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sexta-feira, 21 de junho de 2019

Sérgio Moreira mostra na Coluna Minas Turismo Gerais características do Mercado Central de Belo Horizonte que comemora 90 anos de temperos, crenças, sabores e muita mineirice


Coluna 

Minas Turismo Gerais 

Jornalista Sérgio Moreira 





Mercado Central 90 anos de tradição 




Um dos principais pontos turísticos de Belo Horizonte completa este ano 90 anos. O Mercado Central, localizado no centro da capital mineira, atrai por dia cerca de 40 mil pessoas que circulam pelos corredores que abriga 400 lojas diversas de produtos alimentícios, bebidas, artesanato e muito mais. Tem que conhecer a magia do Mercado Central para sentir o clima do local que é sensacional, onde a mineiridade está presente.

Belo Horizonte tinha apenas 31 anos quando um prefeito empreendedor resolveu reunir, em um só local, os produtos destinados ao abastecimento dos 47.000 habitantes da jovem cidade. Foi assim que o Mercado Central nasceu, no dia 7 de setembro de 1929: unindo as feiras da Praça da Estação e da praça da atual rodoviária. 


Em um terreno de 22 lotes, próximo à Praça Raul Soares, o prefeito Cristiano Machado reuniu todos os feirantes, centralizando o abastecimento da população. Nos 14.000 m² do terreno descoberto, circundado pelas carroças que transportavam os produtos, as barracas de madeira se enfileiravam para a venda de alimentos.

O Mercado, então denominado Mercado Municipal, com sua atividade intensa e movimento alegre, funcionou até 1964, quando o prefeito da época, Jorge Carone, resolveu vender o terreno, alegando impossibilidade de administrar a feira. 

Para impedir o fechamento do Mercado, os comerciantes se organizaram, criaram uma cooperativa e compraram o imóvel da prefeitura. No entanto, teriam que construir um galpão coberto na área total do loteamento no prazo de cinco anos. Se não conseguissem, teriam que devolver a área à prefeitura.

A tarefa não foi fácil. A duas semanas do fim do prazo dado pela prefeitura, ainda faltava o fechamento da área. Foi então que os irmãos Osvaldo, Vicente e Milton de Araújo decidiram acreditar no empreendimento e investiram no projeto. 

Foram contratadas quatro construtoras, ficando cada uma responsável por uma lateral, para que o galpão pudesse ser fechado no prazo estabelecido. Ao fim do prazo, os 14.000 m² de terreno estavam totalmente fechados. Os associados, com seu empreendedorismo e entusiasmo, viam seu esforço recompensado.

Assim, bem organizado e com participação ativa dos comerciantes, a cada dia ao longo dos anos o Mercado ampliava suas atividades, expandia seus negócios e se transformava em um núcleo não só de produtos alimentícios, mas também de artesanato e de comidas típicas, tornando-se um dos principais pontos turísticos de Belo Horizonte e um dos locais mais queridos pelos mineiros.

Atualmente, com nove décadas de vida, o mercado possui mais de 400 lojas, oferece serviço de informações bilíngue, atrai todos os dias milhares de visitantes de todos os lugares do Brasil e do mundo e, em seus corredores, guarda grandes memórias e muitas histórias para contar. 


       Queijos, doces, carnes, temperos e diversos produtos nas 400 lojas do mercado 

Temperos, aromas, sabores, crenças, cores: todas as características mais marcantes da cultura mineira dão charme e muita personalidade ao mercado mais querido de Belo Horizonte. Há nove décadas, o Mercado Central é ponto turístico para quem vem de fora e ponto de encontro para quem vive na cidade.

Nesse tempo, deliciosos pratos da comida típica, diferentes formas de religiosidade, toda a criatividade e delicadeza do artesanato e muitos outros preciosos traços da cultura popular mineira fazem do Mercado Central um espaço único, que une tradição e contemporaneidade e encanta por sua singularidade.


Pelos corredores do mercado existem centenas de produtos alimentícios e artesanais 


Pensando na função social de ter suas portas abertas para todo o público, incluindo os clientes que possuem alguma dificuldade de mobilidade, o Mercado Central possui elevadores e rampas de acesso, disponibiliza cadeiras de rodas e mantém profissionais treinados para atendimentos especializados.

Com o projeto Consumidor do Futuro, atende escolas regulares e especiais, garantindo que crianças e jovens portadores de necessidades especiais também possam vir ao Mercado para descobrir as cores, os cheiros e os sabores diversificados.


  O tradicional prato de jiló com fígado é um dos preferidos dos frequentadores no mercado 

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sergio51moreira@bol.com.br
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Harley Davidson e surf mais uma vez unidos na World Surf League, neste mês de junho, apoiando o surfista William Cardoso, em Saquarema (RJ)

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O patrocínio começou oficialmente na etapa Quiksilver Pro & Boost Mobile Pro Gold Coast, na Austrália, em 3 de abril e continua até o último evento da World Surf League, em dezembro, no Havaí (EUA). 



A próxima etapa da competição com presença e ativações da Harley-Davidson acontece em solo brasileiro, na cidade de Saquarema (RJ), de 20 a 28 de junho. 

A marca contará com estande e ativações visando interagir com os aficionados pelo esporte em algumas etapas do maior evento de surfe do mundo. 



Após a etapa brasileira, a marca terá estande e ativações também na etapa Vans US Open of Surfing, em Huntington Beach, Califórnia (EUA), de 27 de julho a 4 de agosto e, depois, na etapa Quicksilver & Roxy Pro France, em Landes, de 3 a 13 de outubro de 2019.
Durante a etapa a ser realizada em Saquarema, a Harley-Davidson estará presente com um estande exclusivo que contará com exposição de motos, venda de roupas (MotorClothes®) operada pela concessionária Rio Harley-Davidson, JumpStart (estrutura para teste de motos) e distribuição gratuita de brindes da marca. 



O estande funcionará durante todos os dias da etapa, sempre das 9h às 17h, similar ao que já foi feito durante a ativação da etapa Quiksilver Pro & Boost Mobile Pro Gold Coast, realizado na Austrália entre os dias 3 e 13 do mês de abril.
Nesse primeiro evento, o surfista australiano Wade Carmichael contou com suporte da H-D. Já na Oi Rio Pro, a Harley-Davidson apoiará o surfista brasileiro Willian Cardoso, também conhecido como Panda, que é um profissional de atitude e personalidade, muito ligado à família, características semelhantes às adotadas pela marca de Milwaukee (EUA). 

O skatista Lucas Xaparral, que também é apoiado pela Harley-Davidson do Brasil, estará presente em Saquarema para cobrir todos os detalhes do evento nas redes sociais da H-DB.



Papa móvel de João Paulo II, carro de bombeiros, da polícia, de resgate esse é o Mercedes-Benz Classe G, o melhor off-road do mundo que completa 40 anos de serviços prestados e em seu aniversário surge mais confortável, seguro e tecnológico. Para testar seus dons, a Mercedes construiu o G-Class Experience Center, com 100 mil m2

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Em 2019, a Mercedes-Benz comemora o aniversário de 40 anos de um dos modelos de maior sucesso da sua história. O emblemático Classe G chega à sua quarta década e se mantém como um ícone no portfólio da marca.

O acordo de colaboração entre a então Daimler-Benz AG e Steyr-Daimler-Puch, que começou no início dos anos 1970, na cidade austríaca de Graz, é agora uma peça única da história automotiva. 


Na época, o conceito do novo veículo off-road era, por si só, incomum: combinava alta performance off-road com plena capacidade de tráfego e segurança, além de itens que acompanham o modelo até os dias de hoje, como a tração nas quatro rodas, por exemplo.

O ano era 1975 quando a decisão foi tomada de iniciar a produção em série dos modelos G, como eram chamados na época. Ao mesmo tempo, foi decidida a construção de uma nova fábrica em Graz, onde os veículos são fabricados até hoje. 
Apesar de tanto tempo já ter passado, cerca de 80% de todos os veículos desta família já produzidos ainda estão em uso, o que prova a excelente qualidade e durabilidade do veículo, que somente em 1993 passou a ser chamado como conhecemos hoje: Classe G.
Nesta longa e bem-sucedida trajetória, o clássico off-road da Mercedes-Benz já foi visto em diferentes versões especiais. O automóvel já mostrou sua versatilidade em operação com a polícia, bombeiros e serviços de resgate. 

O modelo G também é conhecido em todo o mundo como o "Papamóvel”. O Mercedes-Benz 230 G pintado em madrepérola com um corpo especial transparente acompanhou o Papa João Paulo II em numerosas jornadas entre as décadas de 1980 e 1990.



20 anos de desempenho off-road
Seu 20º aniversário, em 1999, foi também o começo de um capítulo de grande sucesso na história do Classe G: a primeira variante da AMG entrou no mercado na forma do G 55 AMG. Antes disso, o Classe G só estava disponível na AMG como versões individuais.
Dez anos depois, em seu aniversário de 30 anos, em 2009, o Classe G recebeu novos equipamentos, o que aumentou o conforto interior e a exclusividade. Os bancos dianteiros otimizados ergonomicamente passaram a oferecer mais apoio, enquanto novos designs e assentos climatizados tornaram o ícone off-road ainda mais luxuoso.
Em 2012, o Classe G foi aprimorado ainda mais, graças a uma ampla gama de equipamentos, um interior  com ainda mais qualidade, modificações exteriores suaves e novos recursos de segurança e conforto, como o DISTRONIC Plus e o sistema de assistência de estacionamento PARKTRONIC.
O ano de 2017 também tem um papel importante nesta trajetória de quarenta anos, foi quando a 300.000ª unidade do Classe G foi retirada da linha de montagem em Graz e entregue ao público. 

Neste mesmo ano, fãs do modelo de todo o mundo determinaram a especificação do veículo votando em seus equipamentos e componentes favoritos na página oficial do Classe G no Facebook.



A maior mudança da história
Em 2018, o Brasil viu de perto a força bruta do modelo. O ícone mundial entre veículos off-road de alta performance, o Mercedes-AMG G 63, foi apresentado no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo totalmente renovado na edição especial de lançamento Edition 1, que se caracteriza pela construção refinada, novo design exterior, acabamento interno ainda mais luxuoso e altíssimo nível de conforto acústico. 



Mantendo a robustez característica do modelo desde seu lançamento, em 1979, o visual desta versão é dominado pela esportividade da grade Panamericana, acompanhada pelos arcos de rodas salientes, marcantes ponteiras do sistema de escapamento e as rodas com até 22 polegadas de diâmetro. Atualmente, a versão Mercedes-AMG G 63 está disponível no mercado brasileiro.
O futuro: o G-Class Experience Center, em Feldkirchen
As condições são igualmente desafiadoras no local do novo G-Class Experience Center, com 100.000 m2. 




Juntamente com uma área de recepção e apresentação, há quatro módulos de teste no total: uma seção off-road natural e artificialmente criada; o G-Rock, com inúmeras rampas de aproximação com gradientes de até 100%, e uma seção on-road, nas antigas taxiways

É aqui onde os pilotos podem experimentar os limites de suas habilidades com manobras com freios extremos e em percursos de slalom.



Para celebrar com o aniversário de 40 anos, um presente muito especial está sendo preparado para fãs do modelo: em um futuro próximo, o G-Class Experience Center será inaugurado oficialmente no antigo aeródromo da Nittner, em Feldkirchen, a cerca de 15 km ao sul de Graz.

O centro irá oferecer aos clientes de todo o mundo a oportunidade de testar as extensas capacidades do Classe G, para desenvolver ainda mais suas habilidades de direção mesmo em terrenos extremos e experimentar o que está por trás dos critérios de qualidade da marca. 

Próximo dali, na montanha de Graz, está localizada a Schöckl Mountain, a lendária pista de testes onde o Classe G prova sua força e robustez no percurso de 5,6 quilômetros com inclinações de até 60%, representando situações extremas.

Durante a fase de construção, um grande cuidado foi tomado para lidar com as condições existentes com sensibilidade: o percurso na área natural off-road foi adaptado ao local em parceria com especialistas para garantir que árvores e ecossistemas que necessitam de proteção permanecessem intactos.
"Há 40 anos, a combinação de  componentes on e off-road foi um conceito revolucionário. O atual Classe G continua seguindo esta tradição, mantendo seu design em forma de caixa com suas linhas e formas retas ao mesmo tempo em que se renova e se mantém atual. Seu alto desempenho tecnológico hoje forma a base para seu status como um ícone automotivo. Unindo design único, potência em todos os terrenos e alta tecnologia, o Classe G é força bruta!”, diz Holger Marquardt, managing director Marketing e Vendas Automóveis América Latina e Caribe.



quinta-feira, 20 de junho de 2019

Coluna Mecânica Online esteve na maior fábrica de automóveis do mundo, da Hyundai, onde nascem 5.400 veículos por dia



COLUNA 
MECÂNICA ONLINE®

20 | JUNHO | 2019 |   

Tarcisio Dias 



Visitamos o maior complexo automotivo mundial
            
Assista o vídeo:



No início do mês de junho participei de uma viagem atendendo convite da Hyundai Motor Brasil até a Coreia do Sul. Oportunidade para conhecer o Novo HB20 que chega ainda este ano ao mercado brasileiro e entre outras atividades, realizar uma nova visita no complexo fabril de Ulsan, que produz um carro novo a cada 10 segundos.


Localizada a cerca de 300 quilômetros de Seul, Ulsan é conhecida mundialmente por ter a maior fábrica automotiva do mundo, que produz 5.400 veículos por dia. Construída em 1968, o complexo possui uma área de 5 milhões de metros quadrados e comporta 34 mil trabalhadores.



A capacidade de produção é de 1.410.000 veículos por ano (um milhão quatrocentos e 10 mil veículos), o que representa 28% da capacidade de produção global, 1.800.000 motores por ano (37% da capacidade de produção global).

Este é o maior complexo fabril do mundo, composto por cinco fábricas independentes e 19 pistas de testes, além de plataformas de teste de colisão. De Ulsan são exportados 1,1 milhão de carros por ano para um total de 200 países (na Europa, África, Oriente Médio, Ásia, América do Norte e América do Sul – inclusive o Brasil).

Por dia são 9.000 caminhões circulando por dentro do complexo. Por veículo você pode considerar em média, 20.000 peças. No catálogo de fornecedores o número também é grandioso: 5.000.



A Indústria 4.0 também já é uma realidade no processo fabril em Ulsan. Em algumas áreas a automação chega a 100% de todo o processo, como acontece no setor de soldagem, com 518 robôs. 

Na estamparia temos 75% do processo é automatizado, enquanto na pintura, processo mais longo na fabricação de um veículo – que dura cerca de 7 horas, 67% do processo já possui a presença de robôs. A fabricação de um veículo leva em média, 30 horas.



Modelos produzidos
Planta 1: Kona, Accent, Veloster
Planta 2: i40, Santa Fe, Tucson, Avante
Planta 3: Avante, i30, Ionic (HEV, EV, PHEV)
Planta 4: Maxcruz, Porter2, Grand Starex
Planta 5: EQ900, G80, Tucson

Motores e transmissões: cinco motores a gasolina (Kappa, Gamma, Nu, Theta, Tau), cinco motores a diesel (U, R, A, S, D), duas transmissões automáticas e duas transmissões manuais.

Na Coreia do Sul a presença da Hyundai é gigante. O termo Hyundai, que significa modernidade na língua local, mostra que juntamente com a Kia, também pertencente ao grupo, tem produção de 8,5 milhões de carros por ano através do conjunto de 30 fábricas ao redor do mundo. No mercado interno o domínio da Hyundai chega próximo aos 70% dos veículos comercializados.



Diretamente da linha de produção, onde 100% dos carros são testados, os veículos seguem para os navios. Junto ao complexo a Hyundai possui um cais privativo com capacidade para três navios de 50.000 toneladas na doca, onde 400 motoristas embarcam diariamente 4.000 veículos no navio.

Nessa caminhada automotiva, onde visitei pela segunda vez o complexo fabril de Ulsan, também já visitei o segundo maior polo automotivo mundial, que fica no Brasil, em Betim. 

A fábrica da Fiat tem capacidade de produção de 950 mil unidades por ano. Na terceira posição, conheci na sede da Volkswagen, em Wolfsburg, na Alemanha, a maior fábrica do grupo Volks, com capacidade de produção de 807 mil veículos por ano.



Mecânica Online

Seu bolso
As vendas de consórcios cresceram 16,9% no primeiro quadrimestre do ano e aproximaram-se de um milhão de adesões, segundo dados da ABAC. Ao todo, 7,228 milhões de brasileiros são participantes ativos da modalidade. A maior procura ainda é por cotas de veículos leves.

Recall
Segundo levantamento do Procon neste mês, foram abertas 64 campanhas de recall, número similar se comparado com o mesmo período do ano passado. Problemas em airbags, nos freios e no sistema de combustível ou motor são os principais motivos para abertura dessas ocorrências pelas montadoras. Em 2018, foram totalizadas 137 campanhas preventivas e desde 2002 totalizaram 1.451.

Violência
Camaçari, na Bahia, foi escolhida para a instalação de uma montadora de veículos militares pela VSK Tactical Brasil. Com um terreno de 166 mil metros quadrados, dos quais 27.500 de planta industrial, a fábrica representará investimentos de US$ 50 milhões (cerca de R$ 200 milhões) para a produção do J8.

Combustível
Abastecer o automóvel com produtos adulterados pode prejudicar o funcionamento do veículo, provocar falha do motor na hora da partida e, consequentemente, sua autonomia. Essa prática também gera danos ao filtro de combustível, velas e bomba de combustível, o que pode gerar perda de potência.

Triste realidade
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), no ano passado o registro de óbitos em decorrência de acidentes de trânsito foi de 1,35 milhão no mundo. No Brasil, os gastos com atendimento médico, aposentadorias por invalidez e pensões por mortes chegam a R$ 52 bilhões, com impacto anual total de R$ 199 bilhões – o equivalente a mais de 3% do PIB.

Triste realidade 2
O Brasil é o quinto país no mundo com maior taxa de acidentes de trânsito. Entre 2010 e 2016, foram mais de 300 mil mortes e 2,5 milhões de inválidos permanentes, dos quais metade está na faixa entre 18 e 34 anos.

Parabéns!
A Citroën comemora 100 anos com série especial para C3, C4 Lounge, C4 Cactus e Aircross. Ao todo, serão disponibilizadas 550 unidades dos modelos exclusivos.

Capital do Forró
 A Jeep depois de participar do Galo da Madrugada, em Pernambuco, participa do Melhor São João do Mundo, como é conhecido o São João de Caruaru. O camarote de grande porte é destaque no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, principal local dos festejos juninos na cidade. O espaço recebe a arte do xilogravurista e mestre pernambucano Jota Borges, que criou toda identidade da festa.
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Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês. http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

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Fernando Calmon deixa claro que Exportar é Fundamental

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Fernando Calmon            

Nº 1.050 — 19/6/19





EXPORTAR É FUNDAMENTAL


Apesar de todos os fatores de desestímulo, a indústria de veículos instalada no Brasil, incluindo veículos leves e pesados, tem programado investimentos de aproximadamente R$ 50 bilhões no período 2016-2024, segundo levantamento da Automotive Business. Isso, por si, não garante que todo esse capital será mesmo despendido. O mercado interno vem se recuperando mês a mês, porém as exportações vão cair este ano, um dado preocupante.

O impacto da queda de vendas à Argentina agravou o quadro. Basta lembrar que em 2005 fabricantes nacionais exportaram quase 900.000 unidades ou cerca de 40% da produção daquele ano. 

Em 2019 o País venderá ao exterior pouco mais de 500.000 veículos, algo em torno de apenas 16% da produção. Situação insustentável porque haverá necessidade de aumentar importações de componentes caros nos próximos anos, sem o contrabalanço de faturamento externo.

No Fórum Estadão Think, da semana passada, surgiu ideia de melhorar, em curto prazo, o volume de exportações em mais um milhão de unidades anuais. Seria por meio de aumento do percentual de reembolso do programa Reintegra, criado pelo Governo Federal para compensar impostos embutidos nos veículos vendidos ao exterior. 

Sim, o Brasil exporta impostos, algo surreal. Hoje o Reintegra é de apenas 0,1% e há proposta de aumentar para 10%.

O problema está no orçamento deficitário do governo. Entretanto, estudo preliminar da consultoria ATKearney estima 120.000 novos empregos para um milhão a mais de veículos. 

A geração indireta de impostos e encargos compensaria a aparente perda de receita fiscal. Nada fácil de convencer o Ministério da Economia. Porém, houve aceno do superintendente da Receita Federal, presente no evento, para estudar o assunto com foco apenas no volume adicional a exportar. Não resolve, porém, o reembolso do imposto estadual previsto em lei e não cumprido.

No mesmo dia do fórum, a Associação Brasileira de Engenharia Automotiva organizou o Simpósio de Eficiência Energética e Emissões. O mundo está às voltas com um dilema: a demanda de energia crescerá 30% até 2040 e só depois desta década o petróleo dará sinais de recuo. 

Até lá emissões de CO2 terão de ser reduzidas pelo Acordo Mundial do Clima. Se o cálculo for feito “do poço à roda” (da produção primária ao que sai pelo escapamento dos veículos) a conta fica ainda mais difícil de fechar.

O Brasil está bem nesse cenário graças aos biocombustíveis: etanol (principalmente) e biodiesel. A meta de emissões de 91 g/km de CO2 para veículos leves é rigorosa, mas deve ser atendida. 

Haverá aumento da produção de etanol para 49 bilhões de litros, quase o dobro do nível atual. E com o programa RenovaBio poderemos vender créditos de carbono para outros países, em especial europeus.

No mesmo seminário foi apresentada a próxima especificação da gasolina. Entre outras mudanças, finalmente se adotará a octanagem RON, de maior difusão no mundo, e manutenção de 27% de etanol. 

Dessa forma haverá maior transparência no processo de produção. Além disso, a referência RON é mais significativa para motores modernos, inclusive os que utilizam turbocompressores.

ALTA RODA

VOLKSWAGEN ainda não confirma, mas picape Tarok (antiToro) será produzida mesmo em General Pacheco, Argentina. Dividirá instalações com SUV Tarek (maior que T-Cross, menor que Tiguan). Ambos os projetos, no entanto, devem atrasar em razão da situação econômica do país vizinho. Início de produção do Tarek: 1º de janeiro de 2021. Picape fica para um ano depois.

SEGUNDA geração do Range Rover Evoque estreia na versão topo de linha: R$ 312.900. Sem mudanças radicais no estilo, tem entre-eixos 2,1 cm maior, mas externamente não aumentou. Dos recursos eletrônicos destaca-se "capô transparente": conjunto de câmeras forma imagem do solo e transfere para tela do console central. Útil em terrenos difíceis e vagas apertadas.

MATERIAIS de acabamento, equipamento e espaço interno são pontos fortes do SUV grande JAC T80 para sete passageiros. Há seis saídas de ar no painel, mas multimídia não aceita pareamento Android Auto/CarPlay. Suspensão e câmbio estão bem acertados, mas sem injeção direta motor turbo tem consumo relativamente alto. Falta regulagem de distância do volante.

CITROËN comemora centenário com edição especial Origins 100, de 550 unidades, distribuídas entre C3, Aircross, C4 Lounge e C4 Cactus. Evento em São Paulo deu chance de dar uma voltinha ao volante de um Citroën 11 B Normale, 1956. Carro de colecionador muito bem conservado, fácil de conduzir e características quase intactas de boa relação conforto-estabilidade.

JOINVILLE (SC) conseguiu melhorar o trânsito por meio de uma rotatória, especialmente construída, que teve origem na análise de dados armazenados em nuvem do aplicativo de rotas Waze. É possível estudar pontos críticos de congestionamentos e implantar obras dentro de custos razoáveis. Atualmente, 70 cidades brasileiras estão aptas a usar a ferramenta.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Free2Move testa serviço de assinatura de veículos. Serviço começa na França e será estendido a outros países

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A Free2Move, marca de mobilidade do Groupe PSA, lança o Car On Demand, um serviço que fornece acesso a um veículo sem um compromisso de longo prazo.

Por meio desta oferta inovadora, a Free2Move continua oferecendo soluções personalizadas, flexíveis e adaptadas às necessidades de seus clientes.

A assinatura pode ser interrompida a qualquer momento, sem custos, com um aviso prévio de um mês.

O serviço se adapta ao estilo de vida dos clientes, permitindo que, a qualquer momento, troquem de carro, ajustem sua quilometragem ou tenham uma pausa entre dois veículos.



O cliente seleciona seu veículo no website do Car On Demand em função de suas necessidades, orçamento e quilometragem esperada. O veículo, recente, inspecionado e certificado pelo Groupe PSA, é entregue no prazo de 14 dias para o endereço de sua escolha.

A assinatura mensal inclui locação, seguro, assistência, manutenção (incluindo pneus) e taxas de registro do veículo.

Com este novo serviço, os clientes podem usufruir dos benefícios de um veículo sem restrições e despesas imprevistas.

Liderado pelo Business Lab do Groupe PSA, o teste destina-se a usuários individuais e corporativos e está sendo realizado inicialmente na França.



Para mais informações, visite https://www.carondemand.free2move.com/.

Mercedes-Benz inaugura concessionário de automóveis em Chapecó. Com expansão de rede, Santa Catarina passa a obter sua quinta loja no estado. Atualmente, a marca possui 56 concessionários no País. Nova identidade corporativa oferece experiência inovadora ao público

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A Mercedes-Benz inaugurou, na última semana, um concessionário de automóveis na cidade de Chapecó, em Santa Catarina. Pertencente ao Grupo DVA, que já atua nas cidades de Florianópolis, Blumenau, Joinville e Balneário Camboriú, a loja possui estrutura para a venda de todo o portfólio de automóveis da marca, incluindo os modelos AMG, além de oferecer atendimento na oficina para clientes.

Inaugurando o 56º concessionário da marca no Brasil, Chapecó está entre as quatro principais cidades de Santa Catarina, além de ser um importante centro industrial, financeiro e educacional. 




Essas características reforçam a importância dessa representação da marca no local, uma vez que o município também exerce influência nas regiões do Oeste Catarinense, Noroeste Gaúcho e Sudoeste do Paraná.

“A expansão da nossa rede de concessionários reforça o quanto a Mercedes-Benzacredita no potencial do mercado brasileiro. Escolhemos Chapecó para apresentar, pela primeira vez, o nosso novo conceito com o intuito de aprimorar a visita dos clientes, que buscam nas marcas, cada vez mais, não apenas produtos, mas experiências inovadoras. Em breve, iremos expandir este padrão para as nossas demais lojas”, afirma Holger Marquardt, managing director de Marketing e Vendas Automóveis América Latina e Caribe.



O concessionário apresenta o novo padrão de identidade corporativa da marca e proporciona uma experiência única ao público. Focado nas necessidades do cliente, o ambiente possui um design requintado e acolhedor, combinando processos de consultoria inovadores com a introdução da digitalização em seus serviços.

Este novo conceito proporciona diferentes opções de formatos de atendimento, uma vez que o showroom não possui mesas de vendedores e o cliente decide o ambiente onde será atendido. Desta forma, ele pode escolher a opção que achar mais conveniente, sendo uma sala reservada ou na área do café em espaço descontraído.

O espaço apresenta um mobiliário com design diferenciado, contendo materiais, iluminações e mídias que trazem a modernidade e a sofisticação presentes na Mercedes-Benz. Além disso, a fachada da loja cria uma transição fluída entre o interior e exterior.

Os serviços de pós-venda e oficina também trazem novidades, com a recepção do cliente totalmente integrada ao showroom, proporcionando a mesma experiência de atendimento e aproximando o público dos novos produtos.

“O Grupo DVA acredita no desenvolvimento de Chapecó, que representa um ponto estratégico para a operação. Ao mesmo tempo que valorizamos os trabalhadores da região, contratando profissionais da cidade, oferecemos um atendimento de qualidade focado nas necessidades do cliente”, afirma Paulo Toniolo Junior, diretor geral do Grupo DVA.



Serviço
Grupo DVAEndereço: Avenida Fernando Machado, número 3674 D - Bairro Líder, CEP 89805-203Telefone: (49) 3513-0000
Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h

Na 5ª edição da certificação Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais, a camioneta Hyundai HR e o caminhão leve Mercedes-Benz Accelo 1016 foram os campeões gerais, respectivamente nas categorias “Utilitários de carga” e “Caminhões”.

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Rafael Abolis, gerente de Vendas de Caminhões a Frotistas da Mercedes-Benz, e Jack José Nunes Junior, diretor executivo da CAOA Hyundai, recebem os troféus de "Campeão Geral" das categorias Caminhões e Utilitários. 

Com 13,3% e 17,2% de depreciação no período de três anos, o Hyundai HR e o Mercedes-Benz Accelo 1016 obtiveram as melhores avaliações, respectivamente, nas categorias Utilitários de Carga e Caminhões, na 5ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais, da Agência AutoInforme, em parceria com a Editora Frota e Textofinal.

Em cinco edições do SMVR-VC, de 2015 a 2019, a Mercedes-Benz venceu em 16 categorias entre Utilitários e Caminhões. Em cinco oportunidades, a marca alemã cravou o título de “Campeão Geral”. Na sequência, a CAOA Hyundai em quatro categorias, sendo três vezes como “Campeão Geral”; a Renault e Volkswagen, quatro e três vezes, respectivamente, e um título máximo. Fiat, Ford, Iveco, Scania e Volvo também venceram nas categorias, mas não anotaram o maior valor de revenda na classificação geral de Utilitários ou de Caminhões.

Embora o estudo de depreciação seja desenvolvido há vinte anos, a partir dos levantamentos da Molicar, é pela quinta vez que a AutoInforme faz a premiação do setor de utilitários e caminhões, com o objetivo de estimular montadoras e importadoras a valorizar seus próprios produtos e, por consequência, preservar os investimentos de caminhoneiros autônomos e frotistas.

Outros sete modelos foram contemplados pelo Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais. Na categoria Utilitários, além do Hyundai HR (camioneta de carga e campeão geral – 13,3%), venceram o Renault Master Furgão (furgão de carga – 13,5%), o Fiat Fiorino Furgão (furgoneta de carga – 15,9%) e o Mercedes-Benz Sprinter Van (minibus– 15,8%). No grupo Caminhões, o Mercedes-Benz Sprinter 415 (semileve – 19,3), Mercedes-Benz 1419 4x2 Atego (caminhão médio – 23,6%), Mercedes-Benz Atego 1419 (Médio – 24,8), o Scania P 310 8x2 (semipesado – 21,8), o Volvo FH 540 6x4 (pesado – 20,6) e o próprio Mercedes-Benz Accelo 1016 (caminhão leve e campeão geral – 17,2%).

“Para formar o índice de depreciação, foram considerados os preços médios dos veículos zero quilômetro praticados no primeiro trimestre de 2016 e seus modelos correspondentes com três anos de uso – janeiro a março deste ano –, geralmente prazo inicial de substituição para fins de renovação de frota”, explica José Augusto Ferraz, diretor da Editora Frota.

“Outro critério mantido foi subdividir os veículos em dois grupos, utilitários – com quatro categorias – e caminhões – com outras cinco. A partir desse modelo, analisamos 105 modelos, dos quais 89 de caminhões e 16 de utilitários. Foram excluídos os veículos cujo volume de licenciamento em 2016 foi inferior a 50 unidades, em razão de sua pouca representatividade”, argumenta Ferraz.

Segundo Joel Leite, idealizador do prêmio e diretor da Agência AutoInforme, “esse estudo vem sendo feito há quase vinte anos, em parceria com a Molicar. O selo é um reconhecimento às marcas que tiveram os seus veículos entre os de Maior Valor de Revenda em 2019”, para quem “em vez de questionar por quê um utilitário/caminhão perde valor, deveríamos perguntar por quê um veículo mantém um valor de mercado tão alto e por tanto tempo”.

“A depreciação depende de vários fatores: do tamanho do veículo, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. Assim, nossa expectativa é que a certificação possa servir de balizador, para uso de fabricantes e distribuidores de veículos, administradores e proprietários de frotas, bancos, financeiras e seguradoras”, enfatiza Leite.

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