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sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

Stellantis faz mostra de seus carros elétricos no Haras Tuiuti (SP): e-208 GT e 500 liberados para test-drive,


A Stellantis está presente em mais um evento de eletrificação com uma ampla gama de veículos destinados ao consumidor até este domingo (5). No Haras Tuiuti, na cidade de Tuiuti, interior de São Paulo, a empresa participa do Electric Experience com quatro veículos elétricos das marcas Fiat, Peugeot e Citroën.

Peugeot e Citroën

Os recém-lançados furgões elétricos Peugeot e-Expert e Citroën e-Jumpy estão pela primeira vez no Brasil em um evento público. Na pista de test-drive, é possível experimentar a condução dos modelos e conhecer as particularidades de cada um.

Já o Peugeot e-208GT é uma das atrações entre os veículos de passeio no evento. O modelo alia esportividade, força, tecnologia e eletrificação para agradar todos os gostos e preferências de condução.

Fiat

Também está disponível para testes o Fiat 500e, o primeiro veículo elétrico das marcas do grupo a chegar ao Brasil, em agosto de 2021. Clássico e charmoso, o modelo traz uma série de tecnologias que transportam o condutor para o futuro. 

Debates para além dos carros elétricos

O Electric Experience teve início nesta terça-feira (30) e acontece até domingo (05) com testes-drives e uma série de conteúdos sobre o universo da eletrificação.

Katia Ribeiro, responsável pelos veículos utilitários da Stellantis, participa no dia 03/12 em painel sobre frotas eletrificadas com a executiva Oscar Sacramento, líder de frotas da DHL, e Tayguara Helou, diretor de desenvolvimento da Braspress. Juntos debaterão sobre o uso das vans e furgões elétricos no segmento de entrega de produtos.

Estratégia de eletrificação



A Stellantis apresentou em julho deste ano sua estratégia de eletrificação global, que prevê a oferta de uma ampla gama de veículos para as marcas icônicas da empresa, além de contar com a experiência interna e o estabelecimento de parcerias e joint ventures para fornecer avançadas tecnologias a preços acessíveis. Globalmente, o grupo já possui 29 modelos eletrificados e a perspectiva é introduzir outros dez veículos até o fim do ano.

Para executar essa estratégia, a Stellantis planeja investir mais de 30 bilhões de euros até 2025 em tecnologias de eletrificação, desenvolvimento de software e direção autônoma.



quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Honda revela a estreia mundial de tecnologias avançadas de segurança do futuro em direção à realização de sua meta de fatalidades por colisão no tráfego zero até 2050


Para prevenir colisões, é importante aprimorar as habilidades das pessoas, incluindo habilidades mentais, como habilidades de direção, habilidades cognitivas e de tomada de decisão e mostrar compaixão para com os outros.

Tóquio, Japão - Honda Motor Co., Ltd. realizou a estreia mundial de tecnologias de segurança do futuro avançadas que a Honda está desenvolvendo atualmente para a realização de uma sociedade onde todos que compartilham a estrada estarão livres do risco de colisões de tráfego e desfrute da liberdade de mobilidade com total tranquilidade.

A Honda se empenhará para atingir sua meta de atingir “zero fatalidades por colisão no trânsito envolvendo motocicletas e automóveis Honda em todo o mundo até 2050”, utilizando duas tecnologias-chave. Um deles é a primeira * 1 tecnologia de assistência ao motorista inteligente do mundo * 1 equipada com inteligência artificial (IA), que oferece assistência adequada à capacidade e situação de cada indivíduo para reduzir erros e riscos de direção, ajudando o motorista a alcançar uma direção segura e confiável. A outra é a “Tecnologia de Rede Segura e Sadia” que conecta todos os usuários das estradas, tanto pessoas quanto produtos de mobilidade, por meio das telecomunicações, possibilitando prever riscos potenciais e ajudar as pessoas a evitá-los antes que ocorram de fato as colisões.




■ Realização de “zero fatalidades de colisão no trânsito até 2050”

Buscando uma sociedade livre de colisões para todos que compartilham a estrada, representada pelo slogan de segurança global “Segurança para Todos”, a Honda tem buscado a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias de segurança da perspectiva de hardware e software.

Em busca de uma sociedade livre de colisões, a Honda expandirá a introdução do Honda SENSING 360, um sistema de assistência ao motorista e segurança omnidirecional anunciado recentemente, para todos os modelos a serem colocados à venda em todos os principais mercados até 2030. Além disso, a Honda continuará trabalhando para expandir a aplicação de uma função de detecção de motocicletas e aprimorar ainda mais as funções de seu ADAS (sistema avançado de assistência ao motorista).

Além disso, a Honda também continuará avançando na expansão da aplicação de tecnologias de segurança para motocicletas e na oferta de tecnologias de educação para a segurança (Honda Safety EdTech) . Por meio dessas iniciativas, a Honda se esforçará para reduzir as fatalidades globais por colisão de tráfego envolvendo motocicletas e automóveis Honda pela metade * 2 até 2030.
Além disso, a Honda se empenhará para cumprir sua ambiciosa meta de "mortalidade por colisão zero em 2050" por meio do estabelecimento de segurança futura tecnologias o mais cedo possível.


■ 1) Segurança adequada a cada indivíduo:

Visando “zero erro humano” na direção com a “Tecnologia Inteligente de Assistência ao Motorista”

A Honda desvendou os fatores por trás dos erros humanos por meio de seu estudo original do cérebro humano baseado em fMRI * 3 e análise de comportamentos de risco.

O sistema pressupõe preditores de erros de direção com base nas informações obtidas por meio de uma câmera de monitoramento do motorista e no padrão das operações de direção.

Esta tecnologia está sendo desenvolvida para permitir que cada motorista mitigue erros de direção e desfrute da mobilidade sem qualquer sensação de ansiedade.
A Honda se esforçará para estabelecer tecnologias subjacentes durante a primeira metade da década de 2020, com aplicação prática durante a segunda metade da década de 2020.

Com o objetivo de desvendar as causas subjacentes de erros de direção que deixam o motorista ansioso, a Honda vem conduzindo pesquisas e desenvolvimento de “tecnologias para entender as pessoas” com um método original que utiliza fMRI * 3.

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Além de tecnologias para entender o comportamento e as condições humanas, que a Honda acumulou até hoje, a “Tecnologia Inteligente de Assistência ao Motorista” hoje revelada, a primeira do mundo , usa sensores e câmeras ADAS para reconhecer riscos potenciais no entorno do veículo, que permite que a IA detecte riscos de direção . Ao mesmo tempo, a IA determinará o comportamento de direção ideal em tempo real e oferecerá assistência adequada ao estado cognitivo e às situações de tráfego de cada motorista.

Com as funções de assistência ao motorista de última geração atualmente em pesquisa e desenvolvimento, a Honda se esforçará para oferecer o novo valor de segurança "livre de erros" e paz de espírito que são adequados ao comportamento de direção e situação de cada motorista individual e mantê-los longe de quaisquer riscos potenciais.

<Três valores que a Honda oferecerá com sua tecnologia de assistência ao motorista de última geração>

1Sem erros de operação de direção (assistência operacional): o
veículo oferece assistência baseada em IA para reduzir o desvio e evitar atrasos nas operações.

2Sem supervisão / sem erros de previsão (assistência cognitiva): o veículo comunica os riscos com as sensações visuais, táteis e auditivas.

➣Tecnologias em fase de P&D: Indicador de risco, controle do cinto de segurança e áudio 3D

3* Sem erros devido a devaneios e direção descuidada (Assistência de atenção): O veículo ajuda a reduzir a fadiga / sonolência do motorista

➣Tecnologias na fase de P&D: Bio feedback / estímulo de vibração através do encosto do banco




Daqui em diante, a Honda avançará ainda mais com a "Tecnologia Inteligente de Assistência ao Motorista" revelada hoje e continuará fazendo progresso no desenvolvimento com o objetivo de estabelecer tecnologias subjacentes durante a primeira metade da década de 2020 , e então lançar aplicações práticas durante a segunda metade da década de 2020 .

Com esta tecnologia, a Honda avançará a assistência ao motorista convencional que ajuda o motorista a evitar riscos enquanto ocorre para a assistência ao motorista com alimentação de AI, que manterá o motorista longe dos riscos e se esforçará para eliminar completamente os erros humanos, que são a causa de mais de 90% das colisões de tráfego * 4 .

■ 2) Coexistência segura de todos os usuários da estrada:

Estabelecimento da “Tecnologia de Rede Segura e Sadia” que conecta todos os usuários da estrada por meio de telecomunicações

O sistema entende / reconhece a situação e o ambiente circundante de cada motorista e usuário da estrada
Por meio da rede de comunicação, as informações sobre os riscos potenciais no ambiente de tráfego serão agregadas no servidor, e os riscos são previstos a partir da reprodução do ambiente de tráfego no espaço virtual.
O sistema obtém as informações de suporte mais adequadas, as comunica a cada usuário da estrada e os incentiva a tomar medidas para evitar o risco potencial antes que ele realmente aconteça.
A Honda vai acelerar a colaboração setorial e público-privada com o objetivo de padronizar a tecnologia na segunda metade da década de 2020.




Para concretizar uma sociedade de mobilidade “livre de colisões” para todos os usuários das estradas, a Honda está se esforçando para concretizar uma “sociedade de segurança cooperativa”, onde a utilização de tecnologias de telecomunicações permitirá que todos que compartilham a estrada estejam conectados e coexistam.

Com a “Tecnologia de Segurança e Som”, informações sobre potenciais riscos no ambiente de tráfego, que são detectados a partir de informações obtidas de câmeras de beira de estrada, câmeras de bordo e smartphones, serão agregadas no servidor para reproduzir aquele ambiente de tráfego no virtual espaço. Nesse espaço virtual, tendo em consideração as condições e características de cada utente da via, o sistema prevê / simula o comportamento dos utentes da via com elevado risco de colisão. Em seguida, o sistema obtém as informações de suporte mais adequadas para ajudar os usuários da estrada a evitar riscos.

Essas informações de suporte serão comunicadas intuitivamente aos motoristas de automóveis, motociclistas e pedestres por meio de "HMI de risco cooperativo (interface homem-máquina)", o que tornará possível para o sistema encorajar os usuários da estrada a tomarem medidas para evitar uma colisão antes que ela aconteça .

Com o objetivo de implementar esta tecnologia no mundo real após 2030, a Honda construirá o sistema e concluirá a verificação de eficácia na primeira metade dos anos 2020 e, em seguida , acelerará a colaboração público-privada em toda a indústria com o objetivo de padronizar a tecnologia na segunda metade de a década de 2020.

■ Comentários de Keiji Ohtsu, Presidente e Diretor Representante da Honda R&D Co., Ltd .:

“Esforçando-se para eliminar completamente os riscos de mobilidade para todos que compartilham a estrada, a Honda oferecerá segurança e tranquilidade para cada usuário da estrada como um novo valor. Aplicando nossas futuras tecnologias de segurança que incorporarão esse novo valor, a Honda trabalhará em direção à realização de "fatalidades por colisão zero no trânsito" envolvendo motocicletas e automóveis Honda globalmente até 2050. Para a realização de uma sociedade livre de colisões, onde todos os usuários das estradas cuidem de cada um outro e a liberdade de mobilidade se torne possível, vamos acelerar ainda mais nossas iniciativas setoriais e público-privadas. ”

* 1Pesquisa interna da Honda

* 2Reduzir as fatalidades por colisão no trânsito envolvendo motocicletas e automóveis Honda por 10.000 unidades vendidas em 50% até 2030 em comparação com 2020.

* 3A imagem de ressonância magnética funcional, fMRI (um dos métodos para obter imagens de áreas de funcionamento do cérebro com base nas mudanças no fluxo sanguíneo.)

* 4Fonte: “Número de acidentes fatais em acidentes de trânsito por tipo de violação das leis”, White Paper on Traffic Safety in Japan 2017

COLUNA FERNANDO CALMON



Coluna Fernando Calmon 


Nº 1.178 — 2/12/21

 


VEÍCULOS AUTÔNOMOS AINDA

DEMORAM A VENCER DESAFIOS

 


Um tema que desperta curiosidade – ou fascínio – para muitos é o de veículos autônomos. No Brasil, também existe este interesse e até exacerbado. Basta ver a repercussão nas redes sociais do episódio de um proprietário de Tesla, em São Paulo, flagrado dirigindo com o banco reclinado e, aparentemente, dormindo. Na realidade ele estava fingindo apenas, para chamar a atenção. Esse tipo de comportamento ocorreu várias vezes nos EUA, logo que as vendas daquele modelo decolaram por lá.

Há uma escala de um a cinco que a americana Sociedade de Engenheiros Automotivos (SAE, na sigla original) criou para diferentes níveis de autonomia. Tesla e outros modelos de várias marcas estão no Nível 2,5 que exige o motorista tocar no volante em intervalos fixos de tempo. No começo deste ano a Honda conseguiu homologar no Japão o primeiro carro de Nível 3, o Legend. São apenas 100 unidades a US$ 102.000 (R$ 570.000). Neste caso, o motorista ainda precisa monitorar o trânsito e estar pronto a intervir. No Nível 4 não há necessidade de supervisão e no Nível 5 pedais e volantes nem existem mais.

No entanto, ainda prevalece grande desconhecimento sobre veículos autônomos (VA). Isso ficou claro em uma pesquisa da consultoria JD Power publicada agora em 30 de novembro, nos EUA. O estudo foi feito em conjunto com o instituto MIT e uma entidade conhecida como PAVE (Parceiros para Educação sobre Veículos Autônomos, em inglês).

A conclusão apontou que “os consumidores não sabem o que não sabem”. Mais do que simples jogo de palavras, há uma lacuna significativa entre o conhecimento real e o percebido acerca de VA. Prova disso é que 19% dos entrevistados acreditam que veículos totalmente automatizados estão disponíveis para compra hoje. Trata-se de uma crença incorreta, também compartilhada por 16% dos proprietários de Tesla.

A indústria, então, precisa ser o catalisador para educar o público para além dos métodos tradicionais de aprendizagem.

Bryan Reimer, cientista pesquisador do MIT, ressaltou outro aspecto. “Segurança é fundamental ao construir qualquer experiência de direção autônoma. Pequenos contratempos na confiança do público pelo uso indevido de sistemas ou uma falha de desempenho com base em expectativas equivocadas do consumidor podem dificultar as implantações nas próximas décadas.”

Por esses motivos está tão difícil prever quando, de fato, os VA avançarão. Poderão fazer entregas urbanas em rotas segregadas ou transportar passageiros sob condições controladas como acontece nos EUA e China. Tecnologia celular 5G será fundamental, porém cravar uma data é pouco factível.


ALTA RODA


NOVA picape intermediária Chevrolet Montana mantém-se dentro do cronograma esperado. Unidades de pré-série começam a ser montadas no final de 2022, mas início da produção está marcado para janeiro de 2023, segundo minhas fontes. Lançamento deve ocorrer no primeiro trimestre daquele ano. Ao contrário de rumores recentes, não há previsão de versão 4x4. Tração nas quatro rodas aumentaria a massa do veículo e exigiria um motor bem mais potente que foge dos parâmetros de custos do projeto original.

SITE Automotive Business completou 25 anos e organizou semana passada um dos eventos on line mais concorridos de 2021. Um trabalho de fôlego que em dois dias reuniu 10 superespecialistas (os game changers) nos temas de mobilidade e 60 palestrantes divididos em três trilhas de atuação. Palestras e debates focaram o ambiente de recuperação do setor e as peculiaridades do mercado brasileiro. O País tem como influenciar outros países sem condições econômicas e financeiras para a virada de chave que avança acima da linha do Equador.

HYUNDAI Creta exibe estilo controverso dos faróis e lanternas, mas há qualidades do produto a ressaltar. Interior ficou bem melhor, incluindo quadro digital de 7 pol. e tela multimídia de 10,25 pol. Além do indispensável autohold (freio automático de imobilização), duas câmeras laterais projetam a retrovisão no campo visual central do motorista. Acabamento bem cuidado, espaço interno ampliado e portas malas de 422 litros destacam-se. Motor 1-litro turbo limita o desempenho, mas o 2-litros aspirado resolve.

SUV elétrico BYD Tan, de sete lugares, começa a ser vendido no primeiro trimestre de 2022. Preço a definir, na faixa de R$ 450 mil/R$ 500 mil. Grande (4,87 m de comprimento; 2,85 m de entre-eixos) e pesado (número não informado) o chinês se destaca pelo nível de equipamento que inclui até câmera de filmagem interna. Tração 4x4 sob demanda (motor dianteiro, 245 cv e traseiro, 272 cv, totalizando 517 cv) permite acelerar de 0 a 100 km/h em 4,6 s, entre os mais rápidos desse segmento de elétricos.

CUMMINS completou 50 anos de atuação no Brasil com plano de diversificar sua linha de produtos para veículos pesados e geradores de energia elétrica. Além de diesel e gás, pilhas a hidrogênio para motores de caminhões e estacionários completarão o portfólio. A empresa também fornecerá hidrogênio para qualquer veículo.

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www.fernandocalmon.com.br


 

Honda selecionada pelo 5º ano consecutivo para o Índice Mundial dos Índices de Sustentabilidade Dow Jones


TÓQUIO, Japão, 2 de dezembro de 2021 - A Honda Motor Co., Ltd. anunciou que a empresa foi selecionada pelo quinto ano consecutivo como componente do Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones (“DJSI World”). Os Índices Dow Jones de Sustentabilidade (“DJSI”) são uma das referências chave para o investimento socialmente responsável * .

O DJSI são os índices de investimento administrados pela S&P Dow Jones Indices LLC, com sede nos Estados Unidos. que avaliam a sustentabilidade das empresas líderes mundiais em critérios econômicos, ambientais e sociais e selecionam empresas que demonstram excelência geral para os índices.

Com base em sua revisão anual DJSI, S&P Dow Jones Indices LLC. publicou a lista de componentes e a Honda foi selecionada como um componente do Índice Dow Jones de Sustentabilidade Ásia / Pacífico por sete anos consecutivos. Na revisão, a Honda também foi classificada entre as cinco primeiras do setor automotivo global e adicionada ao DJSI World.

A Honda publicou o “Relatório de Sustentabilidade Honda 2021” resumindo a abordagem e as iniciativas da Honda em relação à sustentabilidade. Para obter mais informações, visite:
https://global.honda/about/sustainability/report.html .

Por meio de criações e desafios únicos como uma empresa de mobilidade, a Honda continuará fornecendo produtos e serviços atraentes que alegram os clientes ao mesmo tempo que ouve as vozes das partes interessadas e ajuda a resolver várias questões sociais. Dessa forma, a Honda se esforçará para se tornar a empresa que a sociedade deseja que exista.

* Estratégia de investimento que inclui critérios de avaliação da responsabilidade social corporativa das investidas, além da análise convencional de indicadores financeiros

TCR Sul-Americana se iguala à categoria de Turismo disputada em outros continentes



A TCR South America desembarcou este ano aqui depois do sucesso alcançado em 30 campeonatos ao redor do mundo, além das disputas de títulos mundial e europeu da mais competitiva categoria de carros de turismo do mundo. A América do Sul precisava de um campeonato desse porte, que soma o lado técnico com carros de alta performance ao lado comercial com apelo das montadoras de enxergarem nesta disputa os seus próprios produtos de ruas nas pistas. Sem dúvida nenhuma, passou a ser uma ótima opção para pilotos que queiram se profissionalizar aqui no Brasil e nos demais países sul-americanos.

A primeira temporada do TCR South America está na reta final, com apenas mais duas etapas para a sua conclusão. 

Se pensarmos que a nova categoria chegou aqui praticamente no difícil momento da pandemia do covid-19, com muitas restrições de viagens entre os países e, inicialmente, sem a própria presença de público nas corridas brasileiras, este primeiro campeonato foi um sucesso e o de 2022, previsto para começar em abril, promete ser ainda melhor.

Entre os principais motivos que devem acelerar ainda mais essa nova categoria sul-americana, podemos destacar a união no Brasil com a Fórmula Truck em três corridas nas pistas de Interlagos, Velocitta e Goiânia em 2022; a utilização de autódromos com mais estrutura e modernos na fase do calendário na Argentina; a boa possibilidade de  disputar a primeira corrida de rua em Punta Del Leste, no Uruguai; a inclusão de novas marcas de carros (já está acertada a participação da Peugeot e, em fase de conclusão de negociações, da Toyota); aumento do grid para  17 ou 18 carros, com possibilidade de até vinte carros; e um novo regulamento para as corridas de duplas se tornarem ainda mais competitivas, já que são nessas provas mais longas que participam a maioria dos pilotos de outros continentes no TCR South America.

Renault Group inaugurou sua Factory VO a primeira fábrica especializada no recondicionamento de veículos seminovos em escala industrial




Jean-Dominique Senard, presidente do Conselho de administração do Renault Group, declarou: “Tenho um grande orgulho do trabalho realizado por nossas equipes para criar – em tempo recorde – a maior fábrica de economia circular da Europa dedicada à mobilidade. Com a Refactory da França, demonstramos que é possível realizar a conversão e transformação da indústria com um impacto positivo. Entre outras iniciativas, estamos comprovando a dinâmica do grupo em todas as frentes da transição ecológica, bem como da transformação de competências e invenção de novas mobilidades.”

Luca de Meo, CEO do Renault Group, completou: “Cumprimos nossa promessa: um ano depois de ter sido foi inaugurada, a Refactory representa um projeto inovador e ambicioso para a planta de Flins, uma nova fonte de valor econômico, social e ambiental. A Refactory cumpre um papel de protagonista no plano estratégico Renaulution, por meio do qual o grupo está comprometido com uma transformação profunda, rápida e sustentável, com foco na criação de valor. No coração deste projeto está nossa 1ª fábrica de veículos seminovos, demonstrando nossa capacidade de industrializar nossas atividades de economia circular. Esta Factory VO nos posiciona no melhor nível no crescente mercado de veículos seminovos, com instalações industriais únicas, capazes de recondicionar até 45.000 veículos por ano.” 



A Refactory em Flins: realizações e perspectivas 

A Refactory se baseia em um ecossistema articulado em torno de 4 polos: 

  • RE-TROFIT: este polo reúne as atividades de retrofit e recondicionamento dos veículos seminovos. Em funcionamento desde setembro de 2020, a Factory VO já recondicionou mais de 1.500 veículos. Nos próximos dois anos, estão previstos o aumento de suas capacidades e inclusão de novas atividades, como a reparação de carrocerias pesadas. Até 2023, também será estudado um projeto de oferta de retrofit para converter veículos utilitários para propulsão elétrica.

 

  • RE-ENERGY: este polo contribui para o desenvolvimento das aplicações em torno da 2ª vida de baterias e novas energias. Com a expansão da mobilidade elétrica, a Gaia, filial do grupo especializada na reparação de baterias, se prepara para mudar de escala: até o fim de 2021, terão sido feitas 2.000 reparações de baterias, com previsão de mais de 20.000 reparações anuais até 2030. Trabalhando em colaboração com a Mobilize, a planta de Flins recebeu em 2021 um dispositivo de armazenagem estacionário de energia a partir de baterias, com capacidade de 15 MWh (projeto “Advanced Battery Storage”). 



  • O desenvolvimento de sistemas de armazenagem de energia móveis ou estacionários para usos múltiplos (canteiros de obras, armazenagem de energia solar, em barcos, etc.) representará uma capacidade de 30 MWh nos anos de 2021 e 2022. Por meio da joint venture Hyvia, dedicada à mobilidade a hidrogênio, a partir de 2022 a planta de Flins também realizará as atividades de montagem de células de combustível, eletropostos e fornecimento de hidrogênio.

 

  • RE-CYCLE: este polo reúne as atividades de reciclagem, reuso de peças e materiais. A chegada progressiva entre 2021 e 2022 das equipes da fábrica de Choisy-le-Roi, especialistas em remanufatura de peças mecânicas, vai permitir maximizar a utilização de peças de reposição e reuso na Factory VO e no grupo. Também está prevista a ampliação da atividade estratégica de reparação de cartões eletrônicos (mecatrônica) nesta transferência de atividade. O polo continua implantando ciclos curtos para reciclagem de materiais e peças, como catalizadores ou para-choques. 

 

  • RE-START: este polo engloba o projeto de inovação e treinamento, reunindo 3 unidades: um centro de inovação com foco na indústria 4.0 para desenvolver principalmente a prototipagem, impressão 3D e retrofit dos nossos robôs, uma atividade de prototipagem de veículos utilitários, bem como um campus onde cursos profissionalizantes com diploma estão sendo oferecidos aos colaboradores de Flins. A partir do início de 2022, este polo vai incluir uma incubadora dedicada à pesquisa e inovação em economia circular, bem como novas formações acadêmicas com diploma, com o apoio dos governos locais.

Até o final de 2021, 700 colaboradores de Flins terão sido alocados às atividades da Refactory. Até 2030, a planta prevê contratar mais de 3.000 pessoas. 




Factory VO: prazos, custos e qualidade no mais alto nível

Para manter o valor do produto e responder ao crescimento do mercado de veículos seminovos, a fábrica de recondicionamento de Flins se baseia em um modelo único, criado para oferecer o melhor nível do mercado em relação a prazos, custos e qualidade. A Factory VO é uma planta 100% digitalizada, permitindo assegurar a rastreabilidade e monitoramento em tempo real das etapas de restauração. Criada para recondicionar todos os tipos de veículos, de todas as marcas, a planta se baseia em 4 pilares principais:

1. CAPACIDADE DE ESCALA: 
Ocupando uma área de 11.000 m2, a Factory VO de Flins é a maior planta de recondicionamento da Europa. Organizada em três equipes, ela pode recondicionar 180 veículos seminovos por dia, ou seja, 45.000 veículos por ano até 2023, com a possibilidade de dobrar sua capacidade em médio prazo.



2. CUSTOS:
A planta baseia sua competitividade em uma alta taxa de produtividade, além de uma organização em linha e sistemas otimizados de produção de veículos novos. A Factory VO conta com ciclos curtos de peças e materiais oriundos das subsidiárias do grupo, como Gaia, Indra e Choisy-le-Roy, para limitar ao máximo a substituição de peças, favorecendo a reparação. A organização combinada dos fluxos logísticos com os veículos novos também permite reduzir custos e o impacto ambiental.

3. PRAZOS:
Com suas 4 linhas de produção, a Factory VO é organizada de forma a não haver retrocessos. A SGS Automotive Services realiza o controle técnico integrado na linha, para aumentar a eficiência e encurtar prazos. A planta conta com um estúdio de foto e vídeo, instalado em uma plataforma giratória, para produzir imagens automatizadas (até 10 veículos por hora). Este escâner de alta resolução permite fazer inspeções virtuais a 360° (interior, exterior, parte inferior da carroceria e pneus). Criado pela empresa especializada Twinner, este dispositivo permite recolocar o veículo à venda imediatamente, sem ser necessário retorná-lo à concessionária. Em média, a Factory VO recondiciona um veículo em 8 horas, em vez de 21 dias.



4. QUALIDADE:
Os veículos recondicionados contam com os mesmos padrões de qualidade que a produção de veículos novos. Faz parte da estrutura um dispositivo de controle de qualidade independente, bem como um sistema de qualificação de baterias para veículos elétricos. Até 2022, 200 funcionários terão sido alocados na Factory VO. Estes recrutamentos internos na fábrica de Flins são associados a um programa de formação certificada, baseado em um currículo comum (estratégia de pós-venda, sustentabilidade de materiais, reciclagem, etc.) e treinamentos mais específicos na Factory VO (eletromecânica, smart repair).

O projeto Refactory está no coração da estratégia de desenvolvimento sustentável do Grupo. Este projeto industrial global está previsto para ser ampliado, como foi feito recentemente na fábrica de Sevilha, na Espanha. Cada uma destas atividades contribui para a jornada de descarbonização do grupo, que tem como meta a neutralidade de carbono na Europa em 2040.




Coluna Minas Turismo Gerais


Coluna Minas Turismo Gerais  


Jornalista Sérgio Moreira




Turismo deve abrir 468 mil vagas de trabalho


Com as fronteiras se fechando em todo o mundo, o turismo internacional ficou inviabilizado no auge da pandemia. E o resultado é que muitos turistas brasileiros se encantaram ao conhecer melhor o Brasil, movimentando a economia, aperfeiçoando serviços e gerando oportunidades. E o setor acredita que, mesmo com a reabertura de alguns países para os turistas brasileiros, essa descoberta de destinos nacionais é um ganho que veio para ficar.


“O desafio é manter isso. Muitos acreditam que, quando as fronteiras se abrirem totalmente, este turista voltará a viajar para o exterior. Eu não acredito nisso. Acho que muitos descobriram um país que não conheciam e vão considerar destinos nacionais nas próximas férias”, afirmou Jerome Cadier, CEO da Latam Brasil, exemplificando: “O Brasil tem muito mais a oferecer, é muito mais bonito que destinos como Cancún.”

Ele está confiante que este movimento se mantenha mesmo com a reabertura de fronteiras no exterior para brasileiros vacinados: “Estamos ampliando nossa malha. Passaremos dos atuais 45 destinos para 56 destinos domésticos no fim do primeiro trimestre de 2022”, conta ele.  

História das Minas Gerais: de três peças de queijo para três toneladas

Nas montanhas altas e frias do Sul de Minas, a pequena cidade de Alagoa - a mais alta das Terras Altas da Mantiqueira - é berço daQueijo D´Alagoa-MG  , empresa mineira pioneira na venda de queijo pela internet e na entrega em todo o Brasil que completa 12 anos neste mês de Novembro comercializando mais de 3 toneladas/mês, provenientes de 10 famílias de pequenos produtores de queijo em Alagoa.

No início, novembro de 2009, foram apenas 3 pecinhas de queijo.

O senhor Jeremias Sene era tropeiro, empilhava os queijos embrulhados em folhas de bananeira dentro de balaios de bambu, colocava-os em cima do lombo dos burros e atravessava a Serra da Mantiqueira por trilhas e caminhos rudimentares para vender os queijos no Vale do Paraíba-SP, e por vezes, em Resende-RJ. 

Os anos passaram. Os tempos evoluíram.

Seu bisneto, Osvaldo Martins de Barros Filho buscou ajuda no SEBRAE-MG e tornou-se tropeiro digital ao fundar a Queijo D'Alagoa-MG em 2009 para ajudar o Sô Batistinha, produtor de queijo que na época enfrentava dificuldades pra escoar a produção, pois a pessoa que comprava seu queijo pagava um preço irrisório e tinha a bárbara coragem de dar um cheque para 40 dias.

Isso mudou. No início de tudo o propósito era ajudar o Sô Batistinha com os queijos. Com o passar dos anos ficou notório que a missão foi muito além!


Osvaldo Filho

Atualmente diversas famílias de pequenos produtores de queijo são parceiras da Queijo D’Alagoa-MG que através dos Correios e transportadoras consegue entregar os queijos de Norte a Sul do Brasil. "No começo nenhuma transportadora aceitava vir coletar os queijos aqui, liguei para várias. Hoje, graças a Deus, são as transportadoras que ligam oferecendo de vir buscar os queijos" relata Osvaldo Filho.

O negócio virtual da Queijo D’Alagoa-MG iniciou uma transformação social no município de Alagoa reconhecendo a importância do produtor e agregando valor ao produto; preservando a história, cultura e tradição; movimentando a economia local; fomentando o turismo e promovendo Alagoa como destino turístico e ainda mantendo a agência dos Correios aberta com o contrato de postagem.

Para comemorar o aniversário a queijaria abriu vaga para Degustador(a) de Queijo. Interessados em concorrer a vaga basta seguir as regras elencadas no instagram @queijodalagoamg


São diversos tipos de queijos

 

Site: www.queijodalagoa.com.br  Instagram: www.instagram.com/queijodalagoamg 


 Aeroporto de Belo Horizonte de Minas para o mundo

                                 Uma parte do aeroporto está fechado para obra

   O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, entra agora em uma nova etapa na reforma do Terminal de Passageiros 1. Desde o dia 9 de novembro, começam as obras na sala de embarque. O projeto de modernização, assinado pelo escritório Fernandes Arquitetos Associados, prevê a ampliação das áreas comerciais, assim como a revisão dos fluxos e processos – que englobam raio-X, check-in, restituição de bagagens, salas e portões de embarque. A estimativa é que essa etapa da reforma tenha duração de 14 meses.

 

O objetivo das obras é oferecer ainda mais conforto e comodidade a passageiros, visitantes e toda a comunidade aeroportuária, bem como ampliar as áreas comerciais no terminal em mais de 100%. “Com a reforma, o aeroporto entra em um novo patamar de excelência. Além de melhorar significativamente a eficiência operacional, as intervenções vão permitir que as pessoas tenham a melhor experiência ao circular pelo terminal, bem como mais conforto e opções de compras”, avalia Gustavo Anfra, gestor de Desenvolvimento Aeroportuário da BH Airport.  

  

A reforma do terminal está dividida em etapas. Inicialmente, ao longo do primeiro semestre deste ano, ocorreu a transferência dos escritórios das companhias aéreas e órgãos públicos do térreo e primeiro pavimento para outros setores do aeroporto. Agora, começa efetivamente a fase de reforma dos espaços. Algumas mudanças já foram colocadas em prática desde domingo (7), como a abertura dos portões de embarque doméstico de 23 a 30, do Terminal de Passageiros 2. O fechamento dos portões de 1 a 6, do Terminal de Passageiros 1, assim como a mudança do canal de inspeção, que passará a funcionar próximo à Polícia Federal, também no primeiro pavimento. Nessa nova estrutura, o passageiro contará com o mesmo volume de esteiras, o que garante o fluxo e atendimento aos usuários.

 

“O aeroporto já atua para informar ao público sobre a reforma e possíveis alterações, para que os passageiros embarquem com tranquilidade e que não haja impactos durante essa fase de transição. Vamos operar em 100% no Terminal de Passageiros 2. Sinalizações já estão realocadas pelo terminal e a concessionária está à disposição para esclarecer as dúvidas. O foco permanece em oferecer a melhor experiência a todos que passam por aqui”, frisa Anfra.

 

Investimentos na reforma

 

As intervenções no Terminal de Passageiros 1 demandarão investimentos da ordem de R$ 100 milhões e vão contribuir para fortalecer o papel do aeroporto como indutor do crescimento e desenvolvimento socioeconômico do Estado. Com o apoio dos acionistas, o terminal terá sua infraestrutura transformada, o que trará um ambiente mais moderno e pronto para conectar Minas Gerais com os demais estados brasileiros e também com o mundo.

 

Todos os investimentos realizados pelo aeroporto desde o início da concessão, em 2014, refletem diretamente na qualidade da prestação de serviços aos passageiros, visitantes e comunidade aeroportuária. 

 

 

O conceito arquitetônico é um dos destaques da reforma, uma vez que visa transformar a antiga estrutura em uma nova ambiência que atenda as demandas atuais de movimentação, sem descaracterizar o projeto original, de autoria do arquiteto Milton Ramos. “A ideia desse novo conceito é trazer para o terminal uma matriz conceitual com o lema ‘De Minas para o Mundo’. O intuito é que a arquitetura se caracterize como um meio potente de identificação e valorização da história e da cultura mineira”, explica Anfra. 

 

Minas Gerais é um dos estados brasileiros mais ricos em tradições culturais, com uma grande variedade de influências. Com isso, o escritório de arquitetura selecionou três fortes elementos de representatividade para guiar a proposta para o novo projeto do terminal. A tradição do barroco, a topografia mineira e o modernismo presente nas formas do projeto original do aeroporto – todos eles também possuem características comuns, como a plasticidade, o elemento curvo, a expressividade e a relação com a paisagem.

 

Construído há mais de 30 anos, o terminal de passageiros 1 tem arquitetura e estética marcadas pelo concreto. Com o projeto de reforma e modernização, o intuito é compor harmonicamente as áreas existentes com novos materiais e texturas.

Atualmente, a área de embarque/desembarque já oferece uma organização espacial e de fluxos claros. O projeto luminotécnico terá papel essencial e vai destacar a materialidade do concreto aparente, compondo com o novo fechamento em painel amadeirado, além de trazer um elemento estético que unifica toda a sala de embarque.  

 

Com a nova reorganização espacial do primeiro pavimento, haverá ampliação da área dos canais de inspeção. 

 

A reforma da sala de embarque tem o intuito de reorganizar os fluxos, possibilitar o deslocamento eficiente entre os portões, ao mesmo tempo em que estimula os passageiros a aproveitarem as opções do novo mix de lojas, com confortáveis áreas de estar, cafés, restaurantes e varejo. 

 

Conforme o escritório de arquitetura, a nova materialidade busca uma harmonia entre o concreto original, o granito do piso, testeiras das lojas e novos materiais adicionados. Os elementos nos forros, portões de embarque e área de longarinas aliam a funcionalidade desses materiais à intenção de preparar o terminal para o futuro, ao mesmo tempo que reforçam características da tradição mineira.

 

Outro elemento marcante é a topografia do Estado, representada pelas formas orgânicas do forro, instalado nas áreas de espera e de formação de filas junto aos portões de embarque. Cada trecho entre os portões representa no teto a topografia de uma montanha de Minas Gerais.

Nos portões de embarque, o escritório de arquitetura buscou as diversas contribuições artísticas e arquitetônicas do barroco mineiro com as portas de arte sacra, que marcam esse portal de chegadas e partidas do universo mineiro. A ideia é que cada portão receba uma aplicação de chapa metálica perfurada que faz referência às portas das igrejas de Minas Gerais.

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    @sergiomoreira63  

sergio51moreira@bol. com.br


 


quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

COLUNA MECÂNICA ONLINE®



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30 | NOVEMBRO | 2021



Veículos do futuro serão definidos por software. 

O que isso vai mudar para você?


Todos os dias ouvimos sobre os veículos do futuro não é mesmo? Quando será que esse futuro vai chegar? Ele já está chegando a todo momento. A indústria automotiva continua sua evolução constante, passando por uma transformação global, na busca da melhor eficiência energética, econômica, da mobilidade e segurança.

Essa semana tive a oportunidade de conversar com Uwe Class, vice-presidente de Desenvolvimento de Sistemas Avançados do Grupo ZF, diretamente da Alemanha, sobre o futuro do automóvel. 

A primeira afirmação é que os veículos do futuro serão definidos por software, mas o que isso vai mudar para o consumidor, para a indústria automotiva?

Bits e bytes têm permitido que componentes dos veículos se comuniquem umas com as outras por quase cinco décadas, desde que as primeiras unidades de controle eletrônico (ECUs) foram instaladas em carros na década de 1970.

Atualmente os veículos podem ter até 100 ECUs diferentes. Cada uma delas inclui seu próprio software. Em novas e futuras plataformas de veículos, a arquitetura elétrica e eletrônica (arquitetura E / E) vai mudar drasticamente.


As funções de software se afastam de controladores descentralizados para um sistema centralizado com apenas algumas unidades de controle de domínio dedicadas (DCUs), por exemplo, para funções de direção automatizadas.

Todos esses aplicativos de software se beneficiam de uma integração de sistema de gerenciamento de plataforma de middleware - funciona como um “mediador” entre o sistema operacional de um computador veicular e seus aplicativos de software. 

As principais funções do middleware são a abstração do hardware de computação de aplicativos de software portáteis e a comunicação entre esses aplicativos perfeitamente integrada, permitindo maior eficiência no funcionamento e comunicação, além de economia.

Esta abordagem minimiza as interfaces, garante uma comunicação rápida com todas as partes do sistema e pode ajudar a reduzir significativamente a complexidade da integração do sistema para as montadoras.

A arquitetura aberta de hardware e software permite um processo de desenvolvimento acelerado e aprimorado entre a ZF, fabricantes de veículos e outros parceiros - desde a primeira etapa de desenvolvimento e durante toda a vida útil do veículo.

Como resultado, as montadoras e os clientes finais se beneficiam de funções inovadoras de veículos que são sempre de última geração.

Dependendo da arquitetura de software da montadora é possível uma solução de plataforma completa até módulos únicos que podem ser integrados à plataforma de software do fabricante.


Dessa forma, o veículo do futuro contará com altos níveis de rede e automação definidos por software. Mas um “carro definido por software” é muito mais do que um “smartphone sobre rodas”, mesmo que a operação do veículo se pareça cada vez mais com a de um smartphone.

A diferença é a qualidade e a quantidade de sistemas de hardware que precisam ser conectados de forma inteligente por uma plataforma de software para ajudar a transportar as pessoas com conforto e segurança.

“O novo middleware ZF sustenta a afirmação da ZF de ser um dos fornecedores líderes mundiais de sistemas para o carro definido por software do futuro”, disse o Dr. Dirk Walliser, vice-presidente sênior de Pesquisa e Desenvolvimento, Inovação e Tecnologia da ZF.


“Nossos clientes se beneficiam de processos de desenvolvimento acelerados e complexidade reduzida significativamente ao integrar hardware e software. Ao longo da vida útil do veículo, as funções podem ser atualizadas ou oferecidas adicionalmente sob demanda”.

Os carros do futuro serão cada vez mais autônomos, inteligentes, conectados e seguros.

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Tarcisio Dias - Profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista. Desenvolve o site Mecânica Online® (mecanicaonline.com.br) e sua exclusiva área de cursos sobre mecânica na internet (cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Entre os três (TOP 3) +Admirados Influenciadores Digitais da Imprensa Automotiva.

Entre os cinco (TOP 5) dos +Admirados Jornalistas da Imprensa Automotiva.

Premiado (TOP 3) na categoria Automotivo e Motociclismo da 7ª edição do Prêmio Especialistas.

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º e 13º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuição gratuita todos os dias 10, 20 e 30 do mês.

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