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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Coluna Fernando Calmon anuncia chegada do Territory



Fernando Calmon         

Nº 1.057 — 8/8/19



DOIS ACORDOS À MÃO


Aposta na crescente aceitação dos SUVs levou a Ford a confirmar o lançamento do Territory, no Brasil e na Argentina. Apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro do ano passado, era fácil de prever que este modelo estava nos planos de comercialização. 

Além do mercado receptivo, o Jeep Compass vem alcançando sucesso como veículo mais vendido do segmento e praticamente sem concorrentes entre os utilitários esporte médio-compactos. Passará a ter...

O Territory chegará em 2020, mais provável no terceiro trimestre. Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul, afirmou que, inicialmente, virá importado da China, onde é produzido em parceria com a fabricante local JMC (Jiangling Motors Corporation).

O termo “inicialmente” surgiu no seu discurso e não no comunicado à imprensa. Logo, ficou implícito que será produzido na região e Argentina, a escolhida. Afinal, a linha Focus foi desativada no país vizinho. 

O novo SUV dividirá com a próxima geração da picape Ranger e a nova Amarok as instalações em General Pacheco, Grande Buenos Aires. Na fábrica bem ao lado, a VW produzirá o SUV Tarek (concorrente do modelo da Ford) e a picape Tarok, segundo fontes da Coluna.

A empresa americana está confiante no Territory por suas dimensões: 4,58 m de comprimento, 1,94 m de largura, 1,67 m de altura. Porte do Chevrolet Equinox e do Toyota SW4, mas com preço estimado próximo ao do Compass. 

Espaço interno também impressiona, inclusive para os passageiros do banco traseiro. Oferecerá câmera de visão 360 graus, controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, estacionamento automático, alerta de permanência em faixa e monitoramento de ponto cego, entre outros itens.

Um sistema de modem na central multimídia permitirá, remotamente, travar, destravar, dar partida, localizar, obter informações de telemetria e serviços como seguro mais barato. Até internet a bordo.

A Ford, afirmou Watters, está otimista sobre a recuperação econômica que se desenha no Brasil e também na Argentina. Acredita no acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia para abrir novas perspectivas de integração e custos menores.

Por outro lado, convergências políticas e econômicas devem facilitar iniciativa semelhante com os EUA. Negociação poderá ser célere em relação ao trâmite envolvendo 27 países europeus. 

Fabricantes de veículos têm como norma planejar em médio e longo prazos e nova opção é sempre válida. Nos dois casos, haverá longa transição a fim de preservar ou reciclar empregos na região do Mercosul.

Quanto à Ford, que passará a investir bem mais em SUVs e muito menos em automóveis, estuda importar o Escape (pouco menor que o Territory). 

Duas possibilidades poderão estar à mão: trazê-lo dos EUA ou da Espanha. Dependerá da rapidez das negociações entre blocos econômicos e preço final. Maior beneficiado será o consumidor brasileiro.

ALTA RODA

APESAR de as vendas ao mercado interno (veículos leves e pesados) de janeiro a julho terem subido 12% sobre 2018, Anfavea mantém previsão um pouco menor para o ano de 2019: 11,4%. Estoques recuaram para 39 dias, perto dos 35 normais. Exportações continuam muito fracas pela grande dependência da Argentina. Nível de empregos recuou 2,5%.

SEM considerar veículos comerciais e tratores, há 40 marcas de produção local e importadas hoje no Brasil. Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, afirma que outros setores de grande faturamento (telefonia, bancos e aéreas, para citar alguns) têm no máximo cinco concorrentes. Relembrou que o alto Custo Brasil dificulta bastante as exportações, além de impostos embutidos.

FENABRAVE, associação das concessionárias, está menos otimista que a Anfavea. Observou leve queda no ritmo de vendas diárias em julho, sobre junho deste ano. Este indicador é importante por reduzir influência de sazonalidades. Reduziu sua previsão de crescimento de 2019 sobre 2018 para menos de 10%. A conferir nos próximos meses.

LEXUS UX 250h é aposta para romper a barreira de 1.000 unidades/ano da marca de luxo da Toyota. Na versão de topo F Sport, acabamento e estilo estão entre pontos fortes. Fabricante o classifica como crossover, mas só molduras nos para-lamas e rack no teto não bastam. Conjunto híbrido (dois motores elétricos e o convencional) garante silêncio e ótimas respostas. Fica devendo em espaço no banco traseiro e multimídia com aplicativos de rota.

AGOSTO completa 60 anos da criação do cinto de segurança de três pontos. Concebido pelo engenheiro sueco da Volvo Nils Bohlin, foi considerado pelo Departamento Alemão de Patentes, em 1985, como oitava invenção mais importante do século 20. Estimativas apontam cerca de um milhão de vidas salvas e redução de 45% do risco de morte em acidentes de trânsito.

RESSALVA: na coluna da semana passada, Duster é o modelo que estreou mola a gás para sustentar o capô aberto, em 2011, na linha Renault. Logan, em 2013. No Kwid, não se aplica.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Chevrolet Cruze Premier chega como o primeiro carro com Wi-Fi. Conexão automática de alta velocidade e possibilidade de serviços conectados na tela do veículo mudam completamente a experiência do usuário a bordo. Traz também frenagem automática de emergência com detecção de pedestres


SÃO CAETANO DO SUL (SP) – O Campo de Provas da GM está completando 45 anos de atividades em meio a ampliações para o desenvolvimento de veículos inéditos e tecnologias inovadoras de conectividade, segurança e eficiência energética. Novidades que vão estrear com os próximos lançamentos da Chevrolet no país.


O Cruze Premier é o primeiro carro com Wi-Fi nativo a bordo do mercado. A tecnologia exclusiva da Chevrolet proporciona conexão automática de alta velocidade para até sete dispositivos simultaneamente e a possibilidade de serviços conectados na tela do veículo, entre outras vantagens.


“Estamos acostumados a acessar o Wi-Fi em casa, no trabalho, no restaurante. Por que não no carro? Estudos mostram que o brasileiro é um dos mais conectados do mundo e passa, em média, duas horas e meia por dia no trânsito de grandes centros. O Wi-Fi a bordo muda completamente a experiência do usuário no automóvel”, diz Carlos Zarlenga, presidente da GM América do Sul.

Além de não precisar usar o plano de dados de seu smartphone para acessar a internet, o usuário do Cruze Premier ainda tem à disposição uma intensidade de sinal até 12 vezes maior em deslocamentos.


“Isto acontece pelo fato de a antena do veículo ser dotada de sistema de amplificação. O posicionamento dela sobre o teto também contribui para reduzir a perda de sinal proveniente de áreas de “sombra”, como é chamado fenômenos que atrapalham a conexão - e quanto maior a velocidade de deslocamento, maior é a percepção da estabilidade de sinal que se tem a bordo do Chevrolet com Wi-Fi”, explica Rosana Herbst, diretora de Serviços Conectados da GM.

No caso do Cruze Premier, o sistema de internet Wi-Fi é nativo. Ou seja, faz parte da arquitetura eletrônica do veículo, permitindo assim melhor funcionamento, máximo nível de segurança cibernética e acesso no futuro a serviços conectados na tela do painel, como aplicativos que já existem hoje para smatphones.


Aliás, o multimídia MyLink do Cruze Premier agora é de nova geração. Ganha melhor resolução gráfica para a tela de 8 polegadas, mais velocidade de processamento e novas funcionalidades, entre elas navegação conectada, manual do proprietário digitalizado e ícone para agendamento online de revisão.

O novo MyLink permite ainda o pareamento via bluetooth simultâneo até dois celulares, traz mais uma entrada USB no console dianteiro, carregamento wireless compatível com maior gama de celulares e introduz o sistema para reconhecimento do motorista – o carro identifica qual de suas chaves eletrônicas está no comando e automaticamente ajusta o conteúdo da tela para as preferencias memorizadas de cada usuário (aplicativos, estações de rádio, etc).


Tudo isso mantendo a compatibilidade com os sistemas Android Auto e Apple CarPlay de projeção de smartphones.

Apesar de os serviços poderem ser independentes, o Wi-Fi utiliza-se da estrutura do sistema OnStar, outro item exclusivo do Cruze em seu segmento.

A Claro é a empresa de telecomunicações provedora do sinal para o Wi-Fi dos veículos Chevrolet. A parceria da Claro com a GM começou em 2015 no Brasil quando a Chevrolet lançou a tecnologia de telemática avançada OnStar.


Entre outros benefícios, o OnStar é capaz de identificar que o veículo se envolveu em um acidente e contatar a central 24h para providenciar resgate automático, se necessário. Há também assistência na recuperação veicular em caso de roubo ou furto e apoio em caso de problemas mecânicos cobertos pelo Chevrolet Road Service.

Isso faz da GM a empresa líder em conectividade com a maior frota de carros conectados do mundo - são mais de 11 milhões de veículos em circulação.

O Cruze Premier chega às concessionárias Chevrolet do Brasil a partir de setembro nas opções sedã e Sport6. A nova configuração topo de linha do modelo traz ainda atualizações visuais que o deixaram com muito mais personalidade. O acabamento interno está mais sofisticado, com destaque para os revestimentos premium em preto e castanho.


Botão para desabilitar o sistema Stop/Start (que desliga temporariamente o motor em paradas de semáforos, por exemplo, para economizar combustível), câmera de ré de alta definição e novos equipamentos, como o sistema de frenagem automática de emergência com detecção de pedestres são outras novidades do modelo equipado com motor turbo e transmissão automática de série.

A versão Premier traz também os sistemas que consagraram o Cruze como referência no segmento dos médios em relação a performance, tecnologia, conectividade e segurança, como o alerta de colisão frontal, o alerta de ponto cego e o assistente de premier estreia com mudanças estéticas que ressaltam sua personalidade, em linha com a mais recente linguagem de design global da marca.


As alterações começam pela parte frontal do veículo, que traz novos para-choque, luzes auxiliares e grade. A tradicional gravata Chevrolet ganha destaque por estar agora mais centralizada verticalmente e posicionada sobre uma imponente moldura cromada que divide as duas entradas que de ar. As grades trazem novos elementos estéticos internos, alusivos à tecnologia.


No sedã, a peça imprime um ar mais sóbrio e refinado pelo efeito dos filetes cromados. Já na configuração Sport6, o que mais chama a atenção são os apliques customizados nas extremidades do para-choque que acomodam as luzes auxiliares, conferindo um aspecto mais agressivo.


Na lateral, as rodas aro 17 de linhas exclusivas da versão Premier trazem acabamento diamantado na superfície e pintura escurecida na parte interna. Um friso cromado na base da área envidraçada ressalta a linha de cintura elevada e a silhueta contemporânea do carro.


Na traseira, a novidade fica por conta das lanternas. Elas agora extrapolam o limite da carroceria criando um interessante efeito 3D. As lentes acrílicas e a disposição dos elementos internos também foram retrabalhadas para receber uma nova assinatura luminosa em LED.


Por dentro, o grande diferencial do Cruze Premier está no acabamento mais refinado na combinação de cores preto e castanho. Estes revestimentos premium dos painéis, dos bancos, volante e até do teto são inéditos na gama e foram inspirados em veículos de alto luxo.

Todo este capricho também é visto na execução das costuras pespontadas dos assentos e nos apliques que enobrecem o ambiente. À noite, os LEDs do painel e o novo grafismo do computador de bordo digital no centro do quadro de instrumentos criam uma atmosfera especialmente aconchegante.


Pensadas para combinar com o interior em preto e castanho, duas novas opções de cores para a carroceria estão sendo lançadas com o Cruze Premier: o Marrom Capuccino e Azul Eclipse, este puxado para o escuro.

“O Cruze Premier traz consigo o máximo em sofisticação e tecnologia que esta versão simboliza para a Chevrolet. Além disso, é um produto comercialmente estratégico para a companhia, pois atende um consumidor bastante específico, que não abre mão da performance e do prazer ao dirigir característicos dos carros médios da marca”, explica Rodrigo Fioco, diretor de Marketing de produto da GM.


Outra característica de mercado determinante que guiou o desenvolvimento do Cruze Premier foi o fato de a procura pelas versões mais sofisticadas do modelo terem duplicado nos últimos anos. Saltaram de 25% do mix em 2015 para mais de 55% até o fechamento do primeiro semestre deste ano.


Sistema de estacionamento semiautônomo, acionamento da ignição por controle remoto para prévia climatização da cabine, sistema de som de alta definição e banco do motorista com ajustes elétricos são apenas algumas das conveniências disponíveis para estas configurações.Com todas estas novidades, incluindo o sistema Wi-Fi, o Cruze Premier chega para complementar a gama do modelo no país e inaugura um novo patamar de sofisticação e conectividade no mercado.



quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Modelos históricos personalizados são destaque da caravana dos 60 anos da MINI.



São Paulo, 7 de agosto de 2019 – Um Mini conversível clássico e um MINI Cooper de primeira geração, revelado logo após o relançamento oficial da marca, em 2001, são destaques do International MINI Meeting (IMM), a caravana comemorativa aos 60 anos da marca, que encerra neste próximo fim de semana. 


A caravana partiu de Atenas, na Grécia, no último dia 25 de julho, rumo a Bristol, no Reino Unido, berço do modelo que conquistou um carisma notável mundialmente nas últimas seis décadas. 


E como não poderia deixar de ser, em se tratando da MINI, ambos os modelos receberam customizações especiais, cuidadosamente desenvolvidas e realizadas, neste caso, pelo artista de rua CHEBA, que mora em Bristol. 


O exterior dos veículos foi decorado com uma pintura multicolorida, com tonalidades vivas, desde o para-choque dianteiro até a tampa do porta-malas, e dos aros das rodas até o teto de lona, no caso do Mini conversível, e do teto fixo, no caso do MINI Cooper. 


Os dois modelos sintetizam a história clássica e contemporânea da MINI. Na caravana, eles estão sendo acompanhados por um MINI Cooper SE Countryman ALL4, o primeiro modelo híbrido da marca britânica, e por vários outros veículos de clientes MINI.




Turismo LGBT responde por um significativo crescimento do setor no Brasil e em diversos países. A última parada LGBT em São Paulo gerou mais de R$ 400 milhões para a cidade




À semelhança do que ocorre em diversas capitais do mundo que realizam grandes paradas LGBT, São Paulo recebeu, este ano, mais de 3 milhões de pessoas que participaram da parada na Avenida Paulista na grande festa do Orgulho Gay que proporcionou um movimento de R$ 403 milhões na economia paulistana, dados do Expedia Group que apontou, em junho, um crescimento de 40% nas plataformas do grupos LGBT em relação ao mesmo mês de 2018.

Turistas dos Estados Unidos, Colômbia, Chile, China e Japão foram os que maiores visitantes da capital paulista, o que representou 26% de toda a demanda por viagens a São Paulo no período. e a demanda doméstica cresceu 18%. O resultado foi uma alta de 23% na demanda geral por viagens à cidade no período.

“Movimentando-se na busca pelos seus direitos em eventos como a Parada de São Paulo, o público LGBT representa também uma parcela cada vez mais importante do turismo internacional. Assim, nós do Grupo Expedia recomendamos que o setor trabalhe o potencial deste segmento para atendê-lo com excelência. A Parada LGBT e todas as atividades do Mês do Orgulho Gay mostram que essa é uma tendência que não pode ser ignorada”, diz Freddy Dominguez, VP e gerente de Mercado do Grupo Expedia na América Latina.
De acordo com dados divulgados no fim do ano passado pela consultoria OutNow, o mercado do turismo LGBT movimenta US$ 218,7 bilhões anualmente no mundo todo. O Brasil é o segundo maior mercado nacional para esse público, respondendo por US$ 26,8 bilhões e ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Márcio Ferreira Agostinho e César Augusto Pereira, de São Paulo e Bragança Paulista, SP, venceram a 3ª etapa do Campeonato Sul e Sudeste 2019 da Copa Troller. A próxima etapa será dia 21 de setembro, em Ribeirão Preto




A Copa Troller realizou a terceira etapa do campeonato Sul e Sudeste 2019 no último fim de semana em Pouso Alegre, MG, com recorde de participantes. O rali de regularidade exclusivo para utilitários Troller T4 foi disputado em clima seco e ensolarado, garantindo a diversão nas belas trilhas montanhosas da cidade do sul mineiro Sul Sudeste 2019 da Copa
Terminada a aventura, a animação continuou durante a premiação em que foram homenageados os vencedores, preparando-se para a última etapa no dia 21 de setembro, em Ribeirão Preto, SP, onde será definido o título da temporada.

Na categoria Expedition, para pilotos e navegadores iniciantes em ralis de regularidade, Milton Jorge e Maristela Azem, de São José do Rio Preto, SP, chegaram em primeiro. Nessa modalidade, os pontos são computados apenas por etapa, sem tabela de classificação.
Na categoria Turismo, porta de entrada dos ralis de alta performance, Márcio Ferreira Agostinho e César Augusto Pereira, de São Paulo e Bragança Paulista, SP, foram os vencedores e assumiram a vice-liderança do grupo, reduzindo a distância da ponta.
Na categoria Graduado, que reúne pilotos e navegadores de alta performance, Jeolayne Henrique Pinto e Tiago Vilaça Afonso, de Contagem e Belo Horizonte, MG, foram os campeões e subiram para o quarto lugar na classificação.
Na categoria Master, que reúne os melhores pilotos e navegadores do ranking nacional da CBA, Gustavo Schmidt e Tiago Poisl, de São José, SC, e Porto Alegre, RS, chegaram em primeiro e agora estão no topo da classificação, largando em vantagem para a decisão do campeonato.




Coluna Minas Turismo Gerais. Mais voos em Confins



Coluna 
Minas Turismo Gerais  

Jornalista Sérgio Moreira





Aeroporto Internacional de BH terá mais dez voos. Confira novos destinos





A companhia aérea Azul anunciou dez novos voos partindo do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na região metropolitana. Entre eles, há a abertura de dois destinos: Florianópolis, que começa a operar em outubro, e Maceió, disponível a partir de dezembro.


Azul diz não ter como competir na ponte aérea

A empresa também estuda um voo internacional para a Flórida (EUA) até o fim deste ano. O aeroporto de destino ainda está em estudo, mas a companhia está entre Orlando, onde já conta com um voo direto de BH, e Fort Lauderdale, próximo a Miami.

A BH Airport, concessionária do aeroporto, também conversa com grupos para a criação de novas rotas internacionais. Os grupos, mantidos em sigilo, tem sede em Londres e Madri, mas as rotas podem englobar outras cidades. Atualmente, o terminal conta com quatro destinos internacionais: Orlando, Buenos Aires, Cidade do Panamá e Lisboa.

Além de Florianópolis e Maceió, a Azul aumentou a frequência de rotas já existentes, com destaque para os voos regionais para Montes Claros, que passou a ter mais um horário diariamente desde hoje, Ipatinga e Governador Valadares, que contarão com um horário adicional a partir de setembro e outubro, respectivamente.

Florianópolis passará a contar com um voo diário, cinco vezes por semana, a partir de outubro. Maceió terá um voo por dia, cinco vezes por semana, a partir de dezembro.

Novos destinos
Florianópolis - a partir de outubro
Maceió - a partir de dezembro
Voos adicionais
Salvador – a partir de agosto
Santos Dumont – a partir de agosto
Montes Claros – a partir de agosto
Cabo Frio – a partir de agosto (2 voos)
Ipatinga – a partir de setembro
Governador Valadares – a partir de outubro
Guarulhos – a partir de novembro



“Minas é maior que a França, o que justifica a ampliação dos voos regionais”, ressalta o diretor de alianças da Azul, Marcelo Bento Ribeiro. Segundo ele, a empresa e o governo de Minas estão em negociação sobre a abertura de mais destinos regionais. “Isso depende também da infraestrutura dos aeroportos”, destaca.


A Azul anunciou vai incluir neste mês um voo para os aeroportos de Santos Dumont, no Rio, e Salvador. Em agosto, também começam a ser oferecidos mais dois voos para Cabo Frio. Em Novembro, Guarulhos, em São Paulo, passará a contar com mais um voo partindo de Confins.

Atualmente, a companhia transporta, em 92 voos diários, 7,7 milhões de passageiros por Confins. É a segunda maior base da empresa, atrás apenas de Campinas (SP). São 40 destinos nacionais, dez regionais e dois internacionais. A maior parte dos clientes em Confins (52%) são de conexões, já que o terminal está em posição estratégica geograficamente.

Voos internacionais- A consolidação das rotas nacionais e do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte como um “hub”, ou seja, um centro de conexões de voos no Brasil, alavanca também planos da empresa para a ampliação das rotas internacionais. “Estamos em fase de estudo. Sabemos que há espaço para mais um voo para a Flórida”, afirma Bento.

As duas rotas em análise são Fort Lauderdale ou Orlando, onde já há um voo direto da Azul de BH. A companhia também conta com um voo para Buenos Aires. Para se ter uma ideia, no voo de Buenos Aires, a estimativa é que 35% dos passageiros sejam da capital mineira e os 65% restantes de conexões. 

“Não existe voo internacional sem grande conectividade”, afirma Bento.  O diretor da companhia aérea afirma que a entrada de companhias low cost (de baixo preço) no Brasil é “saudável”. “Mas é muito difícil funcionar como low-cost no Brasil por causa do custo de logística, combustível e da grande judicialização do direito do consumidor”, afirma.

Tiradentes: opção de destino para quem gosta de curtir o frio


Contrariando previsões de alguns meteorologistas, que apostaram em um inverno quente em Minas Gerais devido ao fenômeno El Niño, o frio para os mineiros chegou com temperaturas baixas e ar frio e seco em muitas cidades do Campo das Vertentes. Como de costume, a parte fria do ano coincidiu com o período de férias escolares, época na qual muitas famílias se organizam para desfrutar do turismo de inverno.

Algumas cidades históricas são os destinos certos para quem deseja aproveitar o frio viajando. Entre os meses de abril e setembro, o clima da charmosa cidade de Tiradentes, que fica a 190 quilômetros de Belo Horizonte, é o típico destino para quem deseja se afastar da agitação dos grandes centros urbanos e procurar um local calmo para descansar.

Quem visita a pequena cidade de 7 mil habitantes que faz parte do circuito da Estrada Real tem a oportunidade de ter contato com uma paisagem cercada de muito verde e composta por construções coloniais. O centro histórico de Tiradentes concentra a maior parte dos pontos turísticos da cidades, como igrejas barroca, restaurantes e pousadas, que são sempre disputadas nos feriados prolongados e em épocas mais frias.

Maria Fumaça um charme ligando Tiradentes a São João del Rey

Outra atração da cidade é o mais antigo trem em operação no Brasil: a Maria Fumaça, que liga Tiradentes à cidade de São João del-Rei. O passeio leva o passageiro por 12 quilômetros na Estrada de Ferro Oeste de Minas, passando pela Serra de São José, outro ponto turístico bastante procurado para quem gosta de ecoturismo.
Para os fãs da culinária mineira, a gastronomia é outro atrativo no município. Com uma arquitetura barroca e com um cardápio típico de Minas, os restaurantes de Tiradentes contribuem para dar à cidade um charme a mais e são uma ótima sugestão para quem deseja tomar um bom vinho.  www.tiradentes.mg.gov.br.

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sergio51moreira@bol.com.br

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

O Chevrolet Onix não é apenas o carro mais vendido há mais de 2 anos no País é também o que menos deprecia. O carro seguinte que menos desvaloriza é outro hatch, o VW Gol



Os hatches compactos são destaques no quesito vendas. Em abril deste ano, a categoria foi responsável por 45,5% dos emplacamentos, de acordo com a Fenabrave. A KBB Brasil, referência em precificação de automóveis novos e usados, realizou uma comparação de depreciação entre as versões do Chevrolet Onix e Volkswagen Gol para o consumidor que busca um hatchback compacto novo ou mesmo a venda do usado.
Uma vez que a Volkswagen alterou a estrutura de versões para a linha de ano/modelo 2019 do Gol, as versões 0 km atuais não foram incluídas no estudo, pois ainda não há histórico suficiente para analisarmos a taxa de desvalorização. Portanto, o limite para a participação do Volkswagen Gol neste levantamento foram as versões com anos/modelos 2018.
Diante do estudo, nota-se que as três primeiras posições do ranking, em termo de menor desvalorização, pertencem às versões do Chevrolet Onix. Os hatchbacks manuais LT 1.0 8V Flex Activ 1.4 8V Flex depreciaram em 3,92% e 4,77%, respectivamente. Ainda no TOP 3, o automático Activ 1.4 8V Flex contou com taxa de 5,01% após o primeiro ano de uso.
Em 4º e 5º colocado, encontra-se o Gol Comfortline G6 1.6 8V IMotion Flex. O veículo com transmissão automática perde 5,12% em valor, seguido pela versão mecânica, com 5,52%. Em seguida, o Chevrolet Onix LT 1.4 8V mecânico cai 5,70% de seu valor original. Com índice próximo ao anterior, o Gol G6 Highline 1.6 8V Flex apresenta a porcentagem de 5,84%. O câmbio automatizado possui tendência à maior desvalorização, na maioria das versões, comportamento que pode ser visto na 11º posição com o Highline 1.6 e a taxa de 6,32%.

Gol G6 Trendline 1.6 8V Flex mecânico, em 8º lugar, mostra queda de 6,01%, seguido pela dobradinha do Chevrolet Onix. A versão Joy 1.0 8V Flex manual desvaloriza um pouco mais que o anterior, com 6,07%. Já a LTZ 1.4 8V Flex também manual perde em valor 6,27%.
Os carros da norte-americana se comportam curiosamente em relação a transmissão, assim como o concorrente. Na lista, há casos em que mesmas versões, com câmbios diferentes, desvalorizam. Porém, aquelas que são automáticas contam com maior taxa de desvalorização do que as mecânicas.
O levantamento revela ainda a média ponderada de desvalorização por modelo. Com 5,4% de média, o automóvel mais vendido do Brasil - Chevrolet Onix - é também o campeão da batalha com as menores taxas de desvalorização, enquanto o Volkswagen Gol diferencia-se com média de 7,9%.
Confira abaixo a lista completa com todas as versões do Volkswagen Gol e Chevrolet Onix que menos desvalorizam:
Modelo/Versão
Taxa de desvalorização
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P LT 1.0 8V FLEX Mecânico
-3,92%
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P ACTIV 1.4 8V FLEX Mecânico
-4,77%
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P ACTIV 1.4 8V FLEX Automático
-5,01%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 COMFORTLINE 1.6 8V IMOTION FLEX
-5,12%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 COMFORTLINE 1.6 8V FLEX Mecânico
-5,52%
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P LT 1.4 8V FLEX Mecânico
-5,70%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 HIGHLINE 1.6 8V FLEX Mecânico
-5,84%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 TRENDLINE 1.6 8V FLEX Mecânico
-6,01%
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P JOY 1.0 8V FLEX Mecânico
-6,07%
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P LTZ 1.4 8V FLEX Mecânico
-6,27%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 HIGHLINE 1.6 8V IMOTION FLEX
-6,32%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 CITY 1.0 12V FLEX Mecânico
-6,71%
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P LT 1.4 8V FLEX Automático
-6,80%
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P LTZ 1.4 8V FLEX Automático
-7,17%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 TRACK 1.0 12V FLEX Mecânico
-8,30%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 TRENDLINE 1.0 12V FLEX Mecânico
-9,51%

Quando o assunto é preço de carros, há duas metodologias para calcular a perda de valor: Desvalorização e Depreciação. Desvalorização é a comparação do preço atual de um veículo com os valores aplicados pelo mercado à mesma versão fabricada em anos anteriores. Já a Depreciação usa o valor do veículo 0 Km em um período determinado em relação a seu atual valor residual, sempre considerando o mesmo ano/modelo e sem o mesmo rigor de sua definição contábil, que tem regras muito estritas. Neste estudo, foi aplicado o conceito de desvalorização, levando em consideração a atualização dos dados da KBB em julho de 2019 e o ciclo de vida inteiro do veículo.
A KBB utiliza tecnologias de análise de dados e Big Data para produzir os levantamentos de precificação e desvalorização de veículos novos e usados. Os valores aqui presentes são gerados por meio de um complexo algoritmo, que analisa diversos fatores de comportamento do mercado automotivo brasileiro, além de seguir uma rígida análise de especialistas. A empresa atua com o propósito de conscientizar os consumidores na compra e venda de carros a partir da determinação de preços justos.


Chevrolet Onix é o carro nacional que menos deprecia seguido do VW Gol.


Os hatches compactos são destaques no quesito vendas. Em abril deste ano, a categoria foi responsável por 45,5% dos emplacamentos, de acordo com a Fenabrave. A KBB Brasil, referência em precificação de automóveis novos e usados, realizou uma comparação de depreciação entre as versões do Chevrolet Onix e Volkswagen Gol para o consumidor que busca um hatchback compacto novo ou mesmo a venda do usado.
Uma vez que a Volkswagen alterou a estrutura de versões para a linha de ano/modelo 2019 do Gol, as versões 0 km atuais não foram incluídas no estudo, pois ainda não há histórico suficiente para analisarmos a taxa de desvalorização. Portanto, o limite para a participação do Volkswagen Gol neste levantamento foram as versões com anos/modelos 2018.
Diante do estudo, nota-se que as três primeiras posições do ranking, em termo de menor desvalorização, pertencem às versões do Chevrolet Onix. Os hatchbacks manuais LT 1.0 8V Flex Activ 1.4 8V Flex depreciaram em 3,92% e 4,77%, respectivamente. Ainda no TOP 3, o automático Activ 1.4 8V Flex contou com taxa de 5,01% após o primeiro ano de uso.

Em 4º e 5º colocado, encontra-se o Gol Comfortline G6 1.6 8V IMotion Flex. O veículo com transmissão automática perde 5,12% em valor, seguido pela versão mecânica, com 5,52%. Em seguida, o Chevrolet Onix LT 1.4 8V mecânico cai 5,70% de seu valor original. Com índice próximo ao anterior, o Gol G6 Highline 1.6 8V Flex apresenta a porcentagem de 5,84%. O câmbio automatizado possui tendência à maior desvalorização, na maioria das versões, comportamento que pode ser visto na 11º posição com o Highline 1.6 e a taxa de 6,32%.
Gol G6 Trendline 1.6 8V Flex mecânico, em 8º lugar, mostra queda de 6,01%, seguido pela dobradinha do Chevrolet Onix. A versão Joy 1.0 8V Flex manual desvaloriza um pouco mais que o anterior, com 6,07%. Já a LTZ 1.4 8V Flex também manual perde em valor 6,27%.
Os carros da norte-americana se comportam curiosamente em relação a transmissão, assim como o concorrente. Na lista, há casos em que mesmas versões, com câmbios diferentes, desvalorizam. Porém, aquelas que são automáticas contam com maior taxa de desvalorização do que as mecânicas.
O levantamento revela ainda a média ponderada de desvalorização por modelo. Com 5,4% de média, o automóvel mais vendido do Brasil - Chevrolet Onix - é também o campeão da batalha com as menores taxas de desvalorização, enquanto o Volkswagen Gol diferencia-se com média de 7,9%.
Confira abaixo a lista completa com todas as versões do Volkswagen Gol e Chevrolet Onix que menos desvalorizam:
Modelo/Versão
Taxa de desvalorização
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P LT 1.0 8V FLEX Mecânico
-3,92%
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P ACTIV 1.4 8V FLEX Mecânico
-4,77%
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P ACTIV 1.4 8V FLEX Automático
-5,01%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 COMFORTLINE 1.6 8V IMOTION FLEX
-5,12%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 COMFORTLINE 1.6 8V FLEX Mecânico
-5,52%
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P LT 1.4 8V FLEX Mecânico
-5,70%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 HIGHLINE 1.6 8V FLEX Mecânico
-5,84%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 TRENDLINE 1.6 8V FLEX Mecânico
-6,01%
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P JOY 1.0 8V FLEX Mecânico
-6,07%
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P LTZ 1.4 8V FLEX Mecânico
-6,27%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 HIGHLINE 1.6 8V IMOTION FLEX
-6,32%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 CITY 1.0 12V FLEX Mecânico
-6,71%
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P LT 1.4 8V FLEX Automático
-6,80%
CHEVROLET ONIX Hatchback 4P LTZ 1.4 8V FLEX Automático
-7,17%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 TRACK 1.0 12V FLEX Mecânico
-8,30%
VOLKSWAGEN GOL Hatchback 4P G6 TRENDLINE 1.0 12V FLEX Mecânico
-9,51%

Quando o assunto é preço de carros, há duas metodologias para calcular a perda de valor: Desvalorização e Depreciação. Desvalorização é a comparação do preço atual de um veículo com os valores aplicados pelo mercado à mesma versão fabricada em anos anteriores. Já a Depreciação usa o valor do veículo 0 Km em um período determinado em relação a seu atual valor residual, sempre considerando o mesmo ano/modelo e sem o mesmo rigor de sua definição contábil, que tem regras muito estritas. Neste estudo, foi aplicado o conceito de desvalorização, levando em consideração a atualização dos dados da KBB em julho de 2019 e o ciclo de vida inteiro do veículo.
A KBB utiliza tecnologias de análise de dados e Big Data para produzir os levantamentos de precificação e desvalorização de veículos novos e usados. Os valores aqui presentes são gerados por meio de um complexo algoritmo, que analisa diversos fatores de comportamento do mercado automotivo brasileiro, além de seguir uma rígida análise de especialistas. A empresa atua com o propósito de conscientizar os consumidores na compra e venda de carros a partir da determinação de preços justos.

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