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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

AUDI REALIZARÁ CURSOS DE PILOTAGEM ESPORTIVA EM DIVERSAS CAPITAIS. O PRIMEIRO COMEÇARÁ DIA 23, EM INTERLAGOS

Audi R8 que os pilotos do Programa R dirigirão

A Audi iniciará, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo,  no próximo dia 23, o Curso de Pilotagem, que realizará em várias capitais, para motoristas que desejem aprender a fazer uma direção esportiva com segurança. O curso que este ano contará com três programas de direção esportiva: S, RS e R é certificado pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA).

Quem sempre sonhou em viver um dia de piloto e acelerar um carro da Audi numa pista de corrida, sem pensar em limite de velocidade, pode se preparar. A primeira edição da Audi Driver Academy 2012 será realizada de 23 a 27 de fevereiro, no Autódromo de Interlagos (SP), uma das mais lendárias pistas de corrida do mundo. 

Além dos cursos de pilotagem, compõem o programa Audi Driving Experience 2012 um dia de test-drive para clientes (Audi Track Day) e a Audi DTCC. O evento percorrerá as principais capitais brasileiras: Brasília: de 28 de Março a 3 de Abril; Goiânia: de 16 a 22 de Maio; São Paulo: de 16 Julho a 22 de Julho; Campo Grande: de 26 de Setembro a 2 de Outubro; e finalmente, Belo Horizonte: de 5 a 11 de Dezembro.
 
Audi TTS será usado na primeira fase do curso.
O Rio de Janeiro ficou de fora do circuito da Audi Driver Academy porque a cidade não possui mais o autódromo de Jacarepaguá, destruído diante da necessidade de construção das instalações para os Jogos Olímpicos de 2016. O novo autódromo que deverá ser construído no bairro de Deodoro ainda não teve as obras iniciadas, nem há previsão para seu começo. 

A Audi Driver Academy oferece três modalidades de curso que ensinam condução esportiva a bordo de um modelo Audi, pilotagem profissional e direção do superesportivo R8. Os programas são divididos em S, RS e R, respectivamente, ministrados por pilotos profissionais e por uma equipe especializada da Audi. Todos os participantes recebem kit oficial Audi de competição com macacão, luvas, sapatilhas (Puma) e capacete (Bell).

Audi S3 também será utilizado no Programa S
Programa S
Neste curso, o piloto aprende a tirar o máximo desempenho dos carros da Audi, em situações de condução esportiva. A primeira etapa do treinamento utilizará os modelos esportivos Audi TTS e Audi S3. O motorista conhecerá tudo que um esportivo Audi oferece e treinará em pista com uma bateria de exercícios simulados, acompanhados de instrutores especializados.

Na segunda etapa, o piloto colocará em prática tudo o que aprendeu e desbravará a pista de Interlagos a bordo de um Audi TTS, seguindo o carro madrinha. Em seguida, será desafiado a fazer o mesmo percurso, com mais velocidade, ao volante de um Audi RS 5, desta vez acompanhado de um piloto profissional da equipe Audi Driving Experience, que lhe dará dicas de pilotagem e de traçado de pista.
Custo do curso: R$ 5.000,00.

No Programa RS o aluno pilotará os
carros que disputam categoria Audi DTCC
Programa RS
O Programa RS é uma verdadeira escola de pilotagem profissional. Ideal para amantes do automobilismo que desejam se tornar pilotos preparados para disputar as principais competições automobilísticas. 

Este curso é certificado pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) e permite o requerimento da carteira de piloto B. As atividades são feitas com os modelos A3 DTCC, carros de competição que disputam a categoria Audi DTCC - a primeira categoria de turismo monomarca Audi no mundo.

São dois dias de curso com aulas práticas e teórica. As aulas  teóricas serão ministradas por um diretor de provas, filiado à CBA, e abordam tópicos como procedimentos de largada, comunicação com equipe, busca de pontos de referência e trajetória no traçado, sinalização de pista e mecânica de automóveis de competição.

As aulas práticas são personalizadas, com um piloto profissional acompanhando cada aluno. O motorista percorre a pista em ritmo de prova, com o desafio de aumentar o giro do motor a cada volta. 

Cada minuto apresenta uma nova oportunidade para que o piloto melhore a performance. Ao final, os conhecimentos adquiridos são testados e o piloto estará preparado para competições de alto nível.
Custo do curso: R$ 8.000,00.

O Audi R8 fará a alegria dos
pilotos do Programa R, o mais avançado
Programa R
O programa R será realizado a bordo de um Audi R8. Na primeira etapa, o piloto fará exercícios práticos ao volante do carro para ganhar a confiança necessária para dirigir um superesportivo. 

Na segunda, será a hora de enfrentar a pista e testar sua capacidade de pilotagem. A sensação será de um verdadeiro piloto de corrida que acelera ao máximo nas retas e sente a estabilidade do carro, testa o acionamento dos freios e como o superesportivo "cola" no chão a cada curva, sempre de olho nos milésimos de segundo, volta após volta.
Custo do curso: R$ 10.000,00

Agenda Audi Driving Experience
Confira abaixo as datas e locais das próximas etapas:
São Paulo: de 23 a 27 de fevereiro - 1ª etapa, de Interlagos,
Brasília: de 28 de Março a 3 de Abril,
Goiânia: de 16 de Maio a 22 de Maio,
São Paulo: de 16 a 22 de Julho - 
2ª etapa, de Interlagos,
Campo Grande: de 26 de Setembro a 2 de Outubro,
Belo Horizonte: de 5 a 11 de Dezembro.

Para obter mais informações o leitor deve acessar o site: www.audi.com.br/ade ou a 
fanpage da Audi Brasil, no Facebook.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

O VEECO RT, UM AUTOMÓVEL TOTALMENTE ELÉTRICO FABRICADO EM PORTUGAL COM A ASSINATURA DO ISEL, FOI APRESENTADO EM LISBOA. TEM AUTONOMIA PARA 400 KM, VELOCIDADE MÁXIMA DE 160 KM/H E VAI DE 0 AOS 100 KM/H EM 8 SEGUNDOS. O PREÇO E A DATA DE COMEÇO DE VENDA FORAM ANUNCIADOS PARA BREVE


O Instituto Superior de Engenharia, de Lisboa (ISEL), muito conceituado na Europa, responsável pelo desenvolvimento técnico, e a empresa VE - Fabricação de Veículos de Tração Elétrica, do Entroncamento (a 126 km ao norte da capital portuguesa) apresentaram à Imprensa, esta semana, o protótipo do primeiro carro português elétrico batizado como Veeco RT, um esportivo de dois lugares.



O Veeco RT que garante uma autonomia até 400 km, velocidade máxima de 160 km/h e faz de 0 a 100 km/k em oito segundos, tem uma característica: tem apenas três rodas, uma, direcional, larga, na traseira e duas na frente e formato de uma gota.



O primeiro carro elétrico produzido em Portugal pesa apenas 800 kg e possui um grupo de baterias com autonomia para 200 km, receber outras com o dobro da capacidade de armazenamento de energia que aumenta a autonomia para 400 km.


Os mostradores do Veeco estão localizados em um único painel, semelhante ao de um computador comum, que mostra o funcionamento do motor, do som e do vídeo, acesso à internet, GPS (oferecendo inclusive a localização dos postos de abastecimento elétricos disponíveis).


Os pack’s de baterias que equipam o carro são de última geração, usam a tecnologia de iões de lítio geridas por um sistema de controle que monitoriza e informa o condutor sobre o estado de carga e autonomia restante da bateria e podem facilmente ser recarregadas numa tomada caseira ou em qualquer posto de carregamento elétrico.


A preocupação atual dos construtores do Veeco RT é desenvolver um software que ofereça assistência remota ao proprietário do veículo e a fácil solução em caso de eventuais problemas.


Apesar de ainda ser um protótipo o modelo já possui 90% de sua versão final, faltando apenas incorporar algumas melhorias nos acabamentos no seu interior. A empresa VE estuda já a possibilidade da personalização de interior do Veeco e outros equipamentos do carro, assim como a possibilidade do acompanhamento do processo de produção do veículo.




A VT revela que a venda do Veeco RT começará em breve e será feita diretamente pela empresa, embora ainda num reduzido volume de unidades cujo preço não foi ainda revelado.


NOVA AUDI RS4 AVANT: A STATION WAGON COM DESEMPENHO DE UM SUPERESPORTIVO. PREÇO? E UMA MÁQUINA DESSAS TEM PREÇO?



A terceira geração da RS4 Avant é apresentada pela Audi com motor ainda mais potente e um alto nível de versatildade e tecnologia, mantendo a tradição das peruas supervelozes da marca alemã. A comercialização na Europa está prevista para o segundo semestre deste ano e no início de 2013 deverá chegar no Brasil.

Embaixo do capô, o destaque da nova Audi RS4 Avant: o motor V8 4.2, que produz 450 cv de potência (a versão anterior tinha 420 cv) a 8.250 rpm e ultrapassa a barreira dos 100 cv por litro - no novo motor, a potência específica é de 108,1 cv por litro. 


A RS4 Avant vem ainda equipada com câmbio S tronic de sete velocidades e tração permanente integral quattro.
Cheia de estilo, com os dois cabeçotes dos cilindros pintado em vermelho, o motor V8 (o mesmo que equipa o RS5 Coupé) tem torque máximo de 430 Nm, disponível de 4.000 a 6.000 rpm. 

As respostas são extremamente rápidas: a RS4 Avant acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,7 segundos, número ainda melhor do que o da versão anterior, que chegava a 100 km/h em 4,9 segundos com um motor de 420 cv - 30 a menos que a versão atual. A velocidade máxima é limitada de 250 km/hora, mas pode chegar a 280 km/h se requisitado. 

















Para acelerações mais rápidas, o motorista pode também ativar o Launch Control (controle de largada), sistema igual ao utilizado na F-1 que gerencia a embreagem com uma ótima velocidade de partida e deslizamento mínimo da roda.

Feito artesanalmente na planta da Audi em Gyor, na Hungria, o motor 4.2 FSI integra a força extrema a uma eficiência exemplar, com consumo médio de aproximadamente 9 km/litro.

Altamente eficiente também é o câmbio S tronic de sete velocidades, com dupla embreagem. No modo automático faz as trocas de marchas mais rápidas do que um câmbio mecânico e permite também mudanças manuais por meio da alavanca seletora do console ou dos paddles no volante.

A história da veloz RS4
Esportividade e praticidade são atributos que acompanham a trajetória da RS4 Avant desde sua concepção até os dias de hoje. A primeira geração começou com produção limitada e o nome de RS2, que era oferecida apenas na versão Avant.

Lançada em 1994, a RS2 passou a ser a perua mais veloz do mundo: 0 a 100 km/h em apenas 5,4 segundos, o que comprovou a perfeição do casamento entre a Audi e a Porsche, que foi responsável pela preparação do motor 2.2 litros de cinco cilindros turbo com 315 cavalos e outros componentes esportivos do carro.

Mais tarde, com o motor 2.7 V6 biturbo desenvolvido pela Cosworth, uma das mais conceituadas empresas de preparação de motores do mundo, com destaque na própria Fórmula 1, a primeira avant RS4 chegou ao Brasil em 2001. 

E mais rápida do que a RS2 (foto acima): acelerava de 0 a 100 km/h em apenas 4,9 segundos, graças aos seus 380 cavalos de potência máxima. Apesar de sua produção ter sido de aproximadamente um ano e meio apenas, as vendas da primeira geração da RS4 bateram as seis mil unidades.


A segunda geração foi lançada em 2007, com motor V8 FSI com 420 cv, novo conjunto de suspensão, tração permanente nas quatro rodas e redução do peso. O modelo fazia de 0 a 100 km/hora em 4,9 segundos e velocidade máxima (limitada eletronicamente) de 250 km/h.

Força e dirigibilidade
Como todos os modelos RS da marca Audi, a nova RS 4 Avant vem equipada com tração integral permanente quattro. O coração deste sistema é o novo sistema quattro com diferencial central com engrenagem de coroa: este componente, compacto e leve, pode variar a distribuição de energia entre os eixos dianteiro e traseiro, além de trabalhar normalmente com a configuração padrão 40:60, com predominância para traseira, que assegura uma direção mais esportiva.

Esportividade não choca, formula, um conceito de luxo e
conforto da RS4 - um dos melhores carros do mundo
O diferencial central autoblocante com engrenagem de coroa trabalha em conjunto com o sistema de vetorização do torque, que atua nas quatro rodas: se uma das rodas fica sem atrito quando o veículo está sendo dirigido no limite, o sistema desacelera um pouco aquela roda para evitar que ela derrape. 

Isso resulta em excelente tração para fazer uma curva, por exemplo. A Audi oferece ainda, como opcional, o diferencial esportivo no eixo traseiro, que distribui ativamente o torque entre as rodas traseiras para garantir ainda mais estabilidade e aderência do veículo em situações extremas.

Suspensão de alumínio
Com um projeto extremamente complexo, o chassis da Audi RS4 Avant traz muitos componentes da suspensão dianteira five-link e da suspensão traseira self-tracking trapezoidal-link feitos em alumínio.

A nova direção assistida trabalha com um sistema eletromecânico altamente eficiente, com uma relação precisa de acordo com a velocidade na estrada. Isto ajuda o motorista a fazer pequenas correções de direção quando freia em superfícies com aderências diferentes. 



A configuração RS é 20 milímetros mais baixa que a Audi A4 Avant original e o modelo recebeu, de série, novas rodas em alumínio de 19 polegadas, com pneus265/35. A Audi também oferece rodas de 20 polegadas com pneus 265/30, disponíveis com acabamento em titânio polido e novos desenhos.

Os freios a discos ventilados medem 365 milímetros de diâmetro nas rodas dianteiras. O sistema possui anéis de fricção com contorno externo ondulado, perfurados e conectados aos freios de alumínio por meio de pinos. 

O conceito reduz as tensões e rapidamente dissipa o calor, evitando a transmissão de picos de temperatura. As pastilhas são pintadas de preto e na dianteira levam o logo esportivo RS. Para o eixo dianteiro, a Audi ainda oferece a opção de discos de fibra de carbono e cerâmica de 380 milímetros, mais leves, robustos e duráveis.

Além do programa eletrônico de estabilização ESP que possui o modo Sport e pode ser totalmente desativado, o modelo vem equipado de série com o Audi Drive Select, que oferece ao motorista três modos de condução - Conforto, Automático e Dinâmico - que determinam características de direção, do câmbio de sete velocidades S Tronic, da suspensão e do acelerador. O sistema pode ainda variar o som do escapamento e do sistema de dupla embreagem, quando no modo Dinâmico.

Os bancos do motorista e do carona,
além de ergométricos, são firmes e confortáveis.

Outra tecnologia de amortecimento disponível como opcional na nova Audi RS 4 Avant é a suspensão esportiva com DRC ( Dynamic Ride Control). Os amortecedores de um lado do carro são interligados diagonalmente com os do outro lado, por meio de uma válvula central. Assim, numa curva mais rápida, quando a suspensão dianteira do lado de fora da curva é comprimida, um fluxo de óleo é enviado ao amortecedor, por meio da válvula, para praticamente anular a rolagem da carroceria. 

RS4 visto por fora
O design da nova RS 4 Avant traz o caráter esportivo do modelo, com detalhes como a grade hexagonal na dianteira, com contorno em alumínio fosco e com os recortes da grade (os "favos" de mel). Os faróis de xenon plus com luzes diurnas em LED, as entradas de ar e o pára-choque encorpado e recortado, como em um carro de corrida, arrematam o visual.


Saias laterais, difusor traseiro e grandes saídas de escape ovais completam o estilo agressivo. A traseira com bordas horizontais são uma referência ao modelo pioneiro da tração integral, o Audi quattro, de 1980. Os espelhos retrovisores tem acabameno em alumínio fosco e um discreto spoiler na traseira reforça a esportividade. A Audi oferece ainda um sistema de escape esportivo com maior volume de som e acabamento em preto. Faixas de LED também adornam as lanternas traseiras. 


A nova Audi RS 4 Avant é 20 milímetros mais longa e 24 milímetros mais larga que a A4 Avant, e também 20 milímetros mais baixa. A Audi oferece oito opções de cores: uma sólida, uma metálica, quatro perolizadas e duas especialmente pigmentadas com efeito cristal, nas cores Prism Silver e Panther Black.


Interior esportivo e elegante
Com o interior totalmente revestido em preto, os detalhes cromados ganham destaque no painel de controle. De série, os bancos dianteiros são aquecidos e recobertos em couro e Alcantara. Outras opções incluem assentos em forma de concha, climatizados e ventilados. 


O volante multifuncional de couro com a base achatada tem shift paddles com acabamento em alumínio. O sistema de informação ao motorista com display colorido inclui um menu RS com contador de voltas e termômetro do óleo. O design da alavanca de câmbio de sete velocidades S Tronic é exclusivo para o modelo RS. 


Pedais, apoio para os pés, aberturas de ar, teclas e controles do MMI têm revestimento em alumínio. Entre os opcionais, equipamentos de assistência ao condutor e sistemas de comunicação, incluindo telefone com bluetooth online que conecta a RS 4 Avant com a internet. O compartimento de bagagem, que oferece até 1.430 litros de espaço, incorpora sistema de trilho para fixação de carga.


Ficha técnica


Cilindros: 5 cilindros
Cilindrada`: 2480 cm³
Potência: 340 cv
Torque: 450 Nm
Câmbio: S-Tronic 7 velocidades
Tração: quattro .
Aceleração: 0 - 100 km/h 4.6 segundos
Velocidade Máxima: 250 Km/h
Consumo na cidade: 6.8 L/100km
Consumo na estrada: 13.1 L/100km
Consumo combinado: 10.9 L/100k
Peso: 1.650 Kg
Comprimento: 4.302 mm
Largura: 2.023 mm
Altura: 1.423 mm
Entre eixos: 2.578 mm
Capacidade do tanque de combustível: 60 Litros
Capacidade do porta-malas: 370 Litros
Motorização: 2.5 L TFSI

*Os valores indicados foram determinados de acordo com os procedimentos de medição recomendados (Diretriz EG 715/2007 e EWG 80/1268 na versão atualmente em vigor) e devem ser utilizados meramente para fins de referência.





sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

DE ROBERTO NASSER, A COLUNA DE CARRO POR AÍ

End eletrônico: edita@rnasser.com.br             Fax: 55.61.3225.5511








Coluna nº 0712 -  de 16 de Fevereiro de 2012



Peugeot 308. Ajeitado para ocupar espaços
Charmoso em linhas, espaçoso, maior porta-malas da categoria, agradável no conduzir, rico em conteúdo de confortos, segurança, e interatividade, chega o Peugeot 308.
Tem missão superior ao sucedido 307, que transitou aqui por uma década, tratado como adicional produto de charme. Erro básico causado pela falta de intimidade com o país, resultado erro estratégico da Peugeot ao não vir na implantação da indústria automobilística. Chegando na leva da abertura dos portos no governo Collor, agiu tibiamente, não renovou a linha de produtos, tossiu, fraquejou, perdeu posições e participação de mercado num período de esperado crescimento. 


Do 307 a Peugeot vendeu 80 mil unidades em torno de 10 anos. Do 308, com outra postura e foco, quer muito mais: 12 mil nos nove meses de 2012, circa 1.333/mês. E sabe, não poderá deixá-lo tanto tempo imutável em produção pois o sucessor 309 está em testes finais para lançamento na Europa.

A operação Mercosul, com fábricas em Palomar, Argentina, e Porto Real, RJ, Brasil, faz motores e carros de menor plataforma no Brasil, o Peugeot 207, os Citroën C3 e Picasso. Na Argentina, Peugeots 308, 408 e Citroën C4. Presente industrialmente no vizinho país, lidera no segmento.


308
Além das qualidades visuais exibe ajuste de sintonia com o mercado, com agregação de itens de segurança, cinto de três pontos e apoio de cabeça para todos os passageiros; ABS e as almofadas de ar em 100% das unidades, antecipação legal e adequação ao tipo de comprador, a partir dos 30 anos, fiel ao segmento ou em ascensão. A versão básica é bem fornida e as motorizações foram melhoradas. 


O motor 1.6, 4 cilindros, 16V, emagreceu em massa e peso, ganhou tecnologia para otimizar funcionamento, reduzir consumo, como pistões grafitados, cilindros com novo brunimento, bomba de óleo não-mecânica de fluxo e pressão adequados à solicitação, bielas forjadas, mais leves, coisa de carros esportivos, e a programação de abertura das válvulas de admissão de acordo com demanda e necessidade. Passou a 122 cv a álcool, maior potência na cilindrada entre os motores feitos no Brasil. O importado 2.0, 16V faz, com álcool, 151 cv e o maior torque da cilindrada, 22 kgfm.

Projeta Fréderic Drouin, presidente da marca, vendas assemelhadas nas duas motorizações. De transmissões nada novo: mecânica com cinco velocidades à frente e, no caso dos 2.0, opção automática 4 velocidades nas versões Allure, equipamento na superior Feline. Caixa antiga, tentativamente adequada com troca do conversor de torque e do gerenciamento eletrônico.
A definição do produto teve a mão de Carlos Gomes, o português co-optado pela PSA à Fiat na Europa, nº1 de Peugeot e Citroën na América Latina. 


Sugeriu como pilares do produto:
a) acertos de direção e suspensão; 
b) melhor vedação para torná-lo mais silencioso; 
c) compatibilidade entre motor e câmbio; 
d) melhor ângulo de ataque frontal para evitar as esbarradas; 
e) ar condicionado digital e com saídas para o banco traseiro.
Os ajustes melhoram as sensações de motorista e usuários no 308.


Versões
Não há a básica, pelada. Automóvel e clientela exigem conteúdo. A de entrada, Active 1.6, tem ar condicionado, direção hidráulica, ABS com REF – repartidor eletrônico de frenagem -, duas almofadas frontais de ar. Acima, incremento no pacote, com ar digital e saídas para o banco traseiro, motor 2.0, transmissão automática e o teto Cielo – placa corrediça de vidro, central multi mídia com GPS.


Quanto custa
                   Versão                                                       R$
Active 1.6                                                   53.990 (mesmo do 307)
Allure  1.6 (com ar digital)                         56.990
            2.0                                                   59.990
            Automático                                      63.990
Feline (completo, auto, seis air bags)       70.990

Para mostrar confiança, garantia de tês anos; revisões com preço contido e conhecido; pacote de peças em preço inferior à média da concorrência. Para instigar, Frederico Bataglia, diretor de Marketing, outro ex-Fiat Europa, provoca: "quem comprar até 7 de Fevereiro terá revisões sem custo. E, versões Allure 2.0 leva o teto Cielo e na Feline a central multi media.


Opinião – Gosta de automóvel? Versão Allure 2.0, câmbio mecânico, veículo de estamina. Não? Motores 1.6. És ser superior dirigindo automáticos com um só pé e entende que a letra D significa Deixar o veículo decidir como andar? Marque o 2.0 Automático. (RN)

Peugeot 308. Alinhado, bom de conteúdo e segurança

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Novo Chevrolet S 10. O ônus da liderança
Quase 18 anos de mudanças cosméticas, o picape S 10, cuja renca de versões o torna mais vendido no País, tem cara nova e implementos mecânicos. Há filosofia, explica Brad Merkel, diretor executivo de picapes: “Reboca tudo, vai a qualquer lugar”.

Goste ou não, é ponto de orgulho, pois desenvolvido do Brasil para o mundo, já em produção na Tailândia – e abre mercado a fornecedores brasileiros, como a acessórios Keko exportando as barras do bagageiro.

Tem a cara do dono, o lápis de Carlos Barba. Chefe do design no Brasil o mexicano personaliza seus projetos ao fazer roupas novas sobre plataformas antigas – Prisma, Agile, ex-Vectra. No caso, o S 10 tem jeito agradável, preocupação aerodinâmica - coeficiente de 0,48, - contra a média superior dos concorrentes, e o pioneiro uso em picapes de lâmpadas LED nas lanternas traseiras da versão LTZ. 


Outro item com brasileirice foi transformar o motor diesel MWM 2,8 litros, antes o patinho feio do segmento, no de maior torque dentre os picapes nacionais, tentando torcer o eixo piloto da caixa de marchas com 47,9 kgmf. Potência elevada, 180 cv, inferior aos 190 cv do Nissan Frontier, atual mais potente.

12 versões – Cabines simples, estendida, dupla; padrão de decoração e equipamentos LS, LZ e LTZ; motor flex 2.4, 147-151 cv; diesel MWM 2.8 e 180 cv; tração simples ou nas quatro rodas. Preços vão de alto a muito alto.
A capacidade de carga elevou-se a 1,3 t, nos cabine simples; aprimorou-se a transmissão permitindo engrazar a tração nas quatro rodas com o veículo andando -  nada novo, os concorrentes têm o sistema – e nas mecânicas há o conforto da ré sincronizada. Por dias, a transmissão automática com seis velocidades lidera em fartura – leitores da Coluna sabem, o VW Amarok terá em março, 8 marchas.

Ossatura mecânica primária: Chassi com longarinas e transversais, suspensão frontal por balanças e molas helicoidais. Traseira jurássica, com eixo rígido e molas semi elípticas longitudinais. Freios contidos em tecnologia, discos perfurados na frente, tambores atrás.


Quanto ?
Lista ampla. De R$ 58.868 (p’ra que este 68 num universo de 58 mil e em segmento onde logo após o bom dia o vendedor oferece desconto?) para cabine e decoração simples, motor flex, a R$ 135.250 para cabine dupla, Turbo diesel, transmissão automática, tração 4x4.


 Novo picape Chevrolet S 10, mudar para continuar líder  
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Roda-a-Roda
Competência – Os novos Mercedes CLS 350, cupê quatro portas, seguem sugerindo elegância, performance e funcionalidade em revolução conceitual, fazendo os Mercedes deixar a caretice, e iniciando buscar novos clientes, desenho e apuro esportivo tem dado resultados.
Atrativos – Motor 3.500 cm3, 306 cv de potência, grande torque de 370Nm, câmbio inteligente 7G-tronic com sete velocidades, cumpre o sugerido pelas linhas: vai de 0 a 100 km/h em 6,1s e crava 250 km/h. Portas, capô, peças em alumínio contém o peso de 4,90m de automóvel seguro e equipado em 1.750 kg. É 13% melhor em aerodinâmica e mais econômico.
Mimos – Pioneiros faróis LED, lâmpadas bi xenônio; proteção de preparativos com tensão nos cintos, regulagem de bancos e apoios de cabeça em caso de acidente e o sistema que procura vaga e estaciona o veículo.
CLS 350
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Afirmação – Equilibrando-se entre a barreira de trinta pontos percentuais sobre o IPI de seus chineses, e a tentativa saída de instalar fábrica na Bahia, a JAC Motors comemora um ano de Brasil e a venda de 25 mil J3 vendidos. Lembra os fatos em campanha publicitária com depoimentos de consumidores reais. Quer ver? http://www.youtube.com/watch?v=bzWDpnWv8hY


Misturada – Salão de Genebra, a partir de Março, 8, Subaru BRZ, projeto proposta pela cotista Toyota. Jeito de esportivo, motor Subaru dianteiro e tração simples, na traseira, abre mão da marca registrada, o formidável sistema de tração contínua nas 4 rodas. Jeito ruim de comemorar 40 anos de tração total, o Symmetrical All-Wheel Drive. O projeto gerou um Toyota e o BRZ.


Meia sola – Ameaça do governo brasileiro em eventual suspensão do acordo comercial com o México, deve gerar mais remendos nas regras comerciais como exterior. O Brasil não pode rasgar o Acordo, pois é feito com o Mercosul. Rompe-lo com um, seria fazê-lo com todos.


Na prática – O que precisamos é de projeto para a indústria automobilística, e não as contas de aconchego feitas a cada desequilíbrio. Algo que nos permita ter carros adequados aos buracos no asfalto, às estradas de lama, e nos faça esquecer o mico institucional de sermos grande fabricante – sem ter um único carro de marca e projeto brasileiro.


Compra – O Palácio do Planalto mudou o rito administrativo para a frota presidencial: deixou o aluguel simbólico, aplicou R$ 1,7M comprando e blindando 10 Ford Edge. Servirão em Brasília à Presidente, Vice, e em suas bases sentimentais, Porto Alegre e S. Paulo.


Segurança – O Senado aprovou Projeto tornando obrigatório o uso de faróis baixos durante o dia por todos os veículos usuários das estradas. Coisa de bom senso e segurança, aumenta a visualização, em especial dos perigosos carros cinza escuro e os pretos, é Recomendação do Contran. Deve ser aprovado pela Câmara e integrar-se ao Código de Trânsito Brasileiro.


Bom senso – Abraciclo, associação dos fabricantes de motocicletas, e Honda, Yamaha, Harley-Davidson, Dafra, Kawasaki e a CET, companhia de trânsito de S Paulo, criaram o Centro Educacional Paulistano de Motociclistas, focando reduzir acidentes através de palestras, seminários, encontros.


Na prática – Se a idéia é reduzir acidentes, basta mudar o artigo do Código de Trânsito que permite aos motociclistas não respeitar faixas, transformando-se em Hunos do asfalto, cortando, ultrapassando e realizando manobras que a legislação proíbe aos demais veículos, e a omissão oficial concede os excessos.


Pretensão – Diz a Michelin, seu novo pneu Commander II para motocicletas pode durar mais de 40.000 km na traseira, quase o dobro dos concorrentes. O dianteiro, mais. Segredo, a carcaça incorporando sílica e cabos de aramida. Para aros 15 a 21”.


Institucional - PSA Peugeot Citroën e a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) formaram parcerias em pesquisa, desenvolvimento e criação de cursos de extensão e aperfeiçoamento ligados à área automotiva.


Ecologia – Israel, Holanda, Portugal e Dinamarca implementam postos de recargas de baterias de carros elétricos. Shai Agassi, fabricante de carros elétricos e operador das estações de recarga quer, com os seus produtos e os Renault Fluence e Kangoo ZE, liderar o mercado e criar independência do uso do petróleo como base de combustível.


Gente – Abraham Kasinsky, 94, passou. 
OOOO Pioneiro da indústria de auto-peças com sua Cofap, muito auxiliou formar mecânicos com seus cursos de Doutor em Mecânica. 


OOOO Aos 82, vendeu a empresa à Fiat e, quando todos pensaram que ia se aposentar, montou a fábrica de motos com seu nome, que vendeu há dois anos. 


OOOO Fernanda Villas-Boas, executiva, 43, desafio. 


OOOO Diretora de Comunicação e Relações Externas América Latina da PSA, holding Peugeot-Citroën. 


OOOO A marca investe para crescer num dos poucos mercados promissores no mundo. 


OOOO Jon Huntsman Jr, seis doutorados, ex-embaixador dos EUA na China e Singapura, novo conselheiro da Ford. 


OOOO Bill Ford, número 1 da empresa, segue o avô Ford II que jovem, assumindo a empresa, recrutou executivos com base acadêmica e fora do mundo do automóvel. 


OOOO Como Alan Mullaly, atual CEO, que veio da Boeing e salvou a Ford. OOOO


Receita do Uno chega ao Palio
Desenvolver plataforma brasileira capaz de ser base de nova família de veículos, foi o passo dado pela Fiat para criar o novo Uno. Atendendo a pesquisas, o pequeno automóvel transformou-se: conseguiu maior espaço interno, mais conforto de rodagem, teve a mecânica afinada com a proposta. Produto de imediato sucesso, instigou o surgimento do Palio, segundo membro da família.

Linhas desenhadas na Itália sobre a base nacional, exclusividade mundial da marca, Novo Uno e Palio são produzidos apenas no Brasil, incluindo parte da motorização, o 1.6 16V E.torQ, com opção da transmissão automatizada Dualogic. Daqui terão destino para América Latina.

A ideia da Fiat é adotar a tendência atual de veículos de contidas dimensões externas porém com ganho interno para acomodação dos passageiros e agregação de itens de conforto e segurança usuais em carros maiores e mais caros. Decoração, confortos e motores em seis degraus de preço: Attractive 1.0; Attractive 1.4; Essence 1.6 16V; idem Dualogic; Sporting transmissão mecânica ou Dualogic.

Como conteúdo, almofadas de ar frontais e laterais, e itens de agrado como o comando das mudanças do câmbio Dualogic sob o volante revestido em couro, sensores de chuva e crepuscular, rádio com toca CD e MP3, entrada iPod/USB, faróis com canhões.

Em resumo, nada a ver com as versões anteriores, tanto em habitabilidade, conforto, equipamentos e a característica que o diferencia de concorrentes importados: a adequação às condições do País.




ALCOÓL E AUTOMÓVEL NÃO COMBINAM, VOCÊ SABE. MAS SE BEBER ESCOLHA ANTES O TIPO DE TRANSPORTE QUE DESEJA USAR E O DESTINO QUE PREFERE




Os jornais das emissoras de tv e de rádio e os impressos estão repletos de notícias dando conta de acidentes nas estradas e nas ruas das cidades causados por motoristas que encheram a cara e alcoolizados decidiram dirigir seus veículos. O resultado pode ser semelhante ao da foto, por isso não vale arriscar. Bebeu, ótimo, passe a chave do carro para quem está são, careta.


O resultado dessa prática, às vezes, dá certo, o motorista dá sorte de não ter sido forçado a fazer manobras inesperadas que necessitam de reações corretas e imediatas, como uma pessoa atravessando uma rua, ser fechado por outro carro, muito provavelmente outro bêbado ao volante, mas, não, arrisque porque também pode dar errado e você causar a infelicidade da sua família e de outras, das vítimas de sua insanidade e "coragem".

Neste carnaval, época em que só não bebem os abstémios, é importante que cada um tenha a clareza de que automóvel é, sim, uma arma e mata, sem dó nem piedade. De repente, você, que estava momentos antes feliz da vida, curtindo a vida com seus amigos, com sua família, ao assumir o volante de seu belo e amado carro depois de beber umas cervejas, tomar uns uísques, saborear uns vinhos de boas safras, enfim, ingerir bebidas alcoólicas em centésimos de segundo crash. 

Aí, descobre tarde demais - se não morrer - que sua vida virou do avesso, aparece a polícia, a ambulância, fora os problemas com a Justiça e muito provavelmente acabará o carnaval numa cama de UTI, todo entubado, a um passo da morte, ou pode ficar paralítico para o resto de sua vida. E, pior ainda, fazer com que as pessoas que levava no carro, seus filhos, sua mãe, sua mulher, e as demais envolvidas no acidente se firam ou até morram.

Neste carnaval, a Polícia Rodoviária Federal está patrulhando as estradas com a ajuda de helicópteros, o que significa que os cuidados na direção devem ser redobrados. Nada de andar mais rápido em locais onde a velocidade, mesmo que não seja controlada pelos radares, constitue perigo na direção. 

Se o trânsito está ruim, o engarrafamento está enchendo sua paciência, lembre-se de que sua irritação não vai melhorar o tráfego, além de que muito provavelmente você já imaginava que iria enfrentá-lo. Então, muita calma nessa hora para evitar dissabores ou problemas mais graves.

Ultrapassagens pela direita naos as faça, NUNCA. Se o cara à sua frente não o deixa passar, aguarde, um pouco, tenha paciência, avise-o de que ele precisa passar para a faixa da direita. Aí você fará a desejada ultrapassagem, com calma e segurança. Imagine que você inicia a ultrapassagem pela direita e o cara ao seu lado resolve mudar para essa faixa... É acidente na certa.

Uma outra dica: ao ligar o carro - isso vale para os dias - acenda os faróis baixos. Estatísticas mostram que com os faróis ligados você tem menos probabilidade de atropelar alguém e os demais motoristas o verão com mais facilidade.

Portanto, viaje, caro leitor, curta o carnaval, mas não esqueça nunca que beber e dirigir não combinam e que deve IR SEMPRE PELA ESTRADA, DE FARÓIS BAIXOS LIGADOS. 

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