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terça-feira, 25 de março de 2014

FORD EXIBE MUSTANG NO TOPO DO EMPIRE STATE, DE NOVA YORK, PARA COMEMORAR OS 50 ANOS DO MODELO, NOS DIAS 16 E 17 DE ABRIL. NO PERÍODO, COMO O BLOG ANUNCIOU, MILHARES DE PROPRIETÁRIOS E FÃS DE 16 PAÍSES, DESTE QUE É UM ÍCONE MUNDIAL, SE REUNIRÃO EM LAS VEGAS E NA CAROLINA DO NORTE FESTEJANDO MEIO SÉCULO DE VIDA DO MUSTANG, ATÉ HOJE, A FORD JÁ VENDEU NOVE MILHÕES DELES. NÃO PERCA ESTA FESTA MEMORÁVEL. VEJA COMO PARTICIPAR.

O Mustang, em 1965, exposto no mirante do então prédio mais alto do mundo.

A Ford colocará em exposição um Mustang no topo do famoso edifício Empire State Building, em Nova York, nos dias 16 e 17 de abril, recriando uma das ações que marcaram o lançamento do carro há quase 50 anos. O veículo ficará exposto no mirante do prédio.

“Nova York é uma das maiores cidades do mundo e o lugar onde a história do Ford Mustang começou há 50 anos”, diz Mark Fields, chefe de operações da Ford. 


Ele confessou que “estamos empolgados em visitar esse marco arquitetônico que tem sido o coração do horizonte de Manhattan há 83 anos, com a nova geração do carro que é a alma da Ford”.

Como participar

Se deseja participar da comemoração de Meio Século de vida do Mustang acesse os sites abaixo, continuamente atualizados:
Transportar um carro 86 andares acima das ruas densamente povoadas de Manhattan não é uma tarefa simples. 

Nenhum guindaste móvel é capaz de alcançar o mirante no 86º andar e a torre alta sobre o terraço relativamente estreito também torna impossível o transporte por helicóptero. Assim, a única opção viável é o elevador.

Quando o Empire State Bulding foi aberto, em 1931, como o prédio mais alto do mundo – título que manteve quase 40 anos – ninguém imaginou seus elevadores 
transportando um carro e muito menos ter um Mustang exposto no seu mirante


Mas, esse fato ocorreu em 1965, quando um protótipo do Mustang conversível foi cortado em três partes, mais o para-brisa, para caber nos elevadores.

“Os bons artesãos de nosso time estão medindo milimetricamente o espaço para garantir que o Mustang possa subir nos elevadores”, revelou Dave Pericak, engenheiro chefe do Mustang. 

Segundo ele, como o time que fez isso em 1965, nossa equipe visitou o Empire State Building antes de começar e tirou medidas cuidadosas dos novos elevadores e portas antes de cortar o carro.

O novo Mustang é cerca de 18 centímetros mais comprido e 10 centímetros mais largo que o original, tornando o desafio ainda maior. 

Trabalhando com dados virtuais de engenharia, a equipe identificou os lugares certos para fazer os cortes de modo que ele possa ser levado em carrinhos especiais nos elevadores.

Quando tudo tiver subido os 86 andares, os técnicos terão menos de seis horas para remontar o carro que ficará exposto no local.



Caravanas
Também a partir do dia 16 de abril, fãs de 16 países se reunirão nos Estados Unidos para celebrar os 50 anos do Ford Mustang. 

A comemoração oficial internacional será tão grande que a Ford e o Mustang Clube da América vão realizá-la simultaneamente em dois locais, de 16 a 20 de abril. 

O clube também organizou caravanas para que os donos de Mustangs possam viajar em grupo para cada evento.


Fãs da América do Norte, América do Sul – incluindo o Brasil –, Europa, Austrália e Nova Zelândia desfilarão com as bandeiras de seus países nos autódromos de Charlotte, no Leste dos Estados Unidos, e Las Vegas, no lado Oeste.

“Embora o Ford Mustang não seja vendido globalmente, a paixão pelo ‘pony car’ é realmente internacional”, ressaltou Ronald Bramlett, diretor do Mustang Clube da América. 

Ronald revelou que fãs de todo o mundo participarão da comemoração e alguns estão transportando seu Mustang aos Estados Unidos para o evento.

Modelo mais avançado já produzido da linha, o novo Mustang será vendido na Europa em 2015. Seu design aerodinâmico é acompanhado por motores de alta performance, incluindo o novo 2.3 EcoBoost e o 5.0 V8 com mais de 426 cv.



Sucesso instantâneo
O Ford Mustang foi apresentado ao mundo em uma campanha de televisão na noite de 16 de abril de 1964, antes de ser exibido na Feira Mundial de Nova York, em 17 de abril.

O carro começou a ser vendido nesse mesmo dia e os distribuidores Ford registraram o recorde de 22.000 unidades vendidas e pedidos, no primeiro dia. 

No primeiro ano, o Mustang vendeu mais de 418.000 unidades e atingiu 1 milhão de unidades em menos de dois anos. Nas últimas cinco décadas, a linha já comercializou mais de nove milhões de Mustangs.



TROLLER MOSTRA SUA FORÇA NO 2º ENDURO BRASIL DE REGULARIDADE, EM SANTA CATARINA.


A Troller foi o grande destaque do 2º Enduro Brasil de Regularidade, realizado no último sábado, em Santa Catarina. A marca respondeu, com o Troller T4, pela maioria dos 96 carros inscritos no grid e também patrocinou o evento, como parte do seu programa de apoio às competições off-road no Brasil.


A prova teve um roteiro de cerca de 300 km, entre as cidades de Caçador e Calmon, que percorridos em cerca de 10 horas. 

Além de veículos bem preparados para vencer as trilhas com diferentes tipos de obstáculos, as duplas mostraram concentração e resistência, enfrentando concorrentes de alto nível técnico.

“As principais competições off-road do Brasil contam com uma participação forte da Troller e no Enduro Brasil não é diferente. Temos a satisfação de incentivar e apoiar os trilheiros que correm com o Troller T4 nessa prova”, diz Carla Freire, supervisora de Marketing da Troller.

Esta foi a segunda edição do Enduro Brasil, que faz parte do calendário da Copa do Brasil de Regularidade 2014, que inclui, além das categorias Super Máster, Graduados e Júnior, a classe Passeio, destinada aos participantes que querem apenas passear e se divertir, sem contagem de pontos.

Mais informações sobre a competição estão disponíveis no site: www.endurobrasil.com.br


FORD É A MARCA COM MAIS INDICAÇÕES AO PRÊMIO REI 2014 DE EXCELÊNCIA E INOVAÇÃO. A MONTADORA CONCORRE AINDA AO PRÊMIO DE PROFISSIONAL DE MONTADORA. O NEW FIESTA E NOVO FOCUS CONCORREM NO SEGMENTO VEÍCULO LEVE


A Ford é o grande destaque do Prêmio REI – Reconhecimento à Excelência e Inovação, que vai eleger as principais realizações de profissionais e empresas da indústria automobilística no período de fevereiro de 2013 a janeiro de 2014. 

Com nove indicações, ela é a marca com maior número de finalistas no prêmio promovido pelo portal e revista Automotive Business.


Além de Empresa do Ano, a Ford concorre na categoria de Profissional de Montadora com Steven Armstrong, presidente da Ford América do Sul. 

O New Fiesta Hatch e o Novo Focus competem como Veículo Leve e o Cargo 2842, como Comercial Pesado. Também estão no páreo a campanha Fusion Grand Prix (Marketing e Propaganda) e a produção do New Fiesta na fábrica de São Bernardo (Manufatura e Logística).


O motor 2.0 Direct Flex do Novo Focus, primeiro motor flex com injeção direta do mundo, é finalista em duas categorias, de Powertrain e também de Engenharia, Inovação e Tecnologia.

“É uma grande satisfação ser a marca com o maior número de indicações ao Prêmio REI 2014. Isso é um reconhecimento aos avanços que a Ford vem fazendo em todas as áreas para oferecer excelência em tecnologia e produtos para os consumidores em diferentes segmentos do mercado”, diz Rogelio Golfarb, vice-presidente de Assuntos Corporativos da Ford.


Os finalistas do Prêmio REI 2014 foram selecionados a partir de 275 indicações feitas pelo público, por um júri independente formado por 23 especialistas. 

Na próxima etapa, os concorrentes serão eleitos diretamente pelos cerca de 40 mil leitores da publicação e participantes do V Fórum da Indústria Automobilística e II Fórum de RH. Os vencedores serão anunciados em 11 de junho, em São Paulo.


AUDI APRESENTA AO PÚBLICO, NAS RUAS DE LE MANS, O SEU NOVO R18 e-TRON QUATTRO QUE PARTICIPARÁ NOS PRÓXIMOS DIAS 28 E 29/3, DO TESTE OFICIAL DO FIA


Ingolstadt, 25 de março de 2014 – A Audi começou a temporada 2014 da WEC com uma aparição espetacular. O novo Audi R18 e-tron quattro não rodou seus primeiros quilômetros em Le Mans na legendária pista de corrida na França Ocidental, mas sim, em tráfego público. 


O piloto Tom Kristensen, com nove vitórias debaixo do braço e dono do recorde das 24 Horas de Le Mans, dirigiu o esportivo híbrido a diesel da Catedral de Saint-Julien du Mans, no centro da cidade, até a pista de corrida.

Acompanhado por câmeras de TV e fotógrafos, além de ser a estrela de uma transmissão ao vivo pela internet, o novo LMP1 de corrida da Audi completou a distância de quase 10 km através da cidade, deu uma volta no Circuit Bugatti e chegou na frente do Welcome Center da pista de corrida em meio a aplausos de jornalistas e convidados internacionais. 


“Eu corro em Le mans desde 1997 mas isso foi completamente novo para mim também, e muito emocionante,” disse Tom Kristensen, que em 2006 dirigiu o revolucionário Audi R10 TDI em sua estreia mundial – em Paris – no meio do tráfego público também.

Além do caminho incomum que trouxe de volta memórias de uma era em Le Mans de um passado distante, quando os corredores chegavam em seus próprios carros de corrida, a Audi supreendeu o público com um novo uniforme para o carro. 


Enquanto a lataria do novo R18 e-tron quattro ainda é preta com detalhes vermelhos, como era quando o carro fez sua primeira aparição em Dezembro, um novo incrível esquema de cores captura o olhar. 

O novo esquema de cores com branco, prata, vermelho e preto mostra gráficos novos e expressivos. “As cores são simbólicas,” explica Dirk van Braeckel, gerente de Design Motorsport e Projetos Especiais da Audi. 

O prata enfatiza os sucessos anteriores em corridas. Como uma cor muito quieta, serve como base para nosso novo uniforme. 

Branco, como segunda cor, harmoniza bem com o prata e mantém a claridade. Representa a direção híbrida. 

O branco é usado assimetricamente para simbolizar a complexidade da tecnologia powertrain. 

Os contornos foram modelados a partir das faixas condutoras nas PCBs, mas claramente aparecem abstratas.

A próxima cor é o preto. É a cor usada nas asas da frente e de trás, e também em seções do pára-lamas e nas laterais, com contornos geométricos bem definidos. 


“Optamos pelo preto matte, que faz um contraste bonito com o branco brilhante,” diz van Braeckel. 

“O preto representa o design leve. A aparência negra da grande barbatana na tampa do motor representa algo como uma espinha dorsal.” 

Um vermelho único – a cor de performance da Audi – completa os gráficos. 

Características especiais incluem as superfícies refletoras dos elementos, os logos da Audi e inscrições que são exclusivamente aplicadas a essas áreas, assim com a orientação longitudinal da cor no conceito geral. 

“A pintura refletiva é particularmente impressionante a noite e dá aos espectadores uma experiência ainda melhor,” explica van Braeckel. 

“A orientação longitudinal dos gráficos expressam a velocidade que é típica de Le Mans. Até os aros incluem detalhes em vermelho. Com a rotação da roda, o efeito final é muito dinâmico.”

Mais capacidade cúbica, maior eficiência
O Audi R18 e-tron quattro não só causou uma sensação em seu caminho por Le Mans por sua aparência impressionante. 


No início de uma nova era tecnológica, a Audi publicou os dados técnicos chave do powertrain do carro de corrida. 

Por exemplo, a capacidade cúbica do V6 TDI foi aumentada de 3,7 litros para 4, para otimizar o motor que já era muito eficiente. 

Depois de testar vários sistemas de recuperação de energia, a Audi decidiu competir na classe de até dois megajoules de recuperação de energia em Le Mans. 

A energia flui exclusivamente de uma unidade de gerador a motor (MGU) no eixo dianteiro e é armazenado em um sistema de armazenamento de energia do volante. 

“Optamos por esse conceito depois de testes extensos,” disse o diretor da Audi Motorsport Dr. Wolfgang Ullrich. 

“Na nossa opinião, fornece o melhor balanço entre uso eficiente de energia, tamanho, peso, eficiência em conversão de energia, capacidade de resposta, dirigibilidade e uma estratégia de operação favorável – combinada com durabilidade, que é o requisito básico para sucesso em Le Mans.”

Em 28 e 29 de março, o Audi R18 e-tron quattro participará do teste oficial do FIA World Endurance Championship (WEC), em Le Castellet (França), antes dos Campeões Mundiais Audi começarem a defesa de seus títulos em Silverstone, no Reino Unido, em 20 de abril.

NISSAN COMEMORA A VENDAS DE MAIS DE 100 MIL CARROS ELÉTRICOS LEAF COM A CRIAÇÃO DE UMA AÇÃO DIGITAL QUE DENOMINOU "DONOS VERDADEIROS, RESPOSTAS REAIS" EM QUE OS DONOS DESSES VEÍCULOS TIRAM SUAS DÚVIDAS


Para comemorar as mais de 100 mil unidades vendidas do Nissan LEAF em todo o mundo e os US$ 28 milhões estimados em economia de combustível desde o lançamento do modelo, em dezembro de 2010, a Nissan promove a ação digital "Donos verdadeiros, respostas reais". 

Em um site especial (www.nissanusa.com/electric-cars/leaf/owner-questions/), proprietários do primeiro veículo 100% elétrico produzido em larga escala respondem dúvidas sobre a tecnologia e o uso do modelo no dia a dia com suas experiências pessoais.

Entre as dúvidas comuns respondidas estão "Onde recarregar as baterias?"; "Quanto já economizou dirigindo o LEAF?"; "Qual o custo de propriedade?" e "Quais as formas de estender a carga da bateria durante o uso?". 

No site, os interessados encontrarão mais de 500 respostas e 200 imagens e vídeos originais de quem mais entende do carro: os proprietários. 


Há também o link para a comunidade do modelo no Facebook, na qual as perguntas são respondidas diretamente (www.facebook.com/nissanleaf). 

Um dos destaques do site é o vídeo postado pelo proprietário Neal Wagner, que mostra a viagem até o no vulcão Haleakala, em Maui, Havaí, para recarregar seu LEAF.

A campanha foi criada em parceria com a Critical Mass, agência de mídia digital da Nissan na América do Norte, que também criou a premiada campanha de lançamento do Nissan LEAF , em 2010.

TIRE SUA RELÍQUIA DA GARAGEM DÊ-LHE UMA BOA REVISÃO E PARTICIPE DO CAMPEONATO CATARINENSE DE VEÍCULOS ANTIGOS. INSCRIÇÕES ABERTAS. VEJA A PROGRAMAÇÃO


segunda-feira, 24 de março de 2014

CAR FASHION VENDE CAPAS PARA BANCOS AUTOMOTIVOS DE COURO RECONSTITUÍDO QUE IMITA COURO DE VERDADE E CUSTAM MUITO MENOS: R$ 169 E R$ 329.


É preciso examinar de forma muito minuciosa para diferenciar as capas de couro reconstituído dos bancos de couro vindos direto da fábrica – ou mesmo os instalados pelas concessionárias.

Isso porque as capas de couro reconstituído produzidas pela Car Fashion têm acabamento impecável e, dependendo do modelo, tem o desenho exato do banco. Há ainda as universais, que servem em quase todos os veículos.

As capas Car Fashion custam entre R$ 169 e R$ 329, não requerem a remoção do estofamento original do veículo e podem ser instaladas pelo próprio dono do carro. 
Os bancos de couro, por sua vez, requerem mão-de-obra especializada para a instalação e são bem mais caras, algo entre R$ 1.000 e R$ 2.800, dependendo do modelo. 

Há capas de outros materiais mais baratas, mas elas não oferecem nem de longe a qualidade do couro.

As capas Car Fashion são produzidas com couro reconstituído, a partir de partes que não são utilizadas na produção da pele do couro, que são desconstituídas e em seguida reconstituídas química e mecanicamente. 

São partes de couro normalmente descartadas no meio ambiente, pois as beneficiadoras não têm destino certo para essas sobras.

As capas Car Fashion são encontradas em todo o Brasil, em lojas especializadas e diversos canais on-line, como as Americanas.com, Ponto Frio, Walmart, Submarino, Shoptime, Extra, Casas Bahia, entre outras.


NÃO SERÁ POR FALTA DE EQUIPAMENTO MODERNO DE PAVIMENTAÇÃO E SIM POR FALTA DE VONTADE POLÍTICA E COMPETÊNCIA E EXCESSO DE DESLEIXO QUE AS ESTRADAS BRASILEIRAS PERMANECERÃO EM PÉSSIMO ESTADO. A VOLVO ACABA DE LANÇAR NOVAS VIBROACABADORAS DE ÚLTIMA GERAÇÃO


A Volvo Construction Equipment está apresentando suas vibroacabadoras sobre esteiras ABG5820 e ABG2820. “As máquinas são o que há de mais confiável e moderno em tecnologia de pavimentação em todo o mundo”, diz Afrânio Chueire, presidente da Volvo Construction Equipment Latin America.

“Esta máquina é o resultado de mais de seis décadas de experiência na indústria de construção de estradas”, complementa Massami Murakami, diretor de Marketing da Volvo CE LA. 


Os modelos ABG5820 e ABG2820 apresentam alta eficiência graças à precompactação, conseguida por meio dos modernos sistemas de tamper e vibração. 

Os equipamentos da Volvo apresentam também ampla potência e um projeto robusto que permitem pavimentar grandes espessuras, mesmo na largura máxima de pavimentação em diversos tipos de materiais. 

“Além disso, tem a tradicional facilidade de operação das máquinas Volvo”, destaca Babliton Cardoso, gerente de Equipamentos Rodoviários da Volvo CE LA.


A vibroacabadora ABG5820 é ideal para projetos com larguras de pavimentação entre 2,50 e 5,0 metros podendo chegar até 8,0 metros. 

Já a ABG2820 é dirigida principalmente para projetos com larguras de pavimentação entre 1,5 a 4,0 metros.

O sistema de tração hidrostático controlado eletronicamente assegura uma movimentação direcional suave e uniforme, mesmo em paradas e partidas. 

“Este sistema resulta em perfeito acabamento superficial, sem defeitos ou ondulações”, observa André Puquevicz, engenheiro de Vendas para Equipamentos de Construção Rodoviária da Volvo CE LA.

Ele lembra que a grande área de contato das esteiras e a distribuição correta de peso da máquina permitem a realização de um processo de pavimentação eficiente, mesmo sobre bases com baixa capacidade de carga.

Alta tecnologia
A unidade eletrônica de controle das vibroacabadoras ABG5820 e ABG 2820 é o EPM II (Electronic Paver Management), sistema que representa o que há de mais moderno na gestão do processo de pavimentação. 

“Nenhum outro sistema no mercado oferece uma operação tão intuitiva e simples, o que permitirá uma rápida familiarização com o equipamento. Isto resultará em operação segura e eficiente em curtos períodos”, observa Boris Sanchez, gerente de Engenharia de Vendas da Volvo CE LA.

As vibroacabadoras sobre esteiras Volvo são projetadas para a aplicação de diversos tipos de materiais – todas as variedades de bases e os mais modernos tipos de asfalto utilizados. 

Graças à sua versatilidade e possibilidades de configuração, as máquinas Volvo atendem desde as mais simples até as mais rigorosas normas de pavimentação. 

São várias as aplicações em pavimentação:
- Aplicação rodoviária e urbana

- Pátios e estacionamentos

- Portos e aeroportos

- Projetos especiais


Confiabilidade
A vibroacabadora Volvo foi concebida desde o seu projeto para ser extremamente confiável e ter alta disponibilidade. 

“Na máquina da Volvo é possível intercambiar as unidades de controle eletrônico em caso de eventual falha”, diz Boris Sanchez, gerente de engenharia de vendas da Volvo CE LA. 

“A vibroacabadora Volvo possui vários sistemas redundantes e de back up que garantem o funcionamento do equipamento e o término da operação”, finaliza Sanchez.

Novas vibroacabadoras Volvo têm alta tecnologia e grande facilidade de operação

As novas vibroacabadoras de esteiras ABG5820 e ABG2820 apresentam o melhor e mais seguro ambiente de trabalho entre as máquinas do gênero existentes no mercado. “Graças à ergonômica estação de trabalho, o operador da máquina pode se concentrar totalmente no processo de pavimentação”, afirma André Puquevicz, engenheiro de vendas para equipamentos de construção rodoviária da Volvo Construction Equipment Latin America.

O operador pode facilmente ajustar a posição do assento para visualizar as diversas etapas do processo. É muito fácil e rápido posicionar a unidade eletrônica de controle em diversas posições de trabalho. Devido ao porte da máquina e para facilitar a operação, a ABG5820 vem equipada com dois assentos, os quais podem deslocar-se lateralmente cobrindo praticamente toda a estação do operador, e ainda projetar-se lateralmente além da estrutura da máquina. A unidade eletrônica de controle EPM II (do inglês Electronic Paver Management), instalada num braço telescópico no centro da estação do operador, pode ser ajustada de maneira a atender toda a amplitude da estação de trabalho.

“Quando necessário, o operador pode mudar do assento esquerdo ao direito – ou vice-versa – e reposicionar a unidade EPM II sem esforço e em poucos segundos”, diz Babliton Cardoso, gerente de equipamentos rodoviários da Volvo CE LA.

Os painéis de controle da mesa possuem os mesmos controles das funções existentes no EPM II, permitindo a interação entre os operadores da vibroacabadora e da mesa, o que resulta em excelente qualidade do trabalho.

A estação do operador oferece uma visão perfeita do equipamento e do entorno da operação: as escalas dos cilindros de controle da espessura da camada, o fluxo de material no silo, a mesa alisadora e os distribuidores helicoidais, o que lhe permite antecipar os ajustes e ações necessárias para assegurar uma aplicação continua e de acordo às especificações do projeto.



Linha de motoniveladoras da Volvo 
agora podem ser operadas com joystick

Parte do grande projeto de fortalecer ainda mais seu portfólio no segmento de construção rodoviária e de obras de infraestrutura, a Volvo está apresentando sua linha de motoniveladoras, que podem agora ser operadas mediante alavancas joystick. “Este é um opcional que permite maior precisão na movimentação da lâmina, melhor qualidade do nivelamento e menor fadiga do operador. Estamos mais uma vez aumentando o grau de tecnologia de nossos equipamentos para benefício do cliente e dos projetos que eles executarem”, diz Afrânio Chueire, presidente da Volvo Construction Equipment Latin America.

“As motoniveladoras Volvo com controle por alavancas joystick alcançam um patamar superior de controlabilidade, visibilidade e ergonomia”, afirma André Puquevicz, engenheiro de vendas para equipamentos de construção rodoviária da Volvo CE LA. Os joysticks permitem ao operador uma resposta sensível e proporcional de todas as funções hidráulicas de movimentação da lâmina e do equipamento. “É ainda mais precisão na execução das tarefas e melhor resultado final no acabamento”, declara Babliton Cardoso, gerente de equipamentos rodoviários da Volvo CE LA. É o caso, por exemplo, do controle da lâmina, da transmissão, da direção, da articulação e dos implementos do equipamento.

“A visibilidade frontal da motoniveladora fica sensivelmente aumentada com a eliminação das alavancas de comando convencional”, observa Boris Sanchez, gerente de engenharia de vendas da Volvo CE LA. Os joysticks são montados nos apoios de braço e oferecem seis diferentes possibilidades de regulagem, proporcionando melhor posição de operação e ainda mais conforto para o operador.

Ergonomia

“O uso de joysticks nas motoniveladoras reforça ainda mais a posição de liderança da Volvo na indústria de equipamentos de construção na área de ergonomia”, destaca Massami Murakami, diretor de marketing da Volvo CE LA. O uso de botões de rolagem impede que o operador realize movimentos de torção de punho, que podem ocasionar problemas de saúde, como as conhecidas lesões por esforço repetitivo. “O operador é peça-chave no trabalho de construção. Seu conforto e segurança são fundamentais ”, diz Cardoso.

Mesmo que o usuário opte pela compra de uma motoniveladora com joystick, o volante foi mantido no equipamento, de maneira a aumentar a segurança em situações de emergência e em deslocamentos. O operador também tem a possibilidade de conduzir e operar a motoniveladora com os joysticks até uma velocidade de 25 quilômetros por hora, ou conduzir e operar o equipamento com o volante em qualquer velocidade.



Novo compactador de asfalto DD38HF complementa linha rodoviária da Volvo

A gama de produtos Volvo voltados para a construção rodoviária está ainda mais completa com o lançamento do compactador de asfalto DD38HF. “Estamos trazendo mais tecnologia para o setor de construção rodoviária”, diz Afrânio Chueire, presidente da Volvo Construction Equipment Latin America.

“O compactador DD38HF de duplo tandem é uma máquina que sempre obtém um desempenho uniforme e preciso”, declara Babliton Cardoso, gerente de equipamentos rodoviários da Volvo CE LA. Com peso operacional de 3.800 kg, o DD38HF pode ser utilizado em projetos de compactação menores para aumentar a rentabilidade sem comprometer a qualidade.

A máquina da Volvo tem uma alta frequência de vibração, de 70 Hz, o que lhe permite compactar em velocidades mais elevadas, aumentando a produtividade e a rentabilidade da operação. Graças à grande capacidade do reservatório de armazenamento de água e ao controle de vazão, o equipamento possui uma autonomia maior que a dos outros compactadores do mercado.

“Isto não apenas evita que o asfalto adira ao cilindro, como economiza água e reduz o tempo de máquina parada durante o abastecimento”, afirma André Puquevicz, engenheiro de vendas para equipamentos de construção rodoviária da Volvo CE LA. Os bicos de água podem ser removidos com muita rapidez, sem a necessidade de ferramentas, aumentando o tempo de máquina disponível.

Compactação mais uniforme

Puquevicz lembra que os cilindros usinados especialmente para que sejam perfeitamente cilíndricos proporcionam um acabamento de compactação mais uniforme. “Cada borda é chanfrada para evitar marcas na camada compactada”, destaca.

A máquina possui ainda um sistema automático de ativação da vibração, que evita a vibração com o equipamento parado, o que provocaria danos à camada de asfalto. Outra vantagem é que os cilindros dianteiro e traseiro têm limpadores feitos com uretano para uma maior eficácia na limpeza e menor manutenção. O compactador DD38HF tem também rolamentos livres de manutenção no sistema vibratório.. Eles são lubrificados com graxa a base de lítio para suportar temperaturas e velocidades de rotação mais altas.

Compactador pneumático PT220 é a máquina ideal para a conclusão das obras rodoviárias

O compactador pneumático Volvo PT220 de 24 toneladas de peso operacional é a máquina ideal para a conclusão das etapas de construção de pavimentos flexíveis. “Este equipamento complementa nosso portfólio de equipamentos para construção rodoviária, aumentando as soluções para as necessidades dos clientes em todas as etapas deste tipo de obras”, diz Afrânio Chueire, presidente da Volvo Construction Equipment Latin America.

“O PT220 tem uma série de vantagens: proporciona grande visibilidade para o operador, alta produtividade na operação e pode ser utilizado tanto em obras rodoviárias como em trabalhos urbanos”, afirma Massami Murakami, diretor de Marketing da Volvo CE.

“É uma máquina muito versátil, pois pode ser usada em diferentes tipos de solos, desde os granulares até os argilosos”, complementa André Puquevicz, engenheiro de Vendas para Equipamentos de Construção Rodoviária da Volvo CE LA.

Líder mundial em tecnologia, a Volvo traz um compactador com um motor consagrado: o Volvo D5, de cinco litros, oferece baixo consumo de combustível, nível de ruído reduzido e uma grande confiabilidade para o melhor desempenho possível. 

Com 99kw/135cv de potência, proporciona uma ampla reserva de potência para trabalhos em superfícies íngremes ou em altitudes.

Alto desempenho
“É o equipamento de oito rodas que oferece um acabamento suave”, destaca Babliton Cardoso, gerente de Equipamentos Rodoviários da Volvo CE LA. 

Projetado para aplicações em rodovias, o PT 220 interage perfeitamente com a compactação dos rolos tandem proporcionando uma constância no processo de compactação. 

O executivo lembra que a máquina garante alto desempenho. A suspensão isostática dos pneus dianteiros mantém o contato uniforme com o material sendo compactado. 

As irregularidades no material são minimizadas e as junções longitudinais do asfalto são confiavelmente ligadas, obtendo uma excelente vedação da superfície.

“Outra característica importante do compactador pneumático Volvo é a sobreposição dos pneus para uma cobertura completa”, ressalta Boris Sanchez, gerente de Engenharia de Vendas da Volvo CE LA. 

Os caminhos cobertos pelos pneus dianteiros e traseiros são alinhados de modo a obter uma sobreposição de 50 milímetros, para se conseguir uma cobertura completa da superfície. 

Os oito pneus de banda de rodagem larga garantem o perfeito efeito de amassamento para obter uma densidade uniforme ao mesmo tempo em que geram uma superfície lisa para deslocamento.

Sem solavancos
O compactador Volvo possui tração hidrostática, o que proporciona mudanças de direção sem sobressaltos entre movimentos para frente e à ré, sem abrasão da superfície do material. 

Os motores hidráulicos são montados diretamente sobre o rodado traseiro, e são acionados por uma bomba hidráulica de deslocamento variável. 

A direção hidráulica garante precisão para maximizar a cobertura uniforme da superfície pelos pneus.



Road Institute qualificará operadores e técnicos que atuam na construção rodoviária

O Road Institute que está sendo aberto na sede da Volvo Construction Equipment Latin America em Curitiba é a primeira estrutura do gênero na América Latina desenvolvida especificamente para treinamento de pessoal relacionado com a construção rodoviária. 

A inauguração faz parte do projeto da marca de reforçar sua posição no segmento de construção rodoviária.

O Road Institute Latin America é uma iniciativa única para desenvolver e aumentar os conhecimentos sobre a utilização de equipamentos de construção rodoviária, bem como disseminar boas práticas durante a execução de obras. 

O instituto abordará assuntos importantes durante as fases de distribuição do material, compactação e pavimentação.

“O público alvo abrange primordialmente clientes finais usuários dos nossos produtos, mas também estará aberto a representantes da rede de distribuidores Volvo”, diz Babliton Cardoso, gerente de equipamentos rodoviários da Volvo CE LA.

O Road Institute oferecerá tanto cursos teórico-práticos, orientados àqueles que trabalham com execução de obras rodoviárias, como seminários direcionados àqueles que planejam, coordenam e executam este tipo de obras.

O instituto conta com ampla área para prática com os equipamentos. São várias pistas preparadas para treinar os participantes a ajustar, operar e controlar as operações típicas de equipamentos como motoniveladoras, vibroacabadoras e compactadores. 

Estas pistas são construídas para simular operações reais realizadas em construção de estradas, como pavimentação em curvas com superelevação, transições, e utilização de sensores de nivelamento.

Também serão oferecidos seminários sobre conhecimentos básicos de terraplanagem, compactação de solos e asfalto e melhores práticas de pavimentação.

O LENDÁRIO RENAULT ALPINE VOLTA A CORRER AS 24 HORAS DE LE MANS ESTE ANO, DEPOIS DE UMA AUSÊNCIA DE 36 ANOS DA FAMOSA CORRIDA, O ALPINE VOLTA COM SEDE DE VITÓRIA. RENAULT PREPARA O LANÇAMENTO DE UM ALPINE DE RUA.


O bem sucedido retorno da Alpine ao automobilismo esportivo, em 2013, foi marcado por uma vitória e três pódios que confirmaram um novo apelo à legendária marca. Na segunda temporada desse desafio o objetivo prioritário são as 24 Horas de Le Mans.

A revelação é do diretor-presidente (PDG) da Alpine, Bernard Ollivier, ao revelar que a primeira apresentação pública do Alpine A450 será nos dias 1° e 2 de abril, em Le Castellet, na França, quando acontecem os primeiros treinos oficiais da Série Le Mans Europa.

“Um novo capítulo na história desta extraordinária marca foi escrito no ano passado. Trata-se de um projeto ambicioso desde o seu lançamento, e onde o talento e o trabalho de uma grande equipe permitiram a conquista dos primeiros títulos desta nova era. Esta vitória coletiva é apenas uma etapa de uma missão global: a Alpine vive para o esporte, para a aventura humana, para os desafios técnicos e um projeto industrial. E como também tem uma visão global estamos muito orgulhosos de contar com um piloto britânico”, destaca Bernard Ollivier, o diretor-presidente (PDG) da Alpine.



Desde 11 de Junho de 1978 — data em que Jean-Pierre Jaussaud e Didier Pironi pilotaram o Renault Alpine A442B para a glória.
“Conquistar os títulos de equipes e de pilotos em 2013 foi uma tremenda recompensa para o esforço de todos os envolvidos. A aventura humana iniciada em 2013, o impacto do retorno da Alpine às competições e os diferentes troféus que vencemos desde então criaram uma energia incrível. Nossa segunda temporada promete muito mais. Todos na equipe estão prontos para o desafio deste ano e com o foco voltado para as 24 Horas de Le Mans”, complementa Philippe Sinault, o responsável pela equipe Signatech-Alpine.
As mudanças nos regulamentos da ELMS (sigla em inglês para Série Le Mans Europa) para 2014 determinaram que as corridas serão mais longas: a partir deste ano provas terão quatro horas de duração e três pilotos vão compartir o carro.

Campeão de Pilotos na Série Le Mans Europa em 2013, Nelson Panciati foi reconfirmado para conduzir o Alpine A450 em 2014.

“Após conquistar o título da ELMS tudo o que eu quero agora é vencer mais corridas. Estamos determinados a defender nossos íitulos e fazer uma boa apresentação em Le Mans. Meus companheiros Paul-Loup Chaton e Oliver Webb são pilotos muito fortes”, confessou






Piloto Júnior da Signatech-Alpine em 2013, Paul-Loup Chatin foi também a revelação dessa temporada, na qual demonstrou a habilidade para se adaptar facilmente às peculiaridades das corridas de resistência e as qualidades para conquistar o título de pilotos da Série Le Mans Europa na categoria LM PC. Em 2014 ele estará ao volante de um Alpine A450.


“É mais um degrau a ser galgado, assinar com a Signatech foi como uma aposta, mas os títulos que ela conquistou em 2013 demonstram que o projeto foi construído sobre bases sólidas e o novo objetivo é continuar essa curva ascendente. Nossa tarefa será corresponder às ambições da equipe”, considerou Paul-Loup.

Se no ano passado a Signatech-Alpine era uma operação totalmente francesa em termos de pilotos, este cenário toma uma dimensão internacional em 2014 com a chegada do jovem e promissor britânico Oliver Webb.

Oliver Webb, de 22 anos de idade, está pronto para começar sua primeira temporada de corridas de resistência após uma longa carreira em monopostos. A exemplo dos seus companheiros de equipe, o britânico quer usar sua experiência para vencer com a Signatech-Alpine e sua integração à equipe, sem dúvida, será facilitada pelos fortes laços que tem com a França, país onde nasceu sua mãe.



POMERODE CONSAGRA PRIMEIROS VENCEDORES DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE RALLY DE VELOCIDADE, NESTE FIM DE SEMANA.


Começou neste final de semana (21 a 23 de março) a temporada 2014 do Campeonato Brasileiro de Rally de Velocidade. A cidade de Pomerode recebeu os astros da velocidade para a primeira corrida do ano, marcada pela festa dos primeiros vencedores do ano. Duas categorias foram vencidas por pilotos catarinenses, o que aumentou a comemoração do público de Pomerode.

Rafael Tulio e Gilvan Jablonski venceram a categoria CBR 2 (carros de tração 4x2 e motor de até 1.600 cc).

Já a dupla de Blumenau, Toninho Genoin e Maicol de Souza lideram todo o final de semana e garantiram a primeira colocação na categoria CBR 3 (carros de tração 4x2 e motor de até 1.600 cc – preparação standard).

Os gaúchos Ulysses Bertholdo e Marcelo Dalmut levaram a melhor na prova pela categoria CBR 1 (carros de tração 4x4).

A coincidência entre os três vendedores, foi a regularidade, estando na ponta da categoria por praticamente todas as especiais disputadas em Pomerode. Com a vitória, cada dupla também assume também a liderança do Campeonato.


O Rally de Pomerode começou no sábado, com seis especiais e terminou neste domingo, com mais quatro trechos cronometrados.

O final de semana teve tempo bom e pista seca, o que garantiu o espetáculo para o bom público que foi assistir a prova.

Um bom início de ano para Rafael Tulio, que voltou a competir este ano. “Foi uma prova muito legal mesmo, a gente conseguiu abrir vantagem no início e administrar ao longo da prova. Fico muito feliz por ter vencido em Pomerode, minha cidade natal”, salientou Tulio.

Toninho Genoin estava satisfeito ao final da prova. “Estou muito feliz por este resultado. A gente começou o domingo já com uma boa vantagem e conseguimos administrar, terminando a prova com esta vitória. Estou muito satisfeito mesmo, melhor impossível”, resumiu.

O melhor tempo geral do rally foi do gaúcho Ulysses Bertholdo. “Foi um rally muito difícil, no sábado com especiais rápidas e escorregadias, mas a gente conseguiu fazer uma boa prova e conquistar esta primeira vitória”, frisou.

Para o organizador, Marcelo Venturella, a prova foi “espetacular”. “Tivemos pequenos problemas ao longo do final de semana, mas nada que comprometesse o evento ou a segurança. Foi importante também a participação do público, em grande número nas especiais. Nos surpreendeu também a tranquilidade que tivemos para trabalhar, claro também pela antecipação da organização, mas foi um evento muito tranqüilo, sucesso. Com certeza fechamos neste domingo com chave de ouro”, salientou.

Agora o município trabalha para integrar o calendário do Brasileiro de Rally também nos próximos anos.

“A intenção é esta. A cidade quer, a gente tem esta intenção e já estamos trabalhando para que Pomerode seja a prova de abertura do Nacional também nos anos seguintes a este”, finalizou Marcelo.

O prefeito de Pomerode e presidente da Funpeel, Rolf Nicolodelli, também se mostrou parceiro com a intenção de Pomerode receber novos eventos do CBR.

O Campeonato Brasileiro dá uma parada agora e volta em maio, na etapa de Erechim, no RS. Santa Catarina vai organizar ainda mais uma prova este ano. Será em Chapecó, entre os dias 2 e 3 de agosto.

Todas as informações da prova e você encontra em www.rallydepomerode.com.br

O 8º Rally de Pomerode conta com o patrocínio da M2 Log Logística e Transporte, Prefeitura Municipal de Pomerode, Corrêa & Ruiz Construtora e da Imobiliária Rogério Vick. Recebe o apoio da Superintendência Vila Itoupava, Auto Posto Pomerode e Impressora Mayer.

A organização é da Federação de Automobilismo do Estado de Santa Catarina e a supervisão da Confederação Brasileira de Automobilismo.

RESULTADO FINAL 

Categoria CBR 1

1 – Ulysses Bertholdo/Marcelo Dalmut – Mitsubishi Lancer – 1h47min45
2 – Dimas Pimenta/Rodrigo Konig – Peugeot 207 XRC – 1h54min29
3 – Milton Pagliosa/Sidinei Broering – Mitsubishi Lancer – 2h01min06
4 – Ricardo Malucelli/Giovani Bordin – Mitsubishi Lancer – 2h03min58

Categoria CBR 2

1 – Rafael Tulio/Gilvan Jablonski – Peugeot 207 – 1h50min21
2 – Lucas Arnone/Andrei Karpinski – Peugeot 207 – 1h52min08
3 – Pedro Zamith/Gilson Rocha – Peugeot 207 – 1h57min11
4 – Alexandre Carvalho/João Ribeiro – Peugeot 207 – 2h06min49

Categoria CBR 3

1 – Toninho Genoin/Maicol Souza – Peugeot 206 – 1h56min48
2 – Hamilton de Castro/Tony Matias – Peugeot 207 – 2h00min22
3 – Evandro Carbonera/Eduardo Tonial – Peugeot 207 – 2h01min03
4 – Gerson Lange/Rafaela Trapp – Peugeot 206 – 2h02min04
5 – Fabiano Botelho/Jose Patricio – Peugeot 207 – 2h02min38.

domingo, 23 de março de 2014

QUEM NÃO ADMIRA ESSE CARRO QUE TEM NA PONTA DO CAPÔ DO MOTOR UM AMEAÇADOR JAGUAR? É UM CARRO DE LINHAS ELEGANTES, MODERNAS, DE ALTO LUXO, MAS DIGAMOS MECANICAMENTE COMPLICADINHO. SAIU DAS MÃOS DOS INGLESES PARA A FORD QUE ACABOU POR VENDÊ-LA PARA A INDIANA TATA MOTORS (JUNTO COM A LAND ROVER). O NOSSO COLUNISTA RICARDO CAFFARELLI FALA DA MARCA E CONTA UMA INTERESSANTE HISTÓRIA QUE VIVEU NUM JAGUAR.




Antigomobilismo


Por Ricardo Caffarelli






“O Teto solar voador do Jaguar”

(The Flying Jaguar´s Sunroof)



Desta vez, escolhi para falar de um clássico “moderno” de uma marca que aprecio muito. O JAGUAR é um automóvel que não pode ficar fora da lista dos 10 mais importantes do mundo, no que diz respeito principalmente ao que ele proporcionou às pessoas. 

Podem falar que Jaguar quebra a toa, que possui mecânica muito complicada, mas a marca é exemplo de desempenho, tecnologia, conforto e segurança.
Bem, em parte isso tudo é verdade, mas não há como negar que ele tem um design diferenciado. 

Quase todos modelos que foram produzidos são de extremo bom gosto e beleza.

A marca, fundada pelo Sir Willian Lions (1901-1985), em 1922 (inicialmente denominada Swallow Sidecar Company), apelidada de SS, viu-se obrigada a mudar de nome após o término da Segunda Guerra Mundial.

Afinal, uma marca com a sigla da temida SS de Hitler não pegava bem. Nascia assim a Jaguar Cars Limited.

Em nossa coleção, tivemos diversos modelos como: MK-V, MK-VII, MK-IX, MK-II, MK-II “S”,XJ-S coupé e conversível e esse XJ-6 L, de 1986, das fotos, o
 último Jaguar feito pela própria Jaguar, pois, no ano seguinte (1986), a Ford adquiriu a empresa e mudou radicalmente seus modelos. 


A linha XJ foi lançada originalmente em 1968 e pelos planos da empresa teria uma vida de aproximadamente de sete anos. 

O sucesso foi tanto que ela extendeu-se por mais de 20 anos. A série I (cara alta) foi produzida entre 1968 e 1973. A série II entre 1973 e 1979 e a derradeira série III entre 1979 e 1992.

Infelizmente, não tivemos os belíssimos modelos esportivos como o XK-120 e seus sucessores (XK-140 e XK-150), bem como o modelo E-type. 
Modelos hoje raros e de alto valor em todo mundo. Tão apreciados que algumas empresas constroem réplicas do XK-120 até hoje com mecânicas modernas e eficientes.

O Jaguar em questão foi adquirido de um senhor ex-funcionário do Banco Mundial, aqui no Rio de Janeiro, mesmo. 

Ele foi importado “usado” dos Estados Unidos (ele usava o carro lá). Junto com o carro ganhamos um bom estoque de peças, algumas que tenho até hoje (atenção jaguaristas de plantão). 


O modelo era o XJ-6 L um sedan com motor de 6 cilindros (4.2 litros) e chassi longo, ou seja as portas traseiras tinham 13 cm a mais, do que as da frente, proporcionando um espaço bem generoso para os ocupantes do banco traseiro. 

Com uma cor vinho, que os americanos chamam de Burgundy e o interior creme, a combinação era bastante feliz. 

O modelo era muito completo. Ar condicionado, direção hidráulica, freios a disco nas quatro rodas (sem ABS), computador de bordo e teto solar. 

Seu interior era bastante clássico. O painel folheado de raiz de nogueira, material também usado no console e nas portas, era belíssimo. 

Instrumentos redondos indicavam velocidade, rotações por minuto, pressão de óleo, combustível (em cada um dos dois tanques), temperatura do motor e voltagem da bateria. 

Já o computador de bordo indicava informações como velocidade média, consumo médio, consumo instantâneo. 


As primeiras vezes que usei o XJ-6L fiquei perdido, pois as informações estavam em unidades de medida americanas (consumo em MPG – Miles per Gallon), mas, depois descobri um botão que as trocava pelo sistema métrico. Assim passei para Km/litro e tudo ficou mais simples.

O modelo feito para os Estados Unidos tinha aquelas tradicionais mudanças para atender a rigorosa legislação americana. 

Para-choques ligeiramente mais “gordinhos”, faróis “sealed bean”, umas luzes laterais que sinalizavam mudança de posição (setas) e, é claro, velocímetro em milhas.

Esse foi o último sedan com a famosa suspensão traseira independente de quatro amortecedores (dois de cada lado), discos de freio internos. 
Famosa por deixar o sedan macio e estável ao mesmo tempo. 

Um conjunto tão bom, tão bom, que na década de 80 surgiu uma mistura interessante da tecnologia americana com a inglesa. 

A receita prometia unir o melhor dos dois mundos. O carro, chassi, suspensão, freios, tudo original Jaguar. 

O motor e câmbio, V-8 GM 350 polegadas cúbicas. Existem alguns carros assim aqui no Brasil. Já andei. Fica muito bom! 

Podem acreditar. Perdoem-me os mais puristas, mas eu se pudesse teria um hoje assim.

A conta é simples. Os XJ-6 nunca tiveram um desempenho “de assustar”. Este nosso que já tinha injeção eletrônica tinha 202 hp (os mais antigos carburados geravam 180 hp), com um corpo de 1.830 kg e um câmbio de três marchas, não fazia milagre. 0-100 km/h em 10,5 seg. e velocidade máxima de 204 km/h. (Eu cheguei facilmente a 190 km/h uma vez). 

Os XJ-12 tinham um grande e pesado motor 12 cilindros. Claro, andavam mais que o seis (chegavam a 230 km/h), mas não tinham arrancada, bebiam muito e eram o terror dos mecânicos para qualquer manutenção que fosse necessária. 

Com um bom V-8 de Camaro, por exemplo, você tinha um carro com respostas muito mais rápidas, além de um motor muito confiável e de manutenção bem mais barata. 

Criava-se assim o XJ-8. Ou, XJ-9 que era na época uma brincadeira, invertia-se o 6 transformando em 9....

A esta altura da reportagem devem estar se perguntando, mas porque o título,”Teto solar voador”,....

Na época emprestamos um Jaguar MK-II que estava em maravilhoso estado para ficar exposto na concessionária da marca no bairro do Humaitá (Rio de Janeiro). 

A contrapartida foi então eles fazerem uma revisão no Jaguar, que estava bom, mas como queríamos usar com frequência, achamos por bem fazer uma boa manutenção.

Conhecemos nesta época o Sérgio Martins que era diretor técnico da marca no Rio. Ele então levou o carro para sua residência e foi fazendo tudo o que precisava. 

Resolvemos então fazer retoques e tirar alguns poucos pontos de corrosão. Infelizmente, ao sacar o para-brisa dianteiro, o mesmo rachou. 

O carro nos foi entregue com mecânica revisada, mas como estava demorando chegar o para-brisa novo, re-instalamos provisoriamente o antigo.

Um belo dia eu precisei ir de São Conrado, onde morávamos, até uns galpões de uma chácara de um amigo nosso onde tínhamos alguns veículos guardados e também onde funcionava uma oficina. 

Eu fui moderando a velocidade, pois tinha receio do para-brisa soltar-se. Na volta, sentindo confiança não respeitei muito os limites de velocidade. 

A estrada tinha uma grande reta e fui gradativamente acelerando, acelerando... só que tinham umas lombadas na estrada. Numa dessas tomei um baita susto. 

Um barulho forte que fez gelar da cabeça aos pés em segundos, achando que o para-brisa tinha soltado. 

Ao olhar para o teto do carro, onde o barulho continuava, percebi que o teto solar tinha aberto sozinho. 

Apertei o botão para fechar e segui em frente. Quando cheguei em casa, meu pai viu do alto estacionando na rua. 

Eu sai do carro e ele gritou, “Rica, você esqueceu de fechar o teto solar”.... Tomei um susto. Quando olhei cadê a parte de cima do teto, a parte de chapa? Só tinha a interna.

Foi aí que a ficha caiu.... Lembrei da hora do barulho e comentei que a folha metálica do teto deveria ter se desprendido.... ah, meu pai ficou muito bravo..., me fez voltar ao local (distante uns 30 km) e procurar. 

Voltamos devagar, pelo acostamento, tentando ver em volta da estrada num matagal enorme se achávamos a peça.... Nada. Aquilo voou longe, que nem uma pipa...

Solução, tivemos que encomendar além do para-brisa, uma folha de teto solar....

Essa história rendeu muito na época.

Usei muito este carro para locações de casamentos, novelas e até um serviço especial uma vez onde um filho alugou o carro com motorista para levar seu pai num jantar de comemoração do seu aniversário. Isso prova o quanto especial e querido é o Jaguar.

Espero que tenham curtido o relato e as histórias do Jaguar e até a próxima!

Um abraço.
Ricardo

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