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domingo, 15 de setembro de 2019

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Honda melhora sua campeã de vendas, HR-V, em três versões: LX, R$ 94.400, EX, R$ 101.700, EXL, R$ 111.900 e Touring, R$ 139.900


Essa famosa frase comumente é dita no mundo do futebol que diz que “em time que está ganhando não se mexe”. ... “Não espere começar a perder para mexer no time”, ou seja, “Em time que está ganhando se mexe sim, para continuar ganhando. É necessário mexer para melhorar, e foi o que a Honda fez com o seu SUV mais vendido, o HR-V.

Lançado em junho deste ano, o HR-V 2020 traz como novidade principal o retorno da versão Touring, que chega ao mercado ainda mais completa. Com destaque para o teto solar panorâmico, Honda LaneWatch e o tão esperado motor Turbo, dentre outras novidades. Enquanto as demais versões do SUV trazem novos equipamentos de conforto e comodidade.


Mas vou focar as novidades na versão avaliado pelo site por uma semana, a Touring. Recebi o modelo para teste na concessionária de Botafogo, saindo de lá já percebi que o HR-V na versão mais completa chamava a atenção pelo interior mais refinado e o motor mais potente. Por fora quase nenhuma novidade em relação a versão EXL. 

Na parte externa que foi recentemente renovado em 2019, o HR-V 2020 traz uma dianteira mais personalizada com a adoção de faróis principais e de neblina Full LED – com alta eficiência luminosa em diferentes condições de rodagem –, bem como uma nova grade frontal, com acabamento e.



Chama a atenção para quem se liga nos detalhes o inédito teto solar panorâmico da versão Touring – o primeiro do tipo oferecido em um modelo da marca no Brasil – que aumenta a sensação de espaço e luminosidade para os ocupantes dos bancos dianteiros e traseiros. A nova antena em formato barbatana – item exclusivo da versão Touring - também se destaca no teto. E para finalizar, na parte traseira o logotipo "Turbo" e o sistema de escapamento em inox com duas saídas completam o design do HR-V. 


Bem completa, a versão topo de linha Touring oferece equipamentos inéditos ao modelo. Essa versão passa a ter – de acordo com a cor externa – a opção de acabamento na cor cinza claro ou preto para bancos – revestidos em couro – laterais de porta, console central e painel. Costuras duplas nas laterais de porta também são exclusivas.


Equipado com a tecnologia Smart Entry, o HR-V Touring permite a abertura do modelo sem o uso da chave, por aproximação, enquanto o botão de partida torna ainda mais cômoda a operação do veículo. Equipado com sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera de ré – com três modos de visualização - e o exclusivo sistema Honda LaneWatch, que permite visibilidade total em manobras e durante a condução.


O HR-V traz, de série em todas as versões, o sistema de rebatimento de bancos Magic Seat, com três modos de utilização: Utility, que permite rebater os bancos traseiros e ter uma superfície verdadeiramente plana para acomodação de bagagens; Tall, que proporciona um espaço para acomodar objetos altos no assoalho do veículo, como um vaso de plantas, elevando o assento dos bancos traseiros e Long, para o transporte de volumes longos como uma prancha de surf, rebatendo também o encosto do banco do passageiro dianteiro.


O sistema Honda LaneWatch é composto de uma câmera instalada no retrovisor direito, que amplia o ângulo de visão do motorista além do proporcionado pelo espelho retrovisor, eliminando pontos cegos e projetando essa imagem ampliada no sistema multimídia, ao se acionar a seta, ou mesmo ao pressionar um botão na alavanca. Com isso, o condutor passa a ter muito mais segurança em mudanças de faixa e mais comodidade em manobras. Além de sensores de chuva e retrovisor fotocrômico automático.


Essa versão avaliada recebe a central multimídia de 7 polegadas touchscreen, com conectividade aos sistemas Apple CarPlay e Android Auto, com navegador GPS integrado ao sistema. Todas as versões trazem de série ar-condicionado, freio de estacionamento com acionamento eletrônico e função brake hold, controle de cruzeiro e faróis de neblina (halógeno nas versões LX, EX e EXL e de LED na versão Touring), bem como vidros elétricos com um toque para subida/descida e destravamento do porta-malas por controle.


Na segurança, todas as versões são equipadas com controle de tração e estabilidade (VSA), assistente de partida em rampa (HSA) e luzes de frenagem de emergência (ESS). Além de ar-condicionado digital touchscreen, airbags laterais, e aletas para trocas de marcha no volante e volante com revestimento em couro.


A grande novidade da versão Touring está sob o capô, ao invés do conhecido motor 1.8 16V FlexOne de 140 cv na gasolina e 139 cv no etanol, com transmissão CVT encontrado só agora nas versões LX, EX e EXL, está lá o estreante motor turbo de 1.5 litros e quatro cilindros. O propulsor traz calibragem específica para o HR-V, utiliza turbo de baixa inércia, injeção direta, variação de tempo de abertura das válvulas de admissão e escape (Dual VTC) e válvula wastegate eletrônica, gerando 173 cv a 5.500 rpm, com o torque linear de 22.4 kgfm entre 1.700 rpm a 5.500 rpm.


Este propulsor é acoplado a transmissão continuamente variável (CVT), a mesma adotada no Civic Touring e no CR-V, mas ajustada especificamente para o HR-V Touring, com trocas suaves e precisas que tornam a dirigibilidade do SUV muito mais agradável e sem trancos. 




Com características específicas, essa transmissão traz função Kick Down, que reduz rapidamente a relação de marcha para permitir uma retomada mais eficiente quando o pedal do acelerador é pressionado até o fim do curso e uma modularidade maior da aceleração em médias rotações, bem como a simulação das sete velocidades com o acelerador à plena carga, aumentando a percepção de performance e reduzindo o ruído de aceleração nesta condição.

O freio motor fornecido pela transmissão CVT do modelo Touring também foi aprimorado, com a simulação de reduções de marcha de forma automática em condições de frenagem brusca, aumentando a eficiência nestas condições. Outro aprimoramento, já aplicado à transmissão CVT na linha 2019, torna mais progressiva a aceleração nas condições de "anda e para" fazendo com que a rotação do motor não suba excessivamente em situações de aceleração em trânsito, aumentando o conforto para os ocupantes nestas condições.


Não só o motor e a transmissão foram renovados, a Honda deu uma melhorada na suspensão, que recebeu uma calibragem específica, com novas molas e amortecedores, barra estabilizadora dianteira de maior diâmetro e a adoção da tecnologia Agile Handling Assist (AHA), que aprimora a estabilidade dinâmica do SUV em curvas, o que pode ser devidamente testada em um trecho de serra com curvas fechadas, onde o SUV se manteve estável o tempo todo, como se estivesse conduzindo um sedã.


O modelo está disponível nas cores: Branco Tafetá (sólido), Prata Platinum, Cinza Barium, Azul Cósmico (metálicos), Branco Estelar, Preto Cristal e Vermelho Mercúrio (perolizados). A versão Touring traz interior na cor cinza nas cores Branco Estelar, Cinza Barium e Azul Cósmico. As demais cores trazem interior com acabamento preto. Os preços começam em R$ 94.400 para a versão de entrada LX, passando para R$ 101.700 na EX, subindo para R$ 111.900 na EXL e aos R$ 139.900 na versão avaliada Touring.



*FICHA TÉCNICA:

Mecânica
Motorização: 1.5
Combustível: Álcool e Gasolina
Potência (cv): 173   
Torque (kgf.m): 22,3  
Consumo cidade (km/l): 11,8
Consumo estrada (km/l): 14,4
Câmbio: CVT com modo manual
Tração: dianteira
Direção: elétrica
Suspensão dianteira: Tiipo McPherson, roda tipo independente e molas helicoidal.
Suspensão traseira: Tipo eixo de torção, roda tipo semi-independente e molas helicoidal.

Dimensões
Altura (mm): 1.605
Largura (mm): 1.790
Comprimento (mm): 4.346
Peso (Kg): 1.279
Tanque (L): 51
Entre-eixos (mm): 2.610
Porta-Malas (L): 437
Ocupantes: 5

*Dados do fabricante



sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Rolls-Royce Motor Cars marks the 21st edition of the Goodwood Revival this weekend with a display that takes visitors on a journey back in time to the glamorous world of the 1950s. For the 2019 Goodwood Revival, the March Motor Works will be painstakingly transformed into a replica of the marque’s motor show stand of the period.


Rolls-Royce Motor Cars marks the 21st edition of the Goodwood Revival this weekend with a display that takes visitors on a journey back in time to the glamorous world of the 1950s. For the 2019 Goodwood Revival, the March Motor Works will be painstakingly transformed into a replica of the marque’s motor show stand of the period.


The centrepiece will be an example of the company’s pinnacle product of the Revival period, the 1959 Rolls-Royce Silver Cloud I two-door drophead coupé. Finished in Black and Red with a matching hood, the car is one of just a handful crafted by coachbuilder H. J. Mulliner.

Rolls-Royce will be represented on the legendary motor circuit throughout the event by a magnificent 1961 Rolls-Royce Silver Cloud II long wheelbase saloon. Finished in Sage Green over Smoke Green, this imposing four-door limousine, which has recorded just 9,500 miles in its 58 years, will form part of the Course Director’s entourage.


Invited guests will have the opportunity to experience the marque’s defining ‘magic carpet ride’ in surroundings where the only audible sound is, famously, the ticking of the mechanical dashboard clock.


Throughout the weekend, visitors will also be able to see cars from today’s Rolls-Royce model families, as a specially-selected fleet conveys invited VIPs to the Revival from the nearby Home of Rolls-Royce in the height of modern luxury.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Fernando Calmon: Duas escalas de eletrificação




Fernando Calmon           

Nº 1.062 — 12/9/19





DUAS ESCALAS DE ELETRIFICAÇÃO

Com diferença de apenas 24 horas e um continente de distância, a eletrificação se fez presente em lançamentos de dois modelos bem diferentes. Aqui, a 12ª geração do sedã médio-compacto Toyota Corolla, tração dianteira, incluiu o primeiro híbrido flex do mundo; na Alemanha, primeiro Porsche 100% elétrico, o sedã-cupê grande Taycan, tração integral.


O Corolla recebeu arquitetura totalmente nova e estilo arrojado para os padrões da fabricante japonesa. Estética ficou bem melhor, inclusive por ser 2 cm mais baixo, embora distância entre eixos seja a mesma e existam diferenças mínimas em largura e comprimento. Porta-malas manteve os 470 litros. Inexplicavelmente, o tanque diminuiu de 60 para 50 litros (43 litros, no híbrido), o que significa autonomia menor. No entanto, consumo urbano no híbrido flex alcança nada menos de 16,3/10,9 km/l, gasolina/etanol. Na estrada, 14,5/9,9 km/l, respectivamente.

Motor convencional, de 2 litros, é todo novo e mais potente que o anterior: 169/177 cv, gasolina/etanol. Pela primeira vez, o Corolla dispõe de suspensão traseira independente e o comportamento dinâmico, que já era bom, ficou melhor. Novo câmbio CVT também impressiona pela progressividade, inclusive logo ao sair da inércia. No caso do híbrido, o desempenho é bem menor, potência combinada com os dois motores elétricos de apenas 122 cv, mas as respostas ao acelerador ainda são razoáveis.

No interior, em especial nas versões superiores, a qualidade dos materiais é ótima. Central multimídia, fácil de operar, poderia ser mais bem desenhada. Falta saída de ar para o banco traseiro. Pacote de segurança inclui frenagem automática de emergência e alerta de mudança de faixa, entre outros. Preços: R$ 99.990 a 130.990.


Porsche Taycan, apresentado apenas de forma estática, era muito aguardado pela tradicional esportividade da marca e do prometido preço competitivo. Embora ainda distante dos carros convencionais, manteve preços entre o SUV Cayenne e o sedã grande Panamera. 

Quando chegar às concessionárias em outubro custará de 152.200 (Turbo) a 185.500 (Turbo S) euros, na Alemanha. No Brasil, em 2020, começará por pouco menos de estimado R$ 1milhão.

Linhas fluídas e esportivas (Cx apenas 0,22) destacam-se, mas a entrada de ar vertical junto ao farol não agrada. Tem só 1,38 m de altura, sem grande prejuízo ao acesso. Bancos dianteiros encaixam-se em rebaixos no assoalho e em conjunto com a posição vertical do volante o identificam como legítimo Porsche. Comandos dispensam teclas e botões (à exceção do de partida, à esquerda) e a superfície da tela digital vibra ao acender os faróis. Há dois porta-malas: dianteiro, 81 litros e traseiro, 366 litros.

Baterias permitem autonomia de até 450 km e a recarga, por inédito sistema de 800 V, varia entre 9 horas (0 a 100%) e 22,5 min (de 5% a 80%). Dois motores elétricos entregam potência de 625 cv, mas no modo de superaceleração passam a 680 cv e torque de 86,6 kgfm. No Taycan Turbo S são 761 cv e, nada menos, 107 kgfm. Aceleração de 0 a 100 km/h em até 2,8 s, apesar da massa total de 2.300 kg. Curiosamente há duas marchas no câmbio, quando os elétricos comuns exigem apenas uma.

ALTA RODA

SETEMBRO vem sendo um mês congestionado por lançamentos de novas gerações e não simples maquiagens. Corolla, semana passada; Onix sedã, esta semana; Hyundai HB20, na próxima (inclusive com fotos e características antecipadas como novo motor turbo e dimensões maiores), além do Kia Cerato mexicano. JAC apresentará cinco produtos elétricos.

ANUNCIADO o acordo entre CAOA e Ford. O grupo brasileiro adquiriu, por valor ainda não revelado, a fábrica de São Bernardo do Campo (SP) onde produzirá os atuais caminhões e um carro (mais provável, SUV) de outra marca. Apostas são na chinesa Changan, que já passou pelo Brasil. Especula-se ainda que outra chinesa, Great Wall, também estaria interessada no País.

CONTÍNUA baixa do mercado na Argentina terá impacto maior que o esperado pela Anfavea sobre a produção brasileira de veículos em 2019. Nos primeiros oito meses a produção subiu apenas 2% sobre o mesmo período do ano passado. A entidade revisará suas previsões já em outubro pela forte queda das exportações. Empregos caíram 3,3% frente a agosto de 2018.

VENDAS ao mercado interno em agosto foram 2,3% menores que igual mês do ano passado, mas na comparação do acumulado dos oito primeiros meses subiram 9,9%, ainda um bom resultado. Estoques, no entanto, continuam em elevação: de julho para agosto passaram de 40 para 42 dias. Até o final do ano, porém, o mercado deve recuperar o fôlego.

FINALMENTE, Brasil e Argentina adotarão livre comércio de veículos, mas apenas dentro de 10 anos, após inúmeros adiamentos. Ainda não ficou claro como o atual regime flex (para cada US$ 1 importado do vizinho o País pode exportar US$ 1,5 sem impostos) será desmontado, nem como ficaria o acordo com os europeus. Isso obrigará o custo Brasil a cair na marra.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

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