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domingo, 19 de maio de 2013

MERCEDES-BENZ LANÇA O PRIMEIRO CARRO DO MUNDO QUE NÃO TEM UMA ÚNICA LÂMPADA E QUE RECONHECE A TEMPO ONDULAÇÕES E OBSTÁCULOS NA PISTA. É O MODELO CLASSE S QUE O PRESIDENTE DA MARCA ALEMÃ DENOMINA A "ESSÊNCIA DO LUXO" E GARANTE QUE É "PONTA DE LANÇA DO DESENVOLVIMENTO DO AUTOMÓVEL COMO UM TODO: "PARADO NOS SINAIS, AS LANTERNAS REDUZEM AUTOMATICAMENTE A LUMINOSIDADE PARA NÃO ENCADEAR O MOTORISTA DO CARRO DE TRÁS. A MATÉRIA É UM POUCO LONGA, MAS, VALE A PENA CONHECER A NOVIDADE DA MERCEDES



Stuttgart/Hamburgo - Com três prioridades de engenharia, "Intelligent Drive" (condução inteligente), "Efficient Technology" (tecnologia eficiente) e "Essence of Luxury" (a essência do luxo), o novo Classe S expande as fronteiras de vários níveis da tecnologia. 

O Classe S não é apenas a ponta de lança tecnológica da Mercedes-Benz, mas do desenvolvimento do automóvel como um todo. Como em todas as gerações anteriores, o consumidor espera que o novo Classe S estabeleça padrões além dos limites para manter sua fama de "melhor automóvel do mundo". 




presidente do Conselho de Direção da Daimler AG e CEO da Mercedes-Benz Automóveisr, Dieter Zetsche, explicou que em vez de um compromisso entre segurança e estética, potência e eficiência, conforto ou dinamismo, nosso desejo foi alcançar 'o melhor ou nada' em todos os aspectos. Nenhum outro carro representa esta promessa da marca Mercedes-Benz melhor do que o Classe S."

A perfeição até o último detalhe é o que leva à "Essência do Luxo". Esta busca pelo melhor é perceptível particularmente no interior: sejam os assentos ou o ar-condicionado, os controles ou o design, o sistema de informação e entretenimento ou o conforto e a segurança no banco traseiro - novas ideias e sua dedicada aplicação e a alta percepção de qualidade destacam os altos padrões que os engenheiros estabeleceram para o modelo mais representativo da Mercedes-Benz - e para eles mesmos.

O mesmo se aplica à segurança. A trajetória iniciada com o sistema PRE-SAFE, 10 anos atrás, e continuada pelo DISTRONIC PLUS, resultou em uma nova dimensão em automóveis: conforto e segurança foram reunidos. 
É o que a Mercedes-Benz chama de "direção inteligente". 

O Classe S é tão eficiente que chega a parecer utópico: em 10 anos, a Mercedes-Benz conseguiu, por meio de sua "tecnologia eficiente", reduzir o consumo de combustível da categoria de 150 kW de potência quase pela metade, chegando a 4,4 litros por 100 quilômetros.

Por exemplo, ao mesmo tempo em que o coeficiente de arrasto do novo Classe S (cd = 0,24) é claramente menor que o verificado na versão anterior, estabelece um novo parâmetro para este segmento. 

O S 300 BlueTEC HYBRID consegue ir ainda além, com cd = 0,23, graças a medidas de otimização aero0favor dos LEDs, mostrando o caminho do futuro mais uma vez.
Design - Uma interpretação moderna de status e formas sensuais 

Na década de 30, o Mercedes-Benz Classe S mostrava linhas alongadas e elegância.

Em todo o mundo, as pessoas reconhecem um Mercedes-Benz sem hesitação. O design sofisticado do Classe S sempre foi uma expressão do luxo e grandiosidade automotiva. 

"Nosso novo Classe S dá continuidade a esta tradição. Com sua arquitetura clássica e silhueta fluida, ele é uma moderna personificação de clareza sensual", considera Gorden Wagener, chefe de Design da Mercedes-Benz



O design, acrescenta Gorden, liga uma linguagem sofisticada e progressista à clássica elegância de nossos carros da década de 1930 - com uma inteligência que dialoga com a emoção

"Esportividade refinada e formas sensuais, associadas a uma clareza atemporal e sensação de superioridade espontânea fazem do Classe S um verdadeiro ícone do design", identificou o executivo. 



Para ele, salientar a superioridade espontânea do novo Classe S e sua vocação para a liderança, a grade do radiador agora é maior, mais vertical e claramente tridimensional em seu design. 



Com seu longo capô, a linha curva e fluida do teto e a traseira levemente inclinada, o novo Classe S tem as proporções clássicas de um sedã, comentou o chefe de Design da Mercedes-Benz. 



As dimensões e o espaço foram distribuídos de tal forma que o modelo parece imponente, enquanto ao mesmo tempo a forte definição da linha do teto deixa clara a intenção de associar o estilo do carro a um cupê.

A linha de caráter, que desce discretamente da frente para a traseira - a "Dropping Line" que é uma característica da marca - estrutura elegantemente a superfície lateral e acrescenta um toque de dinamismo, mesmo quando o carro está parado. 


O efeito côncavo-convexo sutilmente criado em toda a lateral dá origem a uma carroceria extremamente poderosa e alongada, que transmite ao mesmo tempo entusiasmo e tranquilidade. 



O ombro pronunciado sobre a roda traseira dá ainda mais ênfase ao caráter atlético do carro.

As superfícies e linhas positivamente acentuadas na lateral do novo Classe S geram entusiasmo à medida que fluem para a traseira. 


Além de ser elegante, o formato ligeiramente inclinado traz vantagens aerodinâmicas. Linhas horizontais correndo do capô para o para-choques reforçam a impressão de largura do carro visto pela traseira. 



A marca registrada dos designers da Mercedes-Benz também pode ser vista no vidro traseiro, que entra nas colunas C. A parte superior do vidro é arredondada, remetendo a uma personalidade de cupê. 

Os destaques maiores são as lanternas traseiras reestilizadas que, completamente incorporadas à carroceria do carro, graças a este estilo integrado e ao acabamento interno meticulosamente elaborado, complementam o design até o último detalhe.



Tecnologia LED: primeiro carro sem uma única lâmpada 
Cem anos depois da introdução da iluminação elétrica em veículos motorizados, a Mercedes-Benz executa agora uma completa mudança para a tecnologia LED: o novo Classe S é o primeiro veículo do mundo a não usar, interna e externamente, nenhuma lâmpada, mais uma vez assinalando o pioneirismo da marca na área da iluminação. 

O nível múltiplo de funcionalidade da iluminação é outra novidade: para conforto dos usuários da estrada que trafegam atrás, a intensidade das lanternas traseiras é reduzida durante a noite ou quando o carro para nos semáforos. 

Quase 500 LEDs iluminam a estrada, o veículo, o interior e o porta-malas. Dependendo do equipamento, elas se distribuem assim:


Faróis: cada um com até 56 LEDs 




· Lanternas traseiras: cada uma com até 35 LEDs (mais quatro para cada lanterna de neblina).

Interior (incluindo iluminação ambiente): aproximadamente 300 LEDs

A visibilidade é incrementada por dois sistemas de assistência que passaram por alguns importantes aperfeiçoamentos - Adaptive Highbeam Assist Plus (assistente de farol alto adaptativo) e Night View Assist Plus (assistente de visão noturna). 


Graças a uma nova câmera estéreo e a sensores de radar multiestágio, o Classe S oferece uma visão envolvente de 360 graus e detecta melhor os potenciais perigos na pista.

Sistema propulsor: líder em eficiência em cada categoria de potência
Em seu ano de estreia, a gama da nova Classe S oferece duas versões híbridas, um modelo a gasolina e um a diesel: S 400 HYBRID, S 500, S 350 BlueTEC e S 300 BlueTEC HYBRID. 


Todos os modelos apresentam a melhor eficiência em suas categorias e consumo de combustível até 20% menor do que as versões anteriores. 

Todos os motores atendem às exigências do padrão de emissões Euro-6. Além disso, o S 400 HYBRID e o S 350 BlueTEC atendem aos estritos critérios de eficiência classe A, enquanto o S 300 BlueTEC HYBRID foi classificado como A+.

"O novo Classe S alcança números de consumo e emissões que, há poucos anos, pareceriam utópicos, mesmo para carros executivos", afirma o prof. Thomas Weber, membro do Conselho de Direção da Daimler, responsável pela Pesquisa do Grupo e Desenvolvimento da Mercedes-Benz Automóveis. 


"E este é só o começo de nossa iniciativa 'Green Leadership' (liderança verde), que terá continuidade com o S 500 Plug-In HYBRID, o primeiro Classe S com consumo de combustível inferior a quatro litros por 100 quilômetros", acrescentou.

A linha do Classe S inclui pela primeira vez, portanto, uma gama completa que vai desde modelos a gasolina ou diesel, a híbridos a gasolina ou diesel e, pela primeira vez, híbridos recarregáveis.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

AS EXPORTAÇÕES SÃO DE GRANDE IMPORTÂNCIA PARA O BRASIL E PARA OS CONSUMIDORES, CRIANDO AUMENTO DE ESCALAS DE PRODUÇÃO O QUE VIABILIZA TECNOLOGIAS E CRIA COMPETITIVIDADE. MAS NO PAÍS JUNTO COM OS CARROS EXPORTA IMPOSTOS E ISSO É PÉSSIMO. O TEMA É TRATADO POR FERNANDO CALMON. LEIA E ENTENDA O QUE AS EXPORTAÇÕES ENVOLVEM

Alta Roda 


Nº 733 — 16/5/2013

Fernando Calmon


EXPORTAR IMPORTA MUITO 

Exportação parece um tema sem grande importância para quem compra um automóvel produzido no Brasil. 

No entanto, esse é um motivo de preocupação. Afinal, o que dá grau de competitividade à indústria automobilística de um país é o seu nível de produção. 

O País é o quarto maior mercado do mundo e apenas o sétimo maior produtor, justamente por ter perdido sua capacidade de exportar.

Impacto positivo das exportações significa aumento de escala de produção. Isso, frequentemente, viabiliza tecnologias sensíveis a volume, em especial as maravilhas da eletrônica de bordo para segurança e conforto, além de melhorias de qualidade. 

No novo regime automobilístico Inovar-Auto estão contemplados investimentos fortes em pesquisa e inovação, mas não há objetivos claros para o mercado externo. 

Luiz Moan Yabiku Jr., novo presidente da Anfavea, coloca como bandeira de sua gestão a recuperação das exportações até 2017.

Ter produto com bom preço no exterior passa, obviamente, pela cotação do real. Tanto que em 2005, com câmbio favorável, quase 900.000 unidades (montadas e desmontadas), 35% da produção anual, deixaram os portos. 

No ano passado, apenas 470.000 unidades saíram do país, 14% do produzido. A meta para daqui a cinco anos é exportar 1 milhão de veículos (20% da produção). 

Seria um incomum cenário de equilíbrio: 5 milhões de unidades em vendas internas, 5 milhões produzidas, 1 milhão de veículos exportados e o mesmo tanto de importados.

No ano passado o Brasil importou 795.000 veículos, 70% mais do que exportou. Uma saída indica a desvalorização cambial – boa para exportar e segurar importações –, porém só colocaria a sujeira do custo Brasil para baixo do tapete. 

Um real fraco, por sua vez, aumenta os custos de certos componentes sofisticados, que continuarão a vir do exterior e aplicados em produtos nacionais.

Há várias sugestões de estímulos às vendas externas: simplificação do processo aduaneiro, mudanças na legislação burocrática e retirada de encargos fiscais indiretos ou invisíveis, na longa cadeia produtiva, estimados em quase 9%. Nenhum país se dá ao luxo de exportar impostos, típico cacoete brasileiro.

Alguns dos problemas históricos se concentram nos portos e o governo enfrenta resistências para vencer o arcaísmo. Só agora alguns deles passam a funcionar 24 horas por dia, fundamental para escoar volumes. 

Faltam, até, pátios para estocagem de veículos. Faz pouco tempo a guerra fiscal entre os portos estaduais, com desconto de alíquotas do ICMS, levava automóveis vindos do exterior a reconquistar boa parte da competitividade perdida com o imposto de importação. Em outros termos, desestímulo a quem produz internamente.



RODA VIVA



PARA fábrica de Betim (MG), Fiat também reserva novidades, que a coluna antecipa. Cronograma refere-se ao início de vendas. Começo de 2014: novo Fiorino (cara de novo Uno); um ano depois, início de 2015, novo Doblò (projeto 263); segundo trimestre de 2015, o aguardado subcompacto (projeto 344) sucessor do Mille. Strada cabine dupla de três portas, fácil de produzir, ainda sem confirmação.

ALÉM da GM, que já decidiu entrar no mercado de subcompactos (provável inspiração no sucessor do Opel Adam), Renault também vai mergulhar nos modelos pequenos de uso urbano preferencial. Projeto para o Brasil será específico, sem aproveitar quase nada do Twingo francês. Assim o VW Up!, talvez ainda no final do ano, terá muita concorrência à frente.

LEVANTAMENTO da Anfavea indica: 62 marcas de veículos leves e pesados – total de 1.744 modelos e versões – estão em lojas hoje. Compara-se apenas à China, estima a coluna. Ou seja, opções de sobra, concorrência acirrada.

ESCALADA dos juros básicos (Selic) não deve ser repassada para taxas do crédito ao consumidor. Estas dependem bem mais da inadimplência (que resiste a cair) e da disputa entre bancos e financeiras.

NOVO Maserati Quattroporte, por R$ 950.000, ficou maior (5,26 m de comprimento) e ao mesmo tempo apertado em nicho minúsculo do mercado. Impressiona pelos materiais internos de acabamento, em especial na parte inferior do painel, além de itens de conforto. Motor V-8, biturbo novo, de 3,8 L/530 cv/66,3 kgf∙m, apesar de 1.900 kg do carro, confere 0 a 100 km/h em apenas 4,7 s.

IMPORTAÇÕES recuaram 25% no primeiro quadrimestre de 2013 frente a 2012, segundo Abeiva, associação de empresas sem produção nacional. Por enquanto, a entidade não revisou suas previsões. Há sinais contraditórios, como a recuperação em abril de suas marcas, atribuída ao sistema de cotas do México que afetou, no mês passado, veículos importados por associados da Anfavea.

LEITORES reclamam que Detrans estaduais têm recusado, sistematicamente, cancelamento previsto em lei de multas de classificação leve para bons motoristas, transformáveis em advertência como viés educativo. Quem quer perder arrecadação? Depois negam existência da indústria de multas. Conversa que não dá para acreditar, desmistificada por fatos como esse.

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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

FIAT LANÇA CAMPANHA PARA INCENTIVAR O USO DO CINTO DE SEGURANÇA ENTRE AS CRIANÇAS. A IDEIA É TAMBÉM SENSIBILIZAR OS MOTORISTAS PARA ESSA OBRIGATORIEDADE. INFELIZMENTE, AINDA SE VÊEM MOTORISTAS - E MUITOS - PROFISSIONAIS DIRIGINDO ÔNIBUS E CAMINHÕES SEM CINTO DE SEGURANÇA. A FIAT ESTÁ DE PARABÉNS PELO PROGRAMA "ABRAÇO HERÓI" QUE DEVERIA SER ESTENDIDO A TODO O BRASIL.




Para incentivar o uso do cinto de segurança nas crianças, a Fiat lançou o Programa Abraço Herói Fiat, uma ação que pode mudar a maneira como as crianças vêem o uso do cinto de segurança e sensibilizar os pais para essa necessidade legal e por segurança dos menores.

É inacreditável, mas não é raro flagrar condutores dirigindo - o Código Nacional de trânsito obriga o do cinto mesmo com o carro parado - sem cinto de segurança, inclusive  profissionais, ao volante de ônibus e caminhões. 


Todavia a maior incidência desse desrespeito à lei acontece nas cidades do interior onde a fiscalização é menor e existe ainda a sensação - errada - de que em pequenos percursos ou onde o tráfego é tranquilo a falta do cinto é dispensável.

No banco traseiro, então, é muito raro ver-se os ocupantes usando o cinto de segurança, independente do local ou da intensidade do trânsito. E as crianças que obrigatoriamente têm de ocupar esse banco são alvos potenciais desse desleixo dos responsáveis. Para quê usar cinto para andar dois quarteirões de casa ao colégio?  

A Fiat criou uma capa para cintos de segurança infantis inspirada nos super-heróis famosos. Ao serem colocadas nos cintos, as capas simulam as mãos dos super-heróis, literalmente, abraçando as crianças e usando seus superpoderes para garantir diversão e segurança ao mesmo tempo. 

Abraço Herói Fiat conta com a parceria da DC Comics e apresenta três opções de capas, que remetem aos astros dos quadrinhos Batman, Mulher Maravilha e The Flash.

A ação, criada pela agência Fiat – formada por profissionais da Leo Burnett Tailor Made e da agência Click Isobar – pretende incentivar o uso do cinto de segurança entre as crianças. 

A ação será realizada em algumas concessionárias da rede Fiat do interior de São Paulo, mas espera-se que seja estendida a todo o Brasil.

O JORNALISTA RENATO PEREIRA ANALISA O DESENVOLVIMENTO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA NO MUNDO E DESTACA A CHINA COMO O GRANDE ATUAL PRODUTOR E EM BUSCA DE MERCADOS PARA EXPORTAR SEUS CARROS PARA O MUNDO. ELE LEMBRA QUE O BRASIL AO CONTRÁRIO DOS CHINESES SOUBE APROVEITAR O ESPAÇO DA FABRICAÇÃO AUTOMOBILÍSTICA. VALE A PENA LER O ARTIGO.


Por Renato Pereira*



INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA.
COMO CRESCER SEM PARAR E SER O MAIOR RAPIDAMENTE!



A China disparou na corrida para ser o maior fabricante de automóveis e autopeças do mundo. 

O primeiro trimestre de 2013 mostra que o crescimento de seu parque automotivo cresceu 19,3% em relação ao mesmo período de 2012


 
Os Estados Unidos ficaram com o segundo lugar, com crescimento de magros 6,4%, e o Japão teve uma baixa de 9,6%. 

Se for considerado que os números chineses referem-se apenas a veículos de passeio, enquanto os demais englobam também comerciais leves, o buraco é bem maior. 

Aí, você se pergunta: mas como, repentinamente, a China se torna o maior produtor mundial de automóveis, se nenhuma de suas marcas eram, até bem pouco tempo, conhecidas e a qualidade de seus projetos e matéria prima são tão ruins?

Como pode a Alemanha, berço dos mais cobiçados automóveis no mundo, ocupar apenas a sexta colocação nesse ranking, com acentuada queda de 13,1% em relação ao ano passado, enquanto a Índia ficou com a quarta posição? 

A resposta está justamente lá, na Ásia em geral e na China em particular. E não, antes que se pense besteira, os projetos chineses e sua matéria prima não melhoraram em absolutamente nada, assim como os outros países não pioraram seus produtos. 

O que aconteceu foi o seguinte:

A República Popular da China é o maior país da Ásia Oriental e o mais populoso do mundo, com mais de 1,3 bilhão de habitantes, mais ou menos um sétimo da população do planeta, o que é mais do que as populações da América do Norte e América do Sul juntas. 

Dos 50 países que constituem a Ásia, a República da Índia, na região sul do Continente, é o segundo país mais populoso do mundo, possui grandes depósitos de ferro, carvão, mica, manganês e alumínio, entre outros, e produz a maior parte do petróleo que consome. 

Fora estarem no mesmo continente, o que os dois países têm em comum é o fato de terem gente demais disputando uma mesma mínima fonte de renda. 

Isso faz com que, automaticamente, os níveis de remuneração caiam, já que há muito mais oferta de mão de obra do que vagas. 

Dessa maneira, temos o primeiro fator que explica essa aparentemente ininteligível expansão alucinante da indústria automotiva nos dois países: mão-de-obra de sobra a preço irrisório, exatamente o oposto do que se encontra na Europa, Estados Unidos e Japão. 

Para comprovar, a Tailândia é mais um país asiático que entrou na briga, e teve um aumento de impressionantes 47,9% de participação em comparação com o ano passado, e a explicação é a mesma.

Com toda essa mão-de-obra dando sopa, espaço de sobra e tecnologia de menos, os governos desses países usaram a inteligência, criaram taxações e impostos em níveis abaixo de poleiro de pato para exportações e atraíram as instalações e joint-ventures com os fabricantes europeus, norte-americanos e japoneses, esquecendo-se repentinamente que o dinheiro (em toneladas) que aportou em seus países é oriundo do capitalismo decadente ocidental e toda essa balela politica. 

Quando o assunto é dinheiro, é fácil ser atacado por uma amnésia seletiva que derruba as fronteiras entre democracia, comunismo, socialismo, capitalismo e outros “ismo” mais, e as religiões também deixam de dar as cartas. 

Além de resolver uma série de problemas, esses países incrementaram suas próprias industrias automotivas com o que estão aprendendo sobre tecnologia. Logo-logo, não precisarão de mais ninguém junto. 

O Brasil? Ah, sim, nós já fomos bons nisso, porém a bolha ilusória criada nos últimos anos enganou apenas a nós, nativos, mas não aos investidores e industrias estrangeiras, que não são desprovidas de inteligência, sabem que as coisas por aqui são extremamente volúveis e nenhum investimento é estável.

Ao contrário do Brasil, a China rapidamente, com o fim da Economia Planificada – copiada da Rússia comunista falida, implantada em 1949 pelo ditador Mao Tsé-Tung, que afundou o país em uma miséria total – e com a implantação da Economia Mista em 1978 – que acabou com a historia de tudo ser do Governo e seus dirigentes – abriram-se as portas das privatizações e da entrada de capital estrangeiro; assim, o mapa da China deixou de apresentar imensas plantações de arroz, chá e pastos para o gado para se transformar em grandes centros industriais. 

O país continua comendo o que produz, só que agora possui um poder de compra gigantesco, que lhe dá o direito de barganhar com quem e como quiser. 

Tanto que sua indústria se dá o direito de, vez por outra, copiar descaradamente produtos desenvolvidos em outros países, mudar o nome, comercializar e ninguém vai lá brigar por seus direitos.

De A a Z, a China possui, hoje, mais de 40 empresas voltadas à indústria automotiva, entre marcas próprias e joint-ventures, e um desmembramento interno dessas próprias empresas que criam outras marcas, algo meio confuso para nosso (ocidental) entendimento, além de toda uma indústria de abastecimento de peças, componentes e acessórios para sí próprias ou exportação. 




A história da indústria automotiva chinesa não é recente; nós, por aqui, é que nunca estivemos informados a respeito. 

Fundada em 1953, a FAW (First Automobile Works) lançou, em 1956 seu primeiro carro, o Jiefang CA-30, iniciando a indústria automotiva do país. 

No final dos anos 1950 a 1960, várias fábricas de automóveis foram criados em Nanjing (Nanjing Automobile Group) Corporation), Xangai (Shanghai Automotive Industry Corporation), Jinan (China National Heavy Duty Truck Group) e Pequim (Beijing Automotive Industry Holding Corporation) e, em 1968, a Dongfeng Motor Corporation foi fundada. 

Mas a indústria de automóveis representou uma pequena parte da produção de veículos durante as três primeiras décadas da economia socialista da China. 

Em 1985 o país produziu um total de apenas 5.200 carros. Como a produção nacional era muito limitada, a importação aumentou dramaticamente, apesar da taxa de 260% de imposto de importação sobre veículos estrangeiros. 

Antes de 1984, o maior exportador de carros para a China foi – nem poderia ser diferente... – a União Soviética. 

Deste ano em diante, as exportações do Japão para a China aumentaram 7 vezes, pulando de 10.800 para 85.000 unidades e, em meados de 1985, a China já era o segundo maior mercado de exportação do Japão, perdendo apenas para os EUA, gastando cerca de US $ 3 bilhões para importar mais de 350 mil veículos, sendo 106 mil carros e 111 mil caminhões. 

Para frear essa farra, a liderança chinesa tomou as rédeas, aumentando os impostos e moratórias, além de fomentar a produção local, aumentando as varias joint-ventures existentes e atraindo novos acordos. 

Com o custo da mão-de-obra no patamar da mixaria, podendo levar seu projetos completos (além de desenvolver outros por ali mesmo), empresas como a American Motors Corporation, Chrysler, Volkswagen, Peugeot (PSA), Daimler, General Motors, BMW, Ford, Toyota e várias implantaram suas indústrias na China, algumas originadas a partir da indústria local, como Chang"an Motors, Changhe e Hafei Motor, algumas desenvolvidas a partir de antigas empresas estatais, como a BYD Auto, Brilliance Auto China, a Chery Automobile, e Changfeng Automobile, e outras sendo empresas de propriedade privada, como a Geely Automobile e Great Wall Motors. 

Hoje, as 10 maiores fabricantes, que controlam diversas outros pequenos produtores são a SAIC Motor, Dongfeng Motor, First Automobile Works, Chang"an Motors, Beijing Automotive Group, Guangzhou Automobile, Chery, BYD Automobile, Brilliance China Auto e Jianghuai Automobile, exportam seus produtos para os quatro cantos do globo terrestre e o país é o maior produtor mundial de automóveis, atingindo a marca de quase 5.000.000 de unidades vendidas no primeiro trimestre de 2013. 

O Brasil teve as mesmas chances e oportunidades, e nunca soube usar. Sequer conseguimos criar uma montadora 100% nacional. 

A que tivemos usava motores Volkswagen, pagando royalties. Não aprendemos a fazer as coisas, mas os chineses souberam, cresceram e agora simplesmente dominam o setor, em menos de 30 anos.

Isso significa que, antes de você torcer o nariz para um carro declaradamente chinês, é interessante que verifique se o carro daquele cuja marca, aparentemente europeia, norte-americana ou japonesa que você tanto idolatra, não é Made In China.

PEUGEOT DIVULGOU A TABELA DE PREÇOS DE SEUS CARROS. O MAIS BARATO É 0 207 BLUE LION QUE CUSTA MENOS DE R$ 27 MIL E O MAIS CARO É O RCZ:, QUASE R$ 120 MIL.


A SEGUNDA ETAPA DO EUROPEAN LE MANS SERIES 2013 ACONTECERÁ NESTE FIM DE SEMANA NO CIRCUITO DE IMOLA. A PROVA É A ÚLTIMA ANTES DAS 24 HORAS DE LE MANS, QUE COMEMORA 90 ANOS. RENAULT ALPINE A450 ENTRA PARA GANHAR


O circuito italiano de Ímola, localizado a cerca de 40 km da cidade de Bolonha, sediará a segunda etapa do European Le Mans Series 2013, neste fim de semana (17 e 18/5).

As 3 Horas de Ímola é a última competição oficial antes do início de uma programação dedicada às 24 Horas de Le Mans (22-23 de junho de 2013), que comemorará seu aniversário de 90 anos.

Os pilotos Nelson Panciatici e Pierre Ragues se revezarão na direção do Alpine A450 com o objetivo de marcar pontos importantes no European Le Mans Series.

Apenas algumas semanas após uma primeira aparição em Silverstone, a equipe Signatech-Alpine chega à Itália com grandes ambições.

No circuito de Ímola, Nelson Panciatici e Pierre Ragues pilotarão una versão modificada do Alpine A450 para poder enfrentar as condições daquele traçado específico.

O desenho do circuito de Ímola é bastante diferente do circuito das 24 Horas de Le Mans. 

Por isso, a equipe Signatech-Alpine ficará totalmente concentrada nesta corrida, que é a segunda etapa de um calendário com cinco eventos, antes de seguir rumo ao grande acontecimento da temporada.

“As regulagens do Alpine A450 serão radicalmente diferentes para se adaptar às várias sequências de acelerações e frenagens”, destaca Philippe Sinault, Líder da Equipe Signatech-Alpine. 

“O chassi também deverá ser adaptado para permitir que os pilotos possam passar pelos sistemas de vibração”, acrescentou.

Nelson Panciatici e Pierre Ragues da Signatech-Alpine estão atualmente em quarto lugar no European Le Mans Series. 

“Tivemos uma primeira corrida bastante frustrante em Silverstone. A presença do safety car na pista durante um longo período e a bandeira vermelha antes do término das três horas impediu que começássemos a temporada no pódio. Os pilotos e toda a equipe estão decididos a fazer uma boa corrida na Itália! Queremos mostrar nosso potencial e marcar pontos”, reclamou Nelson Panciatici.

Pierre Ragues já conhece bem Ímola. Uma primeira participação pilotando um protótipo permitiu que ele descobrisse as particularidades do local: “Este circuito tem uma alma, uma história. Nas pistas, há sempre muito ritmo e os muros ficam próximos. Trabalhamos muito no simulador e a equipe técnica também fez melhorias no Alpine A450 com os novos pneus Michelin. O tráfego será um dos pontos altos da corrida e cada segundo fará diferença, pois o nível é bastante puxado no European Le Mans Series”.

Programação European Le Mans Series

Sexta-feira, 17 de maio
12h00 – Testes livres 1 (60 minutos)
16h40 – Testes livres 2 (60 minutos)

Sábado, 18 de maio

10h30 – Treinos classificatórios LMP2 & LMPC (20 minutos)
11h00 – Coletiva de imprensa
16h00 – Corrida (3 horas)
19h15 – Coletiva de imprensa

OS 93 CARROS INSCRITOS NO RALI DE ERECHIM REALIZAM ESTA NOITE, ÀS 20 HORAS, NO CENTRO, A LARGADA PROMOCIONAL, EM QUE SÃO ESPERADAS 10 MIL PESSOAS. AMANHÃ, DE MANHÃ, ACONTECE O COMEÇO DA COMPETIÇÃO PARA OS CARROS 4 X 4 E AO MEIO DIA PARA OS 4 X 2. O RALI TEM COMPETIDORES DE VÁRIOS PAÍSES, ENTRE ELES O URUGUAIO QUE VENCEU OS DOIS ÚLTIMOS RALIS.


O show da velocidade em Erechim, norte do RS, começa nesta quinta-feira, oficialmente. A programação, começou na terça-feira, e ontem (15/5) com o trabalho de reconhecimento das especiais. 

Hoje (16/5), às 20h, no centro da cidade, acontecerá a largada promocional, um dos momentos mais apoteóticos do Rally de que participarão 93 carros.

A expectativa é que mais de 10 mil pessoas assistam à apresentação oficial de todos os competidores que disputarão a corrida, a partir da sexta-feira. 



Na largada promocional, pilotos e navegadores já usam os macacões oficiais da prova e os carros serão também os usados na corrida.

A largada desta noite contará com a presença do ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, além de autoridades esportivas ligadas e locais.

O programa da largada promocional começa com um desfile dos carros pelas duas principais avenidas de Erechim, chegando até à Praça da Bandeira. Cada equipe subirá na rampa de largada e será apresentada ao público.


Após, os carros retornam para o parque de apoio. Na sexta-feira, as equipes terão a oportunidade de fazer o treino final, antes da corrida, o shakedown. Este começa às 8h para os carros de tração 4x4 e às 12h para os carros de tração 4x2.

Recorde de inscritos
O Rally Internacional de Erechim vai ser a maior prova de rali de velocidade realizada na história do esporte no Brasil. Um total de 93 carros vão alinhar no grid de largada.

São competidores vindos de vários estados brasileiros e também de países como Uruguai, Argentina, Paraguai, Bolívia e Equador.

O atual bicampeão do Rally de Erechim, Gustavo Saba, será novamente uma das atrações da prova e também um dos favoritos a vencer na classificação geral. Ele é do Paraguai e venceu a corrida brasileira nos últimos dois anos.

Se vencer este ano, ele se tornará o primeiro tricampeão do Rally Internacional de Erechim. Saba é um dos mais de 30 competidores que estão vindo de outros países para a prova. Mais informações, no site oficial do evento, no endereço www.rallyerechim.com.br.



COMPRE UM CAMINHÃO SCANIA PELO CONSÓRCIO DA MARCA SUECA E GANHE VIAGENS A PORTUGAL E AOS ESTADOS UNIDOS. O CONSÓRCIO SCANIA JÁ CONTEMPLOU 62 MIL COTAS.

Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa.
Lugares incríveis, roteiros diferenciados, segurança e atendimento de primeira. Esses são os ingredientes que a Família Scania, programa de relacionamento do Consórcio Scania Brasil, vai proporcionar aos clientes que adquirirem qualquer cota de consórcio até outubro de 2013. 

Os destinos já estão definidos. Em outubro e novembro os grupos contemplados embarcarão para Portugal e Estados Unidos.

O crédito mínimo para ganhar a viagem sem acompanhante é a cota do P 250 4x2. Já aqueles que adquirirem o crédito do modelo G 440 4x2 serão premiados com uma viagem em que podem levar um acompanhante.

“Após a escolha da cota, fica a critério do cliente a escolha do destino”, afirma Gilberto Rocha, gerente de Marketing do Consórcio Scania Brasil.


“A Família Scania vem fazendo muito sucesso entre os contemplados, especialmente pela qualidade e organização das viagens. Essa ação cria uma preciosa ferramenta de relacionamento”, acrescentou.

Os próximos grupos da Família Scania embarcarão para Lisboa, em Portugal, e Orlando, nos Estados Unidos. 


As viagens acontecerão entre os meses de outubro e novembro de 2013. “Os clientes vão usufruir do nosso elogiado padrão de atendimento e qualidade”, completa o gerente.

“Nosso objetivo é agradar os dois perfis mais comuns de clientes. Àqueles que preferem uma viagem para o casal, conhecendo um pouco de história, gastronomia e cultura em Lisboa, e os que têm filhos e querem aproveitar as atrações dos parques temáticos e das compras em Orlando”, diz Ricardo Vitorasso, gerente comercial do Consórcio Scania Brasil.

A Família Scania já proporcionou para mais de 40 mil clientes viagens internacionais a cidades como Buenos Aires, Santiago, Lisboa, Madri e Orlando, cruzeiros marítimos e shows de artistas famosos em resorts nacionais.

A estátua da Liberdade, em Nova York.

Sobre o Consórcio
Em 2012, o Consórcio Scania Brasil foi um dos vencedores do Prêmio Marketing Best, uma das mais prestigiadas congratulações de marketing do País. 

O case premiado foi o da campanha de comunicação integrada que marcou os 30 anos da empresa e fez história ao criar o primeiro consórcio de veículos comerciais pesados.

O Consórcio Scania Brasil já contemplou mais de 62 mil cotas de veículos Scania e 18 mil de implementos rodoviários, contribuindo para o aumento ou renovação da frota de milhares de transportadores.

O consórcio é a única ferramenta que permite o parcelamento total do produto em até 100 meses, sem entrada, sem juros e com uma das menores taxas de administração do mercado. Com excelente prazo de pagamento e taxa de administração diluída ao longo do plano, o consórcio permite a aquisição de bens de forma planejada e econômica para quem pretende investir no próprio negócio, pois cada parcela contribui para a compra do veículo.

BMW CONSEGUIU EM ABRIL, DESTE ANO, EFETUAR AS MELHORES VENDAS DE TODA A SUA HISTÓRIA, APESAR DA CRISE QUE ASSOLA A EUROPA. FORAM ENTREGUES A CLIENTES EM TODO O MUNDO 130.598 VEÍCULOS, MAIS NOVE MIL DO QUE NO MESMO MÊS DE 2012



"Em abril deste ano, conseguimos fazer as melhores vendas mundiais de nossa história, apesar dos atuais problemas em alguns mercados da Europa. No mês passado, registramos um crescimento de 2,8% na Europa e obtivemos altos lucros na Ásia e na América. Este aumento de vendas em todo o mundo continua graças ao lançamento de novos modelos como o novo BMW Série 3 Gran Turismo, a nossa linha de produtos já atraente", declarou nesta segunda-feira em Munique, Ian Robertson, membro do Conselho de Vendas e Marketing da BMW Management.

No mês passado, as vendas de veículos da marca BMW aumentaram 7,5%, atingindo 130.598 unidades (contra 121.507, no mesmo período do ano passado). 




O BMW X1  manteve uma demanda forte, com 11.837 veículos entregues, o que representa um aumento de 14,8% em relação ao mesmo mês do ano passado (10.310). 



O BMW Série 3 também tem registrado fortes ganhos, com um total de 38.491 veículos entregues aos clientes, um aumento de 16,0% em relação ao ano anterior (33.192 veículos). 


O BMW Série 3 Touring tem contribuído para este crescimento, com 8.359 unidades entregues durante o último mês, o que significa um aumento de 104,6% em relação ao ano anterior (4.085). 


O BMW Série 5 tem reafirmado a sua posição como líder do segmento, com 29.955 unidades entregues durante o último mês (ejerc. formiga. 26.770 / 11,9%). 



O BMW Série 6 também contribuiu para este crescimento de 2.200 unidades entregues a clientes em todo o mundo durante o mês de abril (1.559 / 41,1%). 

Desde o início do ano, já foram entregues a clientes em todo o mundo um total de 512.000 veículos (478 069), o que significa um aumento de 7,1%.

MINI: Com 24.581 veículos entregues durante o mês de abril, as vendas do MINI em todo o mundo aumentaram 3,3% (23.794). 


Durante o mês de referência, a MINI tem refletido um forte crescimento nas vendas no varejo em alguns de seus mercados-chave, como a Grã-Bretanha / Irlanda (3393 / 43,6%) e China (2038 / 7,0%). 



O novo MINI Paceman tem tido grande sucesso inicial, com cerca de 1.500 veículos entregues aos clientes desde seu lançamento em meados de março. 



Até agora, este ano, as vendas do MINI estão ao redor do mesmo nível do ano passado, com 90.737 unidades vendidas durante os primeiros quatro meses (91,165 / -1,4%).

Motocicletas
BMW também registrou um aumento nas vendas das motocicletas, em abril. As entregas aumentaram 11,5%, atingindo um total de 14.587 veículos (13.088). 


Este ano já entregou 39.319 motocicletas BMW, o que representa um aumento de 5,0% (37.461).

O Grupo BMW teve sucesso em quase todos os continentes. A empresa alcançou bons resultados na Ásia, com 43.872 veículos entregues (39.769 / 10,3%). 


Na China, as vendas foram de 30.311, o que significa um aumento de 11,4% sobre o mesmo mês do ano passado (27.197).

Nas Américas, as vendas também foram fortes, com 36.547 veículos entregues no mês de abril (contra 32.705 / 11,7%, em abril de 2012). 

Durante esse mês, nos EUA foram entregues 29.011 veículos, o que refletiu um aumento de 8,3% sobre o mesmo mês do ano passado (26.793).



Na Europa, as vendas aumentaram 2,8%, para 69.957 veículos (68.070). Vários mercados obteveram um crescimento sólido, em abril, por exemplo, Benelux (4.499 / 13,9%) e Rússia (3.489 / 7,5%).



quarta-feira, 15 de maio de 2013

DEPOIS DA CHERY E DA JAC, CHEGA AO BRASIL MAIS UMA MARCA CHINESA LIFAN - QUE MAIS PARECE NOME DE REMÉDIO. LANÇARÁ EM BREVE UM SUV, O X60 QUE CONCORRERÁ COM TUCSON, TIGGO, ECOSPORT E DUSTER.E GARANTE SEGURO REAL DE CINCO ANOS AOS 400 CARROS QUE PRETENDE VENDER AQUI AINDA ESTE ANO. A NOTÍCIA É DO ROBERTO NASSER. ELE ADVERTE A TOYOTA QUE IDENTIFICA SUA SUV DE TRAÇÃO EM APENAS DUAS RODAS COMO RAV4. NA SUA COLUNA "DECARROPORAÍ", LEMBRA O CINQUENTENÁRIO DA LAMBORGHINI MARCADO COM O LANÇAMENTO DE UM MONOLUGAR, ENTRE OUTRAS NOVIDADES



Coluna n° 2013 - 15 de Maio de 2013 

A VOLKSWAGEN INVESTIRÁ, ATÉ 2016, NAS QUATRO FÁBRICAS QUE TEM NO BRASIL CERCA DE R$ 9 BILHÕES, NUM PLANO DE EXPANSÃO DA PRODUÇÃO QUE INCLUI NOVAS TECNOLOGIAS QUE TORNARÃO AS FÁBRICAS DA MARCA MAIS ECOLÓGICAS, EFICIENTES E PRODUZINDO MAIS. A UNIDADE FABRIL DE ANCHIETA RECEBEU A VISITA DO PRESIDENTE ALEMÃO. A VW CONSTRUIU A SUA PRIMEIRA FÁBRICA FORA DA ALEMANHA HÁ 60 ANOS, NO BRASIL E JÁ EXPORTOU MAIS DE 3 MILHÕES DE CARROS PARA 147 PAÍSES

Até 2016, o Grupo Volkswagen investirá R$ 8,7 bilhões, no Brasil, em novos produtos e tecnologias, assim como na expansão de sua capacidade produtiva.
O anúncio foi feito pelo 
membro do Board do Grupo Volkswagen, responsável por Produção e pela região da América do Sul, Michael Macht, ao recepcionar o presidente da Alemanha, Joachim Gauck, que visitou nesta terça-feira a fábrica Anchieta da Volkswagen do Brasil, no Estado de São Paulo.
No discurso que proferiu o presidente revelou que “temos aqui dois produtos de exportação: a cultura empresarial e o engajamento social que leva à responsabilidade pela solidariedade humana.”



Acompanhado por Thomas Schmall, presidente da Volkswagen do Brasil, Gauck conheceu a linha de montagem do Volkswagen Gol e um panorama dos produtos e processos de produção inovadores da Volkswagen do Brasil.

 "Em nossas quatro fábricas brasileiras, damos uma importância especial à produção sustentável e à expansão da geração de energia renovável no País. Por meio desses investimentos, tornaremos nossas fábricas ainda mais ecológicas e eficientes", prometeu Michael Macht.

O presidente da VW do Brasil considerou que a visita do presidente da Alemanha revela o prestígio da Volkswagen do Brasil e sua importância para o desenvolvimento econômico e social do País.

"Há 60 anos, o Brasil foi o primeiro País a receber uma operação da Volkswagen fora da Alemanha, dando início à expansão global da marca. Atualmente, o compromisso da empresa com o Brasil é reforçado pelos investimentos de R$ 8,7 bilhões até 2016", afirmou Thomas Schmall.

O presidente Gauck também visitou o Centro de Formação Profissional Volkswagen SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial.



Desde 1973, mais de seis mil trabalhadores especializados foram formados na fábrica. Um dos cursos oferecidos, o de "Técnico em Mecatrônica", conta com o sistema de ensino dual, um método inspirado em processos de formação técnica utilizados na Alemanha.

O ensino dual une aulas teóricas e práticas, permitindo que os alunos acompanhem o processo produtivo, aprendendo com a mediação do professor e de mentores das áreas de Manufatura.

Gauck conheceu vários projetos de sustentabilidade da Volkswagen do Brasil



O presidente foi recepcionado pelo Coral da Gente, um grupo de canto formado por crianças de uma comunidade de São Paulo
Outra iniciativa social apresentada foi a versão brasileira do "A Chance to Play - O Direito de Brincar", um programa criado pelo Comitê Mundial dos Trabalhadores da Volkswagen em parceria com a ONG terre des hommes.



O projeto tem como objetivo melhorar as perspectivas de vida de crianças e jovens em áreas carentes do Brasil por meio de projetos sociais que utilizam o futebol e o ato de brincar como ferramentas de transformação social para promover a educação, a cidadania e a cultura de paz.

Além disso, a Volkswagen do Brasil está instalando bombas d'água nas regiões mais secas do Brasil por meio do projeto Bomba d'Água Popular.

Desde 2005, mais de mil bombas foram instaladas para fornecer água gratuitamente a mais de 140.000 pessoas no País.
A Volkswagen tornou-se, assim, um importante agente da sustentabilidade ambiental no Brasil



Em março de 2003, a empresa lançou os primeiros veículos flexíveis. Atualmente, mais de 86% dos carros novos no Brasil apresentam esta tecnologia, que permite a utilização de gasolina e/ou etanol, reduzindo as emissões de CO2.

Uma das primeiras fabricantes de automóveis do Brasil, a Volkswagen também está investindo na geração de energia a partir de recursos renováveis.

Desde 2010, a Volkswagen tem obtido quase 20% da energia de que necessita de sua própria usina hidrelétrica, a PCH (Pequena Central Hidrelétrica) Anhanguera, localizada no Estado de São Paulo.

A Volkswagen planeja a construção de uma segunda usina hidrelétrica no Brasil e, desta forma, a empresa quer elevar a parcela de "energia verde" no futuro para mais de 90%, com cerca de 40% fornecidos por suas próprias instalações.

A Volkswagen do Brasil também está envolvida em um grande número de projetos de preservação da natureza na região de São Paulo.

Ao redor do reservatório da PCH Anhanguera, por exemplo, a Volkswagen criou um cinturão verde com 5,8 quilômetros de extensão e área de 116 hectares.

Esta área de mata é parte de um programa de reflorestamento incluindo mais de 100 espécies nativas.

Em 23 de março de 2013, a Volkswagen do Brasil comemorou seu 60º aniversário. Com um total de mais de 20 milhões de veículos produzidos, a Volkswagen é a maior fabricante de automóveis do Brasil e a maior exportadora da indústria automotiva  PARA 147 PAÍSESbrasileira.

Até o presente, a Volkswagen já exportou mais de três milhões de veículos para 147 países. Em 2012, o Volkswagen Gol completou 26 anos consecutivos como veículo mais vendido do Brasil.

terça-feira, 14 de maio de 2013

O PILOTO BRASILEIRO AUGUSTO FARFUS JR. DOMINA A CORRIDA DTM, EM HOCKENHEIM, COM O BMW M3 E VENCE COM FOLGA PELA TERCEIRA VEZ CONSECUTIVA. O SEGUNDO LUGAR FICOU TAMBÉM COM A BMW.


O brasileiro Augusto Farfus Jr, da equipe BMW, estreou com vitória, no Campeonato Alemão de Turismo, neste domingo, dia 5 de maio, na corrida de abertura no circuito de Hockenheim. 

Farfus Jr. venceu sua terceira corrida consecutiva e obteve sua segunda vitória na categoria, enquanto o segundo lugar ficou para o alemão Dirk Werner, também da equipe BMW.
As 42 voltas do circuito alemão foram praticamente dominadas por Farfus que, depois de um início da corrida tenso, na volta 24, a recolocação dos pneus macios proporcionou melhor performance à BMW M3 do piloto, que pôde imprimir ritmo forte, recuperando espaço para assumir a liderança na volta 32.

O curitibano, que agora lidera o campeonato com 25 pontos contra 18 do seu companheiro de equipe, Dirk Werner, defenderá a liderança em Brands Hatch, na Inglaterra, daqui alguns dias quando o DTM volta à pista no histórico circuito inglês.


Foi um final de semana fantástico, perfeito! A equipe fez uma ótima estratégia, paramos na hora certa, especialmente no primeiro pit-stop quando o safety car entrou. Tudo funcionou, fizemos a melhor volta e nosso ritmo era bom tanto com os pneus duros quanto com os macios em relação aos outros nas mesmas condições, isso foi determinante" 

Resultado final da etapa de Hockenheim:
1) Augusto Farfus - RBM BMW - 42 voltas - 1h10min11s583
2) Dirk Werner - Schnitzer BMW - a 3.692
3) Christian Vietoris - HWA Mercedes- a 9.675
4) Gary Paffett - HWA Mercedes - a 12.613
5) Bruno Spengler - Schnitzer BMW - a 13.212
6) Timo Scheider - Abt Audi - a 13.753
7) Joey Hand - RBM BMW - a 14.100
8) Mike Rockenfeller - Phoenix Audi - a 14.477
9) Marco Wittmann - MTEK BMW - a 17.894
10) Roberto Merhi - HWA Mercedes - a 19.537
11) Pascal Wehrlein - Mucke Mercedes - a 20.902
12) Daniel Juncadella - Mucke Mercedes - a 26.169
13) Martin Tomczyk - RMG BMW - a 30.904
14) Jamie Green - Abt Audi - a 41.166
15) Miguel Molina - Phoenix Audi - a 43.535
16) Filipe Albuquerque - Rosberg Audi - a 54.077
17) Andy Priaulx - RMG BMW - a 2 voltas


Não completaram:
Mattias Ekstrom - Abt Audi
Edoardo Mortara - Rosberg Audi
Timo Glock - MTEK BMW
Robert Wickens - HWA Mercedes



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