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terça-feira, 19 de maio de 2026

ClickBus e Fipe lançam o Índice do Rodoviário, primeiro monitoramento de preços de passagens de ônibus do Brasil. Desde 2017, o custo das passagens de ônibus subiu 60,5%, ficando significativamente abaixo da evolução da renda média do trabalho no Brasil, que avançou 77,6% no mesmo período. Novo indicador mostra que passagens rodoviárias subiram +7,5%, bem abaixo do diesel (+15,7%) e das passagens aéreas (+23,2%), comparando abril de 2026 a abril 2025


Fábio Trentini, CTO da ClickBus, Bruno Oliva, presidente da Fipe, e Phillip Klien, presidente da ClickBus (Foto: Divulgação/ClickBus)


São Paulo, maio de 2026 – O transporte rodoviário de passageiros, principal meio de conexão entre cidades no Brasil, passa a contar, pela primeira vez, com um indicador estruturado e recorrente para acompanhar a evolução dos preços das passagens. A ClickBus, maior plataforma de venda de passagens rodoviárias do país, e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) anunciam hoje o lançamento do Índice do Rodoviário ClickBus (IRCB), iniciativa inédita voltada à ampliação da informação sobre o custo das viagens e à qualificação do debate sobre viagens, consumo e inflação no país.

O novo índice acompanha a variação média dos preços das passagens rodoviárias ao longo do tempo, a partir de uma base robusta de dados transacionais. Desenvolvido com metodologia econômica aplicada, o indicador oferece uma leitura ampla e consistente sobre o comportamento dos preços no setor, considerando diferentes tipos de viagem, categorias de serviço, distâncias e regiões do país.

O lançamento ocorre em um contexto em que o transporte rodoviário segue essencial para a mobilidade nacional. Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e agências estaduais, estima-se que, só em 2025, o Brasil transportou cerca de 160 milhões de passageiros nesse modal, com forte presença em todas as regiões e papel relevante no acesso a trabalho, educação, saúde e turismo.

Um novo instrumento para entender o custo de viajar pelo Brasil

Diferentemente de comparações pontuais de preços, o IRCB foi desenvolvido para capturar a variação média do mercado ao longo do tempo. "O ônibus move o Brasil — 160 milhões de passageiros por ano, mais do que o avião — mas era o único grande modal de transporte do país sem um índice de preços confiável. O IRCB nasce para corrigir essa assimetria de informação. Quando o consumidor, o mercado e o investidor sabem como os preços se movem, o mercado fica mais justo para todo mundo." — Phillip Klien, CEO da ClickBus.

A fonte de dados empregada é composta por transações individuais de passagens comercializadas na plataforma da ClickBus, com alcance em todo o território nacional. Para garantir representatividade nacional, a ponderação do índice incorpora também informações da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF/IBGE). “A ClickBus liderou a digitalização desse setor; agora estamos liderando sua transparência. O IRCB não é um produto comercial — é um bem público que decidimos viabilizar com a chancela técnica da Fipe”, afirma.


A Fipe foi responsável pelo desenvolvimento metodológico do IRCB, que permite isolar a variação temporal dos preços, controlando características qualitativas das passagens, como origem, destino e classe (convencional, executivo, semileito, leito e cama). A análise mede a variação dos preços no mês de saída da viagem, e não da data de compra, conferindo maior precisão ao retrato do mercado. “O IRCB combina uma base ampla e representativa com rigor metodológico, permitindo análises consistentes sobre o comportamento dos preços no transporte rodoviário de passageiros”, afirma Bruno Oliva, presidente da FIPE.


Segurança e responsabilidade no uso de dados

A construção do índice foi baseada em microdados transacionais da plataforma, cerca de 62 terabytes de dados tratados com rigor técnico e respeito à confidencialidade das informações - equivalente a 31 milhões de livros digitais. “Todo o processo foi desenhado para garantir a segurança dos dados. Trabalhamos exclusivamente com informações agregadas, sem qualquer identificação individual, seguindo as melhores práticas de governança e proteção de dados”, explica César Carvalho, diretor de Dados e IA da ClickBus.

Segundo o diretor, a escala da base é um diferencial importante para a leitura do mercado. “A amplitude e a granularidade dos dados permitem uma visão mais fiel da dinâmica do setor, preservando integralmente o sigilo das informações comerciais", afirma Carvalho.

Resultados: ônibus tem passagens rodoviárias que sobem menos que aéreas e diesel

O monitoramento do IRCB indica que, em todos os tipos de trajetos — das curtas às longas distâncias — o transporte rodoviário apresenta a variação de preços mais contida entre as principais alternativas de mobilidade.
 

Olhando os dados ano contra ano, o índice de passagens rodoviárias avançou +7,5%, número expressivamente inferior ao registrado pelo diesel (+15,7%), e pelas passagens aéreas (+23,2%). Em comparação com a inflação geral medida pelo IPCA/IBGE (+4,4%), a variação das passagens de ônibus demonstra que o setor absorveu pressões de custo significativas sem repassá-las integralmente ao passageiro.



 

Indicador

abr/26 x abr/25Acumulado (mai/25–abr/26)Acumulado ano com ajuste (jan–abr/26)

IRCB | Passagens rodoviárias

+7,5%

+5,9%

+5,9%

IPCA | Índice Geral

+4,4%

+4,7%

+4,2%

IPCA | Passagens aéreas

+23,2%

+4,2%

+13,5%

IPCA | Combustíveis

+6,6%

+3,6%

+3,7%

IPCA | Diesel

+15,7%

+3,5%

+5,5%

IPCA | Veículo próprio

+1,2%

+2,4%

+1,4%

IPCA | Transportes (grupo)

+4,2%

+3,5%

+3,2%

Fonte: IRCB/ClickBus-Fipe e IPCA/IBGE. Dados de abril de 2026.


No acumulado do ano (janeiro a abril de 2026), as passagens rodoviárias subiram +5,9%, mesmo aumento visto no ano móvel (maio 2025 até abril 2026), o que reforça a trajetória moderada e consistente do modal em relação ao aéreo.


Destaques por segmento: centro-oeste lidera altas e Sul registra queda


A análise desagregada do IRCB em todo o país revela dinâmicas distintas conforme o recorte:

  • Por região: o Centro-Oeste registrou a maior alta nos últimos 12 meses (+8,2%), enquanto o Sul apresentou a menor variação (+2,8%), evidenciando as diferenças regionais de oferta, demanda e regulação.
  • Por classe: a classe Convencional liderou a variação anual (+6,5%), ao passo que a Cama apresentou a menor alta (+4,9%), refletindo dinâmicas distintas de demanda, sazonalidade e perfil de passageiro.
  • Por distância: viagens de curta distância (até 100 km) registraram alta de +8,5%, enquanto as de longa distância (acima de 400 km) avançaram +5,2%, sugerindo que segmentos de viagens mais curtas e recorrentes estão passando por um processo de ajuste mais intenso.
  • Por modalidade: o segmento intermunicipal (+5,8%) e o interestadual (+6,1%) apresentaram variações próximas nos últimos 12 meses, embora com trajetórias históricas distintas, dadas as diferenças regulatórias entre os dois mercados.

Série histórica: contexto de longo prazo


A série histórica do IRCB, disponível desde dezembro de 2017, permite contextualizar a evolução dos preços ao longo de quase uma década. O período engloba eventos de grande impacto sobre a mobilidade e os custos do setor: a pandemia de Covid-19, que reduziu temporariamente a demanda e os preços, o forte ciclo de alta dos combustíveis nos anos seguintes e as mudanças no marco regulatório do transporte interestadual.


Desde dezembro de 2017 (quando o IRCB parte do indicador base 100) até abril de 2026, o preço das passagens rodoviárias acumulou alta de 60,5%. No mesmo período, a renda média do trabalho (PNAD Contínua/IBGE) avançou 77,6%, o que indica melhora do poder de compra relativo dos brasileiros no acesso ao transporte rodoviário.


Um achado estruturante da série é a resiliência do setor diante da pressão dos combustíveis. O diesel — principal insumo operacional do transporte rodoviário — acumulou alta de 119,4% no mesmo período, praticamente o dobro da variação das passagens (60,5%). Isso indica que o setor absorveu grande parte do choque de custos sem repassá-lo integralmente ao passageiro.

Quando analisadas de 2017 até abril de 2026, há regiões, classes e categorias que tiveram aumentos mais discretos.


Comparação com o poder de compra:
 

INDICADOR

SÉRIE HISTÓRICA (ABR/26 X DEZ 17)

IRCB | Ônibus (Nacional)

60,5%

Renda do trabalho (PNAD)

77,6%


 







 

Comparação com índices de inflação e combustíveis: 

INDICADOR

SÉRIE HISTÓRICA (ABR/26 X DEZ 17)

IRCB | Ônibus (Nacional)

60,5%

IPCA — Geral IPCA

54,5%

IPCA — Transportes

53,2%

IPCA — Passagens Aéreas

63,7%

IPCA — Combustíveis

67,0%

IPCA — Diesel

119,4%

Recorte por categoria de serviço: 

INDICADOR

SÉRIE HISTÓRICA (ABR/26 X DEZ 17)

IRCB | Ônibus (Nacional)

60,5%

Intermunicipal

67,5%

Interestadual

42,7%


 

Recorte por tipo de abrangência: 

INDICADOR

SÉRIE HISTÓRICA (ABR/26 X DEZ 17)

IRCB | Ônibus (Nacional)

60,5%

Convencional

65,3%

Executivo

63,7%

Semileito

43,0%

Leito

43,2%

Cama

60,3%


 

Recorte por distância de viagem:

INDICADOR

SÉRIE HISTÓRICA (ABR/26 X DEZ 17)

IRCB | Ônibus (Nacional)

60,5%

Curta

72,5%

Média-curta

64,2%

Média

69,7%

Média-longa

67,3%

Longa

49,2%


 


 

Recorte geográfico:

 

INDICADOR

SÉRIE HISTÓRICA (ABR/26 X DEZ 17)

IRCB | Ônibus (Nacional)

60,5%

Norte

61,5%

Nordeste

66,1%

Centro-Oeste

43,3%

Sudeste

64,3%

Sul

48,6%


 



 

Essa trajetória de longo prazo deve ser lida à luz de todos esses fatores estruturais e conjunturais, incluindo a retomada da demanda pós-pandemia, a elevação dos custos operacionais e a maior flexibilidade tarifária introduzida pelas novas regras da ANTT. O índice, portanto, não reflete apenas a política de preços das operadoras, mas o resultado de um conjunto amplo de forças econômicas, regulatórias e sociais.


IRCB e o cenário tarifário
 

O Índice Rodoviário ClickBus (IRCB) registrou alta de 3,3% em abril de 2026, acima do IPCA de 0,7%. Apesar da diferença, o resultado reflete principalmente os efeitos sazonais típicos do setor — e não uma pressão estrutural sobre as tarifas. Vale destacar que o diesel, principal insumo operacional do modal, avançou 4,5% no mesmo mês, superando a alta das passagens e reforçando a capacidade do setor de absorver custos sem repassá-los integralmente ao passageiro.

“Pela primeira vez, o mercado de transporte rodoviário tem um índice de preços confiável e recorrente. O que o IRCB já revela, confirma uma percepção que sempre tivemos: em quase uma década, a viagem de ônibus no Brasil se transformou. Frota renovada, Wi-Fi a bordo, leitos-cama, novas categorias de conforto, venda 100% digital. Mas essa evolução não foi cobrada do consumidor. As tarifas acompanharam a inflação, enquanto a qualidade da viagem deu um salto. O brasileiro está pagando praticamente o mesmo por um produto incomparavelmente melhor. Isso diz muito sobre a resiliência do setor rodoviário e sobre como ele absorveu o custo da sua própria transformação", avalia Phillip Klien, CEO da ClickBus.


 

Sobre a ClickBus

 

A ClickBus é a plataforma líder em venda de passagens de ônibus online no Brasil. Desde 2013, a empresa traz soluções de tecnologia para viajantes, viações e parceiros, e atende mais de 300 mil rotas. Por meio de mais de 300 viações, a ClickBus já registrou mais de 62 milhões de bilhetes emitidos. Além das plataformas proprietárias, a empresa opera a tecnologia de mais de 85 viações de ônibus e 50 terminais rodoviários. A ClickBus é tetracampeã do Prêmio Reclame Aqui e chancelada pelos selos Innovative Workplaces Brasil 2025 (da MIT Technology Review), RA1000 (excelência máxima no atendimento) e Great Place to Work 2025.

Coluna VAMOS VOAR PELO MUNDO // AirAsia faz pedido histórico de 150 A220-300 // KLM recebe seu 25º Embraer E195-E2 e celebra em vídeo a parceria de longa data entre as empresas // Iberia lança “El Cubo de Otto”, um podcast para ajudar a superar o medo de voar // Finalmente, a ANAC lança plataforma de reclamações e endurece regras para passageiros: visando reduzir judicialização no setor aéreo. Multas podem chegar a R$ 17.500 e proibição de direito de voar // Grupo Emirates anuncia lucro recorde no ano fiscal de 2025–26



AirAsia faz pedido histórico de 150 A220s

Mirabel, Canadá, maio de 2026 – A AirAsia, da Malásia, fez um pedido de 150 aeronaves A220-300 da mais nova geração. O acordo de compra é o maior pedido individual para o A220 e leva o programa a ultrapassar o marco de 1.000 pedidos, destacando o apelo global da aeronave.

O contrato foi anunciado durante uma cerimônia na unidade da Airbus em Mirabel com a presença de Tan Sri Tony Fernandes, CEO da Capital A e conselheiro do Grupo AirAsia, e Lars Wagner, CEO da Airbus Commercial Aircraft. O evento ocorreu na presença do primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, e da primeira-ministra de Quebec, Christine Fréchette.

O acordo de compra torna a AirAsia uma nova cliente do A220. A companhia aérea também se torna o primeiro cliente a lançar a nova configuração de cabine da aeronave com 160 assentos. O aumento de capacidade, adicionando 10 assentos, foi possível pela adição de uma saída extra sobre as asas em cada lado da aeronave.

O A220 complementa a frota de Airbus da AirAsia e desempenhará um papel fundamental no avanço da rede e do crescimento do Grupo. A aeronave atenderá destinos em toda a ASEAN e na Ásia Central, liberando aeronaves maiores para voar rotas mais longas.

“Construímos a AirAsia tomando decisões ousadas no momento certo, não no momento mais fácil. Este pedido reflete nossa disciplina de longo prazo e a magnitude de nossas ambições. O A220 abre novos mercados e rotas e nos aproxima da construção da primeira verdadeira rede global de baixo custo”, disse Tony Fernandes, CEO da Capital A e Conselheiro do Grupo AirAsia. “Nossa parceria com a Airbus se estende por mais de duas décadas e tem sido fundamental para tudo o que conquistamos. Hoje é mais um marco nessa jornada, e muitos outros ainda estão por vir".

“O A220 fornecerá uma plataforma ideal para a AirAsia, combinando baixos custos operacionais com a autonomia que permitirá à companhia abrir novas rotas pela Ásia e além”, disse Lars Wagner. “As equipes da Airbus e da AirAsia têm trabalhado incansavelmente para alcançar este acordo histórico, que está totalmente alinhado com a nova estratégia de rede da companhia aérea".

Combinando o maior alcance, menor consumo de combustível e a cabine mais ampla de sua classe, o A220 é o avião comercial mais moderno em sua categoria de tamanho, transportando entre 100 e 160 passageiros em voos de até 3.600 milhas náuticas (6.700 km). No final de março de 2026, 501 A220s haviam sido entregues a 25 operadores em todo o mundo.

Como todas as aeronaves da Airbus, o A220 já é capaz de operar com até 50% de Combustível Sustentável de Aviação (SAF). A Airbus tem como objetivo tornar todas as suas aeronaves aptas a operar com até 100% de SAF até 2030.

airasia @Airbus #A220

British Pullman, a Belmond Train, revela imagens do novo vagão Celia, de experiências gastronômicas projetado pelo visionário cineasta Baz Luhrmann


Abril de 2026 - Com lançamento em maio de 2026, o British Pullman, A Belmond Train, England apresenta o Celia, um novo vagão para experiências gastronômicas e eventos exclusivos, idealizado e projetado pelo visionário cineasta Baz Luhrmann, em parceria com a figurinista e designer de produção vencedora do Oscar, Catherine Martin.

 

Marcando um novo capítulo nas viagens de trem de luxo, o Celia será palco para grandes banquetes e celebrações intimistas, transformando-se em um verdadeiro espaço teatral em todos os itinerários disponíveis do British Pullman. O Celia acomoda até 12 passageiros e, além de sua área para refeições, dispõe também de um lounge, um bar e uma cozinha.




Um luxuoso espaço arquitetônico

Inspirado na paisagem rural britânica, em Shakespeare e no estilo extravagante e exibicionista característico dos cenários de Baz Luhrmann, o conceito de design do Celia segue a narrativa da musa fictícia do diretor australiano: Celia. 


Um símbolo de descontração e travessuras, essa protagonista fictícia do West End recebeu, em 1932, seu próprio vagão Pullman, um presente em homenagem à sua performance icônica no papel de Titânia, a Rainha das Fadas, na peça “Sonho de uma Noite de Verão”. 


Dessa forma, cada detalhe permeia a história de vida da personagem com a linguagem shakespeariana, criando uma atmosfera cinematográfica presente em todos os aspectos de design do vagão.
 

Ao entrar no Celia, você é imediatamente transportado para outro mundo. Remetendo a um luxo nostálgico, o layout do vagão replica os atos de uma peça teatral, revelando um a um, através de gigantescas cortinas de veludo, cada compartimento repleto de história. 




O primeiro é o bar-lounge, um santuário cinematográfico completo, com piso em parquet e paredes decoradas com padrões intrincados, motivos florais e fadas. No ambiente ao lado, um tapete nas cores rosa, vermelho, verde e amarelo estende-se até um suntuoso sofá de veludo roxo decorado com almofadas. 


A magia continua no salão de refeições. Uma celebração do patrimônio contemporâneo, aqui a marchetaria estampada reflete a paisagem inglesa, de estilo dandy. Flores delicadas, com destaque para a amor-perfeito, símbolo da nostalgia britânica, do amor e, para os vitorianos, do romance proibido. 


Por toda parte, tons de verde, castanho e vermelho reproduzem o estilo teatral dos palcos do West End, assim como as janelas em estilo naval e o teto de vidro retroiluminado, concebido para simular a sensação de estar dentro de uma caixa de joias. Na sala de refeições, cadeiras trabalhadas nas cores verde e bordô compõem a mesa de jantar trabalhada em madeira.
 

Para evidenciar o universo de Celia, todos os espaços do vagão foram meticulosamente pensados desde o início. Catherine Martin recorreu à experiência de diversos artesãos britânicos, criteriosamente selecionados, trabalhou com colaboradores de longa data da Belmond, incluindo artesãos de marchetaria da Dunn & Son, o renomado designer britânico de mobiliário sob medida Bill Cleyndert, bem como o estúdio Tony Sandles Bespoke Glass, o ateliê de bordados Hand & Lock e o J.K Interiors. 


A histórica fabricante britânica de porcelana Bone china, Duchess China, colaborou com a designer na concepção das louças. Catherine Martin também selecionou pessoalmente os fornecedores britânicos para itens de cozinha do vagão, incluindo David Mellor para os talheres e Waterford Crystal para taças e copos. 


Sendo assim, todos os pratos, taças e louças foram selecionados individualmente para transmitir a ideia de uma coleção pessoal. Além disso, uma fragrância exclusiva, pessoalmente selecionada por Baz Luhrmann e Catherine Martin, foi desenvolvida para fascinar ainda mais os hóspedes no mundo de Celia.
 

A decoração do Celia faz alusão à paisagem inglesa por onde o British Pullman passa. “Amores-perfeitos”, uma referência à flor que é colocada na orelha de Titânia na peça de Shakespeare, marcam presença nas peças texturizadas de todo o vagão. A materialidade também está no coração do design do Celia. 


A marchetaria, em particular, foi projetada para refletir a narrativa do trem na década de 1930. Obras-primas em madeira tricolor revestem o vagão, retratando cenas fantásticas cujas raízes se encontram na antiga Inglaterra rural e nas atividades pastoris. 


A própria Celia também foi imortalizada na marchetaria, figurando em dois retratos em miniatura distribuídos pelas paredes do vagão. Para realçar o toque texturizado do ambiente, o piso em parquet complementa a marchetaria, dando a sensação de que os passageiros estão viajando pelas míticas florestas da Inglaterra. 


Todos os materiais têxteis e a iluminação ambiente foram instalados para reforçar a atmosfera cinematográfica no vagão, podendo ser adaptados e personalizados em cada viagem do British Pullman. Um teto revestido de tecido também foi incorporado para otimizar a acústica do espaço, contribuindo para aprimorar as apresentações ao vivo.



Um novo capítulo de experiências exclusivas para o British Pullman

Cada elemento do Celia foi idealizado para ser totalmente personalizado. Desde o momento da reserva, os hóspedes têm acesso direto a um consultor pessoal de experiências, uma novidade pensada especialmente para os hóspedes do Celia. 


Todos os aspectos da experiência são cuidadosamente planejados, desde as excursões em terra até menus personalizados e preferências de vinhos, sendo discutidos e acordados diretamente com o chef do vagão e sua equipe antes do embarque no British Pullman.
 

No dia da viagem, os hóspedes têm à sua disposição um traslado privativo de luxo saindo de qualquer hotel de Londres ou da Grande Londres para a Victoria Station. Na estação, são acompanhados até o embarque no Celia, onde serão recebidos com drinques de boas-vindas oferecidos pela própria equipe de bordo.
 

A viagem começa no lounge-bar do vagão, com champanhe. Para um toque de suspense, grandes cortinas teatrais conferem aos convidados uma sensação de teatralidade cinematográfica durante todo o percurso. 


Na hora das refeições, as cortinas se abrem para revelar o ambiente, que, então, é transformado em um espaço de entretenimento com palco e pista de dança. Apresentações ao vivo, bem como playlists e sets de DJ, podem ser solicitadas com antecedência e serão definidas no momento da reserva.




Uma experiência gastronômica britânica exclusiva e imersiva

A gastronomia e as bebidas são o foco da experiência no Celia, contribuindo também para o restante da experiência no trem. Como parte do conceito personalizado do Celia, os hóspedes farão uma refeição de três tempos, podendo escolher entre quatro opções de entradas, pratos principais e sobremesas, selecionadas previamente à viagem. 


Em sintonia com a excentricidade e a cultura do paladar britânico, o menu oferecerá uma seleção de pratos ingleses clássicos, entre eles, Beef Wellington e parfait de fígado de frango, tudo isso com uma reinterpretação moderna e de acordo com as preferências do hóspede.
 

Monica Berg, mestre mixologista e cofundadora do Tayer + Elementary, frequentemente classificado entre os cinco melhores bares do mundo, é responsável pela carta de coquetéis exclusivos do Celia, não disponíveis em nenhum outro lugar a bordo do British Pullman. 


Entre os favoritos, um ponche inglês que é servido como boas-vindas a bordo do trem, além de uma variedade de coquetéis sem álcool, spritzers e outras bebidas. Para tornar a seleção ainda mais personalizada, os hóspedes também poderão abastecer seu próprio bar com as bebidas de sua escolha.
 

 Como parte da experiência, os hóspedes também desfrutarão de passeios variados em terra, pensados exclusivamente para cada itinerário do British Pullman. Independentemente do destino, guias particulares e acesso VIP aos endereços mais exclusivos do Reino Unido são oferecidos como padrão. Essas experiências variam desde acesso privilegiado a museus, grandes residências históricas, butiques e joias escondidas, até os principais marcos e atrações do país.




Ao comentar a chegada do vagão Celia, o vice-presidente sênior de trens e cruzeiros da Belmond, Gary Franklin, afirmou:
 

O British Pullman já era considerado um trem incrível e, com a chegada do vagão Celia, está destinado a se tornar ainda mais grandioso. Tanto Baz Luhrmann quanto Catherine Martin trouxeram uma nova camada de imaginação atemporal para redefinir as viagens ferroviárias do Reino Unido. O Celia apresenta um formato totalmente novo de experiência gastronômica privativa para além das viagens de trem, mas também para a capital britânica. Trata-se de uma oportunidade única de criar a sua própria viagem, com um nível de luxo sob medida, concebido e idealizado por uma das duplas de design mais proeminentes do mundo. Nada no Celia é por acaso. A experiência foi concebida, acima de tudo, para criar o seu próprio mundo, e isso, graças a Baz Luhrmann e Catherine Martin, representa a arte de contar histórias em sua melhor forma.
 

Catherine Martin revela:
 

O Celia conta a história de uma narrativa autêntica e verdadeira. Desde o início, o projeto sempre girou em torno de desvendar a jornada e a descoberta da paisagem britânica, e de descobri-la a partir do interior. O conceito central do design foi concebido tendo em mente a arte de contar histórias e o modo como os hóspedes criavam suas próprias narrativas dentro do universo do Celia. O vagão foi projetado em formato modular e personalizável, para que os hóspedes possam moldar a sua própria experiência no fantástico mundo de faz de conta que Baz e eu idealizamos.
 

Adam Baylis-Waterlow, gerente-geral do British Pullman, completa:
 

O Celia oferece uma experiência que você não poderá replicar em nenhum outro lugar em Londres ou no Reino Unido. Excentricidade e inovação permeiam o próprio tecido histórico do British Pullman e o Celia é a próxima etapa de sua evolução natural. Este não é apenas mais um “momento” para um trem histórico, mas sim uma autêntica peça cultural que exibe o que há de melhor na arte, na moda e na cultura da atualidade. O Celia é o mais próximo que alguém pode chegar de fretar seu próprio trem e, como tal, constitui um dos acréscimos mais empolgantes do The British Pullman em décadas.
 

Os preços para reservar o vagão Celia a bordo do British Pullman, A Belmond Train, England começam em £ 15.000 e incluem o traslado na região da Grande Londres. Para mais informações ou reservas, clique aqui. 


Para mais informações sobre os trens da Belmond, clique aqui.


segunda-feira, 18 de maio de 2026

Coluna VAMOS VOAR PELO MUNDO // Air Europa amplia rede com novos destinos na Europa, África e crescimento doméstico na Espanha // Azul celebra 16 anos de operação em Porto Seguro (BA) com mais de 6,4 milhões de clientes transportados, o que justifica a ampliação do seu aeroporto - que está mais para uma pequena rodoviária


Air Europa amplia rede com novos destinos na Europa, África e crescimento doméstico na Espanha

A Air Europa avança em seu plano estratégico de crescimento e expansão com o lançamento de novas rotas a partir de junho de 2026. A iniciativa reforça sua presença na Europa, amplia a atuação na África e fortalece a conectividade doméstica na Espanha, consolidando o hub de Madrid-Barajas como eixo central das operações.

 

Entre os destaques da expansão está a inauguração da nova rota entre Madrid e Genebra, na Suíça, a partir de 19 de junho, com duas frequências diárias. O destino passa a ser o segundo operado pela companhia no país, onde já mantém voos regulares para Zurique. A nova operação amplia significativamente a oferta da Air Europa no mercado suíço, superando meio milhão de assentos anuais.

 

No cenário internacional, a companhia estreia, em 24 de junho, sua nova rota para Joanesburgo, na África do Sul, com três frequências semanais. Operados com aeronaves Boeing 787 Dreamliner, os voos conectam Madrid ao principal centro econômico do continente africano, ampliando as possibilidades tanto para o turismo quanto para viagens corporativas.

 

No mercado doméstico espanhol, a Air Europa iniciará, a partir de 1º de junho, operações para Oviedo e Sevilha, com duas frequências diárias para cada destino. Paralelamente, ampliará sua presença na Itália ao aumentar de duas para três as frequências diárias entre Madrid e as cidades de Milão e Roma, reforçando sua aposta em rotas de alta demanda no continente europeu.

As operações de curta e média distância serão realizadas com aeronaves Boeing 737, enquanto as rotas de longo curso contarão com o Boeing 787 Dreamliner, modelo de última geração que oferece maior eficiência no consumo de combustível, redução de emissões e uma experiência aprimorada a bordo.

 

Com as novidades, a Air Europa reforça seu compromisso com a expansão sustentável, a modernização da frota e a ampliação das opções de conectividade para seus clientes, consolidando sua posição como uma das principais companhias aéreas entre a Europa, a África e as Américas.

 

Valores de passagens aéreas (ida e volta) para as novas rotas:

Genebra (Suíça): a partir de R$4.502,16

Joanesburgo (África do Sul): a partir de R$7.629,73

Oviedo (Espanha): a partir de R$4.885,30

Sevilla (Espanha): a partir de R$4.894,60

Coluna VAMOS VOAR PELO MUNDO // Air Europa amplia rede com novos destinos na Europa, África e crescimento doméstico na Espanha // Azul celebra 16 anos de operação em Porto Seguro (BA) com mais de 6,4 milhões de clientes transportados // Azul terá nova rota entre Macapá e Confins a partir de novembro // Azul inicia vendas para nova rota Confins–Aracati com operação a partir de outubro


Air Europa/divulgação

Air Europa amplia rede com novos destinos na Europa, África e crescimento doméstico na Espanha

Novas rotas e frequências fortalecem a conectividade internacional e doméstica da companhia

A Air Europa avança em seu plano estratégico de crescimento e expansão com o lançamento de novas rotas a partir de junho de 2026. A iniciativa reforça sua presença na Europa, amplia a atuação na África e fortalece a conectividade doméstica na Espanha, consolidando o hub de Madrid-Barajas como eixo central das operações.

 

Entre os destaques da expansão está a inauguração da nova rota entre Madrid e Genebra, na Suíça, a partir de 19 de junho, com duas frequências diárias. O destino passa a ser o segundo operado pela companhia no país, onde já mantém voos regulares para Zurique. A nova operação amplia significativamente a oferta da Air Europa no mercado suíço, superando meio milhão de assentos anuais.

 

No cenário internacional, a companhia estreia, em 24 de junho, sua nova rota para Joanesburgo, na África do Sul, com três frequências semanais. Operados com aeronaves Boeing 787 Dreamliner, os voos conectam Madrid ao principal centro econômico do continente africano, ampliando as possibilidades tanto para o turismo quanto para viagens corporativas.

 

No mercado doméstico espanhol, a Air Europa iniciará, a partir de 1º de junho, operações para Oviedo e Sevilha, com duas frequências diárias para cada destino. Paralelamente, ampliará sua presença na Itália ao aumentar de duas para três as frequências diárias entre Madrid e as cidades de Milão e Roma, reforçando sua aposta em rotas de alta demanda no continente europeu.


As operações de curta e média distância serão realizadas com aeronaves Boeing 737, enquanto as rotas de longo curso contarão com o Boeing 787 Dreamliner, modelo de última geração que oferece maior eficiência no consumo de combustível, redução de emissões e uma experiência aprimorada a bordo.

 

Com as novidades, a Air Europa reforça seu compromisso com a expansão sustentável, a modernização da frota e a ampliação das opções de conectividade para seus clientes, consolidando sua posição como uma das principais companhias aéreas entre a Europa, a África e as Américas.

 

Valores de passagens aéreas (ida e volta) para as novas rotas:

Genebra (Suíça): a partir de R$4.502,16

Joanesburgo (África do Sul): a partir de R$7.629,73

Oviedo (Espanha): a partir de R$4.885,30

Sevilla (Espanha): a partir de R$4.894,65

domingo, 17 de maio de 2026

Emerald Cruises lança saída em português pelo sul da França em 2027 Companhia reforça investimento no mercado brasileiro diante do aumento do interesse por cruzeiros fluviais de luxo

 

Emerald Liberté | imagem divulgação

São Paulo, maio de 2026 - A Emerald Cruises, representada no Brasil pela Velle, anuncia uma iniciativa inédita da marca voltada ao mercado brasileiro: saída em português a bordo do Emerald Liberté, pelo sul da França, em abril de 2027. A novidade reforça o investimento da companhia no Brasil e acompanha o crescimento do interesse dos viajantes brasileiros por experiências mais imersivas, culturais e sofisticadas em cruzeiros fluviais pela Europa.

 

Com o roteiro “Spring Sensations of Lyon & Provence”, a viagem terá duração de sete noites, com embarque em Marseille no dia 3 de abril de 2027 e desembarque em Lyon. O itinerário percorre algumas das paisagens mais emblemáticas da Provence, combinando vilarejos históricos, gastronomia, vinhos e experiências culturais autênticas.


A saída contará com serviços pensados para o público brasileiro, incluindo gerente de cruzeiro falando português, comunicação a bordo no idioma, excursões com guias em português e cardápios traduzidos. A proposta é proporcionar mais conforto e proximidade para passageiros que desejam explorar o destino sem a barreira da língua.

 

“Estamos muito felizes em lançar uma saída dedicada ao público brasileiro, algo inédito para a Emerald Cruises. O mercado da América Latina, especialmente o Brasil, tem demonstrado um crescimento consistente no interesse por cruzeiros fluviais de alto padrão, e queremos oferecer uma experiência cada vez mais conectada às expectativas e preferências desses viajantes”, afirma Flávio Policarpo, diretor de vendas LATAM do Grupo Scenic.

 

O itinerário inclui paradas em destinos icônicos como Avignon, conhecida pelo Palácio dos Papas, além de Viviers e Tournon, cidades que preservam tradições, arquitetura histórica e forte ligação com a cultura provençal. A viagem termina em Lyon, considerada uma das capitais gastronômicas do mundo.

 

A bordo, os hóspedes terão uma experiência premium com todas as refeições incluídas, vinhos e cervejas premium durante almoço e jantar, Wi-Fi, bicicletas disponíveis para uso em terra e uma piscina climatizada que se transforma em cinema à noite. Os traslados entre aeroporto e navio nas datas de embarque e desembarque também estão incluídos.
 

Para Ricardo Alves,CEO da Velle, a nova saída representa um movimento importante do mercado internacional em direção ao viajante brasileiro. “Esse tipo de investimento é um movimento muito importante das marcas de nosso portfólio, mostra não apenas a relevância do mercado brasileiro, mas também o amadurecimento do interesse dos nossos viajantes por experiências mais profundas, culturais e exclusivas. 


Os cruzeiros fluviais deixaram de ser um nicho e passaram a ocupar um espaço cada vez mais relevante entre brasileiros que valorizam conforto, gastronomia, serviço e conexão genuína com os destinos”, destaca.

 

Os valores para a saída especial começam em USD 2.620 por pessoa em acomodação dupla na categoria com janela fixa e USD 3.420 em cabine com varanda francesa, a esse valor também há acréscimo de taxas portuárias e de serviço. Para mais informações e reservas: info@velle.tur.br.

Reestruturação do negócio de automóveis e garantia de crescimento de médio a longo prazo


Tóquio, Japão, maio de 2026 — Toshihiro Mibe, Diretor, Presidente e Diretor Executivo Representante (CEO Global) da Honda Motor Co., Ltd., realizou hoje uma coletiva de imprensa sobre as iniciativas da Honda para reestruturar o negócio automotivo e a direção futura do negócio da Honda.
 

A seguir, um resumo de suas declarações formais:
 

1. Roteiro para a reestruturação do negócio de automóveis

Diante das recentes mudanças no ambiente de mercado, a Honda busca aumentar sua competitividade por meio de 1) melhoria na sua estrutura de custos; 2) aumento da eficiência do desenvolvimento; e 3) aprimoramento da linha de produtos, concentrando recursos corporativos em suas regiões prioritárias.
 

Para isso, a Honda focará em reestruturar sua estrutura de negócios automotivos nos próximos três anos e buscará alcançar lucro operacional consolidado – incluindo motocicletas e serviços financeiros – de mais de 1,4 trilhão de ienes, atingindo um recorde histórico, no ano fiscal que se encerrará em 31 de março de 2029.
 

2. Três pilares das iniciativas para reconstrução do negócio de automóveis

A Honda identificou três pilares para suas iniciativas:

1) realocação estratégica dos recursos corporativos,

2) fortalecimento profundo da nossa estrutura de manufatura

3) utilização estratégica de recursos externos
 

2-1. Realocação estratégica de recursos corporativos

■ Reavaliação do portfólio de motorização com atenção às tendências futuras de demanda

  1. A Honda irá realocar mais recursos de desenvolvimento e produção em modelos híbridos, que atualmente estão em alta demanda.
     
  2. A partir de 2027, a Honda começará a lançar seus modelos híbridos de próxima geração, apresentando um sistema e uma plataforma híbridos totalmente novos. A Honda planeja lançar 15 modelos híbridos de próxima geração globalmente até o final do ano fiscal que se encerrará em 31 de março de 2030, principalmente na América do Norte, que é uma das regiões prioritárias. Na América do Norte, em 2029, a Honda lançará modelos híbridos de grande porte, no segmento D ou superior.
     
  3. A Honda apresentou a estreia mundial de dois protótipos de seus modelos híbridos de próxima geração – o Protótipo Honda Hybrid Sedan e o Protótipo Acura Hybrid SUV – que estão programados para serem lançados nos próximos dois anos.

- A Honda está se esforçando para reduzir o custo de seu sistema híbrido de próxima geração em mais de 30% em comparação com o sistema híbrido introduzido em 2023. Ao combinar seu sistema híbrido de próxima geração com a plataforma de próxima geração e a recém-desenvolvida unidade elétrica AWD, a Honda buscará melhorar a economia de combustível do modelo híbrido de próxima geração em mais de 10% e avançar ainda mais para uma experiência de condução de alta qualidade e empolgante, exclusiva da Honda, que envolva todos os sentidos do motorista.
 

- A Honda está avançando, conforme planejado, no desenvolvimento de ADAS de próxima geração, com planos para lançamento no mercado em 2028. A Honda planeja aplicar sua próxima geração de ADAS em mais de 15 modelos ao longo de um período de cinco anos.
 

- A Honda realocará toda a capacidade excedente de suas fábricas de automóveis em Ohio para a produção de veículos a gasolina e híbridos, tornando todas as suas fábricas na América do Norte capazes de produzir modelos híbridos.
 

- A Honda e seu parceiro de joint venture LG Energy Solution converterão parte das linhas de produção de baterias de veículos elétricos da L-H Battery Company, uma joint venture com a LG Energy Solution, para a produção de baterias híbridas. 

A Honda também aumentará o conteúdo local de ASSY (conjuntos) e componentes de motores e inversores em mais de quatro vezes o nível atual, para preparar a expansão da produção de veículos híbridos, reduzindo o risco de escassez de suprimentos e mitigando o impacto das tarifas americanas.
 

■ Aprimoramento da linha de produtos em cada uma de nossas regiões prioritárias

A Honda posicionou a América do Norte, Japão e Índia como mercados prioritários para sua estratégia de crescimento futuro e irá alocar estrategicamente seus recursos para esses mercados. Além das iniciativas voltadas para a América do Norte, descritas acima, a Honda buscará iniciativas no Japão, Índia e também na China, onde busca fortalecer fundamentalmente sua competitividade.
 

Japão:

A Honda expandirá sua linha de modelos elétricos principalmente na categoria de mini-veículos (kei car), incluindo a introdução do N-BOX EV, prevista para 2028. A partir de 2028, começando pelo totalmente novo Vezel, a Honda lançará modelos híbridos de próxima geração equipados com ADAS de próxima geração. A Honda também ampliará sua linha de alto valor agregado, incluindo a adição dos modelos Sport Line e Trail Line, alcançando vendas de veículos novos superiores às unidades atuais e estabelecendo uma base sólida de negócios no Japão.
 

Índia:

A Honda irá redefinir as melhores especificações que estejam bem alinhadas às características e preferências dos clientes na Índia. Em 2028, a Honda começará a introduzir modelos estratégicos voltados para o mercado indiano em duas categorias de veículos: categoria para veículos com menos de 4 metros de comprimento e categoria médio. 

A Honda vai aproveitar a sólida base de seu negócio de motocicletas na Índia, que vende quase 6 milhões de unidades de motocicletas anualmente. Ao captar constantemente a demanda dos clientes que fazem upgrade de motocicletas para automóveis, a Honda buscará expandir seu negócio na Índia. 

Como parte de sua estratégia, a Honda fundou a Honda Digital Innovation India, uma empresa de plataforma digital. Além disso, a Honda buscará expandir as vendas por meio de várias medidas, incluindo a utilização de sua nova empresa financeira cativa na Índia, que está programada para entrar em operação antes do final do atual ano fiscal, que se encerrará em 31 de março de 2027.
 

China:

Ao incorporar a velocidade esmagadora dos negócios locais, a Honda fortalecerá seus produtos e competitividade em custos por meio da utilização de componentes padrão de origem local e tecnologias locais de próxima geração, além da introdução de veículos de nova energia (NEVs) construídos sobre plataformas fornecidas por parceiros locais.

 

2-2. Fortalecimento profundo da estrutura de manufatura

A Honda buscará 1) redução fundamental de custos; 2) melhoria completa da eficiência do desenvolvimento; e 3) estabelecimento de uma estrutura de manufatura resiliente a mudanças em seu ambiente de negócios.
 

Redução fundamental de custos:

Quanto ao custo das peças terceirizadas, a Honda irá melhorar sua estrutura de custos globalmente, reavaliando os padrões específicos da Honda e utilizando proativamente componentes padronizados, além de incorporar a competitividade das empresas locais na China e na Índia.
 

Melhoria completa da eficiência do desenvolvimento:

Com a reavaliação completa da gestão da cadeia de engenharia, a Honda seguirá sua abordagem "Triple Half", reduzindo 1) o custo de desenvolvimento, 2) o prazo de desenvolvimento e 3) a carga de trabalho de desenvolvimento pela metade em comparação com essas áreas em 2025. 

Além de melhorar a eficiência nas etapas de projeto, testes e produção inicial por meio do uso de um ambiente digital e tecnologias de IA, realizaremos a transformação do nosso processo de desenvolvimento ao reavaliar os próprios requisitos de desenvolvimento, bem como o planejamento de produtos e a gestão do desenvolvimento. 

Por meio dessas iniciativas, a Honda reduzirá pela metade o tempo de desenvolvimento de produtos com pequenas mudanças de modelo, a partir deste ano fiscal. Para produtos com mudança completa de modelo, a Honda também reduzirá esse prazo pela metade, começando pelos projetos de desenvolvimento que terão início em 2028.
 

Estabelecimento de uma estrutura produtiva resiliente às mudanças no ambiente de negócios:

A Honda buscará melhorar a eficiência da produção em aproximadamente 20% nos próximos cinco anos, executando e alocando eficientemente investimentos em recursos em novos modelos e equipamentos.
 

2-3. Utilização estratégica de recursos externos

A Honda utilizará recursos externos de forma mais flexível e estratégica, incluindo a competitividade de custos e a velocidade dos negócios locais na China e Índia e componentes padrão da indústria. Quanto às baterias, não pretendemos, neste momento, internalizar completamente o fornecimento. 

Em vez disso, a Honda vai utilizar totalmente as instalações da L-H Battery. Enquanto antecipa o crescimento futuro na demanda por veículos elétricos, a Honda irá melhorar a eficiência operacional ao produzir baterias para veículos híbridos, que atualmente estão em alta demanda, bem como para outras aplicações. A Honda seguirá uma estratégia de aquisição de baterias com foco na competitividade na América do Norte.
 

A Honda suspenderá indefinidamente o projeto de construir uma cadeia de valor abrangente de veículos elétricos no Canadá e continuará reavaliando sua estratégia de compras. Ao combinar tecnologia central desenvolvida independentemente pela Honda com recursos externos, a Honda aumentará sua competitividade em um ambiente de negócios cada vez mais incerto.
 

3. Direção de médio e longo prazo 

A Honda continuará buscando alcançar a neutralidade de carbono até 2050 como responsabilidade de uma empresa abrangente de mobilidade. Ao avaliar cuidadosamente o ambiente de mercado e as tendências de demanda em cada região, a Honda acelerará uma abordagem multifacetada para alcançar a neutralidade de carbono, que incluirá veículos elétricos, veículos híbridos, combustíveis neutros em carbono e tecnologias de compensação de carbono.
 

Quanto aos veículos elétricos (EVs), a Honda continuará estabelecendo as bases para introduzir uma plataforma de hardware de EV altamente competitiva no futuro, para que esteja bem preparada para atender à demanda quando ela surgir. A Honda também seguirá com esse trabalho de base, bem como com a pesquisa e o desenvolvimento de baterias de estado sólido total. 

Buscando oferecer novas experiências de mobilidade e dentro do veículo possibilitadas pelo uso ampliado de tecnologias inteligentes, a Honda aplicará seu ASIMO OS não apenas aos veículos elétricos (EVs), mas também aos modelos híbridos para aumentar o valor da mobilidade. 

Quanto à arquitetura E&E, a Honda adotou uma arquitetura “baseada em domínios”, capaz de lidar com flexibilidade e diferenças específicas de cada país, mudanças nas necessidades dos clientes e nas condições de mercado, bem como com o uso de recursos externos. 

Ao viabilizar um desenvolvimento altamente eficiente com uma arquitetura de software unificada, a Honda será capaz de oferecer novos valores aos clientes em tempo hábil e buscará simultaneamente flexibilidade e competitividade.
 

4. Direção do negócio de motocicletas

Prevê-se que o mercado global de motocicletas se expanda para cerca de 60 milhões de unidades até 2030. A Honda aumentará ainda mais sua participação de mercado e ampliará sua presença no mercado global ao introduzir produtos e otimizar sua capacidade de produção, bem alinhados às necessidades cada vez mais diversas dos clientes.
 

"Aumento da demanda" e aumento do valor do produto:

Para atender à demanda de clientes que estão migrando para categorias superiores de produtos de mobilidade na Ásia e na América Central e do Sul, a Honda introduzirá novos produtos de forma mais agressiva, aproveitando recursos altamente competitivos que possui na Índia e na China. A Honda se diferenciará dos concorrentes emergentes com suas tecnologias próprias e inovadoras, como o Honda E-Clutch.
 

Estabelecimento do sistema e da capacidade de produção:

Na Índia, que é o maior mercado para o negócio de motocicletas da Honda, a empresa planeja expandir sua capacidade anual de produção dos atuais 6,25 milhões de unidades para aproximadamente 8 milhões de unidades até 2028. As operações de produção da Honda na Índia também continuarão a evoluir como um polo exportador para mercados globais, incluindo América Central e do Sul e a ASEAN (Associação de Nações do Sudeste Asiático).
 

Motocicletas elétricas:

A Honda monitorará de perto as mudanças na demanda dos clientes e nas regulamentações ambientais em cada país e adotará uma abordagem flexível e ágil para lançamentos de produtos e estabelecimento das operações de produção.
 

5. Estratégia Financeira

Nos próximos três anos, a Honda focará em reconstruir a estrutura de negócios de automóveis. Depois, nos dois anos seguintes, com base na estrutura de negócios reconstruída, a Honda lançará novos produtos de forma flexível e ágil, colocando seu negócio automotivo em uma trajetória de crescimento adicional.

Até a conclusão do ano fiscal em 31 de março de 2029, as perdas relacionadas a veículos elétricos serão resolvidas. 

Combinado com o avanço da transformação estrutural e o aprimoramento da linha de novos produtos, espera-se que a lucratividade do negócio de automóveis Honda melhore substancialmente. 

Ao ampliar ainda mais isso com o crescimento dos nossos negócios de motocicletas e serviços financeiros, que já possuem uma lucratividade sólida, a Honda buscará alcançar um lucro operacional no ano fiscal superior a 1,4 trilhão de ienes, atingindo um recorde histórico. 

No ano fiscal que se encerrará em 31 de março de 3031, a Honda buscará alcançar sua meta de longa data de ROIC (Retorno sobre o Capital Investido) de 10%.
 

Alocação de capital:

Durante o período de três anos até a conclusão do ano fiscal em 31 de março de 2029, a Honda irá realocar os recursos que havia programado para investir em veículos elétricos em veículos híbridos e controlar investimentos relacionados a veículos elétricos em um nível de aproximadamente 0,8 trilhão de ienes. 

A Honda investirá 1,0 trilhão de ienes em tecnologias de software e 4,4 trilhões de ienes em veículos a gasolina e híbridos, resultando em um investimento total de 6,2 trilhões de ienes durante este período de 3 anos.
 

Quanto ao fluxo de caixa operacional após ajustes de P&D, a Honda espera gerar mais de 7 trilhões de ienes, excluindo perdas relacionadas a veículos elétricos, já que seu negócio automotivo retornará à lucratividade e o negócio de motocicletas mantém sua capacidade de geração de caixa.
 

Esse fluxo de caixa permitirá que a Honda continue fazendo investimentos enquanto gera retornos para os acionistas. Na conclusão do ano fiscal em 31 de março de 2030, a Honda avaliará cuidadosamente as tendências de demanda por veículos elétricos e tomará decisões sobre investimentos em veículos elétricos. A Honda irá melhorar ainda mais a eficiência dos investimentos ao aproveitar proativamente recursos externos sem se concentrar excessivamente na internalização dos recursos.
 

Retornos para os acionistas:

A Honda manterá pagamentos de dividendos estáveis e contínuos, com um DOE alvo de 3%.
 

6. Avanço adicional da governança corporativa:
Para assegurar a execução consistente de cada estratégia de negócios e permitir uma tomada de decisão ousada e transparente, a companhia irá reavaliar sua estrutura de governança corporativa. Especificamente, além de revisar a composição do Conselho de Administração para garantir que a maioria dos conselheiros seja independente (externa), a companhia irá revisar a composição de cada comitê e aprimorar o modelo geral de governança e o funcionamento do Conselho.


Sobre a Honda no Brasil: Em 1971, a Honda iniciava no Brasil as vendas de suas primeiras motocicletas importadas. Cinco anos depois, era inaugurada a fábrica da Honda Motos, em Manaus. Em 2026, a unidade completa 50 anos em operação e soma mais de 32 milhões de unidades produzidas, com destaque para a CG, o veículo mais vendido do Brasil que também chega ao seu cinquentenário ano de produção, reforçando seu legado como símbolo de mobilidade no país. 


A fábrica ainda é responsável pela produção de motores estacionários que integram a linha de Motores e Máquinas, também composta por motobombas, roçadeiras, geradores e cortadores de grama. Para facilitar o acesso aos produtos da marca, em 1981 nasceu o Consórcio Honda, administradora de consórcios que há 45 anos é referência no mercado nacional, que faz parte da estrutura da Honda Serviços Financeiros, também composta pela Seguros Honda e o Banco Honda. 


Dando continuidade à trajetória de crescimento, em 1992 chegavam ao Brasil os primeiros automóveis Honda importados e, pouco tempo depois, em 1997 a Honda Automóveis do Brasil iniciava a produção, em Sumaré (SP). 


A segunda planta de automóveis da marca, construída na cidade de Itirapina (SP), foi inaugurada em 2019 e concentra, atualmente, toda produção dos modelos locais, enquanto a unidade de Sumaré se consolida como centro de produção de motores e componentes, desenvolvimento de produtos, estratégia e gestão dos negócios do grupo Honda. 


Atualmente, mais de 2,5 milhões de automóveis da marca já foram produzidos em solo nacional. Durante esses anos, a empresa também inaugurou Centros Educacionais de Trânsito, de Treinamento Técnico, de Distribuição de Peças e de Pesquisa & Desenvolvimento. Estruturou uma rede de concessionárias hoje composta por aproximadamente 1.300 endereços. 


Em 2014, em uma iniciativa inédita no segmento, a Honda inaugurou seu primeiro parque eólico do mundo, na cidade de Xangri-Lá (RS). O empreendimento supre toda a demanda de energia elétrica das plantas de automóveis no interior de São Paulo e do escritório na capital paulista e já permitiu a produção de 1,1 milhão de carros com energia limpa, reduzindo os impactos ambientais das operações da empresa. Em 2015, a Honda Aircraft Company anunciou a expansão das vendas do HondaJet, o jato executivo mais avançado do mundo, para o Brasil.

 



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