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sábado, 6 de fevereiro de 2016

AUDI PRODUZ A3 SEDAN, MOTOR 2.0, EM SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: 6,6 SEGUNDOS DE 0 A 100 KM/H E 13 KM/L NA CIDADE, COMEÇA COM R$ 138 MIL E VAI ATÉ R$ 170.MIL. O VELHO LAND ROVER SAIU DE LINHA DEPOIS DE TER VENDIDO DOIS MILHÕES DE JIPES, VOLTA EM 2018 REEDITADO. CITRÖEN GRANDE PICASSO, COM MOTOR 1.6 TURBO, DE 163 CV E 240Nm DE TORQUE, COM SEIS MARCHAS: R$ 120.900 - SEDUTION E R$ 127.900, INTENSIVE



Coluna nº 0616 - 6 de Fevereiro de 2016
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Audi A3 sedan 2.0, o irmão mais forte

Inaugurar – ou reinaugurar, como no caso – a fabricação de automóveis, é sempre ocasião a ser festivamente celebrada, incluindo muitas presenças para garantir audiência e palmas aos discursos de autoridades. Faz parte.

Mas nada disto ocorreu com o retorno da Audi ao Brasil, nas instalações da Volkswagen, em São José dos Pinhais, PR. 

Começou com tímidos passos industriais compondo a versão de entrada, a A3. E, imediatamente, bisou a falta de festa lançando a primeira versão do automóvel o Audi A3 sedan com motor 2.0, poderoso em seus 220 cv de potencia, atrevidamente disposto ao gerar surpreendentes 35,7 m.kgf de torque a partir de 1750 rpm – pouco acima da marcha lenta.

Quer ter uma ideia do significado? Lembra-se dos ícones performáticos de duas décadas passadas, como o Opala com motor L6, 4,1 e o Dodge Dart, V8 5,2? 

Pois é, produziam, respectivamente, 29 e 41,5 m.kgf de torque, com motores com mais do dobro em cilindrada.

Não se trata da fórmula simplória do ganho de potência como resultado da utilização de um turbo alimentador, mas de invejável pacote tecnológico mesclando motor compacto, 16 válvulas, injeção eletrônica, com jato de combustível diretamente sobre a cabeça dos pistões, turbo alimentador insuflando pressão nas câmaras de combustão, e válvulas com curso modificado em função da demanda do momento. 

Abusando epicurismo mecânico com dois sistemas de injeção. Um, nos coletores, para sair e andar manso. Outro, direto na câmara de combustão, em demanda por performance

O movimento gerado pelo motor chega às rodas dianteiras por transmissão automatizada, com duas embreagens, seis velocidades.

Pacote se integra por construção estudada, incorporação de muito alumínio, cuidados aerodinâmicos, e os resultados aparecem. 

O consumo é baixo – numa cidade com trânsito civilizado, como Brasília, iguala a média de estrada, em torno de 13 km/l – de gasálcool. Na prática autonomia superior a 700 km.

Outro
Introdução é para esclarecer a posição da versão 2.0. Não é o mesmo carro com motor em cilindrada aumentada. 

Apesar de toda a similaridade, a versão 2.0 é rica em diferenças para as novas demandas, como um resgate às características do modelo alemão. 

Dele, com a nacionalização do pioneiro 1,4, alguns sistemas foram simplificados, como o eixo traseiro e a transmissão, visando comprimir preços. 

Na versão Ambition 2,0 voltaram a ser agregados ao veículo a suspensão traseira por sistema de eixo multi link, original na plataforma MQB, e a transmissão com duas embreagens. 

A versão 1,4 tem eixo de torção e caixa automática de seis marchas. Um refinamento no conjunto mecânico, embora de pouca percepção.

Como

Bem sentidas são as reações de aceleração e reação à retomada de velocidade. 

Embora o A3 1,4 não seja carro para passar vergonha, muito pelo contrário, incrementa-se a performance. 

Da imobilidade aos 100 km/h, 6,6s, dois segundos menos em relação ao 1,4.

Conteúdo como teto solar, escapamento duplo, ar condicionado digital, modos de regular o veículo entre conforto, esportividade e economia, direção elétrica, sistema stop-start, faróis bixenônio, controle de tração e estabilidade, controlador de velocidade, muita segurança.

Preços se elevam para diferenciar as versões e sub versões. Larga em R$ 138 mil, mas completo, incluindo tela de infodiversão, câmera de ré, teto solar, eleva-o a R$ 170 mil. 

Tudo sugere um bom candidato à vaga em sua garagem, mas o preço desperta o advogado do Diabo, autor da sugestão de compará-lo com o novo Jaguar XE, 240 cv, a R$ 172 mil.

Não gostei

O alemão é simpático, sedutor, agradável, performático, econômico. Acicata no condutor um incerto animus pilotandi e resgata vontade de dirigir sem necessidade. 

Tive uma experiência, ruim por si só, entretanto ótima para permitir uma sugestão à Audi. 

Na troca de um pneu descobri, o macaco deve ter sido desenhado por algum discípulo de Sir Anthony Colin Bruce Chapman, o mítico engenheiro inglês criador da Lotus e da teoria da insustentável leveza – reduzia o peso das peças até o máximo antes da ruptura. 

O ectoplasma de Chapman deveria estar presente na estrada de pouco movimento, cenário para tal operação, observando flexões e torções do delgado cabo do macaco, de pouca eficiência, aumentando o trabalho para a troca. 

Mas não é tudo. Ao que parece, o engenheiro autor do desenho do conjunto disco de freio/roda, deve ter almoçado com um controlador de custos e com o presidente do sindicato de lavanderias no dia de cometer sua parte no projeto. 

A junção roda/disco não é feita por porcas, mas por parafusos, e o disco de freio, contra quem é comprimida, não tem pino guia. 

Tal economia exige, à hora da troca, cancelar a agenda do dia ante a operação para recolocar o pneu, pois você deve sentar no chão; sustentar o pneu de emergência nas pontas dos pés; elevá-los para buscar a posição de coincidir furos das rodas com os do disco do freio; girar com mão e pés até conseguir prendê-la com um parafuso. Daí em diante, movimentá-la para encontrar as outras roscas e fixar a roda.

Sentar no chão para trocar pneu pode ser um bom e inesperado exercício de Pilates, mas não há terno – e dono - que se convençam do método.

Audi A3 sedan 2,0. Outra conversa


Roda-a-Roda

Acabou – Sexta feira passada saiu de produção o jipe que apresentou a Land Rover ao mundo. 

Expansão da marca e o lançamento da família Range Rover na década de ’70 fizeram batizá-lo Defender.

História - Não foi produto criado para a II Guerra Mundial, mas aproveitou o lay-out mecânico do Jeep Willys, e o fez melhor, com caixa de marchas com quatro velocidades, carroceria em alumínio – ante a falta de chapas de aço, melhor comportamento. 

Encerra-se após dois milhões de unidades, barrado pela legislação obrigando a itens de segurança como bolsas de ar. Voltará, reeditado, em 2018.

Categoria – Fez festa com operários e ex, test-drive com protótipo e a última unidade, e inaugurou nova atividade: área para restauração dos LR antigos, empregando funcionários aposentados.

Fênix, Land Rover foi – e voltará


Marcha lenta – Adiamento na produção de novos produtos Alfa Romeo: apresentação de novas versões do Giulia e de um não planejado station wagon em torno de setembro, com início de vendas em janeiro ou fevereiro de 2017. SUV em 2018; um modelo menor já batizado Alfetta; e maior, tração traseira.

Fora – Crescimento do mercado de utilitários esportivos nos EUA levou Hyundai a suspender produção do Azera e anunciar planos para um SUV no segmento C. 

Quer combater outros bem sucedidos, como Jeep Renegade, Nissan Juke e Fiat 500X. Outro corte, FCA tirou de seu portfolio Dodge Dart e Chrysler 200.

Conforto
– Nova edição do Citroën Grand Picasso. Trabalho para oferecer espaço e conforto a sete pessoas. 

Uma viagem de primeira classe, diz a empresa. Mobilidade garantida por motor 1.6 Turbo, 163 cv, 240 Nm em torque, e transmissão automática com seis velocidades. 

Preços, R$ 120.900, Seduction e R$ 127.900, Intensive.

Citroën Grand Picasso, cidade, estrada, conforto



Cruze – Carlos Zarlenga, 42, primeiro argentino a comandar a GM de seu país, definiu data para início de produção do Cruze II em Rosário: maio. 

O executivo deu entrevista aos diários portenhos El Cronista e Clarin, e pontuou querer ultrapassar a líder VW no mercado argentino.

Brasil – Sobre nosso País, a previsão mais negativa até agora exposta: cair 20% ante as vendas de 2015, quando encolheu 26%.

Futuro – Zarlenga prevê enormes ganhos tecnológicos nos próximos 10 anos mais mudanças que nos últimos 50, e acredita, GM pode voltar a ser líder mundial ante as novas condições: Conectividade; Carro Autônomo; Energias Alternativas – marca, ex líder, é hoje a terceira no ranking mundial.

– Como Coluna contou, novo comando Fiat no Brasil mandou acelerar definições e lançamento do novo produto de entrada, dito Mobi. Antecipou novamente. Agora, abril.

Formidável – A desconcertante adesão papal ao franciscanismo, despreza veículos de luxo, trocando-os pelos simples. Foi assim no Brasil, utilizando Fiat Idea, e nos EUA, num encontro mundial de famílias cristãs.


Lucro – Lá, Fiat 500L por ele utilizado e recebido em doação, vai a leilão para arrecadar fundos à Caritas, de beneficência cristã.

Surpresa – 4.600 Operários da linha de produção de Gol, Voyage e up! na fábrica VW em Taubaté, SP, chegaram ao trabalho na sexta feira, 29, e foram dispensados: explicação simplória, o fornecedor de bancos não os havia entregue.

Menos uma – Fábrica de ônibus Comil há dois anos inaugurou orgulhosamente linha de produção de urbanos em Lorena, SP. 
Agora, fechou-a – sem expectativa de reabertura. 

Justificou pela crise econômica nacional, causando encolhimento das encomendas, e resumirá atividades em Erechim, RS. Dispensou 200 pessoas.

Duas – Já são duas fábricas fechadas neste ano. Primeira foi a de caminhões International, em Caxias do Sul, RS.

Auto peças – Magneti Marelli, de auto peças elétricas, vai contra a maré de pessimismo, lançando no mercado linha de relés automotivos para veículos leves e pesados.

Gordini – Fabricante mineiro de carrinhos de mão ouviu críticas de consumidores sobre peso de seus produtos. 

Assim, para mostra-los mais leves, apesar da perda de durabilidade, buscou identificá-lo com o Renault Gordini, sedanzinho produzido no Brasil, entre 1961 e 1968, com fama de frágil.

Quem diria – Menor durabilidade deu certo, e vendas chegam a 25 mil unidades/mês vendidas a mercado interno e Mercosul. 

Agora quer fazer outro modelo, ainda mais leve e fugaz, o Dauphine, frágil antecessor do Gordini. É um case de marketing.

Treino – Ford resolveu voltar às corridas e se aplica com seu recém apresentado Ford GT. Estreia foi nas 24 Horas de Daytona Rolex, e liderou, teve pequenos problemas, chegou em 7º e 9º lugares. 

Quer mais quatro provas do Mundial de Endurance antes da maior vitrine do mundo, as 24 Heures du Mans, França, 18/19 junho.

Base – É sempre lembrada volta às origens – Henry Ford somente viabilizou sua companhia após vitória de um protótipo em tosca corrida, e às míticas conquistas nas mesmas 24 Heures du Mans, em 1965, 66 e 67. 

Agora, na prova de estreia, quando um GT 40 venceu em 1966, ganhou um Ligier Honda JSP2.

Fechou - Belo e imponente Museu da TAM, em São Carlos, SP, fechou. Empresa alega estudar mudança para a capital.

Dúvida - Quem acompanha o desmonte institucional da TAM pela compradora, a chilena LAN, tem receio de ser conversinha.

A LAN tem transferido empregos daqui para o Chile, reduziu espaço nos aviões e tal desenho não parece maior preocupação com o Brasil e seus passageiros, postura distante de ilmanter um Museu.

Aqui - Ministério do Turismo e o da Cultura deveriam conversar com governos municipal, estadual, e ministérios públicos e buscar solução ou reparação.

Mistura – Carro construído pelos franceses da Ligier – já estiveram na Fórmula 1 e protótipos -, com motor Honda derivado de unidade de série, V6, 3,0 litros.

Gente – Antonio Pires, português, engenheiro, promoção. 

OOOO Novo vice-presidente de Operações – o como fazer veículos. 

OOOO Experiência, sempre na marca, tinha cargo idêntico na operação da VW portuguesa, passagem pelas fábricas brasileiras de Anchieta e São José dos Pinhais. 

OOOO Diretoria da VW no Brasil tem agora cinco nacionalidades: sul-africana, brasileira, alemã, portuguesa e argentina. 

OOOO JoÃo Veloso, jornalista, mudança. 

OOOO Deixou Diretoria de Assuntos Corporativos da Nissan. OOOO 

OOOO Sérgio Ferreira, diretor das marcas Dodge e Jeep, promoção. 

OOOO Novo diretor de vendas da FCA, englobando marcas Fiat e Chrysler. 

OOOO Carlos Eugênio Dutra será responsável pela marca Fiat OOOO Lélio Ramos, cara comercial da Fiat, responsável por novos projetos. OOOO
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SISTEMA ONSTAR JÁ MOSTROU SUA EFICIÊNCIA COM A RECUPERAÇÃO DE UM CHEVROLET CRUZE ROUBADO E A NOTIFICAÇÃO AUTOMÁTICA DE UM ACIDENTE COM O ENVIO DE UM ALERTA PARA OI CENTRO DE ATENDIMENTO QUE ACIONOU A EMERGÊNCIA. O ONSTAR QUE EQUIPA TAMBÉM O COBALT POSSUI MAIS DE SETE MILHÕES DE USUÁRIOS NO MUNDO



São Caetano do Sul
- Foram notificados durante o mês de janeiro o primeiro caso de roubo e também o primeiro caso de acidente envolvendo veículos equipados com OnStar no Brasil.

Nos dois episódios, a tecnologia mostrou-se eficaz, cumprindo assim com o seu propósito, o de oferece ao motorista serviços como os de emergência e segurança em um patamar jamais visto no mercado automotivo nacional.

Lançado no último trimestre do ano passado como uma exclusividade da marca Chevrolet, o sistema OnStar também oferece serviços de navegação, concierge e conectividade e está disponível para a linha 2016 do Cruze, do Cruze Sport6 e do Novo Cobalt.


A primeira notificação de roubo de um veículo equipado com OnStar aconteceu na cidade de Osasco, na região da Grande São Paulo.

Logo após ter seu Chevrolet Cruze Sedã subtraído, o proprietário comunicou o fato à Polícia e ao Centro de Atendimento do OnStar, que, imediatamente, passou a monitorar o deslocamento do automóvel por GPS e, em um momento oportuno, enviou o comando remoto para o bloqueio da aceleração do motor do carro.

Abandonado pelo ladrão, o automóvel foi recuperado pelas autoridades (como exige a legislação nacional) e devolvido para o dono menos de três horas após o roubo.

Já a primeira notificação automática de acidente ocorreu com um Novo Chevrolet Cobalt de Teresina (PI). 

O carro se envolveu em um acidente com deflagração do airbag, sem feridos. Como o veículo com OnStar possui sistema próprio de telecomunicação, um sinal de alerta foi enviado para o Centro de Atendimento.

Assim que recebeu o aviso, a atendente contatou a motorista por meio do OnStar do sedã a fim de saber se ela estava bem e se precisava de ajuda. 

Foi solicitado então ao OnStar que auxiliasse no contato com a seguradora, com o guincho e com a autoridade de trânsito, até porque o smartphone da condutora ficou sem bateria.

Para Carlos Meinert, diretor de Customer Experience da GM América do Sul, esses casos são exemplos de como a tecnologia está proporcionando mais comodidade e segurança aos usuários.

“E caso o veículo se envolva em uma colisão mais grave, mesmo que nenhum ocupante consiga responder ao contato da atendente, o OnStar é capaz de enviar uma equipe de resgate apropriada. Isto porque sensores no veículo informam à Central de Atendimento dados da ocorrência, como localização, velocidade e dinâmica do impacto”, explica o executivo.

Apresentação do ONSTAR no Cobalt, realizada no Rio de Janeiro 

O OnStar traz vantagens relacionadas à proteção patrimonial. Seguradoras costumam conceder descontos para carros equipados com sistemas que permitem rastreamento e bloqueio em caso de furto ou roubo.

Para o Brasil, foram desenvolvidos alguns serviços customizados a fim de atender as demandas do mercado local. 

Entre os mais relevantes estão o que possibilita o motorista fazer consultas na internet por meio do Concierge e o que alerta para a circulação em área de rodízio na cidade de São Paulo.

Ao todo, são mais de 20 opções de serviço à disposição do cliente Chevrolet de todo o país que possuam a tecnologia habilitada em seus veículos.

A Chevrolet oferece como cortesia o serviço OnStar por 12 meses. O processo de habilitação pode ser iniciado na concessionária. 

Na sequência, o cliente recebe um e-mail para finalizar seu cadastro e dar seu aval para a ativação.

No mundo
O OnStar possui atualmente mais de sete milhões de usuários, somando os de países como Estados Unidos, Canadá, China, México e agora também da Europa e do Brasil.

O Centro de Atendimento OnStar funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano e a cada dois segundos, em média, uma chamada é realizada.

Mensalmente o OnStar recebe aproximadamente 100 mil contatos de emergência e 5.000 notificações automáticas de acidente como essa ocorrida recentemente no Brasil.

O ANO NÃO ALVORECEU BEM PARA O SETOR AUTOMOTIVO NACIONAL QUE REGISTROU UMA QUEDA, EM RELAÇÃO A 2015, DE CERCA DE 40%, RECUANDO O DESEMPENHO DO SETOR A NOVE ANOS ATRÁS. SÃO PAULO RESPONDE POR 22% DAS VENDAS DE CARROS DE TODO O BRASIL. A CRISE ATRASA A ENTRADA EM PRODUÇÃO DO JEEP 551, QUE ESTÁ PREVISTA AGORA PARA 2017.



Alta Roda 

Nº 874 — 6/2/16

Fernando Calmon



PRESSA INIMIGA DA PERFEIÇÃO

No primeiro mês de 2016, as notícias sobre o mercado são piores do que se esperava. A queda de quase 40% sobre janeiro de 2015 fez recuar as 153.000 unidades vendidas a números de nove anos trás. 

Explicações são várias: antecipação de compras para aproveitar oportunidades, utilização do 13º salário aumentou o valor da entrada e assim para pagar menos juros, além de disputa entre os fabricantes no fechamento do exercício anual com novos bônus e descontos extras.

Fenabrave, associação nacional das concessionárias, lembrou que em janeiro de 2015 ainda havia automóveis faturados com IPI reduzido. 

“Os resultados de janeiro não devem ser balizadores para as projeções de 2016. Mês é atípico historicamente e carrega aspectos negativos que não se repetem ao longo do ano.”

Bem, esses são argumentos tangíveis, juntamente com a falta de confiança dos compradores e as crises política e econômica. 

Mas o que preocupa de verdade são fatores intangíveis. A região da grande São Paulo responde por cerca de 22% das vendas de todo o País. 

Proprietários de carros estão apavorados em guiar na maior cidade do Brasil. 

Existe um cerco e uma atribuição de culpa do automóvel completamente irracional e estressante que vão desde criação de faixas de ônibus à direita sem critérios (diferente dos poucos e racionais corredores à esquerda) ou ciclovias que levam do nada a lugar nenhum sempre em detrimentos de faixas de circulação de veículos ou de estacionamento. 

Há outros:
Companhia de Engenharia de Tráfego antecipou para outubro de 2015, com óbvio viés político, a estatística apontando a velocidade média menor na cidade ter diminuído as mortes nos trânsito em 30,7%. 

Só que o consumo de combustível caiu em 15% e, portanto, retirou carros das ruas.
São Paulo não é Manhattan, em Nova York, onde as pessoas fervilham em torno dos carros e a velocidade foi reduzida para 40 km/h em parte da cidade. Ciclovias lá são pouco usadas. 

Prefeitura instalou contadores de bicicleta na mais segura e racional ciclovia da cidade. Nas inúteis, nem pensar. 

Faixas de ônibus à direita em São Paulo têm sinalização do solo entrecortada por onde carros podem sair à direita ou acessar essas as vias em grande parte improvisadas ou inúteis em custo-benefício na fluidez geral do trânsito. 

E há inúmeras saídas de garagens, estacionamentos e comércios no meio da quadra que sujeitam o motorista a multa máxima de sete pontos (antes de cinco pontos). 

Essas faixas de ônibus entrecortadas estão se apagando e não são repintadas, além de haver em muitas delas horários em que os carros podem circular, mais para confundir do que ajudar. 

Vias de 50 km/h são de repente diminuídas para 40 km com apenas uma placa e um radar 20 metros depois.

Em São Paulo, há algumas frases educativas em uns poucos painéis de avisos de trânsito. Uma delas muda o conhecido dito popular “pressa é inimiga da perfeição” por “pressa é inimiga da direção”. Se for só frase de efeito, melhor “pressa é inimiga da inteligente ação”.

Se possuir carro quase se tornou crime na maior cidade do País por que o motorista vai trocar por um modelo novo ou pouco usado, mais seguro e menos poluidor?

RODA VIVA

FONTES desta coluna indicaram atraso do terceiro produto da fábrica FCA, em Goiana (PE). 

O projeto Jeep 551 será um SUV com base na picape Fiat Toro. Produção pode começar só em 2017, de acordo com recente declaração de Sérgio Marchionne, presidente mundial da FCA, sem citar diretamente o adiamento ao falar sobre planos no Brasil.

JETTA é primeiro carro não premium parcialmente montado no Brasil (versão intermediária, 60% das vendas, sai de São Bernardo do Campo) em que todos têm motor turbo de 1,4 L ou 2 litros. 

Pelo elevado torque de 25,5 kgfm a partir de apenas 1.500 rpm, o motor menor anda mais e bebe menos que o 2-litros aspirado anterior. Ainda não é flex pela arquitetura diferente da do Golf.

SEGUNDA geração do Audi Q7, além de mais sofisticada e 325 kg a menos de massa, lança novos recursos de segurança e conforto. 

Acionamento da terceira fileira de banco para dois passageiros (opcional) é elétrico. Parte de R$ 399.990 e chega a R$ 489.490. 

Esterçamento das rodas traseiras ajuda em baixa velocidade, nas mudanças de direção e em curvas ao se andar mais rápido.

BOM SINAL
: Cesvi indica crescimento de 22,3%, em 2015 sobre 2014, do sistema de controle de estabilidade (ESC, em inglês), de série, em modelos de veículos leves no Brasil, nacionais e importados (no caso estes são maioria). Análise é qualitativa não quantitativa: carros mais baratos, aplicação bem menor.

ENTRE os cuidados na compra de carros usados está o histórico legal sobre adulterações de chassi, alertas de roubo, alienações, multas e débitos, participações do veículo em leilões e também no caso de sinistros com perda total (no jargão, PT).
No site www.boavistaservicos.com.br/servicos/certocar
informações podem ser obtidas por R$ 19,00. Há versão mobile, também.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

UM COMPACTO FIT DA HONDA, CAMPEÃO DE VENDAS, COM CERCA DE 20 MIL KM RODADOS FOI AVALIADO PELO BLOG QUE CONFIRMOU A FAMA QUE TEM DE SER UM DOS AUTOMÓVEIS MAIS CONFIÁVEIS DO MERCADO. MOSTROU SER UM CARRO EXCELENTE PARA O TRÁFEGO URBANO, PELAS SUAS DIMENSÕES E DESEMPENHO, MAS NÃO FICA A DEVER NA ESTRADA, ONDE PROVOU SER SILENCIOSO E TER UMA RODAGEM MACIA



Texto e Fotos: Arnaldo Moreira

No mercado brasileiro desde 2003, um Honda FIT EXL, topo de linha, câmbio automático 
CVT, de relações continuamente variáveis, foi o carro da vez da avaliação do Blog do Arnaldo Moreira. 

É habitual o jornalista especializado receber das fábricas carros zero quilômetro para avaliar, mas desta vez, o teste é de um veículo com 18.800 km.

Costumo dizer que hoje não existem carros ruins e que a melhor marca de carro é Novo, então para o leitor é super importante oferecer informações sobre um veículo com uma certa quilometra-gem e no caso deste submetido aos rigores dos testes pelos jornalistas. O FIT 2015, modelo 2016, mostrou-se um carro perfeito para as áreas urbanas, mas na estrada não fica a dever a outros superiores. Subiu a serra para Petrópolis, como gente grande. 

Na cidade, abastecido com etanol não podemos dizer que seja um carro econômico, mas considerando a diferença do consumo do álcool, superior, ao da gasolina, registrei 285 km rodados com um tanque de 50 litros de etanol, ou seja 5,7 km/l, em ritmo de test-drive.

Esse resultado para um motor 1.5 com 116 cv, e torque de 15,3 kgfm temos de convir que é bem satisfatório, graças ao novo câmbio 16% mais leve do que a transmissão do modelo anterior.

O FIT consegue chegar de 0 100 km/h em 10,9 s, desempenho significativo para o modelo. Vale ressaltar que mesmo andando rápido, a direção elétrica progressiva faz você sentir o carro na mão.


Mas, além da fama, e do proveito, de ser um carro confiável, um inimigo dos mecânicos, por se manter longe das oficinas, um aspeto do FIT me chamou a atenção, o espaço interno, que está mais amplo do que no modelo anterior. 


O carro ganhou 30 mm na distância entre-eixos, que ficou em 2,53m, e 98 mm no comprimento, que passou para 2,89 m, o que melhorou sensivelmente os espaços para o motorista e o carona e os passageiros do banco traseiro, que acomoda na boa três pessoas, fazendo jus aos seus 1,69 m de largura.



Ainda, no quesito espaço, é relevante destacar o do porta-malas com 363 litros, podendo chegar, com os bancos traseiros rebatidos a 1.045 litros, o que permite transportar uma bicicleta.


Quem dirigir o FIT na cidade, repleta de quebra-molas, verá que a altura do carro é suficiente para o chão do carro não tocar mesmo nos mais altos. 


Na entrada da garagem do meu prédio onde a saia da frente do Ford Focus normalmente, mesmo entrando com cuidado, arrasta no chão, o FIT passou sempre com folga, graças à sua boa altura do solo.


Silêncio e visibilidade


No asfalto da estrada o Fit é um carro silencioso, macio e veloz, com boas respostas nas retomadas, melhores na posição S do câmbio CVT, que garante ultrapassagens seguras, obviamente levando sempre em conta as normas e regras de segurança. 


A dirigibilidade no FIT é muito boa. A altura dos bancos, confortáveis, ligeiramente, maior do que num sedan, oferece uma maior visibilidade e favorece na direção, assim como dos instrumentos do painel.


Em torno do velocímetro, luzes que trocam de cor mantém o motorista informado sobre o nível de consumo de combustível. 

Se a pressão sobre o acelerador é leve surge uma luz verde - modo econômico. Se a aceleração for maior, acende a luz azul, significando que o consumo é mais elevado.


O modelo atual deste Honda temos que concordar, ficou mais bonito e elegante e até com uma cara mais esportiva e séria, eu acho, e continua agradando as mulheres, que vêem no FIT um carro de direção agradável e econômico.


O FIT EXL conta com uma dose razoável de tecnologia - que pelo seu preço poderia ser mais completa: volante com controles do áudio, do apelidado piloto automático, e atendimento de telefone.


No centro do painel, há a central de mídia, com uma tela de 5", que reproduz as imagens da câmara de ré, em três modos de visualização e conexão bluetooth para reprodução de músicas direto do smartphone e sistema HFT (Hands Free Telephone) para chamadas telefônicas.



Nas portas estão os controles elétricos dos vidros (apenas o do motorista, de dois toques, automático), e dos retrovisores. O volante, de pegada agradável, em couro, tem regulagem de altura e profundidade.



Ar condicionado, infelizmente, não digital dual zone, mas eficiente, travas elétricas das portas, airbags frontais e laterais, rodas de liga leve e uma boa porção de porta-trecos constituem outros itens presentes no FIT. 



Lembrando que se trata de um carro com quase 20 mil km rodados, o FIT, especialmente, este EXL, mostrou-se um carro confiável que provou a fama que tem.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

JEEP® RENEGADE ALCANÇA O TOP 5. O SUV COM CARA DE JEEP, OU VICE-VERSA, COMO O LEITOR ACHAR MELHOR, APRESENTA DUAS NOVAS VERSÕES COM O MOTOR 1.8 FLEX, COM CÂMBIO DE SEIS MARCHAS:PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA (PDC), QUE COM OS DESCONTOS DE ICMS E IPI SAI POR R$ 54.655, E O CARRO RECEBERÁ UMA NOVA COR O PRETO CARBON. QUINTO CARRO MAIS VENDIDO NO BRASIL, EM JANEIRO. A VERSÃO A DIESEL TEVE UMA PROCURA EM TORNO DE 28%, ENTRE TODAS AS VERSÕES DO PORTFÓLIO DO MODELO



São Paulo – Depois de chegar ao Top 10 de vendas em outubro, o Jeep® Renegade alcançou uma posição no ranking que nenhum outro SUV havia conseguido até agora no país: entrar no Top 5. 

Nova referência da categoria, ele foi o quinto automóvel mais emplacado em janeiro, com 4.990 unidades - 3,3% do mercado geral, o maior share do modelo até hoje.


Em capitais como Brasília, Recife, Porto Alegre e João Pessoa, o Renegade teve desempenho ainda melhor, figurando entre os três carros mais vendidos. Além disso, ele é líder dos SUVs pelo quarto mês consecutivo.

As versões do Jeep Renegade com motor 2.0 turbodiesel continuam superando as expectativas iniciais de vendas, que eram de 22% do mix. 


Em janeiro, as 1.381 unidades emplacadas representaram 27,7% do total. No ranking geral de SUVs a diesel, o Renegade ficou em primeiro lugar, com 60% – ou seja, de cada 10 utilitários-esportivos a diesel vendidos no País, seis são Renegade.

A marca Jeep manteve a nona posição no ranking pelo quinto mês seguido e é a marca que mais vende SUVs no País, com mais de 700 unidades de diferença sobre a segunda colocada.



Novidades na linhaO Jeep Renegade ganha este mês uma nova versão: o modelo 1.8 Flex com câmbio automático de seis marchas para Pessoas com Deficiência (PCD). 

A lista de equipamentos é a mesma do 1.8 Flex de transmissão manual. Os pedidos já podem ser feitos para essa nova configuração, que chegará aos clientes a partir de março. 

O preço é de R$ 68.990, mas como está dentro da faixa de preço elegível às isenções de ICMS e IPI, ele pode sair por R$ 54.655. 


Para mais informações sobre a versão e documentação necessária para aquisição, acesse o site: www.jeep.com.br/vendas-diretas-pcd-jeep.html.

Outra novidade para o Renegade é a cor preto Carbon que será lançada no final deste mês. 

Com acabamento metálico, esse tom estará disponível para as versões Sport, Longitude e Trailhawk.


LIGEIRAMENTE MAIS COMPRIDO E MAIS LARGO, CHEGOU ÀS LOJAS HOJE, O NOVO BMW X1, SUPER COMPLETO, QUE TEM 4 CM A MAIS NA POSIÇÃO DE DIRIGIR, ASSIM COMO 7 CM A MAIS NO ESPAÇO PARA AS PERNAS DOS PASSAGEIROS DO BANCO TRASEIRO. O X1 TEM 505 L DE PORTA-MALAS E UM MOTOR DE 192 CV , NA VERSÃO MAIS POTENTE, QUE PRECISA APENAS DE 6,5 S PARA CHEGAR DE 0 A 100 KM/H. ESSE DESEMPENHO E O CONFORTO PRÓPRIO DA MARCA CUSTA A PARTIR DE R$ 166.950 ATÉ R$ 199.950.


A nova geração do BMW X1, uma das novidades mais aguardadas para o mercado brasileiro em 2016, já pode ser encontrada nas concessionárias autorizadas da BMW espalhadas pelo País. 

Apresentado ao público em setembro último, durante o Salão do Automóvel de Frankfurt (Alemanha), o novo BMW X1 estreia em solo brasileiro completamente renovado e ainda mais alinhado ao padrão de design adotado atualmente pelos SAVs (Sport Activity Vehicle), ou veículos de atividade esportiva, da família BMW X.

“Estamos muito satisfeitos em oferecer o novo BMW X1 no Brasil poucos meses após seu lançamento na Europa. Isso mostra o esforço do BMW Group Brasil não só em manter sua linha de produtos sintonizada com os principais mercados globais da marca, mas de seguir ampliando a gama de veículos disponíveis aos nossos consumidores em solo brasileiro”, afirma Martin Fritsches, diretor de vendas da BMW do Brasil.

Mais imponente e elegante
À primeira vista ficam evidentes as proporções avantajadas do novo BMW X1 que conferem a ele uma aparência imponente e, ao mesmo tempo, elegante, em relação ao modelo anterior. 

Esta característica essencial do novo BMW X1 se deve à adoção de uma nova plataforma maior e mais robusta. 

Por conta disso, a nova geração do SAV ganhou 53 e 23 milímetros (mm) nas medidas de altura e largura, respectivamente, em comparação ao modelo anterior. 

Como consequência, a vida a bordo ficou ainda mais agradável. A posição de dirigir, por exemplo, cresceu 40 mm, garantindo maior visibilidade ao motorista. 

O espaço para quem viaja atrás também foi ampliado e, agora, o vão entre as pernas e o encosto dos bancos dianteiros conta com 74 mm a mais de distância. 

O porta-malas seguiu esta mesma tendência e passa a dispor de 505 litros de capacidade, podendo alcançar 1.505 l com os bancos traseiros rebatidos.

Mais potente e ágil
O novo BMW X1 está disponível na rede de concessionárias da marca nas versões sDrive20i GP, sDrive20i X-Line e xDrive25i Sport. 

Todas trazem sob o capô o inédito motor 2.0L TwinPower Turbo, de 4 cilindros em linha, capaz de fornecer, na motorização 20i, potência máxima de 192 cv a 5.000 rpm e torque de 280 Nm a 1.250 rpm e, na versão 25i, potência e torque de 231 cv e 350 Nm, com o mesmo nível de giros do motor.

Ambas as opções contam com câmbio automático de oito marchas. Esta transmissão, associada à tração integral xDrive, presente no xDrive25i, possibilita uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 6,5 segundos. 

E, além da segurança em quaisquer situações, a tecnologia xDrive propicia máxima liberdade e versatilidade na condução. 

O X1 sDrive20i, por sua vez, passa a vir com tração dianteira, o que garante redução de peso, mais eficiência em termos de consumo, além de mais espaço interno na cabine.

Entre as tecnologias de gerenciamento do motor, os destaques ficam para o Driving Experience Control com Eco Pro, a função Auto Start/Stop e a tecnologia de regeneração de energia de frenagem que possibilitam atingir o melhor equilíbrio entre desempenho e eficiência. 

Já o prazer de dirigir é ressaltado pelo volante esportivo equipado com paddle-shifts para rápida troca de marchas. 

Além disso, o novo BMW X1 agrega ainda equipamentos de segurança de série, como seis air bags, controles de estabilidade e tração, pneus com tecnologia Runflat e faróis com tecnologia full-LED.

O pacote de itens de série tem ainda um sistema de navegação com tela de 6,5 polegadas, e agora vem com o sistema BMW ConnectedDrive, que incorpora serviços de concierge, informações de trânsito em tempo real, chamada de emergência inteligente e BMW TeleServices.

O modelo inclui também sensores de estacionamento traseiro e de chuva, com acionamento automático dos faróis baixos, e rodas de liga leve aro 18. 

A versão sDrive20i X-Line ganha teto solar panorâmico, bancos elétricos, espelhos rebatíveis e fechamento do porta-malas eletrônico. O xDrive25i Sport, por sua vez, também conta com rodas aro 19 e Som HiFi.

As três versões são disponibilizadas com cinco opções de cores externas, sendo duas sólidas (Branco Alpino e Preto II) e três metálicas (Preto Safira, Prata Glacier e Cinza Mineral). 

As versões sDrive20i GP e sDrive20i X-Line contarão com duas opções de revestimento Sensatec (Preto e Bege Canberra). 

O xDrive25i, por sua vez, virá com bancos esportivos revestidos exclusivamente em Sensatec Preto.

Mais original e exclusivo
Afora a extensa lista de itens de série disponíveis no novo BMW X1, a marca conta com uma série de acessórios para personalizar o veículo e torná-lo ainda mais exclusivo. 

A relação de produtos inclui grade frontal preta high-gloss, projetor de porta de LED, soleiras para portas de LED, barras transversais, capas para espelho retrovisor externo em fibra de carbono, tapetes de borracha X-Line, capa para chaves, além de sistema de DVD & Tablet.

O novo BMW X1 é comercializado nas concessionárias autorizada com preços sugeridos de R$ 166.950, R$ 179.950 e R$ 199.950, para as versões sDrive20i GP, sDrive20i X-Line e xDrive25i Sport, respectivamente.

O SAV também pode ser adquirido por meio de planos especiais também concedidos pela BMW Serviços Financeiros, como o Sign & Go.

Neste caso, o cliente pode dar uma entrada entre 0% e 49%, 24 parcelas mensais reduzidas, mais parcela final de 50% do valor do veículo e ainda conta com a garantia de recompra pelo concessionário ao término deste período. 

O veículo poderá ainda ser utilizado como entrada para um novo financiamento, propiciando a troca do BMW a cada dois anos. 

Os concessionários autorizados BMW podem ser acionados pelos clientes para detalhar o plano de financiamento Sign & Go.

A BMW Serviços Financeiros oferece, ainda, a oportunidade de incluir no financiamento do novo BMW X1 até 10% do valor do veículo em acessórios.

Além disso, por meio da parceria entre o BMW Group Serviços Financeiros e a Allianz Seguros, é possível adquirir o Seguro Auto BMW para veículos 0km e seminovos, exclusivo da BMW, nas concessionárias autorizadas da marca. 

Dentre os diferenciais deste produto, destacam-se a emissão da apólice no momento da contratação do seguro, a possibilidade de inclusão do valor do prêmio no financiamento do veículo por meio do BMW Group Serviços Financeiros, além da opção de contratação de verba adicional no valor de R$ 3.000,00 (por sinistro) para despesas extraordinárias, opção de franquia reduzida, guincho sem limite de quilometragem e assistência 24 horas.

Os interessados podem conferir os principais destaques e novidades do novo BMW X1 na página especial do produto: www.bmw.com.br/x1.


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

EQUIPE DE JORNALISTAS VAI DE SÃO PAULO A BUENOS AIRES REGISTRANDO PONTOS TURÍSTICOS NUM SANDERO 2.0. SÁBADO (6/2) ACOMPANHA O GRANDE PRÊMIO DA FÓRMULA E DE QUE PARTICIPAM PILOTOS DA MARCA


A bordo do esportivo Sandero R.S 2.0, quatro brasileiros estão se aventurando pelas estradas brasileiras até a capital da Argentina no chamado “Track Day Hunters”.


Composta pelos jornalistas Eduardo Antonialli e Cleber Bernuci, pelo fotógrafo Eduardo Bairros e pelo cinegrafista Rodrio Walker, a equipe está registrando todos os detalhes com fotos, vídeos e textos nos canais sociais da Renault durante a viagem. 

A viagem começou em São Paulo. A primeira parada foi São José dos Pinhais, no Paraná, com visita à fábrica da Renault e passagem por cartões postais de Curitiba, como o Jardim Botânico, o Museu Oscar Niemeyer e o Teatro Guaíra. Dali, seguiram para a sinuosa e belíssima Serra do Rio Rastro, locação ideal para testar as características do esportivo Sandero R.S. 2.0.

A última parada antes de chegar à capital argentina será a cidade de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. 


Já em Buenos Aires, a equipe vai passar pelos principais pontos turísticos da cidade e fazer um pit stop no treino do Campeonato FIA de Fórmula E – o ePrêmio de Buenos Aires – para registrar os bastidores da pista e dos boxes.

No sábado (dia 6), a equipe vai acompanhar a quarta prova do Grande Prêmio da Fórmula E com os pilotos da Renault e.dams, Sébastien Buemi e Nicolas Prost, que estão em primeiro lugar no campeonato de Pilotos e Equipes.

Na próxima semana vai ao ar o diário de bordo da aventura no site da Renault (www.renault.com.br).

Sobre o Sandero R.S. 2.0
Desenhado e desenvolvido pela Renault Sport, em conjunto com as equipes de design e engenharia da América Latina, o Sandero R.S. 2.0 é um legítimo esportivo. Com motor 2.0 aspirado, que entrega 150 cv e 20,9 kgfm com etanol, associado a um câmbio manual de 6 velocidades com relações curtas para maior esportividade, o “hot hatch” atinge a velocidade máxima de 202 km/h e vai de 0 a 100 km/h em apenas 8,0 segundos, chegando a 1.000 m em 29,4 segundos com o veículo parado. O Renault Sandero R.S. 2.0 se destaca por sua capacidade de proporcionar sensações esportivas desde o primeiro toque no acelerador, além de muito prazer na utilização diária.

Além do propulsor, as principais alterações em relação ao Sandero Dynamique são as novas regulagens de suspensão, o assistente de arrancada em subida (HSA), o sistema de freios a disco nas quatro rodas, o controle eletrônico de estabilidade (ESP) com regulagem específica R.S. e o sistema de direção eletro-hidráulica (EPHS), além dos três modos de condução que podem ser selecionados através do botão “R.S. drive”: Standard, Sport e Sport+ com o ESP desligado.

Por fora, as principais diferenças visuais ficam por conta dos novos para-choques (dianteiros e traseiros), rodas 195/55 R16 com acabamento ‘Black Aluminium’ (opcional rodas 205/45 R17), saias laterais, do spoiler traseiro, dupla saída do escapamento, espelhos retrovisores na cor preta brilhante e inscrição R.S. abaixo do logotipo Renault na grade dianteira e também na tampa traseira.

O interior é inspirado em um cockpit, com pedaleiras de alumínio, além de bancos e volante esportivos exclusivos. As cores e grafismos do painel de instrumentos são específicos da versão R.S., as saídas de ar ganharam detalhes na cor vermelha e os puxadores das portas são na cor Dark Metal.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

SUBARU E STI APRESENTAM OS MODELOS DE COMPETIÇÃO PARA 2016, PARA CORREREM AS 24 HORAS DE NÜRBURGRING, NA ALEMANHA, E A SUPER GT , NO JAPÃO. E AINDA NO GLOBAL RALLYCROSS CHAMPIONSHIPS, DOS ESTADOS UNIDOS, EM QUE TERÃO O APOIO TÉCNICO DA STI


São Paulo, 2 de fevereiro de 2016 – Reconhecida mundialmente pelo forte envolvimento com o automobilismo, a SUBARU e a SUBARU Tecnica Internacional (STI), divisão de alta performance da marca e responsável pelo desenvolvimento técnico dos modelos de corrida, apresentaram os seus planos para as atividades e competições que a SUBARU Motorsports realizará neste ano.

24 Horas de Nürburgring

Pelo nono ano consecutivo, a STI competirá com o modelo SUBARU WRX STI na exigente corrida de resistência 24 Horas de Nürbrugring, que estará em sua 44ª edição e acontecerá entre 26 e 29 de maio, no circuito que dá nome à prova, na Alemanha.

Na edição do ano passado, o SUBARU WRX STI foi o grande vencedor na categoria SP3T (carros com motor turbo de 2.0 litros ou menos), com isso, a equipe totaliza, atualmente, três conquistas nesta categoria: 2011, 2012 e 2015. 


A meta para as 24 Horas de Nürbrugring deste ano é a segunda vitória consecutiva na SP3T.

A versão 2016 do SUBARU WRX STI que competirá, aproveita ainda mais os benefícios proporcionados pelo baixo centro de gravidade e pelo elevado equilíbrio do motor Boxer, com cilindros horizontalmente opostos, para melhorar a velocidade nas várias curvas do circuito.

A equipe de desenvolvimento da STI criou um veículo ainda mais rápido, com respostas precisas aos comandos do piloto, graças a uma carroceria mais leve, com evoluções aerodinâmicas, maior downforce dianteiro, menor momento de inércia, novos pneus e as novas configurações do motor, este último foi adequado para atender ao novo regulamento.

A exemplo do ano passado, Hideharu Tatsumi será o diretor da equipe, sendo responsável pelo comando do grupo e do desenvolvimento do carro. 

Os pilotos do WRX STI na edição 2016 da 24 Horas de Nürburging serão: Hideki Yamauchi (Japão), Marcel Lasée (Alemanha), Carlo van Dam (Países Baixos), e Tim Schrick (Alemanha).


Super GT Series
A SUBARU participará da temporada 2016 do campeonato Super GT Series, considerada a categoria mais importante do automobilismo japonês. 

A marca competirá com o SUBARU BRZ GT300, que o know-how da marca nas 24 Horas de Nürburging do ano passado, e maximiza os pontos fortes do motor Boxer e dos novos pneus dianteiros 330/710R18, que substituíram os 300/680R18 e melhoraram a aderência nas curvas e em frenagens. 

O modelo também possui carroceria mais leve, além de evoluções na aerodinâmica e no motor.

O chefe de equipe será Hideharu Tatsumi, da STI, que trabalhará em conjunto com a “R&D SPORT”. A dupla de pilotos para a temporada deste ano será composta por Takuto Iguchi e Hideki Yamauchi.

Global Rallycross Championships
A STI fornecerá suporte técnico para a equipe SUBARU Rally Team USA, que compete no Global Rallycross Championships, categoria bastante popular nos Estados Unidos.

Este evento combina elementos dos tradicionais circuitos de corrida, com corridas off-road e rali. 

O carro que participará dessa temporada reúne a experiência adquirida na Super GT Series e nas 24 Horas de Nürburging, para comprar a superioridade do motor Boxer e do sistema de tração Symmetrical All-Wheel Drive.

Para a temporada deste ano, a STI fornecerá apoio técnico nas áreas de desenvolvimento do motor priorizando a robustez, redução do peso da carroceria, melhoras na rigidez e otimização do momento de inércia.

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