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sexta-feira, 4 de março de 2016

FORD LANÇA NO BRASIL SEIS NOVOS CAMINHÕES DA LINHA 2017 DE MÉDIOS E PESADOS COM TRANSMISSÃO AUTOMATIZADA DE ÚLTIMA GERAÇÃO. SÃO SEIS MODELOS, DE 16 A 45 TONELADAS: CARGO 1723 TORQSHIFT, 1729R, 2429, 1729T E 1933T



A Ford apresentou em Caxias do Sul, RS, a sua nova linha Cargo 2017 de caminhões com inédita transmissão automatizada que permite trocas automáticas ou manuais. Chamados Torqshift, com 10 ou 16 marchas, conforme o modelo, os novos caminhões chegam ao mercado em março, complementando o portfólio de veículos da marca formado por 34 versões.

"A Ford manteve seus investimentos nas operações de caminhões mesmo diante do atual cenário de mercado do setor", disse João Pimentel, diretor da Ford Caminhões. 


"Em 2015 fomos a marca de caminhões que mais cresceu com o lançamento de produtos em segmentos especiais e acreditamos que a linha Torqshift mantém essa estratégia de mercado com caminhões que aumentam a produtividade e rentabilidade do transportador em vários tipos de aplicações, tendo como base o custo-benefício para o cliente, fator importante especialmente neste momento da economia”, revelou Pimentel.


A nova linha é formada por seis modelos, com capacidade de 16 a 45 toneladas: Cargo 1723 Torqshift, Cargo 1723 Kolector Torqshift, Cargo 1729R Torqshift, Cargo 2429 Torqshift, Cargo 1729T Torqshift e Cargo 1933T Torqshift, estes dois últimos cavalos-mecânicos.

Conforto, segurança e economia
Os novos caminhões reúnem o conforto, praticidade e segurança de uma transmissão automática no dia a dia do trânsito e nas rodovias com a funcionalidade de um câmbio manual para situações específicas.

Foi desenvolvida pela engenharia da Ford no Brasil com o fornecedor Eaton e conta com recursos avançados como trocas manuais, os modos Economia e Performance, função “Low”, piloto automático inteligente, assistente de partida em rampa e indicador de marcha no painel para oferecer conforto e economia com excelente custo-benefício.

“Os novos modelos Cargo 2017 representam uma grande inovação de engenharia com a transmissão automatizada mais avançada do segmento", destaca João Pimentel. “É um lançamento importante que virá acompanhado de outros modelos sempre com soluções focadas na rentabilidade do frotista.”


Os modelos
O Cargo 2429 Torqshift é um dos destaques da linha. Tem transmissão de 10 marchas, tração 6x2, peso bruto total de 23 toneladas e capacidade máxima de tração de 38.000 kg. 

Chega ao mercado com o preço de referência mais competitivo da categoria, de R$ 220.000 na versão cabine simples e de R$ 228.000 na versão leito.

O Cargo 1723 Torqshift é um modelo médio com peso bruto total de 16.000 kg, motor de 230 cv e transmissão de 10 marchas. 

A versão Cargo 1723 Kolector Torqshift vem pronta para implementação como coletor/compactador, com transmissão reforçada de 10 marchas.

O médio Cargo 1729R Torqshift, com peso bruto total de 16.000 kg, tem motor de 290 cv e transmissão de 10 marchas, com as opções de cabine simples e leito. 

O Cargo 1729T Torqshift, com capacidade máxima de tração de 38.000 kg, é um cavalo-mecânico com cabine leito e transmissão de 10 velocidades. 

O Cargo 1933T Torqshift, cavalo-mecânico com capacidade máxima de tração de 45.150 kg, tem como diferenciais a suspensão a ar e transmissão de 16 marchas.

Todos esses modelos estão entre os melhores da categoria e oferecem a mesma estratégia de preços do Cargo 2429. 

Ou seja, estão sempre menores que seus concorrentes diretos nas diferentes configurações.

"A Ford oferece outro diferencial importante para o transportador: o lançamento dos modelos como Linha 2017 permite ao cliente aumentar o tempo de permanência do veículo na frota – já que a maioria dos contratos no setor exige veículos com até três anos de uso –, sem contar a sua valorização na hora da revenda", afirma Antônio Baltar, gerente de Vendas e Marketing da Ford Caminhões.


Crescimento no mercado
Em 2015, a Ford foi a marca que mais cresceu na indústria de caminhões, com um ganho de 3,7 pontos porcentuais – de 14,3% para 18%. A Ford Caminhões avançou também na satisfação dos clientes, com índices de aprovação de 91,9% e 88,4% nas áreas de vendas e serviços, respectivamente. “Estes números refletem o atendimento pós-vendas, com foco principalmente em quatro programas: o Ford Service, o Ford Trac, o SOS Ford e o Disk Ford”, completa Baltar.

Atualmente, a Ford Caminhões tem uma rede exclusiva de 120 distribuidores em todo o território brasileiro, prioritariamente nas áreas de maior fluxo de caminhões.

FORD RANGER 2017 É SUBMETIDA AO TESTE DO “CHEIRO DE CARRO NOVO” E VÍDEO MOSTRA ESSA TÉCNICA. A MONTADORA CONTA COM UM LABORATÓRIO PARA HARMONIZAR O CHEIRO DOS DIFERENTES MATERIAIS DE UM CARRO NOVO.


A Ford conta com um laboratório especial para harmonizar o cheiro dos diferentes materiais de um veículo novo e a Ford Ranger 2017 foi submetida a essa técnica de refinamento do interior da cabine, totalmente remodelada. 


Chamado teste do “cheiro de carro novo” (ou, no caso, picape nova), este é um cuidado especial da Ford com o nível de conforto dos usuários no dia a dia.

Como mostra o teste neste vídeo, desenvolver esse atributo do veículo é um trabalho mais complexo do que se imagina, já que não se trata de um odor único. 


No caso da Ranger, foi preciso analisar a combinação de mais de 100 diferentes materiais empregados na picape.

A dificuldade para encontrar o cheiro ideal é que cada pessoa sente os odores de modo diferente. 

Assim como alguns gostam do cheiro de couro, por exemplo, há também aqueles que detestam. 

Os testes são o caminho para garantir que essa combinação agrade o maior número de pessoas.

No desenvolvimento da nova Ranger, uma amostra de cada material foi colocada num pote de vidro e exposta a diferentes condições climáticas, como umidade e calor extremo, simulando situações como a picape estacionada debaixo do sol.

Ao atingir a temperatura adequada, os materiais foram analisados pelos especialistas usando o instrumento mais completo que existe para esse tipo de avaliação – o nariz. 
O objetivo final é filtrar ao máximo os odores dentro do veículo para garantir a harmonia e a qualidade. 

Este foi um dos inúmeros aspectos estudados no processo de desenvolvimento da nova Ranger, que chega este semestre ao mercado brasileiro.

UM NOVO FOCUS RS COM MOTOR ECOBOOST DE 600 CV, QUE VAI DE 0 A100 KM/H EM 2 SEGUNDOSSERÁ O CARRO COM QUE A FORD PARTICIPARÁ DO MUNDIAL DE RALLYCROSS, QUE TERÁ SUA PRIMEIRA PROVA EM ABRIL, EM PORTUGAL


A Ford apresentou o novo Focus RS para a disputa da temporada 2016 do Campeonato Mundial de Rallycross. 

Equipado com motor EcoBoost de 600 cavalos e tração nas quatro rodas, o esportivo nessa versão acelera de 0 a 100 km/h em 2 segundos.

O carro foi preparado especialmente pela Ford Performance numa parceria global com a Hoonigan Racing e a M-Sport, do Reino Unido. 

O objetivo é dar continuidade à tradição de mais de 50 anos da grife Ford RS (Rallye Sport) nas corridas, como mostra este vídeo.

A equipe Ford/Hoonigan Racing Division é comandada pelo piloto Ken Block. O Focus RS Rallycross estreia na pista em abril, no Rali de Portugal, abrindo a temporada com 12 etapas na Europa, Canadá e Argentina.

“A grife RS é uma marca mundial com um legado incomparável e adorada pelos fãs. As suas primeiras imagens e aparição antecipada no vídeo Gymkhana Eight já rendeu milhões de acessos na internet", diz Dave Pericak, diretor global da Ford Performance.

O desenvolvimento do Focus RS contou com o mesmo nível de ferramentas, recursos técnicos e engenharia usados nos programas do Ford GT para Le Mans e competições da Nascar. “Estou realmente empolgado em ampliar o meu relacionamento com a Ford Performance”, diz Ken Block. “Ter o apoio oficial da fábrica para disputar toda a temporada do Mundial de Rallycross traz vários recursos que vão beneficiar a equipe em termos de engenharia, preparação e pistas".


quinta-feira, 3 de março de 2016

CHEVROLET CONVIDA OS BRASILEIROS A CONHECEREM OS NOVOS CARROS DA MARCA E OS PREÇOS PROMOCIONAIS NAS 500 CONCESSIONÁRIAS EM TODO O PAÍS


São Caetano do Sul – A Chevrolet lança nova campanha convidando seus clientes, e até os críticos, a irem até uma das mais de 500 concessionárias da marca e se apaixonarem pelos novos carros da linha 2016. 



A campanha, criada pela agência Publicis Salles Chemistri, incentiva quem não tem e quem critica um Chevrolet a conhecer os novos carros.

Para marcar o lançamento da campanha “Até quem critica irá se apaixonar por um Chevrolet”, as concessionárias fazem a ação do ‘Breca Varejo’, onde os clientes podem comprar um Chevrolet 2016 ainda com os preços de 2015. 


Todos os modelos da Chevrolet estarão com condições de pagamento imperdíveis como as taxas a partir de zero para as linhas Onix e Prisma e bônus de até 10 mil reais.

A campanha conta com a participação do ator e apresentador Lucas Salles desafiando quem tem modelos de outras marcas a conhecerem um Chevrolet e se surpreenderem pelo carro.

“A campanha está alinhada ao posicionamento ‘Pessoas Reais, Opiniões Verdadeiras’, que vem sendo trabalhado desde 2015 e traz para a publicidade os depoimentos de consumidores de verdade”, afirma Samuel Russel, diretor de marketing da GM.

http://www.gexsamen.com/Email/Link?ci=232326548&ei=72086&eli=183612&elu=http://www.maxpressnet.com.br/e/gm/D40U49/Breca_Revela_Final_03-03-16.wmv


Os seis filmes convidam os fãs e críticos a conhecerem os novos carros da Chevrolet como o novo Cobalt e darem uma nova chance à marca e, quem sabe, mudarem para um Chevrolet.

TODAS AS PREVISÕES DE ECONOMISTAS, DA ANFAVEA, OS PRESIDENTES MUNDIAL DA GM E DA VW DO BRASIL SÃO MUITO PESSIMISTAS QUANDO AO DESEMPENHO DO SETOR AUTOMOTIVO, A QUE SE JUNTA UM ESPECIALISTA EM ESTATÍSTICAS, SÉRGIO HABIB, PRESIDENTE DA JAC MOTORS, QUE PREVÊ UMA QUEDA DAS VENDAS DE 20% ESTE ANO E ACHA QUE SÓ EM 2022 OU 2023 O BRASIL VOLTARÁ AO PATAMAR DE 2013


Alta Roda
 

Nº 878 — 3/3/16

Fernando Calmon 


AJUSTAR VELAS

A eterna rivalidade entre otimistas e pessimistas sobre o que ocorrerá este ano com o mercado interno de veículos atingiu seu ápice nas últimas semanas. 

Stefan Ketter, presidente da FCA (Fiat Chrysler Automobiles) para a América Latina e principal executivo do grupo no Brasil, primeiro a se manifestar a uma pergunta direta deste colunista, não fez previsões diferentes da Anfavea, que ainda acredita em um segundo semestre de reação e um resultado final de menos 7,5% (2016 x 2015) ou algo em torno de 2,38 milhões de veículos leves e pesados

Ele acrescentou: "O brasileiro é extremamente crítico quando fala de si, o que não faz sentido. É preciso acreditar mais no seu talento, acreditar mais em nosso povo.” 

Uma posição surpreendente talvez porque a Fiat, líder de mercado, tenha dois produtos novos este ano (picape Toro já lançada e subcompacto Mobi no próximo mês). 

A outra marca da FCA, Jeep, também vai bem com uma fábrica inteiramente nova em Pernambuco.

Quatro dias depois, Dan Ammann, presidente mundial da GM, veio ao Brasil e manifestou enorme preocupação com os rumos da economia e política brasileiras. 

“Teremos que reavaliar os investimentos de R$ 6,5 bilhões no Brasil, se a situação não se alterar até meados de 2017”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo. 

Acrescentou que o País não é competitivo de um modo geral, inclusive para exportar automóveis, nem que o dólar suba para R$ 4,50. 

Ele prevê que este ano se vendam no máximo dois milhões de unidades, um recuo expressivo de 22% que se juntando aos 27% de 2015 contra 2014, chega a 55%.

O presidente da Volkswagen do Brasil, David Powels, dois dias depois da Ammann, reconheceu plenamente as dificuldades da indústria automobilística, mas não falou em diminuição de investimentos e adiamento de planos. 

Centrou-se na marca, que sofre desgaste de imagem com os problemas dos motores diesel, e preferiu falar sobre os esforços para aumentar produtividade e qualidade nas suas quatro fábricas com muito treinamento. “Continuaremos a incrementar nossas exportações”, acrescentou.

Passaram-se mais quatro dias e o presidente da JAC Motors, Sérgio Habib, considerado mestre das estatísticas, comparou o que acontece hoje no Brasil com outros países que tiveram quedas bastante expressivas nos anos recentes: EUA, Espanha, Itália e Portugal. 

“Nada indica que somos diferentes dos outros. Este ano teremos nova queda superior a 20% e será difícil chegar a dois milhões de veículos vendidos (incluídos os pesados). Regredimos para o ano de 2006”.

Quanto ao futuro foi ainda mais ácido: só entre 2022 e 2023 voltaremos ao patamar já atingido em 2013.

O balanço entre as afirmações de quatro executivos tendem nitidamente para um tempo de suor e lágrimas. 

Desemprego em alta, inflação fora da meta e desajustes fiscais de fato desanimam. William Ward, teólogo católico inglês (1812-1882), cunhou a frase: “O pessimista se queixa do vento, o otimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas.” 

O grande problema do Brasil é saber como e quem vai ajustar as velas. Se os políticos deixarem.

RODA VIVA

Entre os quatro produtos de uma nova arquitetura de compactos até 2018, tudo indica a transformação do Fox num crossover para atender o mercado de SUVs compactos em que a VW está ausente (CrossFox é paliativo). 

Mudanças devem ser mais profundas que no Honda WR-V, na realidade uma evolução no Fit Twist com a tradicional criatividade brasileira.

JAC T5 é um SUV compacto que demonstra a evolução chinesa principalmente em relação ao estilo em parceria com casas italianas de desenho. 

Interior muito espaçoso, boa posição ao volante e porta-malas grande (600 litros, mas aqui há exagero no método de medição). 

Suspensão passa sensação de firmeza e segurança, apesar da altura típica desses modelos.

MOTOR de 1,5 L/127 cv (etanol) do T5 junta-se a câmbio manual de seis marchas para reduzir consumo (automático CVT disponível em agosto). Lista de equipamentos do T5 é generosa. 

Sistema multimídia com tela de 8 pol. (só encontrável em veículos de maior porte) permite espelhar telefones Android e aplicativo Waze. Preços são bem competitivos: R$ 59.990 a R$ 68.990.

SEGUNDO
o Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) a chave de ignição presencial, entre outras vantagens práticas como acionar o veículo sem necessidade de inserir a chave no painel ou coluna de direção, tem características adicionais interessantes. 

Ela dificulta a localização de antenas de curto alcance e equipamentos usados em furtos de automóveis.

SITE especializado em cotações de preços de seguros para automóveis – www.comparaonline.com.br/seguroauto – é boa ferramenta para quem quer economizar. 

Não inclui a totalidade das seguradoras, mas permite pesquisas abrangentes, em especial pelo valor da franquia, coberturas, benefícios e formas de pagamento. Tudo grátis, porém, pede dados pessoais.

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


AUDI TT, COM SEUS 270 CV, UM BÓLIDO QUE FAZ DE 0 A 100 KM/H 5,9 SEGUNDOS E CHEGA A 250 KM/H, GRAÇAS A UM TORQUE DE 37,7 KGMF - COISA DE MOTOR GRANDE - CUSTA R$ 199 MIL NA VERSÃO ATTRACTION, E R$ 220 MIL, NA SUPERIOR. FCA ESTÁ ATRAS DE QUEM ACEITE TERCEIRIZAR O DODGE DART E O CHRYSLER 200. O NOVO JAC T5 CHEGA AO MERCADO, AGORA, COM CÂMBIO MANUAL, POR R$ 59.900 E R$ 68.900, E EM AGOSTO COM TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA



Coluna nº 1.016 - 3 de Março de 2016
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O Audi TT e o Axioma de Pirelli

Fazer carro esportivo, apesar de parecer, não é tarefa fácil. Não se resume a fórmula de fácil aviamento: aumentar a cilindrada do motor ou a sua capacidade em produzir cavalos de força; ou reduzir peso do conjunto; ou melhorar a aerodinâmica, pois para êxito há que pensar em um resultado paralelo: como mantê-lo no chão e sob o controle. 

Objetivo também buscado ao final da conta, é o balanço obrigatório entre a performance oferecida, e a capacidade do motorista em lidar com ela e usufruir. 

Usualmente carros muito fortes são perigosos, até letais a motoristas não nivelados às exigências. 

Nestes dias de invasão quase compulsória de intimidades, o Youtube exibe enorme relação de filmetes sobre acidentes com esportivos, causados exatamente por esta discrepância.

O Axioma – considere-o como sinônimo de verdade fática – de Pirelli, diz: Potência não é nada sem controle. 

É coisa incontestável para regrar tal harmonia. Não adianta alguém ter meios para comprar produtor de centenas de cavalos de força, com uma montanha de torque, se suas habilidades de condução sequer servem para usufruir totalmente o oferecido por simplório up! tsi e seu turbo. 

Se performance e habilidades de condução não se nivelam, é um passaporte a problemas caros.

Medida certa
A composição e a performance oferecidos pelo Audi TT parecem ter sido desenhados sob a tutela da regra utilizada como slogan publicitário pelo fabricante italiano de pneus. 

Ele entrega, e basta em performance a 95% dos motoristas. Dos outros cinco, dois não se interessarão, outros dois saberão fazer suar sob controle os 230 cv do TT. Um final não saberá do que se trata.

O TT é bem feito. Em terceira geração agrega atrativos tecnológicos diversos, especialmente marcados pela capacidade de se escolher tamanho e disposição dos instrumentos do painel. 

Os mostradores são virtuais, podem crescer, diminuir, ser afastados para os lados, abrindo espaço tela de condução. 

O contagiros vai em frente ao motorista, como eram nos MGs T e no Alfa Romeo Alfetta.

O pequeno motor, quatro cilindros em linha, posto transversalmente, cabeçote em alumínio, 16 válvulas com abertura variável, dois sistemas de alimentação – um, direto, sobre os pistões, outro no coletor de admissão -, turbo alimentador, eixo contra rotante para eliminar asperezas, não produz apenas sadia tropa de equino com estamina alemã, mas a monumentalidade de 37,7 kgmf de torque, coisa de motor grande. 

Com seis marchas à frente, transmissão mecânica automatizada por duas embreagens, mudando-as por si só ou por alavanquinhas sob o volante, a potencia chega às rodas frontais e controles eletrônicos tentam reter patinadas.

Freios por grandes discos, sensíveis, operando com brio e determinação, tão convincentes em desacelerar quanto o é no ir de 0 a 100 km/h em 5,9 s e velocidade final cortada a 250 km/h. 

Sistemas para administrá-lo, suspensões independentes. Faróis em LEDs, com assinatura personalizada. Dado irrelevante, consumo pequeno. Relevante, grande prazer de conduzir.

Apesar do aumento do dólar, preços caíram. Versão de entrada, Attraction, R$ 199 mil. Superior, R$ 220 mil.

Fórmula tende à perfeição, mas há falhas na aplicação. As rodas em liga leve, aro de 19” e pneus 234x35 poderiam ser trocadas por aro 18” e pneus com laterais mais altas – e compatíveis com os buracos nacionais. 

Dois ou três centímetros de maior altura livre combinariam com os quebra molas nacionais, proibidos, mas sempre adotados em caso de dúvida ou falta de conhecimento técnico e legal.

A grande virtude está no respeito ao Axioma de Pirelli, ao ser pequeno, barato neste universo de esportivos, e oferecer respostas esportivas superiores à demanda de 95% dos motoristas. 

Aos outros, os que se entendem acima da performance do TT, sucesso e cuidado ao dirigir Ferraris, Maseratis, Porsches, Audis R, Mercedes Asa de Gaivota.

Audi TT


FCA quer terceirizar 
Dodge Dart e Chrysler 200
Com poucas vendas, o Dodge Dart e o Chrysler 200 – mesmo carro -, somando 10 mil unidade/mês, caíram na racionalidade de custos pró-sobrevivência e crescimento da FCA, a união das marcas Fiat com as marcas Chrysler. 

Volume pequeno, concorrente Toyota vende 50 mil Camry, não justifica tomar espaço industrial de produtos mais rentáveis, como a linha Jeep, acelerando em crescimento e os demais Chrysler. 

A FCA quer focar em produtos na ampla e pouco balizada classificação de Premium, embutindo maior lucro unitário. Decisão da empresa é produção com um novo e criativo vocábulo, externalizada. 

Na prática, junção de conceitos, tanto pode ser encomenda a terceira marca, quanto fusão com outro fabricante para fazer sinergia entre meios e tecnologias. 

Neste caminho, a FCA vem procurando no mercado, fazendo propostas à Honda, à Suzuki e, até, prontamente repelida, à GM.

Não há indicativos de definição de caminhos.

Brasil, cuja indústria automobilística tem ociosidade imaginada em 50%, poderia ser o fornecedor. 

Honda e o grupo Souza Ramos – Suzuki - têm fábricas fechadas, e a Cherry com ociosidade industrial em torno de 90%

Dodge Dart


JAC T5, enfim, chega ao mercado
Foram 17 meses e 1 milhão de quilômetros rodados buscando desenvolver componentes, entre a apresentação no Salão do Automóvel, outubro de 2014, e o início de vendas na contraída rede com 30 revendedores JAC. 

O T5 - Sport Athletic Vehicle – não é utilitário esportivo, ante a falta da tração nas quatro rodas, mas a conformação estética, e a posição de dirigir vende a imagem de poder e, a alguns, a ideia de destemor e capacidades para enfrentar dificuldades extra asfalto – desculpe-me o leitor pela colocação inadequada. 

Neste Brasil, onde a engenharia de fazer ruas e estradas está ao nível de Mobral, e as enchentes nas vias urbanas são para arrostar Land Rover Defender e Toyota Bandeirante, não há desafios Off Road. Eles estão On Road.

O T5 não foge à estratégia traçada por Sérgio Habib, representante da JAC, no Brasil, a de carro completo com preço de carro pelado. 

No caso entre R$ 59.990 e R$ 68.900, se oferece em comparação entre conteúdo e faixa de preço com os melhor classificados no mercado, com interior mais rico, maior dosagem de confortos eletrônicos e de conectividade, como o kit multimídia pela Foxconn, tela de 20 cm, e capacidade de espelhamento com o celular, disponível na versão Pack 3, não encontráveis em veículos deste segmento.

Disponível em conteúdo em três níveis, vendas focadas na versão superior, mais equipada.

A JAC entende ser bom produto em conteúdo, com alguns itens sequer disponíveis nos concorrentes do segmento, design marcante, assinatura visual – nova moda de estilo -, e economia. 

Seu pequeno, entretanto, potente motor de quatro cilindros em linha, 1,5 litro, 16 válvulas, comando variável para se adequar à demanda do tipo de condução, flex, sem tanquinho, produz 125 cv a gasálcool e 127cv com álcool, e respectivos 152 Nm e 154 Nm em torque. 

Transmissão manual de seis velocidades, com as primeiras marchas mais reduzidas para dar agilidade e disposição, e as finais mais alongadas, permitindo ao motor girar e gastar menos. Está na Classificação A pelo Inmetro.

Em termos de performance, aceleração de 0 a 100 km/h declarados abaixo de 11s e final de 194 km/hora. Em agosto transmissão automática CVT.

Pretende-se venda de 200 unidades/mês. O T5 será produzido na fábrica a ser erigida pela JAC, neste ano, em Camaçari, BA.

JAC T5


Roda-a-Roda

Mito – Alguns veículos cumprem sua história, vão-se pelo desequilíbrio na conta demanda x investimento por renovação. Entretanto, podem voltar. 

Nos EUA, é o caso do picape Wrangler, aqui conhecido como picape Jeep. Demandado e requerido por fãs, deve retornar à produção.

Mais
– Admiradores do Ford Bronco, segundo os anúncios da Ford cruza de cabrito montês com cavalo de corrida, tipo jipe mais confortável, demandam à empresa re lançá-lo em versão atualizada, sexta geração. Projeção para 2020.

Desenho por aficionados para a volta do Bronco.


Surpresa – Com vaticínios contrários o português Carlos Tavares, presidente da PSA – Peugeot Citroën anunciou resultados financeiros e, junto, surpresa: empresa concluiu plano de recuperação antes do previsto. 

Último exercício obteve margem operacional de 5%, índice antecipado em um ano.

AL – Previsões para América Latina discrepam do ânimo de crescimento, prevendo-se 10% na redução dos negócios. Rússia, pior, caindo 15%. 

Previsão de distribuição de dividendos para o próximo ano.

Lançamento – Diz imprensa europeia, Jeep terá novidades no Salão de Genebra. Apesar da distância terá novidades para o Brasil.

Bom – O motor diesel 2 litros, e 170 cv, hoje aqui aplicado ao Jeep Renegade e ao picape Toro, evoluirá a 2,2 litros e a potência a 200 cv. 

Transmissão automática de nove velocidades foi mantida. FCA local desconhece.

Problema – Chinesa Chery, instalada em Jacareí, SP, nova greve, acabada 3ª. feira.
Agora contra a demissão de funcionários por prestadora de serviços. 

Deu-se na véspera do início de produção de seu segundo produto, o pequeno QQ.

II – Chery tem sérios problemas de convívio com o sindicato local dos metalúrgicos. Fez greve ao inaugurar da fábrica e repetem com o novo produto.

Passado
– Manifestações idênticas geraram insegurança à GM, minguando atividades na vizinha São José dos Campos, transferindo o Projeto Phoenix, do novo Cruze, para a Argentina e fábrica de transmissões para Santa Catarina.

Situação – Em época de redução de atividade econômica, fechamento de empresas, fim de empregos, greve é atividade de risco e fora de propósito.

Ching-Sir – Bem articulada Agência AutoData informa tratativas da Jaguar Land Rover para utilizar a enorme capacidade ociosa da fábrica da Chery e pintar seus produtos, aumentando nacionalização e ampliando capacidade.

Questão
– Logística simples, ambas estão à margem da Via Dutra. Resta saber se o temor das greves, desorganizando indústria e comércio, não assustará as marcas inglesas comandadas pelos indianos

Festa – VW comemora 40 anos de sua fábrica em Taubaté, SP, e produção de 150 mil unidades do up!. 

Já exportou mais de 20 mil unidades para Argentina, México, Uruguai e Peru, e enviará ao Paraguai, Costa Rica e Curaçao.

Mudança – MMC Brasil, produtora dos Mitsubishi, mudou de razão social. Agora é HPE. 

Consultada, empresa deu explicação genérica, mas período coincide com a exposição da marca japonesa numa operação da Polícia Federal, e a prisão do banqueiro André Esteves, sócio minoritário. 

Perda
– Ciclista brasileiro Cláudio Clarindo, 38, um dos 10 melhores do mundo em provas longas, morto por carro invadindo o acostamento onde treinava. Motorista dormiu, cruzou a pista, atropelou cinco atletas.

Equipamento – Prestou socorro, não estava bêbado, dormira ao volante. Veículos novos de certa hierarquia portam equipamento para alertar condutor, quando percebem ausência de movimentos, tocam campainha, acendem indicativo no painel, vibram o volante.

Aqui – Legislação brasileira não obriga veículos a portá-lo, e informa Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, não há iniciativa interna para adoção, variando de acordo com a política das montadoras. 

Caminho
– Melhor opção é lobby pelos fabricantes do equipamento para torná-lo obrigatório. 

Ante evento e perda Ministério dos Esportes poderia liderar o movimento pela adoção do equipamento.

Mercado – ANEF, associação dos bancos das montadoras tem informações de balcão quanto ao mercado de veículos novos nos últimos 12 meses: total financiado caiu 17%; medida do freio na economia, para pessoas jurídicas reduziu 24,8%; inadimplência cresce marcialmente, 1,1% em relação a 2014.


Auxiliar – Além de vender o novo picape Fiat Toro, visto pela FCA como produto da cruza de picape com utilitário esportivo, empresa oferece lista de vestuário, acessórios, brinquedos. Quer ver? http://fiatfashion.com.br 


Oportunidade – Mercado vendendo menos veículos novos, redução na circulação da frota antiga, prática numérica exibe queda no consumo de pneus. Japonesa Bridgestone entendeu ser momento para investir.

Mais - Anunciou R$ 256 milhões para ampliar fábrica de pneus em Camaçari, BA, elevando capacidade de produção em 30%, de 8.000 para 10.500/dia. Fará, também, centro de distribuição.

Freio – Familiares do ex-governador Dante de Oliveira, operando a revenda Fiat Domani, em Rondonópolis, MT, foram suspensos como fornecedores pela Secretaria de Segurança do Estado e proibidos de prestar serviços ao governo de Mato Grosso pelo período de dois anos.

Outros - Questão simples, venceram concorrência pública no valor de R$ 520 mil para assistir e reparar veículos Fiat da frota oficial. 

Porém, desmontaram galpão assistencial e contrataram oficina sem condições para realizar reparos.

Acerto – Estado cobra 10% de multa por motivar rescisão contratual e enviou documentação ao Ministério Público para investigar superfaturamento.

Correção – Para capitalizar-se Gol antecipou vendas de passagens no valor de R$1 bilhão à Smiles, antes seu programa de fidelidade e agora empresa coligada.

Redução – Ante a queda de demanda por passagens, corta custos, reduzirá voos; suspenderá sete destinos; negociará entrega de novas unidades em 2016 e 2017, de 15 para 1 unidade.

Providência – Surpreendida com publicação de mensagens via Whats App entre diretor e comissários de provas, trocando informações sobre mesquinharias de inventar fatos e prejudicar pilotos, CBA, Confederação Brasileira de Automobilismo, afastou os auxiliares e abriu inquérito.

Talvez – Negócios com esporte no Brasil normalmente desprezam os atores em lugar dos gestores e sua turma. 

Só haverá solução se o poder dos patrocinadores, prejudicados por menor exposição de sua marca, questionar juridicamente os organizadores pelas perdas. Dinheiro manda.

Gente – Frank Witteman, alemão, ex-diretor de Vendas na China e ex-presidente da Jaguar Land Rover na Rússia, transferência. 

OOOO Assume filial Brasil. 

OOOO Missão inaugurar fábrica, compatibilizar produção local, produtos, importações e ampliar vendas. 

OOOO Denise Andrade, diretora da Goodyear, reconhecimento. 

OOOO Ganhou o prêmio VOCÊ RH Profissionais do Ano 2015. 

OOOO Stefano Domenicali, engenheiro, italiano, cooptado. 

OOOO Novo presidente e administrador delegado da Lamborghini e da Quattro GmbH, braço esportivo da Audi, controladora da marca italiana. 

OOOO Domenicali era o líder da área de competições da Ferrari, e saiu com a dispensa de Luca di Montezemolo. 

OOOO Convidado no mesmo dia, demorou dois anos para aceitar. 

OOOO Dieter Zetsche, mandato renovado como CEO da Daimler e presidente da Mercedes. 

OOOO Toca projeto de ampliação da linha de automóveis e de trazer a Mercedes à liderança das marcas alemãs Premium. OOOO

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HONDA CIVIC SI É ELEGANTE COMO UM JATINHO, É RÁPIDO COMO UM CARRO DE CORRIDA E CONFORTÁVEL E SEGURO. COMO OS MODELOS DA MARCA É UM CARRO CONFIÁVEL, TESTADO COM CERCA DE 20 MIL KM, O SI NÃO TEM BARULHOS. APESAR DE, PELA SUA PERFORMANCE, EXIGIR UMA SUSPENSÃO MAIS RÍGIDA QUE SUPORTE AS ALTAS VELOCIDADES QUE ATINGE: VAI DE 0 A 100 KM/H EM 7,6 SEGUNDOS E CHEGA AOS 231 KM/H. DURANTE O TESTE, O SI CHAMOU A ATENÇÃO PELA SUA BELEZA POR ONDE PASSOU. CUSTA R$ 129.000,00


Texto e fotos de Arnaldo Moreira


Posso tirar uma foto do carro? É muito lindo! Esta pergunta e esse elogio ouvi-os diversas vezes na última semana, período em que fiquei com o Honda Civic SI, um belo coupê, cor de laranja fire, para avaliá-lo e oferecer a minha opinião aos muitos leitores do Blog. 





O Honda Civic não era um desconhecido para mim. Possui dois, um 2004, adquirido, em 2008, com 40 mil km, que usei, até 2012, quando o troquei pelo New Civic, zero, que vendi, em 2014. Mas, o SI é especial. Pena não ter uma versão com câmbio automático.


Fabricado no Canadá, o Coupê SI, duas portas, é surpreendente, em termos de desempenho - como seria bom que viesse com turbo - que ao atingir as 1.700 rpm, faz o carro disparar para fazer 7,9 segundos de 0 a 100 km/h. Custa R$ 129.000,00.


O motor é o 2.4 Dohc-i Vtec, de 206 cv, com 23,9 kgfc a 4.400 rpm de torque, a 7.100 rpm, com transmissão de seis marchas, manual, curtas e muito bem ajustadas, conjunto que leva o SI, com facilidade, aos 200 km/h, para uma velocidade máxima de 231 km/h.



A nova geração dos Civic teve uma melhoria acentuada na suspensão e no SI, por suas características e status. O aperfeiçoamento da suspensão com a adoção do sistema multilink absorve bem os impactos das irregularidades das estradas e ruas e trouxe mais conforto.



O carro ficou melhor do que o antigo SI que andou pelo Brasil há cinco anos em forma de sedan. Apesar de nascer da mesma plataforma, o SI, como coupê, ganhou no tamanho do porta-malas e na beleza, mas perdeu espaço na traseira para passageiros mais altos.

Esta nova edição não trouxe dois itens de conforto e segurança existentes na versão sedan: o fechamento automático do vidro do carona com o segundo toque no botão e dos vidros ao trancar o carro pelo controle remoto.


Rodas de liga leve de 18", com pneus 225/40, direção com assistência elétrica EPS (Electric Power Steering), um cockpit confortável, instrumentos bem posicionados e de fácil leitura, o aerofólio traseiro, controle de estabilidade, dão a sensação de estar num carro de corrida.


O SI da Honda apresenta uma série de equipamentos de entretenimento e conectividade e de controle e informação de desempenho do motor, num cockpit marcado pela esportividade. Bancos ergométricos e confortáveis na frente compõem um ambiente agradável.


O painel - marcado pelo excesso de plásticos duros -,encimado pelo mostrador digital de velocidade tem integrado o display de LCD i-MID com a nova função Power Monitor, indicadora por meio de um gráfico de barras da evolução da potência do motor,


O volante de boa pegada tem controles do computador de bordo, do cruise control - piloto automático - do telefone, bluetooph e cd, mas o som mais melodioso é o ouvido quando o acelerador é pisado com vontade e se torna aquela melodia das pistas.


No painel central, o Display Audio, numa tela de 7” sensível ao toque que reproduz imagens da câmera de ré com três níveis (visão normal, com campo ampliado e de cima para baixo), além de informações do CD/MP3 player, Bluetooth, entradas USB e HDMI para iPod/iPhone.

É justo ressaltar a qualidade do som, um conjunto de áudio de alta definição com quatro alto-falantes, dois tweeters e um subwoofer. Mas, o mesmo não diria do ar-condicionado, automático, que pelo preço do SI, merecia ser dual zone. 




O Civic Si 2015 traz teto solar elétrico, faróis de neblina, seis airbags, controle de estabilidade, encosto de cabeça nos cinco lugares que contam com cintos de três pontos. Mede 4,5 m de comprimento, 1,7 m de largura, 1,4 m de altura e 2,6 m de entre-eixos e pesa 1.359 kg.


Na traseira, a saída de escape cromada e o difusor de ar no para-choques, o aerofólio sobre a tampa do porta-malas, o desenho do teto mais inclinado emendando no vidro traseiro garante a beleza que tanto chama a atenção do SI pelas ruas.


A frente, mostra um carro agressivo e valente que nas arrancadas num sinal os que estavam a seu lado se transformam em pontos no retrovisor e na estrada garante seguras ultrapassagens. Uma luz vermelha se acende no painel mostra a melhor rotação.


Com todo esse desempenho, o motor garante baixo consumo e baixas emissões de poluentes. É reconfortante ver esse poderoso 2.4 de 206 cv, fazer 12,1 km/l, marcados no consumo instantâneo. A Honda anuncia consumos de 10 km/l na cidade e 14 km/l, na estrada.


Resta-me sugerir que passe numa concessionária Honda e faça um test-drive para sentir esse Civic coupê que satisfaz, sem dúvida, quem gosta de pilotar um carro sentindo-o na mão e pulsar um motor que fará, aposto, acelerar seu coração.



terça-feira, 1 de março de 2016

JEEP© EXIBE EDIÇÃO ESPECIAL RENEGADE DAWN OF JUSTICE, NO SALÃO DE GENEBRA, DE 3 A 13 DE MARÇO. O MOTOR É O 1.6 MULTIJETII DIESEL DE 120 CV COM CÂMBIO AUTOMÁTICO DE SEIS VELOCIDADES


Genebra - A edição especial Jeep Renegade Dawn of Justice é a principal atração da marca no 86º Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça. 



O evento abre as portas ao público entre os dias 3 e 13 de março. A série especial homenageia a estreia, este mês, do SUV compacto no filme Batman vs Superman: Dawn of Justice.

Com base na versão Longitude, a edição especial apresenta visual ainda mais arrojado, com uma chamativa pintura Granite Crystal, de tom chumbo escuro. 


Detalhes em preto polido dão um toque de esportividade nas rodas de liga leve (de 18 polegadas), no contorno da luz de neblina, no conjunto de luzes traseiras, na grade e no emblema da Jeep. 

Sob o capô, o motor é um 1.6 MultiJet II diesel, de 120 cv de potência, acoplado a uma transmissão automática de seis marchas.


A edição especial Jeep Renegade Dawn of Justice, fruto de uma parceria da FCA – Fiat Chrysler Automobiles com a Warner Bros. Studios, estará disponível nas lojas europeias a partir deste mês.


COM O OBJETIVO DE APROXIMAR O PÚBLICO JOVEM DO CHEVROLET ONIX, A GM PATROCINARÁ O FESTIVAL LOLLAPALOOZA BRASIL 2016 QUE ACONTECERÁ NOS DIAS 12 E 13 DE MARÇO NO AUTÓDROMO DE INTERLAGOS, ONDE A MONTADORA ESTÁ MONTANDO UMA RODA GIGANTE DE 20 M DE ALTURA, ENTRE OUTRAS ATRAÇÕES E NO TOTEM DO ONSTAR, PODEM SER AGENDADAS TATUAGENS


São Caetano do Sul - Patrocinadora master do festival Lollapalooza Brasil 2016, que acontece, nos dias 12 e 13 de março, no autódromo de Interlagos, a Chevrolet escala para o line-up do festival, o Onix, ídolo que arrastou multidões de fãs e foi o carro mais vendido do Brasil em 2015.


Patrocinando pela 3ª vez um dos maiores festivais internacionais de música, a Chevrolet instalou uma roda-gigante com 20 metros de altura, além de diversas atrações espalhadas pelos mais de 200 metros quadrados de seu espaço.

Ainda no estande da marca, os visitantes poderão vivenciar uma experiência de realidade virtual com os óculos Rift passeando pelo mundo do Chevrolet Onix. O carro ainda dá nome a um dos palcos do Lollapalooza Brasil.

Para quem quiser curtir o evento com visual diferente, o estande contará ainda com uma experiência musical onde o fã escolhe um estilo musical do festival (rock, rap ou eletrônico), se caracteriza com adereços que remetam o estilo escolhido e, dentro de um Chevrolet Onix grava seu show particular para ser exibido nas suas redes sociais e dentro do Espaço Chevrolet Onix.

"O Lollapalooza Brasil faz parte da estratégia da marca de aproximar ainda mais o Chevrolet Onix do seu público jovem. Nos dois dias de festival, passam por lá mais de 130 mil fãs de música que já se identificam com o carro por sua conectividade, versatilidade e design. É uma excelente oportunidade para mostrarmos as inovações da marca de forma criativa e sintonizada com aquilo que os jovens esperam de um carro como o Onix", destaca Samuel Russell, diretor de Marketing da Chevrolet.

A Chevrolet traz ainda um dos melhores estúdios de tatuagem do Brasil, o Soul Tattoo Art & Café, para dentro do Lolla Lounge. 

A marcação para os fãs é fácil, por meio de um totem do OnStar posicionado na entrada do Lolla Lounge (local de acesso exclusivo aos que compraram ingresso especial).

O festival de música internacional Lollapalooza que acontece nos Estados Unidos, Chile, Argentina e no Brasil, surgiu em 1991 com o vocalista da banda Jane’s Addiction, Perry Farrell e tem um conteúdo destinado a um público jovem e antenado.

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