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terça-feira, 23 de julho de 2013

ENQUANTO NO BRASIL A FABRICAÇÃO E A VENDA DE CARROS ELÉTRICOS ESTÃO NA ESTACA ZERO, O MUNDO AVANÇA NUM BOM RITMO NA SUBSTITUIÇÃO DE VEÍCULOS MOVIDOS A DERIVADOS DE PETRÓLEO PELOS NÃO POLUIDORES. A RENAULT-NISSAN ATINGE A MARCA DE 100 MIL VEÍCULOS EMISSÃO ZERO COMERCIALIZADOS NO PLANETA, SENDO O PRINCIPAL O MODELO LEAF.



O grupo Renault-Nissan atingiu uma marca de grande significado para a preservação do meio ambiente no Planeta ao atingir a venda de 100 mil automóveis elétricos.

Esse número representa cerca de
 124 mil toneladas de CO2 que deixaram de poluir o ar que respiramos e gerou uma  economia total de 53 milhões de litros de petróleo. 

Os veículos elétricos da marca franco-nipônica percorreram aproximadamente 841 milhões de quilômetros em modo “Zero Emissão”, que dariam para completar mais de 20 mil vezes a volta ao redor da Terra. 

No Brasil, os governos até hoje não incentivam a compra de carros elétricos. No Rio de Janeiro, há dois táxis Nissan Leaf em teste apoiados pela Petrobras, mas fica por aí. Projetos de lei que tramitam pelo Congresso Nacional estão engavetados.

“Foi dada a largada para a era do veículo Zero Emissão produzido em larga escala”, declarou Carlos Ghosn, CEO da Aliança Renault-Nissan, ao prever que o desenvolvimento das infraestruturas de recarga deve permitir um aumento na demanda; por isso, reafirmamos nosso compromisso de longo prazo em favor da tecnologia Zero Emissão.”

A Aliança Renault-Nissan vendeu mais veículos Zero Emissão que todas as outras grandes montadoras de automóveis juntas.

O primeiríssimo veículo elétrico vendido pela Aliança foi um Nissan LEAF, adquirido em dezembro de 2010, no lançamento do veículo, por Olivier Chalouhi, um engenheiro do Vale do Silício, na Califórnia.



O veículo de número 100.000 foi entregue no início deste mês a Allison Howard, estudante de mestrado da Universidade Kennesaw em Atlanta, no estado americano da Geórgia, que utiliza seu novo Nissan LEAF para ir à universidade.


“O LEAF é oferecido a um preço extremamente interessante”, explica Allison Howard. "Para uma estudante como eu, ele é acessível, além de ser muito agradável de dirigir. Como é um veículo totalmente elétrico, não tenho gastos com combustível, o que é perfeito para um estudante”, confessou. 

Para saber mais sobre os compradores de veículos elétricos Renault-Nissan e a importante etapa representada por este 100.000 o veículo vendido, clique neste link para assistir ao video:
http://www.media.blog.alliance-renault-nissan.com/news/4380.

Nissan LEAF – o carro 
elétrico mais vendido no mundo


Mais de 71.000 condutores adquiriram um Nissan LEAF, o veículo elétrico mais vendido no mundo. O LEAF representa mais da metade das vendas mundiais de veículos totalmente elétricos.


O Nissan LEAF foi eleito Carro Mundial do Ano em 2011, Carro Europeu do Ano em 2011 e Carro do Ano no Japão em 2011-2012.

Mais de 80% dos compradores do LEAF já dirigiam carros de outra marca, o que faz do LEAF um dos “veículos de conquista” mais inovadores do mercado.


A maioria dos felizes proprietários disse que seu LEAF, que não consome uma única gota de gasolina, substituiu um carro comum para uso diário.


Os principais mercados do Nissan LEAF são os Estados Unidos, com aproximadamente 30.000 exemplares vendidos, o Japão (28.000) e a Europa (12.000).

Nos Estados Unidos, o LEAF está entre os 10 veículos mais vendidos em São Francisco, Seattle e Honolulu.



Ele também está entre os 10 modelos mais vendidos na Noruega. Trata-se do modelo Nissan mais vendido (mais de 4.600 unidades desde 2011). 

Na Noruega, os veículos elétricos são isentos de imposto sobre o valor agregado e de pedágio, podendo utilizar os corredores de ônibus, além de disporem de estacionamento gratuito.

Renault – líder europeu, com uma gama completa de veículos elétricos


A Renault vendeu aproximadamente 30.000 veículos elétricos desde o final de 2011, quando do lançamento de seu primeiro modelo, o Kangoo Z.E., eleito Veículo Utilitário Internacional em 2012.

A Renault é atualmente número um do mercado europeu de veículos elétricos, com 61% de participação de mercado.

Os primeiros mercados de veículos elétricos Renault são a França, a Alemanha e a Itália.




Além do Kangoo Z.E., a Renault oferece também o sedan Fluence Z.E., o Twizy, um quadriciclo urbano de dois lugares, e o compacto ZOE, lançado no início do ano.



O Twizy é atualmente o modelo Renault mais popular, com aproximadamente 11.000 unidades vendidas desde seu lançamento, no início de 2012.

O Renault ZOE dispõe de uma autonomia de 210 km (NEDC). Na França, ele é vendido a partir de 13.700 euros (locação de bateria não incluída), considerando o bônus de 7.000 euros concedido pelo governo. 

Comercializado em toda a Europa desde o segundo trimestre, o ZOE já teve aproximadamente 5.000 exemplares vendidos.

Para um futuro Zero Emissão


A frota de táxis em Nova York conta com um número elevado de carros elétricos, ao contrário da realidade no Brasil.

Líder mundial em veículos elétricos, a Aliança se mantém totalmente mobilizada para um futuro Zero Emissão, com veículos que podem ser recarregados a partir de fontes totalmente renováveis


Em todos os pontos de venda que oferecem veículos recarregáveis, a energia é armazenada em uma bateria de íon-lítio aprovada segundo todas as normas ambientais e de segurança. 

Os veículos podem ser recarregados em qualquer posto de recarga da rede ou ser totalmente recarregados durante a noite na residência do condutor, em uma garagem ou estacionamento.

Para acelerar a adoção do veículo elétrico em todo o mundo, a Aliança Renault-Nissan trabalha em colaboração com poderes públicos, distribuidoras de energia e todas as partes envolvidas na implementação de uma rede de postos de recarga para permitir que os motoristas recarreguem até 80% da capacidade de suas baterias em menos de 30 minutos.

O Nissan Leaf tem também um modelo esportivo.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O PRIMEIRO MOTOR MULTIAIR FLEXÍVEL CHEGA NA LINHA 2014 DO FIAT 500


Sempre atenta às necessidades e demandas de seus consumidores ao redor do mundo, a Fiat acaba de trazer uma novidade para o seu ícone mundial: a linha 2014 do Fiat 500 chega ao mercado brasileiro com o primeiro motor MultiAir Flex, em agosto, quando serão divulgados os preços das versões. 


Este propulsor reconhecido e premiado mundialmente ganha agora a tecnologia flexível para, além de satisfazer o desejo do consumidor, também confirmar a preocupação da marca com o meio ambiente – a Fiat registrou pelo sexto ano consecutivo o menor nível de emissões de CO2 na Europa entre as marcas de automóveis mais vendidas, certificado pela empresa Jato Dynamics.


O Novo Fiat 500, produzido no México e lançado no Brasil em 2011, é sucesso de mercado e de público. 

Desde setembro/2011 (início de vendas no mercado nacional) até junho/2013 já foram comercializadas mais de 24.000 unidades. 


E, na pesquisa realizada com seus primeiros compradores, o resultado confirma o quanto ele é amado pelos seus proprietários. 


Entre os atributos de maior satisfação, o modelo tirou nota máxima em tamanho, facilidade de estacionar/manobrar, estilo e design, tanto externo como interno.


Todo esse sucesso não é só pelo seu carisma e design único, mas também por toda a tecnologia presente no modelo, já que o Fiat 500 privilegia muito o conforto e a segurança dos passageiros. 

Entre os itens podemos destacar alguns, como ESS (sinalização de frenagem de emergência), freios com sistema ABS e EBD, ASR (controle de tração), ESP (controle de estabilidade), Hill Holder, Isofix e até sete air bags.


O novo motor MultiAir Flexível
O grande destaque da nova gama 2014 do Fiat 500 é o novo motor MultiAir 1.4 16V Flex que agora equipa as versões Sport Air e Cabrio Air do modelo. 

Este novo motor foi desenvolvido e calibrado pela equipe de Engenharia Powertrain da Fiat em Betim (MG). 


O propulsor, agora capaz de queimar também etanol, alia o prazer de dirigir, incremento de desempenho e economia de combustível da tecnologia MultiAir, à flexibilidade de um motor bicombustível. 

O grande desafio para o desenvolvimento deste motor bicombustível foi o aumento da taxa de compressão (que cresceu em 8%) e a nova abordagem em relação à admissão do ar, controlada eletronicamente através das válvulas de admissão, uma tecnologia diferenciada do MultiAir.


Este novo propulsor é resultado de quase 15 mil horas de desenvolvimento, envolvendo mais de 10 mil horas de testes de confiabilidade em dinamômetro, e cerca de 1 milhão de quilômetros rodados em provas de durabilidade, confiabilidade e aplicação. 

O projeto utilizou mais de 30 motores protótipos para testes em dinamômetros no Centro de Engenharia da Fiat, em Betim (MG). 




Técnicas computacionais de softwares de calibração e, principalmente de análise de combustão (a característica de queima do etanol é diferente da combustão da gasolina) permitiram uma perfeita calibração de injetores e curva de ignição, para qualquer relação de combustível entre E-20 (gasolina brasileira) até E-100 (etanol puro).

Com a taxa de compressão mais alta (11,7:1) para otimizar também a queima do etanol, foram necessárias mudanças em alguns componentes. 


O novo MultiAir 1.4 16V Flex possui modernos pistões de baixo atrito e, para suportar o uso de etanol, ele traz ainda novas bronzinas e junta do cabeçote, ambas de origem no motor T-Jet. 

A nova junta de cabeçote é metálica e com multicamadas, que garante a vedação em altas pressões de combustão.


Outra alteração do motor MultiAir Flex foi a adoção do coletor de aspiração com quinto bico injetor para partidas a frio mais eficientes. 

A pulverização de combustível efetuada ganha em eficiência, pois este injetor de gasolina também é controlado eletronicamente. 

Se comparado aos sistemas tradicionais, principalmente na dosagem de gasolina na partida, este quinto injetor do MultiAir Flex garante ainda enormes benefícios na dirigibilidade a frio e menor emissão de poluentes. 


E, em função do uso do novo coletor, novos chicotes de motor também foram empregados no propulsor.

Outros componentes que são novos em relação ao motor MultiAir gasolina são as velas e os injetores. 

As velas do propulsor flex possuem características para a nova condição de temperatura a fim de funcionar também com etanol, além de tratamento superficial da rosca da vela para melhor proteção contra corrosão. 


Enquanto os novos injetores da família EV6P, já validados para outros motores flex, são de maior vazão, característica exigida na queima do etanol. 

Com as alterações para se tornar flex, o Fiat 500 SportAir chega aos 105 cv de potência e torque máximo de 13,6kgfm com gasolina e 107 cv com torque de 13,8kgfm quando alimentado com 100% de etanol.


Tecnologia MultiAir 
Ela chegou ao mercado brasileiro com o Fiat 500, a partir de 2011. O MultiAir é um sistema eletro-hidráulico de acionamento das válvulas, que permite um controle dinâmico e direto do ar admitido pelo motor, controlando também indiretamente a combustão, cilindro a cilindro e ciclo a ciclo. Tudo gerenciado eletronicamente. 

Graças ao controle da quantidade de ar admitida nos cilindros, o MultiAir oferece como principais benefícios a redução de emissões e de consumo de combustível, aumento de potência máxima e torque, além de melhor resposta dinâmica e prazer em dirigir. 


Na maioria do motores, a massa de ar admitida nos cilindros é controlada principalmente pela abertura da válvula tipo borboleta do acelerador e também pela abertura total e constante das válvulas de admissão. 

No MultiAir, a admissão do ar é muito mais precisa, controlada eletronicamente através das válvulas de admissão. 


Desde seu lançamento na Europa, a tecnologia MultiAir vem sendo contemplada internacionalmente com diversos prêmios.

Este novo motor Flex do Fiat 500 pode receber câmbio manual de 5 marchas ou automático sequencial de 6 marchas do fabricante AISIN.



O câmbio automático sequencial de seis marchas traz novos ajustes na linha 2014, oferecendo o máximo de conforto e prazer ao dirigir com menos consumo de combustível. 

Veja abaixo as funções que foram otimizadas:
• Kick-Down: reduz rapidamente as marchas em caso de retomada;




• Brake Assistant: reduz automaticamente as marchas em freadas bruscas;

• Sensor Up-Down Slope: para adaptação das marchas do veículo à inclinação;

• Função Cornering: inibe o avanço das marchas em curvas de baixa aderência;

• Função Fast-Off: impede a “subida” de marcha quando o condutor tira o pé rapidamente do acelerador.

A tecnologia também está muito presente no prazer a bordo de um Fiat 500. 

Veja alguns dos destaques abaixo:
Direção elétrica Dual Drive. Ela substitui a tradicional direção hidráulica, tornando a condução mais leve e facilitando as manobras.

Função SPORT
Com ela o motorista pode escolher dois modos de direção: o modo normal, ou o modo Sport. 

Com a função Sport acionada, a direção se torna mais firme, adequada a uma condução esportiva. O motor responde mais rapidamente ao comando do acelerador.

Teto solar elétrico do tipo Sky Wind. Uma lâmina ocupando quase todo o teto compõe o Sky Wind do Fiat 500. 

Essa construção permite modular a luminosidade e a ventilação no habitáculo. Ao apertar o botão, em sete segundos o vidro se abre.

Até sete air bags
O novo Fiat 500 vendido no Brasil pode possuir até sete air bags: dois na frente, dois window bags, dois side bags e um knee bag. 

Este último evita lesões aos joelhos do motorista em caso de impacto.

ESS (Emergency Stop Signaling, ou sinalização de frenagem de emergência). 

Em uma frenagem brusca, as luzes indicadoras de direção são acionadas de forma intermitente, avisando outros motoristas da situação e ajudando a evitar colisões.

Hill Holder. O dispositivo proporciona segurança e conforto, pois, com o carro parado em uma via inclinada, a pressão no circuito de freio é mantida por alguns segundos após o motorista liberar o pedal de freio. 

Assim, o veículo não desce enquanto o motorista controlar a embreagem corretamente, garantindo uma arrancada fluida e segura.

ESP (Eletronic Stability Program ou controle de estabilidade) 
Analisando parâmetros como giro do volante, posição do pedal do acelerador e velocidade, o sistema calcula a trajetória desejada e a compara com a trajetória real do veículo, com base na leitura dos sensores de giro das rodas e acelerômetros. 

Se houver diferença, o sistema controla a frenagem em cada roda e o torque do motor a fim de estabilizar o carro.

ASR (Anti Slip Regulation ou controle de tração) 
Sistema de controle de tração é parte integrante do ESP. Ele impede que o veículo derrape na partida ou em outras situações. 

Pode ser desativado através de um botão localizado no painel ou próximo ao câmbio nas versões Dualogic® e Automática.
Pacote Áudio Premium ALPINE
Este sistema de áudio proporciona excepcional clareza de vozes e instrumentos mesmo em volumes mais altos. 

A qualidade do áudio se faz notar do mesmo modo na parte dianteira e traseira do veículo. A marca japonesa ALPINE é líder em sistemas de som e entretenimento para automóveis no mundo.

O pacote é composto por dois tweeters, um em cada coluna “A”; dois woofers High Motor Force de neodímio, um em cada porta; dois alto-falantes de longo alcance, um em cada painel posterior; um woofer abaixo do banco dianteiro direito; e amplificador com sete canais de equalização personalizada localizado no porta-malas.

ISOFIX
Este novo padrão de fixação de cadeirinhas infantis vem sendo adotado na América do Norte, Europa e Japão. 

O novo Fiat 500 comercializado no Brasil inclui o ISOFIX de série em todas as versões.

A nova gama 2014 do Fiat 500
Na linha 2014, o novo Fiat 500 está disponível em cinco versões. São duas motorizações e três tipos de câmbio, em três níveis de acabamento. 

Conheça-as:
Cult e Cult Dualogic
Motor 1.4 EVO Flex 

Potência 
85 cv / 5.750 rpm (gas.)
88 cv / 5.750 rpm (etanol)

Torque
12,4 kgfm / 3.500 rpm (gas.)
12,5 kgfm a 3.500 rpm (etanol)

Sport Air, Sport Air Automático e Cabrio Air
Automático
Motor MultiAir 1.4 16V Flex

Potência:  
105 cv / 6.250 rpm (gas.)
107 cv / 6.250 rpm (etanol)

Torque
13,6 kgfm / 3.850 rpm (gas.)
13,8 kgfm / 3.850 rpm (etanol)

Garantia no Pós-Vendas + Clube L’único
O Fiat 500 tem garantia de dois anos e atendimento Confiat durante este período em toda a rede Fiat, com 600 concessionários e pontos de assistência em todo o Brasil.

Todos os clientes 500 também contam com o privilégio de participar do Clube L’único. Entre as várias comodidades deste programa estão os serviços de reservas de hotéis, restaurantes, shows, mais o serviço de Leva e Traz, com reboque ou motorista qualificado, para as revisões, manutenções, instalações de acessórios ou qualquer emergência.



A BENTLEY CONTRARIANDO TODA A SUA TRADIÇÃO DE PRODUZIR AUTOMÓVEIS DE PASSEIO, FABRICOU UM CARRO DE CORRIDA: 330 KM/H, TRAÇÃO INTEGRAL PERMANENTE E QUE CHEGA DE 0 A 100 KM/H EM 4,2 SEGUNDOS. TUDO ISSO EM MEIO AO MAIS ALTO LUXO, CONFORTO E SEGURANÇA. O PREÇO É APENAS PARA ALGUNS, POUCOS: R$ 860 MIL, SEM IMPOSTOS.




Ao contrário do que muita gente pensa, a Bentley não é apenas uma marca de automóveis inglesa de tradição que fabrica carros de luxo, de passeio que tem como maior concorrente a Rolls Royce.


A Bentley decidiu mostrar que sabe fabricar carros velozes, sem a perda do conforto, estabilidade e mantendo-se fiel às suas tradições. 


O novo Bentley Continental GT Speed que precisa apenas 4,2 s para chegar de 0 a 100 km/h, com motor de 625 cv.

Os Bentley jamais foram automóveis de alto desempenho, mesmo que grande parte deles somente circule em tranquilo ritmo de passeio.

No seio da Bentley, estes modelos de especiais recebem uma designação que não podia ser nem mais simples, nem mais objectiva: Speed, a palavra inglesa cuja tradução literal é velocidade e que sintetiza o caráter especialmente rápido do modelo que o recebe. 



Não foi a primeira vez que Bentley fabricou realizar um carro dessa natureza. Em 1923, quando W.O. Bentley, o fundador da marca que leva o seu nome, decidiu atender os desejos de alguns clientes mais exigentes, propondo-lhes o ‘modelo Speed de três litros’, mais musculoso que o normal graças à aplicação de carburadores de corpo duplo e do aumento da taxa de compressão.

A marca, volta, nove décadas depois, com o novo e revolucionário Continental GT Speed, apresentado no final do ano passado, o mais rápido Bentley de sempre.

O Continental GT Speed é um elegante coupé 2+2 - sigla que designa os coupés com dois lugares suplementares atrás, que embora reais, não oferecem espaço para dois adultos.


A otimização do motor W12 permitiu, por um lado, elevar a potência de 575 para 625 cv, obtidos no mesmo regime de funcionamento, às 6000 rpm, subindo ainda o binário máximo para 800 N.m, que são atingidos às 2000 rpm e se mantém praticamente até às 5000 rpm; por outro lado, a adoção de uma nova caixa automática de oito velocidades construída pela ZF permitiu ainda baixar cerca de 12% as emissões de CO2 e os consumos, para uma média combinada de 338 g/km e 14,5 litros/100 km, valor que confere uma autonomia média de 620 km. 


Todavia, os 90 litros do depósito de combustível conseguem ser gastos em não muitos quilómetros, menos de metade até, dependendo do peso do pé no acelerador, a resposta vem no roncar do motor W12 que garante 5,5 quilômetros em um minuto, com muita segurança dada pelo sistema de tração integral, que mesmo privilegiando a entrega de binário no eixo traseiro - numa proporção máxima de 40/60 por cento de binário, respectivamente para o eixo dianteiro e traseiro -, para não reprimir o prazer das sensações de uma condução rápida, sem colocar em risco a segurança.



O Continental GT Speed atingir os 100 km/h 4,2 segundos, aos nove segundos chega aos 160 km/h e daí até à velocidade máxima, de 330 km/h - controlados electronicamente - é um instante.

Bentley Continental GT Speed, num minuto percorre cerca de 4,5 km. 
um luxo endiabrado, de um motor acionado pelo botão ON instalado na console central — coberto de madeira genuína onde sobressaem algumas aplicações em alumínio escovado —, o som libertado por este motor de 12 cilindros em W com seis litros é um apelo a acelerar e quebrar todas as regras. 


Ficha técnica
Motor: 12 cilindros em W, 6,0 litros, biturbo
Potência: 625 cv/6000 rpm Binário 800 N.m/2000 rpm
Transmissão: Integral permanente, caixa automática de oito velocidades 
Peso: 2320 kg 
Mala: 358 litros
Depósito: 90 litros
Velocidade máxima: 330 km/h
Aceleração: 0-100 km/h 4,2 segundos
Consumo médio anunciado: 14,5 l/100 km
Emissões CO2: 338g/km
Preço: €292 810 (R$ 860 mil, sem impostos incluídos)



CENTRO DE LOGÍSTICA DA RENAULT, EM CURITIBA, COLOCA O PAÍS NA ROTA MUNDIAL DO FORNECIMENTO DO GRUPO. A MARCA GARANTE QUE 80% DAS PEÇAS UTILIZADAS NO BRASIL SÃO PRODUZIDAS NO PAÍS.

A finalização das obras no Complexo Ayrton Senna, em março deste ano, elevou a capacidade instalada da Renault de 280 mil para 380 mil veículos anuais.

Esse salto de produção, somado ainda à produção anual de quase 400 mil motores, faz com que cresça também a necessidade de incrementar a cadeia de fornecimento de componentes.

Hoje, 80% das peças utilizadas pelas fábricas da Renault são produzidas no País, provenientes de 246 fornecedores.

Já os demais 20% vêm de fornecedores localizados nos 4 continentes e, para chegarem ao seu destino final, contam com um sistema inteligente de logística cuja sigla é ILN (International Logistics Network), um centro de distribuição de peças responsável pela importação e exportação de componentes, em todo o mundo.

Em operação desde 2000 e comandado pela diretoria de Supply Chain das Américas, o ILN Curitiba colocou o Brasil na rota mundial de fornecedores do Grupo Renault, articulando-se a uma rede formada por outros sete centros logísticos.

Situados em posições estratégicas ao redor do mundo - França, Espanha, Turquia, Argentina, Romênia, Índia e Coreia do Sul - estes centros dão suporte logístico a todas as 38 unidades de produção do Grupo Renault presentes em 29 países.

Também vale lembrar que essa inteligência logística contribuiu, de forma decisiva, para que, em 2012, a Renault produzisse no País mais de 254 mil veículos e exportasse cerca de 54 mil, entre os quais os modelos Sandero, Duster, Logan e Master.

Também foram exportados mais de 135 mil motores, o que corresponde a cerca de 40% da produção local.

Competitividade
Criado em 1975, na França, sob o nome de Centre CKD (Complete Knock-Down), o conceito de ILN passou por uma série de evoluções – e inovações – que hoje define a rede internacional de logística responsável por dar suporte ao desenvolvimento internacional de todo o Grupo Renault.

Atualmente, os oito centros ILN estão em permanente conexão, buscando, em todo o mundo, os fornecedores que oferecem as melhores condições de produção, considerando não apenas a qualidade do produto – que deve obedecer aos rígidos padrões de exigência da marca - mas também aspectos como custo e tempo da operação logística.

Estar preparado para atender esse mercado é, ao mesmo tempo, uma estratégia e um desafio para a Renault do Brasil e cada um dos seus 246 fornecedores, entre os quais 138 que atendem o mercado externo.

As cerca de mil e quinhentas diferentes peças, produzidas em todas as regiões brasileiras e enviadas, em 2012, para os mais variados destinos, refletem o trabalho desenvolvido junto aos fornecedores locais.

Foi esse trabalho que possibilitou, por exemplo, que o quadro de instrumentos, produzido no interior de São Paulo, seja montado no Duster produzido na Rússia.

Da mesma forma que os componentes do Media Nav, do Duster fabricado no Brasil, vêm da Alemanha, Coreia do Sul e China.

Resultado da sinergia entre múltiplas áreas – engenharia, compras e ILN – o abastecimento das plantas, em todo o mundo, é essencial para o desenvolvimento de veículos preparados para o mercado global, trazendo o que há de mais moderno em termos de inovação tecnológica, design e segurança.

Confiabilidade
Outro ponto de destaque nessa operação de logística é o armazenamento e estoque dos componentes, essencial para a área de Pós-Venda.

Afinal, tão importante quanto não parar a linha de montagem é garantir a reposição de peças e o atendimento ao cliente num prazo de tempo adequado.

Desta forma, acompanhar o fluxo e o nível dos estoques também faz parte da rotina dos mais de 6 mil profissionais que atuam na área logística da Renault, nos ILN em todo o mundo, contribuindo para que os consumidores tenham, em todos os países, os carros que os engenheiros e designers projetaram.

ILN em números
Contêineres importados em 2012 com destino a São José dos Pinhais: 8.984;

Contêineres exportados em 2012 com destino à França, Romênia, África do Sul, Índia, Colômbia, México: 2.270 contêineres e 894 caminhões (com destino à Argentina);

Fornecedores brasileiros: 246, entre os quais 138 que atendem o mercado externo;

Volume transportado pelos centros ILN em 2012: 3.849.174m³

MINI PORTUGAL LANÇA PROMOÇÃO NOT NORMAL CHALLENGE NO FACEBOOK. O VENCEDOR GANHARÁ PRODUTOS LIFESTYLE DA MINI. VEJA COMO PARTICIPAR


Aventureira e irreverente. São estas as características que definem NOT NORMAL CHALLENGE, um desafio lançado pela MINI Portugal no mundo virtual que, até 31 de Outubro, põe à prova os participantes, através do Facebook e de dispositivo com leitor de QRCode. 

O vencedor terá ao dispor, durante sete meses, vários modelos da família MINI para conduzir.

Procurar e coleccionar os QRCodes e símbolos NOT NORMAL nas plataformas de comunicação MINI (site e facebook da marca, publicidade em imprensa, mupis, concessionários, eventos, entre outros) é objectivo desta acção integrada na recém-lançada campanha NOT NORMAL.

Para iniciar o desafio basta ao participante fazer login no seu perfil de Facebook, através da página www.notnormalchallenge.com

Cada QRCodes e símbolos NOT NORMAL equivale a pontos, sendo que os mais difíceis de encontrar são mais valiosos.

O grande vencedor será quem juntar mais pontos e todos participantes que chegarem aos 1500 ganham um conjunto de produtos lifestyle da MINI.

A aventura poderá seguida no site do desafio, no qual o participante poderá consultar o seu perfil, o ranking geral e desbloquear crachás. 

Já no Facebook da MINI Portugal (fb.com/MINI.Portugal) pode encontrar e dar várias pistas, nomeadamente onde os participantes poderão encontrar os pontos.

Mais informações e regulamento em www.notnormalchallenge.com

A AUDI É UMA DAS FÁBRICAS DE AUTOMÓVEIS QUE MAIS SE PREOCUPA COM O DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO. A PROVA DISSO É A MOTORIZAÇÃO DO NOVO A3 SPORTBACK, CUJO CONSUMO FOI RESUMIDO EM 10%. SEU MOTOR 1.8 TFSI DE 180 CV, QUE FAZ DE 0 A 100 KM/H EM APENAS 7,3 SEGUNDOS E CHEGA AOS 232 KM/H DE VELOCIDADE MÁXIMO TEM UM CONSUMO MÉDIO ESPETACULAR DE QUASE 18 KM/L. OUTRA BOA NOVIDADE: ATENÇÃO DONOS DE FORD NEW FESTA SEDAN PARA OS DESCONTOS PROGRESSIVOS DAS REVISÕES


MECÂNICA ONLINE®

Nº 41 — 22 / 07 / 2013

Tarcísio Dias

Motorização mais eficiente: 
dupla injeção FSI + MPFI


Combinação de sistema de injeção direta e multiponto de combustível reflete na eficiência energética

A Audi oferece tecnologias múltiplas de eficiência na motorização do novo Audi A3 Sportback: injeção direta de combustível, turbo, gestão térmica e sistema start-stop. 


Graças às inovações, o consumo foi reduzido, em média, cerca de 10% em comparação à versão anterior.
A grande novidade fica por conta do novo motor 1.8 TFSI a gasolina - que combina injeção direta FSI com injeção indireta multiponto; além do sistema Audi Valvelift, que varia a elevação das válvulas e produz 180 cv de potência e 250 Nm de torque.

A motorização 1.8 litro pela primeira vez combina dois sistemas de injeção de combustível, além da já FSI, a Audi introduziu a injeção indireta MPFI, utilizada na maioria dos motores injetados.

A bomba de combustível tem uma divisão interna com duas linhas de pressão: seis bar (linha de baixa pressão) para os bicos injetores dentro do coletor de admissão e funcionamento normal no sistema multiponto.

Já a segunda linha é de alta pressão, variando entre 120-160 bar que alimenta os bicos injetores do sistema FSI (da injeção direta) que ficam dentro da câmara de combustão. 


Esse sistema é mais interessante quando o veículo precisa de dinamismo, ou seja, mais desempenho. 

Não estranhe que o motor 1.8 do A3 Sportback tenha oito bicos injetores, apesar de ser um quatro cilindros.
A sacada dos engenheiros da Audi foi analisar o comportamento dos sistemas e verificar que a injeção indireta permite uma queima numa temperatura mais baixa e menor emissão de CO2. 

Através da análise da relação de torque e rotação, conforme a solicitação do motorista, a unidade de comando decide se o motor vai usar multiponto ou injeção direta.

A área azul no gráfico da figura abaixo vai trabalhar com sistema indireto (MPFI) – comportamento esperado do motorista é que ele esteja acelerando de forma suave, tranquila, produzindo assim uma temperatura menor de funcionamento do motor e também redução na emissão de CO2. 


Quando precisamos realizar uma ultrapassagem, ou seja, mais dinamismo do modelo, o sistema escolhe a injeção direta (FSI).
Acontece que o sistema FSI tem dois comportamentos. Na ilha de cor vermelha (vide gráfico abaixo) o sistema utiliza injeção direta de maneira indireta (ainda durante a aspiração de ar o bico injetor já libera o combustível na câmara).

Quando realmente o motorista acelera com vigor o A3 Sportback, ocorre uma injeção dupla (parte verde do gráfico) – quando a válvula de admissão se abre e inicia a aspiração de ar ocorre uma primeira injeção de combustível de pequeno volume, criando assim uma névoa de mistura. 



Depois, já com o pistão próximo do PMS (Ponto Morto Superior) acontece uma segunda injeção direta de combustível para ganhar a força desejada.

A injeção direta sempre vai atuar quando o motor estiver abaixo de uma certa temperatura e também no momento da partida inicial do modelo. 

Um dos principais reflexos desse sistema é a redução na emissão de CO2 e também melhor eficiência energética do combustível.

Equipado com transmissão S tronic e tração dianteira, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 7,3 segundos e tem velocidade máxima de 232 km/h. O consumo médio é de 17,85 km/litro, correspondente a 130 gramas de CO2 por km.

MECÂNICA ONLINE

· REVISÕES COM DESCONTO PROGRESSIVO - O Ford New Fiesta Sedã traz um programa de desconto progressivo nas revisões, oferecido para os clientes que seguem o cronograma de manutenção recomendado pela fábrica. 


Esse programa dá direito às seguintes reduções sobre o preço de tabela: 5% na terceira revisão, 10% na quarta revisão, 15% na quinta revisão e 20% na sexta revisão, dentro do período de garantia de três anos do modelo.

· MANUTENÇÃO - Desenvolvido dentro do conceito sob medida, o Volkstotal, contrato de manutenção de frota da MAN Latin America, acaba de completar 10 anos de serviços prestados em todo o país. 

Pioneiro entre as montadoras de veículos comerciais, o programa tem registrado números crescentes de adesões. Hoje, quase 10% dos caminhões da montadora são adquiridos com alguma das modalidades do Volkstotal.

· PARABÉNS! - Os 13 anos de história da unidade da General Motors (GM) de Gravataí, no Rio Grande do Sul, são celebrados neste ano de 2013 com recorde de produção. 

A fábrica, que iniciou oficialmente sua operação em 20 de julho de 2000, com uma capacidade então instalada de 60 mil unidades/ano, atualmente opera no ritmo de 1.350 carros/dia (63 carros por hora), em três turnos de trabalho, o que permite à unidade atingir cerca de 350 mil veículos/ano.

· LIDERANÇA - O Gol, líder no mercado brasileiro há 26 anos seguidos, continua na preferência do consumidor brasileiro também no primeiro semestre de 2013. 

Com 121.356 unidades comercializadas no período, o Gol está 25.235 unidades à frente do segundo modelo mais vendido do mercado e mantém 9,2% de participação nas vendas totais de automóveis no Brasil.

domingo, 21 de julho de 2013

PELA SEXTA VEZ CONSECUTIVA O PILOTO BRASILIENSE FELIPE GUIMARÃES VENCEU NO CAMPEONATO SUL-AMERICANO DE FÓRMULA 3. FOI A 8ª ETAPA QUE ACONTECEU NO AUTÓDROMO DE INTERLAGOS. A PRÓXIMA SERÁ NO DIA 25 DE AGOSTO, EM CURITIBA.


Com uma pilotagem impecável, o brasiliense Felipe Guimarães (Faculdade Evangélica/MARC JR/Hitech Racing) conquistou neste domingo (21/7) a sua sexta vitória no Campeonato Sul-americano de Fórmula 3 em 2013. O palco foi o Autódromo de Interlagos, que sediou a oitava etapa do certame continental.

"Foi uma corrida bem bacana, saio daqui muito feliz. Suei um pouco para assumir a liderança, mas o carro estava muito bom e deu tudo certo", comentou Guimarães, que estabeleceu a volta mais rápida pela sétima vez em oito corridas, com a marca de 1min33s266 (média de 166,52 km/h).

Largando da décima posição Felipe Guimarães completou a primeira volta já no terceiro posto, na passagem seguinte estava na vice-liderança, para ultrapassar o argentino Bruno Etman no quarto giro e assumir a ponta, completando as 21 voltas em 32min58s755. A segunda posição ficou para Etman, seguido de Raphael Raucci (Dolly/Beta/RR Racing).
Guimarães dedicou esta vitória ao jornalista Marcus Zamponi, que faleceu durante a semana.

Entre os outros pilotos da Hitech Racing, o estreante Ayman Darwich (King Star Colchões/Hitech Racing) terminou em terceiro na classe A, enquanto o paranaense Gustavo Myasava (Viapar/Drugovich/Hitech Racing) abandonou com a quebra do motor.

A quinta rodada dupla da Fórmula 3 sul-americana acontecerá em Curitiba (PR), no dia 25 de agosto. 

Antes disto, porém, Felipe Guimarães disputará a segunda rodada dupla do Campeonato Inglês de Fórmula 3, já no próximo fim de semana (28/7), em SPA-Francorchamps, na Bélgica. 


Os 10 primeiros na oitava etapa foram: 
1) Felipe Guimarães (Faculdade Evangélica/MARC JR/Hitech Racing); 
2) Bruno Etman (Argentina/Cesário Fórmula); 3) Raphael Raucci (Dolly/Beta/RR Racing); 
4) Fede Moises (Argentina/Cesário Fórmula); 5) Nicholas Silva (Werks II/EMB Racing); 
6) Emilio Padron (Perfumaria Padron/RR Racing); 
7) Ayman Darwich (King Star Colchões/Hitech Racing); 
8) Eduardo Banzoli (7 Mares/Capital Motorsport); 
9) Gustavo Myasava (Viapar/Drugovich/Hitech Racing); 
10) Artur Fortunato (DNA/Cesário Fórmula).

A classificação está assim: 
1º) Raphael Raucci, 122; 
2º) Felipe Guimarães, 120 pontos; 
3º) Gustavo Myasava, 45; 
4º) Higor Hoffmann, 34; 
5º) Gustavo Frigotto, 32; 
6º) Gustavo Lima, 20.


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