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sábado, 13 de janeiro de 2024

COLUNA VAMOS TOMAR VINHO // BBB 24: dicas de vinhos para maratonar o reality show // Dicas do Enólogo João Portugal Ramos e do Sommelier Javier Gila


BBB 24: dicas de vinhos para maratonar o reality show. Sommelière da Wine selecionou exemplares para todos os estilos de fãs da casa mais vigiada do país

A sorte está lançada para os participantes do BBB 24. O reality show caiu no gosto dos brasileiros e se tornou um dos maiores programas de entretenimento da tv aberta no país. Por retratar a vida real, conta com participantes de diferentes personalidades, mas sempre tem aquele com o qual nós nos identificamos mais e queremos que vença tanto as provas de resistência quanto os paredões decisivos rumo ao prêmio.

Se você está ansioso para maratonar a convivência na casa mais vigiada do país, que se desenrola nos próximos meses,  Marina Bufarah de Souza, sommelière da Wine, o maior clube de assinatura de vinhos do mundo, traz dicas certeiras de vinhos para cada estilo de fã do BBB 24.


Os animados

Se você faz parte do time dos que adoram uma animação, uma boa festa com música descontraída ou uma boa conversa entre amigos, os espumantes são a sua cara. As borbulhas acompanham o espírito pulsante do seu perfil, inspiram alegria e momentos memoráveis. O Espumante Charles Ranville Cuvée Rosé Brut é garantia de sucesso, seja sozinho ou no preparo de algum drink. Chame os amigos e aproveite! 


https://www.wine.com.br/vinhos/espumante-charles-ranville-cuvee-rose-brut/prod28310.html 


Os observadores

Para os mais introspectivos e observadores, que gostam de boas reflexões e estão atentos aos detalhes de cada fala e atitude, os vinhos brancos são a companhia perfeita. Discretos, mas cheios de frescor e vivacidade, eles podem ser degustados sozinhos ou acompanhar refeições leves, sendo inclusive utilizados no preparo de alguns pratos bastante saborosos. E fica a sugestão: por que não se aventura na cozinha e prepara uma receita especial para acompanhar seu reality com uma taça de vinho? O U by Undurraga Valle Central Sauvignon Blanc 2021 é a dica certa para compor o combo perfeito!


https://www.wine.com.br/vinhos/u-by-undurraga-valle-central-sauvignon-blanc-2021/prod27365.html 


Os versáteis

Todo reality tem aquele personagem articulador, que transita muito bem por todos os grupos e tem como marca registrada a versatilidade. Se você se identifica com esse perfil, saiba que essa também é a principal característica dos vinhos rosés. O Le Rosé de S. I.G.P. Méditerranée Rosé 2020 é a escolha ideal para acompanhar os mais variados momentos, companhias e comidas. Com uma linda coloração rosa brilhante e aromas encantadores de frutas vermelhas frescas e rosas, este rótulo encanta a cada gole. 


https://www.wine.com.br/vinhos/le-rose-de-s-i-g-p-mediterranee-rose-2020/prod26690.html 


Os românticos

Os românticos também estão sempre presentes no reality show e não perdem a oportunidade de conquistar seus afetos por onde passam. Se você é da turma dos que ficam torcendo para que os participantes deem match entre si, vale apostar num bom vinho tinto. A sugestão é o Cardilla Nero d’Avola D.O.C Sicilia 2021, sempre sedutor e instigante para criar o cenário perfeito para um bom romance, acompanhado de bons aperitivos e petiscos de sabores intensos.


https://www.wine.com.br/vinhos/cardilla-nero-davola-d-o-c-sicilia-2021/prod28186.html 


E você, se identificou com qual vinho? Sirva sua taça e acompanhe os melhores momentos dos seus participantes preferidos.




Enólogo João Portugal Ramos indica vinho o Ramos Reserva


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GWM contabiliza 70 concessionárias em todo Brasil e prevê dobrar número em 2024. São 42 concessionárias e 28 lojas em shopping centers em mais de 50 municípios. Número de lojas é 40% superior ao previsto no início das operações, há menos de um ano

Em menos de um ano comercializando seus produtos no Brasil, a GWM já inaugurou 70 pontos de venda em mais de 50 cidades de todo o País, sendo 42 concessionárias completas, com showroom, espaço de vendas, peças e oficina, e 28 lojas em shopping centers. Todas as revendas pertencem a 28 grupos selecionados pela marca.

“Nosso cálculo inicial era de que chegaríamos ao fim de 2023 com 50 lojas. Mas o sucesso de vendas das linhas Haval H6 e ORA 03 foi tamanho que superamos este número em 40%. E a expectativa, com o lançamento de novos produtos e com o início da produção no Brasil, é de que iremos alcançar 133 revendas até o fim de 2024”, destaca Alexandre de Oliveira, diretor de Vendas e Desenvolvimento de Rede da GWM.

Todas as concessionárias oferecem o GWM Delivery, um serviço único e inédito no Brasil, que atende gratuitamente qualquer endereço das 5.570 cidades do País. No GWM Delivery, o veículo é levado em um caminhão, acompanhado do motorista e de um embaixador da marca, que realiza a entrega técnica ao cliente.

A autotech também oferece um sistema de vendas pelo Mercado Livre, totalmente exclusivo no Brasil, proporcionando uma experiência diferenciada ao cliente. Para efetuar a compra do veículo, sem sair de casa, é só depositar R$ 9 mil para garantir sua pré-reserva. O restante só é pago quando o carro é efetivamente faturado para o cliente. O pagamento do saldo pode ser feito por Pix ou boleto, sem necessidade de o cliente ir à concessionária física.

Inteligência artificial nas concessionárias

Em 2023, a GWM deu início ao processo de implantação de um sistema de Inteligência Artificial (IA) e de digitalização da área de Pós-Venda das suas concessionárias. Com ele, o atendimento ao consumidor passa a ser muito mais rápido, eficiente e sem burocracia, com redução de até 75% no tempo, visando à excelência na prestação de serviços ao cliente. Único no Brasil, ele utiliza Inteligência Artificial para automatizar e acelerar o processo de atendimento ao cliente, desde a fase de agendamento e recepção do cliente até a entrega do carro.

Com a ajuda da IA, o cliente poderá fazer o agendamento da sua revisão pelo WhatsApp, de forma automatizada, a qualquer dia e hora, de forma alternativa aos canais atuais. Antes, este processo só era possível em horário comercial. A informação já vai direto para o sistema das concessionárias, eliminando etapas e agilizando a vida do cliente e também do profissional do atendimento.

Além disso, por conta da digitalização, o processo se torna também sustentável, pois elimina 100% do uso de papel. Essa iniciativa segue uma das premissas da marca, no âmbito do atendimento aos requisitos de ESG. O novo sistema será gerido por um software da empresa NBS, que permitirá, entre outras funções, a gestão da demanda dos serviços, gestão do estoque de peças, emissão de orçamentos e faturamento das áreas, tudo de forma digital.

BYD lidera buscas por carros elétricos novos em 2023. Já o Porsche Taycan desponta em primeiro lugar no ranking de veículos elétricos seminovos


BYD Dolphin foi o elétrico zero km mais procurado em 2023

São Paulo, janeiro de 2024
De acordo com dados do Webmotors Autoinsights, entre os veículos elétricos zero quilômetro mais pesquisados no marketplace no período, três modelos da BYD aparecem nos primeiros lugares do levantamento: Dolphin (1°); Yuan-Plus (2°); e Han (3°) e ainda emplaca em 6º lugar o modelo Seal e em 7º o luxuoso 

O BYD Yuan Plus é o segundo modelo mais procurado entre os elétricos novos


Já em relação aos seminovos, Porsche Taycan se destaca como o elétrico usado mais buscado ao longo de 2023, seguido por Audi e-tron e Volvo XC40, na segunda e terceira colocação, respectivamente.

Ranking dos carros elétricos 0Km mais buscados no ano de 2023 no Brasil:

BYD Seal foi o sexto carro elétrico mais procurado em 2024


Com o modelo Han o terceiro elétrico mais procurado, a BYD se posiciona como a marca líder das buscas por 100% elétricos


O luxuoso BYD Tan foi o 7º elétrico novo e o 6º entre os semonovos mais procurado no ano passado

BYD Dolphin
BYD Yuan Plus
BYD Han
Volvo XC40
Hyundai Kona
BYD Seal
BYD Tan
Porsche Taycan
Volvo C40
Caoa Cherry iCar

Ranking dos carros elétricos usados mais buscados no ano de 2023 no Brasil:

Entre os seminovos elétricos mais procurados o Porsche Taycan lidera

Porsche Taycan
Audi e-tron
Volvo XC40
MINI Cooper
Volvo C40
Nissan LEAF
BYD Tan
BWM i3
Fiat 500e
Tesla Model 3

A Webmotors, maior ecossistema automotivo do Brasil e principal portal de negócios e soluções para o segmento, apresenta os rankings dos carros elétricos novos e usados mais buscados pelos usuários da plataforma de janeiro a dezembro de 2023.

DAKAR 2024: Dupla da MSL Rally faz seu melhor resultado no enduro 48hs e está animada para próxima fase


#343 Gunter Hinkelmann / Fabricio Bianchini
(Duda Bairro / Fotop)


Shubaytah (Arábia Saudita) – Gunter Hinkelmann e Fabrício Bianchini conquistaram nesta sexta-feira (12) o melhor resultado em sua estreia na mais importante competição off-road do mundo. A dupla da MSL Rally fez o 15º tempo mais rápido entre os carros da Challenger (UTVs T3) na inédita e duríssima especial da competição – o enduro de 48 horas da sexta etapa –, completando os 547 quilômetros do trecho cronometrado totalmente em dunas, divididos em dois dias, em 10h17m49. O resultado do desafio escalonou o conjunto do UTV T3 Max (FIA) Taurus #343 em nove posições na classificação acumulada, ficando agora na 29ª posição da categoria, somando 67h51m21s.

A novidade esperada para este Dakar foi disputada nesta quinta e sexta-feira. O cenário foi o trecho do deserto Rub’Al Khali – a maior área contínua coberta de areia do planeta – conhecido como “Empty Quarter” (Quadrilátero Vazio), com cadeia de dunas de areias finas cruzando com trechos de lagoa salgada seca (chotts) na totalidade do percurso. A navegação foi o principal obstáculo desta especial dupla, que exigiu extremo cuidado, com referências difíceis de avistar e pontos de controles escondidos. Os carros ainda tiveram a desvantagem de não poder aproveitar os rastros deixados pelas motos, pois o percurso era completamente diferente.

Os competidores puderam prosseguir por oito horas seguidas para então descansar num dos sete bivaques (acampamento) espalhados no caminho para reabastecer, se alimentar e descansar, passando a noite no deserto, sem qualquer ligação ou informação sobre os seus oponentes e isolados do resto do mundo, antes de relargar na manhã seguinte. O desafio cumpriu com a promessa de um novo paradigma dentro das competições de longa distância de off-road.

#343 Gunter Hinkelmann / Fabricio Bianchini
(Rodrigo Barreto / Fotop)


“Adversidades não faltaram nesta imensidão de deserto. Foi areia que não acabava mais, com um desafio intenso e muito difícil no Quadrilátero Vazio", disse Gunter Hinkelmann. "A navegação tinha muita pegadinha, mas me mantive firme e concentrado. Esse resultado nos deixou muito felizes, motivados e nos deu mais energia para encarar a próxima fase. Mais uma especial concluída com sucesso”, relata o navegador Fabrício Bianchini.

Ainda na sexta-feira, as equipes seguiram para a capital da Arábia Saudita, Riad, onde permanecerão para o devido descanso. Os competidores partirão, neste domingo, para a segunda metade da mais relevante competição off-road do mundo. 

O próximo desafio de 483 quilômetros da sétima etapa terá na sua fase inicial um labirinto de cânions com constantes mudanças de direção. Já no fim, outra nova cadeia de dunas até Al Duwadimi vão favorecer aqueles que já acostumaram com o terreno arenoso que predomina no país. Uma etapa que pode mexer com as tabelas de classificação, já que proporciona amplas oportunidades de recuperação aos experientes.

O Dakar é o maior rali off-road do mundo e acontece sob regulamento do W2RC, o Mundial organizado pela FIA que conta com cinco etapas. A distância total percorrida pelos competidores da edição 2024 é de 7.891 km, nos quais 4.727 km são de especiais cronometradas. Este ano, o percurso do Dakar terá até 60% de trechos inéditos e em quase todas as etapas passam por dunas.

#343 Gunter Hinkelmann / Fabricio Bianchini
(Rodrigo Barreto / Fotop)


O Dakar 2024 conta pontos para o Mundial de 
Rally Cross Country (FIA e FIM).

Para acompanhar o Dakar, na TV aberta, a Bandeirantes apresenta reportagens diárias in loco nos programas Jogo Aberto (11 horas) e Esporte Total (meia-noite e meia), além de boletins nos semanais Band Esporte Clube (sábado, 13 horas) e Show do Esporte (domingo, 10 horas). Na TV por assinatura, o canal BandSports apresenta cobertura nas edições do programa Supermotor, com Celso Miranda, nos dias 10, 17 e 24 de janeiro (quartas-feiras), às 20 horas. A ESPN tem programas diários a partir das 20h30, até o dia 19 de janeiro, com apresentação de Thiago Alves e comentários de Edgard Mello Filho e Matheus Pinheiro.

Mais informações: www.dakar.com e App Dakar Rally 2024.

Para a disputa do Dakar 2024, a MSL Rally é patrocinada pela MSL Corporate e pela Bandeirantes Deicmar Logística Integrada, com apoio de Sparco, Espaço Terapêutico e Motul. Apoio mecânico da BBR Motorsport.

#343 Gunter Hinkelmann / Fabricio Bianchini
(Rodrigo Barreto / Fotop)


ETAPA 6 (SUPER ETAPA) – 48 horas

Quinta-feira e Sexta-feira, 11 e 12/01

Shubaytah > Shubaytah

Especial: 584 km

Deslocamentos: 234 km

Total da etapa: 835 km

Resultado da quinta etapa – Challenger

1) #302 (Pol) Eryk Goczal/(Esp) Oriol Mena, Energylandia Rally Team, 07h50m44s

2) #310 (Pol) Michal Goczal/ (Pol) Szymon Gospodarczyk, Energylandia Rally Team, 08h06m29s

3) #306 (Esp) Cristina G Herrero/ (Esp) Pablo M. Huete, Red Bull Off-Road Jr Team Usa By Bfg, 08h09m40s

4) #301 (Chl) Francisco L. Contardo/ (Chl) Juan Pablo Latrach, Can-Am Factory Team, 08h13m04s

5) #303 (Usa) Mitchell Guthrie/ (Usa) Kellon Walch, Taurus Factory Team, 08h13m16s

6) #300 (Ltu) Rokas Baciuska/ (Esp) Oriol Vidal Montijano, Can-Am Factory Team, 08h14m06s

7) #311 (Sau) SalehAlsaif/ (Qat) Nasser Alkuwari, Dark Horse Team, 08h25m49s

8) #312 (Arg) Nicolas Cavigliasso/ (Arg) Valentina Pertegarini, Taurus Factory Team, 08h33m22s

9) #305 (Usa) Austin Jones/ (Bra) Gustavo Gugelmin, Can-Am Factory Team, 08h35m44s

10) #336 (Nld) Paul Spierings/ (Nld) Jan Pieter Van Der Stelt, Dakarteam Spierings, 08h57m50s

15) #343 (Bra) Gunter Hinkelmann/ (Bra) Fabricio Bianchini, Team Bbr, 10h17m49s

24) #318 (Bra) Marcelo Tiglia Gastaldi/ (Bra) Carlos Sachs, Team Bbr, 11h26m29sClassificação acumulada após quinta etapa:

1) #302 (Pol) Eryk Goczal/ (Esp) Oriol Mena, Energylandia Rally Team, 26h52m02s

2) #303 (Usa) Mitchell Guthrie/ (Usa) Kellon Walch, Taurus Factory Team, 27h54m20s

3) #306 (Esp) Cristina G Herrero/ (Esp) Pablo M Huete, Red Bull Off-Road Jr Team Usa By Bfg, 28h18m36s

4) #301 (Chl) Francisco L Contardo/ (Chl) Juan Pablo Latrach, Can-Am Factory Team, 28h18m54s

5) #305 (Usa) Austin Jones/ (Bra) Gustavo Gugelmin, Can-Am Factory Team, 28h42m14s

6) #310 (Pol) Michal Goczal/ (Pol) Szymon Gospodarczyk, Energylandia Rally Team, 28h57m00s

7) #300 (Ltu) Rokas Baciuska/ (Esp) Oriol Vidal Montijano, Can-Am Factory Team, 29h12m15s

8) #312 (Arg) Nicolas Cavigliasso/ (Arg) Valentina Pertegarini, Taurus Factory Team, 29h33m57s

9) #315 (Prt) Ricardo Porem/ (Arg) Augusto Sanz, Mmp, 30h59m32s

10) #311 (Sau) SalehAlsaif/ (Qat) Nasser Alkuwari, Dark Horse Team, 31h27m27s

11) #318 (Bra) Marcelo Tiglia Gastaldi/ (Bra) Carlos Sachs, Team Bbr, 32h03m25s

29) #343 (Bra) Gunter Hinkelmann/ (Bra) Fabricio Bianchini, Team Bbr, 67h51m21s

ROTEIRO DAKAR 2024 (ARÁBIA SAUDITA)

DESCANSO - Sábado, 13/01 - Riad

ETAPA 7 — Domingo, 14/01

Riade > Al Duwadimi

Especial: 390 km

Deslocamentos: 483 km

Total do dia: 873 km

ETAPA 8 — Segunda-feira, 15/01

Duwadimi > Saudar

Especial: 458 km

Deslocamentos: 220 km

Total do dia: 678 km

ETAPA 9 — Terça-feira, 16/01

Hail > Al Ula

Especial: 417 km

Deslocamentos: 222 km

Total do dia: 639 km

ETAPA 10 — Quarta-feira, 17/01

Al Ula > Al Ula

Especial: 371 km

Deslocamentos: 238 km

Total do dia: 612 km

ETAPA 11 — Quinta-feira, 18/01

Al Ula > Yanbu

Especial: 480 km

Deslocamentos: 107 km

Total do dia: 587 km

ETAPA 12 — Sexta-feira, 19/01

Yanbu > Yanbu

Especial: 175 km

Deslocamentos: 153 km

Total do dia: 328 km

PERCURSO: 7.614 km totais | 4.635 km de especiais

Mais informações da equipe:

Instagram: @rally_msl

sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

HÁ 50 ANOS, COMEÇAVA A NASCER O PRIMEIRO FÓRMULA1 BRASILEIRO

 



ABRA O LINK DO VÍDEO CLICANDO O BOTÃO DIREITO DO MOUSE:

https://youtu.be/Th7Y7ooK20s?si=ZsbSeax32Q6YFaq-

O automobilismo, assim como a vida, é cheio de surpresas, algumas ótimas e outras nem tão boas assim. Cada dia é diferente e pode mudar o curso das coisas.

 

Terminei o ano falando do Wilsinho Fittipaldi e me preparei para começar 2024 destacando mais um de seus feitos. Infelizmente, ele está lutando para permanecer conosco e eu desejo e rezo pela sua imediata e total recuperação.

 

Minha maneira de homenageá-lo é seguir destacando as suas realizações que mudaram e moldaram o automobilismo de competição nacional.

 

Nos primeiros dias de janeiro de 1974, o Jornal da Tarde publicou, com exclusividade, a primeira entrevista com os irmãos Wilson e Emerson Fittipaldi e os planos para criação da primeira equipe brasileira de Fórmula 1 e construção do primeiro modelo para disputar o campeonato mundial.

 

Na verdade, toda a história começou em agosto de 1973, quando descobri que Wilsinho tinha um plano de construir o primeiro carro brasileiro da Fórmula 1.

 

Fui à empresa dos Fittipaldi, no bairro de Santo Amaro, para tentar esclarecer a informação e fazer a pergunta sobre o projeto. Ao ouvir minha pergunta seu semblante ganhou a mescla de tons pálido e rubro pela surpresa inesperada o que aparentemente confirmava a notícia.





O projeto era ainda um segredo.

 

Depois de alguns segundos e refazendo-se da surpresa confirmou com o seguinte comentário que revelou o nível de amizade e respeito que sempre marcou o nosso relacionamento. “Se eu mentir para você, fico com cara de bosta e peço para me dar um tempo para oficializar a informação porque o principal patrocinador ainda avalia o nosso projeto. E eu garanto a você total prioridade para essa notícia”.

 

Considerei extremamente ousada a iniciativa e senti confiança pelo histórico dos irmãos Fittipaldi, esportistas marcados pelo espírito de pioneirismo.

 

A intenção deles era um grande e difícil passo porque enfrentariam equipes estruturadas, com longa história na categoria, vinculadas a poderosas e tradicionais fábricas de automóveis cujas engenharias desenvolviam as mais avançadas tecnologias para suas equipes de competição.

 

Na Redação do jornal O Estado de S. Paulo, onde trabalhava, fui lembrando das iniciativas dos irmãos Fittipaldi no automobilismo brasileiro e o que já haviam realizado, além de serem grandes pilotos.

 

Lançaram o kart Mini, seguindo a ideia de Colin Chapman, que mudou a posição do banco da Lotus, em que o piloto passou a conduzir quase deitado, em vez de sentado, para acentuar a aerodinâmica do veículo; criaram o primeiro curso Bardahl de pilotagem do Brasil, formando muitos pilotos; construíram as primeiras rodas de magnésio no País, mais leves e resistentes para carros de corrida em parceria com a Italmagnésio.

 

Também lançaram o primeiro volante esportivo, com o nome de Fórmula 1; idealizaram a categoria Fórmula Vê, no Brasil, com a construção inicial de 25 unidades; produziram o Fusca bimotor, que foi pilotado por Wilson Fittipaldi Junior e, fecharam a sequência com a construção do protótipo Fitti-Porsche, na primeira obra de Ricardo Divila, engenheiro formado no ITA (Instituto de Tecnologia Aeronáutica).

 

E, um ano antes, em 1972, Emerson conquistara o primeiro título de campeão mundial da Fórmula 1, depois da iniciativa de desbravar o automobilismo europeu traçando o caminho que facilitou a invasão de brasileiros à Inglaterra em busca da oportunidade de chegar á categoria máxima das corridas de automóveis.




E mais, em 1974, ano em que estava sendo desenvolvido e construído o primeiro Fórmula 1 brasileiro, Emerson alcançava o seu segundo título de campeão mundial da Fórmula 1. Sem dúvida, ambos tinham um invejável e confiável histórico de realizações.

 

Aguardei até o final do ano, quando Wilsinho me chamou para uma reunião realizada no escritório da família Fittipaldi, onde me contou os planos e passos para a construção do primeiro carro brasileiro e a primeira equipe nacional da Fórmula 1.

 

Wilsinho informou que o projeto estava no início e que apenas algumas ideias estavam definidas: o carro seria brasileiro e projetado por Ricardo Divila, que foi o construtor do protótipo Fitti-Porsche. Também os irmãos Fittipaldi haviam decidido que o motor seria o Ford Cosworth DFV, câmbio Hewland, freios Varga-Girling e pneus Goodyear, todos importados por falta de fornecedores instalados no Brasil.

 

O chassi e a carenagem seriam construídos no Brasil com testes iniciais no túnel de vento a serem realizados pela Embraer. Durante o desenvolvimento do projeto o primeiro modelo, identificado como FD-01, entusiasmou o grupo por apresentar o menor arrasto aerodinâmico e provocar menos vácuo em comparação a um modelo de referência, características que o levaram a ser o modelo escolhido.

 

Além da coragem de produzir um carro para enfrentar os melhores pilotos do mundo e os melhores construtores, a equipe brasileira começou com Wilsinho Fittipaldi e depois Emerson e também abriu oportunidades para outros brasileiros, como Alex Dias Ribeiro, Francisco Serra e Ingo Hoffman, além dos estrangeiros Arturo Merzário, da Itália, e Keke Rosberg, da Finlândia.

 

Depois de quase um ano de trabalho, no 25 de outubro de 1974, o primeiro carro de Fórmula 1 brasileiro foi apresentado ao presidente da República, Ernesto Geisel, no Salão Negro do Congresso Nacional.

 

A apresentação do automóvel foi entusiasmante e também surpreendente, porque tinha uma bela carroceria, mais aerodinâmica que qualquer outro da categoria e com diversas inovações.

 

Foi uma noite memorável que entusiasmou até os jornalistas estrangeiros presentes e expressaram a surpresa que tiveram com um veículo muito bem planejado, de belo estilo, acabamento e concebido nos mínimos detalhes, incluindo muitas inovações para a segurança do piloto.

 

Outra providência acertada foi o desenho da formação da equipe de mecânicos, engenheiros e técnicos.

 

Apesar do nível dos profissionais selecionados, a equipe Copersucar Fittipaldi enfrentou dificuldades durante o período em que competiu, com desempenho acanhado em sua estreia em 1975 na Argentina e atingiu o melhor desempenho em 1978, com a conquista do segundo lugar por Emerson Fittipaldi, no Grande Prêmio Brasil, disputado no Rio de Janeiro, superando McLaren, Williams, Renault e Arrows no campeonato de construtores.

 

Apesar de muitos brasileiros guardarem na lembrança a imagem de que a equipe brasileira não teve desempenho relevante na Fórmula 1, pois só aceitam vitórias e títulos, a equipe de Wilsinho e Emerson alcançou feitos consideráveis.

 

Na temporada de 1980, por exemplo, o time brasileiro terminou o campeonato em oitavo lugar com onze pontos, enquanto a Ferrari ficou em decimo lugar com apenas oito pontos. Dois anos antes, a equipe ficou na frente de McLaren, Williams, Renault e Arrows no Mundial de Construtores. Emerson Fittipaldi, que passou a competir pela Copersucar em 1976, marcou um ponto a menos que o canadense Gilles Villeneuve, da Ferrari.

 

Nas oito temporadas que disputou, a Copersucar-Fittipaldi acumulou 44 pontos em 104 GPs. Foram três pódios, o mais comemorado deles em 1978, o segundo lugar de Emerson no Rio de Janeiro com o modelo F5A. Nenhuma vitória, mas pontuou 19 vezes, numa época em que apenas os seis primeiros pontuavam.

 

Para comparar: a Jaguar encerrou suas atividades em 2004 com 49 pontos e dois pódios em 85 GPs. Era a equipe oficial da Ford. A Prost somou 35 pontos em 83 corridas, também com três pódios. A Sauber, anunciada este ano como Stake F1 Team Kick Sauber, ingressou na categoria em 1993 e, nesses 30 anos, conquistou apenas 10 pódios em 373 largadas. Pelos padrões vigentes, pois, a Copersucar-Fittipaldi, hoje, se mantivesse o mesmo desempenho de sua época, estaria ranqueada facilmente entre as chamadas equipes intermediárias.

 

Nos seus oito anos de vida, a Copersucar-Fittipaldi teve na sua folha de pagamento, além do bicampeão Emerson, o projetista Adrian Newey, hoje chefe-técnico da Red Bull e com passagens na Williams e McLaren, Keke Rosberg, que seria campeão pela Williams em 1982, Harvey Postlethwaite, projetista que depois trabalhou na Ferrari e na Tyrrell, e Jo Ramirez, uma espécie de faz-tudo que teve papel importante na logística da McLaren nos anos 80 e 90.

 

Melhores resultados

 

Segundo lugar de Emerson Fittipaldi no Grande Prêmio do Brasil de 1978 e dois terceiros lugares: Keke Rosberg no GP da Argentina e Emerson Fittipaldi no GP do Oeste dos Estados Unidos, ambos na temporada de 1980.

 

Acesse nossos podcasts clicando aqui.

 

quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2024. Sete destinos fantásticos

Fernando Noronha

São Paulo, janeiro de 2024 – Quem é apaixonado por ecoturismo, precisa saber que o Brasil tem muito a oferecer nesse segmento. Não é à toa que o país foi eleito pela Forbes, em 2023, como um dos principais destinos de ecoturismo do mundo.

Mas quais são os melhores lugares para se visitar no Brasil quando o assunto é ecoturismo? Para te ajudar a planejar sua próxima viagem, a PlanetaEXO, plataforma que conecta viajantes com experiências de viagem sustentáveis, selecionou os sete destinos que devem estar no radar dos aventureiros em 2024. Confira a seguir:


  1. Amazônia (AM): A maior floresta tropical do mundo é também um dos destinos mais fascinantes para quem quer fazer ecoturismo no Brasil. Na Amazônia você pode se hospedar em lodges sustentáveis, navegar pelos rios e igarapés, observar a fauna e a flora exuberantes e interagir com as comunidades ribeirinhas. Uma experiência única e inesquecível. 

Por que conhecer?

A região desempenha um papel crucial no combate ao desmatamento e o ecoturismo pode ser uma ferramenta poderosa na conscientização sobre o meio ambiente, além de ajudar na proteção de comunidades indígenas e ribeirinhas.

  1. Jalapão (TO): Um dos destinos mais selvagens e preservados do Brasil, o Jalapão é uma região de cerrado que impressiona pela diversidade de paisagens. Lá você pode se aventurar por dunas douradas, fervedouros de água azul, cachoeiras e formações rochosas. O Jalapão também é conhecido pelo artesanato feito com capim dourado, uma planta típica da região.

Por que conhecer?

Com iniciativas voltadas para a conservação da biodiversidade, a região tem diferentes particularidades como manejo do capim dourado e a proteção de espécies ameaçadas como o pato-mergulhão.


  1. Pantanal (MT/MS): O maior pantanal do mundo é um santuário ecológico que abriga uma das maiores concentrações de vida selvagem do planeta. No Pantanal você pode fazer safáris fotográficos, observar animais como onças-pintadas, jacarés e araras-azuis, pescar piranhas e admirar o pôr do sol mais bonito do Brasil.

Por que conhecer?

O Pantanal esteve no centro de conversas sobre preservação nestes últimos anos. Somente a combinação entre o ecoturismo e as práticas agrícolas responsáveis formam uma combinação que preserva as tradições pantaneiras e possibilita a preservação de espécies ameaçadas, como as onças pintadas.



        4. Vale do Pati, Chapada Diamantina 

Localizado na Chapada Diamantina, o Vale do Pati é um dos tesouros naturais do Brasil. Oferece aos visitantes a oportunidade de conhecer paisagens espetaculares, fazer caminhadas pelas trilhas que revelam a biodiversidade única da região, enquanto realiza uma interação autêntica com a comunidade local. 

Por que conhecer?


O ecoturismo desempenha um papel crucial na economia local, com turistas se hospedando e alimentando-se nas residências dos moradores e sendo a principal fonte de renda da região. Além disso, a região adota um modelo exemplar de sustentabilidade, onde as casas utilizam 100% energia solar para suas operações. 

  1. Bonito (MS): Considerado um dos principais pólos de ecoturismo do Brasil, Bonito é um verdadeiro paraíso para quem gosta de mergulhar em águas cristalinas, observar a fauna e a flora aquática, fazer trilhas e contemplar cachoeiras. Além disso, Bonito tem uma forte política de preservação ambiental, que controla o número de visitantes e cobra taxas de conservação.

Por que conhecer?

Na vanguarda do ecoturismo brasileiro, Bonito é um exemplo da migração do turismo tradicional para a alternativa sustentável, com a implementação de um sistema eficaz de controle de visitação, que garante a gestão turística responsável e consciente.


  1. Fernando de Noronha (PE): O arquipélago de Fernando de Noronha é um patrimônio mundial da UNESCO que encanta os visitantes com suas praias paradisíacas e sua biodiversidade marinha. Quem gosta de aventura pode explorar as águas cristalinas e observar de perto golfinhos, tartarugas, tubarões e peixes coloridos. Fernando de Noronha é um destino imperdível para os amantes da natureza e da beleza.

Por que conhecer?

A ilha promove educação ambiental por meio da observação da vida selvagem, oferecendo aprendizado prático e interativo sobre a preservação do meio ambiente.


  1. Lençóis Maranhenses (MA): Um dos destinos mais incríveis do Brasil, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses encanta os visitantes com sua beleza natural e singular. O parque abriga um ecossistema raro, formado por dunas de areia branca que se estendem por mais de 150 mil hectares e que, no período chuvoso, se transformam em lagoas de água doce, criando um contraste impressionante. 

Por que conhecer?

Garante um turismo que atua como motor econômico para as comunidades locais, melhorando suas qualidades de vida por meio do incremento de renda. Impulsiona o artesanato local, com destaque para produtos feitos de fibra de buriti, como bolsas e chapéus, tornando-os lembranças significativas e apoiando a economia artesanal. Proporciona guias credenciados pela ICMBio para entrar no parque que não apenas mostram o caminho, mas também protegem e cuidam deste lugar especial


PlanetaEXO conecta aventureiros e apresenta o Brasil para o mundo

Dedicada a conectar aventureiros com experiências de viagem sustentáveis, a PlanetaEXO apoia e promove práticas ecológicas, garantindo que seus passeios beneficiem tanto os clientes quanto os destinos explorados. 

Com clientes vindos de fora do Brasil, de diversos países ao redor do mundo, a PlanetaEXO demonstra o sucesso de seu compromisso em divulgar as belezas e a cultura brasileira internacionalmente. 

Essa diversidade de clientes reflete a universalidade e o apelo do ecoturismobrasileiro, e é um testemunho do empenho da PlanetaEXO em promover viagens responsáveis e experiências autênticas que transcendem fronteiras.

"Estamos orgulhosos de apresentar destinos que não são apenas incrivelmente belos, mas que também são exemplos de como o ecoturismo pode contribuir para a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável", afirma Lucas Ribeiro - CEO e fundador da marca.


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