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segunda-feira, 29 de julho de 2019

FESTURIS reunirá em Gramado gente do mais alto gabarito no seu Espaço Meeting que apresentará cases de sucesso para impulsionar sua empresa. Garanta sua vaga



Networking, cases de sucesso, grandes nomes do turismo nacional e internacional reunidos nas manhãs dos dias 8 e 9 de novembro, com muito conteúdo no Hotel Master Gramado. Sua oportunidade de aprender a fazer negócios e a impulsionar sua empresa através de dicas valiosas de profissionais que fizeram dar certo. Tudo isso você encontra no Meeting FESTURIS!
Malcolm Griffiths
(Visit Britain)
          Deborah     Villas-Bôas Dadalt
(SPA do Vinho)
Antonio Carlos Silveira Soares
(Bonito/MS)
Bernardo Cardoso
(Turismo Portugal)
Bob Santos
(Ministério do Turismo)
Tiago Lima
(Trip Tri)
Hilário Krauspenhar
(Rede SKY Hotéis)
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Nova campanha da Chevrolet S10 reforça a importância do agronegócio para o Brasil Assinada pela Commonwealth//McCann, a campanha segue o mote #FeitaPraQuemFaz, valorizando o trabalho do homem do campo




SÃO CAETANO DO SUL (SP) – A Chevrolet lançou ontem (28/07), sua nova campanha para a Chevrolet S10 2020, seguindo uma construção de marca para o segmento que destaca o mote #FeitaPraQuemFaz, criado pela Commonwealth//McCann, divisão da WMcCann dedicada exclusivamente ao atendimento do anunciante. O projeto busca estabelecer uma conexão e identificação com o trabalhador agropecuário, destacando sua importância para o País.

“O empresário do campo está buscando uma picape que, além de força, capacidade de carga e robustez, ofereça o mesmo nível de sofisticação e inovação que se encontra em novos produtos ou serviços do agrobusiness. Um dos diferenciais competitivos da S10 está nas tecnologias de conectividade com a oferta do multimídia MyLink com Android Auto e Apple CarPlay, além do sistema de telemática avançado OnStar, que permite ao usuário comandar diversas funções do veículo pelo smartphone”, explica Hermann Mahnke, diretor executivo de Marketing da Chevrolet.


Assista o filme


O setor, que é responsável por mais e 20% do Pib nacional, muitas vezes não se sente reconhecido, sendo alvo constante de críticas. Partindo desse princípio, a campanha integrada traz discussões atuais, mas mostrando o ponto de vista do trabalhador do campo, valorizando o seu trabalho e estilo de vida.

A campanha destaca que tem gente que adora reclamar de tudo, inclusive de questões que envolvem o setor agropecuário, como o tamanho dos orgânicos e qualidade dos produtos. Mas também reclama quando a produção não chega no mercado ou quando o produto fica mais caro. A mensagem enfatiza que as pessoas podem até reclamar, mas se depender do desempenho do trabalhador rural acompanhado da S10, irão sempre reclamar ‘de boca cheia’.


Haverá estratégia de mídia segmentada para o público, direcionada ao interior de SP, norte, nordeste e centro-oeste.

Forte e versátil, a S10 High Country possui a combinação de motor 2.8L Turbo Diesel de 200CV com 51 kgfm de torque, câmbio automático, tração 4x4 e direção elétrica, além de contar com itens de segurança e alta tecnologia a bordo como OnStar, que oferece uma série de serviços visando segurança e praticidade dentro ou fora do veículo e Chevrolet MyLink, que possui integração completa com Android Auto e Apple CarPlay.

Campo de provas da GM faz 45 anos com ampliações para o desenvolvimento de novos produtos e tecnologias Investimentos somam R$ 60 milhões e incluem instalações e equipamentos extras para validação de sistemas avançados de conectividade, segurança e eficiência energética




SÃO CAETANO DO SUL (SP) – O Campo de Provas da GM está completando 45 anos de atividades em meio a ampliações para o desenvolvimento de veículos inéditos e tecnologias inovadoras de conectividade, segurança e eficiência energética. Novidades que vão estrear com os próximos lançamentos da Chevrolet no país.

Foram investidos nesta nova fase cerca de R$ 60 milhões, que incluem a adição de equipamentos para os sete laboratórios, como o de motores e de eletroeletrônica, e a construção da décima sétima pista de teste – ao todo, o complexo ocupa uma área equivalente a 160 mil campos de futebol.

“O Campo de Provas da GM conquistou um novo patamar de protagonismo para a companhia devido as contribuições ao desenvolvimento de uma nova família global de veículos que está por vir. 
O Onix mostrou que a engenharia brasileira é referência mundial na concepção de carros compactos de sucesso”, explica Ricardo Fanucchi, diretor do complexo localizado em Indaiatuba, no interior de São Paulo.

Outro foco importante do CPCA (Campo de Prova da Cruz Alta, nome de batismo do local) é a validação de itens avançados de conectividade, segurança e eficiência energética.  “Queremos continuar democratizando novas tecnologias, como a internet veicular, os motores turbinados de alto rendimento e baixo consumo de combustível, além de equipamentos eletrônicos e até autônomos de segurança”, detalha o executivo.


Mais uma pista de teste
A recém-construída Rampa Estendida é outro exemplo de que o Campo de Provas da GM está em constante modernização e ampliação. Com diferentes ângulos de inclinação para simular longas subidas, a nova pista está sendo utilizada para complementar os parâmetros de calibração de sistemas eletrônicos, que vão se tornar mais comum em modelos de produção regional. A instalação auxilia ainda nos testes de durabilidade, melhorando a correlação com o uso em campo.


Esta é a décima sétima pista. Somadas, elas se aproximam dos 44 quilômetros. Já os sete laboratórios, as oficinas e outras edificações de apoio ocupam uma área de 27 mil metros quadrados. O propósito de toda essa estrutura é desenvolver e validar um veículo para que ele resista às mais variadas condições de pavimento, clima e tráfego que irá enfrentar ao longo de sua vida útil. O CPCA também é referência mundial na GM quanto ao desenvolvimento de sistemas de suspensão, freios e direção, calibração de motores, assim como experimentos de durabilidade.

“Nossos produtos contam com o mais alto nível de desenvolvimento virtual para itens estruturais e tecnológicos, contudo o acerto dinâmico do veículo precisa ser feito em condições reais por profissionais que saibam tirar o máximo da performance dentro das características de dirigibilidade desejadas pelo consumidor”, destaca Emerson Fischler, diretor de engenharia da GM.

Além de auxiliar no desenvolvimento de tecnologias e projetos futuros da empresa também globalmente, o CPCA é de extrema importância no aprimoramento constante de modelos Chevrolet já à disposição no mercado.

Isso ajuda a entender o porquê, no Brasil, os carros da marca são reconhecidos pelo elevado nível de robustez, conforto e segurança veicular.


Números que impressionam
Centenas de mecânicos, engenheiros e motoristas de teste, revezam-se dia e noite em testes laboratoriais e de pistas. Com isso, em seis meses é possível simular o desgaste que um automóvel sofreria se rodasse por dez anos em condições normais de trânsito - ou o equivalente a 160 mil quilômetros.

Ao todo, mais de 10 mil testes são realizados por lá por ano, como os de corrosão, que consomem 90 toneladas de sal grosso por ano. Já um teste de desenvolvimento de pneu no “Black Lake” consome 480 m3 de água ou o equivalente a 48 caminhões pipa – essa água é captada da chuva, tratada e reaproveitada.

Outros números são igualmente impressionantes: mais de mil litros de combustível utilizados por dia, e após os duros testes, incluindo os de impacto, os veículos são minuciosamente analisados e depois destruídos. Aproximadamente 300 deles tem o mesmo fim a cada ano.

Os resíduos são destinados a reciclagem e existe uma conscientização para compensações ambientais. Por isso, só em 2018 foram plantadas 6,5 mil novas mudas de árvore.


Sustentabilidade
Desde a compra do terreno em 1972, a GM procura preservar as características do local ocupada hoje por seu Campo de Provas, no interior do Estado de São Paulo. Estão lá, intactos, por exemplo, os velhos casarões da antiga fazenda da Cruz Alta. Pistas, laboratórios, escritórios e oficinas foram erguidos de maneira a não romper o equilíbrio natural, preservando a fauna e a flora locais. Para evitar acidentes com os animais nativos, foram construídas cercas ao longo das pistas.

A água potável é proveniente de poços artesianos que garantem a autonomia do CPCA. Já uma estação de tratamento de afluentes permite que o esgoto seja 100% tratado. A preocupação da GM com a sustentabilidade pode ser comprovada ainda pela imensa área verde: são mais de 500 mil árvores fruto de reflorestamento e mais uma reserva de mata atlântica intocada.

No local, também há atividades agrícolas, como a plantação de madeira para corte (Eucalipto) e a produção da noz macadâmia, em substituição ao café que era plantado no local no passado. Já o Hotel de Insetos ajuda na melhor qualidade da flora.


Estrutura do CPCA

Principais laboratóriosLaboratório de Análise de Emissões - Início das atividades: 1979 - O primeiro laboratório implantado no CPCA começou apenas com uma célula de análise. Hoje são cinco e mais uma série de equipamentos capazes de realizar os mais variados tipos de testes referentes à área, incluindo o de carros a diesel com tração 4x4. Uma das principais atividades deste centro é estudar soluções para a redução das emissões de gases. Para se ter uma ideia dessa evolução, um carro nacional atual polui cerca de 30 vezes menos que um do final dos anos 80.


Laboratório de Segurança Veicular

Início das atividades: 1997 - Um dos mais modernos do mundo, o laboratório de Segurança Veicular do CPCA é o único na América do Sul com recursos para testar e validar veículos conforme padrões Europeus, Japoneses e Americanos de proteção ao pedestre em caso de atropelamento. Alguns dos equipamentos utilizados foram criados no próprio campo de provas por projetistas brasileiros. Mas o primeiro crash test realizado no campo de provas ocorreu em 1975, com uma Caravan, em um evento à imprensa, que marcou a inauguração da área para impacto de veículos contra barreira fixa.


Laboratório de Ruídos e Vibrações
Início das atividades: 1997 - Como o próprio nome diz, identifica ruídos ou vibrações que possam gerar desconforto aos passageiros do veículo. Caso o componente não se enquadre nos rigorosos níveis de qualidade da GM, ele é retrabalhado física ou quimicamente. 

Esse desenvolvimento ocorre tanta antes de o modelo ser lançado no mercado quanto depois, seguindo a política de melhoria contínua praticada pela empresa. A câmara semi-anecóica, por exemplo, onde são feitas as medições acústicas, tem paredes de 1 metro de espessura e piso construído sobre amortecedores para que que não haja interferência do meio externo.


Laboratório de Testes Estruturais
Início das atividades: 2000 - Testa a durabilidade da carroceria além dos componentes do veículo que são submetidos às repetições, como o sistema das travas das portas e os elevadores dos vidros. Essa tarefa fica a cargo de robôs que chegam a executar a mesma operação mais de 100 mil vezes interruptamente. Para verificar se o carro funciona nas mais adversas condições climáticas, há uma câmara cuja variação de temperatura vai de -40ºC à +85ºC. 

O laboratório confere também itens de segurança passiva, por meio de testes estáticos que analisam a fixação dos bancos e dos cintos de segurança. Destaca-se também o simulador multiaxial: quatro pilares hidráulicos presos ao sistema de suspensão reproduzem os movimentos torcionais que veículo sofreria se tivesse transitando por pisos irregulares.


Laboratório de Desenvolvimento de Ar Condicionado, Ventilação e Arrefecimento
Início das atividades: 2000- Um superventilador capaz de gerar ventos de até 120 km/h é uma das ferramentas do laboratório para o desenvolvimento do sistema de refrigeração do carro, que precisa ser eficiente tanto em situação de pouca captação de ar, como em um congestionamento, quanto quando há excesso, como em estradas de alta velocidade. 

No caso de veículos pré-série, se os testes apontam falhas dinâmicas, o designer é obrigado a mudar o projeto, aumentando o tamanho da grade frontal ou redirecionando as aletas, por exemplo. Já a validação do ar-condicionado ocorre em uma câmara climática. 

Como alguns modelos da Chevrolet são exportados para países de clima muito quente, o aparelho tem de funcionar adequadamente até uma temperatura externa de 55ºC. Os níveis de qualidade e durabilidade exigidos pela GM a seus produtos são, em muitos casos, superiores até aos de marcas consideradas premium.


Laboratório de Eletroeletrônica
Início das atividades: 2009 - Os carros estão ficando cada vez mais sofisticados e inteligentes graças, principalmente, ao avanço dos sistemas eletrônicos. Todos eles precisam funcionar perfeitamente em diversas condições de uso e por toda a vida útil prevista do veículo. 

No Laboratório de Eletroeletrônica, componentes recebem até descargas que simulam raios. É nesse local que ocorre ainda o desenvolvimento e a validação do sistema de som. Desde a escolha do posicionamento dos alto-falantes até um teste comparativo para saber qual antena melhor se adapta ao conjunto. Antes da inauguração deste centro, quase tudo isso era feito no exterior, o que demandava maior tempo e custo.


Laboratório de Dinâmica Veicular
Início das atividades: 2013 - Sofisticados equipamentos de medições permitem analisar, com extrema precisão, o comportamento dos sistemas de suspensão, pneus e rodas de um automóvel. Esses dados servem de base para que os engenheiros ajustem os parâmetros otimizando a melhor relação conforto e segurança, de acordo com a aplicação do modelo e a preferência do consumidor da marca Chevrolet.



Principais pistas de teste
Durabilidade Acelerada - Extensão: 4.000 m - É uma estrada de terra usada basicamente para testar carrocerias, componentes estruturais, transmissão e mecanismos de embreagem. Foi a primeira pista do Campo de Prova da Cruz Alta.


Reta em Nível - Extensão: 5.200 m
Nela, são avaliados sistemas de freios, arrefecimento do motor, consumo de combustível, ruídos e vibrações e o desempenho do veículo. A pista é composta por duas retas paralelas e perfeitamente niveladas de 2.400 metros de extensão por 7 metros de largura, unidas por duas curvas com inclinações que variam de 10% (faixa interna) a 30% (externa).

Poeira - Extensão: 2.900 m
É uma pista projetada para a formação de densas nuvens de pó. No circuito, de 2.900 metros, o veículo testado anda atrás de outro que levanta poeira. Assim, é possível avaliar a vedação da carroceria, bem como a eficiência do filtro de ar e de outros componentes.



Extensão: 4.600 m
É a pista em que os testes reproduzem o uso normal de um veículo em condições severas. Para isso, possui uma variedade de tipos de pavimento, como asfalto liso, irregular, rugoso, com buracos e com paralelepípedos. Há um trecho conhecido como “serrinha”, com aclives e declives acentuados, construído para testes de suspensão, direção e pneus. 

Nesta pista também são testados motor, eixo traseiro, embreagem, freio e parte da carroceria. É muito utilizada para avaliações subjetivas, entre elas a do comportamento da suspensão. Boa parte das apresentações de veículos Chevrolet à imprensa especializada são feitas nesta pista.


Durabilidade D2
Extensão: 2.400 m - Extremamente severa, tem bueiros, asfalto irregular, “costelas de vaca”, calombos e concreto com textura semelhante a “couro de jacaré”, os quais proporcionam resultados de deterioração estrutural do veículo e de seus componentes em pouco tempo

Tortura - Extensão: 700 m

Usada para testes de integridade estrutural de veículos, essa pista não permite que o carro trafegue a mais de 20 km/h, pois o pavimento é cheio de “tartarugas” quadradas e irregulares, além de valetas dispostas em ângulos diferentes.


Testes de Corrosão
Extensão: 1.250 m - Onde são realizados os testes de resistência dos veículos à ação corrosiva. Conta com vários trechos, entre eles o de água salgada, o de pedriscos e o da câmara de umidade. Lá, o carro é submetido à atmosfera desejada (com uma temperatura de 38°C e 100% de umidade), possibilitando acelerar a ação da corrosão. Três meses nesta câmara equivale a uma exposição do produto cinco anos a intempéries em regiões litorâneas.


Circular - Extensão: 4.300 m
Essa é uma das pistas que mais chamam atenção. Além de parecer um circuito oval de Fórmula Indy, ela permite que o carro trafegue em círculos a 160 km/h sem que o motorista gire o volante, como numa reta infinita. Isso é possível pelo grau de inclinação da pista, que chega a 56 graus e diâmetro de 1.400 metros. Entre os testes feitos ali, estão o de consumo de combustível, o de velocidade máxima e o de certificação do sistema de escapamento.

Ruídos Externos e Aceleração Lateral - Extensão: 500 m

Apesar de ser um dos menores circuitos, tem diversas funções. É utilizado para avaliar se o nível de ruído produzido pelo contato dos pneus com o asfalto respeita os limites técnicos exigidos internacionalmente. Para isso, é revestido com uma camada asfáltica de granulação especial. Nele, também são avaliados ruídos externos produzidos pelo veículo, a máxima aceleração lateral que o carro pode suportar e o diâmetro mínimo de giro de esterçamento da direção.

Off-Road - Extensão: 3.300 m
É uma estrada não-pavimentada com obstáculos de elevado grau de dificuldade, como grandes pedras e troncos, rampas de 60 graus a 80 graus de inclinação, valetas profundas, curvas fechadas e tanque de lama com grande inclinação lateral.

Tráfego Urbano

Extensão: 20 mil m² - Feita para simular as situações de trânsito das grandes cidades, é uma superfície plana, asfaltada e com pistas demarcadas no formato de curvas. Ali, são avaliados principalmente os sistemas de direção e de arrefecimento.

Ruídos Internos - Extensão: 3.200 m
Inaugurada recentemente, é composta de cinco faixas com 500 metros cada, de diferentes pisos (asfalto liso, concreto com pedra, asfalto áspero, concreto com ranhuras e asfalto intermediário) e de uma alça de aceleração, com 700 metros. Seus diversos tipos de pavimentos e superfícies provocam sons e vibrações distintos no interior dos veículos, de acordo com as normas globais da GM. Nas superfícies irregulares, é possível analisar os ruídos estruturais, já nas totalmente lisas é possível medir ruídos provocados pelo vento e pelos pneus.

Rampas - Extensão: 800 m

São duas rampas, uma com 20 graus e a outra com 30 graus de inclinação. Usadas basicamente para testes de freios, embreagem e capacidade de arranque em subida. Além disso, destinam-se a qualquer tipo de avaliação que necessite de aclives ou declives severos.

Black Lake - Extensão: 120 mil m2

A Área de Teste de Dinâmica Veicular (VDTA, na sigla em inglês) é uma pista construída para o desenvolvimento e validação de freios ABS, sistemas eletrônicos de estabilidade e de controle de tração, direção, pneus e suspensões. É apelidada de Black Lake devido à cor escura do asfalto, pois, vista do alto, parece ser um grande lago negro, principalmente quando está molhada para a realização de testes de estabilidade. 

É composta por um enorme espaço asfaltado e por duas áreas pavimentadas com granito polido de diferentes coeficientes de atrito – baixo e médio. A de baixo atrito é equivalente às pistas cobertas com gelo, enquanto que a de médio atrito é similar às pistas de neve compactada. Para avaliar o comportamento dos carros nessas áreas, é usado um sistema de irrigação, que borrifa água sobre o granito. 

A Black Lake tem uma alça de aceleração de 1.200 m de extensão, que garante que os veículos alcancem a velocidade necessária para os testes. Há também as Traction Hills, rampas que combinam asfalto e granito e proporcionam uma variação entre baixo e alto atrito em superfície inclinada, onde é possível conferir a transferência de torque entre as rodas do veículo, avaliando o sistema de controle de tração e sua capacidade de reação nessas condições. A pista possibilita ainda a realização de testes de estabilidade dinâmica (handling).


Rampas estendidas - Extensão: 1.600 m
A mais recente pista do CPCA é composta por duas rampas extensas, uma com 7 graus e a outra com 12 graus de inclinação ajudam no desenvolvimento complementar de sistemas de transmissão, frenagem e tração, por exemplo. Novas tecnologias também podem ser validades neste ambiente.

XVI Congresso Brasileiro de Ecoturismo e Turismo de Aventura na Ilha bela em agosto

V Prêmio de Jornalismo de Turismo “Comendador Marques dos Reis da Abrajet-Pará. Prêmios de R$ 12.000 por categoria. Inscrições abertas







Traduzir as belezas, encantos e peculiaridades do Pará por meio dos olhares e percepções dos profissionais da imprensa local, da Amazônia e demais estados brasileiros é a tônica maior do V Prêmio de Jornalismo de Turismo “Comendador Marques dos Reis”, realizado pela Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo do Pará (Abrajet-Pará) que vai premiar os melhores trabalhos jornalísticos produzidos e publicados em cada uma das categorias profissionais: jornalismo impresso, online, radiojornalismo, telejornalismo e fotojornalismo.

Os candidatos ao prêmio poderão inscrever as reportagens publicadas até 31 de outubro de 2019, no site oficial da Abrajet-Pará - www.abrajetpara.com.br /ou no site www.encomtur2019.com.br. As matérias devem estar de acordo com os critérios de avaliação do regulamento. Nesta edição, serão premiados com R$ 12 mil os melhores trabalhos de cada categoria profissional.

Outra novidade é que os internautas e amantes da fotografia e do turismo poderão inscrever as imagens que captaram sobre os destinos paraenses na categoria “Mídias Sociais” e concorrer a um pacote turístico para o Arquipélago do Marajó, com passagens, hospedagem, alimentação e passeios turísticos para usufruir com acompanhante no período de baixa temporada. A iniciativa visa valorizar os destinos paraenses e incentivar o turismo interno.



A edição 2019 do prêmio será lançada oficialmente no dia 7 de agosto, em evento que reunirá convidados, parceiros e autoridades do trade turístico paraense e nacional, no Centro de Cultura e Turismo Sesc Ver-o-Peso, na Avenida Boulervard Castilhos França, em Belém. Além da exibição de um documentário sobre os 13 anos de atuação da Abrajet no Pará, será apresentado a programação do I Encontro Brasil Amazônia de Comunicação em Turismo (I Encontur), com palestras no Teatro Sylvia Nunes e exposições sobre os produtos e serviços do trade paraense, nos dias 16 e 17 de novembro, no hall de eventos da Estação das Docas.

No dia 18 de novembro, o I Encontur apresenta os vencedores do V Prêmio de Jornalismo em Turismo e também fará a entrega da “Comenda Marques dos Reis”, criada para valorizar a qualidade dos serviços prestados pelo Trade Pará nas categorias: agência de viagem, companhia aérea, curso de turismo, espaço turístico, evento turístico, hotel ou pousada, guia de turismo, restaurante, transporte turístico fluvial ou terrestre.




Parcerias - O V Prêmio de Jornalismo em Turismo “Comendador Marques dos Reis” resulta de visitas e articulações da diretoria da Abrajet-Pará aos representantes dos setores públicos e privados para falar sobre a importância da premiação para o turismo paraense e para a valorização da comunicação segmentada no turismo.

Entre os parceiros desta edição do prêmio, estão o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Federação do Comércio do Estado do Pará (Fecomércio-Pa); deputada estadual Paula Gomes, da Frente Parlamentar de Turismo; Prefeitura Municipal de Belém, por meio da Companhia de Turismo de Belém (Belemtur); Conselho Municipal de Turismo (Comtur); Federação de Agricultura do Estado do Pará (Faepa); Serviço Social do Comércio (Sesc); Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac); Prefeitura de Salinas e Secretaria Municipal de Salinópolis; Associação Brasileira das Agências de Viagem (ABAV-PA); Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará – Simineral; Associação PanAmazônia; Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama) e Pousada dos Guarás.

A presidente da Abrajet-Pará, Christina Hayne, defende a importância de premiação ser pautada junto a grandes eventos voltados para a divulgação do turismo paraense, como o I Encontur, que será realizado em parceria com a Setur. “O prêmio ‘Comendador Marques dos Reis’ sempre esteve ligado a um grande evento. Nascemos dentro da Feira Internacional de Turismo da Amazônia (Fita), da Setur, depois lançamos a premiação no Publicom em Santarém (Encontro de Comunicação do Pará), organizado pela Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) e agora estaremos vinculados a um evento para discutir formas de melhorar o fluxo da comunicação para o turismo com representante de outros estados da Amazônia”, comentou ela.

Para isso, os associados da Abrajet Pará devem intensificar, até o mês de outubro, quando finaliza o prazo das inscrições, visitas em pelo menos nove estados brasileiros (Tocantins, Amazonas, Amapá, Acre, Rondônia, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina), além de fortalecer a divulgação na Grande Belém, Santarém, Marabá, Parauapebas, Canaã dos Carajás, Paragominas e Redenção (sul do Pará).

“Nossa aposta é intensificar a divulgação a nível nacional, reforçando as parcerias com os veículos de comunicação das seccionais vinculadas à Abrajet Nacional em outros estados, ampliando também a divulgação para outras regiões do Pará, para atrair mais inscrições nacionais e regionais”, informou Christina Hayne.

O Sindicato de Jornalistas do Estado do Pará (Sinjor), os portais Rede Pará, Pará Trip e Prazer em Viajar, o programa Panorama Amazônico, a revista Turismo Total e as empresas de comunicação Pauta.Com e YetLab também apoiam a premiação e devem intensificar a divulgação.

Homenagem -  A premiação é uma homenagem a Joaquim Marques dos Reis, uma das personalidades mais importantes do turismo paraense e pioneiro no segmento jornalismo especializado em turismo, a qual serve de inspiração para os que estão em busca de uma boa reportagem na área. Joaquim Marques dos Reis nasceu em Portugal, na Vilar Torpim, mas desembarcou em Belém do Pará, em 1936, aos 14 anos.

Em 1948, ingressou no jornalismo na extinta Folha do Norte, a convite de Paulo Maranhão, então dono do veículo. Em 1954, passou a assinar uma página inteira chamada Terras de Portugal, na Folha do Norte e foi o idealizador da Viagem da Primavera que levou de navio o primeiro grupo de turistas do Brasil para Portugal, em 1960, fato que culminaria com o reconhecimento do governo português pela intensa divulgação que promovia, lhe condecorando com a Comenda da Ordem do Infante Dom Henrique. O Comendador faleceu em 28 de novembro de 2001, mas sem antes deixar seu legado na história do turismo do Brasil e de Portugal.

Edições - A primeira edição do Prêmio ocorreu em 2006, em parceria com a Companhia Paraense de Turismo (Paratur) e apoio da Abrajet Nacional, Coordenadoria de Comunicação Social (CCS) e da TAP Linhas Aéreas de Portugal. Nessa edição, a iniciativa, pioneira no Brasil, contou com a participação de cerca de 200 profissionais de comunicação do Brasil e exterior.

A segunda edição, no final de 2012 e início de 2013, manteve os parceiros unidos na missão de fortalecer o turismo como atividade econômica e foi inspirado no Plano Estratégico de Turismo “Ver-o-Pará”, que deu as diretrizes do regulamento e premiação focando o desenvolvimento sustentável na Amazônia paraense. 

A terceira edição, em setembro de 2016, na Semana Mundial do Turismo, foi realizada novamente pela Abrajet Pará em parceria com a Secretaria de Estado de Turismo (Setur), Secretaria de Comunicação (Secom) e apoio da Abrajet Nacional, Sindicato dos Jornalistas no Estado do Pará (Sinjor-PA), OS Pará 2000 (Estação das Docas e Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia) e Igama (Instituto de Gemas e Joias da Amazônia – Igama), Simineral, Agência Brasileira de Agências de Viagem- ABAV e outras parcerias que se mantiveram na quarta edição. Na ocasião, esta edição contou com o patrocínio do Banco do Estado do Pará (Banpará), que premiou os vencedores com valores pré estipulados.

A quarta edição teve o apoio do Governo do Estado do Pará, por meio das secretarias de Turismo (Setur) e de Comunicação (Secom). A premiação ocorreu em 15 de novembro de 2017, em meio ao Encontro de Comunicação do Pará (Publicom) realizado na Estação das Docas e recebeu mais de 400 inscrições, com destaque para a qualidade dos trabalhos vencedores.

Serviço: As inscrições para o V Prêmio de Jornalismo de Turismo “Comendador Marques dos Reis”, realizado pela Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo do Pará (Abrajet-Pará) podem ser feitas no site oficial da Abrajet Pará - www.abrajetpara.com.br e no site do I Encontro Brasil Amazônia de Comunicação e Turismo – I Encomtur 2019, www.encomtur2019.com.br.  Os interessados podem inscrever as reportagens feitas no período de 1º de julho de 2018 a 31 de outubro de 2019, nas categorias: jornalismo impresso, online, radiojornalismo, telejornalismo e fotojornalismo.

domingo, 28 de julho de 2019

MINI acelera e cresce mais que o mercado no Brasil em 2019. Marca celebra aumento de 8,9% em vendas no primeiro semestre do ano.



No ano em que comemora o 60º aniversário do lançamento comercial do Mini clássico, no Reino Unido, e os 10 anos de presença no país, a marca britânica pertencente ao BMW Group registra crescimento em vendas no mercado brasileiro. 

De acordo com dados divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), no primeiro semestre deste ano, a MINI acumula 793 veículos emplacados, ante 728 unidades vendidas em 2018, anotando um aumento de 8,9% nas vendas em comparação ao mesmo período do ano passado. 

Considerando apenas o mês de junho deste ano, quando foram vendidos 134 veículos MINI, o crescimento é ainda mais expressivo em relação ao mesmo período de 2018: 26,2%. No mesmo período, o mercado premium nacional se manteve quase que estável quando comparado ao ano anterior.

“O cliente busca cada vez mais tecnologia, qualidade, personalização, exclusividade e diversão, todas características da MINI no mercado global presentes também no Brasil. O Go Kart feeling ganha novos adeptos e quero agradecer aos clientes, pela confiança e ao time – incluindo a Rede – pela entrega e compromisso”, destaca Rodrigo Novello, Diretor Comercial da MINI Brasil.


sábado, 27 de julho de 2019

Azul continua cobrando coerência na distribuição dos slots pela Anac e alerta para o subaproveitamento da oferta de assentos. Reforça a importância de maior competição na ponte aérea SP-RJ e SP-Brasília





São Paulo, 26 de julho de 2019 – Em meio ao anúncio da redistribuição dos slots (gerenciamento do tráfego aéreo) que não vêm sendo utilizados em Congonhas desde o encerramento das operações da Avianca Brasil no aeroporto, a Azul aplaude a decisão da agência reguladora mas alerta para o fato de que, sem providências adicionais, será inevitável a fragmentação dos voos entre várias empresas entrantes em Congonhas, subaproveitando a oferta de assentos e a receita da administração aeroportuária.

A empresa acredita que a abertura do aeroporto da capital paulista a uma série de novos entrantes aumenta o número de empresas presentes em Congonhas mas não acirra a competição. 


Operar slots em Congonhas com aeronaves menores e, consequentemente, com poucos assentos, representa um uso ineficiente desses valiosos recursos públicos, impedindo a entrada efetiva de qualquer novo concorrente na ponte aérea Congonhas-Rio e Congonhas-Brasília.

Preocupada com o uso eficiente da infraestrutura do terminal e também com a ampliação da oferta ao consumidor, a empresa reafirma sua confiança de que os órgãos reguladores darão novos passos na direção de aumentar a competição e viabilizar uma real concorrência, especialmente nas pontes aéreas.

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