automotivo de Gravataí
02/09/2000 - Lançamento do Chevrolet Celta
20/05/2005 - Produção do Celta de número 500.000
01/10/2006 - Lançamento do Chevrolet Prisma
20/05/2008 - Produção do carro de número 1.000.000
09/06/2010 - Início oficial das obras do Projeto Onix
27/08/2010 - Produção de 1,5 milhão de veículos
30/10/2012 - Lançamento do Chevrolet Onix
13/12/2012 - Produção do veículo de número 2.000.000
26/02/2013 - Lançamento do novo Chevrolet Prisma
16/07/2013 - Lançamento dos Chevrolet Onix e Prisma com opção de transmissão automática
25/07/2014 - Produção de 2,5 milhões de veículos
20/07/2015 - Aniversário de 15 anos do Complexo Industrial de Gravataí
27/07/2016 – GM lança Onix Activ
05/08/2016 – GM lança Onix Joy
24/08/2016 - GM atinge 3 milhões de carros produzidos em Gravataí
14/03/2017 – Onix foi o carro mais vendido da América Latina em 2016
05/05/2017 – GM lança Onix Effect
20/07/2017 - Aniversário de 17 anos do Complexo Industrial de Gravataí

Fãs de quadris e UTVs preparam passeio no Espírito Santo. De Serra a Santa Teresa, evento conta com a organização da concessionária BRP Vitta Náutica neste sábado (5)




Vitória (ES) – Os fãs de quadriciclos e UTVs têm diversão garantida neste sábado (5), no Espírito Santo. A concessionária BRP Vitta Náutica realiza um passeio com partida em Serra, na região metropolitana de Vitória, até Santa Teresa, apontada como uma das mais belas cidades das montanhas capixabas.

“A trilha tem cerca de 100 quilômetros, com passagem por parques estaduais, rampas de vôo livre, vinícolas e muita lama”, antecipou Bruno Ferreguete, do Grupo Vitta – responsável pelas lojas Vitta Naútica em Vitória (ES), Vitta Motorsports em Linhares (ES) e Vittacar em Teixeira de Freitas (BA).

“Será o primeiro passeio para quadris e UTVs promovido pela Vitta Naútica e as expectativas são ótimas, principalmente pelo fato de podermos mostrar aos proprietários que podem utilizar seus ‘brinquedos’ bem próximo à região metropolitana de Vitória, onde já encontramos um ambiente totalmente off-road”, continuou.

Além de diversão na trilha, o evento promete uma grande confraternização entre os fãs do off-road. “O Espírito Santo já tem uma comunidade de quadriciclos e UTVs e queremos ampliar ainda mais esse grupo. A nossa região tem muitos lugares para aproveitar”, concluiu Ferreguete.

Para mais informações sobre o evento, os interessados devem entrar em contato com a equipe da Vitta Naútica no telefone (27) 3200-3810.



quarta-feira, 2 de agosto de 2017

JAC Motors Brasil lança no mercado o mais novo SUV da marca, o T40, com motor 1.5 16v VVT Jetflex, por R$ 56.990 e R$ 58.990. Vem equipado com cruise control, ESP, HSA (assistente de partida em rampas), câmera de ré, kit multimídia. Em 2018, chegará a versão com câmbio automático e seis anos de garantia




Concebido inicialmente para ser produzido no Brasil, o JAC T40 faz sua estreia no mercado brasileiro neste mês de agosto.

As primeiras unidades começam a desembarcar nos próximos dias e já serão imediatamente distribuídas pela rede de concessionários JAC Motors de todo o País. 



O terceiro SUV da JAC no País vai estrear em versão única de motor 1.5 16V VVT JetFlex, câmbio manual e seis anos de garantia. A versão com opção de transmissão automática CVT chegará em 2018.

Posicionado com preço competitivo, o novo SUV da JAC Motors vai custar R$ 56.990 (Pack 2) e R$ 58.990 (Pack 3). O T40 traz, além de todo o pacote vasto de equipamentos de série e custo/benefício atraente, ingredientes específicos para seduzir o exigente comprador de SUV´s.



“O JAC T40 foi integralmente concebido para o Brasil. Tudo nele foi pensado para satisfazer ao consumidor brasileiro, motivo pelo qual esperamos que logo se transforme em um sucesso de vendas”, garante Sérgio Habib, presidente da JAC Motors do Brasil.

Além de um espaço interno e volume de porta-malas absolutamente incomparáveis no segmento, o JAC T40 é bonito, moderno, denota o status de modelo de maior porte e inova no mercado brasileiro com a exclusiva JAC Connect Front Camera. 


Em conjunto com o aplicativo JAC View, o sistema é capaz de registrar filmes (com áudio) de todos os percursos percorridos pelo T40, o que, além do atrativo tradicional em si, pelas possibilidades que cria de gravação de passeios a aventuras com o T40, visa uma robusta redução dos preços do seguro em nosso mercado.

Quando foi desenhado na Itália, ao gosto específico do consumidor brasileiro, o JAC T40 trouxe as necessidades de uso de um SUV de entrada, incluindo o design agressivo e contemporâneo a diversos detalhes de acabamento que denotam uma classe superior. 


O modelo inclui diversos apliques cromados, com destaque para a grade frontal (traz a nova logotipia da JAC MOTORS), a moldura lateral na base da área envidraçada e os filetes no para-choque traseiro. Alto e largo, o T40 é seguramente a resposta fiel dos designers italianos às necessidades do consumidor brasileiro. 

Além de permitir a acomodação de passageiros adultos no banco traseiro – a carroceria possui 1,57 metro de altura –, o T40 exibe a largura de modelos do segmento médio do mercado: 1,75 m, o que o equipara a um JAC J5, por exemplo, que tem apenas 2 cm a mais. E isso faz toda a diferença desse segmento! 


O lançamento da JAC Motors efetivamente acomoda três passageiros no banco traseiro, que têm espaço para ombros e cabeças. E isso não é tudo: com 450 litros de capacidade cúbica no porta-malas, ele é um dos carros mais espaçosos da categoria no compartimento de bagagem.

Custo x benefício 
A despeito desse pacote de vantagens, o modelo trazido pela JAC Motors está muito bem posicionado no ranking de preços dos SUV´s, assemelhando-se, em valores, a modelos aventureiros de porte menor e menos equipados. 


Na versão Pack 2, o JAC T40 custa apenas R$ 56.990. 
E já vem equipado com:Travamento automático das portas a 15 km/h;
Aviso de cinto não acoplado (piloto e copiloto);
Freios com ABS e EBD;
BAS - Brake Assist System (assistente para frenagens de pânico);
BOS - Brake Overide System (pedal “inteligente” de freio);
ESP - Eletronic Stability Program (controle eletrônico de estabilidade);
TCS - Traction Control System (controle eletrônico de tração);
HSA - Hill Start Assist (assistente de partida em rampas);
TPMS - Tire Pressure Monitoring System (sistema de monitoramento da pressão dos pneus);

Sensor de estacionamento traseiro;
Luzes diurnas de LED;
Luzes de conversão estática – faróis seguem o movimento de esterçamento do volante em baixas velocidades para auxiliar nas manobras;

Retrovisor interno antiofuscante;
Função GSI (Indicador de troca de marchas);
Função "Follow Me Home";
Abertura interna da tampa do tanque de combustível;
Trava elétrica das 4 portas e da tampa do porta-malas;
Imobilizador;
Alarme antifurto;


Cruise control (controlador de velocidade), acionado por teclas no volante;
Piloto automático;
Espelhos retrovisores externos com ajuste elétrico;
Faróis com regulagem elétrica de altura do facho;
Faróis com acendimento automático em função da luminosidade (sensor crepuscular);
Volante revestido em couro;
Banco do Motorista com ajuste de altura;
Dois assentos com Isofix;
Rodas de liga leve com 16 polegadas, pneus 205/55 R16;
Direção com assistência elétrica;
Comandos de áudio no volante de direção.

Quando configurado no Pack 3 (R$ 58.990), 
o JAC T40 acrescenta os seguintes equipamentos:JAC Connect Front Camera;
Câmera de ré;
Kit multimídia com tela de 8 polegadas.

Como único opcional, o JAC T40 ainda é oferecido com a pintura bicolor, que custa R$ 1.990.

Projeto “Brasil”
“The biggest model in its segment”. Com esse simples briefing, o JAC T40 começou a ser idealizado em março de 2011, no exato instante em que nascia a JAC Motors Brasil. Já se previa, à época, que o casamento entre a marca chinesa e o Grupo SHC, responsável pela importação dos modelos ao país, renderia frutos rapidamente. 

Uma equipe de engenheiros liderada pelo presidente da empresa no Brasil, Sérgio Habib, desembarcava em Turim, na Itália, para encomendar um novo SUV para o mercado brasileiro, que estrearia a linha de produção da JAC Motors por aqui.


E foi essa a primeira exigência efetuada pela equipe de brasileiros aos profissionais do JAC Italy Design Center, onde o T40, batizado como projeto A30 à época, já ganharia apenas dois meses depois os primeiros sketches (propostas de design ainda efetuadas no papel). 

O primeiro protótipo em clay (argila) ficaria pronto em setembro daquele ano, com análise de propostas que duraria até janeiro de 2012. 


Neste instante, os representantes da marca no Brasil realizaram o “freezing style”, ou “congelamento do estilo” numa tradução livre, que é quando você define o design final do modelo.

Os modelos pré-série, já prontos para rodar e efetuar os testes de durabilidade, começaram a circular por estradas chinesas em meados de 2014. 


Com o redirecionamento do futuro da fábrica da JAC Motors no Brasil, que alterou o plano inicialmente previsto, o JAC T40 acabou sendo lançado antes no mercado chinês, o que ocorreu em agosto de 2015, onde recebeu o nome de JAC S2. Logo depois, os testes de durabilidade foram iniciados também em território brasileiro, cumprindo o objetivo regiamente previsto pela marca de 1 milhão de km rodados no País.

Um SUV de verdade
Ao estrear no mercado nacional, o JAC T40 abre uma importante opção ao consumidor verdadeiramente interessado na compra de um SUV. 


Não se trata de um modelo compacto posicionado como aventureiro ou simplesmente batizado de SUV. O JAC T40 possui aptidões bem específicas para essa configuração, como a altura livre do solo, que é de 18 cm. 

Suas suspensões, por exemplo, aliam a robustez de uso em off-road leve à performance no asfalto, constituindo-se da aclamada receita com MacPherson na dianteira e eixo de torção na traseira.


O terceiro SUV lançado pela marca no Brasil oferece motor igual ao do T5. Trata-se de uma unidade 1.5 VVT 16V JetFlex, que desenvolve a potência de 125 cv (gasolina) e 127 cv (etanol), com torque máximo de 152 Nm e 154 Nm, respectivamente. 


Como prova de um modelo de categoria superior, o JAC T40, além de todos os dispositivos eletrônicos que assessoram nas frenagens, possui um conjunto mecânico mais eficiente que seus rivais: discos ventilados nas rodas da frente e discos sólidos na traseira. O detalhe “esportivo” recai sobre os cálipers vermelhos nas quatro rodas.


terça-feira, 1 de agosto de 2017

O Novo Polo traz o futuro para o segmento de compactos premium no mercado brasileiro. Mais espaço interno, motores eficientes e de alto desempenho, altos níveis de segurança, muita conectividade e avançados recursos de tecnologia”, diz David Powels, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil e América do Sul (SAM)






COLUNA 
MECÂNICA ONLINE® 

1 | Agosto | 2017





Entenda como a estratégia modular MQB 
vai criar uma Nova Volkswagen no Brasil


Uma nova era na produção de veículos está sendo iniciada na Fábrica Anchieta, localizada em São Bernardo do Campo (SP), para modelos compactos da Volkswagen do Brasil.

O conceito MQB, mais moderno sistema para desenvolvimento e produção de veículos no mundo vai criar um novo patamar de categoria para os veículos compactos produzidos pela marca. A transformação é tão grande que podemos declarar que surge a Nova Volkswagen do Brasil.

Essa base vai dar origem inicialmente a quatro modelos completamente novos, que serão comercializados no mercado latino-americano nos próximos anos.

Entre eles, o Novo Polo – que será lançado no último trimestre de 2017, e o Virtus – chega no início de 2018, um sedã desenvolvido com foco no mercado brasileiro e que  também será produzido na Fábrica Anchieta.

Para marcar o início dessa nova fase, a Volkswagen realizou um workshop com a imprensa nacional, e o Mecânica Online® teve a oportunidade de conhecer a nova realidade que a marca vai introduzir em nosso mercado.

Uma coisa é certa: vem aí uma Volkswagen mais eficiente, conectada e atualizada com o que há de mais moderno em inovação e tecnologias de forma global.
“A Estratégia Modular MQB representa uma nova era para a Volkswagen do Brasil. Mais do que somente lançar um novo produto, estamos reposicionando nossa marca e preparando o lançamento de grandes novidades, todas desenvolvidas com foco total no cliente. O Novo Polo traz o futuro para o segmento de compactos premium no mercado brasileiro. Mais espaço interno, motores eficientes e de alto desempenho, altos níveis de segurança, muita conectividade e avançados recursos de tecnologia”, diz David Powels, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil e América do Sul (SAM).

“Os veículos baseados na Estratégia Modular MQB proporcionam o que há de mais moderno em termos de design, inovação, alta performance e segurança”, afirma Dr. Markus Kleimann, vice-presidente de Desenvolvimento do Produto da Volkswagen do Brasil.

“O Novo Polo está sendo desenvolvido pela Engenharia do Brasil e da Alemanha e vai elevar o patamar no segmento de compactos premium, oferecendo recursos tecnológicos oferecidos em modelos de segmentos superiores, como Golf e Passat”, conclui Dr. Kleimann.


Aplicando o conceito MQB no veículo - A Estratégia Modular MQB tem como base quatro principais módulos padronizados:
1) Elétrica/eletrônica;
2) Powertrain;
3) Chassi e
4) Carroceria, Ar-condicionado, banco e airbags.

Na prática, as vantagens proporcionadas pela Estratégia Modular MQB são grandes e inclusive contribuem para que se atinjam as metas de redução de CO2.

Os efeitos positivos da Estratégia Modular MQB nas proporções do carro e em seu design são enormes, permitindo que se obtenha a chamada “atitude” (postura do carro) mais larga e baixa, com design de linhas de caráter mais nítidas e fortes.

A Estratégia Modular MQB é dividida em cinco principais seções, considerando que um dos mais importantes para a implementação do conceito de componentes modulares são as suas dimensões de engenharia uniformes – como, por exemplo, a distância entre os pedais do veículo (acelerador, freio) e o centro da roda dianteira.

Mas é igualmente importante oferecer parâmetros variáveis. Entre eles, a distância entre-eixos, as bitolas e os tamanhos das rodas, de forma a permitir que diferentes arquiteturas de veículos possam ser implementadas a partir de um conjunto de componentes.

        Arquitetura Flexível
        Dividido em 5 principais seções

        Dimensão entre pedaleira e centro da roda                 dianteira padronizada

        Balanço dianteiro e traseiros variáveis

        Instalação do motor padronizada

        Distância entre-eixos e posição dos bancos é             variável em cada modelo de veículo.

A relação entre o motor e o eixo dianteiro – e entre o eixo dianteiro e a chamada parede de fogo – é padronizada em todo o conjunto de componentes.

Os balanços dianteiro e traseiro (distância entre a extremidade do veículo e o centro da roda) e a distância entre o “eixo” do banco traseiro e o centro da roda de trás são todos variáveis.

Com isso, distâncias entre-eixos, desenhos de suspensão traseira, cabines e porta-malas podem variar de tamanho.

Os veículos tendem a se tornar mais pesados por causa da adoção de sistemas de assistência, conforto e outros avanços tecnológicos.

A Estratégia Modular MQB inverte esta tendência: quase todas as peças são otimizadas em sua construção, ou feitas de diferentes composições de materiais, e, portanto, são significativamente mais leves.

Os veículos produzidos na Estratégia Modular MQB apresentam grandes reduções de peso – sem comprometer a segurança ou o conforto de condução.

O Powertrain perde peso graças ao uso de alumínio. Os componentes do sistema elétrico do veículo também pesam menos. 
A seleção de material inteligente e a construção melhorada colaboram para economizar peso na área do chassi.

Na Estratégia Modular Transversal todos os motores são instalados em posição padronizada, com o coletor de escape montado para trás (próximo do painel corta-fogo).

Dessa forma, o modelo está preparado para utilizar as diversas motorizações disponíveis no Grupo Volkswagen.

A nova posição de montagem para motores torna mais fácil a padronização de algumas peças, como linhas de escapamento e árvores de transmissão.

A posição uniforme também reduz drasticamente o número de combinações de motor e transmissão que deveriam ser desenvolvidas individualmente para cada aplicação.

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Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.
Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
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