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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Depois de entregar aos jornalistas carros com mais de 80 mil km rodados para avaliação, inclusive realizada pelo Blog - dia 15/10/16, link no final da matéria -, a JAC Motors lança programa de revisões gratuitas de 50 mil e 100 mil quilômetros. A promoção é válida para todos os modelos vendidos desde 2011. A ação é simples: o consumidor que seguir corretamente o plano de manutenção programada, realizando as revisões de 3.000 km, 10.000 km, 20.000 km, 30.000 km e 40.000 km de seu carro, ganhará a de 50.000 km sem qualquer ônus, que vale para as de 100 mil, 150 mil e 200 mil km


Prestes a completar seis anos no mercado brasileiro, no próximo mês de março de 2017, a JAC Motors reafirma o compromisso de longo prazo com seus clientes e promove uma ação inédita – e arrojada – no segmento de pós venda: revisões gratuitas em quilometragens múltiplas de 50.000 km. 


Além da própria manutenção aos 50.000 km, as revisões de 100.000 km, 150.000 km, 200.000 km e, assim, consecutivamente, não terão nenhum custo, nem mesmo a mão de obra.

Com uma alta fidelização no comparecimento às revisões, fruto, principalmente, da garantia de 6 anos, os clientes da marca serão premiados indistintamente com essa gratuidade. 

Ela será válida para toda a linha de carros de passeio (J2, J3, J3 Turin, J5 e J6) e SUV´s (T5 e T6) vendidos no Brasil, desde que o modelo tenha feito, naturalmente, as revisões anteriores.



Essa nova política de revisões sem nenhum custo começa a valer a partir de 1º de janeiro de 2017. 

Na prática, o cliente precisa ter efetuado todo o programa de manutenção preventiva (3.000 km, 10.000 km, 20.000 km, 30.000 km e 40.000 km) para ter direito a de 50.000 km. 



Depois disso, ele executa a de 60.000 km, 70.000 km, 80.000 km e 90.000 km para ganhar a de 100.000 km – e, assim, consecutivamente. 

Em média, o custo de revisões até 100 mil km vai cair 25% com a nova política de gratuidade. 



No caso do JAC T5 CVT, recém-lançado pela marca e que vem sendo um enorme sucesso de vendas, a economia para o proprietário, ao longo de 100 mil km, será de mais de R$ 1,6 mil do valor anteriormente desembolsado, reduzindo substancialmente o custo por quilômetro rodado.

“Quando estreamos em 2011 com a garantia inédita de seis anos sem limite de quilometragem, que, aliás, continua sendo exclusiva da JAC Motors, a verdadeira intenção era quebrar paradigmas no mercado automotivo. Dar gratuitamente essas revisões ao cliente é apenas mais um passo da JAC Motors em busca da excelência no pós venda”, explica Sérgio Habib, presidente da JAC Motors do Brasil.

No dia 30 de outubro, o Blog publicou a matéria de avaliação de um J3 Turim com mais de 98.000 km, que o leitor pode ler acessando no link:
http://blogdojornalistaarnaldomoreira.blogspot.com.br/2016/10/com-cerca-de-100-mil-quilometros.html


segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Quem comprar um Hyunday HB20 2016/16 Premium, automático, neste final de semana conseguirá um desconto de até R$ 7 mil. O carro pode ser comprado por R$ 57.235,00 até este sábado em qualquer concessionária da marca coreana

São Paulo, 26 de dezembro de 2016 – A rede de Concessionárias CAOA HB realiza, até este fim de semana, uma campanha com condições especiais envolvendo todas suas lojas no território nacional com descontos de até R$ 7.000,00.

O desconto de R$ 7.000,00 é válido para o modelo HB20 1.6, ano/modelo 2016/2016, Premium, automático que tem seu preço sugerido em tabela como R$ 64.235,00 e que até este sábado poderá ser adquirido por R$ 57.235,00.


A Hyundai CAOA possui ainda várias opções de catálogos para pronta entrega e em condições especiais como, por exemplo, Taxa Zero. As lojas CAOA contarão com plantão especial de vendas neste sábado, até às 14 horas.

No site www.caoa.com.br é possível verificar a loja mais próxima e outras ofertas imperdíveis. Promoção válida até 31 de dezembro de 2016 ou enquanto durarem os estoques.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Carros produzidos por peças fabricadas por impressoras 3D serão dentro de alguns anos processos que modificarão os tradicionais meios de criar automóveis-conceito. A VW já usa essa tecnologia super avançada. Conheça melhor essa maravilha da tecnologia

    


Mecânica Online®



Impressoras 3D já são utilizadas na criação de protótipos de carros e otimização da produção

O que era apenas a ideia de uma peça automotiva, um projeto criado por meio de software e visualizado na tela do computador, se torna palpável em poucas horas, ou mesmo minutos por meio da alta tecnologia das impressoras 3D.

Os equipamentos materializam, hoje, os projetos de veículos que estão sendo desenvolvidos pela engenharia para serem lançados no futuro.

Alinhada às mais avançadas tendências mundiais de fabricação, a tecnologia de imprimir em 3D é utilizada pela Volkswagen do Brasil para fazer peças que já estão auxiliando os funcionários no trabalho de produção de automóveis: com a chegada da tecnologia 3D, o processo de fabricação dessas peças teve ganho em produtividade, tempo, qualidade e padronização, otimizando também o uso de material.


Com a missão de “tornar real” os projetos, que ainda só existem no computador, das próximas gerações de veículos da Volkswagen do Brasil, a área de Engenharia de Protótipos tem contado com o auxílio de uma impressora 3D à base de resina líquida e laser.

Essa impressora fabrica algumas peças que vão compor os protótipos, os quais precisam representar fielmente o veículo que será lançado no futuro, inclusive funcionando, pois passarão por testes, entre os quais de durabilidade e segurança (crash).

“O protótipo é o primeiro modelo físico de um projeto de automóvel. Construir o protótipo é fundamental para verificar se o projeto desenvolvido pela engenharia atende às expectativas. Ao criar o protótipo físico, é possível analisar profundamente diversos aspectos, entre os quais o encaixe das peças, a fixação, montagem e possíveis interferências”, afirma o supervisor da Engenharia de Protótipos, Francisvaldo Gomes Aires.

A impressora 3D revolucionou o processo de criação dos protótipos de veículos. Em poucas horas, ou mesmo minutos, o equipamento fabrica (imprime) peças em resina para o carro protótipo que simulam as reais, com os mesmos formatos e medidas, entre as quais faróis, lanternas, telas de som, revestimentos de colunas, saídas de ar do painel de instrumento, calotas, entre outras.


Antes de serem “impressas”, essas peças são projetadas no software Magics, no qual é possível verificar até o peso da peça, dimensão, partes vazadas, entre outras características. 

Em seguida, o projeto é enviado para a impressora 3D, a qual trabalha com uma bandeja que vai “mergulhando” no tanque de resina líquida, descendo um décimo de milímetro por vez.

À medida em que a bandeja desce, o laser ultravioleta é projetado e endurece a resina, criando as peças que vão compor o protótipo.
[box type="success" align="aligncenter" ]• Impressora 3D materializa peças que vão compor veículos protótipos, os quais reproduzem fielmente como serão os modelos Volkswagen do futuro;

• Empresa também fabrica, em impressoras 3D, peças que já auxiliam os funcionários durante o trabalho na produção;

• Com a tecnologia 3D, o processo de criação de peças teve ganhos em produtividade, tempo, qualidade e padronização, otimizando o uso de material.[/box]


“A impressora 3D otimizou a fabricação dos modelos protótipos. Como as peças em resina apresentam os mesmos formatos e medidas da futura peça real, é possível criar um protótipo perfeito, para que seja avaliado o projeto da engenharia, verificando se há necessidade de ajustes, antes de ir para a produção. Com a impressora 3D, conseguimos acelerar e otimizar a fabricação de peças para os protótipos, pois elas são feitas muito mais rapidamente e a um custo muito inferior do que se tivéssemos de fabricar peças idênticas às de um veículo de série, com os mesmos materiais, em quantidade reduzida. Uma peça pequena, que levaria semanas para ficar pronta, fazemos em um dia na impressora 3D”, completa Francisvaldo Gomes Aires. 

As peças em resina são apenas algumas das que compõem o protótipo, o qual terá a carroceria e parte mecânica, por exemplo, feitas com os mesmos materiais de um veículo de série.

A escolha pela impressora 3D também trouxe outras vantagens. O equipamento é capaz de trabalhar 24 horas por dia, além de imprimir várias peças diferentes ao mesmo tempo.

Também há ganho de qualidade e de complexidade nas peças: na impressora 3D é possível fazer detalhes que não seriam possíveis manualmente, como vazados, estilo colmeia e meio círculo. 


Quando a peça sai da máquina, basta lavar com álcool, fazer a pós-cura em luz ultravioleta e fazer o acabamento final.

Na impressora 3D também são criados dispositivos, que são peças para auxiliar os colaboradores na hora de montar o protótipo: ao apoiar esses moldes sobre a carroceria, por exemplo, é possível localizar o ponto exato para instalar um pino, um logo etc. 

O dispositivo também é usado como molde para demarcar a área de corte em peças estampadas, por exemplo, que vão compor a carroceria do protótipo.

Impressora 3D otimiza o processo produtivo atual
A Volkswagen do Brasil também utiliza a tecnologia de impressora 3D para otimizar seu processo produtivo atual. 

Logo que o equipamento chegou ao departamento conhecido como Fábrica Piloto Montagem Final, da unidade Anchieta da Volkswagen do Brasil, localizada em São Bernardo do Campo (SP), muitos funcionários quiseram visitar a área para conferir ao vivo o funcionamento da máquina tão inovadora.

Quem nunca viu a “impressão”, se surpreende: o equipamento (diferente da impressora da Engenharia de Protótipos) é abastecido por fios plásticos, os quais são aquecidos formando uma “massa”, que vai sendo depositada pela impressora, criando a peça fisicamente.

Na Fábrica Piloto Montagem Final, a impressora 3D produz dispositivos plásticos que vão auxiliar os operadores na produção dos veículos que estão em série atualmente.

Também conhecidas como chapelonas, essas peças (antes feitas manualmente) servem como moldes, os quais são apoiados sobre a carroceria para orientar os pontos exatos onde o funcionário deve, por exemplo, colar um logo, fixar o vidro, centralizar o painel de instrumentos, entre outras atividades.

“Com a impressora 3D, o processo de fabricação dos dispositivos que auxiliam os operadores na Montagem Final se tornou altamente inovador e eficiente. A impressora proporciona ganhos em produtividade, tempo de produção dessas peças e padronização, além de evitar o desperdício de material”, afirmou o Plant Manager da fábrica Anchieta, Mário Rodrigues.

Antes da impressão, as peças são criadas no software Catia, no qual o projeto é armazenado e pode receber adaptações ou melhorias contínuas. 

Agora, não é mais preciso ter a carroceria física para servir de modelo para criar os dispositivos: apenas com o projeto do veículo em computador, é possível medir e desenhar virtualmente as peças que serão “impressas” em 3D.

As medidas do carro são usadas como base; a partir daí, o programa dá liberdade para criar os dispositivos com melhor precisão, reduzindo também o tempo de produção das peças, se comparado ao antigo processo manual.

O software também oferece outras facilidades: é possível prever o tempo de impressão; a quantidade de matéria-prima necessária e regular a densidade da peça, para usar mais ou menos plástico. Também é possível reproduzir quantas peças quiser, sendo todas idênticas.

“A chegada da impressora 3D marcou o início de uma nova fase na Volkswagen do Brasil, acompanhando as mais avançadas tendências mundiais em fabricação”, completou Mário Rodrigues.

Se tem um setor da economia que, em 2016, não deixará boas lembranças, a não ser pelos belos lançamentos ocorridos no ano, principalmente no segundo semestre, é o automotivo, afinal, as vendas voltaram aos níveis ruins de 2015 e pioraram 19% nos automóveis e entre 50 e 70% nos veículos de trabalho. As exportações foram o único alívio, mandando para fora 500 mil veículos. Esperanças em 2017 são poucas, mas pode haver um crescimento mínimo de 10%. Dos males, o menor.


Coluna n º 5216 - 24 de Dezembro de 2016
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2016. Sem saudades, porém educativo

Quais tenham sido suas experiências no cruzar dos dias de 2016, boas, sofríveis, más, com ganhos, a sensação de tempo apenas passado, ou perdas aferíveis, a todos nós terá ficado a certeza de termos vivido período único. 

O processo politico/econômico recheado pelo impedimento da ex-presidente; sua pífia lembrança; o fim do ciclo polularesco, trocando a esperança pela estrutura de assalto ao País, a surpresa do deficit público; os processos de punição transformando-se na questão do dia pela variedade e agentes; as condenações e prisões; a teatralidade exibida por réus ou por condutores do processo; o patinar pela busca de terreno firme para a retomada do desenvolvimento; a desarmonia dos poderes, tudo ficará marcado em nossas experiências.

Tomara a massa dos pagantes de Imposto de Renda, os leitores de jornais, formem consciência de mudanças, passando tratar política e seus agentes como coisas de seu universo, com preocupação de participar, desde o saber passado dos candidatos, ligações, interesses, até ficha penal e folha corrida. 

E pós-voto assumir postura de cobrança de ética no comportamento, a começar por rever e dar ao país estrutura proporcional para impedir o mal feito. 

E isto só ocorrerá se o mecanismo de educação da sociedade, a punição aos desvios de comportamento, tiver estrutura para funcionar e atender ao universo da população. 

Polícia e Judiciário precisam ter volume proporcional às demandas. Policia que não apura e Justiça que não julga, não geram estabilidade social.

Sem mudar a base apenas estaremos pagando cada vez mais para recompor as contas dos cíclicos métodos de assalto ao país – que vão do descontrole dos super salários, ao varejo dos gastos desmesurados dos Legislativos e do Judiciário, à indicação do assessor sem qualificação, das compras públicas superfaturadas e sem qualidade, tantas mazelas.

O País não pode continuar esquecendo o escândalo de ontem pela novidade do escândalo de hoje. 

Esta farra que vai do pequeno município aos palácios brasilienses, tem que acabar - ou nosso futuro sempre será o de país do inatingível futuro. 

Exemplo pode se iniciar com a revogação das inexplicáveis vantagens concedidas à ex-presidente varrida do poder. 

Meu imposto seria mais útil com escolas, hospital e polícia que pagando as contas da defenestrada dona Dilma. RN

Sobre rodas, como foi 2016
Teve de tudo, mas com certeza a maior referência setorial terá sido o insólito: executivos da indústria automobilística processados, presos e condenados pela busca de vantagens oficiais por caminhos espúrios. 


Fora do registro a merecer estudo de risco para explicar tal noção de superioridade à lei, no geral e numericamente o ano não foi bom. 

Ao contrário, ante previsão de estabilização aos maus níveis de 2015, o País piorou 19% em consumo de veículos. 

Mau indicador, veículos de trabalho como caminhões e ônibus tiveram queda de 50 e 70%, mesmos índices de ociosidade industrial. 

Setor de auto peças com resultado semelhante, e a rede revendedora se desmilinguiu – investiu para vender 5M de veículos e o volume caiu abaixo da metade, inviabilizando operações. 

Expansão apenas nas placas de Vende-se, Aluga-se, Passa-se o ponto, e distribuição de currículos…

Indústria manobrou rápido e desvalorização da moeda fez crescer exportações, mandando 500.000 veículos portos afora.

Negócio

Investimentos mantiveram-se aplicados e novos foram anunciados, ante a certeza de bons dias e da estratégia de ter produtos novos para surfar quando a onda aparecer. 


Fábricas com olhos puxados, sempre imunes a crises, proceder diferente: chinesa JAC não levantou paredes para fábrica, em meio a intensas mudanças, de sociedade a projeto. 

Deixa a dúvida se terá operação industrial, ou limitar-se-á às importações. Chery, primeira a se instalar, tem operação mercurial, traçada pelo humor do sindicato de metalúrgicos de Jacareí, SP. 

No tema dificuldades de relacionamento com representação sindical, a HPE, ex-Mitsubishi, enfrentou greve. 

Sindicato ainda não entendeu ser para valer o aviso dado ao estado de Goiás no princípio do ano: empresa ameaçou mudar-se e governo tremeu. 

Fábrica é o esteio do pequeno município de Catalão, e a responsabilidade pelo desemprego de 4.500 pessoas periclitará para o lado dos líderes sindicalistas.

Em situação assemelhada porém de origem diferente, o Grupo Volkswagen enfrentou mundialmente problemas com fornecedor de bancos. 


De pensamento soviético o fabricante de tal componente resumiu e sustou o fornecimento, forçando parar a produção.

Fornecedor tem filiais no Brasil, problema se repetiu, e Volkswagen daqui patrocinou surgimento de novos fornecedores para reatar a produção após de enormes prejuízos pela fabricação suprimida.

Crença
Honda mantém instalações 0 Km fechadas, em Itarapina, SP, à espera do aumento de demanda no mercado, e Toyota investe para aumentar capacidade de fazer motores na também paulista Porto Feliz. 


Hyundai surpreendeu apresentando o SAV Creta; Mercedes-Benz e Jaguar Land Rover inauguraram fábricas para cumprir os acordos com o programa Inovar-Auto. 

Regra oficial foi responsável por investimentos para tornar motores antigos mais econômicos, lançar nova geração marcada por engenhos 1.0 e três cilindros, e o uso do turbo como novo caminho para motores mais leves e menores. 

Balanço do programa ao final de 2017 dirá se o caminho furcado entre investimento e punição aos importados mais baratos, valeu a pena ou apenas favoreceu algumas marcas. 

Assuntos liderados pelo então ministro e hoje indiciado governador mineiro Fernando Pimentel exigem cautelas e cuidados. Dentre montadoras CAOA está envolvida em processo com o citado.


Mercedes feita em Iracemápolis, SP


Varejo
No varejo, País experimentou mais de 100 lançamentos de produtos e versões, incluindo produtos importados, com utilitários esportivos definindo a pauta de investimentos. 


Tal morfologia é a queridinha do mercado, e novidades não faltam: Renault capitaneia o negócio com lançamento de três SAV neste ano. 

Do pequeno Kwid, ao médio Captur – apresentação 17 de janeiro -, e o importado Koleos como mais luxuoso da linha.

Como definição para os próximos anos, carro híbrido, endotérmico/elétrico mostra o futuro próximo, e BMW, Ford e Toyota buscam ampliar presença de seus modelos no mercado. 


Primeira leva de Prius surpreendeu e a marca aumentou volume de importação com novo modelo.


Novo híbrido Toyota Prius.


Grande festa setorial, Salão Internacional do Automóvel deixou as desrespeitosas instalações do Anhembi e ocupou área particular. 

Foi para o São Paulo Expo - Rodovia dos Imigrantes. Disposição mais racional e o conforto do ar condicionado, do restaurante respeitável, das vagas cobertas para estacionamento.

Política da gasolina tornou-se mais clara, como exibida ficou posição dos operadores de postos sem repassar redução de preço no combustível.


Em torno

Na atividade de Imprensa especializada, surgimento de sem números de blogs e portais, muitos sem vocação ou conhecimento, entretanto, festejados por fabricantes, montadoras e importadores. Incentivam grandemente a superficialidade, desconsideram o conteúdo. 


Lado oposto, foi-se antes do combinado o culto, bem humorado e polêmico JR Mahar. Liderança sensível, seu blog permanece.

No cenário dos veículos antigos, preços subiram, negócios caíram. No panorama, hobby antigomobilístico em expansão, surgimento de clubes, realização de eventos, mas o negócio continua sem a filosofia básica da originalidade, contrariando o restante do mundo, onde ser original é a base definidora de qualidade e valor. 


Praticamos o Antigomobilismo do B. Coerente, Federação Brasileira de Veículos Antigos exibe o retrato dos colecionadores brasileiros: diretoria foi reeleita sem cumprir projeto de gestão.

Automóvel como tema cultural, mau ano. O acervo do antigo Museu Paulista de Antiguidades Mecânicas transferido ao município de Caçapava, SP, teve cuidados desacelerados. 

Não foi prioridade da Prefeitura. Espera-se, novo Alcaide tenha cabeça mais aberta. Ao final do ano, duas notícias em direções opostas. 

Patrícia Matarazzo, gestora do Museu Eduardo Matarazzo, em Bebedouro, reabriu após obras e notificou prefeito e Câmara de Vereadores: ou a Prefeitura cumpre o prometido, assumindo manutenção do prédio oficial, ou o acervo será transferido para fazenda da família, e o Museu, fechado após 49 anos. 

Sem museu de automóveis, em Caçapava e Bebedouro, cidades se restringem aos seus limites geográficos. 

Museu as coloca no mundo. Processo eletivo necessita ser mudado. Prefeitos devem ter curso de gestão governamental para entender-se com as exigências da administração municipal, onde Cultura, bem preservada na Constituição, deve ser respeitada.

Lado oposto, em Brasília, fim do ano para salvar o Museu Nacional do Automóvel, surgiram três propostas oficiais para viabilizar o único espaço museal no mundo dedicado à história da indústria automobilística de um país.



Museu Nacional do Automóvel em Brasília. Esperanças no fim do ano.


Exceção em más notícias, o filme Nutz, por Dino Dragone, a respeito do colecionismo.


Esperança

2017 será melhor. Preveem-se mínimos 10% de crescimento mensurável a partir do segundo trimestre. 

O País tem um Norte e o ministro da Fazenda não é um enganador posando de intelectual.

Compass começou bem
Com auxílio do Compass em soma com os resultados do Renegade, marca Jeep superou registro de vendas de 50 mil unidades, em 2016, assinalando situação difícil de imaginar há pouco tempo: há três meses assumiu a liderança de vendas no segmento dos utilitários esportivos.


Compass vendeu mais de 2.500 unidades em novembro – cinco vezes mais ante concorrente mais próximo - e mostra boa fórmula: liderança tecnológica pelo uso de motores Tigershark 2.0 flex, e a exclusividade da opção Multijet II, 2.0, diesel transmissão automática com nove marchas, permitindo rapidez e economia. 


O DNA Jeep e a predisposição do sistema de tração 4x4 para o uso em terrenos ruins o diferencia. 

Outros itens exclusivos em tecnologia fazem parte do pacote: o ACC, controle adaptativo de velocidade; alerta de colisão; monitoramento de mudança de faixa; assistente para estacionamento, o Park Assist.

Embora para o Compass o mês de novembro tenha tido 25 dias, resultado já o colocou como um dos 20 mais vendidos. 


Volume de vendas quase iguala a soma de todos os concorrentes, e surpreendeu projeções da Jeep para comercialização de 2.000 unidades/mês. 

No varejo de balcão proporções de vendas coincidiram com projeção da marca: 70% com versão Flex, e 30% diesel com tração nas 4 rodas.

Compass e Renegade estão entre os três primeiros SUV mais vendidos do mercado doméstico, mas há reflexos institucionais fora do País. 


Marca Jeep, ausente do Brasil desde 1968, lidera segmento. Renegade e Compass são produtos globais e foram lançados pioneiramente no Brasil. 

No mercado dos EUA, Compass substitui dois produtos: a geração anterior do Compass e o Patriot.



Compass, bem chegado.
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O futuro da mobilidade parece ser a direção autônoma, mas até chegarmos ao ponto em que as pessoas entrarão nos carros e estes as levarão ao destino sem o comando de um motorista. Diversos acidentes graves, inclusive com vítimas, já aconteceram durante os testes realizados pelo mundo, que podiam ter sido evitados se os "motoristas" tivessem intervido. E ainda as novidades do Roda Viva



Alta Roda 

Nº 920 —  24/12/16

Fernando Calmon


FUTURO AUTÔNOMO

O avanço da direção semiautônoma e, em futuro não distante, da condução autônoma completamente conectada a outros veículos e à infraestrutura parece mesmo irreversível. 

Isso, a despeito de incidentes graves de percurso, ambos nos EUA, um fatal ocorrido com um Tesla; outro, mais recente, envolvendo um Volvo XC90 do Uber ao varar um semáforo vermelho (um pedestre aguardava na faixa, sem chegar a atravessar). Em ambos os casos, os motoristas poderiam ter intervido, mas não o fizeram.

Recursos semiautônomos de hoje atuam por apenas 10 segundos. Quem está ao volante precisa tocá-lo ou o sistema se autodesliga. 

“Os carros como os conhecemos agora em breve se tornarão história”, afirmou o presidente do conselho da Robert Bosch S.A., Volkmar Denner, em recente seminário na capital alemã Berlim. 

Estimativas da empresa, a maior do mundo no setor de autopeças e componentes, indicam que entre 2017 e 2022 o mercado mundial de mobilidade conectada crescerá 25% ao ano.

Automóveis serão parte integrante da IoT (sigla em inglês para Internet das Coisas), aptos a se comunicar com outros modais de transporte conectados e até mesmo com a chamada casa inteligente. 

Por ora, as pessoas ainda pensam em seus veículos individuais, mas nos próximos anos o foco mudará em direção ao modo mais conveniente de alcançar o destino. 

Poderão lançar mão do seu carro e em seguida de trem, ônibus, veículo elétrico e até bicicleta. 

Ou mesmo fazer reserva em um hotel e se conectar com um entregador para deixar uma encomenda em sua casa sem ninguém para recebê-la.

Um veículo será o assistente pessoal do motorista, que se tornará apenas passageiro, caso assim o deseje. 

Um simples aplicativo poderá planejar, reservar e pagar um deslocamento de porta a porta. 

O potencial de economizar tempo ainda nem foi de todo avaliado. Contudo, as grandes de empresas telecomunicações e, em especial, as gigantes de tecnologia da conectividade como Google e Apple não terão a vida fácil esperada. 

Essa coluna já opinou antes sobre as imensas dificuldades que as empresas do Vale do Silício californiano teriam em se aventurar na produção de veículos próprios. 

Apple foi a primeira a desistir, mesmo sem nunca confirmar de forma oficial suas intenções.

Google estuda carros autônomos desde 2009. Chegou a construir um pequeno modelo, até sem volante e pedais. 

No começo deste ano houve conversas com a Ford, sem prosperar. Agora acaba de anunciar que desistiu de qualquer aspiração sobre veículo próprio. 

Preferiu acertar colaboração com a FCA, a menos capitalizada das chamadas Três Grandes de Detroit, que por isso se atrasou quanto à conectividade e ao desenvolvimento de tração elétrica ou mesmo de híbridos.

A indústria automobilística sabe de suas limitações sobre crescimento futuro e dos riscos inerentes ao negócio. 

Há enorme exigência de capital para investimento e uma taxa de lucratividade que na média mal chega a 8%. 

Tem de atender a normas cada vez mais rígidas de segurança e de emissões. Até mesmo preparar infraestrutura de carregamento elétrico rápido em rodovias. 

Dinheiro suado, porém empresas de smartfones e aplicativos costumam ganhá-lo sem muito esforço. Quem sabe isso muda um pouco.

RODA VIVA

FIAT confirmou sua estratégia de lançar modelos de maior valor agregado. Haverá dois novos em 2017: hatch para o lugar do Punto e do Bravo (feito em Betim – MG); sedã substituto do Linea e em um segundo momento, do Grand Siena (produzido em Córdoba – Argentina). Empresa busca lucratividade perdida com superposição de modelos de projeto antigo.

CHERY retomará produção em Jacareí (SP), após quase seis meses de paralisação para ajuste de estoques. 

Foco, a partir de agora, será em SUVs e crossovers (Tiggo 2, 7 e 9) e em menor escala sedãs (Arrizo 3 e 5) ao longo de 2017/2018. 

Preocupação da marca chinesa é recompor rede de concessionárias. Chegou a negociar com Grupo Caoa, sem definição.

AUTOMÓVEL feito para o motor e vice-versa. Golf 1.0 TSI traz o melhor propulsor flex da atualidade ao aproveitar o etanol da forma mais eficiente na relação desempenho-consumo. 

No dia-a-dia, destacam-se baixo nível de ruído, “pegada” em baixas rotações e câmbio manual de seis marchas. 

Ótimos bancos dianteiros. Passa também impressão de solidez construtiva.

PROIBIDO comercializar e instalar comando elétrico de vidros um-toque sem proteção contra esmagamento, a partir de 1º de janeiro próximo, por decisão do Contran. 

Outra exigência, dessa vez descabida, é obrigar carros com pneus que podem rodar vazios a portar aqueles tubos de spray emergenciais. Fabricantes de pneus desaconselham o uso, mas Contran insistiu...

RESSALVAS: Renault corrigiu consumo informado do novo motor 1-litro, 3-cilindros. Sandero, cidade (gasolina/etanol), 14,2 km/9,5 km/l; estrada, 14,1/9,6 km/l. 

Câmbio curto quase iguala dados de cidade e estrada, a exemplo de carros híbridos, o que não deixa de ser curioso. No Cruze Sport6, eixo traseiro é 10% mais rígido e não as molas.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

O Ford Shelby FP 350S é o novo Mustang especialmente criado para as pistas e será vendido apenas a pilotos profissionais de corridas. Tem um motor V8 5.2, mas a Ford não revela demais características do novo carro


A Ford Performance apresentou uma nova versão do Mustang nos Esta
dos Unidos, o Shelby FP350S, destinado exclusivamente a pilotos profissionais de corrida. 

O novo carro tem motor V8 5.2 de quatro válvulas por cilindro e faz parte de uma seleta linhagem de modelos de competição da marca, como FR500C, BOSS 302R e 302S e Shelby GT350R-C e GT4, com um amplo retrospecto de vitórias em diferentes categorias.

O Shelby FP350S tem cárter e resfriador de óleo de alta performance e transmissão manual Tremec 3160, com bomba de óleo integrada e relação final de 3,73. 


A suspensão especial conta com calibração elétrica da direção e o sistema de freios é de ultra-alta performance.

Externamente, o puro-sangue tem divisor e asa traseira ajustável de fibra de carbono da Ford Performance, rodas dianteiras de 19x10,5 polegadas e de 19x11 polegadas na traseira – com a opção de rodas forjadas de corrida de 18x11 polegadas. 

Grafismos personalizados Shelby FP350S e escapamento especial de competição completam o pacote do esportivo, que tem chassi integrado na carroceria com solda especial “seam welding”.

A cabine conta com gaiola de proteção de seis pontos e banco de competição, ambos padrão FIA, volante de liberação rápida e sistema MOTEC de aquisição de dados.

“O Shelby FP350S é o mais novo exemplo do nosso objetivo de fornecer equipamentos para aqueles que gostam de competir e vencer”, diz Dave Pericak, diretor Global da Ford Performance.



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