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terça-feira, 8 de março de 2016

EQUIPE SIGNATECH-ALPINE CONCLUIU A FORMAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES PARA O CAMPEONATO MUNDIAL DE ENDURANCE FIA WEC 2016. NELSON PANCIATICI SE UNE A DAVID CHENG E HO-PIN TUNG NO CARRO DE Nº 35, COMPETINDO COM A BANDEIRA DA BAXI DC RACING ALPINE. NO CARRO DE Nº 36, NICOLAS LAPIERRE E GUSTAVO MENEZES CONTARÃO COM O REFORÇO DE STÉPHANE RICHELMI. OS CARROS ALPINE A460 SERÃO REVELADOS NA QUINTA-FEIRA 24 DE MARÇO, NO CIRCUITO PAUL RICARD.

Após a confirmação da participação de dois A460 no FIA WEC, a Alpine anunciou a formação das tripulações encarregadas de defender suas cores na volta ao mundo que percorrerá do México ao Japão, passando pelas míticas 24 Horas de Le Mans (18-19 de junho).

Componente fundamental da equipe desde 2013, no retorno da Alpine às competições, Nelson Panciatici competirá com o nº 35. 

O francês de 27 anos traz sua experiência e velocidade para o projeto iniciado pela DC Racing e gerenciado pela Signatech-Alpine. Com David Cheng e Ho Pin-Tung, o trio recém-formado tem ambições esportivas extremamente elevadas.

O mesmo nível de ambições motiva a tripulação de nº 36, formada por Nicolas Lapierre, Gustavo Menezes e, agora, Stéphane Richelmi. 

Após ter mostrado seu nível de performance na GP2 e mais recentemente na GT, o piloto de 25 anos nascido em Mônaco inicia sua participação com um protótipo.

A equipe Signatech-Alpine tem agora duas tripulações performantes e complementares, com o objetivo de ter um papel de destaque na categoria LMP2.

Após três dias de testes em Motorland Aragón (7-9 março), os dois Alpine A460 serão apresentados no Circuito Paul Ricard em 24 de março (5ª-feira, às 19h). 

No dia seguinte, os novos carros já começam a competir, partindo para a pista para participar da corrida de testes do FIA WEC 2016.

Philippe Sinault (diretor da Equipe Signatech-Alpine):
“É muito bom continuar esta aventura com Nelson Panciatici, bicampeão da ELMS com a Signatech-Alpine e que chega para contribuir com sua experiência e velocidade na DC Racing. Também estamos muito felizes com a chegada de Stéphane Richelmi, completando o trio do carro n° 36. A formação das nossas tripulações está coerente com o projeto esportivo da Alpine em 2016. Os dois carros A460 terão condições de ter um papel de destaque graças à qualidade dos nossos pilotos. As últimas semanas foram intensas, tanto para a Alpine, com a apresentação do Alpine Vision em Mônaco, como para a equipe, com a conclusão da montagem dos nossos protótipos. Os seis pilotos conheceram melhor a equipe, definiram as posições de pilotagem e participaram de reuniões técnicas com os engenheiros. Agora, o grupo está formado p ara começar esta temporada de 2016 cheia de desafios! Nosso grupo está feliz e orgulhoso da colaboração com a DC Racing. É uma grande honra ter sido escolhido para realizar o controle técnico, esportivo e logístico deste programa. Colocamos toda nossa experiência e competências a serviço do sucesso do projeto, tendo como pano de fundo o desenvolvimento da notoriedade da Alpine na China. Também gostaria de dizer que foi uma pena não poder manter Paul-Loup Chatin na equipe em 2016. Ele contribuiu bastante para o projeto e principalmente para os resultados esportivos nas últimas temporadas. Foi difícil tomar esta decisão, mas queremos voltar a trabalhar com este piloto que já faz parte da família Alpine”.

PILOTOS ALPINE 2016
Alpine A460 n° 35: Nelson Panciatici / David Cheng / Ho-Pin Tung
Alpine A460 n° 36: Nicolas Lapierre / Gustavo Menezes / Stéphane Richelmi



 
Nelson Panciatici
Nascido em 26/09/88 em Reims (França)
Nacionalidade: francês
www.nelsonpancia.fr
 
Nicolas Lapierre
Nascido em 02/04/84 em Thonon-les-Bains (França)
Nacionalidade: francês
www.nicolaslapierre.com
 
David Cheng
Nascido em 21/07/89 em Pequim (China)
Nacionalidade: chinês e americano
www.dchengracing.com
 
Gustavo Menezes
Nascido em 19/09/94 em Los Angeles (USA)
Nacionalidade: americano
www.gustavomenezes.com
 
Ho-Pin Tung
Nascido em 04/12/82 em Velp (Holanda)
Nacionalidade: chinês e holandês
www.hopintung.com
Stéphane Richelmi
Nascido em 17/03/90 em Mônaco
Nacionalidade: monegasco
www.richelmi.it
 

CALENDÁRIO 2016
  • 25-26 de março: Corrida de Testes – Circuito Paul Ricard (França)
  • 17 de abril: 6 Horas de Silverstone (Grã-Bretanha)
  • 7 de maio: 6 Horas do WEC de Spa-Francorchamps (Bélgica)
  • 5 de junho: Dia de Testes para as 24 Horas de Le Mans (França)
  • 18-19 junho: 24 Horas de Le Mans (França)
  • 24 de julho: 6 Horas de Nürburgring (Alemanha)
  • 3 de setembro: 6 Horas do México (México)
  • 17 de setembro: 6 Horas do Circuito das Américas (EUA)
  • 16 de outubro: 6 Horas de Fuji (Japão)
  • 6 de novembro: 6 Horas de Shanghai (China)
  • 19 de novembro: 6 Horas do Bahrein

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sexta-feira, 4 de março de 2016

AUTÓDROMO DE CURITIBA RECEBE NESTE FIM DE SEMANA A PRIMEIRA ETAPA DO MERCEDES-BENZ CHALLENGE. A SEGUNDA CORRIDA SERÁ DIA 22 DE MAIO, EM GOIÂNIA


A programação no Autódromo Internacional de Curitiba prossegue neste sábado (5), com segundo treino e o classificatório para a etapa de abertura do calendário 2016. A corrida acontece no domingo (06) às 10h35

O catarinense Max Mohr participou da primeira sessão de treinos livres nesta sexta-feira (4), válida para a etapa de abertura do ano do Mercedes-Benz Challenge em Curitiba. 

O piloto da equipe Rsports Racing fará sua terceira temporada na categoria monomarca e utilizou o dia para checar as mudanças realizadas pela equipe Rsports Racing no Mercedes #225. 

Max concluiu o treino no Top 3 com o tempo de 1min35s230. "Este é um início positivo para a equipe. Usamos o treino para verificar os ajustes que fizemos e para amanhã podemos melhorar", disse o piloto de Blumenau. 


Os companheiros de equipe na categoria C 250 Cup, Beto Rossi/Idenis de Souza #13 fecharam na oitava posição com o tempo de 1min36s221.

Como o autódromo de Curitiba irá fechar em junho e esta é a última vez que a categoria correrá no circuito, os pilotos querem se despedir em grande estilo. 


"O autódromo é velho conhecido, participei de diversos campeonatos e faz parte da minha história. É triste saber que não teremos mais a oportunidade de competir próximo de casa. Em Curitiba disputei a primeira prova no asfalto quando sai das provas de terra e venci no ano de 1989 com um Volkswagen Gol", conta o piloto da categoria C 250 Cup, que marca pontos também pela Master C 250 Cup.


As atividades de pista continuam neste sábado (05) com o segundo treino livre às 10h40 (CLA + C250) e os classificatórios das categorias CLA AMG Cup às 15h15 e C250 Cup às 15h45 e terão duração de 20 minutos cada. 

No domingo (5), a corrida terá largada às 10h35.

As etapas do Mercedes-Benz Challenge terão transmissão do canal BandSports e portal Terra.
A equipe Rsports Racing conta com patrocínio da Votorantim Cimentos, Grupo Max Mohr, WDCom, Fiolux/Serwal e Copimaq.

Resultado do primeiro treino:
1) 26 Flávio Andrade (Hot Car Competições - C250) - 1min34s947
2) 65 Claudio Simão (Center Bus Sambaiba Racing - C250) - 1min35s076
3) 225 Max Mohr (RSports Racing - C250) - 1min35s230
4) 21 Peter Michel Gottschalk (Paioli Racing - C250) - 1min35s351
5) 55 Fabio Escorpioni (Ensite Racing Team - C250) - 1min35s795
6) 66 André Paulo Varasin (Center Bus Sambaiba Racing - C250) - 1min35s797
7) 7 Betinho Sartório (Paioli Racing - C250) - 1min35s886
8) 13 Beto Rossi/Idenis R. de Souza (RSports Racing - C250) - 1min36s221
9) 111 Marcos Paioli/Peter Gottschalk (Paioli Racing - C250) - 1min36s236
10) 64 C.A.Guilherme (Center Bus Sambaiba Racing - C250) - 1min41s683

Programação
Sábado, 5 de março
08h00 - 08h20 - 2o treino Oficial Campeonato Brasileiro de Turismo
08h30 - 09h10 - 3o Treino (Grupo 1 - qualquer piloto) Stock Car
09h20 - 10h00 - 3o Treino (Grupo 2 - qualquer piloto) Stock Car
10h10 - 10h30 - Classificação Campeonato Brasileiro de Turismo
10h40 - 11h40 - 2o Treino (CLA + C250) MB Challenge
12h00 - 13h00 - Classificação Stock Car
14h25 - Largada (corrida 1) Campeonato Brasileiro de Turismo
15h15 - 15h35 - Classificação (CLA AMG Cup) MB Challenge
15h45 - 16h05 - Classificação (C25 Cup) MB Challenge

Domingo, 6 de março

09h10 - Largada (Corrida 2) Campeonato Brasileiro de Turismo
10h35 - Largada Mercedes-Benz Challenge
12h30 - Largada Stock Car
14h00 - 15h00 - Visitação aos boxes + volta rápida

Calendário do Mercedes-Benz Challenge 2016:
Etapa 1 - 06 de março - Curitiba/PR
Etapa 2 - 22 de maio - Goiânia/GO
Etapa 3 - 26 de junho - Viamão/RS
Etapa 4 - 17 de julho - Cascavel/PR
Etapa 5 - 11 de setembro - São Paulo/SP
Etapa 6 - 06 de novembro - Goiânia/GO
Etapa 7 - 20 de novembro - Curvelo/MG
Etapa 8 - 11 de dezembro - São Paulo/SP

Mais informações:
Site: www.rsportsracing.com.br
Facebook: RSports Racing
Twitter: @RsportsRacing

FORD FIESTA ENVENENADO APRONTA NOS EMIRADOS ÁRABES E FAZ MANOBRAS RADICAIS NAS RUAS DE DUBAI REGISTRADAS EM NOVO VÍDEO VIRAL DO PILOTO KEN BLOCK. ASSISTA O INTERESSANTE VÍDEO EM QUE UM ST RX43 VERSÃO ESPORTIVA DO FIESTA FAZ MANOBRAS RADICAIS E OUTRO MOSTRANDO A PREPARAÇÃO DO CARRO


O Ford Fiesta é novamente o carro do piloto Ken Block na série Gymkhana, um dos maiores sucessos virais da internet no mundo. 

Desta vez filmado nas ruas de Dubai, a grande cidade dos Emirados Árabes Unidos, o oitavo vídeo é uma produção cinematográfica com muita aventura e manobras radicais do ST, a versão esportiva do compacto da Ford, como pode ser visto 

neste link.


O piloto atravessa o deserto com o Ford Fiesta ST RX43 e chega às ruas dos principais cartões postais da sofisticada cidade, usando a potência de 650 cv nas pilotagens conhecidas como zerinhos e “driftings” para desviar de outros carros, máquinas e até um avião em movimento, em alta velocidade. 

A preparação do modelo incluiu até uma pintura reflexiva especial, mostrada 

neste link.


O Fiesta tem a companhia de uma Ford F-150 Raptor, um Mustang GT, um Focus RS e um Ford GT. A polícia de Dubai, que apoiou toda a filmagem, também faz pontas no roteiro com seus famosos carros exóticos.

“Pode parecer uma repetição, mas esta provavelmente é a minha edição favorita da série Gymkhana”, diz Block. 


“Quando a XDubai entrou em contato comigo para patrocinar o projeto, me avisaram logo de cara que teríamos carta branca para filmar a Gymkhana em Dubai. Eu já tinha vontade de produzir um vídeo na cidade e aceitei a proposta”, revelou.

Esta foi a segunda vez na história que fecharam a estrada Sheik Zayed, uma das principais da cidade. A primeira foi na visita oficial do presidente George Bush, em 2008. 

“Ter acesso exclusivo a uma pista de aterrissagem junto com um 747 e poder filmar no Burj Park, que faz parte do Burj Khalifa, um dos edifícios mais altos do mundo, foi incrível”, completa Block.


FIAT TORO JÁ É O SEXTO COMERCIAL LEVE MAIS VENDIDO DO BRASIL. JÁ FORAM EMPLACADOS QUASE 1.200 DESSA NOVA PICAPE


Com apenas uma quinzena de presença no mercado, o Fiat Toro emplacou 1.117 unidades em fevereiro e já assume o posto de sexto comercial leve mais vendido no País. 

O modelo reúne o porte, a altura e a ergonomia de um SUV; a robustez de um fora de estrada com o conforto de um automóvel; e a praticidade e espaço de uma picape cabine dupla de quatro portas, capacidade para acomodar até cinco pessoas com requinte e segurança e levando até uma tonelada.

A FCA – Fiat Chrysler Automobiles vendeu 25.661 unidades em fevereiro, o que representa 18% do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves. 

Os números incluem os resultados de Fiat, Jeep, Chrysler, Dodge e Ram e foram divulgados hoje pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Três modelos do grupo figuraram entre os dez mais vendidos do país no mês passado: Fiat Palio (5.503 unidades), Fiat Strada (4.590) e Jeep Renegade (3.964). 

A Fiat licenciou 21.479 unidades em fevereiro (15,1% de market share) e a Jeep 4.050 (2,8% do mercado). As duas marcas estão entre as dez mais vendidas no período.

FORD LANÇA NO BRASIL SEIS NOVOS CAMINHÕES DA LINHA 2017 DE MÉDIOS E PESADOS COM TRANSMISSÃO AUTOMATIZADA DE ÚLTIMA GERAÇÃO. SÃO SEIS MODELOS, DE 16 A 45 TONELADAS: CARGO 1723 TORQSHIFT, 1729R, 2429, 1729T E 1933T



A Ford apresentou em Caxias do Sul, RS, a sua nova linha Cargo 2017 de caminhões com inédita transmissão automatizada que permite trocas automáticas ou manuais. Chamados Torqshift, com 10 ou 16 marchas, conforme o modelo, os novos caminhões chegam ao mercado em março, complementando o portfólio de veículos da marca formado por 34 versões.

"A Ford manteve seus investimentos nas operações de caminhões mesmo diante do atual cenário de mercado do setor", disse João Pimentel, diretor da Ford Caminhões. 


"Em 2015 fomos a marca de caminhões que mais cresceu com o lançamento de produtos em segmentos especiais e acreditamos que a linha Torqshift mantém essa estratégia de mercado com caminhões que aumentam a produtividade e rentabilidade do transportador em vários tipos de aplicações, tendo como base o custo-benefício para o cliente, fator importante especialmente neste momento da economia”, revelou Pimentel.


A nova linha é formada por seis modelos, com capacidade de 16 a 45 toneladas: Cargo 1723 Torqshift, Cargo 1723 Kolector Torqshift, Cargo 1729R Torqshift, Cargo 2429 Torqshift, Cargo 1729T Torqshift e Cargo 1933T Torqshift, estes dois últimos cavalos-mecânicos.

Conforto, segurança e economia
Os novos caminhões reúnem o conforto, praticidade e segurança de uma transmissão automática no dia a dia do trânsito e nas rodovias com a funcionalidade de um câmbio manual para situações específicas.

Foi desenvolvida pela engenharia da Ford no Brasil com o fornecedor Eaton e conta com recursos avançados como trocas manuais, os modos Economia e Performance, função “Low”, piloto automático inteligente, assistente de partida em rampa e indicador de marcha no painel para oferecer conforto e economia com excelente custo-benefício.

“Os novos modelos Cargo 2017 representam uma grande inovação de engenharia com a transmissão automatizada mais avançada do segmento", destaca João Pimentel. “É um lançamento importante que virá acompanhado de outros modelos sempre com soluções focadas na rentabilidade do frotista.”


Os modelos
O Cargo 2429 Torqshift é um dos destaques da linha. Tem transmissão de 10 marchas, tração 6x2, peso bruto total de 23 toneladas e capacidade máxima de tração de 38.000 kg. 

Chega ao mercado com o preço de referência mais competitivo da categoria, de R$ 220.000 na versão cabine simples e de R$ 228.000 na versão leito.

O Cargo 1723 Torqshift é um modelo médio com peso bruto total de 16.000 kg, motor de 230 cv e transmissão de 10 marchas. 

A versão Cargo 1723 Kolector Torqshift vem pronta para implementação como coletor/compactador, com transmissão reforçada de 10 marchas.

O médio Cargo 1729R Torqshift, com peso bruto total de 16.000 kg, tem motor de 290 cv e transmissão de 10 marchas, com as opções de cabine simples e leito. 

O Cargo 1729T Torqshift, com capacidade máxima de tração de 38.000 kg, é um cavalo-mecânico com cabine leito e transmissão de 10 velocidades. 

O Cargo 1933T Torqshift, cavalo-mecânico com capacidade máxima de tração de 45.150 kg, tem como diferenciais a suspensão a ar e transmissão de 16 marchas.

Todos esses modelos estão entre os melhores da categoria e oferecem a mesma estratégia de preços do Cargo 2429. 

Ou seja, estão sempre menores que seus concorrentes diretos nas diferentes configurações.

"A Ford oferece outro diferencial importante para o transportador: o lançamento dos modelos como Linha 2017 permite ao cliente aumentar o tempo de permanência do veículo na frota – já que a maioria dos contratos no setor exige veículos com até três anos de uso –, sem contar a sua valorização na hora da revenda", afirma Antônio Baltar, gerente de Vendas e Marketing da Ford Caminhões.


Crescimento no mercado
Em 2015, a Ford foi a marca que mais cresceu na indústria de caminhões, com um ganho de 3,7 pontos porcentuais – de 14,3% para 18%. A Ford Caminhões avançou também na satisfação dos clientes, com índices de aprovação de 91,9% e 88,4% nas áreas de vendas e serviços, respectivamente. “Estes números refletem o atendimento pós-vendas, com foco principalmente em quatro programas: o Ford Service, o Ford Trac, o SOS Ford e o Disk Ford”, completa Baltar.

Atualmente, a Ford Caminhões tem uma rede exclusiva de 120 distribuidores em todo o território brasileiro, prioritariamente nas áreas de maior fluxo de caminhões.

FORD RANGER 2017 É SUBMETIDA AO TESTE DO “CHEIRO DE CARRO NOVO” E VÍDEO MOSTRA ESSA TÉCNICA. A MONTADORA CONTA COM UM LABORATÓRIO PARA HARMONIZAR O CHEIRO DOS DIFERENTES MATERIAIS DE UM CARRO NOVO.


A Ford conta com um laboratório especial para harmonizar o cheiro dos diferentes materiais de um veículo novo e a Ford Ranger 2017 foi submetida a essa técnica de refinamento do interior da cabine, totalmente remodelada. 


Chamado teste do “cheiro de carro novo” (ou, no caso, picape nova), este é um cuidado especial da Ford com o nível de conforto dos usuários no dia a dia.

Como mostra o teste neste vídeo, desenvolver esse atributo do veículo é um trabalho mais complexo do que se imagina, já que não se trata de um odor único. 


No caso da Ranger, foi preciso analisar a combinação de mais de 100 diferentes materiais empregados na picape.

A dificuldade para encontrar o cheiro ideal é que cada pessoa sente os odores de modo diferente. 

Assim como alguns gostam do cheiro de couro, por exemplo, há também aqueles que detestam. 

Os testes são o caminho para garantir que essa combinação agrade o maior número de pessoas.

No desenvolvimento da nova Ranger, uma amostra de cada material foi colocada num pote de vidro e exposta a diferentes condições climáticas, como umidade e calor extremo, simulando situações como a picape estacionada debaixo do sol.

Ao atingir a temperatura adequada, os materiais foram analisados pelos especialistas usando o instrumento mais completo que existe para esse tipo de avaliação – o nariz. 
O objetivo final é filtrar ao máximo os odores dentro do veículo para garantir a harmonia e a qualidade. 

Este foi um dos inúmeros aspectos estudados no processo de desenvolvimento da nova Ranger, que chega este semestre ao mercado brasileiro.

UM NOVO FOCUS RS COM MOTOR ECOBOOST DE 600 CV, QUE VAI DE 0 A100 KM/H EM 2 SEGUNDOSSERÁ O CARRO COM QUE A FORD PARTICIPARÁ DO MUNDIAL DE RALLYCROSS, QUE TERÁ SUA PRIMEIRA PROVA EM ABRIL, EM PORTUGAL


A Ford apresentou o novo Focus RS para a disputa da temporada 2016 do Campeonato Mundial de Rallycross. 

Equipado com motor EcoBoost de 600 cavalos e tração nas quatro rodas, o esportivo nessa versão acelera de 0 a 100 km/h em 2 segundos.

O carro foi preparado especialmente pela Ford Performance numa parceria global com a Hoonigan Racing e a M-Sport, do Reino Unido. 

O objetivo é dar continuidade à tradição de mais de 50 anos da grife Ford RS (Rallye Sport) nas corridas, como mostra este vídeo.

A equipe Ford/Hoonigan Racing Division é comandada pelo piloto Ken Block. O Focus RS Rallycross estreia na pista em abril, no Rali de Portugal, abrindo a temporada com 12 etapas na Europa, Canadá e Argentina.

“A grife RS é uma marca mundial com um legado incomparável e adorada pelos fãs. As suas primeiras imagens e aparição antecipada no vídeo Gymkhana Eight já rendeu milhões de acessos na internet", diz Dave Pericak, diretor global da Ford Performance.

O desenvolvimento do Focus RS contou com o mesmo nível de ferramentas, recursos técnicos e engenharia usados nos programas do Ford GT para Le Mans e competições da Nascar. “Estou realmente empolgado em ampliar o meu relacionamento com a Ford Performance”, diz Ken Block. “Ter o apoio oficial da fábrica para disputar toda a temporada do Mundial de Rallycross traz vários recursos que vão beneficiar a equipe em termos de engenharia, preparação e pistas".


quinta-feira, 3 de março de 2016

CHEVROLET CONVIDA OS BRASILEIROS A CONHECEREM OS NOVOS CARROS DA MARCA E OS PREÇOS PROMOCIONAIS NAS 500 CONCESSIONÁRIAS EM TODO O PAÍS


São Caetano do Sul – A Chevrolet lança nova campanha convidando seus clientes, e até os críticos, a irem até uma das mais de 500 concessionárias da marca e se apaixonarem pelos novos carros da linha 2016. 



A campanha, criada pela agência Publicis Salles Chemistri, incentiva quem não tem e quem critica um Chevrolet a conhecer os novos carros.

Para marcar o lançamento da campanha “Até quem critica irá se apaixonar por um Chevrolet”, as concessionárias fazem a ação do ‘Breca Varejo’, onde os clientes podem comprar um Chevrolet 2016 ainda com os preços de 2015. 


Todos os modelos da Chevrolet estarão com condições de pagamento imperdíveis como as taxas a partir de zero para as linhas Onix e Prisma e bônus de até 10 mil reais.

A campanha conta com a participação do ator e apresentador Lucas Salles desafiando quem tem modelos de outras marcas a conhecerem um Chevrolet e se surpreenderem pelo carro.

“A campanha está alinhada ao posicionamento ‘Pessoas Reais, Opiniões Verdadeiras’, que vem sendo trabalhado desde 2015 e traz para a publicidade os depoimentos de consumidores de verdade”, afirma Samuel Russel, diretor de marketing da GM.

http://www.gexsamen.com/Email/Link?ci=232326548&ei=72086&eli=183612&elu=http://www.maxpressnet.com.br/e/gm/D40U49/Breca_Revela_Final_03-03-16.wmv


Os seis filmes convidam os fãs e críticos a conhecerem os novos carros da Chevrolet como o novo Cobalt e darem uma nova chance à marca e, quem sabe, mudarem para um Chevrolet.

TODAS AS PREVISÕES DE ECONOMISTAS, DA ANFAVEA, OS PRESIDENTES MUNDIAL DA GM E DA VW DO BRASIL SÃO MUITO PESSIMISTAS QUANDO AO DESEMPENHO DO SETOR AUTOMOTIVO, A QUE SE JUNTA UM ESPECIALISTA EM ESTATÍSTICAS, SÉRGIO HABIB, PRESIDENTE DA JAC MOTORS, QUE PREVÊ UMA QUEDA DAS VENDAS DE 20% ESTE ANO E ACHA QUE SÓ EM 2022 OU 2023 O BRASIL VOLTARÁ AO PATAMAR DE 2013


Alta Roda
 

Nº 878 — 3/3/16

Fernando Calmon 


AJUSTAR VELAS

A eterna rivalidade entre otimistas e pessimistas sobre o que ocorrerá este ano com o mercado interno de veículos atingiu seu ápice nas últimas semanas. 

Stefan Ketter, presidente da FCA (Fiat Chrysler Automobiles) para a América Latina e principal executivo do grupo no Brasil, primeiro a se manifestar a uma pergunta direta deste colunista, não fez previsões diferentes da Anfavea, que ainda acredita em um segundo semestre de reação e um resultado final de menos 7,5% (2016 x 2015) ou algo em torno de 2,38 milhões de veículos leves e pesados

Ele acrescentou: "O brasileiro é extremamente crítico quando fala de si, o que não faz sentido. É preciso acreditar mais no seu talento, acreditar mais em nosso povo.” 

Uma posição surpreendente talvez porque a Fiat, líder de mercado, tenha dois produtos novos este ano (picape Toro já lançada e subcompacto Mobi no próximo mês). 

A outra marca da FCA, Jeep, também vai bem com uma fábrica inteiramente nova em Pernambuco.

Quatro dias depois, Dan Ammann, presidente mundial da GM, veio ao Brasil e manifestou enorme preocupação com os rumos da economia e política brasileiras. 

“Teremos que reavaliar os investimentos de R$ 6,5 bilhões no Brasil, se a situação não se alterar até meados de 2017”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo. 

Acrescentou que o País não é competitivo de um modo geral, inclusive para exportar automóveis, nem que o dólar suba para R$ 4,50. 

Ele prevê que este ano se vendam no máximo dois milhões de unidades, um recuo expressivo de 22% que se juntando aos 27% de 2015 contra 2014, chega a 55%.

O presidente da Volkswagen do Brasil, David Powels, dois dias depois da Ammann, reconheceu plenamente as dificuldades da indústria automobilística, mas não falou em diminuição de investimentos e adiamento de planos. 

Centrou-se na marca, que sofre desgaste de imagem com os problemas dos motores diesel, e preferiu falar sobre os esforços para aumentar produtividade e qualidade nas suas quatro fábricas com muito treinamento. “Continuaremos a incrementar nossas exportações”, acrescentou.

Passaram-se mais quatro dias e o presidente da JAC Motors, Sérgio Habib, considerado mestre das estatísticas, comparou o que acontece hoje no Brasil com outros países que tiveram quedas bastante expressivas nos anos recentes: EUA, Espanha, Itália e Portugal. 

“Nada indica que somos diferentes dos outros. Este ano teremos nova queda superior a 20% e será difícil chegar a dois milhões de veículos vendidos (incluídos os pesados). Regredimos para o ano de 2006”.

Quanto ao futuro foi ainda mais ácido: só entre 2022 e 2023 voltaremos ao patamar já atingido em 2013.

O balanço entre as afirmações de quatro executivos tendem nitidamente para um tempo de suor e lágrimas. 

Desemprego em alta, inflação fora da meta e desajustes fiscais de fato desanimam. William Ward, teólogo católico inglês (1812-1882), cunhou a frase: “O pessimista se queixa do vento, o otimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas.” 

O grande problema do Brasil é saber como e quem vai ajustar as velas. Se os políticos deixarem.

RODA VIVA

Entre os quatro produtos de uma nova arquitetura de compactos até 2018, tudo indica a transformação do Fox num crossover para atender o mercado de SUVs compactos em que a VW está ausente (CrossFox é paliativo). 

Mudanças devem ser mais profundas que no Honda WR-V, na realidade uma evolução no Fit Twist com a tradicional criatividade brasileira.

JAC T5 é um SUV compacto que demonstra a evolução chinesa principalmente em relação ao estilo em parceria com casas italianas de desenho. 

Interior muito espaçoso, boa posição ao volante e porta-malas grande (600 litros, mas aqui há exagero no método de medição). 

Suspensão passa sensação de firmeza e segurança, apesar da altura típica desses modelos.

MOTOR de 1,5 L/127 cv (etanol) do T5 junta-se a câmbio manual de seis marchas para reduzir consumo (automático CVT disponível em agosto). Lista de equipamentos do T5 é generosa. 

Sistema multimídia com tela de 8 pol. (só encontrável em veículos de maior porte) permite espelhar telefones Android e aplicativo Waze. Preços são bem competitivos: R$ 59.990 a R$ 68.990.

SEGUNDO
o Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) a chave de ignição presencial, entre outras vantagens práticas como acionar o veículo sem necessidade de inserir a chave no painel ou coluna de direção, tem características adicionais interessantes. 

Ela dificulta a localização de antenas de curto alcance e equipamentos usados em furtos de automóveis.

SITE especializado em cotações de preços de seguros para automóveis – www.comparaonline.com.br/seguroauto – é boa ferramenta para quem quer economizar. 

Não inclui a totalidade das seguradoras, mas permite pesquisas abrangentes, em especial pelo valor da franquia, coberturas, benefícios e formas de pagamento. Tudo grátis, porém, pede dados pessoais.

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


AUDI TT, COM SEUS 270 CV, UM BÓLIDO QUE FAZ DE 0 A 100 KM/H 5,9 SEGUNDOS E CHEGA A 250 KM/H, GRAÇAS A UM TORQUE DE 37,7 KGMF - COISA DE MOTOR GRANDE - CUSTA R$ 199 MIL NA VERSÃO ATTRACTION, E R$ 220 MIL, NA SUPERIOR. FCA ESTÁ ATRAS DE QUEM ACEITE TERCEIRIZAR O DODGE DART E O CHRYSLER 200. O NOVO JAC T5 CHEGA AO MERCADO, AGORA, COM CÂMBIO MANUAL, POR R$ 59.900 E R$ 68.900, E EM AGOSTO COM TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA



Coluna nº 1.016 - 3 de Março de 2016
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O Audi TT e o Axioma de Pirelli

Fazer carro esportivo, apesar de parecer, não é tarefa fácil. Não se resume a fórmula de fácil aviamento: aumentar a cilindrada do motor ou a sua capacidade em produzir cavalos de força; ou reduzir peso do conjunto; ou melhorar a aerodinâmica, pois para êxito há que pensar em um resultado paralelo: como mantê-lo no chão e sob o controle. 

Objetivo também buscado ao final da conta, é o balanço obrigatório entre a performance oferecida, e a capacidade do motorista em lidar com ela e usufruir. 

Usualmente carros muito fortes são perigosos, até letais a motoristas não nivelados às exigências. 

Nestes dias de invasão quase compulsória de intimidades, o Youtube exibe enorme relação de filmetes sobre acidentes com esportivos, causados exatamente por esta discrepância.

O Axioma – considere-o como sinônimo de verdade fática – de Pirelli, diz: Potência não é nada sem controle. 

É coisa incontestável para regrar tal harmonia. Não adianta alguém ter meios para comprar produtor de centenas de cavalos de força, com uma montanha de torque, se suas habilidades de condução sequer servem para usufruir totalmente o oferecido por simplório up! tsi e seu turbo. 

Se performance e habilidades de condução não se nivelam, é um passaporte a problemas caros.

Medida certa
A composição e a performance oferecidos pelo Audi TT parecem ter sido desenhados sob a tutela da regra utilizada como slogan publicitário pelo fabricante italiano de pneus. 

Ele entrega, e basta em performance a 95% dos motoristas. Dos outros cinco, dois não se interessarão, outros dois saberão fazer suar sob controle os 230 cv do TT. Um final não saberá do que se trata.

O TT é bem feito. Em terceira geração agrega atrativos tecnológicos diversos, especialmente marcados pela capacidade de se escolher tamanho e disposição dos instrumentos do painel. 

Os mostradores são virtuais, podem crescer, diminuir, ser afastados para os lados, abrindo espaço tela de condução. 

O contagiros vai em frente ao motorista, como eram nos MGs T e no Alfa Romeo Alfetta.

O pequeno motor, quatro cilindros em linha, posto transversalmente, cabeçote em alumínio, 16 válvulas com abertura variável, dois sistemas de alimentação – um, direto, sobre os pistões, outro no coletor de admissão -, turbo alimentador, eixo contra rotante para eliminar asperezas, não produz apenas sadia tropa de equino com estamina alemã, mas a monumentalidade de 37,7 kgmf de torque, coisa de motor grande. 

Com seis marchas à frente, transmissão mecânica automatizada por duas embreagens, mudando-as por si só ou por alavanquinhas sob o volante, a potencia chega às rodas frontais e controles eletrônicos tentam reter patinadas.

Freios por grandes discos, sensíveis, operando com brio e determinação, tão convincentes em desacelerar quanto o é no ir de 0 a 100 km/h em 5,9 s e velocidade final cortada a 250 km/h. 

Sistemas para administrá-lo, suspensões independentes. Faróis em LEDs, com assinatura personalizada. Dado irrelevante, consumo pequeno. Relevante, grande prazer de conduzir.

Apesar do aumento do dólar, preços caíram. Versão de entrada, Attraction, R$ 199 mil. Superior, R$ 220 mil.

Fórmula tende à perfeição, mas há falhas na aplicação. As rodas em liga leve, aro de 19” e pneus 234x35 poderiam ser trocadas por aro 18” e pneus com laterais mais altas – e compatíveis com os buracos nacionais. 

Dois ou três centímetros de maior altura livre combinariam com os quebra molas nacionais, proibidos, mas sempre adotados em caso de dúvida ou falta de conhecimento técnico e legal.

A grande virtude está no respeito ao Axioma de Pirelli, ao ser pequeno, barato neste universo de esportivos, e oferecer respostas esportivas superiores à demanda de 95% dos motoristas. 

Aos outros, os que se entendem acima da performance do TT, sucesso e cuidado ao dirigir Ferraris, Maseratis, Porsches, Audis R, Mercedes Asa de Gaivota.

Audi TT


FCA quer terceirizar 
Dodge Dart e Chrysler 200
Com poucas vendas, o Dodge Dart e o Chrysler 200 – mesmo carro -, somando 10 mil unidade/mês, caíram na racionalidade de custos pró-sobrevivência e crescimento da FCA, a união das marcas Fiat com as marcas Chrysler. 

Volume pequeno, concorrente Toyota vende 50 mil Camry, não justifica tomar espaço industrial de produtos mais rentáveis, como a linha Jeep, acelerando em crescimento e os demais Chrysler. 

A FCA quer focar em produtos na ampla e pouco balizada classificação de Premium, embutindo maior lucro unitário. Decisão da empresa é produção com um novo e criativo vocábulo, externalizada. 

Na prática, junção de conceitos, tanto pode ser encomenda a terceira marca, quanto fusão com outro fabricante para fazer sinergia entre meios e tecnologias. 

Neste caminho, a FCA vem procurando no mercado, fazendo propostas à Honda, à Suzuki e, até, prontamente repelida, à GM.

Não há indicativos de definição de caminhos.

Brasil, cuja indústria automobilística tem ociosidade imaginada em 50%, poderia ser o fornecedor. 

Honda e o grupo Souza Ramos – Suzuki - têm fábricas fechadas, e a Cherry com ociosidade industrial em torno de 90%

Dodge Dart


JAC T5, enfim, chega ao mercado
Foram 17 meses e 1 milhão de quilômetros rodados buscando desenvolver componentes, entre a apresentação no Salão do Automóvel, outubro de 2014, e o início de vendas na contraída rede com 30 revendedores JAC. 

O T5 - Sport Athletic Vehicle – não é utilitário esportivo, ante a falta da tração nas quatro rodas, mas a conformação estética, e a posição de dirigir vende a imagem de poder e, a alguns, a ideia de destemor e capacidades para enfrentar dificuldades extra asfalto – desculpe-me o leitor pela colocação inadequada. 

Neste Brasil, onde a engenharia de fazer ruas e estradas está ao nível de Mobral, e as enchentes nas vias urbanas são para arrostar Land Rover Defender e Toyota Bandeirante, não há desafios Off Road. Eles estão On Road.

O T5 não foge à estratégia traçada por Sérgio Habib, representante da JAC, no Brasil, a de carro completo com preço de carro pelado. 

No caso entre R$ 59.990 e R$ 68.900, se oferece em comparação entre conteúdo e faixa de preço com os melhor classificados no mercado, com interior mais rico, maior dosagem de confortos eletrônicos e de conectividade, como o kit multimídia pela Foxconn, tela de 20 cm, e capacidade de espelhamento com o celular, disponível na versão Pack 3, não encontráveis em veículos deste segmento.

Disponível em conteúdo em três níveis, vendas focadas na versão superior, mais equipada.

A JAC entende ser bom produto em conteúdo, com alguns itens sequer disponíveis nos concorrentes do segmento, design marcante, assinatura visual – nova moda de estilo -, e economia. 

Seu pequeno, entretanto, potente motor de quatro cilindros em linha, 1,5 litro, 16 válvulas, comando variável para se adequar à demanda do tipo de condução, flex, sem tanquinho, produz 125 cv a gasálcool e 127cv com álcool, e respectivos 152 Nm e 154 Nm em torque. 

Transmissão manual de seis velocidades, com as primeiras marchas mais reduzidas para dar agilidade e disposição, e as finais mais alongadas, permitindo ao motor girar e gastar menos. Está na Classificação A pelo Inmetro.

Em termos de performance, aceleração de 0 a 100 km/h declarados abaixo de 11s e final de 194 km/hora. Em agosto transmissão automática CVT.

Pretende-se venda de 200 unidades/mês. O T5 será produzido na fábrica a ser erigida pela JAC, neste ano, em Camaçari, BA.

JAC T5


Roda-a-Roda

Mito – Alguns veículos cumprem sua história, vão-se pelo desequilíbrio na conta demanda x investimento por renovação. Entretanto, podem voltar. 

Nos EUA, é o caso do picape Wrangler, aqui conhecido como picape Jeep. Demandado e requerido por fãs, deve retornar à produção.

Mais
– Admiradores do Ford Bronco, segundo os anúncios da Ford cruza de cabrito montês com cavalo de corrida, tipo jipe mais confortável, demandam à empresa re lançá-lo em versão atualizada, sexta geração. Projeção para 2020.

Desenho por aficionados para a volta do Bronco.


Surpresa – Com vaticínios contrários o português Carlos Tavares, presidente da PSA – Peugeot Citroën anunciou resultados financeiros e, junto, surpresa: empresa concluiu plano de recuperação antes do previsto. 

Último exercício obteve margem operacional de 5%, índice antecipado em um ano.

AL – Previsões para América Latina discrepam do ânimo de crescimento, prevendo-se 10% na redução dos negócios. Rússia, pior, caindo 15%. 

Previsão de distribuição de dividendos para o próximo ano.

Lançamento – Diz imprensa europeia, Jeep terá novidades no Salão de Genebra. Apesar da distância terá novidades para o Brasil.

Bom – O motor diesel 2 litros, e 170 cv, hoje aqui aplicado ao Jeep Renegade e ao picape Toro, evoluirá a 2,2 litros e a potência a 200 cv. 

Transmissão automática de nove velocidades foi mantida. FCA local desconhece.

Problema – Chinesa Chery, instalada em Jacareí, SP, nova greve, acabada 3ª. feira.
Agora contra a demissão de funcionários por prestadora de serviços. 

Deu-se na véspera do início de produção de seu segundo produto, o pequeno QQ.

II – Chery tem sérios problemas de convívio com o sindicato local dos metalúrgicos. Fez greve ao inaugurar da fábrica e repetem com o novo produto.

Passado
– Manifestações idênticas geraram insegurança à GM, minguando atividades na vizinha São José dos Campos, transferindo o Projeto Phoenix, do novo Cruze, para a Argentina e fábrica de transmissões para Santa Catarina.

Situação – Em época de redução de atividade econômica, fechamento de empresas, fim de empregos, greve é atividade de risco e fora de propósito.

Ching-Sir – Bem articulada Agência AutoData informa tratativas da Jaguar Land Rover para utilizar a enorme capacidade ociosa da fábrica da Chery e pintar seus produtos, aumentando nacionalização e ampliando capacidade.

Questão
– Logística simples, ambas estão à margem da Via Dutra. Resta saber se o temor das greves, desorganizando indústria e comércio, não assustará as marcas inglesas comandadas pelos indianos

Festa – VW comemora 40 anos de sua fábrica em Taubaté, SP, e produção de 150 mil unidades do up!. 

Já exportou mais de 20 mil unidades para Argentina, México, Uruguai e Peru, e enviará ao Paraguai, Costa Rica e Curaçao.

Mudança – MMC Brasil, produtora dos Mitsubishi, mudou de razão social. Agora é HPE. 

Consultada, empresa deu explicação genérica, mas período coincide com a exposição da marca japonesa numa operação da Polícia Federal, e a prisão do banqueiro André Esteves, sócio minoritário. 

Perda
– Ciclista brasileiro Cláudio Clarindo, 38, um dos 10 melhores do mundo em provas longas, morto por carro invadindo o acostamento onde treinava. Motorista dormiu, cruzou a pista, atropelou cinco atletas.

Equipamento – Prestou socorro, não estava bêbado, dormira ao volante. Veículos novos de certa hierarquia portam equipamento para alertar condutor, quando percebem ausência de movimentos, tocam campainha, acendem indicativo no painel, vibram o volante.

Aqui – Legislação brasileira não obriga veículos a portá-lo, e informa Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, não há iniciativa interna para adoção, variando de acordo com a política das montadoras. 

Caminho
– Melhor opção é lobby pelos fabricantes do equipamento para torná-lo obrigatório. 

Ante evento e perda Ministério dos Esportes poderia liderar o movimento pela adoção do equipamento.

Mercado – ANEF, associação dos bancos das montadoras tem informações de balcão quanto ao mercado de veículos novos nos últimos 12 meses: total financiado caiu 17%; medida do freio na economia, para pessoas jurídicas reduziu 24,8%; inadimplência cresce marcialmente, 1,1% em relação a 2014.


Auxiliar – Além de vender o novo picape Fiat Toro, visto pela FCA como produto da cruza de picape com utilitário esportivo, empresa oferece lista de vestuário, acessórios, brinquedos. Quer ver? http://fiatfashion.com.br 


Oportunidade – Mercado vendendo menos veículos novos, redução na circulação da frota antiga, prática numérica exibe queda no consumo de pneus. Japonesa Bridgestone entendeu ser momento para investir.

Mais - Anunciou R$ 256 milhões para ampliar fábrica de pneus em Camaçari, BA, elevando capacidade de produção em 30%, de 8.000 para 10.500/dia. Fará, também, centro de distribuição.

Freio – Familiares do ex-governador Dante de Oliveira, operando a revenda Fiat Domani, em Rondonópolis, MT, foram suspensos como fornecedores pela Secretaria de Segurança do Estado e proibidos de prestar serviços ao governo de Mato Grosso pelo período de dois anos.

Outros - Questão simples, venceram concorrência pública no valor de R$ 520 mil para assistir e reparar veículos Fiat da frota oficial. 

Porém, desmontaram galpão assistencial e contrataram oficina sem condições para realizar reparos.

Acerto – Estado cobra 10% de multa por motivar rescisão contratual e enviou documentação ao Ministério Público para investigar superfaturamento.

Correção – Para capitalizar-se Gol antecipou vendas de passagens no valor de R$1 bilhão à Smiles, antes seu programa de fidelidade e agora empresa coligada.

Redução – Ante a queda de demanda por passagens, corta custos, reduzirá voos; suspenderá sete destinos; negociará entrega de novas unidades em 2016 e 2017, de 15 para 1 unidade.

Providência – Surpreendida com publicação de mensagens via Whats App entre diretor e comissários de provas, trocando informações sobre mesquinharias de inventar fatos e prejudicar pilotos, CBA, Confederação Brasileira de Automobilismo, afastou os auxiliares e abriu inquérito.

Talvez – Negócios com esporte no Brasil normalmente desprezam os atores em lugar dos gestores e sua turma. 

Só haverá solução se o poder dos patrocinadores, prejudicados por menor exposição de sua marca, questionar juridicamente os organizadores pelas perdas. Dinheiro manda.

Gente – Frank Witteman, alemão, ex-diretor de Vendas na China e ex-presidente da Jaguar Land Rover na Rússia, transferência. 

OOOO Assume filial Brasil. 

OOOO Missão inaugurar fábrica, compatibilizar produção local, produtos, importações e ampliar vendas. 

OOOO Denise Andrade, diretora da Goodyear, reconhecimento. 

OOOO Ganhou o prêmio VOCÊ RH Profissionais do Ano 2015. 

OOOO Stefano Domenicali, engenheiro, italiano, cooptado. 

OOOO Novo presidente e administrador delegado da Lamborghini e da Quattro GmbH, braço esportivo da Audi, controladora da marca italiana. 

OOOO Domenicali era o líder da área de competições da Ferrari, e saiu com a dispensa de Luca di Montezemolo. 

OOOO Convidado no mesmo dia, demorou dois anos para aceitar. 

OOOO Dieter Zetsche, mandato renovado como CEO da Daimler e presidente da Mercedes. 

OOOO Toca projeto de ampliação da linha de automóveis e de trazer a Mercedes à liderança das marcas alemãs Premium. OOOO

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