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sexta-feira, 10 de julho de 2020

Desafios de planejar e gerir o turismo em um grande destino para os próximos anos vistos pelo novo presidente da GramadoTur



Novo presidente da GramadoTur, Rafael Carniel, será um dos painelistas do Festuris Connection - novo projeto da Rossi & Zorzanello. Ele comandou a Secretaria de Turismo de Gramado e escreveu sobre a experiência de estar à frente do turismo gramadense no artigo abaixo.




Quando fui convidado para ser secretário de Turismo de uma das cidades mais reconhecidas e bem posicionadas no turismo brasileiro, sabia que estava abraçando um grande desafio. O turismo é o maior negócio de Gramado, responsável por cerca de 90% da atividade econômica.

É também o setor que concentra cerca de 10% do PIB e do emprego mundial. São inúmeras as suas variáveis e sua inter-relação com outros setores é intensa. Coordenar as políticas públicas do setor que consagrou uma cidade como Gramado, gerando empregos, renda e desenvolvimento ao longo de muitos anos é uma imensa responsabilidade.

Ao falarmos em estratégia de um destino turístico, falamos também em gestão de um produto, que atinge diferente graus de maturidade e que se comunica com públicos que são mutáveis. Não há um padrão temporal rígido.

Diante desse grau de maturidade, que só se pode aferir por coleta e análise de dados, se definem as melhores políticas. Não devemos confundir a estratégia de longo prazo de um destino – o plano diretor de turismo – com estratégias de governo para mandatos de 4 anos.

A estratégia do destino deve ser superior, deve ter avaliações periódicas e deve envolver toda a governança do destino – pública e privada. A estratégia de governo deve ser dar continuidade aos caminhos traçados pelo plano diretor de turismo da forma mais eficiente possível. A coerência com os demais planos diretores, como o de desenvolvimento integrado, o de mobilidade urbana, o de cultura, entre outros, deve ser observada.

Construir meios para obtenção de dados fidedignos e transformá-los em inteligência de mercado, que garanta respostas rápidas aos gestores, e permita a eles atuar na direção, e não apenas constatar os resultados, é hoje um dos principais desafios dos gestores de destinos. Sem dados, há dificuldade na construção da estratégia e na velocidade de resposta a eventuais desafios.

Todos sabíamos que a transformação digital estava acontecendo e que esta capacidade de captura de dados e resposta rápida pelo canal mais amigável ao viajante se tornaria necessária. Muitos de nós vivíamos como se ela fosse um advento distante.

Então, eis que surge a pandemia, agilizando o processo. E com ela, muitas perguntas. Como ter presença, sem ter a presença física do visitante? Como nos manteremos vivos na memória e no desejo dele? Como nossos negócios poderão sobreviver se ele não voltar logo?

Não dispomos, nem nós, nem o restante do mundo, de manuais simples e práticos que contenham estas respostas. A situação é tão única quanto a pandemia. Iniciou-se então, ainda no mês de março, uma profunda troca de informações com diversos agentes e outros gestores, sem perder de vista os projetos próprios para o futuro.

Criamos uma rede mundial de apoio, em poucos meses. Nos encontramos todos agora em gestão de crise. E nessa intensa troca, algumas certezas foram reveladas pela pandemia: a gestão dos destinos no momento é de minimização de perdas.

Temos visto o quanto a humanidade é frágil. Mais do que nunca, ficou provado que cuidar de pessoas e de negócios são medidas complementares, não excludentes, e que a tecnologia precisa ser usada a favor da humanização. E, ainda, que na gestão, focarmos nas medidas de direção é crucial para garantirmos o retorno à estabilidade e a continuidade das atividades turísticas.

Alguns dos quesitos que considero essenciais para uma gestão turística orientada para o futuro:

ESTRATÉGIA E INOVAÇÃO
A única certeza atual é que tudo muda a todo tempo. Não basta checar o quanto já trilhamos. Precisamos saber quanto ainda falta para o destino. E que no meio da viagem, tudo pode mudar.

Na maioria das organizações, focamos demais nas medidas históricas, herança de anos de painéis de controle de metas baseados no balanced scorecard. Público alcançado, títulos conquistados, grandes feitos, percepção de valor de marca.

Tudo isso é importante, mas não é suficiente. Precisamos entender onde queremos chegar, quando, e quais são as medidas direcionadoras que estamos tomando – e mensurá-las – para sabermos que estamos tomando o rumo certo ao longo da viagem.

A gestão de destinos precisa de um excelente design estratégico – a união de diversos saberes sob o ponto de vista da estratégia – que resulte em inovação contínua e construção de marcas de destinos com coerência. Termos dados, tanto para a mensuração dos indicadores, quanto para mapear as mudanças e tendências (coolhunting) torna-se imperativo.

GOVERNANÇA
Quais são as partes (stakeholders) que fazem o destino funcionar na prática e/ou que são atingidos por ele? Quais são suas responsabilidades, papéis, competências dentro da estratégia? Como se complementam, como se apoiam para o alcance dos resultados esperados? Sem essa ordenação, é muito difícil fazer algo funcionar.

EXPERIÊNCIA
Como fazer as pessoas amarem um destino turístico? Para mim, está claro que o design de serviços traz excelentes respostas. Foco na experiência do visitante. Encontrar as lacunas nos pontos de contato.

O destino turístico (leia-se como um conjunto público-privado, onde participam desde os gestores públicos, às empresas e prestadores de serviço) precisa se comunicar da forma certa com o público certo. Investir para atenuar suas dores, para mostrar os ganhos onde esse visitante quer percebê-los.

Entender o que ele pensa, fala, observa e escuta. Precisamos ser cada vez mais empáticos. Contar nossas histórias de forma humana, verdadeira, inteligente, com novos recursos, tecnológicos ou não. Permitir que nossas histórias se fundam com as dos visitantes. Ajudá-los a construir as suas. Sermos coerentes com a nossa proposta de valor e comunicá-la com clareza.

Temos que entender a experiência turística como uma história contada de forma transmidiática, onde a vivência do destino já se inicia na oferta e cada nova interação e canal seja um capítulo prazeroso dessa história, investindo no potencial de uma jornada mais integrada e seamless. Isso se constrói com marketing, hospitalidade, design e tecnologia empregados em prol da excelência.

TECNOLOGIA
A tecnologia aplicada ao negócio do turismo e às cidades fornece boas fontes de coleta de dados que permitem conhecer quem é esse visitante, de onde vem, como vem, o que deseja, quais são as dores da jornada e as vantagens que ele vê.

No entanto, usar a tecnologia sem o design é um risco imenso de fazer um investimento cujo valor não seja percebido e não apresente o retorno desejado. Conhecer mais sobre tecnologias como Big Data Analytics (análise de dados para inteligência de negócio), AI (inteligência artificial), machine learning (aprendizado de máquina), IoT (internet das coisas) é uma dica.

Tudo isso já está disponível no mercado para ajudar nossas ações de marketing e apoiar na assistência turística. Excelente oportunidade para desenvolvermos maior assertividade e obtermos maior retorno sobre os nossos investimentos em promoção turística.

SUSTENTABILIDADE
A sustentabilidade precisa ser entendida não como uma opção, mas um requisito imperativo para o turismo. Ela é ambiental, social, econômica e político-institucional. A Agenda 2030 da ONU está disponível há cinco anos. Quanto já conseguimos avançar nela nos nossos destinos?

Concluo afirmando que, na estratégia de um grande destino para os próximos anos, vejo o sucesso caminhando ao lado dos destinos que possuam estratégias inovadoras, governança adequada, foco principal na experiência dos visitantes, garantindo assertividade com a tecnologia aplicada à coleta de dados e à jornada dos stakeholders e à sustentabilidade como premissa para o desenvolvimento.

Entendo ainda que a gestão de um grande destino turístico rumo ao futuro envolverá a construção de dispositivos que garantam maior resiliência a eventos pandêmicos e desastres naturais e novas experiências através da força de sua marca e produtos.

Por Francisco Rafael Carniel de Almeida (ex-secretário de Turismo de Gramado e novo presidente da GramadoTur)

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quinta-feira, 9 de julho de 2020

Polo Automotivo Fiat completa 44 anos se renovando. É o maior complexo industrial da FCA no mundo




Betim (MG), 9 de julho de 2020 – O Polo Automotivo Fiat, localizado em Betim (MG), completa hoje (9 de julho) 44 anos de atividades no Brasil. Desde 1976, 15,9 milhões de veículos foram produzidos no complexo, em uma trajetória marcada pela inovação. 


Assinatura da implantação da fábrica em 1976

As muitas transformações passam pela incorporação de novas tecnologias para otimizar os processos de desenvolvimento de novos produtos, além da capacidade de adaptação para auxiliar a sociedade neste momento de grandes desafios, no combate à Covid-19.


Além de ser o maior complexo industrial da Fiat Chrysler Automóveis (FCA) no mundo, o Polo Automotivo Fiat possui todas as tecnologias e recursos para o desenvolvimento de um veículo em todas as suas fases: desde os primeiros sketches do desenho, a partir do moderno Design Center Latam, até a realização de todos os testes de segurança para homologação, no Safety Center Latam, inaugurado no ano passado.

Linha de montagem em 1976

“O Polo Automotivo Fiat sempre foi sinônimo de inovação e ousadia na indústria automotiva latino-americana”, afirma Antonio Filosa, presidente da FCA para a América Latina. “Das linhas de produção de Betim, pelas mãos de muitos milhares de colegas extremamente talentosos e dedicados que construíram esses 44 anos de muitas conquistas, produzimos veículos que revolucionaram o mercado: desde o inesquecível 147 até a Nova Fiat Strada, a recém-lançada geração da picape que é sinônimo de robustez e confiabilidade no segmento.”


Realidade virtual
Um dos mais recentes investimentos foi a criação do Virtual Center Latam, que recebeu recursos de cerca de R$ 4 milhões. O novo espaço faz parte do Centro de Pesquisa & Desenvolvimento Giovanni Agnelli, considerado o mais completo e moderno do setor automotivo na América Latina.

“As experiências e aprendizados acumulados ao longo dos anos convergiram na criação do Virtual Center Latam. Mais de 90% do desenvolvimento da Nova Fiat Strada já ocorreu na realidade virtual, com simulações de durabilidade, ruído, vibração, conforto térmico, aerodinâmica, segurança, entre outros pontos”, conta Márcio Tonani, diretor de Desenvolvimento de Produto da FCA para a América Latina.

O Virtual Center Latam possui uma estrutura de 800 m², divididos em três ambientes. A Sala de Realidade Virtual possui um software de última geração para criar modelos digitais imersivos. Em uma tela de 150 polegadas (power wall) com tecnologia 3D ativa, as equipes visualizam com nível de detalhes a carroceria e todos os componentes do carro.


Na Sala Integrada, a realidade virtual é em 4D. As interações são feitas a partir de um cockpit adaptável, composto por chassi, bancos dianteiro e traseiro, painel, console e volante. Com o uso de óculos de realidade virtual imersivo, integrado ao sistema wireless, a sensação é de estar dentro de um carro, sendo possível abrir e fechar as portas e o capô ou colocar uma caixa no porta-malas. Quando o motor é ligado, até a vibração dos chicotes é percebida.

O terceiro ambiente do Virtual Center é a Oficina, onde tem início a construção dos modelos físicos. Os cálculos certificados na Sala de Realidade Virtual e na Sala Integrada começam a ganhar vida, em um ambiente controlado, para nova sequência de avaliações.

O Virtual Center Latam conta também com a tecnologia de Realidade Aumentada (AR), onde é possível projetar, em uma carroceria, elementos das partes interna e externa do veículo. As dimensões são detalhadamente calculadas por meio de um scanner para garantir 100% de assertividade na interação entre o físico e o virtual.


“Muito antes do primeiro modelo físico, analisamos, nos mínimos detalhes, o comportamento de cada componente do carro. As ferramentas presentes no Virtual Center possibilitam que as equipes proponham e compartilhem modificações com os diversos parceiros de trabalho com agilidade, viabilizando novas experimentações até alcançar a excelência”, completa Aroldo Borges, diretor adjunto de Conceito e Integração de Veículo da FCA para a América Latina.


Adaptação para novos desafios

O combate à Covid-19 exigiu transformações no Polo Automotivo Fiat. O complexo passou por adaptações para adoção de um conjunto amplo e consistente de medidas de padrão mundial em sanitização, reorganização de postos de trabalho e espaços comuns, visando à jornada segura para todos os colaboradores.


Novas atividades também foram incorporadas à rotina da produção. O Polo Automotivo Fiat tornou-se centro de referência para a manutenção de respiradores pulmonares fora de operação nas unidades de Saúde. Em três meses, dos 217 equipamentos recebidos dos hospitais de Minas Gerais e Amapá, 138 foram recuperados e já devolvidos.

As impressoras 3D foram convertidas para a produção de protetores faciais plásticos, os chamados face shields, utilizados pelos profissionais da saúde que estão na linha de frente no combate à pandemia. 



Betim também se tornou centro de produção de máscaras cirúrgicas, com capacidade para 1,5 milhão de unidades por mês. Além da distribuição entre os funcionários da FCA nas fábricas brasileiras, parte da produção está sendo doada para comunidades e profissionais da saúde de Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo.

Coluna Fernando Calmon: Nivus, vendas na crise e os 25 anos do ESP



Coluna                             
Fernando Calmon 

                   

Nº 1.105 — 7/7/20



DIRIGIBILIDADE DO NIVUS
É UM PONTO MARCANTE


No mês passado a VW assumiu pela primeira vez em 10 anos a liderança no mercado de automóveis e comerciais leves (não no acumulado do ano) e o Nivus reúne tudo para ajudar a marca nessa batalha. Ele atrai pelo estilo único de SUV compacto cupê no segmento mais disputado, hoje, do mercado brasileiro. 

Sua base é a do Polo, mas à exceção das portas, tudo é novo. Vão livre do solo 27 mm maior que o hatch e 15 mm menor que o T-Cross permite passar por valetas e lombadas, sem retirar praticamente nada do prazer de dirigir. O trabalho de ajustes da suspensão ficou muito bem feito.

Avaliei a versão de topo Highline. Chama atenção o isolamento acústico. Também dá para notar o acerto melhor entre motor e câmbio, em especial quando se desloca a alavanca da posição N para D e se observava antes um pequeno tranco à frente ao retirar o pé do freio. 

Aceleração de 0 a 100 km/h informada pela VW é de 10 s, coerente por pesar 50 kg mais que o Polo e 100 kg menos que o T-Cross, todos com o motor de 1 litro turbo de 128 cv (etanol). 

O volante é novo e a direção eletroassistida, precisa e comunicativa. Há vários comandos a partir do volante. Ainda bem que a VW manteve um manual impresso no porta-luvas com 2/3 menos de páginas para quem estranhar as orientações por voz e imagem.

A nova central multimídia de 10,1 pol. tem resolução de tela impressionante e vários aplicativos úteis já instalados. Pareamento do celular com sistema iOS é sem fio, mas Android o exige. Porém, se o telefone tiver roteador Wi-Fi é possível conectar-se com o Waze pré-instalado na central e seguir a rota na tela grande usando plano de dados do celular.

O espaço interno do Nivus, inclusive no banco traseiro para pernas e cabeça, é praticamente o mesmo do Polo, incluindo a saída de ar-condicionado atrás. Porta-malas de 415 litros é 115 litros maior do que o do hatch e tem 42 litros a mais que o T-Cross.

ESTATÍSTICAS DE VENDAS
SUBVERTIDAS PELA CRISE

Os números são conflitantes por razões conhecidas. Com o fechamento dos Detrans e das concessionárias (que continuaram a vender por meios digitais) as vendas de veículos leves e pesados sofreram um grande efeito de represamento em maio. 

Assim em junho houve aumento de 129,1% sobre maio, mas em relação a junho de 2019 a queda foi de 57,7%. Na comparação dos primeiros semestres, 2020 encolheu 50,5% sobre 2019.

Projeções da Anfavea estimam o ritmo efetivo de vendas diárias em torno de apenas 5.000 unidades em junho e o estoque nas fábricas e concessionárias de 46 dias (normal seria de 30 a 35 dias), apesar da paralisação da produção. 

O que mais preocupa é a possibilidade de demissões quando se esgotarem os efeitos dos acordos de redução de jornadas de trabalho. A entidade manteve estimativas para 2020: queda sobre o ano passado de 40% nas vendas, 45% na produção e 53% nas exportações, baseadas no encolhimento do PIB brasileiro em torno de 7%.

No entanto, há previsões um pouco menos pessimistas. Maior banco privado do País, o Itaú prevê queda do PIB de 4,5% e, se confirmada, efetivamente vai amortecer um pouco a queda do mercado. 

A Bright Consulting estima que as vendas caiam 29% este ano e os números de 2019 só voltarão em 2024. A consultoria avalia que os SUVs começarão a avançar também sobre o mercado de hatches em razão da perda de poder aquisitivo.

O setor tem esperança de alguma medida de estímulo ao consumo por parte do Governo Federal, a exemplo do que acontece na Europa e nos EUA. A indústria automobilística representa 5% do PIB e gera, direta e indiretamente, cerca de um milhão de empregos.

SISTEMA ANTIDERRAPAGEM
COMPLETA 25 ANOS


Um dos mais úteis e eficientes recursos de segurança ativa para qualquer tipo de veículo surgiu em 1995. Trata-se do ESP (Programa Eletrônico de Estabilidade, em inglês) para evitar derrapagens. As primeiras pesquisas começaram nos anos 1980 por iniciativas individuais da Bosch e da Daimler-Benz (hoje, Daimler).

A partir de 1992, as duas trabalharam em conjunto, mas a empresa de autopeças tinha liberdade de entregar o produto a qualquer interessado. Na época era um dispositivo caro. Em 1995, Mercedes-Benz Classe S e BMW Série 7 ofereceram o ESP quase simultaneamente. 

Em 1997, um Mercedes-Benz Classe A capotou durante teste de desvio de obstáculo de uma revista sueca. A fabricante decidiu, então, tornar o ESP equipamento de série para todos os seus modelos.

ESP combina controle de tração (TC) e antibloqueio dos freios (ABS). É particularmente útil em pistas escorregadias, mas pode evitar até 80% das derrapagens. Estima-se que na União Europeia 15 mil vidas foram poupadas em 25 anos. Só a Bosch já produziu 250 milhões de unidades.

O sistema tem nome genérico ESC (Controle Eletrônico de Estabilidade), produzido também por outros fornecedores, e está em 82% dos automóveis novos no mundo. No Brasil, desde o início de 2020, é equipamento de série nos novos projetos e em 2022 passará a ser obrigatório em todos os automóveis e comerciais leves vendidos no País.
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www.fernandocalmon.com.br

Z900, A Kawasaki ultratecnológica. Recursos eletrônicos e tecnologia dignos de uma supernaked de última geração, potência que impressiona e um visual agressivo e marcante. Custa R$ 45.990



Sinta o poder em suas mãos e tenha domínio total sobre uma das mais excitantes máquinas da linha Z. A mais potente da categoria, com 125cv, chega repleta de novidades e tecnologias que farão qualquer um ficar com o coração acelerado ao ver, e ainda mais ao ouvir o ronco da novíssima Kawasaki Z900 2021.
Ambiciosamente mais tecnológica, chega com adição de diferenciais como KTRC (Kawasaki Traction Control) e Power Mode (Controle de Entrega de Potência), que podem ser combinados através do Riding Mode, dispondo de 4 opções de escolha: Sport, Road, Rain e Rider  (configuração manual). 
Conta ainda com o exclusivo painel TFT e Bluetooth que permite conectar a Z900 ao smartphone, colocando o modelo em um patamar muito acima das concorrentes. Além da performance, o visual também foi aprimorado e o chassi recebeu melhorias, todo sistema de iluminação agora utiliza LED e as carenagens modificadas de modo minimalista acentuam o que há de mais especial no design Sugomi.
A usina de força de 948 cilindradas entrega torque de 10,1kgf.m a 7700rpm e gera potência de 125cv a 9500rpm, que além de serem os maiores valores do segmento, conta ainda com algumas das principais tecnologias de gerenciamento eletrônico.
Uma só moto e inúmeras possibilidades. Domine as ruas, as curvas de uma estrada ou seu circuito favorito, sinta as respostas precisas e vigorosas do acelerador e a suavidade nas trocas de marchas graças à embreagem assistida e deslizante, desfrutando do controle e agilidade da nova Z900 independentemente do nível de pilotagem.
Com o Controle de Tração (KTRC) atuando em tempo real, selecione um dos 3 modos de acordo com suas habilidades e o desempenho desejados. No Modo 1, menos interferências eletrônicas e mais “tocada”, recurso que auxilia na pilotagem esportiva com foco em curvas, facilitando o controle da aceleração e aderência. 
No Modo 2, as interferências acontecem um pouco antes, oferecendo um misto de esportividade e casualidade na pilotagem, aumentando a confiança do piloto com pequenas correções feitas pelo sistema. 

Já no Modo 3, o mais intrusivo, ao detectar que a roda está girando em falso os sensores enviam sinais para a ECU que reduz a potência na roda a fim de encontrar o ponto de tração e manter a trajetória sob controle. Este também é o modo ideal para uso em piso molhado, cascalho e outros de baixa aderência. Há ainda a possibilidade de desligar os recursos e sentir o poder do motor de maneira visceral.
Defina um mapa de potência com o Power Mode. Com o mapa na posição Low, desfrute de aproximadamente 55% da potência total disponível, ou se preferir, selecione o mapa Full e tenha 100% dos 125cv a 9500rpm produzidos pelo motor da Z900 2021
A seleção Low é ideal para situações de baixa aderência e o nível de potência pode variar conforme as condições de rpm do motor e a posição do acelerador, aumentando a sensação de controle da motocicleta. 
E graças à adequação do escapamento a níveis ainda menores de emissão de poluentes (Euro5), com as novas modificações, não importa a faixa de rotação do motor para ouvir um ronco mais encorpado e agradável, além de estimulante para quem gosta de adrenalina.
Para facilitar o gerenciamento da parte eletrônica por quem pilota a nova Z900, a Kawasaki incluiu o Riding Mode, com 4 opções de escolha: Sport, Road, Rain ou Rider. No modo Sport o sistema ativa em conjunto o controle de tração KTRC nível 1 e o Power Mode Full, já no modo Road são acionados o KTRC 2 com Power Mode Full, e para manter o controle em pisos de baixa aderência, a seleção Rain, que ativa o KTRC 3 e Power Mode em Low.

Com o modo Rider você desfruta da liberdade de combinar quaisquer modos do controle de tração com o controle de potência que desejar, são diferentes combinações que podem ser feitas durante a pilotagem através do joystick no punho esquerdo.
Conjunto de iluminação totalmente atualizado, com luz de placa, setas, lanterna traseira, luz de posição e farol, todos em LED. A lanterna manteve o já tradicional formato Z, característica da família naked Kawasaki. 
Novo desenho do farol contribui para o aspecto de predador em posição de ataque. Novas carenagens reforçam o visual agressivo e o porte da moto, bem como aletas de proteção, tampa do tanque de combustível e traseira novas.
Painel TFT e conexão com smartphone levam a Kawasaki Z900 a nova geração de motocicletas urbanas altamente tecnológicas. A tela de 4,3” (10,9cm) permite aos usuários escolher entre 2 cores de fundo com 3 níveis de luminosidade cada. 
Na visualização informações como: velocímetro e conta giros digitais, indicador de marcha, shift light (barra de rpm muda de cor e fica toda laranja, indicando o momento para a troca de marcha), nível de combustível, hodômetros total e 2 parciais, consumo de combustível instantâneo e previsão de distância na reserva, velocidade média, tempo total, relógio, temperatura do líquido de arrefecimento, voltagem da bateria, lembrete da agenda de manutenção, de troca de óleo, indicadores dos sistemas atuantes (Riding Mode, KTRC, ABS), notificação de e-mail e chamadas do smartphone, Bluetooth e indicador de modo ECO.
Um novo jeito de se conectar a sua Z900, realizar ajustes e selecionar quais softwares utilizar através do Rideology The App. Acesse o histórico da moto, veja arquivos de dados de pilotagem, receba notificações do celular direto no painel enquanto pilota ou salve as configurações favoritas da moto em seu aparelho. Ao se aproximar da moto, faça o pareamento e aproveite a pilotagem da melhor forma possível.
Para aqueles que participam de Track Days, acesse dados similares à telemetria das motos de competição, reveja no mapa as condições de velocidade, rpm e marcha, de acordo com o ponto do percurso em um gráfico de fácil leitura, além dos dados de aceleração, frenagem e até mesmo de força G, entre outros, para incrementar ainda mais os treinos e as conversas após um dia de pista.
A ergonomia geral da motocicleta abrange ampla gama de pessoas e características físicas. Somada a chegada dos novos pneus, Dunlop Sportmax Roadsport 2, a melhoria na aderência e nas respostas ao piloto transmitem mais confiança a quem conduz a nova Z900.
Apontada como um dos pontos fortes do modelo por seus proprietários, a capacidade de manobrar e a agilidade nas mudanças de direção foram mantidas. 
Algumas áreas do chassi como a articulação do braço oscilante, passaram por revisão, e as suspensões, invertida de 120mm na dianteira e monoamortecedor a gás de 140mm na traseira, receberam novos ajustes para acomodar essas modificações. 
Completando o pacote de equipamentos e benefícios que saem de fábrica com a Kawasaki Z900 2021, os freios ABS, que utilizam discos de 300mm na dianteira e disco único de 250mm na traseira.
Kawasaki Z900 2021
Preço Público Sugerido: R$47.990,00 + frete
Amanhã (08/07) começa a ação de pré-venda com preço especial  especial que segue até 31 de julho 2020, com quantidade limitada : R$ 45.990,00 + frete
Disponibilidade na rede Kawasaki: Agosto de 2020 
Cores: Metallic Graphite Gray / Metallic Spark Black ou Metallic Spark Black / Metallic Flat Spark Black
Informações Adicionais: kawasakibrasil.com
Sobre a Kawasaki Motores do Brasil Ltda.: A Kawasaki Motores do Brasil Ltda (KMB) é uma subsidiária integral da Kawasaki Heavy Industries Ltd (KHI) sediada no Japão. Em operação no Brasil desde outubro de 2008, a marca atua na importação, produção e comercialização de motocicletas e quadriciclos através de uma base operacional em São Paulo e uma fábrica no Pólo Industrial de Manaus. 
Representada pela equipe KRT, com a motocicleta Ninja ZX-10R pilotada por Jonathan Rea, a Kawasaki é Pentacampeã do World Superbike, o mais disputado campeonato do gênero.


quarta-feira, 8 de julho de 2020

Festuris Connection anuncia palestrantes e abre venda de ingressos. Evento online exclusivo busca contribuir na reconstrução do turismo brasileiro através de conexões internacionais



Marta Rossi, CEO do Festuris Gramado

O Festuris Connection tem como objetivo ser um dos faróis para a reconstrução do turismo no Brasil, conectando lideranças nacionais com personalidades de Portugal, Uruguai e Estados Unidos. O evento online exclusivo vai acontecer de 4 a 6 de agosto, com transmissões do Castelo Saint Andrews, em Gramado. A venda de ingressos está aberta e parte da renda será destinada à pediatria do Hospital Arcanjo São Miguel.

Serão três dias de muito conteúdo e debates sobre soluções e boas práticas para enfrentar este novo momento do turismo. O evento aposta em uma agenda criativa voltada para profissionais de toda a cadeia turística, incluindo discussões relacionadas ao setor de eventos, a hotelaria, os parques e a reinvenção dos destinos no pós-pandemia.


Entre os painelistas confirmados até o momento estão: Alejandro Varela (Diretor da OMT para as Américas), Luís Araújo (Presidente do Turismo de Portugal), Guilherme Paulus (Fundador do Grupo CVC e da Rede GJP), Vinícius Lummertz (Secretário de Turismo de São Paulo), Alexandre Gehlen (Diretor da Rede Intercity e Presidente da FOHB), Danielle Roman (Las Vegas), Marcelo Kaiser (Visit Florida) e outras lideranças nacionais e internacionais. 

As inscrições para o Festuris Connection estão abertas e os ingressos de primeiro lote custam R$ 99 (até 15 julho). Os inscritos vão receber um link exclusivo para acompanhar o evento, e-book com o conteúdo das conexões e certificado de participação. Parte dos recursos arrecadados será destinada ao Hospital Arcanjo São Miguel para a compra de uma Incubadora Neonatal e um Monitor Multiparamétrico.

A compra de ingressos pode ser feita através do site www.festurisgramado.com/connection. O Festuris Connection tem patrocínio de Castelo Saint Andrews, apoio de Sicredi Pioneira e realização de Rossi & Zorzanello Feiras e Empreendimentos.


Marta Rossi e Eduardo Zorzanello, diretores do Festuris Gramado


Produção de autoveículos cai pela metade no primeiro semestre. Anfavea projeta queda de 45% no ano e uma lenta retomada até 2025



A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apresentou o balanço da indústria automobilística nos seis primeiros meses do ano. Com fortíssimo impacto da pandemia de Covid-19 nos últimos três meses, a produção acumulada de 729,5 mil veículos representou uma queda de 50,5% na comparação com o primeiro semestre de 2019. 

Em junho, a produção de 98,7 mil unidades foi 129,1% superior à de maio, mas 57,7% inferior à de junho do ano passado. Com esses dados e com base nas expectativas econômicas do país para o segundo semestre, a associação projeta produção de 1.630 milhão de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus em 2020, volume 45% inferior ao de 2019.

“Trata-se de uma estimativa dramática, mas muito realista com base no prolongamento da pandemia no Brasil e na deterioração da atividade econômica e da renda dos consumidores”, afirmou o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes. 

A perspectiva de produção é lastreada num mercado interno projetado de 1.675 milhão de unidades vendidas no ano (queda de 40%) e uma exportação de 200 mil unidades (queda de 53%), além de levar em conta a variação de estoques e as importações de veículos.


Com o licenciamento de 132,8 mil unidades em junho, o acumulado do semestre foi de 808,8 mil autoveículos, recuo de 38,2% sobre o mesmo período de 2019. As exportações em junho fecharam em 19,4 mil unidades, totalizando 119,5 mil no semestre, uma queda de 46,2%.

Caminhões e máquinas caem menos
O setor de caminhões também foi fortemente afetado pela pandemia, embora as quedas não tenham sido tão drásticas quanto as dos veículos leves. A produção no semestre (34,8 mil) foi 37,2% menor em relação ao mesmo período do ano passado.

Os licenciamentos (37,9 mil) recuaram 19,1%, enquanto as exportações (4,8 mil) encolheram 19,2%. Parte do alívio nas vendas de caminhões deve ser creditada aos bons resultados da safra agrícola, que também ajudou o setor de máquinas a não sofrer tanto com os efeitos da pandemia. 

A produção acumulada no semestre (19,1 mil) foi 22,6% inferior à dos seis primeiros meses de 2019. Já as vendas de 19,6 mil máquinas caíram apenas 1,3% no primeiro semestre, enquanto as exportações (4,2 mil) tiveram retração de 31%.

“A situação geral da indústria automotiva nacional é de uma crise maior que as enfrentadas nos anos 80, 90 e essa mais recente de 2015/16. Ela veio num momento em que as empresas projetavam um crescimento anual de quase 10%. Um recuo dessa magnitude no ano terá impactos duradouros, infelizmente. Nossa expectativa é que apenas em 2025 o setor retorne aos níveis de 2019, ou seja, com atraso de seis anos”, avaliou Luiz Carlos Moraes.

terça-feira, 7 de julho de 2020

Dodge//SRT lança nos EUA o SUV mais poderoso da história: Durango SRT Hellcat. Para os fãs de muscle cars com família, o Dodge Durango 2021 apresenta novidades como design externo mais agressivo, interior com cockpit centrado no motorista e inédita versão SRT Hellcat com 719 cv




Auburn Hills (EUA) – Utilitário-esportivo para fãs de muscle cars com família, o Dodge Durango se alinha ao Challenger e Charger e passa a ter uma versão SRT Hellcat para se tornar o SUV mais potente de todos os tempos. Equipado com o já comprovado motor HEMI® Hellcat V8 de 6,2 litros, que rende 719 cv de potência e 89,2 kgfm de torque, o Durango SRT Hellcat vai de 0 a 96 km/h (60 mph) em 3,5 segundos, acelera de 0 a 402 m (quarto de milha) em 11,5 s, pode chegar a 290 km/h e ainda é 1,5 segundo mais rápido que a versão SRT 392 em um circuito de 3.379 m, vantagem equivalente ao comprimento de nove carros.


"A ‘Irmandade da Força’ inclui famílias de todos os tamanhos e o Durango oferece o desempenho da Dodge como o Charger dos SUVs de três fileiras de bancos", disse Tim Kuniskis, chefe global da Alfa Romeo e diretor da Dodge, SRT, Chrysler e Fiat da FCA para a América do Norte. 



"E para 2021 elevamos ainda mais o sarrafo. A versão Hellcat de 719 cv é o SUV mais potente de todos os tempos. É a última peça do quebra-cabeça e, juntamente com o Charger e o Challenger, completa a linha de desempenho da marca Dodge", .


A Dodge produzirá o Durango SRT Hellcat apenas para o ano/modelo 2021. Assim como no restante da linha do SUV, há design externo mais agressivo, novo interior com cockpit inspirado no Challenger, mais centrado no motorista, sistema Uconnect 5 que é cinco vezes mais rápido que antes com a maior tela de torque disponível na categoria, de 10,1 polegadas e mais desempenho do que nunca.


Nenhum outro SUV no mundo pode rebocar mais ou transportar mais com um tempo de quarto de milha mais rápido que o Durango SRT Hellcat. Com 3.946 kg, trata-se da melhor capacidade de reboque entre utilitários-esportivos de três fileiras. As concessionárias Dodge//SRT dos Estados Unidos abrirão os pedidos do Durango SRT Hellcat a partir de outubro e as primeiras unidades deverão chegar no início de 2021.


Força e equilíbrio
Projetado e desenvolvido para ultrapassar os limites do que um SUV pode ser, o Dodge Durango SRT Hellcat 2021 é impulsionado pelo comprovado motor HEMI Hellcat V8 de 6,2 litros com compressor, que oferece potência e torque recordes da categoria – 719 cv e 89,2 kgfm, respectivamente – combinado ao câmbio automático de oito marchas TorqueFlite 8HP95.


As melhorias de desempenho começam com o novo design frontal, incluindo o novo defletor, e atualizações do duto do radiador de óleo, guia de ar e snorkel para indução de ar frio.


Um novo e exclusivo defletor traseiro melhora o equilíbrio com as novas linhas dianteiras, resultando em aumento significativo na pressão aerodinâmica (downforce) de mais de 400% (63,5 kg a 290 km/h).

Os engenheiros da SRT atualizaram o Durango SRT Hellcat para aprimorar a dirigibilidade, incluindo várias tecnologias inspiradas em corridas e freios Brembo, resultando em números de desempenho nunca antes vistos em um Durango.


Comparado com o Durango de maior desempenho até então, o SRT 392, o novo Durango SRT Hellcat 2021 tem suspensão atualizada que oferece uma série de vantagens. São elas: mais conforto no modo Automático e melhor controle no modo Track, respostas mais equilibradas, maior aderência com menos subesterço (saída de dianteira) e mais estabilidade em curvas.

A direção de assistência elétrica do Durango SRT Hellcat conta com ajustes para gerenciar melhor o aumento da aderência, melhorando tanto o desempenho em condução esportiva quanto as sensações ao volante e a facilidade de manobrar em velocidades de estacionamento. 



Os modos da direção são acessados por meio da nova tela sensível ao toque de 10,1 polegadas, bem como os outros ajustes de condução SRT, que personalizam a experiência de dirigir controlando as configurações de câmbio, paddle shifters, tração nas quatro rodas (AWD) e suspensão.


Entre as tecnologias inspiradas em corridas estão dois sistemas que atuam em conjunto: o controle de arrancada (Launch Control), que evita as rodas girarem em falso e o assistente de arrancada (Launch Assist), que usa sensores de velocidade nas rodas para detectar e mitigar o salto da roda na saída, que pode danificar o veículo, modificando o torque para recuperar a aderência total.


O Dodge Durango SRT Hellcat 2021 também entrega excelente frenagem, exigindo 35,3 metros para parar a 96 km/h (60 mph). O crédito pertence ao sistema de freios Brembo de alta performance, com discos ventilados nas quatro rodas, medindo 400 mm de diâmetro na frente e 350 mm atrás.


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