BYD SHARK
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A General Motors passa a oferecer visitas guiadas à fábrica de São Caetano do Sul (SP), a unidade mais longeva da empresa no país. Pela primeira vez, será possível acompanhar de perto as etapas de produção dos modelos Chevrolet Tracker, Spin e Montana, que fazem parte do portfólio da marca no Brasil.
“No ano em que celebramos nosso centenário no Brasil, abrir a fábrica para visitas guiadas ganha um significado especial. É uma oportunidade de apresentar como produzimos, a tecnologia que empregamos e o compromisso com qualidade que orienta a GM há 100 anos”, afirma Michel Malka, diretor da fábrica de São Caetano do Sul.
O roteiro inclui áreas essenciais da manufatura, desde a confecção e soldagem da carroceria até a montagem final e inspeções de qualidade. A experiência foi desenhada para apresentar a operação industrial da GM de forma estruturada, informativa e segura.
A iniciativa também fortalece o compromisso social da companhia. Todas as contribuições das visitas serão destinadas ao Instituto General Motors, que apoia projetos de educação, inclusão e inovação em diversas regiões do País.
“Produzir com responsabilidade, eficiência e visão de futuro define a nossa trajetória. Esta ação conecta as pessoas à nossa história e ao que estamos construindo para os próximos 100 anos”, completa Malka.
As visitas acontecem às quartas-feiras, das 13h30 às 16h, com duração média de duas horas.
O agendamento prévio deve ser realizado pelo site: www.chevrolet.com.br/tour-
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As reservas podem ser feitas pelos e-mails comercial@trenpatagonicosa.
O Parque Bondinho Pão de Açúcar® passa a contar com uma nova experiência gastronômica: o Araá, restaurante instalado no Morro da Urca, diante de uma das vistas mais bonitas da Cidade Maravilhosa — a da Baía de Guanabara. O Grupo Cúpula, representado por Francesco Carnevale, Patric Gallo, Pedro Heiner e Raphael Franca – profissionais com ampla experiência em entretenimento –, está à frente do projeto. A novidade amplia o conjunto de vivências oferecidas aos visitantes do atrativo, unindo gastronomia, natureza e cultura em um dos cenários mais icônicos do Rio de Janeiro.
Com um conceito que celebra a brasilidade em sua forma mais autêntica, o Araá nasce inspirado na diversidade dos sabores nacionais, na força dos ingredientes nativos e no jeito brasileiro de receber. O ambiente, que terá capacidade para cerca de 200 pessoas, foi pensado para integrar paisagem e mesa, com pratos que valorizam técnicas contemporâneas e referências regionais – e vão utilizar ingredientes 100% brasileiros. O público encontrará drinks frescos e naturais, atmosfera acolhedora e visual inspirado no melhor da estética tropical em todos os momentos do dia, com opções de café da manhã, brunch, almoço e jantar.
“Estamos muito felizes em inaugurar essa grande celebração à culinária brasileira em um dos espaços mais icônicos do Rio de Janeiro e do Brasil”, aponta Pedro Heiner, Sócio do Araá. “O Araá nasce com a proposta de ser um passeio pelos nossos sabores e temperos, e com certeza não existiria lugar melhor para esse projeto que o Parque Bondinho – um dos principais passeios do país”, completa.
A proposta gastronômica do espaço combina ingredientes nativos, técnicas tradicionais e interpretações contemporâneas que celebram a diversidade e a afetividade da culinária brasileira. Nas entradas, o público encontra releituras como o Ceviche da Amazônia, marcado pela acidez e pelo tempero da região, e o pão de queijo com linguiça, que resgata o sabor mineiro. Entre os principais, destacam-se o Picadinho de Mignon, preparado em uma releitura que traduz afeto e tradição, o Bobó de Camarão, cremoso e aromático, que homenageia a força da culinária afro-brasileira, além de opções veganas. As sobremesas encerram a experiência com memórias afetivas: a cocada cremosa, típica do Nordeste, e a torta Romeu e Julieta, que exalta o encontro perfeito entre queijo e goiabada.
À frente da cozinha está o chef Joaquim Laborde — profissional com passagens pelo restaurante MEE, no Copacabana Palace, e pela Tartuferia Giapponese, projeto que uniu gastronomias japonesa e italiana em São Paulo. Há mais de uma década dedicado ao estudo profundo dos ingredientes e das tradições brasileiras, o chef imprime ao Araá uma visão culinária que valoriza identidade, território e emoção.
“O Parque Bondinho celebra a chegada do Araá, uma proposta que combina gastronomia, paisagem e brasilidade de uma forma muito especial. Nosso objetivo é que cada visitante viva uma experiência inesquecível, e essa chegada com certeza vai enriquecer a visita ao parque. Estamos muito felizes com a parceria e com tudo o que ela representa para cariocas e turistas”, aponta Gustavo Maciel, Gerente Geral do Parque Bondinho Pão de Açúcar®.
A chegada do Araá reforça o compromisso do Parque Bondinho em proporcionar experiências que vão além do passeio. A nova parceria une duas marcas alinhadas pela valorização da natureza, da cultura e da hospitalidade carioca, oferecendo ao público mais uma razão para permanecer, descobrir e viver o Morro da Urca de forma plena.
Serviço:
Restaurante Araá:
Horário: todos os dias, durante a operação do parque
Local: Jardim dos Discos, no Morro da Urca, ao lado do anfiteatro
Endereço:
Av. Pasteur, 520 - Urca
Horário de funcionamento:
Segunda a quinta das 08h30 às 20h (última entrada às 18h30)
Sexta a domingo das 08h30 às 21h (última entrada às 19h30)
Valor dos ingressos:
Bilhete Bondinho + Visita Guiada: R$250,00
Bilhete Promocional para Brasileiros* + Visita Guiada: R$215,00
Bilhete Bondinho Meia-entrada + Visita Guiada: R$157,00
Bilhete Bondinho: R$ 199,00 (inteira) / R$99,00 (meia)
Bilhete Promocional para Brasileiros*: R$155,00
Bilhete Estado RJ Adulto**: R$85,00 (adulto)
Bilhete Estado RJ Criança**: R$42,00 (3 a 12 anos)
Bilhete Acesso Rápido***: R$315,00 (inteira) / R$ 157,00 (meia)
Para a visita, a orientação é adquirir o bilhete antecipadamente no site. Todas as informações estão disponíveis no perfil oficial do Parque Bondinho no Instagram (@parquebondinho) ou no site oficial do Parque Bondinho.
*O bilhete Promocional para Brasileiros é promocional para adultos brasileiros e não é cumulativo com outros descontos.
**Abrangência: todo o estado do Rio de Janeiro.
***Às sextas, sábados e domingos, entre 14h e 18h: R$350,00 (inteira) / R$175,00 (meia)
São Bernardo do Campo, 26 de dezembro de 2025 - Apresentado oficialmente à imprensa em 15 de maio de 1980, o Volkswagen Gol é o carro nacional com mais história para contar. Ele foi protagonista, líder de vendas e referência para os concorrentes: o carro mais produzido, vendido e exportado na história do setor automotivo brasileiro. Mas, quem aí lembra do nascimento do Gol?
Lançado nas versões básica e L, ambas com motor 1.3l de 42 cv arrefecido a ar - derivado do Fusca -, o Gol se posicionava entre o Brasília e o Passat. Mal havia chegado ao mercado e, já em 1981, as versões S e LS embalavam um novo motor 1.6, também a ar, mas com dupla carburação e 51 cv. No ano seguinte, 1982, o Gol pegou carona na Copa do Mundo de Futebol e, uma nova versão, baseada na luxuosa LS, nascia para se tornar um dos modelos mais raros da família. A sofisticada configuração Copa, em homenagem à edição que foi sediada na Espanha, hoje é um dos modelos mais disputados pelos colecionadores.
E por falar em colecionador, quem aí ainda “vira o pescoço” quando passa um Gol GT na rua? Pois bem, a primeira versão esportiva do Gol nasce em 1984, estreando a era de motores de refrigeração líquida – no caso, um 1.8l de 99 cv que, mais tarde, equiparia o Santana. Era o começo de uma dinastia de esportivos nacionais.
O Gol já tinha uma carreira agitada quando, em 1985, tomou emprestada a frente (com faróis maiores e agora acompanhados da luz de direção) do Voyage e da Parati nas versões equipadas com motor arrefecido a água. Em 1986, os motores foram evoluídos e modernizados, nascendo a lenda AP 600 (Alta Performance).
O ano de 1987 foi um marco na história do Gol, que recebia sua segunda e mais profunda reestilização ao receber novos faróis, grade e lanternas, além de para-choques mais envolventes e rodas redesenhadas. Um novo esquema de nomenclatura - C, CL e GL - definia os níveis de acabamento e equipamentos, enquanto o GT era sucedido pelo mais apimentado GTS. Com sete anos de vida, o Gol assume a liderança no ranking de vendas.
Em outubro de 1988, o Salão do Automóvel revelou o primeiro carro brasileiro equipado com injeção eletrônica. Essa tecnologia estava debaixo do capô do já icônico Volkswagen Gol, nascendo assim a mítica versão esportiva GTi, já como modelo 1989. Dotado de motor 2.0l, dispunha de 120 cv de potência máxima e aceleração de zero a 100 km/h abaixo dos nove segundos, números inigualáveis na categoria.
O Gol atravessa a década de 1990 evoluindo em acabamento interno e design, ao mesmo tempo em que protagoniza o surgimento de uma nova categoria de automóveis: os 1.0l – quem não lembra do Gol 1000? Em 1993, o modelo chega à marca de 1.000.000 de unidades vendidas.
O Gol Copa, - olha ele aí outra vez -, reaparece em 1994 homenageando o maior torneio de futebol do mundo, agora sediado pelos EUA. Com um tom de azul similar ao do primeiro Copa e emprestando elementos do GTi, como as lanternas fumê, os faróis de longo alcance e o volante "quatro bolas", o modelo marca também o adeus da primeira geração – a segunda estreia em setembro e logo ganha o apelido “bolinha”.
O esportivo GTI (sim, agora com "i" maiúsculo) mantém sua aura agora com um 2.0l de 16V e 145 cv, importado da Alemanha. Em 1996, o último Gol 1000 “quadrado” deixa a linha de produção e, na virada para os anos 2000, surge o Gol “G3”.
Um novo século se abre e o Gol reafirma seu pioneirismo com uma versão 1.0l turbo, de 112 cv e 15,8 kgfm. Logo depois, mais especificamente em 2001, o hatch alcança 3,2 milhões de unidades comercializadas e assim ultrapassa o Fusca.
Foi a década do pioneirismo para a linha Gol. Depois do turbo, o pioneiro do total flex, em 2003, o Gol G5 e sua moderna plataforma PQ24 (2008) e o câmbio automatizado i-Motion (2009).
Em 2014, após um recorde de 27 anos seguidos no topo do ranking de emplacamentos, o Gol deixa liderança do mercado. Dois anos depois, passa por sua última cirurgia estética e recebe um moderno e econômico motor 1.0l, três-cilindros de 12V (82 cv).
E o Gol na Garagem Volkswagen?
São milhares de histórias, dezenas de marcos tecnológicos e de vendas e o Gol segue ainda na vida dos brasileiros, após 45 anos do seu lançamento. Um legado que é contado em partes na Garagem Volkswagen. A primeira versão, com motor 1.3l “a ar”, pintada na cor oficial do lançamento (vermelha) se tornou uma das relíquias mais importantes do acervo. Trata-se do primeiro Gol a obter a “placa preta”, um 1300 L 1980. Adquirido de um colecionador e restaurado pelo departamento de Desenvolvimento do Produto, este exemplar foi o protagonista da “Gol Fest”, celebração dos 30 anos da produção do modelo, realizada no Sambódromo do Anhembi (SP), em 2010.
Gol GTI
O ano de 1987 foi um marco na história do Gol, que recebia sua segunda e mais profunda reestilização ao receber novos faróis, grade e lanternas, além de para-choques mais envolventes e rodas redesenhadas. Um novo esquema de nomenclatura - C, CL e GL - definia os níveis de acabamento e equipamentos, enquanto o GT era sucedido pelo mais apimentado GTS. Com apenas sete anos de vida, assumia a liderança no ranking de vendas.
Mas seu ímpeto não parava aí: no Salão do Automóvel de 1988 estreava a versão GTi e seu 2.0l 8V de 120 cv e 18,4 kgfm de torque – o primeiro com injeção eletrônica a equipar um automóvel nacional. O modelo chegaria às ruas em janeiro redefinindo os conceitos do carro esportivo nacional.
Este exemplar 1993 pertenceu à frota de testes da Engenharia e anota apenas 26 mil quilômetros no odômetro.
Gol GII
Com o Brasil ainda entorpecido pelo tetracampeonato mundial de futebol, a Volkswagen lançou o Gol “GII”, em setembro de 1994. Instantaneamente apelidado de “bolinha”, o novo hatch experimentou nessa fase uma versão GTI com motor importado da Alemanha, uma série especial em homenagem aos Rolling Stones e a primeira carroceria com quatro portas.
Antes de sair de linha, um Gol 1999 CL 1.6, na cor Azul Cancun, foi transferido da linha de montagem diretamente para o acervo da empresa. Conta atualmente com aproximadamente 400 quilômetros rodados.
Gol Endurance
A proposta lançada no Salão do Automóvel de 2002 remetia aos feitos automobilísticos dos anos 1960 e tinha como objetivo promover o Gol, em uma grande jogada de marketing: quebrar o recorde mundial de Endurance (longa duração) na categoria. Foram poucos meses de preparação até que a marca fosse alcançada: o Gol estabeleceu, às 12h23 do dia 15 de janeiro de 2003 a marca de 25 mil km rodados
O local para a prova, nomeada Endurance VW, foi o Autódromo Internacional José Carlos Pace, em Interlagos. O trecho definido para o recorde foi o anel externo do circuito, com 3.108 metros de extensão.
Três unidades do Gol Power 1.6 foram escolhidas na linha de produção para o desafio. As únicas alterações realizadas foram a instalação de proteção no habitáculo dos veículos (“gaiola” de proteção) e de faróis auxiliares de longo alcance.
Foram nove dias de rodagem ininterrupta, durante os quais os carros só paravam para troca de pneus e pastilhas de freios e abastecimento, além de cumprir os períodos de revisão.
O primeiro Gol chegou aos nove mil km às 22h30 do dia 9 de janeiro. O segundo, que largou dia 10, estabeleceu a marca de 10 mil km às 17h04 do dia 13 de janeiro, após 3.218 voltas.
Após mais de oito mil voltas no circuito, o terceiro Gol chegava à marca de 25 mil km rodados em Interlagos. É esse o modelo exposto na Garagem VW, que está mantido com os adesivos originais do evento. A equipe era composta por 120 pessoas, entre técnicos, pilotos, fiscais e organizadores. Foram selecionados 15 pilotos, rodando cerca de 1h30. Os carros rodavam 24 horas, sempre no limite.
Gol GIII
Ao somar 3,2 milhões de unidades comercializadas, em 2001, o Gol bateu o recorde de vendas do Fusca. Quase simultaneamente, a versão GTI se aposentava.
Naquele mesmo ano, um Gol GIII equipado com motor 1.0l 16V representou o marco de 10 milhões de Volkswagen produzidos no Brasil. Saiu da linha de montagem direto para a coleção da companhia.
Gol GIV e G5
Maior reformulação na linha Gol ocorre em 2008, com o lançamento do G5. Baseado na moderna plataforma PQ25, emprestada do Polo, o hatch passava a contar com motores dispostos transversalmente e não mais longitudinalmente.
Antes de se despedir, um Gol GIV 2006, equipado com motor 1.6l, foi guardado para compor o acervo de modelos históricos da Volkswagen do Brasil.
Gol Vintage
Apresentado como carro-conceito na “Gol Fest”, evento realizado em 2010 que celebrou os 30 anos do modelo, o Gol Vintage foi tão aclamado que acabou virando série limitada.
Entre os diferenciais, numeração da unidade no painel, pintura bicolor, rodas exclusivas, faixas laterais com o nome da versão e interior seguindo a mesma temática branca e preta. Uma guitarra Tagima foi desenvolvida especialmente para o carro, dotada de um sistema de pré-amplificação interno que permitia conectá-la ao sistema de som do veículo por meio de uma entrada especial.
Em exposição, o conceito do Gol Vintage, zero-quilômetro, deu origem a série limitada.
Os chamados “aventureiros urbanos” viveram seu auge em 2000, e uma das principais expressões dessa categoria foi o Gol Rallye. De perfil off-road, o modelo surgiu em 2004, na terceira geração, foi reeditado em 2007, na quarta, e novamente relançado em 2010, já em sua quinta fase.
O apelo aventureiro não era apenas estético: a suspensão fora elevada em 28 milímetros, esticando para 171 milímetros a altura livre do solo, e era acompanhada de novas molas e amortecedores mais firmes.
A unidade exposta, que compôs a frota de testes da Engenharia, é de 2011 e registra aproximadamente 88.000 quilômetros.
Gol GT Concept
Produzido entre 1984 e 1987, quando fora substituído pelo lendário GTS, o GT foi mais do que o primeiro Gol esportivo, ao inaugurar na linha a refrigeração líquida – no caso o 1.8 de 99 cv que logo depois chegaria ao Santana. Formava-se ali a dinastia de hatches esportivos da marca.
Pois durante o Salão do Automóvel de 2016, o modelo ganhou uma releitura. Autoria do estúdio de Design da Volkswagen do Brasil, o Gol GT Concept foi o que podemos chamar de “show car”: pintura Cinza Volcano com detalhes vermelhos e teto em preto brilhante, rodas de 18 polegadas, faróis em LED e para-choques envolventes; na cabine, a esportividade estava nos bancos tipo concha, logo “GT” no painel, volante do Golf GTI, pedais e alavanca do câmbio revestidos em alumínio e solteiras das portas alusivas à versão. Foi um dos carros mais badalados no estande da Volkswagen durante o evento.
Gol Last Edition
Após 42 anos de produção ininterrupta na fábrica de Taubaté (SP) e depois de criar histórias com brasileiros e latinos de todos os cantos do continente, o Gol chega a sua última versão. Para honrar a despedida do carro mais produzido, vendido e exportado na história do mercado brasileiro, a Volkswagen apresenta a edição limitada Last Edition.
10 curiosidades, mesmo, sobre o Gol
1. Todos os modelos 1.3l “a ar” e alguns 1.6l também a ar tiveram o estepe alocado dentro do compartimento do motor. Com a chegada dos motores arrefecidos a água, o estepe foi realocado no porta-malas.
2. O Gol derivou uma família de modelos VW, revelando derivados que tomaram seus próprios caminhos e protagonismos, como o Voyage, a Saveiro e a Parati.
3. O primeiro Gol esportivo, GT lançado em 1984, já trazia motor 1.8l com quase 100 cavalos de potência máxima, mas ainda era equipado com câmbio de quatro marchas. A transmissão de cinco marchas entra na linha Gol em 1985, tanto para o GT, quanto para as versões “S” e “LS”.
4. Em 1987, a primeira reformulação estética, trazendo novos conjuntos óticos dianteiros e traseiros, novo capô do motor e nomenclaturas revistas (CL, GL e GTS) marca definitivamente o Gol como o carro mais querido do Brasil. A curiosidade, no entanto, é que o externo do carro evoluiu e o interno seguiu as mesmas linhas do modelo anterior 1986. O interior revisto, com o famoso painel satélite, novos acabamentos de painel de portas e bancos, surgiria no modelo 1988.
5. No final de 1988, já como modelo 1989, o Gol GTi inaugura de fato a era da injeção eletrônica no Brasil. Mas o sistema era analógico, tanto os comandos dos bicos injetores quanto da ignição. Claro que se comparado com os carburadores da época, o GTi era um show de tecnologia, referência de performance e até de baixo consumo de gasolina.
6. No lançamento do Gol GTi, algumas raras unidades foram equipadas com ar-condicionado de fábrica. Isso porque na época ninguém queria carro esportivo com a função, já que o equipamento “roubava” potência do motor. Hoje, eles são ainda mais raros.
7. Outro luxo, e hoje um equipamento praticamente de série em todos os veículos, a direção assistida, chega na linha Gol (e nas versões topo de linha) somente em 1994. E quase ninguém queria também, tornando estes modelos também desejo dos colecionadores.
8. O Volkswagen Gol se torna tão querido no Brasil que se dá “ao luxo” de ter duas versões esportivas convivendo, o GTS e o GTi.
9. O Gol GTi 16V se torna em 1996, o primeiro Volkswagen original de fábrica a superar a marca de 200 km/h de velocidade máxima.
10. Em 2003 o Gol inaugura a era dos carros “flexíveis” no Brasil, e no mundo. Trazendo motor 1.6, ele tinha capacidade de queimar gasolina e/ou etanol em quaisquer proporções.
O resto é história. Vida longa ao nosso VW Gol!