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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

QUER VENDER SEU CARRO, TROCÁ-LO POR UM NOVO OU SEMI-NOVO? O NOSSO COLUNISTA TARCÍSIO DIAS OFERECE DICAS VALIOSAS PARA VOCÊ CONSEGUIR UMA VALORIZAÇÃO MELHOR NO NEGÓCIO DE SEU VEÍCULO.






Por Tarcísio Dias


VALORIZANDO A VENDA 
DO SEU VEÍCULO SEMINOVO


Dicas valiosas para você atrair vários interessados e ajudar na valorização do seu veículo.

Como, onde e o que é preciso fazer para vender seu automóvel? Qual a melhor solução para ter uma venda lucrativa para você e também para o novo proprietário? 
Responder esses objetivos úteis não apenas para quem pretende vender agora seu seminovo, mas para que de agora em diante você possa manter o modelo alinhado com seu propósito futuro é o objetivo de nossa coluna hoje.
A primeira impressão é a que fica. Não tenha dúvida que o comprador vai observar bem seu veículo externamente, e que pequenos detalhes podem custar caro na avaliação do modelo, como por exemplo, reparos que deixam a pintura com tonalidades diferentes que podem “espantar” o comprador.
Realizar um polimento para tirar as imperfeições é uma boa pedida. Atenção nas partes amassadas, rodas raladas e pneus carecas que vão prejudicar a imagem do seu automóvel junto ao comprador. 
Procure consertar esses detalhes, que com certa vão valorizar ainda mais seu usado.
Não esqueça que a parte interna está diretamente relacionada com o novo proprietário. 
Realizar uma boa higienização, assim como uma limpeza interna bem feita, que pode ser a seco ou com produtos específicos que não comprometam os tecidos e componentes do painel e porta, vai despertar ainda mais o interesse do comprador.
Quando o assunto é Mecânica Online®, tema de nossa coluna, mostrar que realizou as revisões programadas e manutenções necessárias vai permitir mais segurança ao comprador na aquisição de um veículo sem necessidade de reparos imprevistos.
Atualmente é cada vez mais comum veículos com três ou mais anos de garantia e muitas vezes à venda acontece ainda dentro desse prazo. 
Assim fica ainda melhor para você e principalmente para o novo comprador, pois ele terá um período de garantia de fábrica após a aquisição do seu seminovo.
Mostrar que você ainda tem o manual do proprietário, a chave reserva e até mesmo a nota fiscal de compra também são garantias, para quem vai comprar, de que o vendedor quer provar que o carro possui um passado “limpo”.
Mas você ainda quer melhorar a “reputação” do seu seminovo? Investir numa vistoria com empresas especializadas em identificar itens originais que podem ter sido substituídos ou ocorrência de sinistros (roubos, batidas etc.) permite que o comprador se sinta mais seguro.
Normalmente o comprador também tem interesse em levar seu mecânico de confiança para analisar o veículo e referendar a compra. Facilitar e permitir esse acesso revela ainda mais garantia para seu seminovo.

MECÂNICA ONLINE

· PROMOÇÃO CHEVROLET - A Chevrolet lança a promoção “Descubra seu Chevrolet Premiado”, estrelada por Rodrigo Faro, que pode render aos consumidores desde um dos novos modelos da marca até um Camaro zero-quilômetro. 
A ação de comunicação integra o novo posicionamento global da marca, o "Find New Roads". A promoção será realizada entre os dias 27 de julho e 31 de agosto em todas as concessionárias no Brasil.
· GTX DA CASTROL - Veículos cujos motores exigem cuidados especiais de manutenção necessitam de produtos que, de fato, evitem seu desgaste para atender o principal objetivo de seus proprietários: prolongar sua vida útil, poupando custos de oficina. 
Para eles, a nova linha GTX chega com a nova viscosidade 15W40, principal viscosidade recomendada pela FIAT e GM no manual dos veículos fabricados até 2009.
· PLÁSTICOS NO AUTOMÓVEL - Os veículos brasileiros, conforme destacam fornecedores de peças e acessórios, levam de 100 a 150 quilos de material plástico, enquanto que na Europa chegam a 200 quilos. 
Obviamente, caminhões e ônibus consomem muito mais peças e componentes fabricados com essa matéria prima. 
O departamento de engenharia da Volkswagen do Brasil, por exemplo, calcula que, entre peças e componentes, são empregados polímeros numa proporção entre 8 a 10 por cento do volume e peso em seus diversos modelos de automóveis e utilitários.
. 150 ANOS - Henry Ford, criador da linha de montagem para produção em série de automóveis, completaria 150 anos no dia de hoje, 30 de julho. 
Para homenagear o fundador da Ford Motor Company, uma série de eventos estão sendo realizados nos Estados Unidos e outros países.
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecatrônico e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® www.mecanicaonline.com.br e desenvolve a Coleção AutoMecânica.

GM BRASIL MUDA DE POSIÇÃO EXECUTIVOS COM VASTA EXPERIÊNCIA NA MONTADORA: SANTIAGO CHAMORRO ASSUME A PRESIDÊNCIA E DIRETORIA GERAL DE VENDAS MUDA DE COMANDO

Santiago Chamorro, à esquerda, foi nomeado presidente da General Motors do Brasil e Edgar Lourençon assume posição de diretor geral de vendas, Serviços e Marketing da GM América do Sul
O presidente da General Motors América do Sul, Jaime Ardila, anunciou hoje que Santiago Chamorro, atual diretor-geral de Vendas, Serviços e Marketing, foi nomeado presidente e diretor-gerente da General Motors do Brasil, e assume a liderança da empresa a partir de hoje. Em sua nova posição ele continuará a se reportar diretamente a Jaime Ardila.
"É motivo de satisfação contarmos com o talento e a liderança do Santiago neste momento tão importante para a GM do Brasil, em que transformamos nosso modelo de negócios e apresentamos ao mercado uma nova Chevrolet" disse Jaime Ardila.

"Com a sua sólida experiência nas áreas de marketing, vendas e serviços, e mais recentemente na liderança da GM Colombia, Santiago é a pessoa certa para conduzir nossa empresa em direção ao futuro, e assegurar que a GM continue inovando, de forma a desenhar, fabricar e vender veículos, de classe mundial, que atendam as expectativas de nossos clientes", destacou Jaime Ardila.

Santiago Chamorro, 43, nasceu na Colômbia em 17 de novembro de 1969. Economista, ele fez pós-graduação em Finanças na Universidade de Los Andes na Colômbia. Santiago entrou para a GM em 1993, na área de Pós-Vendas. 

Ao longo de sua carreira na GM, passou por vários cargos, incluindo diretor de Vendas na Colômbia e Brasil, presidente e diretor-geral da GM Colmotores (Colômbia) e desde 2012 ocupava a posição de diretor de Vendas, Serviços e Marketing da GM América do Sul.
Santiago também teve uma experiência nos Estados Unidos na área de vendas e marketing, no mercado doméstico.

Novo diretor de Vendas
Para substituir Chamorro na diretoria geral de vendas, serviços e marketing, foi nomeado Edgar Lourençon, 57, atualmente responsável por projetos especiais da GM América do Sul. 

Ele se reportará a Santiago Chamorro.
Nascido em 5 de janeiro de 1956, Lourençon é bacharel em Engenharia Industrial pela FEI e tem mestrado em Administração de Negócios pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Edgar entrou para a GM do Brasil em 1977, como engenheiro de Engenharia de Manufatura. Sua experiência inclui a liderança de diversas áreas da GM, como qualidade, exportações e vendas. 

Ele também teve experiência internacional em posições de liderança, incluindo o cargo de presidente e diretor-geral da GM Chile/Peru, Argentina/Paraguai/Uruguai e África do Sul.

"O NOVO CLIO TEM UM NÍVEL DE SEGURANÇA IGUAL E ATÉ MESMO SUPERIOR ÀQUELE DE SEUS CONCORRENTES DIRETOS NO SEGMENTO". A AFIRMAÇÃO É DA RENAULT EM RESPOSTA ÀS PERGUNTAS FEITAS PELO BLOG DIANTE DA NOTA ZERO DADA PELA LATINNCAP NO TESTE QUE REALIZOU NO CARRO. A MONTADORA LEMBRA AINDA QUE EM 2012, O NOVO CLIO RECEBEU NOTA 1, COMO OS DEMAIS CONCORRENTES.


Com o intuito de tranquilizar os leitores proprietários do Renault Novo Clio, diante do resultado na prova de choque contra barreira fixa no teste a que o carro foi submetido pela LatinNCap e em que recebeu nota zero, o Blog solicitou à montadora sua posição diante do problema.

O Blog enviou à Renault cinco perguntas:

- Como a Renault viu o resultado do teste?

- Esse resultado significa que o Clio é um carro que deixa vulneráveis seus passageiros em caso de um choque frontal?

- Pelo fato de não possuir air bags, o Clio tem alguma forma de proteção dos passageiros?

- A Renault pretende, diante do desempenho do carro no teste de crash equipar o Clio com air begs e ABS antes da obrigatoriedade imposta pelo governo?

- A instalação desses equipamentos elevará o preço do carro?

A partir de janeiro de 2014, o Novo Clio sairá de fábrica obrigatoriamente com air bags para o motorista e o carona.

A Renault enviou, através da sua Assessoria de Imprensa, ao Blog a resposta que publicamos abaixo.

"O Novo Clio foi testado sem air bag. Esta configuração corresponde à regulamentação em vigor nos mercados onde é vendido, já que as regulamentações sul-americanas ainda não exigem o air bag

"A partir de janeiro de 2014, todos os Novo Clio serão comercializados com air bag para o condutor e passageiro.

"O Novo Clio cuja versão foi testada pelo LatinNCAP tem um nível de segurança igual e até mesmo superior àquele de seus concorrentes diretos no segmento (Peugeot 207 Compact, VW Gol Trend 1.6, Fiat Palio ELX, 1.4 Chevrolet Celta, Ford KA Fly Viral, Chevrolet Corsa Classic e Fiat Novo Uno). 

"Todos estes modelos, testados em 2012, obtiveram 1 estrela nos resultados LatinNCAP. 

"O novo processo mais rigoroso do teste LatinNCAP fez com que Novo Clio, testado em 2013, não obtivesse nenhuma estrela. 

"Se nos baseássemos no protocolo do LatinNCAP em vigor em 2012, o Novo Clio teria obtido 1 estrela, assim como os seus concorrentes do mesmo segmento."

O Blog do Arnaldo Moreira se viu na obrigação profissional de publicar a posição da Renault, diante da matéria de abertura da coluna deste semana do nosso colaborador Roberto Nasser, inserida, ontem, 31 de julho.

FABRÍCIO BIANCHINI É O MAIS RÁPIDO NAS MOTOS NUMA PROVA COM DIVERSAS BAIXAS, EM PALMAS


Palmas (TO) – Fabrício Bianchini e Dudu Amaral cumpriram nesta quarta-feira a sétima etapa do Rally dos Sertões, marcada como o percurso mais longo da prova com 746 quilômetros, sendo 514 de especiais, passando pelo temido Jalapão, no Tocantins. 

A prova em formato de laço teve largada e chegada na capital Palmas, sendo que nesta quinta-feira a caravana do rali retorna ao Estado de Goiás. 

Serão 666 quilômetros até Minaçu (GO), incluindo 333 de especiais pela oitava etapa da programação.


O dia foi complicado para os outros três pilotos da equipe. Marcos Finato teve problemas mecânicos logo no início da etapa e abandonou. 

Já Gui Kury e Wilson Pereira Júnior ficaram pelo caminho e estão sendo resgatados pela equipe de apoio. De acordo com os resultados extra-oficiais, Bianchini foi o 15º piloto mais rápido entre as motos da sétima etapa e Dudu Amaral, o 19º. 

Os competidores ocupam o 13º e o 22º lugares na classificação geral das motos, respectivamente.

“Houve um problema na zona de radar e alguns pilotos ficaram prejudicados, é possível que os resultados mudem. De qualquer forma, pretendo subir um pouco o ritmo amanhã para ganhar posições”, comentou Bianchini, que corre com o ombro esquerdo machucado. 

“Foi bastante difícil, mas sobrevivi mais uma vez ao Jalapão. Senti muitas dores no trecho de areia para segurar a moto, mas consegui seguir em frente e completar bem o dia”, concluiu.

O Rally dos Sertões 2013 conta com 10 etapas para definir os campeões das categorias para motos, quadriciclos, UTVs, carros e caminhões. 

A chegada está marcada para o dia 3 de agosto em Goiânia (GO), após 4115 quilômetros de roteiro, sendo 2.488 de especiais. O evento é válido pelo Campeonato Mundial de Rally Cross Country para motos e quadris.

Resultados Motos - 7ª etapa (extra-oficiais)
1º - MARC COMA - 05:56:11
15º - FABRICIO BIANCHINI - 07:21:39 - Bianchini Rally
19º - EDUARDO AMARAL - 08:14:17 - Bianchini Rally


Resultados Motos - acumulados (extra-oficiais)
1º - PAULO GONCALVES - 21:37:39
13º - FABRICIO BIANCHINI - 25:22:27 - Bianchini Rally
22º - EDUARDO AMARAL - 29:02:41 - Bianchini Rally

Programação – 21ª edição do Rally dos Sertões 2013*
8ª etapa - 01/08, quinta-feira
Palmas (TO) / Minaçu (GO)
DI: 312 km
TE: 333 km
DF: 20 km
TOTAL: 666 km

* Clique para acessar o roteiro completo e detalhado.


ASSIM VAI O SERTÕES: BRASILEIROS DA MITSUBISHI VENCEM NO JALAPÃO SEGUIDOS DOS FRANCESES DA MINI QUE TIVERAM UM PNEU FURADO E CONTINUA NA LIDERANÇA. O CAMINHÃO FORD ISOLA-SE CADA VEZ MAIS NA LIDERANÇA. CLIQUE NAS FOTOS PARA AMPLIÁ-LAS.


Foto: Marcelo Maragni/webventure.com.br
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Spinelli/Haddad vence a primeira e assume vice-liderança nos carros
Foto: Vinicius Branca/webventure.com.br
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Peterhansel/Cottret tem pneu furado e alivia
Foto: Marcelo Maragni/webventure.com.br
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Franciosi/Capoani vence na PT1 e abre vantagem
Foto: Marcelo Maragni/webventure.com.br
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Marinzeck/Ribeiro vence outra e abre na liderança da PT2
Foto: Eric Schroeder/webventure.com.br
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Nos caminhões, trio Piano/Mendes/Sales vence outra

7ª Etapa - 31/07 - quarta-feira
PALMAS (TO) - PALMAS (TO)
Deslocamento inicial: 109 km
Trecho de Especial: 514 km
Deslocamento final: 122 km
TOTAL: 746 km

Etapa em Palmas não foi brincadeira
Como já era esperado, a 7ª etapa do Rally dos Sertões contou com uma especial repleta de dificuldades para competidores e máquinas, que trabalharam no limite da resistência, a temperaturas altíssimas. 

Pela primeira vez, a dupla Guilherme Spinelli/Youssef Haddad (Mitsubishi ASX) venceu os franceses Stephane Peterhansel e Jean-Paul Cottret (Mini All4), segundo no dia, e subiu para a vice-liderança da competição. 

Em terceiro, ficou João Franciosi/Rafael Capoani (Mitsubishi Triton R), que teve mais um dia para comemorar. 

A dupla passou ilesa pelo Jalapão, ocupa a terceira posição na geral e manteve a liderança na disputadíssima categoria Protótipos T1. 

Seu principal rival, Klever Kolberg/Flavio França (T-Rex) parou com quebra do motor. No total, 33 carros largaram hoje, dos 46 que saíram de Goiânia.

Os competidores cumpriram o dia mais longo do rali - 746 km - e a maior especial de todos os tempos, que estava prevista para ter 514 km, mas foi encurtada em 15 km por questões de segurança. 

Mas engana-se quem pensa que tudo está definido. Depois da etapa Maratona ontem, do Jalapão hoje, amanhã vem outra pedreira pela frente. 

O rali sai de Palmas (TO) rumo a Minaçu (GO), para mais 666 km, dos quais 333 km de trecho cronometrado que promete ter de tudo.

"Para não perder o costume tivemos mais um pneu furado, mas de resto foi tudo limpo e sem problemas. O ASX esteve perfeito hoje. Passamos o Peterhansel logo no início da especial e conseguimos nos desvencilhar das pegadinhas do Jalapão", contou Guiga, que enfrentou problemas no segundo dia de prova, despencou para 16º, mas já recuperou terreno e ocupa a vice-liderança.

Peterhansel destacou as dificuldades do dia: "Dia longo e que não foi nada fácil pra gente. A especial era ótima de guiar, com areia e trial. No km 30, o Guiga nos passou e tivemos um pneu furado. A partir daí tratamos de não forçar o ritmo porque a temperatura do carro estava bem alta", disse o francês, maior nome do rali mundial.

Protótipos T1
A acirrada disputa da categoria Protótipos T1 teve uma baixa hoje. Kolberg/Capoani que vinha mantendo um ritmo forte, teve quebra do motor e não completou. 

Já os principais rivais, Franciosi e Capoani tiveram um dia limpo. "Nós nos superamos hoje no Jalapão e temos evoluído a cada dia. Estamos bem cansados, mas felizes de termos passado por essa etapa e principalmente por estarmos na liderança da Protótipos T1", comemorou Franciosi, campeão em 2006. 

Em segundo lugar no dia, o irmão de João, Romeu Franciosi e seu navegador Rogério Almeida (Mitsubishi Triton R), seguido por Cristian Baumgarten/Beco Andreotti (Mitsubishi L200 Triton Evo) em terceiro. 

No acumulado, Franciosi/Capoani lidera com 1h41 de vantagem sobre Romeu Franciosi/Almeida.

Pro Brasil
Na categoria Pro Brasil, Marcos Cassol/Luís Felipe Eckel (Mitsubishi Triton R) vence outra seguida, seguidos por Zeca Sawaya/Marcelo Haseyama (Mitsubihi L200RS) em segundo e Jorley Jr/Maykel Justo (Sherpa) em terceiro. 

A liderança permanece com Cassol/Eckel, que ampliou sua vantagem de 42 para 50 minutos para Jorley/Justo.
Super Production
Na Super Production, vitória de Regis Maia/Ana Carolina Braga (VW Amarok), seguida por Gunter Hinkelmann/Pipo Mirone (Mitsubishi L200RS) em segundo e Glauber Fontoura/Minae Miyauti (Triton R) em terceiro. 

Mas a liderança permanece com Fontoura/Miyauti, agora com vantagem de 1h50 para o segundo colocado Marcelo Damini/Elson Oliveira (Mitsubishi L200RS).

Production T2
Na 
Production T2, vitória da dupla Ulysses Marinzeck/João Ribeiro (Troller), seguida pelos irmãos Rodrigo Leis/Ronald Leis (Mitsubishi TR4) em segundo; e Cristiano Rocha/Anderson Geraldi (Mitsubishi TR4), sem terceiro. 

A liderança no acumulado permanece com Marinzeck/Ribeiro,mas sua vantagem para os irmãos Leis aumentou de 48 minutos ontem, para 1h34.

Caminhões
Na disputa dos caminhões pesados, o trio da Mercedes Benz, Guido Salvini/Flavio Bisi/ Fernado Chwaigert voltou a enfrentar problemas e não completou a especial, que teve 142 km. Assim a vitória ficou mais uma vez com Edu Piano/Solon Mendes/Antonio Sales (Ford Racing Trucks), que se mantém na liderança.

Edu Piano destacou que daqui para frente é só administrar. "Para nós hoje foi um dia bom. O caminhão está inteiro, abrimos uma vantagem maior. Está tudo dentro do planejado. Foi um dia bem quente, o motor trabalhou muito no limite entre 100° e 110°, mas cumprimos o objetivo de fazer uma especial limpa. Daqui para Goiânia, faltando três etapas, vamos administrar a nossa vantagem, fazer uma manutenção no caminhão e comemorar o meu primeiro título na categoria de Caminhões Pesados", declarou o piloto, que nesta quarta fez a especial em 2h02min22.

Já Salvini lamentou os problemas enfrentados. "Tivemos problemas na especial novamente e estouramos o tempo limite. O ventilador do motor quebrou e cortou uma mangueira de água e não teve como arrumar isso dentro da trilha. Ainda restam três etapas. O rali ainda não está perdido. Do mesmo jeito que não tivemos muita sorte, os outros também podem não ter. O Sertões só acaba quando colocar o caminhão no Parque Fechado, em Goiânia", ressaltou.

Resultado 7ª etapa Carros (extra-oficial):

Geral
1. GUILHERME SPINELLI/YOUSSEF HADDAD 05:28:202. STEPHANE PETERHANSEL/JEAN-PAUL COTTRET 05:31:103. JOAO FRANCIOSI/RAFAEL CAPOANI 05:48:264. MARCOS CASSOL/LUIS FELIPE ECKEL 05:52:295. JOAO CARDOSO/SIDINEI BROERING 05:53:246. ROMEU FRANCIOSI/ROGERIO ALMEIDA 05:54:437. CRISTIAN BAUMGART /BECO ANDREOTTI 05:56:168. ZECA SAWAYA/MARCELO HASEYAMA 06:11:039. JORLEY JR./MAYKEL JUSTO 06:11:4510. REGIS MAIA/ANA CAROLINA BRAGA 06:14:20

T1 FIA
1. GUILHERME SPINELLI/YOUSSEF HADDAD 05:28:20
2. STEPHANE PETERHANSEL/JEAN-PAUL COTTRET 05:31:10


Protótipos T1
1. JOAO FRANCIOSI/RAFAEL CAPOANI 05:48:26
2. JOAO CARDOSO/SIDINEI BROERING 05:53:24
3. ROMEU FRANCIOSI/ROGERIO ALMEIDA 05:54:43


Pró Brasil
1. MARCOS CASSOL/LUIS FELIPE ECKEL 05:52:29
2. ZECA SAWAYA/MARCELO HASEYAMA 06:11:03
3. JORLEY JR./MAYKEL JUSTO 06:11:45


Super Prodution
1. REGIS MAIA/ANA CAROLINA BRAGA 06:14:20
2. MARCELO DAMINI/ELSON OLIVEIRA 07:12:12
3. ARMANDO CRUZ/SERGIO BESSA 07:58:27


Production T2
1. ULYSSES MARINZECK FILHO/JOAO VICTOR RIBEIRO 07:23:53
2. RODRIGO LEIS/RONALD LEIS 07:54:43
3. CRISTIANO ROCHA/ANDERSON GERALDI 08:25:40


Resultado Acumulado 
Carros (extra-oficial):

Geral
1. STEPHANE PETERHANSEL/JEAN-PAUL COTTRET 19:44:41 -
2. GUILHERME SPINELLI/YOUSSEF HADDAD 21:13:29 +01:28:47.7
3. JOAO FRANCIOSI/RAFAEL CAPOANI 21:29:12 +01:44:30.1
4. MARCOS CASSOL/LUIS FELIPE ECKEL 21:51:08 +02:06:26.5
5. JORLEY JR./MAYKEL JUSTO 23:00:47 +03:16:05.2
6. ROMEU FRANCIOSI/ROGERIO ALMEIDA 23:09:10 +03:24:28.3
7. GLAUBER FONTOURA/MINAE MIYAUTI 23:20:15 +03:35:34.0
8. MAURO GUEDES/NEURIVAN CALADO 23:23:48 +03:39:07.2
9. MARCELO DAMINI/ELSON OLIVEIRA 25:12:49 +05:28:07.8
10. CRISTIAN BAUMGART /BECO ANDREOTTI 25:31:14 +05:46:32.5


T1 FIA
1. STEPHANE PETERHANSEL/JEAN-PAUL COTTRET 19:44:41
2. GUILHERME SPINELLI/YOUSSEF HADDAD 21:13:29


Protótipos T1
1. JOÃO FRANCIOSI/RAFAEL CAPOANI 21:29:12 +01:44:30.1
2. ROMEU FRANCIOSI/ROGERIO ALMEIDA 23:09:10 +03:24:28.3
3. CRISTIAN BAUMGART /BECO ANDREOTTI 25:31:14 +05:46:32.5


Pró Brasil
1. MARCOS CASSOL/LUIS FELIPE ECKEL 21:51:08 +02:06:26.5
2. JORLEY JR./MAYKEL JUSTO 23:00:47 +03:16:05.2
3. MAURO GUEDES/NEURIVAN CALADO 23:23:48 +03:39:07.2


Super Prodution

1. GLAUBER FONTOURA/MINAE MIYAUTI 23:20:15
2. MARCELO DAMINI/ELSON OLIVEIRA 25:12:49
3. ARMANDO CRUZ/SERGIO BESSA 28:45:55


Production T2
1. ULYSSES MARINZECK FILHO/JOAO VICTOR RIBEIRO 26:28:01
2. RODRIGO LEIS/RONALD LEIS 27:48:32
3. CRISTIANO ROCHA/ANDERSON GERALDI 28:57:25


8ª Etapa - 01/08 - quinta-feira
PALMAS (TO) - MINAÇU (GO)
Deslocamento inicial: 312 km
Trecho especial: 333 km
Deslocamento final: 21 km km
TOTAL: 666 km


Prova deste quinta
Depois de um longo deslocamento inicial, mais uma especial de respeito. Começa rápida com piso de cascalho muito bom, seguindo por estradas menores bem sinuosas, com muitas depressões, lombas, riachos e pedras. 

Fica rápida novamente até o abastecimento das motos. O piso continua rápido até chegar a uma região montanhosa com subidas muito íngremes, trechos de trial, visuais incríveis e uma longa descida de serra. 

O último trecho da prova é bem travado com muitas pontes de toras, trilhas, depressões e pedras até o final da especial. Os caminhões farão uma especial de 258 km.

Fotos do Rally dos Sertões para download: http://www.fotoarena.com.br/busca/index/t/Rally+dos+Sert%C3%B5es+2013+25-07-2013/?ide=17875

Vídeos / Rally dos Sertões
A Dunas Media é responsável pela produção, captação e edição de todas as imagens em vídeo do Rally dos Sertões. 

A empresa também é detentora dos direitos de comercialização e distribuição destes conteúdos para pilotos, equipes e veículos de comunicação.

RENAULT NOMEIA EXECUTIVA DE VENDAS NACIONAL VANESSA CASTANHO. A NOVA DIRETORA INICIOU A VIDA PROFISSIONAL NA MONTADORA, EM 1996, E VAI ADMINISTRAR UMA REDE QUE COBRE 80% DO TERRITÓRIO NACIONAL


A executiva Vanessa Castanho é a nova diretora de Vendas e Rede da Renault do Brasil. Formada em administração com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), iniciou sua trajetória profissional na Renault em 1996, como estagiária. 

Atuou em diversas áreas e assumiu diferentes cargos na Direção Comercial, tais como Consultora e Supervisora e, posteriormente, as gerências da Direção Comercial nas Regionais Sul, Interior de SP, Brasília e Nordeste.

Na Direção de Marketing, Vanessa atuou como Gerente de Publicidade, CRM e de Produto. 

Na direção de Relações Institucionais, foi a responsável pelo lançamento do Instituto Renault, tendo participado ativamente também de equipes transversais de trabalho, envolvendo profissionais de todo o Grupo Renault, tanto no Brasil como na França.

Vanessa assume os desafios de dar continuidade à conquista do mercado pela marca Renault, através da ampliação da Rede de Concessionários, que este ano deve alcançar uma cobertura superior a 80% do território nacional; e também da busca constante pela excelência na qualidade oferecida aos clientes.

“Queremos estar cada vez mais próximos dos clientes, com produtos que atendam seus desejos e necessidades, assim como uma rede de concessionárias presente tanto fisicamente quanto no atendimento de qualidade. Nossa estratégia para vencer os desafios inclui a contínua capacitação das equipes da Renault e da Rede”, destaca. Vanessa substitui Alexandre Serra, que deixa a companhia por motivos de ordem pessoal.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O RESULTADO DO TESTE COLISÃO FRONTAL FEITO PELA RESPEITADA LatinNCAP, NOS MODELOS CLIO, DA RENAULT, E ÀGILE, DA CHEVROLET, DEIXOU MUITO MAL AS FABRICANTES. OS CARROS TESTADOS NÃO SÃO EQUIPADOS COM AIR BAGS, EQUIPAMENTO QUE, JUNTO COM O FREIO ABS, SÓ SERÁ OBRIGATÓRIO NO BRASIL EM 2014. A DENÚNCIA É DO NOSSO COLUNISTA ROBERTO NASSER QUE APRESENTA AINDA UMA SÉRIE DE NOVIDADES DO SETOR AUTOMOTIVO.

  

Coluna n° 3113 de 31 de Julho de 2013 
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Trombada em segurança: 

nota zero para Clio e Àgile

A divulgação da terceira rodada de provas de choque contra barreiras fixas pela LatinNCap, entidade supra nacional e supra oficial que analisa segurança de veículos, criou caso e motivou contestação de maneira cruzada. Pelos testes, Renault Clio e Chevrolet Ágile tiveram nota zero.

Em termos de estratégia de comunicação social a posição das montadoras é de omissão. 

Apenas no Brasil, Luiz Moan, presidente da Anfavea, a associação das montadoras, tomou iniciativa institucional, deu a cara a bater, contestando os conceitos. 

A Adefa, grêmio argentino, ignorou, apesar de os carros serem feitos no vizinho.

Na contestação a Anfavea questiona a metodologia própria da LatinNCap, discrepando das normas estadunidenses e europeias. 

Alega pontualmente, os carros testados não portavam bolsas de ar, apesar do equipamento ser disponível; que no Brasil boa parte dos carros novos utiliza estes equipamentos e ABS.

Em números e conceitos, os testes da LatinNCap são de colisão frontal a 64 km/h contra barreira deformável descentrada em relação ao automóvel. 

Nos EUA, 48 km/h para colisão frontal contra barreira fixa não deformável, e na Europa o impacto se dá a 56 km/h contra colisão frontal descentrada, em barreira deformável. 

A metodologia europeia difere da adotada pelo LatiNCap em 8 km/h, uma enormidade em diferença e resultados.

Independentemente do pé firme da entidade brasileira, que marca posição mas não gerará mudanças, o desgaste deve ser imposto aos órgãos oficiais da Argentina e do Brasil pela leniência com que tratam o assunto segurança em automóveis e seus prejuízos à sociedade. 

As montadoras de lá e daqui seguem a lei – mas a lei é lenta, atrasada, e não acompanha a expansão da frota, da circulação, do aumento de velocidade. 

Aqui, os ministros da Previdência e da Fazenda deveriam ir ao Gabinete Civil da Presidência apresentando os dados das perdas de vidas, materiais, gastos com reparos e absenteísmo por acidentes, clamando por legislação para deter esta sangria – a imagem é válida.

Internet
Curiosidade no setor, como GM e Renault não se manifestaram, lá e cá, logo alguém aproveitou a oportunidade, criando falso Community Manager respondendo, como se fosse a GM, com direito a logomarca e aparência, as questões endereçadas à marca na Argentina. 

Coisa irônica, exibida pelo Autoblog.ar, onde o interessado pergunta e a falsa GM responde que segurança não importa pois as pessoas compram os carros com tecnologia superada em 20 anos ... ; que segurança não preocupa pois o importante é vender.



Agile, sem bolsas de ar, no teste do LatiNCap


Muita calma nesta hora

A Mercedes aliviou a pressão no acelerador em seu projeto de voltar a produzir automóveis no país. 

Grupo de trabalho entre Brasil e Alemanha definiu o produto, a nova família Classe A, iniciando pelo sedã, o CLA e permitindo expansão em versões como o utilitário esportivo GLA. 

A principal faina é tabular cidades, aferir facilidades de logística para fornecedores, comparar incentivos e apoios – do tipo a municipalidade escolhida doar o terreno, fazer toda a infra estrutura, ligações rodoviárias, eventuais obras de arte, terraplanagem, ligações, estação elétrica e de recuperação d’água, coisas caras, além da isenção de IPTU.

Implantar fábrica de automóveis é tecer com enorme quantidade de dados atuais e sua projeção para o futuro, uma aposta no país e no mercado.

Para a decisão de onde localizá-la, na listagem processada algumas possibilidades iniciais foram desconsideradas, a começar pelas soluções domésticas, com adaptações nas instalações que a empresa possui em São Bernardo do Campo, SP, ou aproveitamento da antiga e desativada fábrica de ônibus Mercedes em Campinas, SP, e também a criação de novos espaços na antiga fábrica onde fez os antigos Classe A e C em Juiz de Fora, MG. Esta planta foi recentemente modificada e transformada para a produção de caminhões, como faz.

Possibilidade industrial e comercial consequente à realização de acordo com a Renault-Nissan. 

Seria utilizar mão de obra da fábrica que erige em Rezende, RJ, onde a Nissan montará, a partir do ano próximo, o March, o Versa e o Go, e comprar os serviços para a montagem de um Mercedes sob teto Nissan. 

Outra vertente seria a locação de espaços para que a Mercedes fizesse seus carros na nova instalação franco-japonesa. Entretanto fonte ligada ao grupo descarta ambas as possibilidades.

A busca continua e tanto S. Paulo por sua magnitude, facilidades quanto a fornecedores, e fretes menores para distribuir os automóveis prontos aos dois maiores mercados do país – a Capital e o Estado -, quanto estados ao Sul, pelas facilidades portuárias e ligações com a Argentina maior parceiro no Mercosul, continuam considerados.

Não é novela, é projeto pessoal do presidente mundial, fazer da Mercedes a alemã líder em vendas de automóveis em todas as faixas. Decisão deve sair em 90 dias.


Pé na porta. Mercedes 
compra 5% da Aston Martin
Comunicado hígido, franciscano em dados, diz, a divisão AMG da Mercedes e a inglesa Aston Martin fizeram acordo tecnológico: estudarão motores V8, farão integração em eletrônica, e a alemã compra 5% das ações.

Palavras são apenas palavras. Na prática da porca e do parafuso significa, negócio expectativo: a Aston, conviverá com a AMG – 100% controlada pela Daimler, dona da marca Mercedes. 

Manterá, inicialmente, o uso da motorização Ford com quem recentemente assinou prorrogação de fornecimento pelos próximos cinco anos. 

Entretanto já deve ter enviado carros para a AMG em Affalterbach, pequeno burgo perto de Stuttgart, sede da matriz Mercedes. Lá, estudos de parte a parte. 

Os ingleses querendo conhecer mais dos motores, e os alemães a respeito da peculiar construção Aston, com elevada dose de manufatura.

A parte negocial pode ser projetada: a Aston, ajeitada e vendida pela Ford com largo prejuízo, quase quebrou após. 

A Dar, grupo investidor do Kwaitt, sem o T grande automobilístico, comprou-a. O italiano InvestIndustrial assumiu 37,5% de ações. 

Há grandes aditivos favoráveis à expansão da Mercedes a custo contido: a situação atual exibe sinal vermelho: declínio de vendas; de valor para a empresa. 

Situação que ultrapassou as cercas, e para efeitos mundiais é rotulada pelo agencia Moody’s como B3 de não-investimento.

Com este cenário, pelo fato de ser a última produtora de esportivos luxuosos não pertencente a marca poderosa, tudo indica a AMG botou o pé na porta. 

Além de querer entender o carro, usar os direitos dos 5% das ações para assistir às assembleias e reuniões de acionistas, abrir todos os armários da Aston para ver se há algum esqueleto escondido para, com a queda de valor e a falta de sangue automobilístico de seus controladores, assumi-la. 

A Daimler não tem marca esportiva de prestígio, e a dignidade dos Aston fará bem.

Quanto motorização, questão menor. O contrato com a Ford é negociável e a Mercedes tem três famílias de motor: 12, 8 e 4 cilindros. Esta permite, até, fazer um Aston menor e mais barato, de entrada.



Roda-a-Roda

Surpresa – Estudo divulgado pela JD Power, tradicional agência de pesquisa sobre automóveis, deu ao novo Land Rover Ranger Rover Vogue, título inédito para a marca, resultado de pesquisa entre 83 mil proprietários de marcas diversas para aferir o índice de desempenho, dirigibilidade e design. 

O Vogue foi lançado em outubro do ano passado e possui inovadora estrutura em alumínio para reduzir peso.



Range Rover Vogue. Prêmio.


Fora – Um recall de 114 mil veículos Chevrolet Tavera, na Índia, provocou demissão de 10 técnicos e de Sam Winegarden vice presidente mundial de motores na GM. 

Razão, emissões fora de padrão, provocando a suspensão de vendas de dois modelos populares da marca. 

Além da redução de faturamento, dos custos para as modificações em garantia, os lucros caíram 64%. 

A GM diz, fez as demissões por violação de políticas da empresa. Winegard foi engenheiro chefe da marca, supervisionando o desenvolvimento de motores desde 2004.

Base – A Fiat enfrenta nova dificuldade. Nada em produto, processos, faturamento e lucros, mas de caráter institucional-afetivo, pela possibilidade de deixar a sede e base histórica da Fiat, em Turim, registrando, na Holanda, a empresa produto de fusão com a Chrysler. Fez isto com a CNH Industrial, junção da Fiat Industrial com a de tratores CNH.

? - As dúvidas estão na emotiva reação dos italianos em perder a base da empresa. Quanto à Chrysler, sem problemas: já é italiana, seus operários querem o emprego, e a municipalidade de Detroit está mais preocupada em administrar sua falência.
Negócio – A Fiat detém 68,5% da Chrysler e precisa 75% para controlá-la. O restante está com o VEBA, fundo de seus operários e para a compra falta apenas a corte de Delaware arbitrar o valor das ações.

Onde? - Há outra vertente. Presidente e CEO da Fiat tem criação e formação acadêmica estadunidense. 

Daí a crença que, se é para comprar briga em Turim e na Itália, que a sede seja em Nova Iorque, com bolsa de valores referencial, exigência para quem ampliou sua base de negócios, e quer atuação mundial.

Demora – Embora constando da recente arrancada publicitária da GM, o mexicano Chevrolet Tracker, utilitário esportivo pequeno, sobre a base de Cobalt, Onix, Spin e Sonic, chegará ao mercado em outubro a projetados R$ 55 mil para a versão de entrada.

Outro - Nada a ver com o homônimo anteriormente vendido aqui, Suzuki Vitara argentinizado e com maiores habilidades, como tração nas quatro rodas. 

Será mais fashion, menos disposto – e menor, em torno de 4m, tamanho de um Fusca, quase 30 cm menor que o Ford EcoSport, líder do segmento.

Melhor – Chegam às revendas as versões do Fiat Freemont com implemento no uso, caixa de transmissão automática revista para seis velocidades. Há muito ganho operacional, melhores reações, menor consumo. R$ 95 mil.

Da vez – Seis velocidades em caixa de marchas automática é, final e atrasadamente no Brasil, a bola da vez. Além do Freemont, a Peugeot inicia aplicá-lo em seu modelo 408. Última semana de agosto.

Cultura – Números preocupam a indústria automobilística dos EUA: 40% dos jovens com 18 anos não têm carteira de motorista: 20% entre os 20 e os 24 anos, idem, o dobro do registrado em 30 anos. 

A quilometragem média anual também caiu e equipamentos tecnológicos substituíram os carros como objetos de desejo.

Causas – Tempo e dificuldade de deslocamento, ausência ou falta de colaboração das montadoras com as autoridades para viabilizar projetos de mobilidade a quem não tem ou não quer usar automóvel, perda de identidade dos carros, hoje quase todos iguais, são parte das causas do desinteresse.

Muda? - Quererá a indústria participar deste novo ciclo? Fará carros elétricos? Auxiliará governos em projetos de mobilidade? Fará carros para uso compartido? 

Difícil mudar as cabeças, mas há tempo para instigar as discussões. 

Ainda há muita gente, como maciças quantidades de chineses, indianos, querendo iniciar conviver com o automóvel. Nos EUA tal convívio está na quarta geração.

Interessante – Campanha do JAC J3 nas redes sociais. Gira em torno do tema Só falta voar, e é curioso, lúdico, bem feito, sobre a idéia de aplicar uma turbina no teto do carro.

Veja em http://www.jacmotorsbrasil.com.br/promocaoj3

Já vimos – Anúncio na TV tipo Rubinho Barrichello contra os alemães. Usa o novo Volvo S40 e disputa no autódromo gaúcho de Velopark com pilotos em carros alemães sem caracterização. 

Bem feito pelo clima de boxes e disputa, mas não explica o porquê da indigestão alemã de Rubinho. Inspira-se em edição recente, lançando o Ford Fusion, no mesmo autódromo, na disputa, para valer, reeditando rusga antiga e conhecida, entre Nigel Mansell e Nelson Piquet. Desgastante para o Rubinho, camarada da melhor qualidade.

Aliás – Oswaldo Ramos, da Ford, não quer mandar consertar nem destruir os Fusion empregados no filme com Piquet e Mansell. Pensa leiloá-los revertendo fundos a entidades pias. Mais útil.

Tradição – Castrol botou pilha em sua linha GTX, talvez a mais lembrada pelo pioneirismo, na década de 60, 70, por informar conter tungstênio líquido, garantindo maior lubrificação. 

Constatando que as frotas usadas de Fiat e GM são metade do mercado, implementou a linha oferecendo na gradação 15W-40 API da classificação SL. Incluiu na fórmula um antiborra. 

Para motores mais usados, ou de projetos mais antigos, com maiores folgas entre componentes, a 25W-60, mais espesso, vedando melhor, reduzindo o consumo de lubrificante.

Enfim – Demorou, mas surgiu um curso de direção segura para motoristas de carro blindado. 

Não apenas entender a mudança de comportamento pela adição de equipamentos, saber mantê-lo e, principalmente, conduzir de maneira a proteger os passageiros, incluindo conduzir o automóvel para fuga. Mais? Escola de Pilotagem Interlagos (11) 5667-5233.

Homenagem – Revista Autosport listou dos 50 mais importantes pilotos do mundo que não se motivaram a ir para a Fórmula 1. 

No Brasil, Bird Clemente, ex piloto das equipes Vemag e Willys, primeiro piloto profissional do país, está na relação. Merecido. 

Como outros estelares com A J Foyt, várias vezes vencedor das 500 Milhas de Indianápolis ou Valentino Rossi, oito vezes campeão mundial, em motos.

Antigos – Prefeitura de Caçapava – Via Dutra, a 110 km de S Paulo -, fará, de 2 a 4 de agosto, a Expo Roberto Lee Classic. 

Mais que evento para mostrar a quantas anda o processo de salvação do acervo de carros antes integrando o Museu fundado por este colecionador, será uma homenagem, ocorrendo em torno da data de seu nascimento.

... 2 - A Prefeitura recebeu da herdeira o fundo do Museu, coleção subtraída em unidades, outras saqueadas, toda a decoração furtada. 

Tenta, na medida do possível da municipalidade e com os esforços de Marcelo Belatto, funcionário da Prefeitura, deter o processo de degradação, funcionar os carros, mantê-los como base a iniciante museu.

Programação em www.cacapava.sp.gov.br.

História – A Dana, fabricante de auto peças, deu belo passo institucional. Em vez de patrocinar atividades distantes de seu objeto, como usual e inexplicavelmente ocorre, focou na recuperação de 23 documentários feitos pelo articulado francês Jean Manzon.

..... 2 
– Relatam cenas memoráveis da implantação da indústria automobilística no Brasil, indo de 1952, sobre a Cidade FNM – a transformação de pântano carioca na pioneira fábrica de caminhões -, até 1974 com reformulação industrial da velha fábrica de Taubaté, SP, onde a Willys vazou o primeiro motor a gasolina, para fazer os novos 2.3 OHC, para Mavericks, Rural, Jeep e exportações. Vai projetá-los durante o evento. Podendo, vá. 

Ou veja-os em www.dana.com.br/historia.

Picape Fiat, pioneirismo com resultado
Insólito, curioso e até de sucesso improvável. Assim era o picape Fiat construído sobre a plataforma do pioneiro 147 nos fins de 1978. 

Na prática, a versão furgão seccionada e, por isto, ficava patente ser balão de ensaio pela pequena plataforma de carga e sua tampa, uma porta com abertura lateral. 

Era o primeiro dos picapes construídos no Brasil sobre a plataforma de automóveis de passeio. 

O Fiat, como menor dos nacionais, parecia inteiramente inadequado à nova função, e a Fiat com dois anos de Brasil parecia nada conhecer do país e seu mercado.

Ironizado ou não, as vendas começaram a ascender e logo apareceu a versão City, com maior caçamba e tampa traseira basculante, com melhor retorno ao trabalho. 

Fazer picapes sobre automóveis pequenos não era criatividade nacional, nesta época à solta na Fiat, criando soluções pioneiras – de motores que funcionavam alimentados por biogás até o pioneirismo no uso do etanol. Coisa antiga, a própria Fiat no pós-guerra criou picapes sobre seu modelo 1100.

Ficou solta no mercado e somente apenas em 1982 outras montadoras seguiram o caminho. 

Enquanto isto, adequava o veículo, com reforços estruturais e a mudança da suspensão traseira para enfrentar trabalho, com um eixo dito Omega, com elevação no centro, permitindo maior área livre e o feixe de molas deixando de ser transversal, passando a ser duas mono folhas longitudinais.

Restante da história é conhecido. Melhorá-lo em estética e comportamento, dar-lhe o nome de Strada e trato de automóvel em decoração, pintura metálica, desenvolvimento de suspensão para manter a estabilidade mesmo com maior altura alavancou as vendas. 

Logo, o oferecimento de cabine alongada fez decolar, aumentando a distância para os concorrentes. 

O desdobramento chegou à cabine dupla, à colocação do sistema de bloqueio elétrico na tração, aumentando sua valentia, e redecoração externa, aumento de bitolas, oferecendo noção de maior tamanho, variedade de motores e a transmissão Dualogic para conforto em trânsito das cidades.

Parecia encerrada a capacidade de criar novidades, mas a Fiat terá outra opção: Cabine Dupla com três portas, facilitando entrada e saída.

Até o momento a Fiat produziu mais de 1 milhão e 250 mil unidades da insólita e curiosa proposta que deu certo. Muito certo e líder no segmento.


Fiat 147 picape. Tudo para dar errado, deu certo.



terça-feira, 30 de julho de 2013

O ESTADO DE MICHIGAN INSTITUIU A DATA DE 30 DE JULHO COMO "DIA DE HENRY FORD", O FUNDADOR DE UMA DAS MARCAS MAIS CONHECIDAS E RESPEITADAS DO MUNDO, PELA PASSAGEM DOS 150 ANOS DO NASCIMENTO DO CONSTRUTOR DO MODELO T, PRIMEIRO AUTOMÓVEL DO MUNDO FABRICADO NUMA LINHA DE PRODUÇÃO.



O Estado do Michigan homenageou, hoje, o fundador da Ford marcando os 150 anos de seu nascimento, instituindo o "Dia de Henry Ford".



A homenagem aconteceu no memorial Henry Ford Estate, casa onde Henry Ford viveu com sua mulher, Clara, com a presença do governador Rick Snyder. 


Henry Ford com seu filho Edsel, a bordo de um Ford T
"O que o meu bisavô criou, especialmente o seu legado de inovação, continua a nos inspirar, hoje, nos produtos que desenvolvemos e nas comunidades que atendemos", ressaltou Bill Ford, presidente do Conselho de Administração da Ford. 


Linha de montagem do Ford T
"Ele é reconhecido pelo seu espírito pioneiro e inovações que colocaram o mundo sobre rodas e homenageamos a sua contribuição para o progresso econômico e social", acrescentou 

Na solenidade foi anunciada também a transferência do Memorial para uma nova instituição que vai cuidar da sua preservação para as futuras gerações.



A evolução da logomarca Ford ao longo de sua história.
"A união das propriedades de Henry Ford e seu filho único, Edsel, traz inúmeras oportunidades para a comunidade", considerou Kathleen Mullins, presidente da Henry Ford Estate e da Edsel & Eleanor Ford House.

governador Rick Snyder destacou o impacto que Henry Ford teve na indústria automotiva mundial e na sociedade em geral. 



Bill Ford e Edsel Ford II, herdeiros de Henry Ford, representaram a família na comemoração.


Bill Ford revelou que "estamos colocando níveis cada vez maiores de tecnologia ao alcance de milhões de pessoas, acelerando o desenvolvimento de novos produtos, criando empregos e trazendo a liberdade de transporte para o mundo". 

Fair Lane 

A posse da Henry Ford Estate, também conhecida como Fair Lane, foi transferida da Universidade de Michigan para a Henry Ford Estate Inc., organização educacional sem fins lucrativos, que será administrada conjuntamente com a Edsel & Eleanor Ford House. 


A transferência é o primeiro passo de uma nova era para o Memorial, que será restaurado e repaginado para se tornar mais atraente para as futuras gerações, mostrando o estilo de vida e a época de Henry Ford. 


Ford Mustang (2013) um dos modelos mais famosos da marca no mundo

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