As medidas alteram os procedimentos de segurança e estabelecem limites para o embarque do item. Foto: Divulgação Quem pretende viajar de avião com carregadores portáteis deve ficar atento às novas regras para o transporte de carregadores portáteis (power banks) nas aeronaves. As medidas, adotadas pelas companhias aéreas, com base em diretrizes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), alteram os procedimentos de segurança e estabelecem limites para o embarque desses equipamentos. Pelas novas regras, cada passageiro poderá transportar até dois equipamentos com capacidade de até 100 Wh, cerca de 27 mil mAh. Os aparelhos entre 100 Wh e 160 Wh dependem de autorização prévia da companhia aérea, feita no balcão do check-in. Já aparelhos acima desse limite não podem ser transportados em voos. Os passageiros devem ficar atentos também na acomodação. O power bank deverá ser transportado obrigatoriamente dentro da mochila, bolsa ou item pessoal, guardado sob o assento à frente do passageiro ou nos bolsões do assento. Esses equipamentos não poderão ser acomodados no compartimento superior, junto às malas de mão. As orientações também determinam que os power banks não devem ser conectados às entradas USB das aeronaves durante o voo. O envio dos carregadores na bagagem despachada continua proibido. As medidas foram adotadas seguindo recomendações da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci), que recebeu relatos de incidentes, como princípios de incêndio a bordo. Mais informações estão disponíveis no portal Tem Regra (https://temregra.com.br/) que reúne todas as informações sobre o transporte dos equipamentos e disponibiliza uma calculadora que converte a capacidade dos carregadores de mAh para Wh, ajudando os usuários a verificarem se os aparelhos estão dentro dos limites permitidos para embarque. O que muda para os passageiros - Cada passageiro pode transportar até dois power banks de até 100 Wh (cerca de 27 mil mAh); |
USE SEMPRE O CINTO DE SEGURANÇA, INCLUSIVE, NO BANCO DE TRÁS DO CARRO. CIRCULE TAMBÉM DE DIA COM OS FARÓIS BAIXOS LIGADOS. SE BEBER, NÃO DIRIJA. ULTRAPASSAGENS IRREGULARES SÃO A GRANDE CAUSA DOS ACIDENTES NAS ESTRADAS. NÃO ULTRAPASSE NUNCA COM FAIXAS CONTÍNUAS. PODERÁ CAUSAR A MORTE DE OUTRAS PESSOAS, A SUA E A DE QUEM FOR NO CARRO COM VOCÊ. TENHA PACIÊNCIA. VIAJE SEMPRE E MUITO E VISITE E CONHEÇA AS BELEZAS TURÍSTICAS DO BRASIL
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quinta-feira, 21 de maio de 2026
Coluna VAMOS VOAR PELO MUNDO // Passageiros devem ficar atentos às novas regras para transporte de power banks em voos. Campanha do MPor, da Anac e da Abear,esclarece limites e orienta como levar carregadores portáteis de forma segura nos aviões // Air Europa e Accor unem forças para uso integrado de milhas e pontos em seus programas de fidelidade // IATA debate descarbonização da aviação civil em evento da ANAC e reforça políticas públicas adequadas para viabilizar o SAF // Azul Viagens acelera expansão e inaugura cinco novas lojas em mercados estratégicos pelo Brasil // Azul Viagens acelera expansão e inaugura cinco novas lojas em mercados estratégicos // Mercedes-Benz conecta o universo automotivo à aviação executiva no Catarina Aviation Show
quarta-feira, 20 de maio de 2026
XTERRA Ilha Grande 2026 reforça o crescimento do esporte outdoor e consolida a região como destino estratégico de turismo de experiência. Etapa internacional movimentou mais de 6 mil pessoas em Ilha Grande, impulsionou a economia local e ampliou o posicionamento da região no cenário global do turismo esportivo. Próxima etapa: São Sebastião (SP) — 19 a 21 de junho
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| (Créditos: Divulgação / X3M) |
Rio de Janeiro, 19 DE MAIO DE 2026 - O XTERRA Ilha Grande 2026 consolidou Ilha Grande, em Angra dos Reis, como uma das principais referências brasileiras em turismo esportivo, natureza e experiência outdoor. Realizada entre os dias 15 e 17 de maio, a quinta edição do evento - promovida pela X3M - marcou um novo momento para a etapa ao integrar oficialmente o calendário internacional do XTERRA World Tour como prova classificatória para o Campeonato Mundial da modalidade.
A entrada no circuito mundial ampliou a relevância internacional da etapa e reforçou o posicionamento da região dentro do cenário global do esporte outdoor. Mais do que sediar uma competição esportiva, Ilha Grande passou a receber um fluxo qualificado de atletas, turistas, marcas e experiências ligadas ao turismo de natureza e aventura.
Com 2.700 atletas inscritos e aproximadamente 90% do público vindo de fora da ilha, o XTERRA movimentou toda a cadeia turística local ao longo dos três dias de programação. Hotéis, pousadas, restaurantes, serviços turísticos, comércio e transporte marítimo registraram forte aquecimento durante o período do evento, que atingiu cerca de 90% de ocupação na ilha.
A edição de 2026 também registrou crescimento de 30% no ticket médio em relação ao ano anterior, refletindo um perfil de público cada vez mais conectado ao turismo de experiência e de maior valor agregado. A inclusão da etapa no calendário internacional acrescentou ainda um dia extra à programação oficial, ampliando o tempo de permanência dos visitantes e aumentando diretamente a circulação de recursos na economia local.
Considerando que cada atleta levou, em média, 1,5 acompanhante para Ilha Grande, o XTERRA gerou uma circulação estimada de mais de 6 mil pessoas na região durante o fim de semana. A estimativa conservadora é de que o impacto econômico indireto do evento tenha ultrapassado R$ 6 milhões, considerando gastos com hospedagem, alimentação, logística marítima, comércio e serviços turísticos.
“O XTERRA movimenta muito mais do que atletas. O evento gera fluxo turístico qualificado, fortalece a economia local e amplia a exposição dos destinos brasileiros dentro de um cenário global ligado ao esporte, natureza e experiência”, afirma Bernardo Fonseca, fundador e CEO da X3M, empresa responsável pela organização do XTERRA no Brasil.
Com base na Vila do Abraão e acesso exclusivamente por barcos, o XTERRA Ilha Grande transforma a dinâmica da região durante os dias de evento. O formato da etapa vai além da competição e funciona como um verdadeiro festival outdoor, reunindo esporte, natureza, turismo e entretenimento em um dos cenários mais emblemáticos do país.
A programação reuniu provas de Triathlon, Trail Run nas distâncias 50K, 21K, 10K e 5K, além da Swim Storm, prova de natação em águas abertas, e da Night Run Kids, ampliando a experiência também para famílias, iniciantes e diferentes perfis de atletas. O evento contou ainda com premiação superior a R$ 50 mil para as provas de Triathlon e Endurance 50K, atraindo atletas de elite e ampliando a competitividade da etapa.
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Além da movimentação econômica e turística, o evento também promoveu impacto direto na comunidade local. Mais de 150 moradores da região foram contratados e capacitados para atuação na operação, logística e serviços durante a etapa, fortalecendo a geração de renda e oportunidades dentro da própria ilha.
Dentro do pilar ESG do evento, o XTERRA Ilha Grande reuniu ONGs e parceiros ambientais em ações de preservação, conscientização e educação ambiental, reforçando o compromisso com o desenvolvimento sustentável e a conservação do território.
O crescimento do XTERRA acompanha um movimento global de expansão dos esportes outdoor e do turismo de experiência. Cada vez mais, destinos ligados à natureza passam a enxergar eventos esportivos como plataformas estratégicas para geração de fluxo turístico, mídia espontânea, ocupação fora de temporada e fortalecimento de posicionamento turístico.
Com a entrada definitiva no circuito internacional do XTERRA World Tour, Ilha Grande amplia sua relevância como destino de natureza e aventura e reforça sua conexão com um dos segmentos que mais crescem no turismo mundial.
Próximas etapas do XTERRA Brasil 2026
São Sebastião (SP) — 19 a 21 de junho
Mina de Águas Claras (MG) — 24 a 26 de julho
Serra do Mar (PR) — 28 e 29 de agosto
Costa Verde (RJ) — 2 a 4 de outubro
Ilhabela (SP) — 20 a 22 de novembro
terça-feira, 19 de maio de 2026
ClickBus e Fipe lançam o Índice do Rodoviário, primeiro monitoramento de preços de passagens de ônibus do Brasil. Desde 2017, o custo das passagens de ônibus subiu 60,5%, ficando significativamente abaixo da evolução da renda média do trabalho no Brasil, que avançou 77,6% no mesmo período. Novo indicador mostra que passagens rodoviárias subiram +7,5%, bem abaixo do diesel (+15,7%) e das passagens aéreas (+23,2%), comparando abril de 2026 a abril 2025
Fábio Trentini, CTO da ClickBus, Bruno Oliva, presidente da Fipe, e Phillip Klien, presidente da ClickBus (Foto: Divulgação/ClickBus)
São Paulo, maio de 2026 – O transporte rodoviário de passageiros, principal meio de conexão entre cidades no Brasil, passa a contar, pela primeira vez, com um indicador estruturado e recorrente para acompanhar a evolução dos preços das passagens. A ClickBus, maior plataforma de venda de passagens rodoviárias do país, e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) anunciam hoje o lançamento do Índice do Rodoviário ClickBus (IRCB), iniciativa inédita voltada à ampliação da informação sobre o custo das viagens e à qualificação do debate sobre viagens, consumo e inflação no país.
O novo índice acompanha a variação média dos preços das passagens rodoviárias ao longo do tempo, a partir de uma base robusta de dados transacionais. Desenvolvido com metodologia econômica aplicada, o indicador oferece uma leitura ampla e consistente sobre o comportamento dos preços no setor, considerando diferentes tipos de viagem, categorias de serviço, distâncias e regiões do país.
O lançamento ocorre em um contexto em que o transporte rodoviário segue essencial para a mobilidade nacional. Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e agências estaduais, estima-se que, só em 2025, o Brasil transportou cerca de 160 milhões de passageiros nesse modal, com forte presença em todas as regiões e papel relevante no acesso a trabalho, educação, saúde e turismo.
Um novo instrumento para entender o custo de viajar pelo Brasil
Diferentemente de comparações pontuais de preços, o IRCB foi desenvolvido para capturar a variação média do mercado ao longo do tempo. "O ônibus move o Brasil — 160 milhões de passageiros por ano, mais do que o avião — mas era o único grande modal de transporte do país sem um índice de preços confiável. O IRCB nasce para corrigir essa assimetria de informação. Quando o consumidor, o mercado e o investidor sabem como os preços se movem, o mercado fica mais justo para todo mundo." — Phillip Klien, CEO da ClickBus.
A fonte de dados empregada é composta por transações individuais de passagens comercializadas na plataforma da ClickBus, com alcance em todo o território nacional. Para garantir representatividade nacional, a ponderação do índice incorpora também informações da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF/IBGE). “A ClickBus liderou a digitalização desse setor; agora estamos liderando sua transparência. O IRCB não é um produto comercial — é um bem público que decidimos viabilizar com a chancela técnica da Fipe”, afirma.
Segurança e responsabilidade no uso de dados
A construção do índice foi baseada em microdados transacionais da plataforma, cerca de 62 terabytes de dados tratados com rigor técnico e respeito à confidencialidade das informações - equivalente a 31 milhões de livros digitais. “Todo o processo foi desenhado para garantir a segurança dos dados. Trabalhamos exclusivamente com informações agregadas, sem qualquer identificação individual, seguindo as melhores práticas de governança e proteção de dados”, explica César Carvalho, diretor de Dados e IA da ClickBus.
Segundo o diretor, a escala da base é um diferencial importante para a leitura do mercado. “A amplitude e a granularidade dos dados permitem uma visão mais fiel da dinâmica do setor, preservando integralmente o sigilo das informações comerciais", afirma Carvalho.
Resultados: ônibus tem passagens rodoviárias que sobem menos que aéreas e diesel
O monitoramento do IRCB indica que, em todos os tipos de trajetos — das curtas às longas distâncias — o transporte rodoviário apresenta a variação de preços mais contida entre as principais alternativas de mobilidade.
Olhando os dados ano contra ano, o índice de passagens rodoviárias avançou +7,5%, número expressivamente inferior ao registrado pelo diesel (+15,7%), e pelas passagens aéreas (+23,2%). Em comparação com a inflação geral medida pelo IPCA/IBGE (+4,4%), a variação das passagens de ônibus demonstra que o setor absorveu pressões de custo significativas sem repassá-las integralmente ao passageiro.
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Fonte: IRCB/ClickBus-Fipe e IPCA/IBGE. Dados de abril de 2026.
- Por região: o Centro-Oeste registrou a maior alta nos últimos 12 meses (+8,2%), enquanto o Sul apresentou a menor variação (+2,8%), evidenciando as diferenças regionais de oferta, demanda e regulação.
- Por classe: a classe Convencional liderou a variação anual (+6,5%), ao passo que a Cama apresentou a menor alta (+4,9%), refletindo dinâmicas distintas de demanda, sazonalidade e perfil de passageiro.
- Por distância: viagens de curta distância (até 100 km) registraram alta de +8,5%, enquanto as de longa distância (acima de 400 km) avançaram +5,2%, sugerindo que segmentos de viagens mais curtas e recorrentes estão passando por um processo de ajuste mais intenso.
- Por modalidade: o segmento intermunicipal (+5,8%) e o interestadual (+6,1%) apresentaram variações próximas nos últimos 12 meses, embora com trajetórias históricas distintas, dadas as diferenças regulatórias entre os dois mercados.
Série histórica: contexto de longo prazo
Comparação com o poder de compra:
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Comparação com índices de inflação e combustíveis:
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Recorte por categoria de serviço:
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Recorte por tipo de abrangência:
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Recorte por distância de viagem:
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Essa trajetória de longo prazo deve ser lida à luz de todos esses fatores estruturais e conjunturais, incluindo a retomada da demanda pós-pandemia, a elevação dos custos operacionais e a maior flexibilidade tarifária introduzida pelas novas regras da ANTT. O índice, portanto, não reflete apenas a política de preços das operadoras, mas o resultado de um conjunto amplo de forças econômicas, regulatórias e sociais.
IRCB e o cenário tarifário
Sobre a ClickBus
A ClickBus é a plataforma líder em venda de passagens de ônibus online no Brasil. Desde 2013, a empresa traz soluções de tecnologia para viajantes, viações e parceiros, e atende mais de 300 mil rotas. Por meio de mais de 300 viações, a ClickBus já registrou mais de 62 milhões de bilhetes emitidos. Além das plataformas proprietárias, a empresa opera a tecnologia de mais de 85 viações de ônibus e 50 terminais rodoviários. A ClickBus é tetracampeã do Prêmio Reclame Aqui e chancelada pelos selos Innovative Workplaces Brasil 2025 (da MIT Technology Review), RA1000 (excelência máxima no atendimento) e Great Place to Work 2025.
Coluna VAMOS VOAR PELO MUNDO // AirAsia faz pedido histórico de 150 A220-300 // KLM recebe seu 25º Embraer E195-E2 e celebra em vídeo a parceria de longa data entre as empresas // Iberia lança “El Cubo de Otto”, um podcast para ajudar a superar o medo de voar // Finalmente, a ANAC lança plataforma de reclamações e endurece regras para passageiros: visando reduzir judicialização no setor aéreo. Multas podem chegar a R$ 17.500 e proibição de direito de voar // Grupo Emirates anuncia lucro recorde no ano fiscal de 2025–26
Como todas as aeronaves da Airbus, o A220 já é capaz de operar com até 50% de Combustível Sustentável de Aviação (SAF). A Airbus tem como objetivo tornar todas as suas aeronaves aptas a operar com até 100% de SAF até 2030.
airasia @Airbus #A220
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