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quarta-feira, 16 de abril de 2014

NISSAN ELEVA O PARQUE AUTOMOTIVO DA REGIÃO SUL FLUMINENSE JÁ ENRIQUECIDA COM DIVERSAS FÁBRICAS DE OUTRAS MONTADORAS E NÃO PERDE TEMPO LANÇANDO O PRIMEIRO MODELO MADE IN RESENDE, PRIMEIRO FRUTO DE R$ 2,6 BILHÕES DE INVESTIMENTO E DE ONDE SAIRÃO 200 MIL CARROS POR ANO. SABIA QUE O VEÍCULO MAIS VENDIDO DO MUNDO É A PICAPE FORD 150?



Coluna Nº 1614 - 16 de Abril de 2014 
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Sem crise, a Nissan chega 

Pode parecer curioso, que em meio à queda de vendas e de atividade industrial, estoques ultrapassando as cercas, Nissan inaugure complexo industrial, incluindo fábrica de automóveis, de motores, e condomínio de fornecedores de peças. 


É de se entender. Decisões para tais investimentos, no caso R$ 2,6 bilhões, dados foram considerados há vários anos. 

E, após deflagrado o processo, não se interrompe, mesmo com mudanças nas condições externas, como ora no mercado doméstico.

Instalação considera o País como quarto produtor, quinto ou sexto mercado, e promissora usina de lucros, para o projeto da Aliança Renault-Nissan vender mais de 50% fora de suas bases de origem.

A pretensão com a Nissan é conseguir 5% nas vendas domésticas, e a capacidade produtiva, quando alcançada, será de 200 mil veículos/ano e idêntico volume para motores. 

É fábrica completa: estampa, solda, arma, faz motores, injeta plástico, monta e audita tudo. E terá pista de testes, melhor declaração de interesse. Hoje, acredite, apenas duas montadoras as possuem, Ford e GM.

O que
Fica em Resende, RJ, beiradas da Via Dutra, a 150 km do Rio, a 250 de S Paulo e, até pouco tempo, suas referências eram ser a cidade perto de Penedo e Mauá, destinos turísticos de final de semana; era incluir o Pico – depois descuidada Reserva Natural do Itatiaia –; ser sede da Academia Militar de Agulhas Negras. 

A instalação da VW Caminhões, hoje MAN, e da Peugeot-Citroën nas beiradas mudou tudo, levou o lado ruim do capitalismo, e Resende é apenas uma cidade com bom recolhimento tributário e todas as mazelas da rápida mudança de status.

Automóvel para abrir o negócio, o New March – New por um tapa no estilo frontal do conhecido modelo hoje em últimas unidades mexicanas. 

Final do ano, o Versa, sedã quatro portas sobre a mesma plataforma. De motor, 1.6, 16V, flex – Nissan e não Renault como o atualmente produzido pela associada no Paraná.

Fábricas de automóveis são basicamente iguais. A diferença está no conteúdo, e a Nissan quer fazer assim: as pessoas farão as diferenças, em especial pelo entusiasmo. 

Presenciei cena interessante durante visita em fevereiro. Wesley Custódio, diretor de Produção, explicava o diferencial de criatividade do operário brasileiro, exemplificando um dos 300 que realizaram cursos de integração ao produto e processos fora do Brasil. 

Indicou, o operário brasileiro substituíra a ajuda de três colegas na função de prender o tanque do March à plataforma, desenvolvendo pequeno braço elevador elétrico. 

Alça a peça e o funcionário Bruno Tavares, faz a fixação. E chama: “- Ô Paulão, vem cá.“ Dito Paulão é Paulo Cunha, engenheiro, gerente de Produção. Foi, simulou como seria e saudou o obreiro.

Andando no restante da linha de montagem ainda em fase de aquecimento, perguntei: “- Paulão? Nem dr. Paulo, nem engenheiro, nem seu Paulo?”. É, explicou. “Na fábrica são todos iguais. Se houver diferença, existirão degraus, a transmissão da criatividade ficará inibida.Todos iguais no mesmo objetivo de fazer o melhor produto no Brasil.” 

Há um código de comportamento da marca, agregando profissionalismo, criatividade e perseverança. Parece uma boa tática a ser aferida pelo tempo e pelos clientes.

Hoje, emprega 1.500 pessoas, 15% mulheres – maior percentual na indústria, podendo chegar a 2.000.

Na produção, 88 robôs em funções de maior precisão ou risco. E o processo dispensa correntes, transportadores ou plataformas, e os caixotes de peças paralelos à linha de montagem. 

Robôs autoguiados por faixas magnéticas no solo conduzem carrinhos com as peças necessárias para montar a unidade específica. 

Assim elimina o risco de aplicar um componente a mais em versão simples ou, ao ocorrer, faltar para aplicar na versão melhor equipada.

Na evolução do processo industrial, por regras de economia, ecologia e segurança, na pintura a aplicação da base e do verniz segue a do primer, encurtando o processo, reduzindo o consumo de energia. 

Os robôs utilizam cartuchos para a pintura, reduzindo a perda de tinta e solventes, diminuindo a emissão de compostos orgânicos voláteis (COVs), a base das fórmulas é a água.

Responsabilidade
Há um pacote de ações de sustentabilidade, descarte ecológico, formação de bosques, cuidados ecológicos, criação de pequeno cinturão verde – 5 ha - para resgatar a rica Mata Atlântica dizimada pela cultura do café no Vale do Paraíba, prédios com menor demanda de recursos naturais. 

Mantém instituto para projetos sociais, com apoio ao esporte, educacional, constrói em Resende um Centro Municipal de Educação Infantil – aplicação da visão empresarial numa escola pública. E criou o Time Nissan para auxiliar na formação de atletas brasileiros.

A nova unidade se inclui no projeto Nissan Power 88. Ao gosto de Carlos Ghosn, o brasileiro líder da Aliança Renault-Nissan, indica, até 2016, quer 8% das vendas mundiais e lucro operacional de 8%.
ps: a operação de fixar o tanque, desenvolvida por brasileiros antes mesmo de começar a produção, foi adotada nas fábricas Nissan, no México, e no Japão. Como disse o citado Bruno, “entramos no ônibus agora – mas já estamos na janela... “ 

Nissan em Resende. Novos métodos, filosofia.



PSA: Receita para sobrevivência

1. Personalidade de linhas entre Peugeot e Citroën;

2. Criação de marca Premium – DS, como a Coluna noticiou;

3. Escriturar lucros até, no máximo, 2016;

4. Disponibilidade de caixa de 2B de Euros para 2016-2018;

5. Margem de lucro em automóveis 2% em 2018 e de 5% para 2019-2023;

6. Investimento em pesquisa e desenvolvimento;

7. Criar cultura interna. 


São os novos mandamentos PSA Peugeot-Citroën por Carlos Tavares, vice-presidente da Renault chamado a salvar a concorrente francesa. 

A holding, para se viabilizar economicamente, tomou como investidores o governo francês e a chinesa Dongfeng. Tavares, um dos executores do êxito na entre aliança Renault e Nissan sabe conviver com sócios com outras visões e conceitos. 

Econômico texto exibe partes práticas, como o fim de quase metade dos atuais produtos de Peugeot e Citroën, concentrando plataformas, reduzindo-os tipos a 26 – para que, por exemplo, os iguais Peugeot Partner e Citroën Berlingo, ou Peugeot Boxer e Citroën Jumper? 

Peugeot, marca mãe, com 13, Citroën comprimida em sete e, desta, a DS, com cinco, até 2020. É complementariedade sem autofagia, adotada por Renault com Nissan. 

E foco em mercados extra Europa, em especial Ásia, Rússia e América Latina. Quer Eurásia e Mediterrâneo, e em processos para maior competitividade. 

O projeto é o Back in the Race – a grosso modo de volta à competição – típico de Tavares, conhecedor e corredor com automóveis. 

No campo começou bem: a Citroën aderiu ao WTCC, o campeonato europeu para marcas, e venceu na abertura da temporada, no Marrocos, com o argentino José-Maria López e seu nove vezes campeão de rallyes, o francês Sébastien Loeb. 

Foco onde seu sócio chinês é poderoso, mostrou veículo adequado no Salão de Pequim o Peugeot Exalt, sedã grande, preferência dos chineses, quatro poltronas independentes, e âncoras culturais como tratamento interno na chinesa ébano, logo próprio, mescla do leão da Peugeot com caule e folhas de bambu, e chapa com material lembrando pele de tubarão. Híbrido, motor BMW/Peugeot 1.6 THP, 270 cv, transmissão com seis velocidades. E elétrico com 67 cv (50kW) sobre o eixo traseiro. Um 4x4 muito rápido. 

Não cita cancelar o projeto da plataforma EMP2, do fugaz acordo com a General Motors, e que, a ser produzida na Argentina, base para Peugeot, Citroën e GM.



Peugeot Exalt – para agradar chinês 


Roda-a-Roda 

2015 Ford F-150 

Aprendizado – Veículo mais vendido do mundo é o picape F 150 Ford. A liderança é angústia para descobrir, satisfazer o cliente, manter e aumentar vendas. 


Tecnologia – A Ford aplicou duas posturas na nova edição: motores turbo, os EcoBoost, e aplicação intensa de alumínio, para baixar peso -320 kg -, aumentar capacidade de carga, ser mais ágil, reduzir consumo. 

Futuro – Usar alumínio na estrutura e na suspensão é caminho praticado pelos alemães. 

Mas a clientela estadunidense de picapes exige ser sensibilizada. Daí, empresa foca convencer por test-drives. Operação superou 16M de quilômetros. 

Parâmetro – É critério universal: automóvel antigo, andando numa estrada, é a melhor declaração de qualidade construtiva. 

Vale mais que anúncio colorido na Stern, disse-me o Relações Públicas mundial em visita guiada no Mercedes-Benz Classic, o arquivo, oficina e balcão de peças para antigos da marca.

Óbvio - Por isto fabricantes – muitos -, fornecem informações sobre os antigos, providenciam reprodução de partes, chancelam sua produção. 

Outras vão além e os restauram em departamentos especiais, caso de Aston Martin Heritage, Ferrari Classiche, Mercedes-Benz Classic. 

Brabus, 2 – Mesma empresa preparadora de Mercedes criou a variante Classic para restaurar antigos da marca. 

Mostrou exemplos no recente Salão de Genebra, mas os visitantes não entenderam: acharam, os antigos, como usual, eram decoração histórica. Não era, era apresentação de serviço. 

Mais – Leva-los-á à Techno Classica em Essen, Alemanha, cenário para exibir 280 SL W113 Pagoda, W111 280 SE 3.5 Cabriolet, R107 Mercedes 560 SL e um chassi rolante de 300 SL. É dos maiores encontros de antigos da Europa. 

US$? – Restaurações adjetivadas como insuperáveis em qualidade e autenticidade – questionável pois difícil ultrapassar as feitas pela própria Mercedes. 

As operações de desmontagem, correção e trato, explicam preços referenciais: 2.500 horas/homem, pesquisas e peças anotam US$ 560 mil nas chaves do 280 SE Cabriolet. 

Assinatura - Mercado mundial, coisa para US$ 100 mil. Recordista, em leilão, US$ 340 mil. Não é restauração, é grife. E não é Brabus. É Carus ! 

Tradição – Soa grosseiro lembrar o carimbo aposto a ex-presidente – a vanguarda do atraso – em comentário sobre a Morgan, talvez o último fabricante inglês de automóveis. Mas a marca tem métodos construtivos ainda associados ao seu nascimento, há 100 anos. 

Método – Desconsiderando a mecânica, atualizada legalmente, as carrocerias lembram veículos e disposição morfológica dos anos ’30: longo capô, habitáculo recuado, bancos de condutor e passageiro próximos ao eixo traseiro. 

Tudo coberto por estrutura de madeira, sobre a qual as chapas são curvadas por artífices com tempo de casa às vezes quase assemelhado ao da marca... 

Garantia – Ferrari garantirá 12 anos seus motores e câmbios, e sua extensão – um seguro -, para todos os componentes. Um plus à atual, com três anos. Vale a veículos produzidos após 1º de maio e a existentes, mas com inspeção. 

Vaga – Tens perfil? A Corporação GM procura novo profissional de comunicações. Empresa tem algumas convulsões internas com novidades como recalls entrando na área de indenização e, pela primeira vez, uma presidente. 

Congelamento – Por conta do recall de demorado aviso, com origem na chave de ignição, e problemas em 2,6 milhões de veículos, a direção da empresa, após conversa com ex-procurador da República liderando investigações, deu licença remunerada e afastou dois engenheiros envolvidos no desenvolvimento da peça. 

Resultado – BMW comemora recordes para suas marcas no primeiro trimestre: 90% para automóveis; 70% Mini e 9% em motos. Mais vendidos, em automóveis o Serie 3, 1.984 unidades; Mini Hatch, 405. Resultados turbinados por produtos e preços, sem aposição 30 pontos percentuais sobre o IPI pelo fato de a empresa estar instalando fábrica em Santa Catarina. 

Busão – Volvo entregou mais 379 ônibus para o transporte público de Bogotá, nos rastros do projeto Transmilênio, que botou ordem no sistema. Duzentos híbridos e 179 convencionais. A marca lidera a frota. 

Também – Recall para bicicletas Mega Bike, aro 16”, referência 61, lote 58?092912. Problemas com os freios e torção. 


Tecnologia – PPG, uma das atuais marcas de tintas automotivas no Brasil, para o sistema de mistura nas lojas, criou quinze novos concentrados para tintas sólidas, metalizadas e de efeito. Inclui preto azulado e componentes para preparação. 

Gente - Jensen Button, piloto de Fórmula 1, merchandising

OOOO Fora das pistas dirigirá modelos Rolls-Royce para promover a marca. 

OOOO No Brasil Rolls é um dos carros de uso do tri campeão Nelson Piquet. 

OOOO Porém a BMW, dona da marca, não capitaliza o fato. 

OOOO Hideki Kamiyama, japonês, executivo, promoção. 

OOOO Novo presidente da Honda Argentina. Do ramo, antes vendas em todo o mundo, incluindo direção comercial no Brasil. 

OOOO Wolfgang Dürheimer, engenheiro, ex BMW e Porsche, responsável por Motorsport na VW, promoção: presidente da Bugatti. 



edita@rnasser.com.br

MINI COMEMORA CINCO ANOS DE PRESENÇA NO BRASIL, ONDE JÁ VENDEU 10 MIL CARROS DESDE 2009 DOS SEUS MODELOS.


"Temos muito o que comemorar no Brasil, considerando que a marca conseguiu conquistar uma fatia relevante do mercado nacional em apenas cinco anos. Seguimos com ótimas perspectivas de crescimento, tanto com relação às vendas quanto com à presença no território nacional. Desde 2009, foram aproximadamente 10 mil unidades comercializadas no País e com a decisão de produzir o MINI Countryman na futura fábrica da BMW em Araquari (SC), reafirmamos ainda mais a confiança da MINI no mercado nacional." 

A afirmação é da diretora da MINI Brasil, Nina Dragone, ao comemorar cinco anos da presença da marca no Brasil, que acontece neste mês de abril. 


A marca, reconhecida pela ousadia, tecnologia, design e inovação iniciou suas atividades no País em 2009 e escolheu a Av. Eusébio Matoso, no coração da cidade de São Paulo, para abrir sua primeira concessionária. 

De lá para cá, o negócio expandiu-se e a marca tornou-se presente em quase todo o território nacional, sendo hoje representada por uma rede de concessionários em mais de 25 pontos de vendas no País.


A marca iniciou suas operações no mercado nacional comercializando um único modelo, o MINI Hatch, disponível nas motorizações Cooper e Cooper S. 

Hoje, a MINI oferece um portfólio de produto composto por seis modelos (MINI Hatch, MINI Cabrio, MINI Coupé, MINI Roadster, MINI Countryman e MINI Paceman) e quatro motorizações (One, Cooper, Cooper S e John Cooper Works).


Toda a gama conserva as características que a tornaram consagrada: design autêntico e esportivo, espírito “GO-Kart Feeling”, motores de alta tecnologia e performance, além da vasta possibilidade de customização.

Linha do Tempo
A MINI chegou ao Brasil em 2009 com apenas um modelo, o MINI Hatch, disponível nas motorizações Cooper e Cooper S. Ainda hoje, o MINI Hatch é o veículo mais vendido da marca no País – apenas no primeiro trimestre de 2014, foram 405 unidades emplacadas.


Em 2010, foi lançado o conversível de quatro lugares MINI Cabrio.


Já em 2011, quem deu as caras por aqui foi o MINI Countryman, o primeiro SAV compacto Premium do mundo e o esportivo de dois lugares MINI Coupé e em 2012, o conversível derivado do Coupé, também de dois lugares, MINI Roadster foi a novidade da marca no Brasil.

Em 2013, o primeiro SAC compacto Premium do mercado foi lançado no País. O MINI Paceman chegou causando euforia entre os amantes do design e da esportividade. 

No mesmo ano, complementando a gama de produtos, foi lançada toda a família John Cooper Works – a poderosa linha de motorização inspirada em veículos de competição -, com transmissão automática. 

Os modelos que fazem parte dessa gama especial oferecem alta performance e excelente esportividade, gerando até 218 cavalos de potência.

Em 2014, a grande novidade da marca no Brasil será o lançamento do Novo MINI, previsto para o segundo semestre de 2014. Equipado com tecnologias completamente inovadoras, o modelo traz avanços significativos em termos de conectividade, conforto, segurança, qualidade de material e acabamento, além da esportividade, mantida na essência da MINI desde a criação do primeiro veículo, em 1959.




terça-feira, 15 de abril de 2014

PEUGEOT CRIA UM CARRO ESPECIALMENTE PARA DISPUTAR O PRÓXIMO RALLY DAKAR, EM JANEIRO 2015. QUEM É APAIXONADO POR CARROS OU TIVER CURIOSIDADE SOBRE COMO FOI QUE A PEUGEOT TRANSFORMOU UM CROSSOVER NUMA MÁQUINA PARA ENFRENTAR AREIAS E LAMA NÃO PODE PERDER ESTE TEXTO.


Três semanas depois do anúncio em que a Peugeot, a Red Bull e a Total decidiram unir suas forças para disputar o Dakar 2015, o veículo que irá encarar esse desafio foi revelado: o 2008 DKR.

Assemelha-se ao crossover original, embora tenha formas mais musculosas, linhas e proporções mais imponentes, fruto da estreita colaboração entre o Centro de Estilo Peugeot e o Departamento de Design da Peugeot Sport. 

Longe de ser simplesmente um exercício de estilo, o 2008 DKR se apresenta com uma postura agressiva ditada por requerimentos técnicos associados a sua missão. 

“Demos instruções bastante precisas ao Centro de Estilo Peugeot”, explica o chefe de projeto da PeugeotSport, Jean-Christophe Pailler. 

“Fornecemos as dimensões-chave básicas, assim como outras informações relacionadas ao espaço da cabine que necessitávamos, o tamanho das rodas e o curso da suspensão. Eles também tinham dados aerodinâmicos resultantes de nosso trabalho de simulação prévia”, explicou Pailler.


De início, a equipe de design da PEUGEOT Sport teve de responder a uma pergunta fundamental em relação à transmissão do novo veículo: tração nas quatro rodas ou em duas? 

A decisão influenciou de maneira efetiva o design do 2008 DKR em duas áreas-chave: “Analisamos em profundidade tudo o que já existia no universo dos ralis e ponderamos os benefícios das diferentes soluções. Ao final, optamos por um enfoque muito diferente para a competição, em função da capacidade off-road da transmissão em duas rodas motrizes e também para rodar na areia. Isso nos permitiu utilizar rodas maiores e também nos beneficiarmos de um maior curso de suspensão". Por consequência, o 2008 DKR utiliza pneus Michelin de 37 polegadas (quase 94 cm de diâmetro).

Estas considerações tiveram um significativo efeito em cadeia em relação ao trabalho dos estilistas da Peugeot, que aceitaram com entusiasmo o desafio de desenhar o novo Leão que, em breve, enfrentará o rali cross-country. 


“A principal dificuldade residia em adaptar o estilo do modelo às diferentes limitações técnicas impostas pelos terrenos hostis”, nota Giovanni Rizzo, responsável pelo design exterior do 2008 DKR. 

“Havia dois caminhos para essa tarefa: enxertando peças sob medida no veículo ou inspirando-se na definição de formas gerais do 2008 para desenhar um carro que superasse as dificuldades inerentes a sua missão. Decidimos pelo segundo caminho para produzir uma versão renovada do 2008. Por exemplo, o 2008 DKR não tem portas traseiras, mais parecido com uma versão cupê do modelo”, acrescentou.

Transportar o estilo da versão de passeio do veículo à competição cross-country foi relativamente simples, entretanto, a parte dianteira resultou num desafio maior que o esperado para a equipe de design, como relata Michaël Trouvé, gerente do Centro de Estilo Peugeot. 


“Devido à necessidade de uma boa dirigibilidade, o ângulo de ataque teria que ser muito alto. Isso significou um balanço dianteiro muito curto, dando lugar a um desenho bem diferente da versão de produção. Felizmente, a equipe técnica não hesitou em escutar nossos argumentos e aceitou alterar certas peças que poderiam ter sido um problema para nós. Isso nos deu mais liberdade para desenhar uma frente que se parecesse o mais possível ao modelo convencional”, segundo Michaël.

Depois de conquistar o Dakar em sete ocasiões com a Red Bull, com veículos de tração em duas e quatro rodas, Carlos Sainz é consciente das restrições técnicas que se têm na exigente prova sul-americana e se mostrou motivado com o design do novo veículo. 


“A filosofia do 2008 DKR marca uma ruptura radical e traz um grande número de novas ideias”, comentou o espanhol. 

“O resultado final é diferente de qualquer outro modelo de duas rodas motrizes. É muito compacto é isso é bom. Depois de ter participado nas duas últimas edições do Dakar com um carro de tração em duas rodas, estou convencido de que esta é uma solução que pode vencer o rali. Bom, se precisamos de um veículo cuidadosamente desenhado para os diferentes tipos de terreno pelos quais transcorre o rali, eu sei que a Peugeot Sport tem o know-how necessário, a tecnologia e os meios para alcançar um desafio único e estimulante para todos na equipe”, explicou ao anunciar que detalhes sobre a motorização do 2008 DKR serão informados em breve.

NISSAN INAUGURA SUA PRIMEIRA FÁBRICA DE VEÍCULOS E DE MOTORES, NO BRASIL, EM RESENDE, ONDE INVESTIU R$ 2,6 BILHÕES. A FÁBRICA TEM CAPACIDADE PARA PRODUZIR 200 MIL CARROS E MOTORES POR ANO E EMPREGA JÁ 1.500 PESSOAS, PODENDO CHEGAR A 2.000. DA LINHA DE MONTAGEM DA MONTADORA FRANCO-NIPÔNICA NO INTERIOR FLUMINENSE SAIRÁ O MODELO NISSAN NEW MARCH E O MOTOR 1.6 DE 16 VÁLVULAS FLEXFUEL


Rio de Janeiro - Hoje, 15 de abril, a Nissan consolida sua presença no Brasil, seguindo a sua estratégia global Nissan Power 88*, com a inauguração oficial de seu Complexo Industrial em Resende, no Estado do Rio de Janeiro. 


A unidade industrial recebeu um dos maiores investimentos realizados no País para a construção de uma fábrica de automóveis, R$ 2,6 bilhões, exatamente para ter um ciclo de produção completo, da área de estamparia até as pistas de testes, incluindo chaparia, pintura, injeção de plásticos, montagem e inspeção de qualidade. 


No total, ela terá capacidade para produzir até 200 mil veículos e 200 mil motores por ano.


A cerimônia oficial de inauguração, dentro das instalações do complexo industrial, contou com a presença do Chairman e CEO Global da Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, do Governador do Estado do Rio de Janeiro, Luis Fernando Pezão, do Chairman da Nissan na América Latina, José Luis Valls, do Presidente da Nissan do Brasil, François Dossa, entre outros executivos da empresa, autoridades, funcionários da fábrica e convidados. 


“O Complexo Industrial da Nissan em Resende é fundamental para atingirmos nossos objetivos de crescimento no Brasil, que é o quarto maior mercado do mundo e peça-chave para o nosso desenvolvimento na América Latina. Nossa meta é atingir 5% de participação de mercado, ser a 1ª entre as marcas japonesas e líder em qualidade de produtos e serviços no Brasil até 2016”, afirma Carlos Ghosn, Chairman e CEO Global da Nissan.

O complexo da Nissan, em Resende, foi concebido para produzir os veículos da Plataforma V (de “versátil”) da Nissan e também motores.


Ele inicia suas atividades com a fabricação do novo automóvel Nissan New March e do motor 1.6 16V flexfuel, que equipa o carro.O presidente da Nissan do Brasil, François Dossa, lembrou que a Nissan começou as operações no Brasil em 2000 e, com o início de atividades do complexo de Resende, consolida sua presença lançando uma nova fase de crescimento no País. 


"A nova unidade industrial de Resende vai contribuir para entregarmos modelos de última geração e ainda com mais qualidade e tecnologia”, revelou.

Para produzi-los, as duas fábricas – de veículos e de motores – que compõem a unidade industrial já empregam diretamente cerca de 1.500 pessoas. 


A expectativa é que este número aumente no futuro, chegando a 2.000 empregos diretos, 15% dos quais mulheres, índice bem acima da indústria automotiva nacional.

Todos os funcionários da nova unidade passaram por formação no Senai de Resende e também dentro da Nissan, deses mais de 300 receberam treinamento em fábricas da marca no Japão, México, Estados Unidos e Inglaterra. Nesse treinamento, a Nissan investiu 
R$ 9 milhões.


No total, 88 robôs são usados na linha de produção para fazer os trabalhos que exigem mais precisão ou poderiam acarretar risco na segurança ou na ergonomia dos funcionários. Por exemplo, o fechamento da carroceria dos veículos é todo feito por robôs, garantindo a qualidade dimensional deste processo.


Na maioria das áreas, o transporte dos automóveis durante o processo produtivo é realizado por AGVs (Automatic Guided Vehicles), pequenos robôs autoguiados que conduzem carrinhos de peças e plataformas. 

Eles eliminam a necessidade de transportadores ou plataformas acionadas por correntes, deixando a operação mais segura e silenciosa. 

Cada veículo que segue para a linha de montagem possui um kit de peças próprio colocado em um carrinho específico. 


A pintura segue o moderno e sustentável sistema 3 wet, onde a aplicação da base e do verniz é feita logo em seguida da aplicação do primer, tornando o processo mais curto e reduzindo o consumo de energia. 

Os robôs utilizam cartuchos para a pintura, o que reduz a perda de tinta e solventes, diminuindo a emissão de compostos orgânicos voláteis (COVs), o que deixa a operação mais sustentável. Para isso também é fundamental o uso de água como base na pintura.

Antes mesmo de começar a produzir em série, o Complexo Industrial de Resende adotou uma forte filosofia de melhoria contínua. 


Até nos treinamentos, os funcionários foram incentivados a buscar novas maneiras de fazer melhor, mais rápido e com segurança suas atividades. 

Muitas das observações e propostas já foram integradas ao dia a dia da linha de produção da nova unidade e estão em processo de validação em outras fábricas da Nissan no mundo.

Para a instalação do tanque de combustível, por exemplo, no processo inicialmente previsto no projeto, seriam envolvidos três operadores. 

Com a sugestão de funcionários brasileiros, dentro de processos de melhoria contínua, foram projetados em Resende novos equipamentos para facilitar a manipulação e o posicionamento do tanque no carro. 


O resultado é que na unidade industrial brasileira, o processo é feito por apenas um funcionário, com grande melhoria ergonômica e eliminação de esforço muscular no posto, e mais qualidade na operação. 

Os postos de trabalho que deixaram de ser necessários na área de instalação dos tanques não foram eliminados, eles foram remanejados para reforçar outras áreas da linha de produção que precisam de atenção especial, contribuindo assim para a melhoria da qualidade final dos produtos fabricados em Resende.

Equipamentos de última geração e modernos processos de produção como os adotados na fábrica de veículos são usados na fábrica de motores da Nissan.


Na linha de montagem há quatro portais de verificação de qualidade de componentes. O teste final de funcionamento é realizado em 100% dos motores produzidos na fábrica de Resende e também todos passam por testes de emissão de CO2, em vez de por amostragem, como é comumente realizado por outras empresas do setor. 

Tudo para garantir a qualidade de funcionamento do motor 1.6 16V flexfuel – equipado com bloco de alumínio –, que é um dos propulsores com melhor eficiência energética de sua categoria no Brasil, aliando desempenho e baixas emissões de CO2.


Uma Fábrica Verde por dentro e por fora
O conceito de fábrica sustentável do Complexo Industrial da Nissan em Resende vai além do uso de equipamentos de última geração e processos avançados de produção de veículos e motores. 

O compromisso em ser uma unidade verde, uma das mais sustentáveis da Nissan em todo o mundo, nasceu já na concepção do projeto dos prédios e de toda a infraestrutura.

Ao mesmo tempo em que contribui para reflorestar zonas desmatadas antes de sua chegada ao Sul Fluminense, a Nissan também investirá para preservar as áreas verdes ainda existentes na região. 

A empresa cuidará da implantação de uma Unidade de Conservação Ambiental na área da Lagoa da Turfeira, que fica ao lado de seu complexo industrial e é fundamental para a sobrevivência de mais de 150 espécies de aves, além de grande biodiversidade e ecossistema.


Parque de Fornecedores
O novo Complexo Industrial permite que a Nissan produza mais veículos no Brasil e o objetivo da empresa é que eles sejam cada vez mais nacionais. 

Por isso, a empresa montou uma área ao lado da unidade de Resende, com infraestrutura completa, para receber fornecedores importantes para sua operação. 

O Parque de Fornecedores já conta com quatro fabricantes de autopeças, além de outros dois que operam dentro da fábrica de veículos. 

Todos eles se instalaram na região para atender a Nissan: Tachi-S, fabricante de bancos; Yorozu, fornecedora de suspensão; Kinugawa, fabricante de borrachas de vedação; CalsonicKansei, componentes de cockpit; Sanoh, tubulações de freios e combustível; e Mitsui Steel, fornecedores de chaparia.


A expectativa, porém, é aumentar ainda mais o número de fornecedores no complexo. Assim, além de reduzir os custos com logística e deixar a produção mais ágil, a Nissan pretende aumentar gradativamente o índice de integração local de peças de seus veículos e motores produzidos no Brasil. O objetivo é chegar a um índice próximo a 80% até 2016.

Estrutura sólida como base para o futuro
A Nissan iniciou oficialmente suas atividades no Brasil em 2000 e, agora, com a inauguração do Complexo Industrial de Resende, consolida sua presença e começa uma nova fase de crescimento no país. 

Com a unidade no Estado do Rio de Janeiro, a Nissan complementa sua capacidade de produção em solo brasileiro, atualmente de 59 mil unidades por ano na fábrica da Aliança Renault-Nissan, localizada em São José dos Pinhais, no Estado do Paraná, onde são feitos veículos das duas marcas. 

Nela, da marca Nissan, são produzidos os monovolumes da família Livina e a picape média Frontier. A produção de veículos da Nissan em São José dos Pinhais começou em 2002, com o lançamento da Frontier.

Para apoiar o seu crescimento, a Nissan mantém sua sede administrativa na cidade do Rio de Janeiro, além de contar com uma Unidade Regional de Vendas em São Paulo. Já um novo Centro de Treinamento com dois mil m², em Jundiaí (SP), é responsável por capacitar os profissionais da Rede de Concessionárias conforme os padrões mundiais de qualidade da fabricante. Rede que, atualmente, conta com 169 concessionárias no Brasil.

Com a intenção de ser a mais brasileira das marcas japonesas, a Nissan investe também para estar cada vez mais ao lado dos brasileiros no dia a dia. 

Para tanto, busca contribuir com o desenvolvimento social e cultural da sociedade por meio de diferentes ações e apoios. 

O Brasil, por exemplo, é o primeiro país do mundo onde a empresa criou um instituto dedicado a projetos de responsabilidade social: o Instituto Nissan. 

É em Resende, porém, que o Instituto Nissan desenvolve o seu projeto mais marcante. Em parceria com a prefeitura local, constrói um Centro Municipal de Educação Infantil. 

A escola contribuirá para diminuir o déficit de vagas para crianças de 0 a 5 anos e 11 meses. Será uma escola modelo, com ensino integral e de alto nível.

O Brasil é palco de outra ação inédita para a Nissan em seus 80 anos de história global: a empresa é a patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016TM. 

*Resumo Nissan Power 88

Anunciado em 2011, o plano de negócios global “Nissan Power 88" abrange os anos fiscais de 2011 a 2016. 

Ele irá acelerar o crescimento mundial da empresa, incluindo novos mercados e segmentos. 

Com este plano, a Nissan vai maximizar e melhorar a sustentabilidade do valor do seu negócio. O nome do plano enfatiza objetivos corporativos importantes. 

A Nissan irá renovar o seu foco na experiência total com o cliente por meio de ações que elevam a força de suas marcas e das vendas. 

Até o final do ano fiscal de 2016 a empresa terá como objetivo atingir market share mundial de 8% e também aumentar o lucro operacional para sustentáveis 8%.

Ficha técnica do Complexo de Resende


A TECNOLOGIA DA VOLVO CARS DIRIGIDA À SEGURANÇA DAS CRIANÇAS NOS CARROS COMPLETOU MEIO SÉCULO. O EQUIPAMENTO MAIS MODERNO É UM ASSENTO INFLÁVEL.

São Paulo, 15 de abril de 2014 – A dedicação da Volvo Cars em proteger os menores e mais vulneráveis ocupantes de um carro completa 50 anos este ano. 

Esse trabalho inovador começou com o primeiro protótipo de assento infantil em um PV544, em 1964, e vem, até hoje, com a última inovação da marca, o conceito de Assento Infantil Inflável, que pode ser facilmente guardado em uma pequena mochila quando não está em uso.

As diferenças anatômicas entre uma criança e um adulto são a base do desenvolvimento de equipamentos de segurança infantil da Volvo Cars, tanto em dispositivos integrados ao carro, como em acessórios. 


Crianças não são versões em miniatura de adultos – por conta disso, pedem sistemas especiais, desenvolvidos para suas necessidades.

“O princípio básico remete ao mesmo de 50 anos atrás. As crianças pequenas devem sempre viajar com a face virada para a parte traseira, até os três ou quatro anos de idade. Crianças mais velhas devem usar uma almofada tipo booster ou mesmo um assento específico, que faça com que o cinto de segurança fique corretamente posicionado sobre o quadril”, explica o professor Lotta Jakobsson, especialista técnico sênior no Volvo Cars Safety Centre.

Veja alguns dos marcos mais importantes da Volvo Cars, em sua história de segurança infantil:

1964
Primeiro protótipo de assento infantil
inspirado na forma como os astronautas viajam – com o rosto virado para a parte traseira da espaçonave – Bertil Aldman, médico e, posteriormente, professor em segurança de trânsito na Universidade de Tecnologia de Chalmers, desenvolveu o primeiro protótipo de assento infantil. A Volvo participou ativamente no desenvolvimento e testou o sistema em um PV544.

1967
Assento dianteiro reversível
O primeiro assento infantil vendido aos consumidores foi criado seguindo a concepção do assento dianteiro virado ao contrário. 

Ao acrescentar um encosto para as costas da criança, com cintos, era possível garantir que a criança ficaria segura, com o rosto virado para a parte traseira do veículo. A solução foi vendida como assessório para o Volvo Amazon.

1972
Primeiro assento infantil

O primeiro assento infantil, em que a criança fica com o rosto virado para a parte traseira do carro foi desenvolvido para proteger o pescoço e dissipar a força do impacto frontal em uma grande área. Impactos frontais são a forma mais frequente e severa de colisão.

1976
Primeiro assento booster da pela Volvo
Crianças acima dos três anos de idade já podem viajar voltadas para a frente, usando o cinto de segurança tradicional, desde que usem um assento do tipo booster no banco. 

A Volvo Cars recomenda que esse tipo de assento seja usado até a criança alcançar 1,40 m de altura, ou cerca de 10 anos. Usando o assento, há redução de 75% no risco de lesões em uma criança, em comparação com o uso do cinto sem o sistema.

1990
Primeiro assento booster integrado

O primeiro assento do tipo booster integrado ao assento traseiro foi instalado no centro do banco de um Volvo 960. O sistema com duas almofadas retráteis, no assento traseiro, foi lançado no Volvo S40, em 1995.

1999
Primeiro assento infantil com Isofix

A primeira solução para instalar assentos infantis voltados para traseira do veículo, na norma Isofix, foi um sistema que permite dois tipos de assento em um. 

O primeiro é para bebês e o outro para crianças de até quatro anos de idade – que ficam encaixados no mesmo suporte Isofix.

2007
Primeiro booster de dois estágios

O assento tipo booster com dois estágios de operação foi lançado no Volvo V70. A versão de dois estágios, com duas alturas de operação, permite melhor ajuste do cinto, de acordo com o tamanho da criança.

2014
Conceito de Assento Infantil Inflável

A inovação, que ainda está no estágio de desenvolvimento, é fácil de instalar e pode ser guardada dentro de uma pequena mala quando não está em uso. 

Isso permite que o assento seja facilmente transferível de um carro a outro e levado em viagens de avião ou carro.

FIAT LANÇA O MÊS DA RESPONSABILIDADE NO TRÂNSITO E PROMOVE O DIÁLOGO POR UMA RUA MELHOR. O MOTE DA CAMPANHA É EXTREMAMENTE DIRETO: VACILÃO, NA RUA NÃO.


No mês de abril, a Fiat abre o diálogo para um tema de interesse em todo o País: a responsabilidade no trânsito. 


Com uma campanha irreverente e bem humorada, batizada de “Vacilão”, mostra que todos têm uma parcela de responsabilidade na mobilidade urbana, sejam motoristas, motociclistas, pedestres ou ciclistas.

Líder em vendas no mercado de automóveis pelo 12° ano, a Fiat é hoje a empresa que mais entende das ruas no Brasil, e por isso encabeça uma discussão que vai além da marca. 

“Buscamos novos diálogos, atentos às relações sociais como um todo, não apenas as de consumo. A campanha Por Uma Rua Melhor é um reflexo do anseio da Fiat em promover o diálogo sobre a responsabilidade no trânsito, uma função que entendemos como um papel nosso na esfera da sociedade”, diz João Ciaco, diretor de Publicidade e Marketing de Relacionamento da Fiat.


Campanha
Com a assinatura ‘Vacilão, na rua não!’, a campanha usará filmes de animação que mostram que todos estão sujeitos a cometerem falhas quando circulam pelas ruas. Todo mundo já vacilou alguma vez. 

O primeiro filme estreou na TV e Youtube no dia 13 de abril, e mostra um primeiro vacilão: Armando, um sujeito engajado em ajudar as pessoas e o planeta, mas que quando está no volante se transforma no verdadeiro vacilão – dirige de forma imprudente, escreve ao celular, entre outros feitos.

Outras plataformas reforçam a campanha, como jingle de Vacilão nas rádios e ações nos canais proprietários da Fiat na internet. Cartilhas educativas também serão entregues em pedágios e serão encartadas em jornais.

Índice de acidentes: A Fiat também vai despertar a atenção das pessoas para um problema das grandes cidades: o grande número de acidentes que ocorrem próximos às passarelas. 

No dia 16 de abril, a empresa promove um desfile de moda na passarela Miguel Reale de São Paulo, em uma parceria com a estilista Patrícia Bonaldi. 

Com o mote “Não Corra, Desfile”, a Fiat usa a moda como uma forma de alertar pedestres sobre a importância de andar na passarela. Vacilão e Passarela são campanhas assinadas pela Agência Fiat, formada por profissionais de Leo Burnett e da AgênciaClick Isobar.

Links:
http://www.fiat.com.br/content/dam/fiat-brasil/desktop/receptivas/vacilao/CartilhaVacilaoNaoArmando.pdf

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