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quinta-feira, 7 de outubro de 2021

Após subir ao pódio nas 24 Horas de Le Mans em seu retorno à categoria máxima do esporte, a Alpine continua sua ascensão competindo na classe Hypercar, a partir de 2024




A escuderia Alpine optou pelo regulamento LMDh, contando com o know-how da Signatech e as sinergias com a Alpine F1 Team para se destacar no mais alto nível de Endurance. A Alpine se mantém fiel às competições de Endurance, onde a marca escreveu algumas das mais belas páginas de sua história nas competições, como a vitória na edição de 1978 das 24 Horas de Le Mans e o bicampeonato mundial na categoria LMP2 (2016, 2019).


Após subir ao pódio nas 24 Horas de Le Mans em seu retorno à categoria máxima do esporte, a Alpine continua sua ascensão competindo na classe Hypercar, a partir de 2024.
A escuderia Alpine optou pelo regulamento LMDh, contando com o know-how da Signatech e as sinergias com a Alpine F1 Team para se destacar no mais alto nível de Endurance.
A Alpine se mantém fiel às competições de Endurance, onde a marca escreveu algumas das mais belas páginas de sua história nas competições, como a vitória na edição de 1978 das 24 Horas de Le Mans e o bicampeonato mundial na categoria LMP2 (2016, 2019).



Quarenta e três anos após a vitória histórica e algumas semanas depois de ter subido ao pódio nas 24 Horas de Le Mans, a Alpine confirma a continuidade de seu programa de Endurance. A marca vai disputar a categoria máxima a partir de 2024, na classe LMDh.

As vitórias têm se acumulado desde o retorno da Alpine às corridas de endurance por meio de sua parceria com a Signatech. Na European Le Mans Series (ELMS), a marca conquistou os títulos de pilotos e equipes, em 2013 e 2014. Ao subir para o Campeonato Mundial FIA WEC, a Alpine conquistou dois títulos mundiais (2016 e 2019) e três vitórias nas 24 Horas de Le Mans, na disputadíssima categoria LMP2 (2016, 2018 e 2019), além de um pódio neste ano na categoria Hypercar em Le Mans.

Mais do que nunca, a Alpine deseja acumular ainda mais títulos. A partir de 2024, a Alpine vai disputar a classe LMDh, uma das regulamentações da categoria Hypercar. A Alpine vai competir com dois carros concebidos com base em um chassi Oreca, com destaque para o motor Alpine desenvolvido na fábrica de Viry-Châtillon, que se beneficiará de toda a expertise da marca na Fórmula 1.

A complementariedade entre as corridas de endurance e a Fórmula 1 é um grande diferencial do novo programa de endurance da Alpine. Além do motor, a carroceria vai se beneficiar do know-how da fábrica de Enstone em aerodinâmica, que tem um importante papel nos esportes a motor. O conjunto motor, chassi e carroceria vai tirar proveito da expertise técnica da Signatech e da Alpine F1 Team para atingir um nível de performance que permita brigar pelos lugares mais altos.

Laurent Rossi: “O programa de Endurance da Alpine destaca o compromisso e a ambição da marca no automobilismo esportivo. Ao disputar tanto na Fórmula 1 como em Endurance, a Alpine será uma das raras marcas a estar presente nas duas categorias máximas dos esportes a motor. Vamos aproveitar o melhor da Fórmula 1 e da Endurance por meio de sinergias técnicas e tecnológicas, para assumir uma posição de vantagem sobre adversários de renome.”

Para a Alpine, competir na classe LMDh se insere em uma estratégia ao mesmo tempo esportiva e econômica. Graças ao novo regulamento definido pelo Automobile Club de l’Ouest, a Alpine poderá competir em pé de igualdade com seus adversários pela vitória final. Já o modelo econômico da classe LMDh é virtuoso, pois facilita a venda de carros para escuderias clientes. Este modelo permite que a Alpine firme um compromisso na categoria Endurance por quatro anos.

Philippe Sinault: “A Signatech tem um grande orgulho de ter sido escolhida pela Alpine para sua chegada à classe LMDh. Isso representa a conclusão de um projeto comum, iniciado há oito anos. Mais do que nunca, temos grandes ambições e é muito bacana ver nossa parceria evoluir para uma nova dimensão. Depois de uma carreira de 32 anos no automobilismo esportivo, estou ansioso para desafiar os construtores de maior prestígio no mundo junto com a Alpine, uma marca que transmite paixão e tem a vitória como razão de ser.”

Aguardada pelos fãs de todo o mundo, a participação nesta categoria de ponta em endurance se insere no DNA da marca. A Alpine participou 11 vezes das 24 Horas de Le Mans, entre 1963 e 1978. O “A em formato de flecha” foi considerado um outsider na categoria, passando a fazer parte de todas as listas de premiações, desde o Índice Energético em 1964, 1966 e 1968, até o Índice de Performance, em 1968 e 1969. Juntam-se a eles 10 vitórias de classe, principalmente a conquista da Classificação Geral Absoluta em 1978 com o Alpine A442B, pilotado por Jean-Pierre Jaussaud e Didier Pironi.

Em parceria com a Signatech, a Alpine conduziu uma reflexão sobre a continuidade de seu programa Endurance até 2024. A marca deseja manter sua participação no Campeonato Mundial de Endurance WEC da FIA, para melhor preparar sua chegada à classe LMDh, em 2024.



quarta-feira, 6 de outubro de 2021

VW T-Cross atinge marca de 200 mil unidades produzidas no Paraná. Modelo ganhará mais espaço na produção da planta de São José dos Pinhais-PR com o fim da fabricação do Fox, após 18 anos

Crédito da imagem: Divulgação VW | Igor Kosiski

São José dos Pinhais, 6 de outubro de 2021 - SUV que conquistou os brasileiros por oferecer excelente espaço interno, elevado nível de segurança, tecnologia e conectividade, além de uma performance acima da média em comparação aos seus concorrentes diretos, o T Cross alcança, em outubro, o marco de 200 mil unidades produzidas no País.

E exatamente por conta deste enorme sucesso de crítica e vendas do primeiro utilitário esportivo fabricado pela Volkswagen na América Latina, o Fox deixa de ser produzido para dar mais espaço ao SUVW na linha de produção da moderna planta de São José dos Pinhais (PR). A última unidade do Fox que saiu da linha de montagem - versão Xtreme na bela cor Vermelho Tornado - passará a fazer parte do acervo da Volkswagen do Brasil e será uma das atrações da Garagem VW, localizada na fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP).

"Desde o seu lançamento, em 2003, o Fox foi produzido exclusivamente na fábrica do Paraná e ao longo destes 18 anos se consolidou como um modelo muito querido pelos colaboradores e desejado pelos clientes. O T-Cross segue o mesmo caminho e é motivo de orgulho ver um produto da nossa planta se tornar um sucesso de vendas no Brasil e no exterior", disse Leandro Lemos de Oliveira, plant manager da Volkswagen em São José dos Pinhais.

Em setembro, o T-Cross 2022 chegou às concessionárias do País com uma série de novidades importantes, como carregamento de smartphone por indução (wireless charger) e painel de instrumentos 100% digital com tela de 8 polegadas para a versão 200 TSI. Agora comercializado somente com transmissão automática de seis marchas, o SUV traz também o novo logo da marca na grade frontal e passa a ter a opção de ser oferecido na bela cor Vermelho Sunset, que estreou no Nivus.

Fox: uma história de sucesso em design e tecnologia
Lançado em 2003, o Fox é mais um caso de sucesso da Volkswagen. Projetado no Brasil, o hatch teve mais de 1,8 milhão de unidades produzidas na planta de São José dos Pinhais (PR), sendo que aproximadamente 1,3 milhão foram vendidas no mercado interno e cerca de 500 mil unidades exportadas para diversos países em todo o mundo.

Pensado de ‘dentro para fora’, o Fox foi projetado a partir do conceito Designed Around the Passenger (desenhado em torno do passageiro). Além da versão aventureira, o hatch, que se caracteriza por entregar uma posição mais elevada ao volante e ser muito prático na cidade, deu origem também aos modelos SpaceFox e SpaceCross. Ele também foi o primeiro modelo da marca a utiliza o motor de três cilindros 1.0 12V Total Flex e a adotar o câmbio manual de seis marchas, por exemplo, reforçando seu DNA pioneiro no segmento.

Ele também foi um dos primeiros modelos da marca produzidos no País a receber os controles de tração e estabilidade, e estreou a transmissão manual de seis velocidade. O pioneirismo sempre esteve no DNA do Fox.

A Renault está revelando uma edição limitada do supercarro urbano, o Twingo Urban Night. Com visual radical, a nova versão está disponível no Twingo E-TECH Electric e nos modelos com motorização térmica que são vendidos na Europa.




Baseada na versão de acabamento INTENS, a série limitada Twingo Urban Night está disponível em quatro cores: branco Cristal, branco Quartzo, cinza Lua e preto Diamante. 




A divisão de Design da Renault criou duas versões de adesivagens exclusivas para esta edição limitada: uma “versão light”, disponível de série na coluna traseira, e um “pack premium”, cobrindo o teto e as portas traseiras. Nas duas versões, a adesivagem está disponível em cores claras ou escuras, para combinar ou contrastar com a pintura da carroceria. 




Além da adesivagem, o Twingo Urban Night traz detalhes exclusivos, como aros de roda de liga de 16’’ com acabamento preto brilhante, gravações na grade frontal na cor branca e assinatura “Urban Night X” nas capas dos retrovisores laterais. 


Do lado de dentro, o Twingo Urban Night exibe soleiras das portas exclusivas, itens do painel com acabamento black piano, com marcação exclusiva "Urban Night X". Os bancos são revestidos com tecido preto e debruns brancos em todo o contorno, além de uma faixa branca exclusiva com a assinatura "Urban Night X" na parte central dos encostos dos bancos dianteiros. 




E para permitir que o condutor se mantenha totalmente conectado ao ambiente, o Twingo Urban Night oferece navegação com serviços conectados, carregador de smartphone por indução e câmera de ré com sensores por ultrassom. 




O Twingo Urban Night está disponível para encomendas na França com a motorização E-TECH Electric a partir de 26.650 euros com impostos (sem contar o bônus ecológico) e a partir de 17.300 euros com impostos na motorização SCe65. 












ANFAVEA revisa suas projeções para vendas, produção e exportação de veículos em 2021 e se coloca literalmente contrária contra a importação de veículos usados




São Paulo, 6 de outubro de 2021 – As vendas de veículos novos este ano podem variar de 2,038 milhões a 2,118 milhões, ou seja, com cenários de queda de 1% a crescimento de 3% na comparação com 2020. A produção deverá variar entre 2,129 milhões e 2,219 milhões, o que representará um aumento de 6% a 10% quando comparado com o ano anterior. Já as exportações, nas estimativas da ANFAVEA, ficarão em um intervalo de 357 mil a 377 mil unidades, alta de 10% a 16%.

Os dados foram divulgados na manhã desta quarta-feira (6) pelo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Carlos Moraes, durante a live com a Imprensa, quando divulgou as novas previsões para o fechamento do ano em licenciamento, produção e exportação de novos veículos.

A atual crise de fornecimento dos semicondutores tem impactado a fabricação de veículos no mundo todo. Calcula-se que a indústria automotiva global perderá de 7 a 9 milhões de veículos produzidos em 2021, retornando a níveis de 2020. A falta de insumos, aliada ao aumento de custos e dificuldades logísticas, também tem afetado diretamente a produção do setor no Brasil. 



Atualmente, revelou o presidente da Anfavea, as montadoras têm em seus pátios entre 160 mil e 190 mil aguardando semicondutores.

Este cenário fez com que a Anfavea precisasse revisar suas projeções para o ano. A dificuldade é grande, dadas as incertezas geradas pela crise dos semicondutores. Com isso, a entidade trabalha com um intervalo de possibilidades para o ano, a depender do abastecimento para a produção de suas fábricas.

“Nunca havíamos tido tanta dificuldade em enxergar o cenário em curto prazo na indústria automotiva. As incertezas para garantir a produção de veículos é grande com a crise de fornecimento global. Estamos presenciando uma procura por parte dos consumidores para compra de novos produtos, mas não temos unidades para atender à demanda”, explicou Luiz Carlos Moraes.


Foi abordada também a carga tributária que incide sobre os veículos no Brasil em comparação com os demais países em 2020. No nosso País incidem sobre os veículos 44% de impostos o dobro do que os italianos pagam ao fisco, 22%, como se pode ver no quadro acima que mostra ainda os impostos na Espanha (21%), Reino Unido (20%), França (20%), Alemanha (19%), Japão (13%) e Estados Unidos (7%).

Resultados até setembro

A associação divulgou também o balanço da indústria automobilística até setembro. No último mês, 155,1 mil veículos foram licenciados, o que significa queda de 10,2% sobre agosto, com 172,8 mil unidades. Este é o pior resultado do setor desde junho de 2020. Quando analisado o acumulado do ano, a comercialização cresceu 14,8%, com 1,577 milhão este ano e 1,374 milhão em 2020. O dado foi impulsionado especialmente pelo segmento dos comerciais leves, que envolve picapes, furgões e vans.

As exportações registraram 277 mil unidades no período acumulado de 2021, um aumento de 33,8% frente às 207 mil do ano passado. Porém, na análise mensal, há um recuo de 19,7%, com 23,6 mil unidades em setembro comparadas às 29,4 mil em agosto. A baixa das exportações no ano ocorreu principalmente em razão da crise de abastecimento dos semicondutores nas montadoras.

Ao todo, 173,3 mil unidades foram produzidas no último mês, uma diminuição de 21,3% sobre as 220,2 mil de setembro do ano passado. Nos nove meses já transcorridos do ano, a indústria fabricou 1,649 milhão de unidades, o que representa uma expansão de 24% em relação ao volume de 1,330 milhão do ano passado. Apesar do número positivo no acumulado, o número ainda está bem aquém do desejado e esperado. O volume fabricado até setembro foi puxado em sua maioria pelos comerciais leves (+46,5%) e pelos caminhões (+103,7%).

O presidente da Anfavea colocou-se literalmente contra a importação de veículos usados, tema que está sendo discutido na Câmara de Deputados. "Não se justifica uma ação dessa natureza, na medida em que as montadoras trabalham no sentido de os veículos serem equipados com os melhores e mais modernos dispositivos tecnológicos", defendeu.

Ele também considerou inadequada a discussão para liberação de carros a diesel no País quando os países adiantados seguem exatamente o caminho diferente e cada vez mais reduzir a circulação desses veículos mais poluidores. O assunto também é alvo de avaliação no Congresso Nacional.

Veja aqui a Carta da Anfavea com as informações detalhadas: https://anfavea.com.br//cartas/carta425.pdf

​Volkswagen Taos tem itens originais SABÓ!

 


O novo SUV médio da Volkswagen, o Taos, chegou ao Brasil em junho deste ano e já se tornou um dos sonhos de consumo dos apreciadores da categoria no País.   

Importado da Argentina, o Taos chega aqui em duas versões já características da marca em outros veículos, a Confortline e a Highline, ambas com câmbio automático de seis marchas com função Sport e quatro modos de condução: eco, normal, sport e individual e motor EA211 1.4L 250 TSI Flex, turbo de quatro cilindros em linha, que rende 150 cv e 25,5 kgfm de torque com etanol ou gasolina, equipado com Flange de Vedação Traseira com Sensor IOSS SABÓ com sistema Start&Stop (cód. 15913) já na fábrica, a mesma que também equipa os modelos T-Cross, Nivus e Virtus.  


Esse flange traseiro inclui em seu desenvolvimento seis tecnologias aplicadas:  

  • Flange da vedação em plástico de Engenharia (PPS); 
  • Vedação em PTFE, que utiliza a nanotecnologia permitindo adesão perfeita; 
  • Junta frontal do flange em silicone; 
  • Insertos metálicos para suportar fixação; 
  • Sensor de rotação que gera sinal digital e envia para ECU do motor; 
  • Roda estampada ondulada, acoplada ao sistema. 

Outro item SABÓ presente nas duas versões do veículo, é o retentor da bomba de óleo (cód. 15851), também com vedação em PTFE e aplicação de nanotecnologia, proporcionando uma perfeita adesão da peça. O retentor evita que haja vazamentos de óleo no sistema e também a contaminação do óleo por poeira, fuligem e partículas que podem comprometer a lubrificação.  


“Mais um modelo lançado e mais um veículo com itens de fábrica SABÓ, é a comprovação que a nossa marca gera credibilidade e a certeza da melhor tecnologia e qualidade aplicadas em nossos produtos. Agradecemos a Volkswagen pela parceria em mais um projeto de tanto sucesso entre os consumidores e a certeza para os reparadores que se o veículo precisar de manutenção, pode aplicar SABÓ que será a mesma peça, tanto na indústria como na reposição.”, explica Ricardo Avila, Diretor de Operações SABÓ.  


Em recente pesquisa realizada e divulgada pela Revista Quatro Rodas, o Taos foi eleito na categoria principal como “melhor compra de 2021” e das sete categorias avaliadas no segmento SUV, a Volkswagen levou quatro, incluindo os modelos Nivus e T-Cross, todos com peças originais SABÓ também.  


Para saber mais sobre todos os produtos SABÓ, acesse o site www.sabo.com.br. e para saber mais sobre o Taos ou outros veículos Volkswagen, acesse www.volkswagen.com.br. 

 

Texto: Paula Skoretzky / PSC Comunicação – Assessoria de Imprensa SABÓ
Foto: Divulgação / Volkswagen 

PEUGEOT registra alta de 146% nas vendas do acumulado do ano e segue em constante crescimento. • Com 19.981 unidades comercializadas até setembro deste ano, a marca obteve um crescimento de 146% comparado ao ano de 2020. • A PEUGEOT, em nove meses, atingiu o dobro da participação de mercado do ano passado inteiro e já comercializou 53% mais carros. • O novo PEUGEOT 208 segue em destaque com crescimento de 517% em volume de vendas em comparação a 2020 e também no mercado brasileiro como B Hatch com motorização acima de 1.0 que mais cresce em vendas dentro do segmento.

 


A PEUGEOT segue com bons resultados nas vendas mensais e mantém seu crescimento muito acima da média no mercado nacional. A marca registrou crescimento de 146% nas vendas acumuladas até o mês de setembro, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Com 19.981 unidades comercializadas, a PEUGEOT superou, nos nove primeiros meses de 2021, o volume total de vendas de 2020 em 53%. 

Somente no mês de setembro, a marca do Leão emplacou praticamente o dobro do volume (95%) em relação a igual período do ano passado, apesar do mercado brasileiro ter apresentado resultado 28% inferior a setembro de 2020, menor resultado mensal já registrado nos últimos 15 meses.  

Mesmo quando comparado ao período pré-pandemia, a PEUGEOT segue com excelentes resultados. Foram emplacadas 26,6% mais unidades, na comparação com igual período de 2019, que totalizou 15.788 unidades comercializadas. “Os expressivos resultados mensais e constante crescimento, mesmo em um mês desafiador, comprovam os esforços realizados para seguir com nosso plano de crescimento da marca em solo brasileiro. Além dos excelentes produtos oferecidos, o extenso trabalho de fortalecimento da rede de concessionários e qualidade de atendimento também contribuem para esses resultados”, afirma Cristiano Bandeira, Diretor Comercial da Peugeot Brasil. 

Entre seu portfólio, a consistência nas vendas do novo 208 segue como grande destaque nos produtos da PEUGEOT em 2021. O modelo alcançou 8,3% de participação de mercado dentro do segmento B Hatch com motorização acima de 1.0 e apresentou crescimento de 517% em volume de vendas, ante os números registrados no ano passado. Já os resultados do mercado desse mesmo segmento, apresentaram uma queda de 21,5%. Na comparação com o ano de 2019, pré-pandemia, a alta na comercialização do veículo foi de 140%. Em setembro a marca ainda anunciou o início da comercialização da versão elétrica desse hatch esportivo, o e-208 GT, primeiro veículo elétrico da PEUGEOT no país, estreia do movimento global MOVE TO ELECTRIC. 

Ainda sobre esse movimento, a Marca também anunciou o lançamento do novo PEUGEOT e-EXPERT, van média da Marca que se adapta a qualquer atividade profissional, com espaço de trabalho que facilita o dia a dia, sem abrir mão de um estilo forte e de tecnologias embarcadas de última geração, uma oferta atraente para o segmento dos furgões compactos com o diferencial da motorização 100% elétrica. “Para a PEUGEOT, o lançamento desses veículos elétricos não se tratam apenas da oferta de novos produtos, e sim de todo um ecossistema de mobilidade elétrica pensado para o consumidor brasileiro. Esses lançamentos anunciados representam a introdução da eletrificação nosso portfólio, mas também o pontapé inicial para um importante reposicionamento da Marca no país, que tem entre seus pilares estratégicos esse movimento de eletrificação que denominamos MOVE TO ELECTRIC” acrescenta Felipe Daemon, Head de Brand PEUGEOT na América do Sul.


terça-feira, 5 de outubro de 2021

Coluna Minas Turismo Gerais



Coluna Minas Turismo Gerais  


Jornalista Sérgio Moreira 



Igrejinha da Pampulha passa a ser santuário em outubro


Interior da Igreja São Francisco de Assis, mais conhecida como Igrejinha da Pampulha localizada nas margens da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte


Um dos cartões postais da capital mineira. a Capela Curial São Francisco de Assis, mais conhecida como Igrejinha da Pampulha, em Belo Horizonte, foi transformada no Santuário Arquidiocesano São Francisco de Assis a partir do dia 4 de outubro.

A instalação do santuário aconteceu durante à Festa de São Francisco de Assis, realizada nos dias 1° e 4 de outubro.

Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, a Igreja da Pampulha é reconhecida como Patrimônio Cultural Brasileiro desde 1947, recebendo milhares de visitantes anualmente.

Segundo a Arquidiocese de BH, um local sagrado se torna santuário quando registra um grande número de visitas e peregrinações de fiéis por motivos religiosos. Com o título, as atividades no espaço devem ser ampliadas.

A Igrejinha da Pampulha fica próxima ao Mineirão e Mineirinho, 

um dos cartões postais de Belo Horizonte


A Igreja São Francisco de Assis da Pampulha, em Belo Horizonte, Minas Gerais, foi inaugurada em 1943. O projeto arquitetônico da igreja é de Oscar Niemeyer, e o cálculo estrutural do engenheiro Joaquim Cardozo. Foi o último prédio a ser inaugurado do Conjunto Arquitetônico da Pampulha., localizada na Otacílio Negrão de Lima, 3000 - Pampulha, Belo Horizonte , informações sobre visitas e missas Telefone(31) 3427-1644

 

Exploração do turismo espacial, lançada no Festuris

 

Apresentada na feira de 2012, a tendência de turismo espacial se consolidou em setembro de 2021 no Centro Espacial Kennedy, na Flórida


Com o auxílio da inovação e da tecnologia é que a primeira viagem ao espaço, formada por uma tripulação de civis, ocorreu recentemente, em setembro. O segmento do turismo espacial é explorado por bilionários e, em 2012, a inovação foi lançada no Festuris, pela operadora de viagens Sanchat Tour.

A nave da Space X, de Elon Musk, foi fretada pelo bilionário Jared Isaacman, 38 anos, diretor de uma empresa de serviços financeiros e piloto experiente, e alcançou a órbita da Terra no último dia 15 de setembro. O passeio durou três dias e custou cerca de 200 milhões de dólares. De acordo com o Centro Espacial Kennedy, na Flórida, que enviou os turistas, a cápsula percorreu a velocidade máxima de 27 mil km/h e conseguiu dar 45 voltas na Terra, sendo 1h30 cada volta.

Com a expectativa do retorno, os passageiros aterrissaram no Oceano Atlântico no dia 18 de setembro. Em outras ocasiões, naves já haviam sido enviadas ao espaço e retornaram, no entanto, sem tripulação. Além disso, a viagem até então, só havia sido realizada por astronautas especialistas, essa foi a primeira vez que pessoas sem conhecimento profissional realizaram o passeio.

O Festuris chega em 2021 com um novo conceito e com a missão de trazer ainda mais novidades para o pós-pandemia. A Era da Transformação está movimentando o mundo e, a partir disso, expositores e assuntos pontuais para esse novo momento serão apresentados de forma inédita e exclusiva. Acompanhe a programação e inscreva-se em festurisgramado.com. O evento acontece de 4 a 7 de novembro, em Gramado, no Serra Park.

Informações https://www.festurisgramado.com/

 

Palácio da Liberdade reaberto ao público

 

 

Palácio da Liberdade, uma construção ícone na capital mineira volta a receber visitantes a partir do próximo sábado dia 9 de outubro


 

expansão do Circuito Liberdade, com a inclusão de outros espaços, além do anúncio de ações e projetos que serão colocados em prática para fomentar o turismo na área central de Belo Horizonte, como o lançamento de duas rotas turísticas do Circuito, também foi informada no mesmo evento.

As visitações poderão ser feitas apenas aos fins de semana, neste primeiro momento, e serão em grupos reduzidos de até 12 pessoas às 10h, 11h, 13h, 14h e 15h. As visitas têm duração de 40 minutos e haverá limpeza do espaço entre uma e outra.


Os jardins também receberão visitantes: serão dois grupos com 15 pessoas, nos horários das 10h15 e 13h15. O agendamento poderá ser feito pelo Sympla.

 

A escadaria metálica e o Salão do Banquete  


 

A reabertura do Palácio da Liberdade traz uma novidade: a parceria entre a Appa – Arte e Cultura e o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG).

Restauração

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG) e o Iepha-MG anunciaram também o início das obras para a implantação do Centro do Patrimônio Cultural Cemig, a ser instalado no edifício sede do Iepha-MG, na Praça da Liberdade. O projeto de requalificação do espaço e implantação do Centro do Patrimônio está orçado em R$ 8 milhões.


A primeira fase das obras incluirá as restaurações do hall de entrada e do pátio interno do edifício, e também a revitalização da Biblioteca do Iepha-MG.

Integrado ao Circuito Liberdade, o Centro do Patrimônio Cultural Cemig será um espaço de articulação das ações institucionais de proteção e gestão do patrimônio cultural, com a participação da comunidade, agentes culturais, instituições de fomento e pesquisa.


Os dois primeiros pavimentos abrigarão espaços destinados a exposições e mostras, ateliê vitrine de restauração de acervos, reserva técnica visitável, núcleo do patrimônio imaterial, núcleo de técnicas construtivas tradicionais, além de salas destinadas a ocupações e exposições temporárias e reuniões dos conselhos de cultura e patrimônio cultural.


O Circuito Praça da Liberdade atrai visitantes em seus museus e centros culturais


O secretário de estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, anunciou a expansão do Circuito Liberdade, que passa a abranger novos espaços históricos, culturais, artísticos, paisagísticos e culinários.

Entre as unidades que vão integrar o Circuito estão o Palácio das Artes; a CâmeraSete – Casa de Fotografia de Minas Gerais; a Filarmônica; a Mineiraria; o Cine Theatro Brasil Vallourec; o Cura - Circuito Urbano de Arte; o Mercado Central; o Museu de Artes e Ofícios; o Museu dos Brinquedos; o Museu Inimá de Paula; o Sesc Palladium; a Sociedade Mineira de Engenheiros e o Teatro Feluma.

Rotas

A Cozinha Mineira e paisagens da capital serão os destaques das rotas turísticas inauguradas no Circuito Liberdade. Voltadas à visitação, a rota da Cozinha Mineira e de Parques, Praças e Jardins têm o objetivo de resgatar parte da história de Belo Horizonte, conhecida como Cidade Jardim.


A primeira delas é um projeto de valorização dos saberes e sabores mineiros, que envolvem museus, mercados, botecos, restaurantes e cafeterias, todos eles interligados com a Cozinha Mineira, que está toda mapeada na região central da capital do estado, dentro dos limites da Avenida do Contorno.


A rota dos Parques, Praças e Jardins inclui 25 espaços, que é um convite para experimentar os dias mais floridos da cidade, que recomeçam na atual estação do ano, incluindo a 15ª Primavera dos Museus.

 

Encontro nacional de jornalistas de Turismo no Pará

 

Alter da terra, com suas belas praias (fotos) João Ramid


Com o tema “Roteiros sustentáveis, empreendedorismo e comunicação especializada: novos formatos ressignificando o turismo e promovendo experiências”, o Encomtur – Encontro Nacional de Jornalistas de Comunicadores de Turismo será levado a dois dos destinos turísticos mais procurados no Estado do Pará. A realização está confirmada para o período de 14 a 20 de outubro, em Santarém, com extensão à Ilha de Marajó, entre os dias 21 e 23, envolvendo uma programação técnica, de vivência e alternativas que se apresentam para o setor.




As inscrições já estão abertas, pelo link encomturpara.yetilab.net, nas modalidades presencial e híbrida, para jornalistas e demais comunicadores especializados em Turismo, bem como para profissionais da área dos setores público, privado e entidades.


O encontro prevê a participação de cerca de 120 profissionais. A abertura oficial será dividida em três momentos, na Casa do Saulo, com as presenças de representantes do Governo do Pará, Prefeitura e Santarém, Ministério do Turismo, Confederação Nacional do Comércio/Diretoria de Turismo, Federação do Comércio do Estado do Pará (Fecomércio/PA), Sebrae Pará, Conselho Empresarial de Turismo, Hospitalidade, Bens e Serviços (Cetur/PA).

O encontro prevê a participação de cerca de 120 profissionais entre jornalistas, repórteres e fotógrafos especializados do segmento turístico de vários estados

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 @sergiomoreira63   

sergio51moreira@bol.com.br

 

Congonhas deve ganhar novo terminal com até 30 pontes de embarque onde é hoje a sede da Gol que elevará a capacidade do aeroporto para 35 milhões de passageiros/ano


O aeroporto de Congonhas deve ganhar um novo terminal, com até 30 pontes de embarque, quando for assumido pela iniciativa privada. Caberá ao novo concessionário escolher a nova localização, mas diante da escassez de espaço no aeroporto, não resta muita alternativa além do que foi desenhado como consórcio CGA no estudo de viabilidade. No estudo, o terminal ficaria localizado onde hoje está a sede da Gol.

As informações são do jornal O Globo, que informa ainda que estudos de viabilidade que acompanham o edital de concessão preveem a desativação do atual terminal de passageiros e a construção de um edifício garagem. Para adequar a pista para poder receber 44 movimentos, 12 a mais do que atualmente, o terminal atual terá de ser desativado.

O novo concessionário ainda terá de investir R$ 3,3 bilhões, sendo 70% disso nos primeiros três anos, em adequações para elevar a capacidade a 35 milhões de passageiros/ano. Para dar conta dessa demanda maior, o concessionário terá também de melhorar o acesso ao aeroporto, com a construção de um edifício garagem em frente ao novo terminal, com um andar para embarque e outro para o desembarque.

Fonte: O Globo/M&E


Voepass vai começar a operar voos com aeronaves Boeing 737 com olho nas operações em Congonhas


A Voepass Linhas Aéreas, representada pelas empresas Passaredo e MAP Linhas Aéreas, iniciou o processo de inclusão em suas operações das aeronaves fabricadas pela companhia norte-americana Boeing, modelos 737-700NG e 737-800NG, com capacidade de 144 e 180 assentos, respectivamente. A inclusão das aeronaves a jato de maior porte na malha visa adequar a oferta e performance da companhia ao tráfego de Congonhas.

A Voepass atualmente opera apenas com uma frota de 15 aeronaves regionais turboélices modelos ATR 42 e ATR 72, com capacidade de 48 a 70 passageiros. “Entendemos que o ajuste da frota, com a inclusão de um equipamento de maior capacidade, irá complementar nossa estratégia de atendimento de mercados regionais de médio porte, potencializando as operações no Aeroporto de Congonhas”, diz Eduardo Busch, CEO da Voepass.

A estimativa é que os voos comerciais com as novas aeronaves sejam programados para iniciar ainda no primeiro semestre de 2022. A quantidade de novas aeronaves a serem adquiridas será definida de acordo com as distribuições de slots, assim como a definição da malha aérea.

Entendemos que o ajuste da frota, com a inclusão de um equipamento de maior capacidade, irá complementar nossa estratégia de atendimento de mercados regionais de médio porte, potencializando as operações no Aeroporto de Congonhas”

A companhia ainda destaca a oportunidade de aumentar sua participação no Aeroporto de Congonhas. O terminal deverá passar por um processo de ampliação do número atual de operações diárias, gerando a criação de um novo banco de slots.

“Estamos investindo para certificar o Boeing 737 em nossas operações, acreditando na recuperação da economia e do setor de turismo em nosso país. Já estamos nos preparando para acompanhar as oportunidades de ampliação nas movimentações do Aeroporto de Congonhas, que é um passo fundamental em nosso plano de negócios, que se mantém focado no desenvolvimento e ampliação da malha aérea regional brasileira”, ressalta José Luiz Felício Filho, presidente da Voepass.


Fonte: M&E

 

A mobilidade do futuro já é presente?

 



O futuro já chegou para a mobilidade urbana, de acordo com o sócio da NEWPROPERTIES, Alcides Gonçalves. Com mais de 40 anos de experiência na área de engenharia de edifícios, incorporação imobiliária e urbanismo, Gonçalves afirma que alinhado com critérios como sustentabilidade e qualidade de vida, o setor passa por uma importante revolução que está ligada à tecnologia e também ao papel de cada cidadão na construção de uma nova sociedade, pelos vieses cultural, social, econômico e político.

A eletrificação veicular, por exemplo, tem gerado uma verdadeira revolução tecnológica e provocado impactos nos projetos de vias, infraestrutura e hábitos dos motoristas, é uma realidade. Os dados não param de crescer. Nunca se vendeu tantos veículos assim como agora. Em maio, de acordo com a Agência Internacional de Energia (IEA), o segmento cresceu 140% globalmente e garantiu o melhor quadrimestre da história do país. Foram 1,1 milhão de unidades vendidas.

O Brasil também registrou aumento neste comércio. Até abril, foram vendidos 7.290 veículos eletrificados (elétricos e híbridos), com aumento de 29,4% comparado ao ano passado. Por aqui, as projeções indicam a venda de 180 mil unidades até 2030, conforme a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério das Minas e Energia (MME). O número é, no entanto, cinco vezes mais o que foi previsto pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) para 2021. Para o mundo, porém, as projeções são bem mais otimistas: a IAE indica que esse mercado deverá chegar a 22 milhões de unidades.

“Os modelos da categoria já desfrutam, inclusive, de incentivos governamentais e contam com organizações setoriais lutando por mais benefícios para que os eletrificados sejam de fato consolidados no país”, explica o sócio da NEWPROPERTIES. Mas, para ele, o futuro da mobilidade, passa ainda por soluções para o transporte público e interligação de cidades próximas, o que ainda é distante no Brasil. “Não falta tecnologia, nem bons projetos, nem condições de implementação. A questão passa por economia e política”, pontua.

Para o engenheiro, é importante destacar que para ser classificado como do futuro, é preciso ainda olhar para o design. “Os traços futurísticos e as concepções de compartilhamento, comodidade e praticidade é que fundamentam a mobilidade do futuro, mais do que a tecnologia”, dispara. “Tecnologia é uma consequência da evolução natural das coisas, mas a racionalidade humana para convergir esforços em prol do objetivo correto é que nos coloca à frente do nosso tempo”, analisa Gonçalves.

Como especialista em tecnologia na engenharia, Alcides Gonçalves sabe que é necessário alinhar, ainda, melhorias no trânsito, pensar na qualidade do ar, levar em conta a era delivery e pensar em alternativas para a logística realizada por veículos grandes e pesados, cujo uso de energia elétrica é inviável. “Como já dissemos, há tecnologia disponível para isso, o que falta é a implantação de projetos nesse sentido”.

 A NEWPROPERTIES, de olho nessas mudanças do mercado, passou a projetar espaços apropriados para cidadãos do futuro. “Trata-se de um modelo inovador para o mercado imobiliário, que une organizações com expertises diversas, pessoas e inovação, potencializando os resultados dos projetos.

Para a empresa, um dos pilares ao planejar e desenvolver o melhor empreendimento imobiliário para cada terreno, além de considerar a localização, a realidade do mercado e o perfil do seu morador, é a sustentabilidade, com princípios que buscam maximizar a eficiência energética e o cuidado com meio ambiente em cada detalhe.

Por este motivo, todos os moradores do edifício WalkMoema, localizado em São Paulo (SP), poderão contar com locação de bicicletas, patinetes elétricos e até mesmo carros diretamente no subsolo – o que contribuirá para a mobilidade destes e trará mais comodidade, praticidade e economia. É o que garantem as parcerias que a NEWPROPERTIES firmou com empresas referência em mobilidade urbana: Movida e EMove.

Firmada no final de julho deste ano, o convênio segue o conceito de qualidade de vida e maior facilidade no tráfego na maior cidade da América Latina, onde está localizado o imóvel. “A linha de edifícios Walk traz em seu DNA uma arquitetura contemporânea e atemporal, onde o design e o requinte são incorporados a uma tecnologia que facilita o dia a dia do morador”, afirmou o sócio-diretor do hub empresarial NEWPROPERTIES, Alcides Gonçalves Junior.

Todos os veículos à disposição são os mesmos disponíveis no site da EMOVE. A mesma regra vale para os veículos para locação Movida. Eles poderão ser solicitados a partir do subsolo do edifício WalkMoema, para maior comodidade de cada morador. “A ideia é que o habitante tenha total praticidade. Enquanto permanecer o convênio entre as organizações, este benefício será permanente”, salientou Gonçalves Junior.

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