Taxa de ocupação das aeronaves com destino a África supera 73%, número de passageiros cresce mais de 50% e operação já ultrapassa volumes registrados em 2024 e 2025
A companhia aérea angolana, TAAG, celebra resultados expressivos em sua operação entre Luanda (LAD) e São Paulo (GRU), reforçando a importância estratégica do mercado brasileiro para seus planos de crescimento internacional. No acumulado de 2026, a rota registrou taxa média de ocupação de 73,2%, desempenho 10,8% superior ao observado no mesmo período do ano anterior e acima das metas estabelecidas para o período.
O crescimento também se reflete no volume de passageiros transportados. De janeiro a abril, a companhia transportou 43.900 passageiros na rota Luanda–São Paulo, resultado 15,7% acima do projetado para o período e 53,3% superior ao registrado no mesmo período de 2025.
Os números consolidam o crescimento e a expansão da operação entre Angola e Brasil. Com o desempenho alcançado até agora, a rota já superou os volumes totais registrados em 2024 e 2025 e opera atualmente em patamares de antes da pandemia, evidenciando o crescimento consistente da demanda e o fortalecimento da conectividade entre os dois mercados.
O resultado também reflete o crescente interesse de passageiros que utilizam a ligação entre os dois países tanto para viagens corporativas quanto para turismo e conexões para outros destinos da companhia.
Nesse contexto, a TAAG vem reforçando sua expansão de frota com a incorporação de aeronaves mais modernas e eficientes, como o Boeing 787 Dreamliner e o Airbus A220-300, além de ampliar a experiência a bordo com a introdução da cabine Premium Economy na rota São Paulo–Luanda.
Destinos da TAAG
Atualmente a companhia conecta o Brasil a diversas cidades do continente africano por meio de Luanda, capital de Angola. A partir do hub da companhia, é possível viajar para Cidade do Cabo e Joanesburgo (África do Sul), São Tomé (São Tomé e Príncipe), Windhoek (Namíbia), Maputo (Moçambique), Kinshasa (República Democrática do Congo), Brazzaville (República do Congo), Lagos (Nigéria), Nairóbi (Quênia), Abidjan (Costa do Marfim) e Guangzhou, na China, com início programado dos voos comerciais em 23 de junho de 2026.
A companhia também opera voos para 12 províncias angolanas e amplia as opções de conexão para a Europa por meio de Lisboa e, durante a temporada de fim de ano, com voos sazonais para Porto, em Portugal.
Além da oportunidade de conhecer destinos únicos na África, Europa e Ásia, os passageiros também têm a opção de aproveitar um stopover em Luanda de até cinco dias, sem necessidade de visto para brasileiros que permaneçam no país por até 90 dias.
Atualmente, a TAAG opera voos quatro vezes por semana a partir do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, com partidas às segundas, quartas, sextas e domingos, com destino a Luanda.
O Diário Oficial publicou a Portaria nº 19.602, comos valores das novas tarifas dos aeroportos de Viracopos, em Campinas, e Guarulhos, determinados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), atingindo serviços como embarque de passageiros, conexão, pouso, permanência de aeronaves, armazenagem e capatazia de cargas e estão previstas na revisão anual prevista nos contratos de concessão.
Em Guarulhos, o reajuste das principais tarifas aeroportuárias é de 6,2722% e em Viracopos, o aumento aplicado às tarifas de embarque, conexão, pouso e permanência chega a 4,7016%, enquanto as tarifas de armazenagem e capatazia têm reajuste de 4,6411%.O cálculo dos novos valores considera a variação da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), além dos fatores de produtividade (Fator X) e de qualidade dos serviços (Fator Q), previstos nos contratos de concessão dos aeroportos.
São os seguintes os valores das tarifas para passageiros, em Guarulhos:

Os passageiros que embarcam em Guarulhos passam a ter como referência um teto de R$ 35,75 para a tarifa de embarque doméstico. Para voos internacionais, o valor máximo passa a R$ 68,61. A tarifa de conexão passou a ser R$ 16,45 por passageiro.

Em Viracopos, o teto da tarifa de embarque doméstico passa para R$ 33,44, enquanto a tarifa internacional sobe para R$ 59,17. A tarifa de conexão tem teto fixado em R$ 15,40 por passageiro, tanto para voos domésticos quanto internacionais.
Além dos passageiros, as portarias também fixam os valores cobrados das empresas aéreas pela utilização da infraestrutura dos aeroportos que incluem tarifas sobre pouso, permanência em pátios de manobras e áreas de estadia, armazenagem de mercadorias, capatazia e demais operações relacionadas ao transporte aéreo de cargas.
A Anac mantém a divisão das aeronaves em dois grupos tarifários. O Grupo I reúne tarifas calculadas principalmente por passageiro transportado ou por tonelada da aeronave. Já o Grupo II utiliza faixas de peso máximo de decolagem para definir os valores aplicáveis às operações.
Novos valores em Viracopos
As novas tarifas aplicadas ao Aeroporto Internacional de Viracopos são as seguintes:
- tarifa de embarque doméstico: R$ 33,44;
- tarifa de embarque internacional: R$ 59,17;
- tarifa de conexão: R$ 15,40 por passageiro;
- tarifa de pouso doméstico: R$ 10,4683 por tonelada;
- tarifa de pouso internacional: R$ 27,9102 por tonelada;
- permanência em pátio de manobras (Grupo I): R$ 2,0685 para voos domésticos e R$ 5,5722 para internacionais;
- tarifa de capatazia da carga importada: R$ 0,0675 por quilograma, com cobrança mínima de R$ 22,50.
O documento também atualiza as tabelas de armazenagem de cargas importadas, exportadas, cargas em trânsito e mercadorias submetidas ao regime de perdimento, além das tarifas aplicáveis às aeronaves enquadradas no Grupo II, classificadas conforme o peso máximo de decolagem.
São Paulo, julho de 2026 - Com o objetivo de diversificar sua oferta e superar as expectativas dos viajantes em rotas de alta demanda, a Avianca, companhia aérea integrante do Grupo Abra, anunciou hoje que sua experiência Business Class INSIGNIA by avianca estará disponível nas frequências operadas por aeronaves da frota Boeing 787 Dreamliner de e para Nova York.
Os passageiros já podem adquirir este serviço, e os primeiros voos sob este conceito começarão a operar no próximo dia 4 de agosto.
Além disso, essa estratégia de conectividade premium na região é complementada pela oferta da companhia aérea brasileira GOL (também integrante do Grupo Abra), a qual opera desde 8 de julho três frequências semanais na rota Rio de Janeiro–Nova York com sua cabine Classe Executiva INSIGNIA by GOL, fortalecendo as viagens de negócios e turismo entre Brasil e Estados Unidos.
"Nova York é uma das nossas rotas mais emblemáticas e uma ponte fundamental para a conectividade do continente. Com a expansão da INSIGNIA pelas Américas, damos mais um passo importante para oferecer um serviço diferenciado, que coloca o conforto e a experiência no centro de tudo. Queremos que cada detalhe da viagem, desde a experiência no aeroporto, passando pelo descanso durante o voo até a gastronomia a bordo, reflita nosso compromisso em entregar um serviço memorável que responda intencionalmente e com exatidão ao que nossos clientes valorizam e esperam de nós”, afirmou Katherine Stradaioli, vice-presidente sênior de Customer Experience da Avianca.
A INSIGNIA by avianca também está disponível nas rotas de e para a Europa, incluindo Madri, Barcelona, Paris e Londres.
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| Bombeiros de aeródromo em atividade de treinamento no Aeroporto de Goiânia. (Foto: Motiva Aeroportos) |
Trabalho inclui inspeções, monitoramento de áreas críticas, aceiros e integração das equipes para reforçar a segurança operacional
Goiânia, julho de 2026 - O Aeroporto de Goiânia, administrado pela Motiva, reforçou o plano de prevenção a incêndios para o período de estiagem, que se intensifica entre junho e setembro em Goiás e eleva o risco de incêndios em áreas de vegetação. As medidas têm como objetivo garantir a segurança das operações e reduzir possíveis impactos causados por queimadas no entorno do sítio aeroportuário.
De acordo com dados do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, mais de 4 mil ocorrências de incêndios em vegetação foram registradas no estado em 2025. A maior concentração ocorreu entre junho e outubro, período que concentra as condições mais favoráveis à propagação do fogo e reforça a necessidade de ações preventivas.
Entre as medidas adotadas estão o mapeamento das áreas mais suscetíveis a incêndios, realizado de forma integrada pelas equipes de manutenção, operações, segurança e bombeiros de aeródromo, além do monitoramento contínuo dos riscos e da realização de inspeções preventivas em todo o sítio aeroportuário.
O aeroporto também reforçou a preparação para possíveis ocorrências, com verificações periódicas dos equipamentos de combate a incêndio, disponibilização de sopradores para apoio às equipes e ampliação da rede de fornecedores de caminhão-pipa para atendimento em situações de emergência.
Outra ação importante é a execução de aceiros em pontos estratégicos do sítio aeroportuário, reduzindo o risco de propagação do fogo. Além disso, a concessionária encaminhou comunicados aos proprietários das áreas vizinhas ao aeroporto, orientando sobre a adoção de medidas preventivas e a manutenção adequada da vegetação.
“Durante a estiagem, intensificamos uma série de ações para reduzir os riscos de incêndios e garantir que as operações aeroportuárias ocorram com segurança. Esse planejamento envolve monitoramento constante, integração entre diferentes equipes do aeroporto e a colaboração com os proprietários das áreas do entorno”, destaca Mariana Eltz, coordenadora do Aeroporto de Goiânia.
Mariana ressalta que a atuação dos bombeiros de aeródromo é essencial para a estratégia preventiva do aeroporto. “Além da capacidade de resposta em situações de emergência, nossas equipes desempenham um papel fundamental na prevenção, com inspeções frequentes, monitoramento das áreas de vegetação, verificação dos equipamentos e apoio ao planejamento das ações de mitigação. Essa atuação antecipada fortalece a segurança operacional e permite uma resposta rápida sempre que necessário”, completa.
Além dos impactos ambientais, incêndios nas proximidades do aeroporto podem comprometer a segurança operacional. A fumaça pode reduzir a visibilidade para pousos e decolagens, e em situações mais severas, as operações podem sofrer restrições temporárias até que as condições de segurança sejam restabelecidas.
A administração do aeroporto orienta a população a evitar queimadas, não descartar bitucas de cigarro em áreas de vegetação e acionar o Corpo de Bombeiros em caso de focos de incêndio.
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