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quarta-feira, 23 de março de 2016

CHEVROLET OFERECE NO COBALT, ALÉM DO SISTEMA MY LINK DE SEGUNDA GERAÇÃO, O EFICIENTE SISTEMA DE CONETIVIDADE, EMERGÊNCIA E ATÉ PODE FAZER RESERVAS EM HOTÉIS, RESTAURANTES, POR EXEMPLO. ALÉM, ATRAVÉS DE UM APLICATIVO NO CELULAR, O PROPRIETÁRIO TER UM CONTROLE EFETIVO E EM TEMPO REAL DO SEU CARRO. CONHEÇA O SISTEMA EM DETALHE



Um interessante, prático e eficiente sistema de conetividade equipado com a segunda geração do MyLink, que proporciona maior integração com smartphones, permitindo ao usuário, por exemplo, ler e ditar mensagens de texto por comando de voz, acessar aplicativos de música online ou mesmo de navegação, incluindo o Google Maps, que informa as condições de trânsito e sugere rotas alternativas, e o útil On Star, um avançado processo de telemática que liga o motorista a serviços de segurança, emergência, de utilidade pública, de navegação e até de concierge. Outro processo é o aplicativo baixado no celular através do qual o proprietário aciona diversas ações como trancar e destrancar as portas do carro, saber onde o veículo está e a que velocidade se encontra, se está sendo conduzido por outra pessoa.


Esse foi o resultado da avaliação que fiz num Cobalt - modelo que o Blog já havia testado - equipado com o sistema On Star, exclusivo da Chevrolet e disponível agora no Brasil.

O On Star tem fácil operação. O retrovisor do Cobalt possui três botões, o primeiro liga o viva voz, o do meio conecta o carro com uma central com atendimento humano que oferece serviços como pesquisas rápidas na internet, reservas, envio de destino ao GPS do veículo e informações sobre situações de tráfego (vias alagadas ou bloqueadas), e o último liga diretamente com os serviços de emergência.


A comunicação entre os ocupantes e o atendente do Centro de Atendimento ocorre por meio de uma linha celular exclusiva do veículo, que transmite a conversa pelos autofalantes e microfones do sistema “hands-free” do carro.

O OnStar também avisa quando o automóvel está sendo furtado ou envolveu-se em um acidente que resultou na deflagração dos airbags.

Isso acontece pois os sensores espalhados pela carroceria são capazes de detectar situações de anormalidade e alertam o Centro de Atendimento.

Profissionais capacitados então fazem a análise da situação e solicitam, se necessário, o auxílio das autoridades competentes.

O OnStar também permite que o usuário comande funções do veículo por meio de um aplicativo para smartphone, como o travamento das portas.

Pelo app ainda é possível programar para receber notificações quando o veículo inicia uma nova movimentação, saber qual é a sua localização atual e ainda pedir para ser avisado quando o velocímetro ultrapassar o limite de velocidade predeterminado – recursos úteis principalmente quando o automóvel é cedido a terceiros.


Conheça os serviços, por categoria 

Concierge e Navegação

Consultas rápidas - Ao pressionar um botão na base do retrovisor, o motorista é conectado ao Centro de Atendimento OnStar e pode pedir, enquanto dirige, que o atendente busque informações na internet para ele. 

Dessa forma é possível fazer consultas rápidas, como a previsão do tempo para a semana, a cotação do dólar do dia, ou até conferir o placar de uma partida de futebol disputada na noite anterior.

Reservas - Outra comodidade do serviço de Concierge do OnStar é que ele funciona como uma espécie de assistente pessoal, e pode reservar uma mesa em um restaurante solicitado ou até mesmo agendar um horário no salão de beleza de preferência do cliente - sempre mediante disponibilidade e que não dependam de pagamento prévio.

Pontos de interesse - Os atendentes também são aptos a oferecer informações turísticas e sobre pontos de interesse (POI), incluindo a localização de postos de combustíveis, concessionárias Chevrolet, comércios, entre outros.

Situações de tráfego - Informações sobre ruas bloqueadas, vias alagadas também estão à disposição do motorista por meio do Centro de Atendimento OnStar.

Alerta de rodízio
- Devido a sua tecnologia, o OnStar consegue identificar, pelo número final da placa, que o veículo está em um dia de restrição a sua circulação no “rodízio” no centro expandido da cidade de São Paulo e emite uma mensagem de alerta automática ao condutor toda vez que ele acionar a ignição do veículo neste dia. 

Esse alerta está programado para ocorrer dentro de uma área superior à da restrição, para que o motorista seja informado com a devida antecedência.

Envio de destino – Em vez de pesquisar pelo nome do estabelecimento ou de digitar um endereço no navegador do automóvel, o usuário pode solicitar ao Centro de Atendimento OnStar que envie para o GPS do sistema multimídia do carro o destino solicitado.

Emergência


SOS
– Pressionando o botão SOS no espelho retrovisor ou no aplicativo OnStar pelo smartphone, o usuário é conectado à uma linha específica para emergências e terá seu atendimento priorizado.

Road Service
– Caso o motorista precise de socorro mecânico e elétrico, reboque ou auxílio para a troca de um pneu furado, basta pedir auxílio ao Centro de Atendimento OnStar que transfira a chamada ao Chevrolet Road Service, que oferece apoio gratuito conforme as condições previstas no manual do veículo.

Resposta automática de acidente - Em acidentes com acionamento do airbag, os sensores do veículo enviam um alerta automático com sua localização exata para o Centro de Atendimento OnStar e o atendente tenta conectar com os ocupantes do veículo para verificar a necessidade e o tipo de ajuda. 

Caso não haja resposta por parte dos ocupantes, uma equipe de resgate será enviada. 

O OnStar funciona como uma conexão aos Serviços Públicos de Emergência, que são os únicos capazes de oferecer a melhor resposta à solicitação.

Segurança
Sensores de segurança para prevenir furto - Sensores localizados em partes estratégicas do veículo são capazes de detectar situações de arrombamento e enviar um sinal ao Centro de Atendimento OnStar que, neste caso, entra em contato com o proprietário para verificar o fato e dar sequência na operação de busca.


Assistência na recuperação veicular - Mesmo que o automóvel com OnStar tenha sido levado, é possível observar seu deslocamento via GPS e enviar um comando remoto de redução gradual da velocidade ou até de bloqueio total do motor, o que facilitará a recuperação do bem pela polícia. 

Enquanto isso, o dono precisa informar as autoridades locais do ocorrido, registrando um Boletim de Ocorrência, conforme exige a legislação brasileira.

Monitoramento em rota – Caso o motorista queira ser monitorado durante viagens e passeios pela cidade ou na estrada, basta solicitar que um atendente faça o acompanhamento via satélite ao longo do trajeto. 

Após coletar algumas informações, uma cerca eletrônica de monitoramento será criada e se for detectado desvio ou alguma parada inesperada, o Centro de Atendimento OnStar entrará em contato com os ocupantes do veículo para averiguar a situação e, caso necessário, dar direções ou auxílio.

Destino Seguro - A partir de solicitação do proprietário, o Centro de Atendimento OnStar passará a monitorar o veículo, mesmo que guiado por terceiros, e informará a ele ou a pessoa indicada, por telefone, quando o automóvel chegar ao ponto de destino. 

Esse recurso é útil principalmente para famílias que sentem-se mais tranquilas de saber que seus membros chegaram com segurança ao destino.


Aplicativo e Website

App OnStar - Disponível para iOS e Android, o aplicativo OnStar permite ao motorista comandar diversas funções do veículo e monitorá-lo a longas distâncias. O acesso é feito mediante um cadastro de login e senha configurável pelo proprietário. Os principais ícones são

Travar portas e Destravar portas remotamente

Luzes e buzina (acionamento remoto com 10 disparos de buzina e acendimento dos faróis)

Navegação (possibilita a navegação por meio do aplicativo e o envio de endereço de destino para o GPS do Chevrolet MyLink quando o mesmo estiver ligado)

Alerta de movimento (informa usuário por e-mail ou alerta no celular quando o veículo é movimentado)

Alerta de velocidade (informa usuário por e-mail ou alerta no celular quando a velocidade estipulada no aplicativo é ultrapassada)

Localiza-me (informa a localização do veículo no mapa de navegação)

Compartilhar Localização (informa a coordenada do veículo para outras pessoas através de e-mail, redes sociais e whatsapp)

Siga Me (monitoramento remoto do veículo por 15 minutos, com informação de localização a cada 02 minutos)

Notificações (histórico das principais ocorrências, com data, horário e, em determinados casos, também o local do veículo no momento da notificação)

Ligação via APP para o Centro de Relacionamento Chevrolet para obter informações gerais do veículo, do Chevrolet Road Service e/ou do OnStar

Ligação via APP para o SOS para a linha de emergência OnStar

OnStar Web – Além de permitir ao motorista comandar diversas funções do veículo e monitorá-lo a longas distâncias, como no app, o portal ainda permite ao motorista consultar deslocamentos feitos pelo automóvel por intervalos de datas e horários, simular trajetos e calcular distâncias, entre outros.



DE ONDE VEM A ÁGUA PARA PRODUZIR OS CARROS?


A Fiat Chrysler Automobiles (FCA) é referência no Brasil em gestão hídrica. Nos Polos Automotivos da Fiat, em Betim (MG), e da Jeep, em Goiana (PE), tecnologias para recírculo de água e contínuos investimentos na mobilização dos funcionários são as estratégias para reduzir o consumo de água. 

Como resultado dessa política, a fábrica da Fiat acaba de alcançar o índice de 99,4% de reúso, um recorde no setor no país.

Já o Polo Automotivo Jeep, em menos de um ano de operação, já tem capacidade para recircular 98% da água tratada. 

“É o maior complexo de tratamento de efluentes líquidos em capacidade e tecnologia do Nordeste”, afirma o gerente de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho da FCA para a América Latina, Cristiano Felix. 

A regra é não desperdiçar: a água utilizada nos vasos sanitários, irrigação das áreas verdes, tanques da pintura, entre diversos outros processos, vem do reúso.

Em Betim, a fábrica da Fiat iniciou as atividades em 1976 já com tecnologia para tratar 100% do efluente gerado. 

Os investimentos em sistemas de recírculo começaram há mais de 20 anos e não pararam mais. 

O grande marco foi o ano de 2010, com a instalação das tecnologias de Membranas (MBR) e Osmose Reversa para reúso de 99% da água tratada. 

Entre 2014 e 2015, o recurso de R$ 4 milhões tornou possível a ampliação para 99,4%.

Além dos sistemas de recírculo, muitas soluções são identificadas pelos empregados que, em todos os níveis hierárquicos, estão engajados na economia desse recurso natural. 

Na planta da Fiat, em quatro anos, 133 projetos sugeridos pouparam 427 mil m³/ano de água, volume equivalente ao consumo de 10.783 pessoas/ano. 

“A redução do consumo, por veículo produzido em Betim, foi de 25% em cinco anos”, informa Felix.

Nas plantas da FCA, diariamente, são monitorados os parâmetros do efluente tratado em laboratórios próprios, que fazem o controle de todo o processo para verificar a eficiência e a qualidade. 

Medidores online com equipamentos de última geração são os diferenciais que garantem a agilidade desse acompanhamento.

O ÔNIBUS B310R É O NOVO MODELO LANÇADO PELA VOLVO. TEM MOTOR DE11 LITROS DE 310 CV E 1.500 NM DE TORQUE, E TRANSMISSÃO 4X2 TEM COMO PRINCIPAL DIFENRENCIAL A ECONOMIA


A Volvo Bus Latin America está ampliando a sua linha de ônibus rodoviários. A montadora lança o modelo B310R, com configuração 4x2 e 310 cv de potência, desenvolvido especialmente para fretamento e viagens de curtas e médias distâncias. O veículo alia eficiência de transporte a baixo consumo de combustível.

“Este modelo abre um novo nicho de mercado de ônibus rodoviários para a Volvo Bus. É um veículo dedicado a aplicações específicas, e que chega para ser o mais econômico da sua categoria”, afirma Luís Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin America.

Com 310 cv de potência e torque de 1.500 Nm, o modelo oferece alto desempenho e performance para aplicações que vão desde o fretamento até viagens interestaduais de médias distâncias. 



Sua configuração permite carrocerias com até 14 metros de comprimento, ampliando a capacidade de passageiros em até quatro lugares.

“Os clientes buscam veículos que ofereçam eficiência à operação, baixo custo operacional, e maior rentabilidade para o negócio. Nossos veículos são desenvolvidos para atender a estas demandas”, diz Gilberto Vardanega, gerente de ônibus rodoviários da Volvo Bus Latin America.


O B310R amplia a linha de rodoviários da Volvo, que agora possui oito opções de chassis. 

Equipado com motor de 11 litros, é fabricado dentro da mesma plataforma dos demais modelos rodoviários da marca e possui os mesmos itens de série: caixa de câmbio automatizada I-Shift, freio motor VEB com 390 cv de potência, suspensão eletrônica e freio a disco EBS 5.

“Ter uma plataforma única para toda a linha de rodoviários traz uma série de vantagens. Simplifica os projetos de carroceria, facilita as manutenções e reduz custos operacionais, além de ser um produto testado e consagrado mundialmente”, afirma Idam Stival, coordenador da Engenharia de Vendas da Volvo Bus Latina America.

Outra vantagem do veículo é seu peso, em média 400 kg mais leve que modelos similares disponíveis no mercado.


“É o chassi mais leve e com o motor mais eficiente do mercado, o que permite uma melhor relação de peso e potência para as aplicações às quais se destina. Uma combinação que faz do B310R o mais econômico de sua categoria”, explica Renan Schepanski, engenheiro de Vendas da Volvo.

terça-feira, 22 de março de 2016

NSX, O NOVO SUPERESPORTIVO DA ACURA - DIVISÃO DE LUXO DA HONDA - COMEÇARÁ A SER PRODUZIDO, NO PRÓXIMO MÊS DE ABRIL, NO RECÉM CONSTRUÍDO CENTRO DE PERFORMANCE E PRODUÇÃO, NO ESTADO DE OHIO. SAI COM MOTOR V6 BITURBO 3.5 FABRICADO À MÃO


A Acura, divisão de luxo da Honda, anunciou que o novo Centro de Performance e Produção (Performance Manufacturing Center – PMC), em Marysville, Ohio (EUA), iniciará a produção em série da próxima geração do superesportivo NSX no final de abril, com as entregas para os clientes ocorrendo em seguida.

O PMC é a exclusiva instalação global para fabricação do novo superesportivo NSX e está estruturado em torno de uma inovadora fusão de pessoas com tecnologia. 

Combinando trabalho humano artesanal e inovação tecnológica, o PMC adota novos conceitos na construção de veículos, pintura, montagem e controle de qualidade, para entregar a excelência de desempenho que faz parte do DNA da marca Acura.

“Todo o pensamento inovador e trabalho árduo para a criação do estado da arte em unidade fabril nos fez atingir o nosso objetivo de construir um superesportivo na América”, disse Clement D’ Souza, líder de engenharia de projeto do PMC, que gerenciou a criação da unidade. 

“A incrível paixão e espírito desafiador de nossos colaboradores altamente qualificados nos permitiu desenvolver e construir do zero uma nova fábrica, simultaneamente com a criação do incrível novo Acura NSX”, acrescentou Clement.

O PMC foi criado para inovar os meios e métodos de produção de carros de baixo volume e para explorar novos conceitos que serão adotados nas próximas gerações de produtos da Acura.

Complementando a produção do NSX, o motor V6 biturbo é fabricado na unidade de motores Anna, em Ohio, por um pequeno grupo de engenheiros de motores.

Com as primeiras unidades de pré-produção em andamento e com a produção em série tendo início em abril, a Acura revela detalhes adicionais dos processos inovadores de fabricação no Centro de Performance e Produção e da fábrica de motores de Anna.

- Tecnologia de soldagem robotizada de alta precisão: o space frame de alumínio de alta resistência é construído usando tecnologias avançadas de fixação.

· O space frame é inteiramente construído com solda MIG robótica, o primeiro na indústria automobilística. Oito robôs soldadores aplicam 860 pontos de fixação, garantindo soldas altamente precisas.

· O sistema de rotação da plataforma em 360 graus aumenta a precisão durante a soldagem, permitindo um acesso mais preciso dos braços robóticos durante a montagem da estrutura.

- Validação de qualidade em linha: técnicos de solda altamente qualificados para inspeções visuais e medições precisas de todas as fases do processo de construção validam a qualidade e a exatidão dimensional da carroceria, pontos críticos para o desempenho dinâmico do veículo, montagem do powertrain, suspensão, painéis de carroceria e outros componentes.

- Construção manual de primeiro mundo: a montagem de componentes feita por pessoas complementa a construção robotizada de alta tecnologia do NSX:

· Técnicos de fabricação trabalham mais de 14 horas na montagem do powertrain, suspensão, eletrônica, componentes internos e painéis externos da carroceria.

· Parafusos fundamentais da carroceria são fixados manualmente por um técnico e apertados com tolerância precisa por torquímetros eletrônicos. 

Essa tecnologia permite que o torque aplicado em cada parafuso do carro seja guardado, garantindo a qualidade máxima no processo de montagem.

· Diferente de carros convencionais que utilizam a estrutura de monobloco, com os painéis da carroceria soldados, o NSX usa o design de space frame. 

Isso faz com que os painéis da carroceria sejam literalmente a última parte instalada no carro, permitindo um alto nível de precisão, encaixe e acabamento de pintura de alto nível.

- Centro de validação de qualidade todo em vidro: a preocupação com a qualidade total na produção é evidente, não só na mentalidade de cada técnico, mas na própria concepção da instalação, que dispõe de um centro de validação de qualidade envidraçado, localizado no centro da planta. Isso permite que os técnicos de cada departamento possam monitorar todos os aspectos do veículo ao longo do processo de produção.

- Motor construído a mão
: o motor V6 biturbo 3.5, com lubrificação por cárter seco, é montado à mão por experientes engenheiros na fábrica de motores de Anna. Cada motor leva mais de seis horas para ser finalizado.

- Primeira aplicação automotiva da fundição por ablação
: trata-se da primeira aplicação desta tecnologia na indústria automotiva, desenvolvida pela Alotech Ltda., e foi utilizada para a criação de seis pontos de fixação no space frame do NSX, para a firme instalação da suspensão e do powertrain e componentes-chave de deformação da estrutura. 

Os pontos de fundição por ablação são produzidos na linha de produção de motores de Anna, em Ohio, onde o propulsor V6 é construído.

- Pintura de alta qualidade: com até 11 camadas de fundo e pintura e um intenso trabalho de preparação e polimento, o PMC consegue entregar uma pintura de qualidade incomparável em seu segmento.

- Space frame com pré-tratamento de zircônio: a estrutura de alumínio de alta resistência do NSX recebe um procedimento anterior à aplicação do primer, usando um material baseado em zircônio. 

Com equipamentos de ponta, o zircônio também reduz os danos ao meio ambiente no processo de pintura.

- Aplicação de selante em base rotativa: o uso de um suporte rotativo na aplicação de selante da carroceria – um processo onde ospace frame é fixado a uma estrutura, elevado e rotacionado em 360 graus – proporciona um trabalho de selagem mais preciso e uma melhor ergonomia para os técnicos. 

A forma de adoção deste suporte é inédita na indústria, com a fixação por um lado da estrutura, para permitir uma operação de carga e descarga mais eficiente, por meio de um sistema patenteado de pêndulo.

- Testes dinâmicos de performance: embasado pela extensa expertise da empresa em engenharia de competições, o NSX passa por um rigoroso processo de checagem de performance antes da entrega, que inclui um alinhamento de direção detalhado, de 45 minutos, checagem de altura de rodagem, de performance do freio nas quatro rodas, além de outros testes de qualidade e performance.

Metade das 12 patentes americanas criadas para o PMC são relacionadas ao modo de produção adotado nesta área.

Sobre o Acura NSX
Criado para trazer uma nova experiência para o segmento de superesportivos, a próxima geração do Acura NSX desafia as crenças convencionais sobre supercarros, com tecnologia de ponta e tecnologias de primeiro mundo.

Tanto quanto a primeira geração do NSX fez 25 anos, o NSX 2017 inova ao ser o primeiro superesportivo com unidade de potência híbrida com tração integral, uma estrutura de chassi com diversos materiais, aerodinâmica avançada e um cockpit que suporta condução esportiva em todos os níveis, sem sacrificar o conforto. 

O Acura NSX 2017 é produzido exclusivamente no Centro de Performance e Produção (Performance Center Manufacturing - PCM), em Marysville, Ohio. O propulsor do NSX é construído na fábrica de motores Anna, em Ohio.

1,5 MILHÃO VEÍCULOS FORAM PRODUZIDOS PELA HONDA NA FÁBRICA DE SUMARÉ, NO BRASIL, DESDE 1997: CERCA DE 651 MIL CIVIC, QUASE 594 MIL FIT E 193 MIL CITY E 63 MIL HR-V., ENTRE ELES O NÚMERO UM MILHÃO E MEIO


A Honda Automóveis do Brasil (HAB) celebrou, nesta terça-feira, 22 de março, a produção do carro de número 1,5 milhão na fábrica de Sumaré, interior de São Paulo. 

O marco foi protagonizado com a fabricação de um HR-V, modelo que acaba de completar um ano de mercado brasileiro e que segue na liderança nacional da categoria SUV.

Desde a inauguração da planta de Sumaré, em 1997, a empresa segue apostando na melhoria contínua e no aumento de eficiência dos processos produtivos com foco no mais alto padrão de qualidade de seus automóveis. 

Desde então, já saíram da linha de produção mais de 650.775 mil unidades do Honda Civic, 593.758 mil do Fit, 192.526 mil unidades do City e 62.941 mil HR-V.

Localizada em um terreno de 1,7 milhão m2, a fábrica da HAB conta com 225 mil m2 de área construída onde são realizados os processos de estamparia, hemming, solda, pintura, montagem de motores e transmissão mecânica, pintura e injeção de plásticos, linha de montagem e inspeção final. 

A planta ainda concentra a unidade Power Train, responsável pela fabricação de motores e transmissões e que possui dois dos principais processos, fundição e usinagem.

Nos últimos quatro anos, a unidade recebeu novos investimentos para aumentar ainda mais a produtividade e a eficiência dos processos. 

Entre as principais mudanças estão os preparativos para que a planta pudesse receber o seu quarto modelo nacional, o HR-V, o que inclui ferramental exclusivo, implementação de uma nova linha de prensas, novos robôs de estamparia e solda, além da automação de processos de transporte de partes da carroceria na linha e da montagem da suspensão.

Confira os principais marcos na trajetória da fábrica da Honda Automóveis do Brasil:


MUDANÇAS NO COMANDO DE ENTIDADES AUTOMOTIVAS BRASILEIRAS: JOSÉ LUÍS GANDINI, PRESIDENTE DA KIA, ASSUME O COMANDO DA ABEIVA; ANTÔNIO MEGALE, DA VW, FOI ELEITO PARA DIRIGIR A ANFAVEA; E O JORNALISTA PAULO BUTORI PASSA A PRESIDIR O SINDIPEÇAS


O empresário José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil, assumiu em 15/3 o comando da Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (ABEIVA). 

Este será seu quinto mandato à frente da entidade, que completa 25 anos em 2016. Anteriormente, exerceu a Presidência de 1998 a 2002 (dois mandatos), 2006 a 2008 e 2010 a 2012. 

Para este biênio (2016 a 2018), conta com Luis Rezende (Volvo Cars) na Vice-Presidência e com Luís Curi (Chery) na Diretoria Financeira. 

Nas próximas reuniões, serão nomeados os diretores técnico, administrativo e de relações governamentais. 

“Como nos mandatos anteriores, vamos procurar manter um canal de diálogo com o Governo Federal, de modo a mostrar critérios mais justos e isonômicos à atividade de importação de veículos automotores”, diz Gandini. 

“Em lugar de aplicar medidas protecionistas, a política industrial do setor deveria estar voltada para o crescimento. É importante lembrar e ressaltar que o segmento de importados oferta produtos que auxiliam o crescimento da demanda, em benefício de todos. Mostra ao consumidor brasileiro o dinamismo global do setor”. 

Megale comanda a Anfavea



Já na Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), em eleição de chapa única realizada em 10/3, foi confirmado o nome de Antônio Megale, vice-presidente e diretor de Assuntos Governamentais da Volkswagen, como substituto de Luiz Moan à frente da entidade para o próximo triênio. 

Ele assume em 25 de abril. Antes da Volkswagen, Megale passou pela Ford, Chrysler e Renault. 

É graduado em Engenharia Mecânica Automotiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-graduado em Administração de Empresas pela FGV. 

Entre 2013 e 2014 foi presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, a AEA.

Sindipeças



Outra entidade do setor automotivo que ganha nova direção em 2016 é o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças). 

Após 22 anos à frente da entidade, Paulo Butori passa o bastão para o gaúcho Dan Ioschpe, que a comandará no triênio 2016-2019. 

Formado em Jornalismo pela UFRGS e com MBA em Administração pela The Tuck School of Business, em Boston, Ioschpe é atualmente presidente do Conselho de Administração da Iochpe-Maxion. 

A eleição, em chapa única, foi nesta sexta-feira (18/3), na sede da associação, em São Paulo, e nos Estados em que o Sindipeças tem diretorias regionais – Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. 

Fonte:
Jornalistas&Cia
mail@jornalistasecia.com.br por jornalistaseciapost.com.br


sexta-feira, 18 de março de 2016

A COLUNA DO NASSER ESTÁ IMPERDÍVEL. O ESPÍRITO SANTO JÁ PRODUZ VEÍCULOS. AMÉM!



Coluna nº 1.216 - 18 de Março de 2016
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E o Espírito Santo já fabrica veículos. Amém


Deus escreve certo pelas linhas tortas, pregam textos católicos, neles constando a figura do Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade. 


Homenageado por pequeno estado espremido entre Bahia, Minas e Rio de Janeiro, muito se esforçou no último quarto de século para entrar na seleta relação de estados puxadores de atividade metal mecânica. 

Oferecia facilidades de logística, a boa estrutura portuária, o projeto de incentivos Fundap, para reter ou trazer para o Estado as variadas marcas de veículos por ele importadas. 

Tentou atrair muitas operações, ouviu muitas promessas, incluindo a russa Lada na virada do século e, mais recentemente, navegou ante acenos de representantes da Fabral, para montar coreanos SsangYang e chineses Chana e Haima em Linhares; da nacional CN Auto prometendo produzir chineses Haifei na mesma cidade; e mais recentemente Zotye em Colatina. Festivas e vãs alegorias.

Mantendo a fé, seguindo os parâmetros do catolicismo, reconhecendo haver hora de plantar e hora para colher, a longa, tentada, esperada vontade de viabilizar-se como fabricante de veículos tomou forma física. 

Nada de produtos estrangeiros, nada de automóveis, mas pequena e pioneira marca nacional de caminhões leves, a gaúcha Agrale. 

Neste mês, a empresa, já operando no município de São Mateus com montagem de chassis para pequenos ônibus da marca Volare, e para os W109, ônibus urbano, ampliou operações iniciando fazer caminhões modelos A10000 e A8700, para vendas às regiões Sudeste e Nordeste.

A definição pela operação espiritossantense, segundo Hugo Zattera, CEO da Agrale, está na redução dos custos de frete. 

Anteriormente tal operação se resumia a Caxias do Sul, RS, no extremo do país. A nova localização permitirá ganhos operacionais, de custos, de logística. Sul e Centro-Oeste são atendidos pela produção na matriz gaúcha.

Produto novo, lançado em novembro de 2015, foca nas necessidades atuais e tendências futuras do mercado e segmento. Sempre caracterizados pelas cabines em fibra de vidro, os novos Agrale empregam-nas em chapa de aço estampada.

Habemus indústria automobilística, dizem os capixabas


A Amélia americana
No imaginário da cultura popular brasileira, a menção Amélia significará a mulher sem a menor vaidade, a mulher de verdade, cantada no samba de Mario Lago. 

Porém, no universo antigomobilista, tal menção – ou como dita Amília – indica o Amelia Island Concours d’Élegance realizada nas dependências do faustoso Ritz-Carlton Hotel e entre os buracos 10 e 18 do Golf Club, nordeste da Flórida, quase Georgia. 

É tido como o mais equilibrado dentre os grandes eventos da especialidade sediados nos EUA, mediando a cultivada falsa finura californiana, e acima dos eventos descompromissados, como os de Hershey e Carlisle. 

Meio termo agradável, elegante, sem se perder na exigência de uso de blaser e gravata masculina e produções femininas. Moças bonitas haviam. 

Além das participantes e acompanhantes, time de modelos bem produzidas, voluntárias para enfeitar o evento, de faturamento em parte destinado à filantropia. 

Em descontração e presença supera o sempre considerado topo desta ascensão, o concurso de Pebble Beach, na Califórnia. Neste ano reuniu 315 veículos, dobro dos admitidos na festa da praia de cascalho.

É miscela de conceitos. Mão firme de Bill Warner, o organizador, para criar temas e convencer proprietários de marcas a expor. 

Preciosista, nesta 21ª edição quis superar o recorde de presenças dos raros esportivos espanhóis Pegaso antes assinalado na parisiense Rétromobile, com 13 unidades.

Amelia enfileirou 14, incluindo o Best of Show, politicamente controvertido La Dominicana. 

Carroceria especial, teto arrematado por plástico, mais conhecido como La Cúpula por conta do tal pedúnculo. 

Quando encomendado pelo então ditador dominicano Rafael Trujillo para competir na Carrera Pan Americana, custou US$ 29 mil, o equivalente a uns 12 Cadillacs, então referencia de preço + conforto. 

Para arrematar o preciosismo, convidou ao júri o jornalista espanhol Mario Laguna, residente em Luxemburgo, maior especialista na marca.

La Dominicana, ou La Cúpula 


Outra referencia em estilo foi o Fiat 8V – otto vu, como diz-se na Itália -, primeiro da marca a portar suspensão independente nas 4 rodas e motor criativo: V8, 2,0 litros, comando central, válvulas na cabeça, fazia 127 cv a 6.500 rpm. Superava os 200 km/h. Poucos sobreviveram. Ganhou como Best of The Show – Sport.

Fiat 8V carroceria Ghia


Warner deu ênfase a produtos importantes como Cord, Auburn e Duesenberg, além de miríade de esportivos, chamando atenção da dezena de brasileiros presentes, como Sunbeam Tiger – misto do esportivo inglês com motor V8 Ford aplicado pelo lendário Carroll Shelby, e Cunningham, estadunidense. 

Primeiros desconhecidos no Brasil. Do último, meia dúzia de três ou quatro. Ferraris, muitas, mas apenas uma GTO, mito maior. Mas re creation – carroceria sobre outro rolling chassis -, e Porsches, Maseratis, Alfas e BMWs em quantidade industrial. 

Dessa, raro esportivo, o 700, com motor de motocicleta. Pacote paralelo, carros de corrida, liderados pelos conduzidos pelo homenageado Hans-Joachin Stuck, piloto de várias categorias, vencedor de Le Mans. Amelia a cada ano reverencia um vencedor das corridas. 

Coração apertava quando os carros de corrida andavam em baixa velocidade ou manobravam tentando conciliar os motores com marcha irregular, câmbio longo e baixa velocidade. 

O cheiro de embreagem queimada perpassava as aléias de Palmettos, palmácea local. De cheiros, o da gasolina forte com mínimo de álcool evocava lembranças de tempos mais felizes no convívio com o bicho automóvel.

O evento, democrático, não se cinge apenas aos convidados, absorvendo veículos de colecionadores na Flórida e da Georgia. Visitantes estrangeiros, muitos. 

E se enfeita perifericamente, como com a exposição dos troféus das grandes categorias de automobilismo – alguns com 1,80 m de altura – e tomaram o hall do Ritz. 

Na parte hotel, lojas de artigos do evento, automobilia, gravuras, literatura, miniaturas, roupas, e um corredor para lançamentos de livros. 

Ponto elevado, exposição de veículos novos de estirpe e test-drives em Jaguar, Porsche, Mercedes, BMW, Infinity. Ford GT e McLaren presentes – imóveis. 

Alfa, com 4C para test drive, e estático o ainda não lançado Giulia. Estande humilhou. Havia um 8C - oito cilindros e compressor, década de ’30, e Giulia Pininfarina aplicada às corridas nos anos ‘60.

Cunningham – era sucata em 2003 !


Brasileiros presentes, poucos e do ramo, colecionadores de Brasília e Belo Horizonte, migrando de Pebble Beach para Amelia. 

E Mariozinho Leão, alagoano, membro brasileiro do conselho de clássicos da Federação Internacional do Automóvel. Foram beneficiados pelo sol forte, adiando a chuva, desabada após o evento. 

A todos avultava a qualidade das restaurações, o preparo e recuperação das carrocerias, alinhamento das partes, pinturas excepcionais, detalhes cuidados no interior, painel, cromagem e compartimento do motor.

Festa grande e, como PB, o maior evento da cidade. A prefeitura local informou incremento de US$ 15M em circulação de moeda no comércio. 

A organização destina parte do faturamento a hospital especializado em câncer, e toda a estrutura de pessoal é constituída por voluntários.

Amília é um termo genérico. Não se resume à exposição no gramado, mas a série de eventos, como leilões de casas importantes disseminados em outros espaços, e leiloeiros com circuitos menores no território dos EUA, como o Motostalgia. 

Dentre eles há nítida separação de classes de veículos, qualidade na restauração – e preços. 

Num, importante, o Gooding, comediante Jerry Seinfeld vendeu 16 unidades de sua coleção de Porsches. 

Pico de valor, spyder 550 Wendler a U$ 5.335,000, e dentre eles o pouco conhecido 597 Jagdwagen, jipe para concurso vencido pela Auto Union com o Munga, no Brasil produzido pela Vemag como Candango. Alcançou US$ 330 mil – já é um alento aos donos de Candango ...

Porsche 597, jipe

Outro, da RM, exibiu preciosidades como Alfa GTA – um GTV com partes em liga leve e com o grupo moto propulsor, liderado pelo motor 4 cilindros e 8 velas, rebaixado e recuado - as então existentes no Brasil foram exportadas por brasileiros que se acham muito sabidos – uns lesa pátria.

Enfim, turístico, didático, cultural, divertido. Gosta de antigos? Participa de clube? És dirigente? Vá a Amelia aprender para evoluir nosso antigomobilismo. É a melhor relação custo x tempo x benefício. (RN)



Roda-a-Roda

Menor – Porsche reduziu o motor de seu SUV Macan para baixar preços. Nova versão de entrada terá 2,0 litros, 16V, injeção direta, turbo, 252 cv e 370 Nm – uns 37 m.kgf de torque -, válvulas com aberturas variáveis, o VarioCam Plus.

Familiar - É motor básico Volkswagen, com temperos próprios de cada marca, equipando VW Tiguan, Audi Q3, e agora Porsche Macan. Câmbio automático PDK 7 velocidades. Não passa vergonha: vai de 0 a 100 km/h em 7,2s. 

Vendas no Salão do Automóvel, outubro. Preços incalculáveis neste país atolado, politica econômica e criminalmente, mas na Europa significa 10% a menos ante antiga versão inicial com 340 cv.

Porsche Macan, motor menor 


Complicação – Problema das emissões dos motores diesel VW acima do parâmetro legal; providências internas e externas tomadas pela empresa para resolver; aparência de ter o caminho da resolução, minguaram semana passada.

E - O chefe da operação do órgão de meio ambiente da Califórnia, o estado mais jogo-duro na matéria, declarou achar difícil a VW dar solução eficiente e em prazo legal, as 82 mil unidades fora do padrão, ali circulando.

Mais – A VW não perdoou a erupção do assunto depois de tantos gastos para resolver, e demitiu o presidente da operação EUA – é o terceiro a perder o posto. 

Em sua gestão, centrada em fazer lobbyem várias instâncias do governo, propôs pagar bônus de compensação aos compradores dos VW/Porsche/Audi diesel, e sua saída provocou protestos da associação de revendedores.

Outro – Audi iniciou produzir o suv Q3 no Brasil. Pequenos passos de nacionalização, incluindo nova linha exclusiva para o modelo, dentro da fábrica da VW em São José dos Pinhais, PR. Motor 1,4, injeção direta, turbo, flex, fazendo 150 cv. Audi mais vendido em 2015.

Especial – Nas festividades para marcar seu patrocínio aos Jogos Olímpicos Rio 2016, Nissan faz milhar da versão March Rio 2016. Motor 1.600, aplicações externas, plaqueta numerada, cuidados em infodiversão, a R$ 54 mil.

Solução – Atrasada no projeto para montar caminhões e vans chineses localmente, Foton Aumark do Brasil tomou R$ 65M emprestados ao BNDES, e foi ao óbvio: comprará tais serviços à gaúcha Agrale, em Caxias do Sul, RS. 

É do ramo e aplicará expertise e espaço antes destinados à feitura dos caminhões International, recém e novamente escafedida do país.

Paralelo – Projeto Foton em Guaíba, RS, continua hoje apenas terraplanado e cercado. A partir de junho Agrale montará caminhões para 3,5 e 10 t. 

Em comunicado à imprensa, a Foton omitiu o nome do parceiro. Curioso. No Brasil a Agrale tem imagem e credibilidade, ante a desconhecida chinesa chegante.

Negócio – MWM de motores diesel fechou acordo comercial com a Doosan coreana: fornecerá unidades de 4,8 litros para equipar geradores. Coisa boa, 2.500 anuais em contrato inicial de 5 anos.

Ampliação – Ante a obviedade que o passar do tempo reduz a presença de clientes nas revendas dos fabricantes, Mitsubishi criou o sítio Reparador Mit (
www.reparadormit.com.br) para oficinas independentes.

Dá acesso à literatura técnica e catálogos de peças originais, melhorando o padrão de manutenção e reduzindo índice de erros nos produtos.

Caminho – Volkswagen propõe casamento de longo prazo aos clientes com Plano da VW Financial Services: entrada entre 30 a 50% do valor, prestações menores 25% relativamente a financiamentos comuns e, ao final de 35 meses, cliente dá-lo de entrada no valor de 30% de outro Volkswagen igual, O Km. Vale para Gol, Voyage e Saveiro. Mais? (
http://www.volkswagensemprenovo.com.br).

Velocidade – Outra edição do Velocult, evento histórico-cultural pilotado pelo artista Paulo Solariz:Interlagos, a faculdade do automobilismo, aberto ao público desde 13 de março a 02 de abril, em seu tradicional porto, o Espaço Cultural do Conjunto Nacional – av Paulista, 2073, S Paulo, SP.

Atualidade – FCA deu destino à mítica fábrica de Arese, perto de Milão, de onde saíram gerações de Alfa Romeo: será o Arese Shopping Center, com 200 lojas e 25 restaurantes. O agora pequeno Museu Alfa Romeo estará no local.

Araxá – Mais famoso e elegante dos encontros de automóveis antigos no país, o Brazil Classic Show, XXII edição em maio, 25 a 29, não terá patrocínio da Fiat, tradicional apoiadora. Cortes nos gastos institucionais. A mineradora CBMN continua. Inscrições abertas em
www.brazilclassics.com.br
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BMW, QUE COMEÇOU, EM 1929, A FABRICAR AVIÕES, INGRESSA NO PARCO MERCADO CENTENÁRIO DE PRODUTORES DE VEÍCULOS COMO FABRICANTE


Alta Roda
 

Nº 880 — 18/3/16
Fernando Calmon 


VISÃO CENTENÁRIA

O grupo restrito de fabricantes de veículos que estão no mercado há 100 anos ou mais, de forma contínua, aumentou neste mês de março com a entrada da BMW. 

Este clube, em ordem alfabética, é formado por Alfa Romeo, Aston Martin, Audi, Buick, Cadillac, Chevrolet, Dodge, Fiat, Ford, Lancia, Mercedes-Benz, Maserati, Opel, Peugeot, Renault, Rolls-Royce, Skoda e Vauxhall. 

A seleção da Coluna tem critérios próprios, pois considera marcas que apresentaram desde o início algum vínculo com a mobilidade.

Vauxhall, por exemplo, começou fabricando bicicletas. Maserati, fundada apenas como oficina, só produziu carros de competição, antes de seu primeiro modelo para as ruas em 1946. 

A própria BMW iniciou com motores de avião e apenas em 1929 lançou o primeiro automóvel. 

A Audi, como marca, teria menos de 100 anos por outras referências. A empresa alemã fundada, em Munique, em 7 de março de 1916, mostra uma história bem curiosa. 

Especialista desde o início em automóveis caros sofreu bastante após a II Guerra Mundial em uma Alemanha arrasada que se erguia aos poucos nos anos 1950. 

Para sobreviver, em 1957 passou a fabricar o minúsculo Isetta, sob licença dos italianos da Iso, o mesmo modelo em formato ovalar e de uma única porta produzido no Brasil a partir de 1956 pela Romi.

O preço era acessível, mas não sustentava a marca BMW, nem a divisão de motocicletas. Procurou, assim, a próspera Daimler-Benz, fabricante também de caminhões e ônibus, veículos 
essenciais para reconstrução da Alemanha e do restante da Europa. 

Organizou-se uma assembleia de acionistas em que a família Quandt, dona da BMW, ofereceu ao concorrente a venda do controle.

Aprovado o negócio, faltava redigir a ata e colher as assinaturas, naquele tempo um processo lento. 

Mas Herbert Quandt resolveu pensar melhor e em 1959 desistiu do negócio. 

Conseguiu levantar capitais para sanear as finanças e lançou um modelo pequeno próprio, o BMW 700. 

Depois se seguiu uma trajetória surpreendente. O grupo é dono da Rolls-Royce, da MINI e da submarca “i” de elétricos e híbridos plugáveis em tomadas. 

Chegou à liderança do mercado mundial de veículos premium em 2014.

Para comemorar o centenário a marca apresentou o carro-conceito BMW Vision Next 100, visando ao futuro da mobilidade. 

É um cupê-sedã de linhas esportivas, adaptável ao que vier em termos de tecnologia. 

No modo Boost pode ser conduzido pelo motorista ou de forma totalmente autônoma. Há um segundo modo, Easy. 

Este reconfigura o habitáculo ao recolher volante, console central, encostos de cabeça e painéis das portas para que motorista e passageiro fiquem sentados frente a frente, sem nenhuma preocupação até chegar ao destino.

A empresa sabe que o modelo de negócio do automóvel irá mudar drasticamente na medida em que inteligência artificial, conectividade e internet das coisas, entre outros avanços, tomarem conta da indústria da mobilidade. 

Como disse Klaus Froehlich, membro do conselho de pesquisa e desenvolvimento, em entrevista à Reuters, no Salão de Genebra:

“Hoje temos 20% de nossos engenheiros e parceiros trabalhando em softwares. Chegaremos a 50% para depender menos de serviços de internet de terceiros”.

RODA VIVA

IMPORTADOS de todas as origens alcançaram apenas 14,8% de participação nos emplacamentos totais no mês passado. 

Não se via porcentual tão baixo desde 2009. Desvalorização do real, por outro lado, movimenta exportações. 

Hyundai começou a vender o HB20 para o Paraguai e ampliará para outros países. Plano original dos sul-coreanos era limitar-se ao Brasil.

MOTOR turboflex TSI do up! se aproxima de 30% das vendas totais do subcompacto da Volkswagen. Isso mesmo ao se considerar seu preço superior às versões comuns. 

Rumores dão conta de que o Ka também receberá motor de 1 litro turbo (EcoBoost), mas aparentemente a produção não será grande. Algumas fontes indicam que os propulsores virão do exterior.

PICAPE Hilux SRX de cabine dupla e câmbio automático de seis marchas traz no refinamento a explicação pela liderança no segmento, com sete airbags e um belo quadro de instrumentos. 

Anda bem com o novo motor diesel e está melhor em estabilidade, dirigibilidade (principalmente pela suspensão traseira), desempenho e ruído interno. Capota marítima (opcional) faz falta.

RECEITA Federal pode cobrar, a partir de agora e com efeito retroativo, o IPI sobre carros novos importados por pessoas físicas. 

A decisão do Supremo Tribunal Federal encerra polêmica sobre o assunto. Vai encarecer bastante o preço final para quem procurava empresas especializadas em trazer modelos de qualquer tipo, em especial de Miami.

INTERNET facilitou a contratação de empresas que se especializaram em atendimento personalizado. 

Tudo pode ser agendado, de lavagem ecológica a troca de óleo lubrificante em domicílio. 

Uma delas, em https://easycarros.com/, atende em quatro capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Para quem tem pouco tempo disponível é uma opção.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


quarta-feira, 16 de março de 2016

SALÃO DO AUTOMÓVEL DE NOVA YORK, QUE COMEÇARÁ DIA 23 DE MARÇO TERÁ A PRESENÇA DA NISSAN



Nashville, Tennessee (EUA) – A Nissan exibe hoje um teaser especial sobre sua presença no Salão Internacional do Automóvel de Nova York, que terá início na próxima quarta-feira, 23 de março.

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