Realizado em uma instalação de testes no norte da Europa, o voo atingiu todos os objetivos, incluindo uma decolagem assistida por foguete independente da pista, manobras em diversas altitudes e velocidades de até Mach 0,8, bem como ajustes de missão em voo. Essa estreia abre caminho para testes de voo subsequentes e mais sofisticados com o sistema de missão Multiplataforma Autônomo Reconfigurável e Seguro (MARS) da Airbus.
“Em um ambiente de ameaças cada vez mais complexo e disputado, as forças aéreas precisam de uma massa de combate acessível”, disse Mike Schoellhorn, CEO da Airbus Defence and Space. “Ao combinar a comprovada estrutura da aeronave Kratos como um 'programa oficial' com o sistema de missão europeu soberano da Airbus, podemos oferecer um sistema CCA robusto, soberano, acessível e pronto para combate até o final da década. O Valkyrie também desempenhará um papel fundamental no aprimoramento de aeronaves de combate tripuladas, como o Eurofighter, com maior alcance, poder de fogo e capacidade de sobrevivência. O projeto da aeronave permite resiliência operacional por meio de sua capacidade de lançamento por trilhos, oferecendo também a opção de decolagem e pouso convencionais em pistas.”
“Os primeiros voos normalmente oferecem muitas oportunidades de aprendizado, mas com a maturidade do sistema Valkyrie e a equipe bem integrada da Airbus e da Kratos, este voo foi um sucesso incrível”, disse Eric DeMarco, presidente e CEO da Kratos. “Temos orgulho de sermos parceiros da Airbus nas oportunidades de CCA na Alemanha e em outras partes do mundo. A combinação dos pontos fortes da Kratos e da Airbus permite que o sistema Valkyrie, com seu preço acessível, e o legado da Kratos na fabricação de drones e CCA evoluam com o MARS e outros subsistemas de alta capacidade, experiência e amplo conhecimento da Airbus em todo o espectro aeroespacial.”
Sobre o U740 Valkyrie
Com 9,1 m de comprimento e 8,2 m de envergadura, o U740 Valkyrie possui um compartimento interno para armas e pontos de fixação externos para cargas úteis sob as asas. Tem um peso máximo de decolagem de aproximadamente três toneladas, um alcance superior a 5.000 quilômetros e um teto de serviço de 45.000 pés.
Airbus divulga de recompra de ações
Mais informações sobre a recompra de ações da empresa podem ser encontradas no site da Airbus em: https://www.airbus.com/en/investors/share-price-and-information.
Aena paga R$ 2,9 bilhões e assume Aeroporto do Rio de Janeiro – Galeão, até 2039
Aena, maior operadora aeroportuária do Brasil e do mundo, assinou nesta terça-feira (6) o contrato de compra e venda de ações (SPA) do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão, assumindo a gestão do aeródromo. Com a incorporação do Galeão, a concessionária amplia sua presença no país e passa a administrar 18 aeroportos brasileiros, com fluxo superior a 63 milhões de passageiros ao ano.
No final de março, a Aena venceu o leilão de venda assistida do Galeão com lance de R$ 2,9 bilhões. A concessionária será responsável pela administração do aeroporto carioca até 2039.
A Aena focará sua gestão na eficiência operacional, na melhoria da experiência dos passageiros, no fortalecimento da atividade de transporte de cargas e na geração de valor para a cidade e para o estado do Rio de Janeiro.
O presidente e CEO da Aena, Maurici Lucena, celebrou este marco internacional da empresa, “que reforça a posição da Aena como a maior empresa aeroportuária do mundo e do Brasil e se insere na estratégia internacional seletiva da companhia. O Galeão é um aeroporto fundamental para a conectividade do país e, portanto, crítico para o Rio de Janeiro e para o Brasil, com potencial para ampliar suas conexões nacionais e internacionais. A equipe da Aena Brasil demonstrou, nos sete anos em que atua no país, que é uma das melhores do mundo em gestão aeroportuária”.
A partir de agora, o Galeão integra a rede global da Aena, formada por 81 aeroportos em cinco países. Para o aeroporto, isso significa acesso a uma plataforma global, com escala, experiência operacional e maior capacidade de diálogo com companhias aéreas, parceiros comerciais e poder público. Para a companhia, representa a chegada de um ativo estratégico, com vocação internacional, infraestrutura consolidada e forte potencial logístico.
Essa combinação cria uma relação de ganho mútuo. O Galeão amplia suas oportunidades de crescimento, passa a se beneficiar da coordenação com outros aeroportos da rede, especialmente Congonhas, e ganha novas possibilidades para consolidar sua posição como hub internacional. A rede da Aena no Brasil, por sua vez, reforça sua presença no país e soma ao seu portfólio um aeroporto chave para a conectividade doméstica e internacional do país.
- A demanda total, medida em toneladas-quilômetro de carga (CTK), aumentou 4,4% em comparação com agosto de 2025 (+5,3% nas operações internacionais).
- A capacidade, medida em toneladas-quilômetro de carga disponíveis (ACTK), diminuiu 0,1% em relação a agosto de 2025 (+0,1% nas operações internacionais).
"A demanda por carga aérea subiu 4,4% em agosto na comparação anual, com crescimento em todas as regiões, mesmo com a redução de 0,1% na capacidade. A demanda sólida e maiores fatores de ocupação ajudaram as companhias aéreas a recuperar parte dos custos excepcionalmente altos de combustível. O rendimento cresceu em relação ao mês anterior pela primeira vez desde abril, e o comércio global de bens segue em expansão. Ambos são sinais positivos à medida que a alta temporada de fim de ano se aproxima", afirmou Marie Owens Thomsen, vice-presidente sênior de Sustentabilidade e economista-chefe da IATA.
Diversos fatores do ambiente operacional merecem atenção:
- O comércio global cresceu 6,0% em julho na comparação anual, estendendo para 33 meses a sequência de expansões mensais consecutivas nessa base de comparação.
- Os preços do querosene de aviação subiram 8,3% em agosto em relação ao mês anterior e ficaram 79,2% acima do nível de um ano antes.
- A atividade industrial global aumentou em agosto. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) da Produção Industrial Global subiu 0,3 ponto, para 53,0, e o Índice de Novos Pedidos de Exportação avançou 1,4 ponto, para 51,4. Ambos os indicadores continuam favoráveis à demanda por carga aérea.
Mercado de carga aérea em detalhe – agosto de 2026
Desempenho regional em agosto
Companhias aéreas da Ásia-Pacífico registraram crescimento de 4,3% na demanda por carga aérea em agosto, na comparação anual. A capacidade aumentou 1,2% em relação ao ano anterior.
Transportadoras norte-americanas registraram alta de 6,6% na demanda por carga aérea em agosto, na comparação anual, o melhor desempenho entre todas as regiões. A capacidade diminuiu 2,5% em relação ao mesmo período no ano anterior.
Transportadoras europeias registraram alta de 4,1% na demanda por carga aérea em agosto, na comparação anual. A capacidade diminuiu 3,5% em relação ao ano passado.
Transportadoras do Oriente Médio registraram alta de 1,0% na demanda por carga aérea em agosto, na comparação anual, o resultado mais fraco entre as regiões. A capacidade aumentou 3,3% em relação ao mesmo período no ano anterior.
Transportadoras da América Latina e do Caribe registraram alta de 5,1% na demanda por carga aérea em agosto, na comparação anual. A capacidade aumentou 3,3% em relação ao ano passado.
Companhias aéreas africanas registraram alta de 3,0% na demanda por carga aérea em agosto, na comparação anual. A capacidade aumentou 14,0% em relação ao ano anterior.
Crescimento por rota comercial
O desempenho da carga aérea divergiu entre as principais rotas comerciais em agosto. A rota Ásia–América do Norte registrou o maior crescimento, seguida pelas rotas dentro da Ásia, Europa–América do Norte e Europa–Ásia. Em contraste, os corredores ligados ao Golfo continuam afetados pelo conflito no Oriente Médio.
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A participação é baseada nos CTKs do ano completo de 2025.
Líder Aviação leva conectividade LEO de nova geração ao Gulfstream G550
Projeto envolve a integração da tecnologia Gogo Galileo HDX a uma aeronave de longo alcance após a certificação da FAA para os modelos Gulfstream G450 e G550
Mais do que a instalação de um novo equipamento, o projeto exige uma integração específica à configuração da aeronave. O trabalho de engenharia inclui a definição da instalação da antena e seus aspectos estruturais, alimentação elétrica, cabeamento e compatibilização com os sistemas já existentes a bordo.
Outro diferencial do Gogo Galileo HDX é a possibilidade de operar em conjunto com outras soluções de conectividade. Isso permite ao operador combinar diferentes redes e órbitas de satélites, ampliando a disponibilidade e a redundância da conexão durante o voo.
Para passageiros e tripulações, o uso de satélites LEO também reduz a latência em comparação com soluções tradicionais baseadas em satélites geoestacionários, os GEO. Na prática, isso melhora a experiência em aplicações que dependem de resposta rápida da rede, como chamadas de vídeo, acesso remoto a sistemas corporativos e transmissões ao vivo.
A nova instalação dá continuidade à atuação da Líder em projetos de conectividade de nova geração. Em 2026, a empresa concluiu também sua primeira instalação do Gogo Galileo HDX em uma aeronave large cabin. O projeto combinou o sistema com a solução Plane Simple KU.
Além dos projetos de conectividade, a unidade da Líder em Sorocaba realiza toda a gama de serviços de manutenção, engenharia, modificações e modernização de aeronaves executivas de diversos fabricantes.
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