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sábado, 9 de outubro de 2021

Fiat Pulse será equipado com o motor 1.0 turbo mais potente do Brasil • Propulsor reúne melhor performance, consumo, torque e aceleração entre seus principais concorrentes com a mesma motorização. Assista o vídeo: https://youtu.be/Ak1ptRyjXe4

 


Com o objetivo de expandir o conceito de downsizing em sua gama de produtos com um propulsor de última geração, que entrega performance sem abrir mão da eficiência, a Fiat trouxe para o seu primeiro SUV desenvolvido e produzido no país o motor Turbo 200 Flex, que gera 130 cv de potência máxima abastecido com etanol (125 cv com gasolina), sendo o motor 1.0 turbo mais potente de sua categoria no Brasil. A performance superior se estende também para o torque máximo, que atinge 20,4 kgfm a 1.750 rpm tanto com etanol quanto com gasolina.

Esses números são possíveis graças a itens como o uso do turbocompressor com wastegate eletrônica, da injeção direta de combustível e do exclusivo sistema MultiAir III, que possibilita um controle mais flexível e eficiente das válvulas de admissão. As tecnologias são as mesmas do premiado motor Turbo 270 Flex, que equipa a Nova Fiat Toro.

Outro ponto de destaque do novo Turbo 200 Flex diz respeito à aceleração. A maior potência e torque aliados a uma estrutura robusta, porém leve, arranca o SUV de 0 a 100 km/h em 9,4 segundos, o que representa o menor tempo comparado aos seus principais concorrentes.

A performance eficiente do novo motor traz ainda outros atributos ao seu desempenho. Aliado ao câmbio automático CVT de sete marchas, o propulsor Turbo 200 Flex entrega também o melhor consumo de combustível entre seus concorrentes com transmissão automática: 12 km/l na cidade e 14,6 km/l na estrada quando abastecido com gasolina.


A transmissão automática CVT possui três modos de funcionamento. No modo Automático o conjunto se ajusta conforme o modo de condução do motorista, e alia performance sem comprometer a eficiência e conforto. O modo Manual é voltado para quem gosta de estar sempre no controle e permite as trocas sequenciais por meio da alavanca de câmbio ou nas borboletas atrás do volante.

Por fim, o modo Sport leva ainda mais diversão na condução do Fiat Pulse. Ele atua na direção, no controle de estabilidade, no mapeamento do acelerador e altera o tempo de resposta e de troca de marchas, aproveitando ainda mais a potência máxima do Turbo 200 Flex. Tudo para uma tocada mais esportiva e dinâmica.

O novo câmbio automático foi projetado com um óleo lubrificante for life, ou seja, que não exige troca ao longo de toda a vida útil do veículo. Isso aumenta a durabilidade e reduz o custo de manutenção.

Acompanhe pela plataforma digital todas as novidades que foram reveladas a respeito do primeiro SUV nacional da Fiat: pulse.fiat.com.br

Rio de Janeiro e São Paulo entre as 40 cidades mais seguras do mundo. Veja a posição das 60 nações mais seguras


   Por Arnaldo Moreira

O Rio de Janeiro e São Paulo estão entre as 60 cidades do mundo consideradas mais seguras, ao se posicionarem no 39º (com 61,8 pontos) e 40º (com 61,7 pontos) lugares, respectivamente. O Rio melhorou sua posição e, relação a há dois anos atrás, quando ficou em 41º. A cidade mais segura do planeta é Copenhague, na Dinamarca, que somou 82,4 pontos seguida por Copenhague, Dinamarca – 82.4 pontos, seguida por Toronto, Canadá – 82.2 pontos e Singapura, Singapura – 80.7 pontos.

O resultado foi publicado pelo Economist Intelligence Unit, do jornal britânico "The Economist" que classifica 60 destinos internacionais em 76 indicadores que avaliam a vida atual e futura de cada cidade e que se dividem por cinco categorias principais: segurança digital, segurança de saúde, segurança de infraestruturas, segurança pessoal e segurança ambiental, introduzida este ano. Na lanterna da lista ficaram Caracas, Venezuela 58º– 40.5 pontos, Karachi, Paquistão 59º– 39.7 pontos e Yangon, Myanmar 60º– 39.5 pontos. A nota máxima é 100 e quanto mais próximo deste valor, mais segura é considerada a cidade.

O ranking “Safe Cities Index” é atualizado a cada dois anos desde 2015, quando foi divulgado pela primeira vez. São analisadas 60 cidades, sendo que o periódico faz a classificação de 76 indicadores em cinco diferentes eixos - segurança digital, saúde, infraestrutura, pessoal e ambiental.

Hotelaria em festa


Com o resultado conquistado pelo Rio de Janeiro e diante de uma crise criada pela pandemia de coronavírus, a hotelaria carioca comemora a entrada da Cidade Maravilhosa no ranking das cidades mais seguras do mundo. Para o presidente do HotéisRIO, Alfredo Lopes, a mudança nas políticas de segurança pública implantadas pelo governo estadual, com operações diárias de inteligência, aumento de patrulhamento por meio do programa Segurança Presente e pela presença de viaturas nas estradas, incrementou o nível e a percepção de segurança na capital e no interior. “Os números deixam claro que, nos pontos de interesse turístico, temos padrões de primeiro mundo”, comemora.

A delegada titular da DEAT (Delegacia Espacial de Apoio ao Turismo) do Rio de Janeiro, Patrícia Alemany, afirma que os indicadores da cidade em relação aos pontos turísticos são muito positivos. “A incidência de crimes é muito baixa em comparação com a entrada de turistas – em 2019 recebemos 1,2 milhão de visitantes estrangeiros e registramos 3,4 mil crimes contra eles, ou seja, somente 0,31%. 


Mesmo se considerarmos uma subnotificação (nem todas as vítimas fazem registro em delegacias) e mais do que dobrarmos os números de casos, ainda assim não chegaríamos a 1%”, revela. Alemany ressalta que as áreas turísticas do Rio de Janeiro são tão seguras quanto suas equivalentes em outras metrópoles do mundo e atribui o bom resultado a uma melhor gestão das forças de segurança. “A maior integração proporcionou redução das taxas de crimes”.


Num momento em que a segurança se tornou um fator decisivo na escolha de um destino a publicação do ranking das cidades mais seguras funciona como um guia para a tomada de decisões pelos turistas que andam pelo mundo e com a melhoria dos números da pandemia estão ávidos para voltar a fazer turismo.




Portugal, país onde vivem 150 mil brasileiros e destino potencial de moradia de muitos brasileiros, Lisboa aparece no ranking em 28º lugar, com 70,1 pontos, entre as 30 melhores classificadas. Lisboa destacou-se a nível de segurança pessoal, ocupando o nono lugar com 76.9 pontos e obteve o pior resultado, com 57.5 pontos, na categoria segurança de saúde, ficando em 49º lugar. 


Em segurança digital, de infraestruturas e ambiente a cidade obteve sempre o 28º lugar, com 64.3, 77.4 e 74.3, respectivamente. A capital portuguesa foi adicionada pela primeira vez à lista de cidades mais seguras do mundo e ocupa a 28º posição, com 70.1 pontos, ficando acima da média de cidades analisadas – 66.1 pontos. Pormenorizadamente, nas cinco categorias.


Segundo Fang Zhao, professor de inovação e estratégia na Staffordshire Business School, citado no relatório “a Covid-19 mudou todo o conceito de segurança urbana” e, por isso, os responsáveis pelo índice realizaram alterações significativas aos parâmetros a analisar, em 2021, de forma a incluir tudo o que a definição de segurança urbana representa.



Copenhague saltou do oitavo lugar em 2019 para o topo da lista, em grande parte graças à introdução da secção de segurança ambiental, na qual a cidade teve uma pontuação particularmente boa – 84.5 pontos -, juntamente com a segurança pessoal – 86.4 pontos e as infraestruturas – 89.0 pontos. As cidades asiáticas de Tóquio, Singapura e Osaka ocuparam continuamente os primeiros lugares edição após edição e ainda que tenham sido destronados por um destino europeu, continuam em 2021 a destacar-se no top 5, à exceção de Osaka que passou a ocupar o décimo sétimo lugar, com 76.7 pontos.

As cidades prósperas da Ásia-Pacífico saem-se melhor, em média, quando se trata de segurança sanitária, as europeias em segurança pessoal e as norte-americanas em segurança digital.

Apresentando o top cinco de cidades por categoria, os resultados mostraram que a nível de segurança digital, que abrange o acesso à internet, privacidade e segurança cibernética, destaca-se, por ordem, Sydney, Singapura, Copenhague, Los Angeles e San Francisco, empatadas em quarto lugar. 

A nível de segurança de saúde, onde é examinado o acesso das cidades à saúde, infraestruturas de saúde mental, resposta à pandemia e muito mais, destaca-se Tóquio, Singapura, Hong Kong, Melbourne e Osaka. Quando se fala da segurança das infraestruturas, que remete para a segurança nos transportes, a gestão de acidentes, o abastecimento da água e redes de energia, merecem destaque Hong Kong, Singapura, Copenhague, Toronto e Tóquio. 

Já no capítulo da segurança pessoal, onde se dá atenção à criminalidade e ao sistema judiciário, mas também à corrupção e o terrorismo, ganham Copenhague, Amesterdam, Frankfurt, Estocolmo e Bruxelas. E por fim, a nível de segurança ambiental, que se refere à qualidade do ar, energias renováveis, gestão de resíduos entre outras fatores, destaca-se Wellington, Toronto, Washington Dc, Bogotá e Milão.

Este ano, a segurança digital passou a ser uma prioridade ainda maior à medida que o trabalho e o comércio são transferidos para a Internet. Os responsáveis ​​pela segurança das infraestruturas precisam de ajustar as mudanças evidentes nos padrões de viagem e que serviços públicos são mais usados pelos residentes. 

O relatório, que é atualizado de dois em dois anos, também reconhece que a pandemia trouxe “um ponto de viragem em todos os pilares da segurança urbana”, proporcionando uma oportunidade para as cidades “reavaliarem os perigos a longo prazo para se tornarem cidades seguras, sustentáveis ​​e habitáveis”.

Ainda assim, as cidades com as pontuações gerais mais baixas, que se têm encontrado nas posições inferiores em todas as categorias nos últimos anos, mostraram sinais de mudança. 

“Existem alguns sinais de mudança que se assemelham aos observados entre os líderes”, com Lagos pontuando “um pouco acima da média em segurança ambiental e enquanto o 55º lugar de Casablanca vem em 41º lugar na categoria de segurança digital”, pode ler-se no relatório.

Lista completa do índice de cidades seguras

 Copenhague, Dinamarca – 82.4 pontos
 Toronto, Canadá – 82.2 pontos
 Singapura, Singapura – 80.7 pontos
4º Sidney, Austrália – 80.1 pontos
 Tóquio, Japão – 80.0 pontos
 Amesterdam, Holanda – 79.3 pontos
 Wellington, Nova Zelândia – 79.0 pontos
 Hong Kong, Hong Kong – 78.6 pontos
 Melbourne, Austrália – 78.6 pontos
10º Estocolmo, Suécia – 78.0 pontos
11º Barcelona, Espanha – 77.8 pontos
12º Nova Iorque, EUA – 77.8 pontos
13º Frankfurt, Alemanha – 77.7 pontos
14º Washington DC, EUA – 77.4 pontos
15º Londres, Reino Unido – 77.2 pontos
16º San Francisco, EUA – 77.2 pontos
17º Osaka, Japão – 76.7 pontos
18º Los Angeles, EUA – 76.5 pontos
19º Zurique, Suíça – 76.3 pontos
20º Chicago, EUA – 75.0 pontos
21º Madrid, Espanha – 74.7 pontos
22º Dallas, EUA – 74.5 pontos
23º Paris, França – 74.3 pontos
24º Taipé, Taiwan – 74.0 pontos
25º Seoul, Coreia do Sul – 73.8 pontos
26º Bruxelas, Bélgica – 73.6 pontos
27º Milão, Itália – 71.3 pontos
28º Lisboa, Portugal – 70.1 pontos
29º Roma, Itália – 69.4 pontos
30º Shangai, China – 67.9 pontos
31º Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos – 66.9 pontos
32º Kuala Lumpur, Malásia – 66.6 pontos

Média – 66.1 pontos

33º Santiago, Chile – 65.3 pontos
34º Buenos Aires, Argentina – 64.9 pontos
35º Dubai, Emirados Árabes Unidos – 64.6 pontos
36º Pequim, China – 63.8 pontos
37º Istanbul, Turquia – 62.9 pontos
38º Moscovo, Rússia – 62.5 pontos
39º Rio de Janeiro, Brasil – 61.8 pontos
40º São Paulo, Brasil – 61.7 pontos
41º Bogotá, Colômbia – 60.8 pontos
42º Cidade do México, México – 60.3 pontos
43º Bangkok, Tailândia – 60.2 pontos
44º Quito, Equador – 58.8 pontos
45º Ho Chi Minh, Vietname – 58.5 pontos
46º Jacarta, Indonésia – 56.4 pontos
47º Johannesburg, África do Sul – 56.2 pontos
48º Nova Deli, Índia – 56.1 pontos
49º Riyadh, Arábia Saudita – 55.1 pontos
50º Mumbai, Índia – 54.4 pontos
51º Manila, Filipinas – 52.5 pontos
52º Baku, Azerbaijão – 49.8 pontos
53º Kuwait, Kuwait– 49.4 pontos
54º Dhaka, Bangladesh – 48.9 pontos
55º Casablanca, Marrocos – 48.2 pontos
56º Lagos, Nigéria – 45.0 pontos
57º Cairo, Egito – 43.7 pontos
58º Caracas, Venezuela – 40.5 pontos
59º Karachi, Paquistão – 39.7 pontos
60º Yangon, Myanmar – 39.5 pontos.



 

Fernando de Moraes

 Arteiras Comunicação

 (21) 96777-8838

 www.arteiras.com.br

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Honda XRE 190 ABS 2022: cores e grafismos inéditos são destaque do modelo campeão de versatilidade e robustez. Perfeita para as aventuras do dia a dia e escapadas nos finais de semana, a XRE 190 ABS - oferecida também em versão Adventure - concilia a segurança da frenagem ABS com agilidade ciclística e o vigor do motor bicombustível. Veja preços no texto



A tradição da Honda de oferecer motocicletas versáteis e competentes para uma infinita variedade de usos é inquestionável. Os modelos da categoria trail se destacam neste contexto, e dos portões da fábrica de Manaus, AM, saíram modelos lendários: Honda XL 250R, XL 125S, a família NX - 125, 150, 350 Sahara -, as NXR Bros e a XRE 300, cujo sucesso resultou no lançamento da "irmã" XRE 190 em meados de 2016.

A porta de entrada da família XRE se mantém, há cinco anos de seu lançamento, fiel ao conceito de trail aventureira e uma das motocicletas On-Off Road mais versáteis do line-up Honda no Brasil. O equilíbrio entre performance, economia e robustez é seu grande atrativo, que a coloca em posição estratégica, um degrau acima da NXR 160 Bros e um abaixo da XRE 300 ABS.

Oferecida em duas versões, ABS e a ABS Adventure, as XRE 190 ABS 2022 chegam com novos grafismos e esquema cromático renovado. A exclusiva Honda XRE 190 ABS Adventure vem com uma nova cor fosco, cinza, com detalhes em vermelho e grafismos em preto, composição que exalta a agressividade. Na XRE 190 ABS as novas tonalidades de vermelho e azul perolizado contam com grafismos renovados e ampliação das áreas em preto.

O motor OHC monocilíndrico arrefecido a ar deriva do motor que equipa as linhas CG e Bros, cuja capacidade cúbica foi elevada para equipar a XRE e exatos 184,4 cc mediante o aumento do diâmetro do pistão. O sistema de injeção de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection) Flex One permite o uso tanto de etanol como de gasolina. A potência máxima é de 16,4 cv com etanol e 16,3 cv com gasolina, sempre a 8.500 rpm. O torque máximo alcança 1,66 kgf.m com etanol e 1,65 kgf.m com gasolina, a 6.000 rpm. O câmbio é de cinco marchas.

O chassi de aço é tipo berço semiduplo, com suspensão dianteira telescópica e a traseira monoamortecida, ambas de longo curso, o que em conjunto com a boa ergonomia e assento de dois níveis torna a Honda XRE190 muito confortável, com a distância em relação ao solo do assento contida a 836 mm. Destaque do modelo é a frenagem ABS, que atua no disco dianteiro de 240 mm, deixando a atuação do traseiro isenta do sistema, o que favorece a utilização em terrenos não pavimentados. Quanto aos pneus, a Honda XRE 190 ABS traz modelos mistos calçados em rodas raiadas de aço, medidas 90/90-19 na dianteira e 110/70-17 na traseira.

O estilo inconfundível das XRE está presente através das carenagens laterais, cujo volume e formato favorecem o porte e a personalidade do modelo, destacada pelo característico "bico" sob o farol, elemento de design que identifica esta família de aventureiras. Outros detalhes relevantes no design da XRE 190 ABS são o painel totalmente digital, o banco em dois níveis, as alças laterais integradas ao bagageiro sobre a rabeta e a lanterna traseira com lente dupla.

Disponíveis na rede de concessionários Honda a partir de outubro, as Honda XRE 190 ABS modelo 2022 tem 3 anos de garantia sem limite de quilometragem, mais óleo Pro Honda grátis em sete revisões (o fornecimento gratuito do óleo é válido a partir da 3ª revisão). O preço público sugerido base Distrito Federal, que não inclui despesas com frete ou seguro é o seguinte:

Honda XRE 190 ABS Adventure (Cinza Fosco): R$ 16.650,00
Honda XRE 190 ABS (Vermelho e Azul Perolizado): R$ 16.250,00

General Motors diz que se tornará verde mais cedo


* Por Vivaldo José Breternitz

No início deste ano, a General Motors americana anunciou que, a partir de 2030, seus processos de fabricação deixariam de consumir combustíveis fósseis e que, a partir de 2035, fabricaria apenas veículos que não queimariam esse tipo de combustível.

Agora, a empresa anuncia que seus planos para a área estão sendo antecipados, e que até 2025 usará 100% de energia renovável em suas operações fabris nos Estados Unidos.

Para chegar a esses números, a GM disse que aumentará a eficiência energética de suas fábricas, desenvolverá tecnologia para armazenamento de energia proveniente de fontes renováveis e utilizará microgrids, redes de distribuição de energia que gerenciam a produção e distribuição de eletricidade utilizando softwares sofisticados que coordenam as diversas fontes produtoras para evitar desperdícios, variações de tensão e quedas de energia.

Quanto aos seus produtos, a GM diz que pensa ter em linha cerca de 30 modelos diferentes de veículos elétricos até 2025, em todo o mundo. Há rumores que a empresa está pensando também em fabricar veículos movidos a hidrogênio, embora o foco pareça estar nos elétricos.

É uma postura interessante, embora suspeite-se que possa incluir uma dose de "greenwashing", neologismo derivado das palavras green (verde) e whitewash (branquear ou encobrir), um termo utilizado para indicar o uso de técnicas de marketing e relações públicas para expressar uma falsa preocupação com o meio ambiente.

Essa suspeita se baseia no fato de que, aliadas ao governo Trump, a GM e outras montadoras, tentaram impedir a Califórnia e outros estados de estabelecer seus próprios requisitos de poluição e emissão zero; com a eleição de Biden, a empresa deixou de falar no assunto e parece ter mudado de postura.

No Brasil, a disponibilidade de álcool como combustível pode mudar a estratégia da empresa, fazendo que outros caminhos sejam trilhados.

* Vivaldo José Breternitz, doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, é professor da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Carros de luxo esportivos e utilitários são destaques de leilões da Copart Land Rover, Volvo, Porsche e Hilux estarão disponíveis em três pregões online organizados nesta sexta-feira (8), com 565 lotes em condições diferenciadas



São Paulo - Os apaixonados por carros de luxo esportivos e utilitários já podem comemorar. Nesta sexta-feira (8), a Copart do Brasil - referência na organização de leilões extrajudiciais de veículos - realiza três leilões online que apresentarão opções bastante desejadas no mercado automotivo, entre elas Land Rover, Volvo, Porsche e Hilux.

A primeira sessão ocorre às 10h, no pátio de Osasco (SP), a segunda às 12h, em Betim (MG), e a última do dia, às 14h, em Fortaleza (CE), com 565 lotes disponíveis e descontos de até 70% em relação à cotação de mercado.

Na sessão de 10h, o Porsche Macan 2020/2021 (www.copart.com.br/lot/632037) tem lance inicial de R$ 223.500,00, equivalente a 47% da cotação de mercado - R$ 470.120,00. O veículo da montadora alemã é proveniente de colisão de média monta. Da marca inglesa Land Rover, o Range Rover Sport 2015 (www.copart.com.br/lot/631281) está disponível com lance atual de R$ 179.000,00, correspondendo a 52% da tabela Fipe, que é de R$ 343.640,00.

Às 12h, vale conferir o Volvo XC90 2016/2017 (www.copart.com.br/lot/632863). Com lance inicial de R$ 101.000,00, o veículo da marca sueca conta com 32% do valor de mercado de seminovos (R$ 313.398,00).

Para quem tem preferência pelos utilitários mais robustos, a última sessão do dia, às 14h, apresenta a Toyota Hilux CD 2018/2019 (www.copart.com.br/lot/628493), veículo de frota com lance inicial de R$ 167.000,00, vendido por R$ 225.911,00 (74% do valor de mercado).

Saiba como participar das sessões

Os leilões da Copart podem ser acompanhados por participantes residentes em qualquer região do país, independentemente da localidade na qual os veículos estejam armazenados. As salas para que os interessados possam dar os lances ficarão disponíveis 30 minutos antes do início de cada sessão.

Para participar do leilão organizado pela Copart Brasil, basta cadastrar-se no site da empresa (www.copart.com.br), informar a documentação necessária, como CNH, CPF, RG e comprovante de residência. Podem participar do certame pessoas físicas (maiores de idade) ou jurídicas.

Sobre a Copart
A Copart é uma empresa multinacional norte-americana com ações na NASDAQ e presente em onze países nas Américas, Europa e Ásia. Presente no Brasil desde 2012, a atuação da Copart é voltada à organização de leilões extrajudiciais de veículos. Com foco em seguradoras, financeiras, bancos e locadoras, a Copart emprega as mais altas tecnologias, inovação e melhoria constante de processo para garantir menor cycle time, rápida monetização do bem e maior rentabilidade ao cliente. Atualmente a empresa mantem 14 pátios em todas as regiões do território nacional.

Saiba mais sobre a Copart

CAOA Chery de janeiro a setembro vendeu quase 28 mil carros e registrou crescimento de 120% no acumulado do ano.




A CAOA CHERY encerrou o mês de setembro com 4.036 carros vendidos e 2,84% de market share. Com isso, atingiu a marca de 27.839 unidades comercializadas de janeiro a setembro, crescimento de 120% na comparação com o mesmo período do ano passado (12.658 unidades). O resultado é muito superior ao da indústria, que cresceu cerca de 14% no acumulado do ano. Na comparação com setembro de 2020, quando a CAOA CHERY vendeu 2.183 carros, a alta foi de 84,7%.



De acordo com o CEO da CAOA CHERY, Marcio Alfonso, o desempenho demonstra a capacidade da marca de se manter em constante evolução. “Esse crescimento demonstra o nosso compromisso de seguirmos nos reinventando. Mesmo diante de tantos desafios que a indústria automotiva global tem passado, a CAOA CHERY tem conseguido se superar. Isso é resultado dos nossos investimentos constantes em nossas fábricas, no aumento do portfólio e da Rede Concessionária, cada vez mais presente em todas as regiões do País”, analisa.



Entre os destaques de setembro está o Tiggo 3x Turbo. Em seu quarto mês completo nas concessionárias, o SUV da CAOA CHERY acumulou 800 unidades emplacadas, sua melhor performance desde o lançamento. “O Tiggo 3x é um carro extremamente competitivo. Com design arrojado, muito conteúdo e um conjunto de powertrain ágil e esperto, como o consumidor brasileiro gosta. Sem dúvidas, será um modelo que vai crescer muito dentro do nosso portfólio”, comenta Marcio Alfonso, CEO da CAOA CHERY.



No acumulado do ano, o jovem atleta da família Tiggo já registrou 2.139 unidades licenciadas. Com isso, passou a figurar entre os 29 utilitários esportivos mais vendidos no país em 2021. O ranking contempla ainda os outros SUVs da marca, demonstrando a força do portfólio da CAOA CHERY no segmento. O Tiggo 7 é o 22º colocado, o Tiggo 2 aparece na 19ª posição, enquanto o Tiggo 8 e o Tiggo 5x figuram na 15ª e 13ª colocação, respectivamente.



Considerando as vendas de setembro, o Tiggo 5x fechou o período com 1.122 unidades comercializadas, sendo mais uma vez o carro mais vendido da marca. Ele é seguido pelo Tiggo 8 com 1.063 veículos vendidos. Entre os sedans, o Arrizo 6 segue na quarta colocação na sua categoria, com 342 unidades comercializadas em setembro.




























quinta-feira, 7 de outubro de 2021

Jeep® tem melhor trimestre de sua história em participação de mercado na indústria. - Marca alcança 8,3% de market share na somatória de julho, agosto e setembro. - Compass conquista segundo lugar no ranking de automóveis brasileiro, posição inédita em sua história

 


O ano em que a Jeep completa seu 80° aniversário no mundo entrará para a história não só pelo lançamento do Commander, do Novo Compass e do primeiro carro conectado da marca no Brasil, mas também pelos números alcançados. O terceiro trimestre de 2021 terminou com 38.506 carros vendidos, sendo que em setembro foram 11.408 veículos. A Jeep alcançou 23,1% de participação em SUVs quando consideramos julho, agosto e setembro. No mesmo período, mais uma marca inédita alcançada: 8,3% de participação de mercado na indústria.

Mais uma vez o Compass liderou entre os SUVs, mas em setembro fez mais: conquistou a posição inédita de segundo lugar entre os automóveis (ou terceiro se forem considerados os comerciais leves também). Com 6.824 unidades comercializadas, o modelo teve ainda o segundo melhor mês de sua história e foi responsável por 49,1% das vendas de seu segmento de SUVs médios (C-SUVs). No ano, já são 52.871 carros comercializados. 

Com o nono lugar no ranking geral de automóveis e comerciais leves, o Renegade teve 4.503 veículos vendidos em setembro e 18.067 no terceiro trimestre, período em que foi responsável por 17,2% de seu segmento de SUVs Compactos (B-SUVs). O modelo chegou a 42.415 unidades em 2021.

“Atingimos recorde atrás de recorde nos últimos meses não apenas nos nossos segmentos, mas na indústria como um todo. A posição conquistada pelo Compass em setembro e nossa marca de participação no mercado no trimestre só comprovam isso. E melhor: com níveis inéditos também de satisfação dos clientes. Com todos esses resultados, tudo indica que teremos um fechamento de ano de números muito positivos para a Jeep”, afirma Everton Kurdejak, diretor de Operações Comerciais da Jeep para o Brasil.

Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon 


Nº 1.170 — 7/10/21

 



SISTEMA C-2-X AVISA SOBRE

BURACOS EM TEMPO REAL

 


A precariedade da pavimentação de ruas e estradas no Brasil é quase uma “instituição” nacional. Buracos, ondulações, lombadas e má qualidade, tanto do asfalto quanto dos serviços de recapeamento, causam prejuízos enormes aos motoristas, em particular desníveis traiçoeiros de bueiros não realinhados para compensar a nova camada asfáltica. Isso sem contar o número enorme de lombadas que proliferam sem controle e fora das dimensões regulamentadas.

A mais recente iniciativa de disciplinar a questão foi a Resolução nº 600 do Contran, de maio de 2016, quando se proibiu o uso de tachas, tachões e similares em vias públicas. Logo no artigo 1º há uma tentativa de frear a expansão descontrolada de lombadas.

“A ondulação transversal pode ser utilizada onde se necessite reduzir a velocidade do veículo de forma imperativa, nos casos em que estudo técnico de engenharia de tráfego demonstre índice significativo ou risco potencial de acidentes cujo fator determinante é o excesso de velocidade praticado no local e onde outras alternativas de engenharia de tráfego são ineficazes.”

Antigas e mesmo novas lombadas, contudo, estão fora dos padrões. E isso pode causar acidentes, além de aumento considerável no consumo de combustível e emissão de gases poluentes em razão de frenagens e acelerações desnecessárias. A pintura sobre o obstáculo se desgasta ao longo do tempo e placas de sinalização estão muitas vezes mal colocadas ou mesmo inexistentes. Pacientes a bordo de ambulâncias sofrem com os solavancos. Danos em pneus, rodas e suspensões, além de desgaste maior dos freios, são outras consequências.

A partir de agora, buracos e obstáculos na pista como lombadas podem ser detectados e colocados em rede por alguns modelos Mercedes-Benz. Trata-se de uma evolução do sistema Car-2-X (em inglês, comunicação do carro para tudo em volta) da marca alemã. Desde 2016, três milhões de unidades do Classe S, nova geração do Classe C e, recentemente, do sedã elétrico EQS foram produzidas com o Car-2-X, disponível em mercados específicos.

A empresa desenvolveu um sistema que analisa o comportamento do veículo ao passar por irregularidades na pista. Para isso é necessário dispor de suspensões adaptativas (opcional, no Classe C) ou pneumáticas (de série, no Classe S e no EQS). As variações podem ser captadas e enviadas em tempo real pela rede interconectada. Todos os veículos Car-2-X passam, então, a receber avisos de “cuidado com o buraco” e “atenção, redutor de velocidade”, de forma visual e sonora na tela multimídia, se o motorista habilitar esse tipo de informação.

É um recurso de ação colaborativa e de forma automática nos três modelos da marca. O sistema funciona com telefonia celular 4G, porém ficou mais rápido e confiável graças à tecnologia 5G, disponível na Europa, Estados Unidos, Japão, China e Coréia do Sul. A 5G chega aqui em 2022.

A Mercedes-Benz informou que ainda não tem previsão para Car-2-X no Brasil.

 

ALTA RODA

 

QUEDA acentuada de vendas de automóveis (incluídos os SUVs), em setembro, foi por falta de componentes eletrônicos, um fenômeno mundial. Fábricas estão paradas ou em ritmo extremamente lento ao redor do mundo. Em quase todos os países observaram-se recuos entre 20% e 30%. Aqui a diminuição em relação a agosto deste ano foi de 9% e de 32% frente a setembro de 2020. Fenabrave projeta que em 2021, com ajuda do bom desempenho de veículos pesados, o mercado total cresça apenas 4,8% sobre o ano passado.

GENERAL MOTORS anunciou nos EUA sua nova plataforma de atualização de softwares e sistemas eletrônicos de bordo em tempo real via internet. Batizado de Ultifi, a partir de 2023, vai facilitar a vida dos motoristas e gerar receitas que os fabricantes de veículos hoje entregam de graça às bigtechs do Vale do Silício. Tesla, como partiu do zero, foi a que mais avançou neste campo. Custos de manutenção de veículos, mesmo com motores a combustão, tendem também a ser menores.

MUSTANG Mach 1 ampliou o conceito de muscle car americano ao oferecer maior desempenho e requinte frente aos concorrentes diretos. A Ford tem calibrado a oferta no mercado para manter certa exclusividade. O V-8 de aspiração natural, 5 litros e 483 cv obviamente não apresenta reações de um motor turbo, mas aceleração de 0 a 100 km/h abaixo de cinco segundos indica que os fãs do modelo não se decepcionarão. Surpreendem as respostas precisas de direção e potência de frenagem para um carro de 1.814 kg.

GOVERNO do Estado de São Paulo, finalmente, diminuiu a alíquota de ICMS de 18% para 14,5% em modelos elétricos e híbridos novos. Assim, teve fim o desincentivo a esses veículos, que custam muito mais que modelos com motor a combustão em razão das baterias. Mas incentivo, de fato, não existe: alíquota do imposto é igual em ambos os casos. Os governos de vários países dão subsídios diretos a elétricos. Aqui como a carga fiscal é imensa, bastaria reduzi-la mesmo de forma simbólica.

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