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sexta-feira, 6 de março de 2026

CEOs do Festuris participam do Foro Panrotas em São Paulo // CEOs de Festuris participan del Foro Panrotas en São Paulo



Os diretores executivos da Festuris – Feira Internacional de Turismo de Gramado, Eduardo Zorzanello e Marta Rossi, participaram do Fórum Panrotas 2026, realizado nos dias 3 e 4 de março em São Paulo. Considerado um dos principais encontros de executivos do turismo brasileiro, o evento reuniu executivos, especialistas e representantes de destinos e empresas para discutir tendências, inovações e estratégias para o setor.

Durante os dois dias do programa, Eduardo e Marta participaram dos principais painéis temáticos, que abordaram transformação de mercado, comportamento do consumidor, tecnologia, sustentabilidade e novas oportunidades de negócios. Sua participação também incluiu uma agenda repleta de reuniões estratégicas com importantes participantes do fórum.

Dentre as reuniões realizadas, destacaram-se aquelas relacionadas ao fortalecimento dos segmentos de turismo de luxo e esportivo, bem como discussões nas áreas de comunicação e marketing. 

Os CEOs também se reuniram com representantes de companhias aéreas interessadas em ampliar sua visibilidade na Festuris, além de líderes da República Dominicana, um destino caribenho, reforçando assim o prestígio internacional da feira.

Com Camila Goico, do escritório brasileiro de turismo, Gustavo Nappo, diretor de turismo para o Brasil, e Gabriel Cruz, responsável pela promoção turística da República Dominicana no Brasil.

Para Eduardo Zorzanello, a presença da Festuris no Fórum Panrotas é estratégica para fortalecer a presença institucional do evento. "Estar aqui é fundamental para expandir nossa rede de contatos com os tomadores de decisão do turismo brasileiro. 

Levar a marca Festuris a um ambiente como este reforça nossa posição como uma das principais plataformas de negócios do setor e nos permite antecipar as tendências que se refletirão na próxima edição da feira", enfatiza.

Marta Rossi também destaca o valor das conexões feitas durante o evento. “O Fórum Panrotas é um espaço de networking de altíssima qualidade. Tivemos agendas produtivas, reencontramos parceiros e abrimos novas oportunidades com destinos e empresas estratégicas. Essas conexões fortalecem a Festuris e ampliam as oportunidades de negócios para todos os participantes da feira”, observa ela.

A 38ª edição do Festuris será realizada em Gramado, de 12 a 15 de novembro de 2026. O tema deste ano é "relações reais que constroem o futuro". Marta e Eduardo esperam superar os números da edição anterior, que contou com 64 destinos internacionais, mais de 2.500 marcas e 17.000 profissionais.

Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon


Nº 1.391 — 6/3/2026



Novos Q3 e terceiro Hyundai

nacional estão confirmados


Produção da terceira geração do SUV compacto da Audi — Q3 e Q3 Sportback — já começou, em São José dos Pinhais (PR). Com chegada às concessionárias na segunda quinzena de maio, a marca alemã destaca linhas mais fluidas e superfícies planas. A tradicional grade do radiador hexagonal será mais larga e horizontal. Luzes de rodagem diurnas (DRL) acima e faróis LED Matrix mais abaixo. Teto terá curvatura bastante acentuada na versão Sportback. Na traseira, além de uma faixa luminosa abaixo das lanternas, os quatro anéis entrelaçados que identificam a marca serão iluminados.

Haverá renovação total do interior, inclusive sem as tradicionais hastes atrás do volante. Uma grande tela alta, panorâmica e curva integra o quadro de instrumentos de 11,9 pol. e a central multimídia de 12,8 pol. Estreiam Android Auto e Apple CarPlay. Além de novos materiais de acabamento, os bancos dianteiros são mais envolventes para garantir firmeza ao corpo em qualquer situação.

Anunciado faz quase um ano, quando comunicou a expansão da fábrica de Piracicaba (SP) para 215.000 unidades anuais, a Hyundai confirmou que lançará um novo produto posicionado entre o HB20 (continuará em linha) e o Creta. A marca sul-coreana nada abriu sobre data de lançamento (certamente ainda em 2026), nome do produto e nem tipo de carroceria. Somente acenou para algo entre um hatchback e um SUV, em termos de preço. Porém, as apostas se concentram entre duas possibilidades.

Uma indica tratar-se de atualização do i20 já lançado na Coreia do Sul, inclusive em versão híbrida. Contudo, há indicação também de outro produto, a nova geração do Bayon, um SUV compacto produzido na Turquia. Este modelo foi fotografado no exterior com disfarces.

GM também terá uma novidade para a sua fábrica de Gravataí (RS), no próximo trimestre. O novo SUV cupê Sonic, com base no Onix hatch, será posicionado abaixo do Tracker. Tera, Kardian e Pulse estão entre os alvos, em porte e preço. No segundo semestre, chegará da Argentina a picape intermediária Niagara, da Renault, com a mesma arquitetura do SUV Boreal e tendo como alvo principal a líder Toro. 


Em fevereiro, pequeno avanço em média diária de vendas


Não é propriamente para comemorar, mas o resultado de vendas em fevereiro deste ano, na referência de média diária, ficou um pouco melhor frente ao mesmo mês do ano passado. A diferença apontou um avanço de 5,3%: 9.700 unidades (2026) contra 9.200 unidades (2025). Este cenário, no entanto, precisa ser confirmado nos próximos meses.

Ao comparar o primeiro bimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, a comercialização subiu apenas 1% com a ressalva da influência negativa de veículos pesados (caminhões e ônibus somados) que enfrentaram um recuo severo de 23%. Em números absolutos foram emplacadas 355,7 mil unidades, em 2026 e 356,2 mil unidades, em 2025.

A picape compacta Strada manteve a liderança do mercado de veículos leves em fevereiro com 11.191 unidades. Na sequência, entre os 10 modelos mais vendidos, Polo, Mobi, Argo, Onix (diferença de apenas 28 unidades em relação ao quarto colocado), T-Cross, Tera, Kwid, HB20 e Creta.

Entre as marcas, Fiat e VW avançaram, enquanto Jeep e GM recuaram em fevereiro. De acordo com a compilação da consultoria Bright, o cenário do mês passado para as 10 primeiras colocadas foi este, em percentuais: Fiat (22,5); VW (16,5); GM (9,6); Hyundai (6,9); BYD (6,5); Toyota (5,9); Renault (5,4); Jeep (4,7); Honda (4,3) e Nissan (2,8%).

De acordo com a mesma consultoria, a participação nas vendas totais de modelos híbridos e elétricos somados foi de 15,2%, abaixo do resultado de janeiro. A tendência para os meses restantes de 2026 ainda não pode ser projetada. Contudo, minha previsão é que haverá uma certa acomodação para modelos elétricos e uma escalada mais firme dos três tipos de híbridos (básicos, plenos e plugáveis).  


Yaris Cross 1.5 Flex XRX: impressões iniciais


Por R$ 11.000 a menos no preço sugerido, na versão de topo, o Yaris Cross tem desempenho um pouco inferior à versão híbrida. Além do mesmo visual, que inclui teto solar panorâmico fixo, oferece bons materiais de acabamento, central multimídia de 10,1 pol. com Android Auto e Apple CarPlay e carregador por indução. Rodas de 18 pol. Falta o ajuste elétrico do banco do motorista. Garantia Toyota de 10 anos (cinco anos iniciais e mais cinco com revisões na rede da fabricante).

Tanto a versão flex quanto a híbrida flex dispõe do freio de estacionamento eletromecânico de imobilização e liberação automáticas nas paradas (auto-hold), dispositivo de série muito útil no para-e-anda do trânsito que todo carro com câmbio automático (no caso, um CVT de sete marchas) deveria oferecer.

Motor flex entrega 110 cv (G)/122 cv (E); 14,3 kgf·m (G)/15,3 kgf·m (E). Esses valores são inferiores à versão híbrida flex, antes avaliada em primeiras impressões também no Autódromo Capuava: 91 cv (G ou E) e 12,3 kgf·m (G ou E); motor elétrico, 80 cv/14,4 kgf·m; potência e torque combinados, 111 cv/15,3 kgf·m. Ao contrário do observado no híbrido flex, a versão apenas flex é mais silenciosa.

A Toyota não informou dados de desempenho de nenhum dos dois modelos. Todavia, a aceleração do híbrido é um pouco melhor em razão da ajuda do motor elétrico. Além disso, o flex convencional perde em consumo de combustível para o híbrido no uso urbano e rodoviário de acordo com o padrão Inmetro. Entretanto, o Yaris Cross Flex tem tanque de combustível maior (42 litros contra 36 litros do híbrido). E assim, no alcance, um perde e outro ganha. Flex vai melhor no uso rodoviário e o híbrido, no uso urbano, com etanol ou gasolina.

Preço: R$ 178.990.


BMW M135 xDrive com mais espaço e potência


A categoria dos chamados Hot Hatches (hatches de alto desempenho) ganha um modelo um pouco maior e desempenho superior. O destaque é o motor, já utilizado em carros de proposta semelhante da BMW: 2-L, turbo de duas volutas (melhora respostas do acelerador), 317 cv, 40,7 kgf·m e aceleração de 0 a 100 km/h em 4,9 s. Destaca-se pelo entre-eixos de 2.670 mm. O visual, embora algo exagerado em alguns aspectos, mantém o dom de atrair olhares por todos os lados. Alguns acessórios são opcionais, entre eles um aerofólio traseiro colocado sobre o defletor de teto. Porta-malas de 380 L, bem razoável para viagens de fim de semana.

Grade do radiador com contorno iluminado destaca-se em meio aos automóveis convencionais. Também atraem as duas saídas duplas de escapamento nos extremos do para-choque. No interior, enchem os olhos as telas curvas unificadas de 10,25 pol. no quadro de instrumentos e 10,7 pol. para a multimídia com fácil espelhamento para Android Auto e Apple CarPlay. Console central sem a tradicional alavanca de câmbio, substituída por um discreto joystick.

Bancos dianteiros do tipo concha com ajuste elétrico, teto solar panorâmico, carregador de celular por indução e forração em Alcântara seguem o alto padrão da marca bávara.

Preço: R$ 459.950.


Fiat do Brasil 50 anos: relembre as inovações ao longo de meio século. A marca liderou importantes transformações na indústria automotiva nacional, do 147 de 1976 até o Pulse e o Fastbach híbridos 2026

 

Fiat 147 Pikup 1978, primeira picape derivada de um automóvel

Em 2026, a Fiat do Brasil completa meio século de história. Desde sua chegada ao país, a marca não apenas se consolidou como protagonista da indústria automotiva, mas também deixou marcas profundas na vida de milhões de brasileiros ao ser pioneira em tecnologias e inovações que transformaram a mobilidade brasileira. Hoje, com orgulho, revisitamos algumas dessas conquistas que ajudaram a escrever capítulos inesquecíveis da história da Fiat do Brasil. 

Pouco depois, em 1978, surgiu a 147 Pick-up, a primeira picape leve derivada de um automóvel no Brasil, inaugurando um segmento que unia a praticidade de um carro com a versatilidade de uma picape. 


Fiat 147 de 1979 a álcool

Fiat 147 de 1976

Já no seu primeiro ano de existência, em 1976, a Fiat lançava o 147, um carro que fez história com a introdução de diversas inovações e pioneirismos. Ele foi lançado como o primeiro automóvel nacional com motor transversal, solução que otimizava o espaço interno e a eficiência mecânica, influenciando o design dos carros compactos. 

O modelo também foi o primeiro a adotar pneus radiais e para-brisa de vidro laminado, que aumentavam a segurança e o conforto dos ocupantes, além de ser o primeiro carro nacional com coluna de direção articulada, recurso que oferecia maior proteção ao motorista em caso de colisão. 


Uno 1984

Desenhado por Giorgetto Giugiaro, em 1984, o Uno consolidou o conceito de carro: pequeno por fora e grande por dentro. Um ano depois, em 1985, o Fiat Premio, a versão sedã do Uno, trouxe um marco tecnológico ao se tornar o primeiro automóvel nacional equipado com computador de bordo. 

_Fiat Uno Mille ELX (1994)

Essa inovação trouxe ao motorista informações em tempo real sobre o desempenho do veículo, como consumo e autonomia, antecipando a era da conectividade e do monitoramento inteligente. 

Com isso, o modelo não apenas elevou o padrão de sofisticação dos carros brasileiros para a época, mas também abriu caminho para uma integração cada vez maior entre tecnologia e experiência de condução. 

_Fiat Premio (1985)

O início de 1990, o Uno, trouxe duas inovações marcantes da Fiat do Brasil. Neste ano, o famoso Uno Mille era criado, tornando-se o primeiro Carro Popular do Brasil. Equipado com o motor 1.0, o Mille virou símbolo de acessibilidade e eficiência ao atender às novas demandas governamentais, voltadas para a economia de combustível. 

Fiat Uno Turbo (1994)

Quatro anos depois, em 1994, a Fiat lançou uma proposta completamente diferente, o Uno Turbo, o primeiro a sair de fábrica com motor turbo de série, introduzindo ao mercado uma tecnologia que elevava o desempenho e trazia esportividade ao carro.  


Antes dos motores turbos, em 1993, o Tempra foi o protagonista ao se tornar o primeiro carro nacional equipado com motor de 4 válvulas por cilindro, o famoso Tempra 16V. Essa inovação permitia uma melhor admissão e exaustão dos gases, resultando em maior potência, eficiência e desempenho, sem comprometer a economia de combustível. Vale destacar que o Tempra também foi responsável pela entrada da Fiat no Brasil no segmento de luxo, trazendo sofisticação e tecnologia para a gama da Fiat. 

Uno Mile 1990

Voltando para 1994, novamente com o Uno, a Fiat trouxe duas inovações que marcaram o mercado brasileiro. O Uno Mille ELX se destacou como o primeiro veículo popular equipado com ar-condicionado de fábrica, tornando acessível esse item de conforto que antes era restrito apenas a modelos mais caros. 

Fiat Tipo (1996)

No mesmo ano, a montadora passou a vender online por meio do Mille On Line, um sistema pioneiro de encomenda eletrônica de carros, que informava ao consumidor o dia exato da entrega e o valor do veículo. Essas iniciativas mostraram a capacidade da Fiat de democratizar tecnologia e comodidade, além de modernizar a relação entre fabricante e cliente. 

Fiat Tipo 2 (1996)

As inovações da marca continuaram em 1996. Neste ano, a Fiat se consolidou como pioneira em segurança automotiva no Brasil, com o Tipo sendo o primeiro carro nacional equipado com airbag, trazendo uma tecnologia que aumentava significativamente a proteção dos ocupantes em caso de colisão. 

Fiat Tipo 3 (1996)

No mesmo ano, o Palio inovou ao se tornar o primeiro carro 1.0 nacional a oferecer airbag e freios ABS de série, combinando acessibilidade com recursos avançados de segurança. Essas conquistas mostraram como a marca buscava democratizar tecnologias antes restritas a veículos premium, elevando o padrão de segurança dos modelos populares e influenciando toda a indústria automobilística brasileira. 

Fiat Tipo airbag (1996)

Dois anos depois, em 1998, a Fiat lançou o Marea equipado com motor 5 cilindros 20 válvulas. Essa configuração avançada proporcionava desempenho superior, maior potência e suavidade na condução. 

Fiat Siena (1998)

No mesmo ano, a marca surpreendeu novamente com o Siena, que se tornou o primeiro automóvel 1.0 nacional a contar com câmbio de seis marchas, inovação que foi desenvolvida para otimizar o desempenho de motores de baixa cilindrada, oferecendo maior eficiência energética e melhor aproveitamento da potência.  

Fiat Strada (1999)

Veículo mais vendido da América do Sul em 2025, a Strada já fazia sucesso em 1999. Neste ano, a picape foi a primeira do segmento a ter cabine estendida, oferecendo mais espaço interno e versatilidade. 

Fiat Brava(1999)

Essa solução ampliou o conforto dos ocupantes e inaugurou um novo padrão na categoria das picapes leves, que até então priorizavam apenas a robustez e o uso no trabalho. 

Fiat Palio Fire (2002)

No mesmo ano, a Fiat também inovou na forma de comercializar seus veículos ao lançar o Brava, que se tornou o primeiro automóvel nacional vendido pela internet. Essa iniciativa foi pioneira ao introduzir o comércio eletrônico no setor automotivo, permitindo que os consumidores realizassem a compra de forma digital, com mais comodidade. 

Fiat Stilo (2002)

Em 2002, a Fiat lançou o Palio Fire, que entrou para a história como o primeiro carro 1.0 flex do mercado, permitindo que o motorista abastecesse tanto com gasolina quanto com etanol. O modelo simbolizou uma revolução energética no Brasil, consolidando o etanol como alternativa viável e sustentável, trazendo luz a tecnologia flex para veículos populares.  

Fiat Stilo (2004)

No mesmo ano, a Fiat apresentou ao mercado o Stilo, que se destacou como o primeiro veículo fabricado no Brasil equipado com oito airbags, elevando os padrões de segurança em seu portfólio. Dois anos depois, em 2004, o Stilo novamente foi destaque ao ser pioneiro na tecnologia bluetooth, antecipando a era da conectividade nos veículos. 

Fiat Siena Tetrafuel (2006)

Já em 2006, a Fiat surpreendeu novamente com o Siena Tetrafuel, o primeiro carro do mundo produzido em série capaz de rodar com quatro tipos de combustível: gasolina, etanol, gás natural e gasolina sem etanol. Essa inovação inédita ampliou a versatilidade e a autonomia do veículo, mostrando como a marca estava na vanguarda da tecnologia e da sustentabilidade. 

Fiat SienaTetrafuel (2006)

Em 2009, a Strada novamente se destacou como pioneira em inovação. Ela foi a primeira picape com cabine dupla, oferecendo mais espaço e conforto para os ocupantes. 

Fiat Mio (2010)

Mais tarde, em 2013, ela ganhou cabine dupla com terceira porta, solução inédita que facilitava o acesso ao banco traseiro e reforçava a versatilidade do modelo. 

Strada Cabine Dupla (2009)

No ano de 2010, a Fiat lançou o Fiat Mio, o primeiro carro conceito do mundo desenvolvido sob a plataforma Creative Commons, que contou com participação colaborativa de milhares de pessoas, redefinindo o processo de criação automotiva.  

Strada terceira porta (2013)

Cinco anos depois, em 2015, a marca trouxe ao mercado o Novo Uno Evolution, o primeiro automóvel nacional equipado com o sistema Start&Stop, inovação que desliga o motor em paradas para reduzir consumo e emissões.  

Strada terceira porta (2013)

Responsável por revolucionar o segmento de picapes, a Toro chegou ao mercado em 2016, sendo a primeira com tampa traseira bipartida, também inaugurando uma nova categoria: SUP (Sport Utility Pick-up), combinando a robustez das picapes com o conforto e dirigibilidade dos SUVs. Neste ano, a picape completou 10 anos, sendo líder de vendas do seu segmento. 

Fiat Uno Evolution (2015)

Em 2022, a Fiat inovou com Fastback, que foi o primeiro SUV coupé da marca no país. Produzido no Polo Automotivo Stellantis em Betim, o modelo rapidamente se consolidou como um dos destaques da Fiat, combinando design arrojado, sofisticação e tecnologia. 

Fiat Toro (2016)

No mesmo ano, a Fiat apresentou o Pulse Abarth, primeiro SUV da marca preparado pela divisão esportiva Abarth no mundo.  

Fiat Fastback (2022)

No ano de 2024, a Fiat deu mais um passo importante em inovação ao lançar o Pulse e Fastback híbridos, ambos equipados com a tecnologia MHEV (Mild Hybrid Electric Vehicle), sistema que combina o motor a combustão com um alternador elétrico, capaz de auxiliar nas arrancadas, otimizar o consumo de combustível e reduzir emissões. 

Fiat Pulse Abarth 2022

A introdução dessa tecnologia no portfólio da marca representou a democratização da eletrificação leve no Brasil, trazendo ao segmento de SUVs compactos e médios uma solução acessível e eficiente.  

Pulse e Fastback híbridos (2024)

Ao longo desses 50 anos, a Fiat do Brasil não apenas acompanhou, mas liderou importantes transformações na indústria automotiva nacional. Cada inovação representa um passo rumo ao futuro, reafirmando o espírito pioneiro da marca e sua missão de tornar a mobilidade mais acessível, segura e inteligente para todos os brasileiros. 

Coluna VAMOS VOAR PELO MUNDO // TAAG adiciona cabine Premium Economy na rota São Paulo – Luanda no Boeing 787-9 // GE Aerospace e FAB avançam na implementação de suporte técnico para motores do caça Gripen // Azul cria voos diretos duas vezes por semana de Confins (MG) para Montevidéu, no Uruguai em avião Embraer E2 // Inter amplia benefícios exclusivos com inauguração de Sala VIP própria no Aeroporto Internacional de Fortaleza // KLM lança jogo online e levará ganhador para celebrar o King’s Day, em Amsterdã

TAAG/divulgação

TAAG adiciona cabine Premium Economy na
rota São Paulo – Luanda no Boeing 787-9

A TAAG Linhas Aéreas de Angola anunciou o retorno da cabine Premium Economy na rota São Paulo (GRU) – Luanda (LAD), disponível desde 1º de março de 2026, nos voos DT 747 e DT 748, operados com aeronaves Boeing 787-9 Dreamliner.


A Premium Economy volta a ser oferecida como uma alternativa intermediária entre as classes Econômica e Executiva, combinando maior conforto, serviço diferenciado e uma proposta de valor atrativa para passageiros que buscam uma experiência superior sem o custo da classe Executiva.


A aeronave Boeing 787-9 conta com capacidade para 313 passageiros, distribuídos em 16 assentos na Business Class, 21 na Premium Economy e 276 na classe Econômica. A configuração das cabines é de 1-2-1 na Business, 2-3-2 na Premium Economy e 3-3-3 na Econômica, garantindo mais espaço e comodidade aos passageiros da nova classe.


Para compras antecipadas, com 45 dias ou mais de antecedência, as tarifas da Premium Economy para o trecho São Paulo – Luanda – São Paulo partem de USD 1.500 (R$ 7.800) + taxas. Já para compras standard, realizadas com menos de 45 dias antes da viagem, as tarifas para o mesmo trecho partem de USD 1.750 (R$ 9.200) + taxas.


A partir de Luanda, capital de Angola, a companhia oferece conexões para nove cidades do continente africano: Cidade do Cabo e Joanesburgo (África do Sul), São Tomé (São Tomé e Príncipe), Windhoek (Namíbia), Maputo (Moçambique), Kinshasa (República Democrática do Congo), Brazzaville (República do Congo), Lagos (Nigéria) e Nairóbi (Quênia). Além disso, a TAAG conecta 12 províncias de Angola e opera voos para a Europa, com destino a Portugal.


Os bilhetes da classe Premium Economy estarão disponíveis nos canais de vendas habituais da TAAG: lojas, call center, aplicativo “flytaag”, website e agências de viagens parceiras. A companhia também oferece a opção de parcelamento em até 4 vezes sem juros para voos com origem no Brasil, válida exclusivamente para compras realizadas por meio de agências de viagens.


Atualmente, a TAAG opera quatro voos semanais entre São Paulo e Luanda, com partidas do Aeroporto Internacional de Guarulhos às segundas, quartas, sextas e domingos. Os passageiros também podem aproveitar a opção de stopover em Angola por até cinco dias, beneficiando-se da isenção de visto para cidadãos brasileiros, que podem permanecer no país por até 90 dias.

quinta-feira, 5 de março de 2026

Fenabrave: Eletra/Caio amplia a liderança no mercado de ônibus elétricos e responde por 60% dos emplacamentos do primeiro bimestre e prepara lançamentos para 2026


 

São Paulo, 5 de março de 2026 – Os ônibus elétricos de fabricação 100% nacional com tecnologia da Eletra, de São Bernardo do Campo (SP), e carrocerias Caio, de Botucatu (SP), ampliaram a liderança no mercado de veículos de transporte coletivo não poluentes.


A informação é da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos, entidade que reúne concessionárias e representantes, que nesta quarta-feira, 04 de março de 2026, divulgou o balanço de emplacamentos do primeiro bimestre do ano.


De acordo com a entidade, em janeiro e fevereiro de 2026, foram emplacados 91 ônibus elétricos no Brasil. Deste total, ainda segundo a Fenabrave, 52 unidades (57,14%) foram os veículos Eletra/Caio.


Somente em fevereiro de 2026, foram 83 ônibus elétricos de diversas marcas emplacados no Brasil. Deste total, 50 são Eletra/Caio, o que representa 60,24% do mercado.




No acumulado do ano, entre todas as marcas, o mercado de elétricos retraiu 31,58% em relação ao primeiro bimestre de 2025, quando foram emplacados 133 coletivos não poluentes.

Porém, fevereiro de 2026 registrou alta de 418,75% em comparação com as 16 unidades do mesmo mês do ano anterior. Já em relação aos oito ônibus elétricos emplacados em janeiro desse ano, a alta de fevereiro, segundo a Fenabrave, foi de 937,5%.


A diretora-presidente da Eletra Industrial, Milena Braga Romano, vê com otimismo o ano de 2026 para a eletromobilidade. A executiva explica que os resultados da Fernabrave reforçam a preferência por veículos de tecnologia brasileira.


“O operador e o gestor de transportes se sentem mais seguros ao optarem por modelos de tecnologia nacional, isso porque somente os ônibus desenvolvidos no Brasil têm capacidade de atender às reais necessidades das operações pelas diversas cidades que têm realidades diferentes e uma assistência técnica presente e próxima. Com a ampliação de linhas e recursos como os do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] da Mobilidade e com todo o apoio técnico que o Ministério das Cidades tem dado aos municípios, não tenho dúvidas de que 2026 será o Ano da Eletromobilidade Brasileira”, afirma Milena.




A diretora comercial da Eletra, Ieda Oliviera, revela que a marca prepara novidades para o ano: “Teremos lançamentos, a consolidação de investimentos em nossa planta de São Bernardo do Campo (SP) e as boas notícias aguardadas pelo mercado como um todo vamos tornar realidade. A Eletra é a única a oferecer tecnologia 100% nacional com todo um trabalho de consultoria, por meio do Eletra Consult, que vai desde antes da compra até a capacitação dos funcionários do operador. Além disso, não há no mercado nacional ônibus elétricos com a vasta possibilidade de personalização, como os modelos da Eletra”.


A Eletra está presente, além da capital paulista, onde lidera a maior frota de ônibus elétricos do Brasil, em sistemas como os de São José dos Campos (SP), Belém (PA), Salvador (BA), Porto Alegre (RS), entre outros.





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